segunda-feira, 24 de abril de 2017

EVANGELHO DO DIA


João 3,1-8

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.— Glória a vós, Senhor. 1Havia um chefe judaico, membro do grupo dos fariseus, chamado Nicodemos, 2que foi ter com Jesus, de noite, e lhe disse: “Rabi, sabemos que vieste como mestre da parte de Deus. De fato, ninguém pode realizar os sinais que tu fazes, a não ser que Deus esteja com ele”.3Jesus respondeu: “Em verdade, em verdade, te digo, se alguém não nasce do alto, não pode ver o Reino de Deus”. 4Nicodemos disse: “Como é que alguém pode nascer, se já é velho? Poderá entrar outra vez no ventre de sua mãe?”5Jesus respondeu: “Em verdade, em vedade, te digo, se alguém não nasce da água e do Espírito, não pode entrar no Reino de Deus. 6Quem nasce da carne é carne; quem nasce do Espírito é espírito. 7Não te admires por eu haver dito: Vós deveis nascer do alto. 8O vento sopra onde quer e tu podes ouvir o seu ruído, mas não sabes de onde vem, nem para onde vai. Assim acontece a todo aquele que nasceu do Espírito”.— Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE


24/04/2017 - 2ª. Feira II Semana da Pascoa –
  
 Atos 4, 23-31 – “o poder do Espírito Santo”!

Apesar das primeiras barreiras e perseguições depois do dia de Pentecostes, o Espírito Santo se manifestou vivamente no meio da Igreja de Jesus Cristo. Por isso, os discípulos de Jesus não desistiram do anúncio e ao invés de se amedrontarem, reuniam a comunidade para elevar a voz a Deus com mais força para orarem pedindo uma porção redobrada do Espírito Santo. Assim eles pediram para que pudessem anunciar corajosamente a sua Palavra. E ousaram interrogar ao Senhor: “Por que se enfurecem as nações, e os povos imaginaram coisas vãs?” “Os reis da terra se insurgem e os príncipes conspiram unidos contra o Senhor e contra o seu Messias!” Corajosamente eles cobraram de Deus uma atitude firme para que pudessem realizar curas, sinais e prodígios, em nome de Jesus. E foram atendidos na sua oração: “o lugar onde estava tremeu e eles ficaram cheios do Espírito Santo e anunciavam corajosamente a palavra de Deus!”
Será que nós também estamos agindo como eles? Quantas vezes pensamos em desistir da nossa missão por causa das barreiras? Por qualquer coisa entendemos que não podemos mais continuar a nossa missão e esquecemos de que o “Senhor que criou o céu, a terra, o mar, e tudo que nele existe”, pode também, por meio do Espírito Santo, nos dar a força de que precisamos para vencer todas as nossas dificuldades. Não podemos mais ter este tipo de pensamento, mas sim, seguindo o exemplo dos apóstolos nós precisamos nos reunir e orar. O Senhor com certeza espera pela nossa iniciativa e está pronto para nos atender. Na vida de cada um de nós há questões que precisam ser solucionadas, portanto não podemos perder tempo. Peçamos a Jesus uma porção redobrada do Seu Espírito Santo e Ele mais o fará! - Experimente fazer hoje a oração que os discípulos fizeram. Peça ao Senhor que estenda a Sua mão sobre você e que realize prodígios e milagres na sua vida! – Não perca tempo!

Salmo 2 – “Felizes hão de ser todos aqueles que põem sua esperança no Senhor!”

Ser feliz é o grande desejo do nosso coração e a esperança é a nossa grande motivação para que prossigamos buscando a felicidade. Mesmo que não entendamos muito bem o porquê das coisas que acontecem de um modo ou de outro, nós esperamos no Senhor e é essa a nossa arma. Somos Seu povo e Sua herança, por isso Ele nos sustentará.

