quarta-feira, 22 de novembro de 2017

EVANGELHO DO DIA


Lucas 19,11-28

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.Glória a vós, Senhor.Naquele tempo, 11Jesus acrescentou uma parábola, porque estava perto de Jerusalém e eles pensavam que o Reino de Deus ia chegar logo. 12Então Jesus disse:“Um homem nobre partiu para um país distante, a fim de ser coroado rei e depois voltar. 13Chamou então dez dos seus empregados, entregou cem moedas de prata a cada um e disse: ‘Procurai negociar até que eu volte’.14Seus concidadãos, porém, o odiavam, e enviaram uma embaixada atrás dele, dizendo: ‘Nós não queremos que esse homem reine sobre nós’. 15Mas o homem foi coroado rei e voltou. Mandou chamar os empregados, aos quais havia dado o dinheiro, a fim de saber quanto cada um havia lucrado. 16O primeiro chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam dez vezes mais’. 17O homem disse: ‘Muito bem, servo bom. Como foste fiel em coisas pequenas, recebe o governo de dez cidades’.18O segundo chegou e disse: ‘Senhor, as cem moedas renderam cinco vezes mais’. 19O homem disse também a este: ‘Recebe tu também o governo de cinco cidades’. 20Chegou o outro empregado e disse: ‘Senhor, aqui estão as tuas cem moedas que guardei num lenço, 21pois eu tinha medo de ti, porque és um homem severo. Recebes o que não deste e colhes o que não semeaste’. 22O homem disse: ‘Servo mau, eu te julgo pela tua própria boca. Tu sabias que eu sou um homem severo, que recebo o que não dei e colho o que não semeei. 23Então, por que tu não depositaste meu dinheiro no banco? Ao chegar, eu o retiraria com juros’. 24Depois disse aos que estavam aí presentes: ‘Tirai dele as cem moedas e dai-as àquele que tem mil’. 25Os presentes disseram: ‘Senhor, esse já tem mil moedas!’ 26Ele respondeu: ‘Eu vos digo: a todo aquele que já possui, será dado mais ainda; mas àquele que nada tem, será tirado até mesmo o que tem. 27E quanto a esses inimigos, que não queriam que eu reinasse sobre eles, trazei-os aqui e matai-os na minha frente’”. 28Jesus caminhava à frente dos discípulos, subindo para Jerusalém.Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE


22/11/2017 - 4ª-feira da 33ª Semana do Tempo Comum - Sta. Cecília* VgMt, memória

- 1ª Leitura - 2Mac abeus 7,1.20-31 – “ vale a pena enfrentar até “a morte” para ser fiel a Deus”


A firmeza daquela mãe que, num só dia, viu morrer sete filhos e tudo suportou valorosamente por causa da esperança que depositou no Senhor, é para nós um exemplo de confiança absoluta no Deus Criador. Mesmo diante da proposta do rei em fazer rico e feliz o seu último filho, aquela mãe se conservou fiel aos ensinamentos da sua religião e incentivou ao filho para aceitar morrer e, assim, ser digno dos seus irmãos. Fazendo um paralelo com a nossa vida, podemos também fazer uma reflexão se estamos sendo fiéis ao que a Palavra de Deus nos orienta ou se, por pouco mais, ou quase nada nos deixamos seduzir aos acenos de vida fácil. Aquela mãe estava diante da perspectiva de ter o seu filho são e salvo da morte, mas não se curvou diante das promessas do tirano. Nós também estamos sujeitos a passar por situações parecidas, por isso, precisamos ajuizar qual seria nosso comportamento diante do quadro exposto. Seria de fidelidade ou, dependendo dos apelos nos deixaríamos levar na conversa do tirano? Podemos nos vender, às vezes, por um cargo, um emprego ou algum outro benefício para nós ou nossos “filhos e filhas”. No entanto, se estivéssemos mais atentos aos ensinamentos de Deus, talvez não caíssemos em muitos “contos de fada” que são verdadeiros testemunhos de falta de fé e confiança nos planos de Deus para nós. Não podemos viver somente para esta vida, precisamos “contemplar o céu” e perceber que Deus está atento a tudo o que nos acontece e nem mesmo a morte impedirá que o Seu plano aconteça na nossa vida. Muitas vezes nós nos esquecemos de que existe Alguém que é mais poderoso do que os “reis Antíocos” de hoje e que vale a pena enfrentar até “a morte” para Lhe ser fiel. – A história dessa mãe o (a) surpreendeu? – O que você teria feito no lugar dela? – Em alguma situação na sua vida você precisou escolher entre Deus ou o mundo? – Faça uma reflexão sobre isso.


