sábado, 30 de junho de 2018

RETIRO DO CLERO ARQUIDIOCESANO


Para o crescimento espiritual e ministerial do presbitério arquidiocesano de Fortaleza acontecerá o primeiro retiro anual:

De 2 de julho - Segunda-feira (início às 18h) a 6 de julho – Sexta-feira (término na parte da manhã), no Seminário Arquidiocesano de Teologia (Castelão), Fortaleza. A taxa de participação será paga no ingresso do retiro e custará R$ 350,00. Orientará o retiro, Frei Marconi Lins de Araújo, OFM (Reitor do Santuário de São Francisco das Chagas em Canindé).

Os organizadores lembram  da necessidade de que todos os participantes levem túnica, estola verde e a Liturgia das Horas para as celebrações em comum.


Para contato: Visto o número limitado de vagas, para o Retiro Espiritual é necessária inscrição com antecedência na Sala do Clero - telefone (85) 40057860 na Cúria Metropolitana.

PAPA FRANCISCO: SANGUE DE CRISTO ENSINA A DOAR A VIDA AOS OUTROS



O Papa Francisco propôs três aspectos, para o caminho de fé e de apostolado dos membros do Preciosíssimo Sangue: coragem da verdade, atenção com todos e capacidade de fascinar e comunicar.
Manuel Tavares - Cidade do Vaticano
O Papa Francisco concluiu suas atividades na manhã deste sábado (30/6), recebendo na Sala Paulo VI, no Vaticano, cerca de 3.000 participantes no Encontro promovido pela Família do Preciosíssimo Sangue, composta pelas Sociedades de Vida Apostólica, Institutos religiosos masculinos e femininos e Associações de Leigos, que se inspiram na espiritualidade do Sangue de Jesus.
Em seu discurso aos numerosos presentes, o Santo Padre disse que o mês de julho, que está para iniciar, é consagrado ao Preciosíssimo Sangue de Cristo e recordou:
Desde os primórdios do Cristianismo, o mistério do amor do Sangue de Cristo fascinou muitas pessoas, inclusive seus santos Fundadores e Fundadoras. Eles cultivaram esta devoção colocando-a como base das suas Constituições, porque entenderam, com a luz da fé, que o Sangue do Redentor é fonte de salvação para o mundo”.
O sangue, explicou o Papa, é o sinal mais eloquente para manifestar o amor supremo da vida entregue aos outros. Esta doação repete-se em todas as celebrações Eucarísticas, como nova e eterna Aliança, derramado por todos em remissão dos pecados:
A meditação do sacrifício de Cristo nos leva a fazer obras de misericórdia, dando a nossa vida por Deus e pelos irmãos. A meditação do mistério do Sangue de Cristo, derramado na cruz pela nossa salvação, nos conduz aos sofredores, excluídos pela sociedade consumista e indiferente. Nesta perspectiva, reveste-se de importância o serviço que vocês prestam à Igreja e à Sociedade”.
Por isso, Francisco propôs à Família do Precisíssimo Sangue três aspectos para ajudar nas suas atividades e testemunho cristão: coragem da verdade, atenção com todos e capacidade de fascinar e comunicar. Falando sobre o primeiro aspecto, ou seja, sobre a coragem da verdade, o Papa disse:
É importante ser pessoas corajosas, edificar comunidades corajosas, que não têm  medo de afirmar os valores do Evangelho e a verdade sobre o mundo e o homem. Trata-se de falar claro diante dos ataques contra a vida humana, dos males sociais, da dignidade da pessoa humana e das várias formas de pobreza”.
O testemunho dos discípulos de Jesus, disse Francisco, deve ser dado na vida paroquial e nos bairros, sem ser indiferentes, mas transformando os corações e a vida das pessoas. Aqui, o Papa falou sobre o segundo aspecto: a atenção com todos, sobretudo com os distantes:
Na sua missão, vocês são chamados a aproximar-se de todos, fazer-se entender por todos, ser ‘populares’, ou seja, ter uma linguagem com a qual todos possam compreender a mensagem evangélica. Os destinatários do amor e da bondade de Jesus são todos aqueles que estão próximos, mas sobretudo os distantes”.
Por isso, sugeriu Francisco, é preciso descobrir as formas mais apropriadas para aproximar os irmãos, em suas casas, ambientes sociais e nas ruas, como faziam os discípulos de Jesus. Sejam imagens de uma Igreja que caminha pelas ruas, entre as pessoas, até arriscando a própria vida.
Por fim, o Santo Padre explicou o terceiro aspecto para ajudar a Família do Preciosíssimo Sangue nas suas atividades e testemunho de vida: a capacidade de fascinar e comunicar:
Esta capacidade refere-se à pregação, à catequese, ao aprofundamento da Palavra de Deus. Trata-se de envolver as pessoas na fé cristã e em uma nova vida em Cristo. Assim fazia Jesus: dialogava com o povo para revelar seu mistério. Por isso, é preciso imitar o etilo da pregação de Jesus”.
Depois de propor estes três aspectos, úteis para o caminho de fé e do apostolado dos membros do Preciosíssimo Sangue de Cristo, Francisco recordou: “Nunca devemos esquecer que a verdadeira força do testemunho cristão deriva do Evangelho de Jesus”.
Por fim, o Papa citou alguns Santos místicos e Padres da Igreja que deram maior impulso à devoção do Preciosíssimo Sangue, entre os quais São Gaspar de Búfalo, sacerdote romano, fundador dos Missionários do Preciosíssimo Sangue, que, com a sua caridade e humildade soube ser portador de reconciliação e de paz, sobretudo entre os mais necessitados e excluídos da sociedade.