Evangelho - João 3, 1-8 - “quem vive na carne nunca conseguirá nascer do alto”

Neste Evangelho, Jesus nos exorta a nascer da água e do Espírito para que possamos ver o reino dos céus. Nascer da água e do Espírito é deixar-se purificar e governar por Ele, sepultando a humanidade, o raciocínio lógico, os planos e a vontade própria. Nós também, como Nicodemos, nos confundimos e não conseguimos entender o significado do que Jesus lhe falou, porque ainda estamos muito ligados (as) à nossa inteligência humana e temos dificuldades em nos deixar dirigir pelo Espírito Santo. Nascer do alto é justamente deixar-se conduzir pelo Espírito Santo de Deus sem questionar nem se interpor com a nossa mentalidade humana e carnal. Nascer do alto é assumir uma vida nova, direcionada por Deus. É deixar-se conduzir por uma nova mentalidade, nova maneira de agir, de pensar e de procurar a santidade. A carne pensa, julga, faz cálculos, procura os seus interesses, questiona, duvida e por isso, quem vive na carne nunca conseguirá nascer do alto. Pelo contrário, quem se abandona e deixa-se conduzir pelo Espírito de Deus, nasce da água e do Espírito e assim, pode entrar no Reino de Deus. Esta é a diferença! Assim como a pluma se deixa levar pelo vento sem questionar, assim também nós seremos conduzidos se nos deixarmos levar pelo vento do Espírito Santo sem pedir explicações. Não questionar, não fazer cálculos, mas simplesmente entregar-se! Isto é nascer do Espírito. Não existem explicações para as obras de Deus. Quem as quiser “entende-las” ficará na ignorância a vida toda e perderá a melhor parte - Você já nasceu da água e do Espírito ou a carne ainda comanda a sua vida? - Você é uma pessoa racional ou já parou de fazer cálculos para compreender os mistérios da sua vida? – Você é como uma pluma ou como um monte?

Helena Serpa,
Funadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

SANTO DO DIA - SÃO FIDÉLIS


O santo de hoje nasceu em Sigmaringa (Alemanha) no ano de 1577. Seu nome de batismo era Marcos Rei. Era dotado de grande habilidade com os estudos. Marcos era um cristão católico, tornando-se mais tarde um conhecido filósofo e advogado. Porém, havia um chamado que o inquietava: a consagração total a Deus, a vida no ministério sacerdotal.
Renunciando a tudo, entrou para a família franciscana, para os Capuchinhos. Enquanto noviço, viveu um grande questionamento: se fora do convento ele não faria mais para Deus, do que dentro da vida religiosa. Buscou então seu mestre de noviciado que, no discernimento, percebeu que era uma tentação.
Passado isso, ele se empenhou na busca pela santidade. Seu nome agora se tornou “Fidélis” ou “Fiel’. E buscou ser fiel à vontade de Deus. Estudou Teologia, foi ordenado e enviado à Suíça para uma missão especial com outros irmãos: propagar a Sã Doutrina Católica.
São Fidélis dedicou-se totalmente em iluminar as consciências e rechaçar as doutrinas que combatiam a Igreja de Cristo.
Depois de uma Santa Missa, com cerca de 45 anos, teve o discernimento de que estava próxima sua partida. Fez uma oração de entrega a Deus e, logo em seguida, foi preso e levado por homens que queriam que ele renunciasse à fé.
Fidélis deixou claro que não o faria, e que não temia a morte. Ajoelhou-se e rezou: “Meu Jesus, tende piedade de mim. Santa Maria, Mãe de Deus, assisti-me”. Recebeu várias punhaladas e morreu ali, derramando seu sangue pela Verdade, por amor a Cristo e Sua Igreja.
São Fidélis, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias

domingo, 23 de abril de 2017

TERMNA A FESTA DA DIVINA MISERICÓRDIA NA PARÓQUIA SÃO JOÃO EUDES



Na tarde-noite deste  Segundo  Domingo da Páscoa, a Capela da Divina Misericórdia, da Paróquia São João Eudes ficou  lotada de fiéis que foram participar da Festa da Misericórdia, iniciada às 15 horas com a recitação do Terço da Misericórdia, adoração ao Santíssimo Sacramento, encerrando com a  a celebração eucarística, às 17 horas, presidida pelo pároco padre Luiz Gabriel.

A Festa da Misericórdia foi precedida de um Tríduo, que se iniciou no dia 20, quinta -feira e encerrado, ontem, sábado, dia 22, onde as Pastorais das outras Capelas da Paróquia em cada dia marcaram presença.