Salmo - Sl 16 (17),1. 5-6. 8b.15 (R. 15b)

R. Ao despertar me saciará vossa presença, ó Senhor!


O Senhor conhece a sinceridade do nosso coração, por isso, Ele escuta o clamor dos nossos lábios. Quando confiamos nisso, nós não tememos enfrentar os desafios da nossa vida. Enquanto aqui caminhamos estamos sujeitos a grandes combates, no entanto, nunca podemos esquecer de que o Senhor firma os nossos passos na estrada e nos protege com as suas asas. E que, um dia nos saciaremos da Sua presença. É isso que a nossa alma espera!


Evangelho - Lc 19,11-28 - “as moedas com as quais precisamos negociar”.

Subindo para Jerusalém e sabendo que iria enfrentar o momento da Sua Paixão e Morte, ressuscitar e depois subir ao céu, Jesus aproveitou a oportunidade para conscientizar aos seus discípulos do valor dos bens que Ele deixava para cada um deles. Assim Ele os alertava sobre o perigo da infidelidade e da displicência e os exortava a que aproveitassem o tempo que teriam aqui na terra para fazer
multiplicar os talentos. Essa exortação, hoje, nos convém para perceber que também recebemos de Jesus, pelo poder do Espírito Santo, as moedas com as quais precisamos negociar. Jesus vai voltar coroado como Rei e olhará para cada um de nós a procura do que Ele aqui deixou como herança para que fosse usado, multiplicado, espalhado. Jesus deixou-nos o Seu Amor que com suas consequências e sofrimentos é uma fonte jorrando perene no nosso coração de onde derivam todas as graças das quais precisamos. Cada um de nós recebeu a sua quota para o proveito comum. Esta parábola, portanto, nos leva a questionar sobre o nosso compromisso com o Senhor em relação aos dons que Dele recebemos, sobretudo, o dom da fé. Assim como cada um dos empregados do homem nobre recebeu igualmente cem moedas, nós todos também recebemos igualmente o dom da fé. Dependendo das nossas ações, este dom nos renderá bens incalculáveis que podem ser colocados à disposição do reino de Deus. A fé, nós a recebemos no nosso Batismo e quanto mais a exercitarmos mais estaremos encontrando o sentido para a nossa vida e mais progredimos. Quando desconfiamos do amor de Deus por nós, quando não experimentamos a caridade estamos escondendo a fé e terminamos por ter uma existência apagada e sem frutos. – Como está a sua fé? – Você a tem exercitado praticando atos de amor? - O que você está fazendo com o Amor que recebeu para multiplicar? - O que você considera o verdadeiro bem da sua vida? - Qual herança Jesus deixou para você? Você a tem usado e espalhado?