Fonte: Vatican News

BODAS DE PRATA SACERDOTAIS DE 3 PADRES EUDISTAS




A paróquia São João Eudes, do bairro Luciano Cavalcante, comemorou, na última quinta-feira, ia 29, na Igreja Matriz (Menino Deus), nas proximidades da Câmara Municipal de Fortaleza, as Bodas de Prata dos padres Juan Caarlos, William e Jaime, com uma missa concelebrada por mais quatro sacerdotes: Luís Gabriel, Johnja, Clériston e o provincial dos padres “Eudistas”, José Mário, que chegou da Colômbia para uma visita pastoral e para pregar o retiro dos “Eudistas” (sacerdotes e associados).


A celebração eucarística em Ação de Graças, que foi presidida pelo padre Jaime, um dos três que estava comemorando a data, contou com a presença de um grande número de paroquianos. Uma 
grande parte deles, ele conhecia, porque já foi pároco de São João Eudes.


Na sua homília, o  padre Jaime fez um relato de sua vida sacerdotal, inclusive descrevendo o chamado de Deus para servi-Lo, no que foi aprovado pelos seus pais, em especial por sua mãe. Mas ele pensava que um dos seus irmãos é que seria o sacerdote da família, “porque ele já celebrava”, “mas Deus me chamou e me ordenei em 1993”.

EVANGELHO DO DIA

Mateus 8,5-17

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.— Glória a vós, Senhor.Naquele tempo, 5quando Jesus entrou em Cafarnaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando: 6“Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia”.7Jesus respondeu: “Vou curá-lo”. 8O oficial disse: “Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. 9Pois eu também sou subordinado e tenho soldados sob minhas ordens. E digo a um: ‘Vai!’, e ele vai; e a outro: ‘Vem!’, e ele vem; e digo a meu escravo: ‘Faze isto!’, e ele faz”.10Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado, e disse aos que o seguiam: “Em verdade, vos digo: nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. 11Eu vos digo: muitos virão do Oriente e do Ocidente, se sentarão à mesa no Reino dos Céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó, 12enquanto os herdeiros do Reino serão jogados para fora, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes”.13Então, Jesus disse ao oficial: “Vai! e seja feito como tu creste”. E, naquela mesma hora, o empregado ficou curado.14Entrando Jesus na casa de Pedro, viu a sogra dele deitada e com febre. 15Tocou-lhe a mão, e a febre a deixou. Ela se levantou, e pôs-se a servi-lo. 16Quando caiu a tarde, levaram a Jesus muitas pessoas possuídas pelo demônio. Ele expulsou os espíritos, com sua palavra, e curou todos os doentes, 17para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías: “Ele tomou as nossas dores e carregou as nossas enfermidades”.Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE


30 DE JUNHO DE 2018

SÁBADO DA 12ª SEMANA DO

TEMPO COMUM

Cor: Verde

1ª Leitura - Lm 2,2.10-14.18-19


Leitura do Livro das Lamentações 2,2.10-14.18-19
2O Senhor destruiu sem piedade todos os campos de Jacó; em sua ira deitou abaixo as fortificações da cidade de Judá; lançou por terra, aviltou a realeza e seus príncipes. 10Sentados no chão,
em silêncio, os anciãos da cidade de Sião espalharam cinza na cabeça, vestiram-se de saco; as jovens de Jerusalém inclinaram a cabeça para o chão. 11Meus olhos estão machucados de lágrimas,
fervem minhas entranhas; derrama-se por terra o meu fel
diante da arruinada cidade de meu povo, vendo desfalecerem tantas crianças pelas ruas da cidade. 12Elas pedem às mães:
'O trigo e o vinho, onde estão?' E vão caindo como derrubadas pela morte nas ruas da cidade, até expirarem no colo das mães.
13Com quem te posso comparar, ou a quem te posso assemelhar,
Ó cidade de Jerusalém? A quem te igualarei, para te consolar,
ó cidade de Sião? Grande como o mar é tua aflição;
quem poderá curar-te? 14Teus profetas te fizeram ver imagens falsas e insensatas, não puseram a descoberto a tua malícia,
para tentar mudar a tua sorte; ao contrário, deram-te oráculos mentirosos e atraentes. 18Grite o teu coração ao Senhor,
em favor dos muros da cidade de Sião; deixa correr uma torrente de lágrimas, de dia e de noite. Não te concedas repouso,
não cessem de chorar as pupilas de teus olhos. 19Levanta-te, chora na calada da noite, no início das vigílias, derrama o teu coração, como água, diante do Senhor; ergue as mãos para ele,
pela vida de teus pequeninos, que desfalecem de fome
em todas as encruzilhadas. Palavra do Senhor. 

Reflexão - “O lamento de Jerusalém”
Ao contemplar a miséria do povo que ficou em Jerusalém, durante o exílio na Babilônia Jeremias retrata a sua situação de penúria, aflição e desalento. O povo que reconhecia suas faltas abaixava a cabeça e implorava a misericórdia do Senhor.  Muitas vezes, nós também estamos como a cidade de Judá: os nossos “campos” estão minguando, a nossa capacidade de produzir e servir a Deus e aos irmãos está se esgotando e não conseguimos nos deter em nada nem tampouco realizar nenhum trabalho útil. Temos o coração desalentado, porque antes, não tivemos uma visão correta da realidade e fomos levados a formar imagens falsas e insensatas. Em outras ocasiões, para não contrariar a nossa vontade ou mesmo para não entrar em confronto com alguém, nós nos submetemos a coisas que não são agradáveis a Deus e assim invertemos os papéis e trocamos o Criador pela criatura.  Como consequência disso, vimos desfilar diante de nós as misérias e, por isso, nos afligimos, sofremos e lamentamos. Precisamos deixar correr uma torrente de lágrimas de dia e de noite, assim, o Senhor irá nos curar e restaurar. Este é o conselho do profeta para nós na hora em que estivermos em situações humilhantes: “Levanta-te, chora na calada da noite, no início das vigílias, derrama o teu coração como água, diante do Senhor.”Levantar-se, significa ter coragem e esperança; chorar significa reconhecer a impotência e o ser pecador, enfim, derramar o coração é entregar-se e esperar pelo Senhor que é o único que poderá nos perdoar e dar alento.Ergamos, pois, as nossas mãos para Ele e deixemos que nos restaure e nos liberte das utopias, dos nossos desvios e acomodações. Diante do clamor da nossa súplica de arrependimento o Senhor irá nos restabelecer na terra que Ele nos deu e cuidar da Sua plantação em nós. Assim poderemos, novamente, alimentar as “crianças” pelas ruas da cidade. – Como está a plantação do seu coração– Você tem alimentado falsas esperanças? – Você tem medo de entrar em confronto com você mesmo (a) e com outros? – Você ainda tem entusiasmo diante dos desafios da sua vida? - Você já experimentou humilhar-se diante do Senhor, reconhecendo de coração o seu pecado?