O Tríduo constou da adoração ao Santíssimo Sacramento, a reza do terço mariano, a novena e, encerrando cada dia com uma celebração eucarística, que contou com a  participação do  Monsenhor Idelfonso e dos padres eudistas, Juan Carlos, Johnja e Luiz Gabriel e,  um convívio fraterno depois da missa. 

No final da missa, o padre Luís Gabriel benzeu diversos quadros de Jesus Misericordioso. Antes, no início da celebração, ele aspergiu os fiéis, que participaram, com bastante atenção, da missa animada pelo Ministério de Música, do Movimento Terço dos Homens, da Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro.


Depois,  os participantes continuaram no jardim da Capela para um convívio e o bingo de um carneiro, cuja renda será revertida em programas sociais da Paróquia. 

PAPA FRANCISCO NA ILHA TIBERINA RECORDA OS "NOVOS MÁRTIRES E O DRAMA DOS REFUGIADOS"



A comunidade romana de Santo Egídio acolheu o Papa Francisco na tarde de sábado (22/04) na Basílica de S. Bartolomeu, na ilha Tiberina, no centro histórico de Roma.
O Pontífice presidiu à Liturgia da Palavra em memória dos novos mártires “assassinados pelas insanas ideologias do século passado ou só porque discípulos de Jesus”, como disse o Papa em sua homilia.
“A lembrança dessas heróicas testemunhas antigas e recentes nos confirmam a consciência de que a Igreja é Igreja de mártires. Tiveram a graça de confessar Jesus até o fim, até a morte. Eles sofrem, dão a vida, e nós recebemos a bênção de Deus por seu testemunho”, disse o Papa, citando ainda os muitos “mártires escondidos”: homens e mulheres que na vida cotidiana tentam ajudar os irmãos e amar a Deus sem reservas.
O ódio do príncipe do mundo: a origem da perseguição
O Papa falou ainda da causa de toda perseguição, isto é, o “ódio do príncipe deste mundo”. E a origem do ódio é esta: porque fomos salvos por Jesus, ele nos odeia e suscita a perseguição que, desde os tempos de Jesus, continua até o nossos dias.
Em momentos difíceis da história, prosseguiu Francisco, se diz que a pátria necessita de heróis. Já a Igreja necessita de mártires, de testemunhas, dos santos de todos os dias que testemunham Jesus com a coerência de vida e daqueles que O testemunham até a morte. “Todos eles são o sangue vivo Igreja.”
Campos de refugiados: campos de concentração
Deixando o texto de lado, o Papa afirmou que gostaria de acrescentar um ícone nesta Basílica: a de uma mulher que ele não conhece o nome, mas de quem conheceu a história quando visitou a ilha grega de Lesbos.
No campo de acolhimento de refugiados, o Pontífice cumprimentou um homem de cerca 30 anos, muçulmano casado com uma cristã e pai de três filhos, que viu a mulher ser degolada por se recusar a tirar o crucifixo diante dos terroristas. “Nós nos amávamos tanto”, disse sem rancor o muçulmano ao Papa. “Este ícone eu trago hoje como presente”, afirmou Francisco.
“Não sei se aquele homem conseguiu sair daquele campo de concentração”, assim definiu o Papa o local devido à quantidade de pessoas. “Aprecio o empenho de acolhimento de alguns povos generosos, mas parece que os acordos internacionais são mais importantes do que os direitos humanos.”
O amor permite lutar contra a prepotência
“A herança viva dos mártires doa hoje a nós paz e unidade. Eles nos ensinam que, com a força do amor, com a mansidão, se pode lutar contra a prepotência, a violência, a guerra e se pode realizar a paz com paciência. E então podemos assim rezar: Ó Senhor, torne-nos dignas testemunhas do Evangelho e do seu amor; efunde a sua misericórdia sobre a humanidade; renove a sua Igreja, proteja os cristãos perseguidos, conceda em breve a paz ao mundo inteiro.”
Testemunhos
No decorrer da celebração, os participantes ouviram o testemunho de parentes e amigos de três mártires cuja memória está preservada na Basílica: Karl Schneider, pastor da Igreja Reformada assassinado em 1939 no campo de Buchenwald; Roselyne, irmã do padre Jacques Hamel, assassinado ao final da missa em Rouen, na França, em 26 de julho do ano passado num atentado terrorista; e Francisco Hernandez Guevara, amigo de William Quijano, um jovem da comunidade de Santo Egídio de El Salvador, assassinado em setembro de 2009 por seu trabalho em prol da juventude. Já o fundador da comunidade de Santo Egídio, Andrea Riccardi, recordou que neste mesmo dia, quatro anos atrás, foram sequestrados em Aleppo dois bispos, de cujo paradeiro ainda não se tem notícia.
Novos mártires
Depois de sua homilia, o Papa prestou homenagem nas seis capelas laterais da Basílica que mantêm as relíquias dos mártires da Europa, África, América, Ásia. Velas foram acesas para acompanhar cada oração que foi pronunciada em memória das testemunhas da fé do século XX até os nossos dias: foram lembrados os armênios, os cristãos massacrados durante a I Guerra Mundial, mártires da paz e do diálogo como os monges trapistas na Argélia, Pe. Andrea Santoro na Turquia, vítimas da máfia, como Pe. Pino Puglisi. Uma lembrança que uniu nomes mais conhecidos, como o de Dom Oscar Arnulfo Romero, ao de muitos missionários que, no mundo, deram sua vida pelo Evangelho.
Refugiados
Ao final da celebração, Francisco encontrou numa sala adjacente à Basílica um grupo de refugiados que chegou à Itália graças aos corredores humanitários, além de mulheres vítimas do tráfico humano e menores desacompanhados.
Ao cumprimentar os fiéis que o aguardavam do lado de fora da Basílica, o Papa voltou a falar do desafio migratório, recordando que fechar-se corresponde ao suicídio.
“Pensemos na crueldade que se abate sobre tantas pessoas, em tantas pessoas que chegam em embarcações e são acolhidos por países generosos, como Itália e Grécia, mas depois os tratados não deixam... Se na Itália dois migrantes fossem acolhidos por município, teria lugar para todos. Que a generosidade de Lampedusa, Sicília, Lesbos, possam contagiar a todos. Somos uma civilização que não faz filhos e mesmo assim fechamos as portas aos migrantes: isso se chama suicídio.”(from Vatican Radio)
Fonte: Rádio Vaticano