Helena Serpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

SANTO DO DIA - SANTA CECILIA


Hoje celebramos a santidade da virgem que foi exaltada como exemplo perfeitíssimo de mulher cristã, pois em tudo glorificou a Jesus. Santa Cecília é uma das mártires mais veneradas durante a Idade Média, tanto que uma basílica foi construída em sua honra no século V. Embora se trate da mesma pessoa, na prática fala-se de duas santas Cecílias: a da história e a da lenda. A Cecília histórica é uma senhora romana que deu uma casa e um terreno aos cristãos dos primeiros séculos. A casa transformou-se em igreja, que se chamou mais tarde Santa Cecília no Trastévere; o terreno tornou-se cemitério de São Calisto, onde foi enterrada a doadora, perto da cripta fúnebre dos Papas.
No século VI, quando os peregrinos começaram a perguntar quem era essa Cecília cujo túmulo e cuja inscrição se encontravam em tão honrosa companhia, para satisfazer a curiosidade deles, foi então publicada uma Paixão, que deu origem à Cecília lendária; esta foi sem demora colocada na categoria das mártires mais ilustres. Segundo o relato da suaPaixão Cecília fora uma bela cristã da mais alta nobreza romana que, segundo o costume, foi prometida pelos pais em casamento a um nobre jovem chamado Valeriano. Aconteceu que, no dia das núpcias, a jovem noiva, em meio aos hinos de pureza que cantava no íntimo do coração, partilhou com o marido o fato de ter consagrado sua virgindade a Cristo e que um anjo guardava sua decisão.
Valeriano, que até então era pagão, a respeitou, mas disse que somente acreditaria se contemplasse o anjo. Desse desafio ela conseguiu a conversão do esposo que foi apresentado ao Papa Urbano, sendo então preparado e batizado, juntamente com um irmão de sangue de nome Tibúrcio. Depois de batizado, o jovem, agora cristão, contemplou o anjo, que possuía duas coroas (símbolo do martírio) nas mãos. Esse ser celeste colocou uma coroa sobre a cabeça de Cecília e outra sobre a de Valeriano, o que significava um sinal, pois primeiro morreu Valeriano e seu irmão por causa da fé abraçada e logo depois Santa Cecília sofreu o martírio, após ter sido presa ao sepultar Valeriano e Tibúrcio na sua vila da Via Ápia.
Colocada diante da alternativa de fazer sacrifícios aos deuses ou morrer, escolheu a morte. Ao prefeito Almáquio, que tinha sobre ela direito de vida ou de morte, ela respondeu: “É falso, porque podes dar-me a morte, mas não me podes dar a vida”.Almáquio condenou-a a morrer asfixiada; como ela sobreviveu a esse suplício, mandou que lhe decapitassem a cabeça.
Nas Atas de Santa Cecília lê-se esta frase: “Enquanto ressoavam os concertos profanos das suas núpcias, Cecília cantava no seu coração um hino de amor a Jesus, seu verdadeiro Esposo”. Essas palavras, lidas um tanto por alto, fizeram acreditar no talento musical de Santa Cecília e valeram-lhe o ser padroeira dos músicos. Hoje essa grande mártir e padroeira dos músicos canta louvores ao Senhor no céu.
Santa Cecília, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias

terça-feira, 21 de novembro de 2017

Agenda do Arcebispo: dezembro de 2017

Dia

Dia Sem.

Hora

Evento

Local

2
Sábado
9h00min
Crisma na Paróquia São Francisco de Paula
Aratuba
4
Segunda
9h00min
Encontro com os diáconos ordenandos
Residência Arquiepiscopal


19h00min
Jubileu 25 anos de Sacerdócio – Pe. Francisco Adair Ramos de Abreu
Pacajus
5
Terça
9h00min
Reunião do CDPDH da Arquidiocese de Fortaleza
Centro de Pastoral “Maria, Mãe da Igreja”


19h00mn
Colação dos MESC da Região Bom Jesus dos Aflitos na Paróquia São Raimundo Nonato
Rodolfo Teófilo, Fortaleza
6
Quarta
9h00min
Conselho Episcopal
Residência Arquiepiscopal


19h00min
Colação dos MESC da Região Nossa Senhora da Assunção na Paróquia N. Sra. do Perpétuo Socorro
Carlito Pamplona, Fortaleza
7
Quinta
15h00min
CONSUP da Faculdade Católica de Fortaleza
Seminário da Prainha