 

Salmo - Sl 73,1-2. 3-4. 5-7. 20-21 (R. 19b)


R. Não esqueçais até o fim
a humilhação dos vossos pobres.

1Ó Senhor, por que razão nos rejeitastes para sempre *
e vos irais contra as ovelhas do rebanho que guiais?
2Recordai-vos deste povo que outrora adquiristes, +
desta tribo que remistes para ser a vossa herança, *
e do monte de Sião que escolhestes por morada!R.

3Dirigi-vos até lá para ver quanta ruína: *
no santuário o inimigo destruiu todas as coisas;
4e, rugindo como feras, no local das grandes festas, *
lá puseram suas bandeiras vossos ímpios inimigos.R.

5Pareciam lenhadores derrubando uma floresta, *
6ao quebrarem suas portas com martelos e com malhos.
7Ó Senhor, puseram fogo mesmo em vosso santuário! *
Rebaixaram, profanaram o lugar onde habitais!R.

20Recordai vossa Aliança! A medida transbordou, *
porque nos antros desta terra só existe violência!
21Que não se escondam envergonhados o humilde e o pequeno, *
mas glorifiquem vosso nome o infeliz e o indigente!R.
Reflexão - O Senhor espera o nosso lamento, a nossa necessidade, Ele precisa ouvir dos nossos lábios o clamor do nosso coração para que o Seu Nome seja glorificado pelo grande e pelo pequeno. É salutar e eficaz para a nossa alma o exercício de humildade e reconhecimento da nossa miséria. Tudo isso é parte da metodologia de Deus para nos colocar nos trilhos

Evangelho - Mt 8,5-17


+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8,5-17
Naquele tempo: 5Quando Jesus entrou em Cafarnaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando: 6'Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia.' 7Jesus respondeu: 'Vou curá-lo.' 8O oficial disse: 'Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. 9Pois eu também sou subordinado e tenho soldados debaixo de minhas ordens. E digo a um : 'Vai!', e ele vai; e a outro: 'Vem!', e ele vem; e digo ao meu escravo: 'Faze isto!', e ele faz.' 10Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado, e disse aos que o seguiam: 'Em verdade, vos digo:
nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé.
11Eu vos digo: muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa no Reino dos Céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó, 12enquanto os herdeiros do Reino serão jogados para fora, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes.' 13Então, Jesus disse ao oficial: 'Vai! e seja feito como tu creste.' E naquela mesma hora o empregado ficou curado. 14Entrando Jesus na casa de Pedro, viu a sogra dele deitada e com febre. 15Tocou-lhe a mão, e a febre a deixou. Ela se levantou, e pôs-se a servi-lo.
16Quando caiu a tarde, levaram a Jesus muitas pessoas possuídas pelo demônio. Ele expulsou os espíritos, com sua palavra, e curou todos os doentes, 17para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías: 'Ele tomou as nossas dores e carregou as nossas enfermidades.' Palavra da Salvação. 

Reflexão – “A fé é a alavanca da nossa conversão”
A fé e a humildade eram elementos decisivos para os prodígios que Jesus concretizava. Nos milagres que realizava Jesus sempre colocou em evidência a fé das pessoas. Com efeito, neste Evangelho aprendemos com Ele que a fé é a mola mestra da nossa vida espiritual, por isso, ela é também a alavanca da nossa conversão. Jesus libertava e curava principalmente no meio dos pagãos, aqueles que eram mais necessitados e sentiam-se impotentes diante de Deus. Pelo contrário, aqueles que já se consideravam participantes do reino duvidavam de que Jesus fosse o próprio Rei, por isso, não conseguiam reconhecer os milagres que Ele operava.  O oficial romano não frequentava o mesmo grupo de Jesus, não pertencia ao povo judeu, no entanto, se compreendia indigno, por isso, também necessitado, ao passo que os judeus que andavam sempre em torno de Jesus ouvindo os Seus ensinamentos, não tinham o comportamento condizente com o que Jesus lhes ensinava. Por conseguinte, não levavam a sério o que lhes era proposto e não tinham fé nas palavras de Jesus apesar de testemunhar muitos prodígios que Ele realizava.   A observação que Jesus fez sobre a fé daquele homem pagão faz com que cada um de nós, cristãos (ãs) comprometidos (as) com a Igreja, que pertencemos a uma comunidade cristã e temos acesso à Palavra de Deus, façamos um exame de consciência sobre os critérios da vida que estamos levando. “Muitos virão do Oriente e do Ocidente e se sentarão à mesa no reino dos céus...enquanto os herdeiros do reino serão jogados para fora, nas trevas, onde haverá choro e ranger de dentes”. Podemos estar vivendo uma utopia afirmando que somos seguidores de Cristo, mas somente de fachada, sem na realidade, ter consciência de que seguir Jesus é viver conforme o que Ele ensina dando testemunho ao mundo de que apesar das nossas faltas temos fé na Sua misericórdia, e que, mesmo sendo indignos, nós acreditamos que Ele vem em nosso auxilio para curar a nossa paralisia. O oficial romano não pediu a Jesus para ir à sua casa, mas apenas, a Sua Palavra! Uma só Palavra de Jesus basta para aquele que pede com fé e reconhece a sua própria limitação e o poder de Deus. Hoje Jesus diz também para nós: “E seja feito como tu creste”. Um simples toque de Jesus bastará para que tenhamos uma nova vida. Assim como aconteceu com a sogra de Pedro, mesmo acamado (a) ou desenganado (a) e sem esperança, Jesus poderá nos levantar para que possamos servi-Lo. Em nenhum momento Jesus deixou de curar aqueles que dele se aproximavam cheios de fé e confiança no Seu poder.  Portanto, não percamos tempo, Ele tem autoridade para realizar em nós tudo de que estejamos precisando.  - Você crê na Palavra de Deus? – Você vive conforme essa Palavra?   - Você tem fé que Jesus pode curá-lo (a)?  - Você reconhece a sua limitação diante de Deus? – Você se considera herdeiro do reino? - Você está precisando de cura? – Peça a Jesus com fé!
Helena Serpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho




SANTO DO DIA - PROTOMÁRTIRES DA IGREJA DE ROMA


Depois da solenidade universal dos apóstolos São Pedro e Paulo, a liturgia nos apresenta a memória de outros cristãos que se tornaram os primeiros mártires da Igreja de Roma, por isso, protomártires.
O testemunho dos mártires da nossa Igreja nos recorda o que é essencial para a vida, para o cristão, para sermos felizes em Deus, principalmente nos momentos mais difíceis que todos nós temos. Os mártires viveram tudo em Cristo.
No ano de 64, o imperador Nero pôs fogo em Roma e acusou os cristãos. Naquela época a comunidade cristã, vítima de preconceitos, era tida como uma seita, e inimiga, pois não adoravam o Imperador.
Qualquer coisa que acontecia de negativo, os cristãos eram acusados. Por isso, foram acusados de terem posto fogo em Roma, e a partir daí, no ano 64, começaram a ser perseguidos.
Os escritos históricos em Roma narram que os cristãos eram lançados nas arenas para servirem de espetáculo ao povo, junto às feras. Cobertos de piches, como tochas humanas e muitos outros atos atrozes. E a resposta era sempre o perdão e a misericórdia.
O Papa São Clemente I escreveu: “Nos encontramos na mesma arena e combatemos o mesmo combate. Deixemos as preocupações inúteis e os vãos cuidados e voltemo-nos para a gloriosa e venerável regra da nossa tradição: consideremos o que é belo, o que é bom e o que é agradável ao nosso criador.”
Protomártires da Igreja de Roma, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias

sexta-feira, 29 de junho de 2018

PROVINCIAL CHEGA PARA VISITA PASTORAL À PARÓQUIA SÃO JOÃO EUDES



O padre José Mário Trespalacios, provincial dos "Eudistas" na América Latina, chegou ao Brasil, entrando por Salvador, na Bahia, numa visita pastoral e para pregar o retiro dos sacerdotes e Associados da Congregação Jesus e Maria. Durante a sua estada nesta Capital, fará uma visita a dom José Antonio, arcebispo de Fortaleza.
Ele aproveitou também a ocasião para concelebrar, na noite de ontem, dia 29, numa missa de Ação de Graças para os padres Jaime, William e Juan Carlos, na Igreja Menino Deus, pertencente à Paróquia São João Eudes. Eles estão comemorando 25 anos de vida sacerdotal.
Mais detalhes no vídeo acima, com uma entrevista com o padre Luís Gabriel, pároco de São João Eudes.

PAPA FRANCISCO: GLÓRIA E CRUZ SEJAM INSEPARÁVEIS



"Contemplar a vida de Pedro e a sua confissão significa reconhecer as tentações que acompanham a vida do discípulo. Como Pedro, seremos sempre tentados pelos 'sussurros' do maligno", disse o Pontífice na missa na Solenidade dos Santos apóstolos Pedro e Paulo.
Manoel Tavares - Cidade do Vaticano
O Santo Padre presidiu na manhã desta sexta-feira (29/6), na Praça de São Pedro, à solene celebração Eucarística por ocasião da Solenidade dos Apóstolos São Pedro e São Paulo.
Durante a cerimônia, o Papa entregou os Pálios sagrados aos 30 Arcebispos Metropolitanos nomeados durante o último ano, entre os quais um brasileiro: Dom Airton José dos Santos, arcebispo de Mariana (MG).
Tu és o Messias

Em sua homilia, Francisco retomou a Tradição Apostólica, perene e sempre nova, que acende e revigora a alegria do Evangelho. E precisamente sobre o Evangelho de hoje, pôs em realce a pergunta que Jesus fez aos seus discípulos: “E vós, quem dizeis que Eu sou?”. Tomando a palavra, Pedro respondeu: “Tu és o Messias”, o Ungido, o Consagrado de Deus. E o Papa disse:
“Muito me apraz saber que foi o Pai a inspirar esta resposta a Pedro, que via como Jesus “ungia” seu povo. Jesus, o Ungido que caminha, de aldeia em aldeia, com o único desejo de salvar e aliviar quem estava perdido: ungia os mortos, os enfermos, as feridas, o penitente. Unge a esperança! Assim, todo pecador, derrotado, doente, pagão se sentiam membros amados da família de Deus”.
Ir a todos os cantos