PAPA FRANCISCO: A MISERICÓRDIA É A PEDRA ANGULAR NA VIDA DE FÉ, AQUECE O CORAÇÃO



Cidade do Vaticano (RV) – “A misericórdia é a pedra angular na vida de fé”: palavras do Papa que antecederam a oração mariana do Regina Caeli neste II domingo de Páscoa, dedicado à Divina Misericórdia.
 
Aos milhares de fiéis reunidos na Praça S. Pedro, Francisco explicou que este domingo, na tradição da Igreja, era chamado “in albis” (alba). A expressão evocava o rito do batismo na Vigília de Páscoa e veste branca ofertada para a ocasião. No passado, esta veste era usada por uma semana, até o domingo in albis, quando era retirad, e os neófitas iniciavam sua nova vida em Cristo e na Igreja. Já no Jubileu do Ano 2000, São João Paulo II teve “a belíssima intuição” de dedicar o II domingo de Páscoa à Divina Misericórdia.
A misericórdia se apresenta como perdão dos pecados
No dia da ressurreição de Jesus, a misericórdia se apresenta como perdão dos pecados, como narrado no Evangelho deste domingo. Cristo diz aos seus discípulos: “A quem perdoardes os pecados eles lhes serão perdoados”; e transmitiu à sua Igreja, como primeira tarefa, a missão de levar a todos o anúncio concreto do perdão.
A misericórdia abre a porta da mente
A experiência da misericórdia, acrescentou o Papa, abre a porta da mente para compreender melhor o mistério de Deus e da nossa existência pessoal. “Faz entender que a violência, o rancor, a vingança não têm qualquer sentido, e a primeira vítima é quem vive desses sentimentos, porque se priva da própria dignidade.”
A misericórdia abre a porta do coração
Francisco ressaltou que a misericórdia abre também a porta do coração e permite expressar a proximidade sobretudo aos que estão sós e marginalizados, porque os faz sentir irmãos e filhos de um só Pai. “A misericórdia aquece o coração e o torna sensível às necessidades dos irmãos com a compartilha e a participação. A misericórdia, enfim, compromete todos a serem instrumentos de justiça, de reconciliação e de paz. Jamais nos esqueçamos que a misericórdia é a pedra angular na vida de fé, e a forma concreta com a qual damos visibilidade à ressurreição de Jesus.”
Devotos da Divina Misericórdia
Ao final da oração do Regina Caeli, o Papa saudou de modo especial os devotos da Divina Misericórdia, e recordou a beatificação em Oviedo, na Espanha de Luis Antonio Rosa Ormières. Francisco agradeceu e retribui os votos de feliz Páscoa que recebeu de milhares de fiéis. (from Vatican Radio)
Fonte: Rádio Vaticano