19h00min
Missa na Véspera da Solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Maria – Paróquia N. Sra. da Conceição
Messejana, Fortaleza
8
Sexta
8h00min
Missa dos 65 anos de Ordenação Sacerdotal do Pe. Mirto Lavor
Jacarecanga, Fortaleza
9
Sábado
9h00min
Missa na Igreja Nossa Senhora do Patrocínio – no aniversário de canonização de São Pedro Julião Eymard
Centro, Fortaleza


19h00min
Colação dos MESC na Região São Pedro e São Paulo
Cascavel
11
Segunda
9h00min
Reunião pastoral com os padres da Região Sertão
Canindé
12
Terça
9h00min
Conselho de Formadores dos Seminários Arquidiocesanos
Residência Arquiepiscopal


19h00min
Missa no Novenário de Santa Luzia
Baturité
13
Quarta
9h00min
Confraternização do Regional NE1 – CNBB
Fátima, Fortaleza
14
Quinta
17h30min
Conselho Econômico Arquidiocesano
Cúria Metropolitana
15
Sexta

Estágio dos candidatos ao Seminário Propedêutico
Henrique Jorge, Fortaleza
16
Sábado
8h30min
Confraternização dos diáconos permanentes e famílias
a definir
19
Terça
16h00min
Missa de Ação de Graças na Colação de Grau da FCF
Igreja do Seminário da Prainha
20
Quarta
16h00min
Confraternização da Cúria Metropolitana e Centro de Pastoral
Cúria Metropolitana
22
Sexta
8h00min
Confraternização do Clero
A definir


18h30min
Missa na Dedicação da Catedral Metropolitana e Ordenações Presbiterais
Catedral Metropolitana
24
Domingo
8h00min
Missa na TVC
Dionísio Torres, Fortaleza


20h00min
Missa na Noite de Natal
Catedral Metropolitana
26
Terça

Confraternização com os neo-sacerdotes
Residência Arquiepiscopal
31
Domingo
20h00min
Missa de Ação de Graças pelo término do ano 2017
Catedral Metropolitana