Como Pedro, disse o Papa, também nós podemos confessar, com os nossos lábios e o coração, não só o que ouvimos, mas também a nossa experiência concreta de termos sido ressuscitados, socorridos, renovados, cumulados de esperança pela unção do Santo. E acrescentou:
“O Ungido de Deus leva o amor e a misericórdia do Pai até às extremas consequências. Este amor misericordioso exige ir a todos os cantos da vida e chegar a todos, ainda que pudesse colocar em perigo o próprio “nome”, as comodidades, a posição, o martírio”.
Tentação à espreita

Perante este anúncio tão inesperado, Pedro reage a ponto de se tornar pedra de tropeço no caminho do Messias e até ser chamado “Satanás”. Contemplar a vida de Pedro e a sua confissão, afirmou o Papa, significa reconhecer as tentações que acompanham a vida do discípulo. Como Pedro, como Igreja, seremos sempre tentados pelos “sussurros” do maligno, que poderão ser pedra de tropeço para a nossa missão:
“Quantas vezes sentimos a tentação de ser cristãos, mantendo uma prudente distância das chagas do Senhor! Jesus toca a miséria humana; convida-nos a estar com Ele e a tocar os sofrimentos dos outros. Confessar a fé, com a boca e o coração, exige identificar os “sussurros” do maligno; discernir e descobrir as “coberturas” pessoais e comunitárias, que nos mantêm à distância do drama humano real, impedindo-nos de entrar em contato com a sua existência concreta”.
Não separar a glória da cruz

Jesus, frisou Francisco, sem separar a cruz da glória, quer resgatar seus discípulos e a sua Igreja dos triunfalismos vazios de amor, de serviço, de compaixão e de povo. Contemplar e seguir a Cristo exige deixar o nosso coração abrir-se ao Pai e a todos com quem Ele se identificou: Ele jamais abandona o seu povo! O Papa concluiu sua homilia, com a exortação:
“Confessemos com os nossos lábios e com o nosso coração que Jesus Cristo é o Senhor! Este é o nosso canto, que somos convidados a entoar todos os dias. Com a simplicidade, a certeza e a alegria de saber que a Igreja não brilha com luz própria, mas com a de Cristo: 'Já não sou eu que vivo, mas Cristo vive em mim'.”
A homilia na íntegra pode ser conferida no link: https://is.gd/AjBXVl

Fonte: Vatican News

EVANGELHO DO DIA


Mateus 8,1-4

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.Glória a vós, Senhor.1Tendo Jesus descido do monte, numerosas multidões o seguiam. 2Eis que um leproso se aproximou e se ajoelhou diante dele, dizendo: “Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar”. 3Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: “Eu quero, fica limpo”. No mesmo instante, o homem ficou curado da lepra. 4Então Jesus lhe disse: “Olha, não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote, e faze a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho para eles”.Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE


29 DE JUNHO DE 2018

6ª. FEIRA DA 12ª. SEMANA DO

TEMPO COMUM


Cor: Verde

1ª Leitura - 2Rs 25,1-12


Leitura do Segundo Livro dos Reis 25,1-12
1No nono ano do reinado de Sedecias, no dia dez do décimo mês,
Nobucodonosor, rei da Babilônia, veio atacar Jerusalém com todo o seu exército. Puseram-lhe um cerco e construíram torres de assalto ao seu redor. 2A cidade ficou sitiada e rodeada de valas
até ao décimo primeiro ano do reinado de Sedecias. 3No dia nove do quarto mês, quando a fome se agravava na cidade e a população não tinha mais o que comer, 4abriram uma brecha na muralha da cidade. Então o rei fugiu de noite, com todos os guerreiros, pela porta entre os dois muros, perto do jardim real,
se bem que os caldeus cercavam a cidade, e seguiram pela estrada que conduz à Araba. 5Mas o exército dos caldeus perseguiu o rei
e alcançou-o na planície de Jericó, enquanto todo o seu exército se dispersou e o abandonou. 6Os caldeus prenderam o rei e levaram-no a Rebla, à presença do rei da Babilônia, que pronunciou sentença contra ele. 7Matou os filhos de Sedecias, na sua presença, vasou-lhe os olhos e, preso com uma corrente de bronze, levou-o para a Babilônia. 8No dia sete do quinto mês,
data que corresponde ao ano dezenove do reinado de Nabucodonosor, rei da Babilônia, Nabuzardã, comandante da guarda e oficial do rei da Babilônia, fez a sua entrada em Jerusalém. 9Ele incendiou o templo do Senhor e o palácio do rei
e entregou às chamas todas as casas e os edifícios de Jerusalém.
10Todo o exército dos caldeus, que acompanhava o comandante da guarda, destruiu as muralhas que rodeavam Jerusalém.
11Nabuzardã, comandante da guarda, exilou o resto da população
que tinha ficado na cidade, os desertores que se tinham passado ao rei da Babilônia e o resto do povo. 12E, dos pobres do país,
o comandante da guarda deixou uma parte, como vinhateiros e agricultores. Palavra do Senhor. 