CINCO PONTOS ESSENCIAIS DA DEVOÇÃO À DIVINA MISERICÓRDIA



Igreja Santo Spirito in Sassia, Roma, designada por João Paulo II comCentro da Divina Misericórdia. Foto: ACI Prensa


REDAÇÃO CENTRAL, (ACI).- Para celebrar adequadamente a Festa da Divina Misericórdia, recomenda-se rezar o Terço da Divina Misericórdia; confessar-se – para o qual é indispensável realizar primeiro um bom exame de consciência; e receber a Sagrada Comunhão neste dia. Além disso, vive-se melhor esta data quando se conhece o que está sendo celebrado.
Neste sentido, confira a seguir cinco pontos essenciais dessa devoção:
1. Devemos confiar na misericórdia do Senhor.
Jesus, por meio da Irmã Faustina, nos disse: “Desejo conceder graças inimagináveis às almas que confiam em minha misericórdia. Que se aproximem deste mar de misericórdia com grande confiança. Os pecadores obterão a justificação e os justos serão fortalecidos no bem. Quem depositar sua confiança em minha Misericórdia, encherei sua alma com minha paz divina”.
 2. A confiança é a essência, a alma desta devoção e a condição para receber graças.
“As graças de minha misericórdia se tomam com um só recipiente, que é a confiança. Quanto mais uma alma confia, tanto mais receberá. As almas que confiam sem limite são meu grande consolo e sobre elas derramo todos os tesouros de minha graça. Alegro-me que me peçam muito porque meu desejo é dar muito, muitíssimo. A alma que confia em minha misericórdia é a mais feliz, porque eu mesmo cuido dela. Nenhuma alma que tenha invocado minha misericórdia ficou decepcionada, nem ficou confusa. Compraz-me particularmente a alma que confia em minha bondade”.
3. Misericórdia define nossa atitude com cada pessoa.
“Exijo de ti obras de misericórdia que devem surgir do amor por mim. Deves mostrar misericórdia sempre e em toda parte. Não podes deixar de fazê-lo, nem desculpar-te, nem justificar-te. Dou-te três formas de exercer a misericórdia: a primeira é a ação; a segunda a palavra; e a terceira, a oração. Nestas três formar se encerra a plenitude da misericórdia e é um testemunho indefectível do amor a Mim. Deste modo a alma louva e adora minha misericórdia”.
4. A atitude de amor ativo ao próximo é outra condição para receber graças.
“Se a alma não pratica a misericórdia de alguma maneira, não conseguirá minha misericórdia no dia do juízo. Ó, se as almas soubessem acumular os tesouros eternos, não seriam julgadas, porque a misericórdia anteciparia meu juízo”.
5. O Senhor Jesus quer que seus devotos façam pelo menos um ato de misericórdia por dia.

“Deves saber, minha filha que meu coração é a própria misericórdia. Deste mar de misericórdia as graças se derramam para todo o mundo. Desejo que teu coração seja a sede de minha misericórdia. Desejo que essa misericórdia se derrame sobre todo o mundo através de teu coração. Quem quer que se aproxime de ti, não pode ir-se sem confiar em minha misericórdia, que tanto desejo para as almas”.
Fonte: ACI Digital