PAPA FRANCISCO PEDE FIM DE ARMAS NUCLEARES



Nos dias 10 e 11 de novembro, próximo passado, houve no Vaticano um simpósio internacional sobre o desarmamento de armas nucleares.  No seu discurso de abertura Sua Santidade disse: “Não podemos deixar de ter uma forte inquietação se considerarmos as  catastróficas consequências humanitárias e ambientais que derivam do uso de qualquer tipo de armamento nuclear. Precisamos condenar com firmeza a ameaça do seu uso, mesmo até a sua posse, porque a sua existência funciona para a lógica do medo que não atinge apenas  as áreas do conflito, mas a inteira espécie humana”. O encontro no Vaticano reuniu cerca de 350 especialistas do mundo inteiro sobre o tema e também contou com a participação de 11 vencedores do Prêmio da Paz e representantes de duas organizações importantes: A Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN) (cf. Jornal do Brasil). Entre os diplomatas presentes no simpósio encontramos quatro diplomatas de países que possuem armas nucleares: os Estados Unidos, a Rússia, a Coreia do Sul e o Irã. O simpósio foi organizado pelo Arcebispo Silvano Maria Tomasi, Observador Emérito das Nações Unidas em Genebra e atualmente secretário do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, sob o título de “Perspectivas para um mundo livre de armas nucleares e desarmamento integral”. O simpósio foi organizado tendo em vista a perigosa crise entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos.
Cardeal Peter Turlson, que é Presidente do Pontifício Conselho de Justiça e Paz no Vaticano apontou ainda que “o desarmamento nuclear é um problema global que requer uma resposta global”, e acrescentou “o diálogo é essencial, um diálogo que deve ser inclusivo, envolvendo Estados nucleares e não nucleares, a sociedade civil, organizações internacionais, governos e comunidades religiosas”. O Cardeal enfatizou que “a Igreja Católica está engajada em promover este diálogo em todos os níveis”.
Ao final do simpósio várias premissas preliminares foram adotadas. Entre os quais podemos citar: (a) O uso e posse de armes nucleares merecem uma condenação, pois são instrumentos e armas de guerra desproporcionais e indiscriminadas. Como foi dito a nós pelo Papa Francisco, “Se também levarmos em conta o risco de uma detonação acidental como resultado de qualquer tipo de erro, a ameaça de seu uso, bem como sua própria posse, deve ser firmemente condenada”. Da mesma maneira, estes testes nucleares são repreensíveis e contaminam a atmosfera e os oceanos e sua contaminação poderia constituir crimes contra a humanidade. (b) A dissuasão nuclear, porém, não aborda adequadamente os desafios da segurança em um mundo multipolar. Em março de 2017, o Santo Padre escreveu em uma mensagem: “Se levarmos em consideração as principais ameaças contra a paz e segurança em suas mais diversas dimensões neste mundo multipolar do século 21, como por exemplo, o terrorismo, conflitos assimétricos, cibersegurança, problemas com o meio ambiente, pobreza, não existem algumas dúvidas quanto à inadequação da dissuasão nuclear como resposta efetiva a tais desafios”. c) O Papa Francisco deixou bem claro: “Alcançar um mundo sem armas nucleares envolve um processo a longo prazo, com base na consciência de que ‘tudo está  conectado’ na perspectiva de uma ecologia integral (ver Laudato Si, 117, 138), o destino comum da humanidade exige o fortalecimento pragmático do diálogo e a construção e consolidação de mecanismo de confiança e cooperação capazes de criar condições para um mundo sem armas nucleares”. As outras premissas preliminares adotadas ao final do simpósio podem ser encontradas nos documentos do Vaticano.
Pe. Brendan Coleman Mc Donald, Redentorista e Assessor da CNBB Reg. NE1.

lLUTERO E SUA MARCA NA HISTÓRIA



* Padre Geovane Saraiva
Agradecemos ao bom Deus por Martinho Lutero (1483-1546), que, durante alguns séculos, significou para a grande maioria dos católicos um rebelde, herege por excelência, aquele que provocou, na Igreja, o cisma do Ocidente e levou, com suas heresias, muitas almas à perdição. Mas, para os protestantes, pelo contrário, ele foi um “segundo Paulo”, que redescobriu o Evangelho de Nosso Senhor Jesus Cristo, tirando-o de baixo da mesa, colocando-o em um lugar de destaque bem elevado.
Uma Igreja “Povo de Deus”, peregrina na História, santa e pecadora, necessitada de conversão, não quer se distanciar da mesma História da humanidade. Por isso mesmo, depois do Concílio Vaticano II (1962-1965), num desejo de encontrar a unidade, o bispo católico de Copenhagen (Dinamarca), Hans L. Martensen, em uma Conferência sobre “Lutero e Ecumenismo hoje”, também declarou que “católicos reconhecem hoje que Lutero, como outros, foi um teólogo genial e de grande influência na História”. Que a postura de Martinho Lutero permaneça sempre mais gravada na mente e no coração da criatura humana, com suas marcas indeléveis, homem sábio e corajoso; patrimônio da humanidade.
Martinho Lutero, há cinco séculos, aos 31 de outubro de 1517, fixou na porta da Igreja do Castelo de Wittenberg, na Alemanha, o documento das 95 Teses, levando muitas pessoas de seu tempo a uma reflexão sobre o cristianismo e sua prática. Foi o início da vivência da fé no Deus do Livro Sagrado, mas no sentido do florescimento e crescimento dessa fé em um terreno bom e fértil.
Seu desejo era o de imprimir na mente e no coração do povo de Deus a mensagem da salvação, a fé e a graça do perdão para todos os filhos de Deus, com seu eixo em Jesus de Nazaré; na fé consequente, no sonho da igualdade diante de Deus. Quão grandioso para os cristãos é a facilidade de acesso à Bíblia, não deixando dúvida de sua grande relevância e importância, herança da sua iniciativa revolucionária.
Pároco de Santo Afonso e vice-presidente da Previdência Sacerdotal, integra a Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza – geovanesaraiva@gmail.com