Reflexão – “Tempo de cativeiro”
Foi um tempo marcante para o povo de Israel e, por mais que eles tentassem fugir do cerco de Nabucodonosor, mais ele impunha o seu poderio. Jerusalém chega ao extremo da perseguição! O povo já não tinha forças para lutar e Nabucodonosor completava a sua ação levando ao cativeiro quase todo o resto da povoação, deixando apenas os vinhateiros e os agricultores.   Até o templo de Jerusalém foi incendiado e o palácio do rei foi entregue às chamas e, praticamente, eles perderam tudo. Hoje, para acolher a mensagem desta palavra nós podemos nos colocar no lugar de Jerusalém e refletir sobre os momentos da nossa vida em que somos de alguma forma, acossados (as), perseguidos (as), pelas coisas, pessoas e acontecimentos, que aparentemente, exercem influência sobre a nossa sorte. Perdemos o que de mais caro possuíamos e ficamos praticamente no nosso corpo.  Porém, como em Jerusalém foram deixados apenas os vinhateiros e os agricultores, dentro de nós restam, também, os nossos dons, os nossos talentos, a capacidade que está inserida na nossa alma e que ninguém pode usurpar. Mas, principalmente, restam-nos a fé, a esperança e o grande dom de Deus, o Espírito Santo.
Hoje nós sabemos que o tempo do cativeiro foi um tempo rico para o povo de Israel. Por isso, estamos seguros de que crescemos no tempo do exílio quando pomos em prática e testamos a nossa fé e a nossa confiança Naquele que pode derrotar o “Nabucodonosor” da nossa vida.- Você também já perdeu algo que não valorizou e que hoje lembra com saudade? – Como você reage quanto a isto diante do Senhor: com humildade ou com revolta? – Mesmo assim você tem exercitado os dons que possui? 

Salmo - Sl 136,1-2. 3. 4-5. 6 (R. 6a)


R. Que se prenda a minha língua ao céu da boca,
se de ti Jerusalém, eu me esquecer!

1Junto aos rios da Babilônia
nos sentávamos chorando,*
com saudades de Sião.
2Nos salgueiros por ali*
penduramos nossas harpas.R.

3Pois foi lá que os opressores*
nos pediram nossos cânticos;
nossos guardas exigiam*
alegria na tristeza:
'Cantai hoje para nós*
algum canto de Sião!'R.

4Como havemos de cantar
os cantares do Senhor*
numa terra estrangeira?
5Se de ti, Jerusalém,
algum dia eu me esquecer,*
que resseque a minha mão!R.

Reflexão - O salmo retrata a lamentação do povo de Israel que sentia na carne o tempo que perdera e, agora, voltava o seu coração para o Senhor e para a terra que lhe havia sido tirada. Assim, em terra estrangeira o povo lamentava: “junto aos rios da Babilônia nos sentávamos chorando com saudades de Sião.” Será que isto também acontece conosco? Quantas vezes temos tudo nas mãos, e não damos o devido valor ao que possuímos. Só quando perdemos é que temos a consciência de que tudo que antes nós não valorizávamos é o que hoje tem realmente valor para nós. Todavia todas as coisas que nos acontecem, têm um sentido diante do plano do Senhor. Deus espera pela nossa oração, pelo nosso pedido. Ele sabe que precisamos de humildade para caminhar   e ser  como Ele, perfeitos e santos  

Evangelho - Mt 8,1-4


+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8,1-4
1Tendo Jesus descido do monte, numerosas multidões o seguiam.
2Eis que um leproso se aproximou e se ajoelhou diante dele, dizendo: 'Senhor, se queres, tu tens o poder de me purificar.'
3Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: 'Eu quero, fica limpo.'
No mesmo instante, o homem ficou curado da lepra. 4Então Jesus lhe disse: 'Olha, não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote, e faze a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho para eles.' Palavra da Salvação. 

Reflexão – “a cura da nossa lepra
Hoje, também, Jesus continua estendendo a mão para nos tocar e curar as nossas impurezas purificando a nossa alma dos males que nos afetam.   Hoje, também, como aquele leproso, nós podemos nos dirigir a ele e pedir que cure a nossa lepra “Senhor, se queres, tu tens poder de me purificar”. Ele está sempre atento às nossas necessidades e, com certeza, conhece todas as nossas carências, tem um plano para realizar na nossa vida e, na hora devida, atenderá às nossas reivindicações. A vontade de Deus para nós é sempre o bem e a felicidade e, com efeito, sempre irá querer para nós tudo o que nos fará felizes. A lepra representa o pecado que nos desarmoniza com Deus, conosco e também com o nosso próximo. Deus nos perdoa de acordo com o nosso coração, mas é preciso que demos o testemunho indo cumprir o que Jesus mandou: “mas vai mostrar-te ao sacerdote...” Em primeiro lugar o Senhor nos deseja purificar e extirpar de nós a raiz do nosso pecado. Na medida em que nos humilhamos e pedimos confiantes a cura do nosso coração Deus também vai realizando em nós uma obra de purificação. O ir ao sacerdote é uma forma de expressar humildade e obediência à palavra do Senhor confessando as nossas faltas e reconhecendo o nosso estado de pecador.  – O que você entende por: “vai mostrar-te ao sacerdote”? – Para você o que significa a confissão dos pecados? Você acha que precisa humilhar-se diante de Deus e dos homens para conseguir alguma coisa?
Helena Serpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho



SANTO DO DIA - SÃO PEDRO E SÃO PAULO

Estes santos são considerados “os cabeças dos apóstolos” por terem sido os principais líderes da Igreja Cristã Primitiva, tanto por sua fé e pregação, como pelo ardor e zelo missionários.
Pedro, que tinha como primeiro nome Simão, era natural de Betsaida, irmão do Apóstolo André. Pescador, foi chamado pelo próprio Jesus e, deixando tudo, seguiu ao Mestre, estando presente nos momentos mais importantes da vida do Senhor, que lhe deu o nome de Pedro.
Em princípio, fraco na fé, chegou a negar Jesus durante o processo que culminaria em Sua morte por crucifixão. O próprio Senhor o confirmou na fé após Sua ressurreição (da qual o apóstolo foi testemunha), tornando-o intrépido pregador do Evangelho através da descida do Espírito Santo de Deus, no Dia de Pentecostes, o que o tornou líder da primeira comunidade. Pregou no Dia de Pentecostes e selou seu apostolado com o próprio sangue, pois foi martirizado em uma das perseguições aos cristãos, sendo crucificado de cabeça para baixo a seu próprio pedido, por não se julgar digno de morrer como seu Senhor, Jesus Cristo. Escreveu duas Epístolas e, provavelmente, foi a fonte de informações para que São Marcos escrevesse seu Evangelho.
Paulo, cujo nome antes da conversão era Saulo ou Saul, era natural de Tarso. Recebeu educação esmerada “aos pés de Gamaliel”, um dos grandes mestres da Lei na época. Tornou-se fariseu zeloso, a ponto de perseguir e aprisionar os cristãos, sendo responsável pela morte de muitos deles.
Converteu-se à fé cristã no caminho de Damasco, quando o próprio Senhor Ressuscitado lhe apareceu e o chamou para o apostolado. Recebeu o batismo do Espírito Santo e preparou-se para o ministério.
Tornou-se um grande missionário e doutrinador, fundando muitas comunidades. De perseguidor passou a perseguido, sofreu muito pela fé e foi coroado com o martírio, sofrendo morte por decapitação. Escreveu treze Epístolas e ficou conhecido como o “Apóstolo dos gentios”.
São Pedro e São Paulo, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias

quinta-feira, 28 de junho de 2018

ENCERRADOS OS FESTEJOS EM HONRA A NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO



Com uma procissão, que percorreu as ruas próximas da Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, do bairro Guararapes e, logo em seguida a concelebração de uma missa, presidida pelo padre Luís Gabriel e com a participação dos padres Johnja, William, Juan Carlos e Jaime, com os três ultimas comemorando "Bodas de Prata" de sacerdócio neste ano de 2018, ficaram encerrados os festejos em honra de N.Sra. do Perpétuo Socorro.

O pároco Luís Gabriel iniciou a missa agradecendo os que trabalharam para o bom êxito da festa e dos devotos de Nossa Senhora, que prestigiaram o tríduo, de 24 a 26 e 27 o encerramento e falou um pouco da história do ícone  venerado na Capela.


Depois, o celebrante convidou a todos para prestigiarem uma apresentação da quadrilha junina "Zé Testinha, que agradou a todos os presentes, que ainda ficaram um bom tempo num convívio agradável e se deliciando das comidas tipicas.

SANTO IRINEU




No dia 28 de junho de 2018 a Igreja Católica celebra a festa de Santo Irineu. O nome “Irineu” vem do grego e significa “pacificador”. Nascido no ano 130 em Esmirna na Ásia Menor (hoje Turquia). Ele foi discípulo do grande São Policarpo, bispo e mártir de Esmirna, que o ordenou sacerdote. Por meio de Policarpo passou a ser  discípulo do Apóstolo São João o Evangelista. Teve grande influência no pensamento teológico da época. Temos intactos hoje os cinco livros de sua autoria “Contra os hereges”. Relativamente jovem deixou a Ásia Menor e passou algum tempo em Roma e depois se transferiu para Lyon, na França. Em 177 se encontrou em Roma para apresentar ao Papa Eleutério algumas problemas de ordem doutrinal concernente  a heresia montanista. Os montanistas pregava o desprezo das coisas do mundo e anunciava a breve volta final de Cristo.
Voltando à Lyon, pouco depois, Irineu sucedeu em 178 o bispo resignatário, o Mártir São Frotino, e governou como bispo diocesano a Igreja de Lyon até sua morte no ano 202. Seu tempo como bispo coincidiu com um período muito difícil na Igreja, dilacerada por heresias que colocavam em risco sua fé e unidade. Com sua sólida formação teológico e incansável trabalho de pastor fez triunfar a concórdia e unidade “fundadas na tradição apostólica”. Ele foi pastor erudito e vigilante, escritor profícuo, sobretudo na defesa da fé contra as falsas doutrinas que se espalhavam por toda parte.
Irineu escreveu: “Tudo quanto tive a graça de ouvir sobre a pessoa de Jesus Cristo e do Apóstolo São João não passei para o papel, mas guardei-o bem no coração, renovando-o diariamente na minha alma, com toda simplicidade”. A tradição diz que ele morreu mártir a espada na perseguição do imperador Severo, no ano 202. Seu corpo foi enterrado junto com os mártires na Igreja de Lyon, e venerado na catedral de Lyon.
Pe. Brendan Coleman Mc Donald – Redentorista.