HOJE É CELEBRADA A FESTA DA DIVINA MISERICÓRDIA


REDAÇÃO CENTRAL, 23 Abr. 17 / 05:00 am (ACI).- “Desejo que a Festa da Misericórdia seja refúgio e abrigo para todas as almas, especialmente para os pecadores”, disse Jesus ao aparecer a Santa Faustina Kowalska, revelando a ela a festa que a Igreja celebra neste segundo domingo de Páscoa.
A Festa da Divina Misericórdia foi instituída por São João Paulo II, com o decreto emitido pela Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, em 23 de maio de 2000. Seu nome oficial é “Segundo Domingo da Páscoa ou Divina Misericórdia”. O então Papa João Paulo II havia anunciado durante a canonização da polonesa Irmã Faustina Kowalska, no dia 30 de abril daquele mesmo ano: “Em todo o mundo, o segundo domingo de Páscoa receberá o nome de domingo da Divina Misericórdia. Um convite perene para o mundo cristão enfrentar, com confiança na benevolência divina, as dificuldades e as provas que esperam o gênero humano nos anos que virão”.
Santa Faustina, que é conhecida como a mensageira da Divina Misericórdia, recebeu revelações místicas nas quais Jesus mostrou o seu coração, a fonte de misericórdia, e expressou seu desejo de que fosse estabelecida esta festa. O Papa dedicou uma de suas encíclicas à Divina Misericórdia – Dives in Misericordia.
Os apóstolos da Divina Misericordia estão integrados por sacerdotes, religiosos e leigos, unidos pelo compromisso de viver a misericórdia com relação aos irmãos, tornar conhecido o mistério da divina misericórdia, e invocar a misericórdia de Deus para os pecadores. Esta família espiritual, aprovada em 1996 pela Arquidiocese de Cracóvia, Polônia, está hoje presente em 29 países do mundo.

O decreto vaticano esclarece que a liturgia do segundo domingo de Páscoa e leituras do breviário permanecem sendo as que já contemplava o missal e o rito romano.
Fonte: ACI Digital

PAPA FRANCISCO E OS NOVOS MÁRTIRES: CAMPOS DE REFUGIADOS PARECEM CAMPOS DE CONCENTRAÇÃO


Roma (RV) - A comunidade romana de Santo Egídio acolheu o Papa Francisco na tarde de sábado (22/04) na Basílica de S. Bartolomeu, na ilha Tiberina, no centro histórico de Roma.
 
O Pontífice presidiu à Liturgia da Palavra em memória dos novos mártires “assassinados pelas insanas ideologias do século passado ou só porque discípulos de Jesus”, como disse o Papa em sua homilia.
“A lembrança dessas heroicas testemunhas antigas e recentes nos confirmam a consciência de que a Igreja é Igreja de mártires. Tiveram a graça de confessar Jesus até o fim, até a morte. Eles sofrem, dão a vida, e nós recebemos a bênção de Deus por seu testemunho”, disse o Papa, citando ainda os muitos “mártires escondidos”: homens e mulheres que na vida cotidiana tentam ajudar os irmãos e amar a Deus sem reservas.
O ódio do príncipe do mundo: a origem da perseguição
O Papa falou ainda da causa de toda perseguição, isto é, o “ódio do príncipe deste mundo”. E a origem do ódio é esta: porque fomos salvos por Jesus, ele nos odeia e suscita a perseguição que, desde os tempos de Jesus, continua até o nossos dias.
Em momentos difíceis da história, prosseguiu Francisco, se diz que a pátria necessita de heróis. Já a Igreja necessita de mártires, de testemunhas, dos santos de todos os dias que testemunham Jesus com a coerência de vida e daqueles que O testemunham até a morte. “Todos eles são o sangue vivo Igreja.”
Campos de refugiados: campos de concentração
Deixando o texto de lado, o Papa afirmou que gostaria de acrescentar um ícone nesta Basílica: a de uma mulher que ele não conhece o nome, mas de quem conheceu a história quando visitou a ilha grega de Lesbos.
No campo de acolhimento de refugiados, o Pontífice cumprimentou um homem de cerca 30 anos, muçulmano casado com uma cristã e pai de três filhos, que viu a mulher ser degolada por se recusar a tirar o crucifixo diante dos terroristas. “Nós nos amávamos tanto”, disse sem rancor o muçulmano ao Papa. “Este ícone eu trago hoje como presente”, afirmou Francisco.
“Não sei se aquele homem conseguiu sair daquele campo de concentração”, assim definiu o Papa o local devido à quantidade de pessoas. “Aprecio o empenho de acolhimento de alguns povos generosos, mas parece que os acordos internacionais são mais importantes do que os direitos humanos.”
O amor permite lutar contra a prepotência
“A herança viva dos mártires doa hoje a nós paz e unidade. Eles nos ensinam que, com a força do amor, com a mansidão, se pode lutar contra a prepotência, a violência, a guerra e se pode realizar a paz com paciência. E então podemos assim rezar: Ó Senhor, torne-nos dignas testemunhas do Evangelho e do seu amor; efunde a sua misericórdia sobre a humanidade; renove a sua Igreja, proteja os cristãos perseguidos, conceda em breve a paz ao mundo inteiro.”
Testemunhos
No decorrer da celebração, os participantes ouviram o testemunho de parentes e amigos de três mártires cuja memória está preservada na Basílica: Karl Schneider, pastor da Igreja Reformada assassinado em 1939 no campo de Buchenwald; Roselyne, irmã do padre Jacques Hamel, assassinado ao final da missa em Rouen, na França, em 26 de julho do ano passado num atentado terrorista; e Francisco Hernandez Guevara, amigo de William Quijano, um jovem da comunidade de Santo Egídio de El Salvador, assassinado em setembro de 2009 por seu trabalho em prol da juventude. Já o fundador da comunidade de Santo Egídio, Andrea Riccardi, recordou que neste mesmo dia, quatro anos atrás, foram sequestrados em Aleppo dois bispos, de cujo paradeiro ainda não se tem notícia.
Novos mártires
Depois de sua homilia, o Papa prestou homenagem nas seis capelas laterais da Basílica que mantêm as relíquias dos mártires da Europa, África, América, Ásia. Velas foram acesas para acompanhar cada oração que foi pronunciada em memória das testemunhas da fé do século XX até os nossos dias: foram lembrados os armênios, os cristãos massacrados durante a I Guerra Mundial, mártires da paz e do diálogo como os monges trapistas na Argélia, Pe. Andrea Santoro na Turquia, vítimas da máfia, como Pe. Pino Puglisi. Uma lembrança que uniu nomes mais conhecidos, como o de Dom Oscar Arnulfo Romero, ao de muitos missionários que, no mundo, deram sua vida pelo Evangelho. 
Refugiados
Ao final da celebração, Francisco encontrou numa sala adjacente à Basílica um grupo de refugiados que chegou à Itália graças aos corredores humanitários, além de mulheres vítimas do tráfico humano e menores desacompanhados.
Ao cumprimentar os fiéis que o aguardavam do lado de fora da Basílica, o Papa voltou a falar do desafio migratório, recordando que fechar-se corresponde ao suicídio.
“Pensemos na crueldade que se abate sobre tantas pessoas, em tantas pessoas que chegam em embarcações e são acolhidos por países generosos, como Itália e Grécia, mas depois os tratados não deixam... Se na Itália dois migrantes fossem acolhidos por município, teria lugar para todos. Que a generosidade de Lampedusa, Sicília, Lesbos, possam contagiar a todos. Somos uma civilização que não faz filhos e mesmo assim fechamos as portas aos migrantes: isso se chama suicídio.”(from Vatican Radio)
Fonte: Rádio Vaticano

PAPA RECEBE FAMÍLIA REAL DE LIECHTENSTEIN



Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco recebeu, ontem, sábado, dia (22/04), em audiência, no Vaticano, a família real do Principado de Liechtenstein: o Príncipe reinante Hans Adam II com a Princesa Marie e o Príncipe Hereditário Alois com a Princesa Sophie.
No decorrer da audiência, falou-se das boas relações bilaterais entre a Santa Sé e o Liechtenstein e foi reconhecido o papel histórico da Igreja Católica e a contribuição positiva que continua oferecendo para a vida do país. Sucessivamente, expressou-se apreço pelo empenho do Principado em âmbito internacional, especialmente na proteção dos direitos humanos. 
 
(from Vatican Radio)
Fonte: Rádio Vaticano

HORÁRIO DE MISSAS


Paróquia São Vicente de Paulo, à Avenida Desembargador Moreira, 2211, no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza.