PAPA AOS NOVOS CARDEAIS: COLOCAR-SE AOS PÉS DOS OUTROS PARA SERVIR




No Consistório Ordinário Público para a criação de 14 novos cardeais, o Papa exortou a não cair nos ciúmes, invejas e intrigas, mas a voltar o olhar, os recursos, as expectativas e o coração para o que conta: a missão para com os irmãos.
Cidade do Vaticano
O Papa Francisco presidiu, na tarde desta quinta-feira (28/06), na Basílica de São Pedro, no Vaticano, o Consistório Ordinário Público para a criação de catorze novos cardeais.
O Pontífice iniciou a sua homilia, com a seguinte passagem do Evangelho de Marcos: “Estavam a caminho, subindo para Jerusalém. Jesus ia na frente deles.”
“O início desta passagem paradigmática de Marcos sempre nos ajuda a ver como o Senhor cuida do seu povo com uma pedagogia incomparável. No caminho para Jerusalém, Jesus não Se esquece de preceder os seus.”
Francisco frisou que “Jerusalém representa a hora das grandes resoluções e decisões. Todos sabemos que, na vida, os momentos importantes e cruciais deixam falar o coração e manifestam as intenções e as tensões que vivem em nós”.
“Tais encruzilhadas da existência nos interpelam e fazem surgir questões e desejos nem sempre transparentes do coração humano; é o que nos mostra, com grande simplicidade e realismo, o texto do Evangelho que acabamos de ouvir.”
Não aos ciúmes, invejas e intrigas
“Em contraponto ao terceiro e mais duro anúncio da Paixão, o Evangelista não teme desvendar alguns segredos do coração dos discípulos: busca dos primeiros lugares, ciúmes, invejas, intrigas, ajustes e acordos; esta lógica não só desgasta e corrói a partir de dentro as relações entre eles, mas os fecha e envolve em discussões inúteis e de pouca importância.”
“Entretanto Jesus não Se detém nisso, mas continua adiante, os precede e diz-lhes vigorosamente: ‘Não deve ser assim entre vós. Quem quiser ser grande entre vós, faça-se vosso servo’. Com este comportamento, o Senhor procura centrar de novo o olhar e o coração de seus discípulos, não permitindo que discussões estéreis e autorreferenciais tenham espaço na comunidade.
Que adianta ganhar o mundo inteiro, se se fica corroído por dentro? Que adianta ganhar o mundo inteiro, se todos vivem prisioneiros de asfixiantes intrigas que secam e tornam estéril o coração e a missão? Nesta situação – como alguém observou –, poder-se-iam já vislumbrar as intrigas de palácio, mesmo nas cúrias eclesiásticas”, disse ainda o Papa.
A missão
“Não deve ser assim entre vós”: é a resposta do Senhor, que constitui primeiramente um convite e uma aposta para recuperar o que há de melhor nos discípulos e, assim, não se deixarem arruinar e se prender por lógicas mundanas que afastam o olhar daquilo que é importante. ‘Não deve ser assim entre vós’: é a voz do Senhor que salva a comunidade de se fixar demasiado em si mesma, em vez de dirigir o olhar, os recursos, as expectativas e o coração para o que conta, a missão.”
“Deste modo, Jesus nos ensina que a conversão, a transformação do coração e a reforma da Igreja são feitas, e sempre devem ser, em chave missionária, pois pressupõem que se deixe de olhar e cuidar dos interesses próprios para olhar e cuidar dos interesses do Pai.”
“A conversão dos nossos pecados, dos nossos egoísmos não é nem será jamais um fim em si mesma, mas visa principalmente crescer em fidelidade e disponibilidade para abraçar a missão; e isto de tal maneira que na hora da verdade, especialmente nos momentos difíceis dos nossos irmãos, estejamos claramente dispostos e disponíveis para acompanhar e acolher a todos e cada um e não nos transformemos em ótimos repelentes por termos vistas curtas ou, pior ainda, por estarmos pensando e discutindo entre nós quem será o mais importante”, disse ainda o Papa.
“ Quando nos esquecemos da missão, quando perdemos de vista o rosto concreto dos irmãos, a nossa vida fecha-se na busca dos próprios interesses e seguranças. ”
E, assim, começam a crescer o ressentimento, a tristeza e a aversão. Pouco a pouco diminui o espaço para os outros, para a comunidade eclesial, para os pobres, para escutar a voz do Senhor. Deste modo perde-se a alegria, e o coração acaba na aridez.”
“'Não deve ser assim entre vós – diz o Senhor – (…) e quem quiser ser o primeiro entre vós, faça-se o servo de todos'. É a bem-aventurança e o magnificat que somos chamados a entoar todos os dias. É o convite que o Senhor nos faz, para não esquecermos que a autoridade na Igreja cresce com esta capacidade de promover a dignidade do outro, ungir o outro, para curar as suas feridas e a sua esperança tantas vezes ofendida.
É lembrar que estamos aqui porque fomos enviados para ‘anunciar a Boa-Nova aos pobres, proclamar a libertação aos cativos e, aos cegos, a recuperação da vista; para mandar em liberdade os oprimidos, para proclamar um ano favorável da parte do Senhor’.”
Colocar-se aos pés dos outros para servir a Cristo
Amados irmãos cardeais e novos cardeais! Estando nós na estrada para Jerusalém, o Senhor caminha à nossa frente para nos lembrar mais uma vez que a única autoridade crível é a que nasce do se colocar aos pés dos outros para servir a Cristo. É a que deriva de não esquecer que Jesus, antes de inclinar a cabeça na cruz, não teve medo de Se inclinar diante dos discípulos e lavar os seus pés.
Esta é a mais alta condecoração que podemos obter, a maior promoção que nos pode ser dada: servir Cristo no povo fiel de Deus, no faminto, no esquecido, no recluso, no doente, no toxicodependente, no abandonado, em pessoas concretas com as suas histórias e esperanças, com os seus anseios e decepções, com os seus sofrimentos e feridas. Só assim a autoridade do pastor terá o sabor do Evangelho e não será «como um bronze que soa ou um címbalo que retine» (1 Cor 13, 1).
Nenhum de nós deve se sentir ‘superior’ aos outros. Nenhum de nós deve olhar os outros de cima para baixo; só podemos olhar assim uma pessoa, quando a ajudamos a se levantar.
Testamento espiritual de São João XXIII
"Gostaria de recordar convosco uma parte do testamento espiritual de São João XXIII que, já adiantado no caminho, pôde dizer: «Nascido pobre, mas de gente honrada e humilde, sinto-me particularmente feliz por morrer pobre, tendo distribuído, segundo as várias exigências e circunstâncias da minha vida simples e modesta a serviço dos pobres e da Santa Igreja que me alimentou, tudo o que me chegou às mãos – em medida, aliás, muito limitada – durante os anos do meu sacerdócio e do meu episcopado.
Aparências de fartura encobriram, muitas vezes, espinhos ocultos de pobreza aflita que me impediram de dar mais do que eu gostaria. Agradeço a Deus por esta graça da pobreza, de que fiz voto na minha juventude, pobreza de espírito, como Padre do Sagrado Coração, e pobreza real; e por me sustentar para nunca pedir nada, nem lugares, nem dinheiro, nem favores, nunca, nem para mim nem para os meus parentes ou amigos» (29 de junho de 1954)."

Fonte: Vatican News