*Diariamente: 6h30 e 17h30
* De 3ª a 6ª: 11h30 e 19 horas
*Sábado: 6h30, 12 horas e 17h30
* Domingo: 6h30, 8h30, 11h30, 17h30 e 19h30

Comunidade Face de Cristo, à Rua Edmilson Barros de Oliveira, 191, no bairro Cocó, em Fortaleza
* De segunda à quinta-feira, às18 horas
* De segunda à sexta-feira: 7 horas.
* Domingo: às 8 e 18h30

 Paróquia São João Eudes:

Na Igreja  Menino Deus, à Rua Jaime Leonel, s/n, no bairro Luciano Cavalcante

* Às 3ªs e 5ªs feiras, às 19 horas
* Domingo: às 7 e 19 horas.

Na Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, à rua Albert Sabin, s/n, no bairro Cocó/Guararapes.

* Às  4ªs feiras, às 18h30, novena de Nossa Senhor do Perpétuo Socorro, às 19 horas, missa e, às sextas-feiras, às 18h30, Adoração ao Santíssimo Sacramento e, logo em seguida, missa.
* Domingo: às 9, 17 e 19 horas.

Paróquia Nossa Senhora da Assunção (Santuário), no bairro Barra do Ceará

* De terça-feira a sábado, as 6 e 19horas.
*Domingo : às 7, 9, 17, 18h30 e 20horas.

Paróquia Nossa Senhora Aparecida, à Avenida Gomes de Matos, no bairro Montese.

*De 2ª à sexta-feiras, às 18h30, exceto nas terças-feiras.
*Domingo: às 7, 9,17 e 19 horas;*Nos dias 12, Missa em honra a Nossa Senhora Aparecida; dia 13, Nossa Senhora de Fátima, e dia19, Santo Expedito. E toda 1ª terça-feira do mês, Missa de Cura.

Paróquia do Coração de Jesus, no Centro de Fortaleza, na Praça do Coração de Jesus.

*Diariamente, de segunda-feira a domingo, às 7 horas.
* Domingo: às 7,8,30, 16 e 18 horas.

Paróquia de Cristo Rei, à Rua Nogueira Acioli, 263, na Aldeota.

De segunda-feira à sexta-feira, às 6h30 e às 17 horas
Sábado, às 6h30, 17 e 19 horas.
Domingo, 6h30, 9, 11, 17 e 19 horas
Últimas terças-feiras: “Noite da Misericórdia”. Observação: não há missa das 17 horas.
Dia 13 – Missa Mariana: às 12 horas, na Igreja Matriz e às 18 horas, na Praça Ceart.

Paróquia Nossa Senhora do Carmo, na Avenida Duque de Caxias, no Centro de Fortaleza

Domingo, às 8, 10, 17 e 18h30
Sábado, às 7h30, 17h30 e 17h30
De 3ª A 6ª feira, às 7h30 e 17 horas.     

Paróquia de Santa Luzia,  Rua Tenente Benévolo esquina com Rua Antônio Augusto

Diàriamente, às 17 horas
Sábado, às 17 e 19 horas.
Domingo, às 8, 10 (missa das crianças), 17 e 19 horas (missa dos jovens)
Todo dia 13 de cada mês, missa às 12 horas, em honra a Nossa Senhora de Fátima.

Paróquia de São Gonçalo do Amarante, a 57 quilômetros distante de Fortaleza

De terça-feira à sexta-feira, às 18 horas.
Domingo, às 19 horas.

Igreja Matriz de São José - Lagoa Redonda (Avenida Recreio, 1815)
- Sábado, 20 horas
- Domingo, 7 e 17h30

Capela de Santa Edwiges, Conjunto Curió Lagoa Redonda (Rua Isabel Ferreira, 1001)
- Domingo às 9 horas

Igreja dos Remédios – Benfica – na Avenida da Universidade
- Às segundas e quartas-feiras, às 6h30m.
- Às terças, quintas e sextas-feiras, às 17h30min.
- Aos sábados – 15h30min e 17 horas.
- Aos domingos, às 7, 17 e 19 horas.
- Domingos, ás 9horas, Missa com crianças (exceto no 1. domingo de cada mês, dia dos batizados)
- No primeiro sábado, missa pela saúde e todo o dia 13, às 12 horas, celebração em honra a Nossa Senhora. Mais informações pelo telefone (85) 3223.5644.

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EVANGELHO DO DIA


João 20,19-31

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo João.  Glória a vós, Senhor.19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”.20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor.
21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”.24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”.26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”.27Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 28Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” 29Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!”30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. 31Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e, para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.— Palavra da Salvação.