VOZ DO ARCEBISPO

Editorial – novembro 2017: “Ano do Laicato no Brasil”


A partir do dia 26 deste mês de novembro, a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, estaremos celebrando em todo o Brasil um ANO DO LAICATO. Sua finalidade é ressaltar a grande dignidade dos fiéis cristãos como cidadãos de pleno direito no seu ser e missão na Igreja e no Mundo.
Nos últimos anos temos tido sempre uma temática a orientar a vida e a missão evangelizadora da Igreja, seja de modo universal, seja nacionalmente ou para a Igreja Arquidiocesana.
Com o tema “Cristãos Leigos e Leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema “Sal da Terra e Luz do Mundo”, a iniciativa do Ano Nacional do Laicato, de acordo com o papa Francisco, deseja fazer crescer “a consciência da identidade e da missão dos leigos na Igreja”. O Ano do Laicato nos empolga e fomenta em nós uma feliz e agradável expectativa, para juntos escutarmos o que diz o Espírito Santo aos nossos corações e assumirmos a ação transformadora na Igreja e no mundo. A obra é de Deus e de todos nós. Possamos ouvir Jesus Cristo que nos chama e nos envia para seremos sal, luz e fermento na massa.  Através da oração e meditação da Palavra de Deus, de olhos abertos para a realidade onde vivemos, possamos nos empenhar em transformar as injustiças em relações de paz e amor.
Assim estaremos comemorando os 30 anos do Sínodo ordinário sobre os leigos (1987) e os 30 anos da Exortação Apostólica do Santo Padre João Paulo II – Christifideles Laici – sobre a vocação e missão dos leigos na Igreja e no mundo (1988); a estimular a presença e a atuação dos Cristãos leigos e leigas “verdadeiros sujeitos eclesiais” (D. Ap. 497), como “sal, luz e fermento” na Igreja e na sociedade.
No próximo dia 26 de novembro – Domingo, com início às 18h30min, na Catedral Metropolitana de Fortaleza, Missa de abertura do Ano Nacional do Laicato, quando, encerrando o Ano Litúrgico, celebramos a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do universo.
A palavra “leigo” tomou um significado negativo na linguagem comum, como alguém que é ignorante de alguma coisa, não preparado em algum assunto; mas originalmente e etimologicamente não foi assim, pois quer dizer “cidadão”. Assim a entende e usa a Igreja, quando se refere aos fiéis. Os fiéis cristãos são cidadãos do Reino de Deus, de direito e de fato. De direito, pois recebem esta dignidade por graça divina, como membros de Cristo e da Igreja, filhos e filhas de Deus em Cristo pela ação de Seu Espírito. Portanto discípulos de Cristo e herdeiros com ele do Pai do Céu. A mesma missão de Jesus Cristo, o Filho de Deus encarnado para realizar no mundo o Reino de Deus e a ele chamar toda a humanidade, torna-se a missão dos discípulos como transformadores na graça divina de toda a realidade humana. Assim, de fato, há uma dignidade ao se fazer parte da Igreja como membro de pleno direito. E esta dignidade lhe dá a missão de levar a todo o mundo a transformação no Amor realizada por Cristo. Assim os leigos cristãos são operários do Reino de Deus que vai fermentando toda a história da humanidade, as realidades da vida na terra, as relações da sociedade dos homens, rumo ao Reino que se fará definitivo por obra de Deus e colaboração dos homens. E todas as dimensões da realidade humana e social recebem da força do Evangelho de Cristo através da atuação dos cidadãos do Reino de Deus – “leigos e leigas cristãos , sal da terra e luz do mundo, numa Igreja em saída a serviço do Reino”.
Esta celebração do Ano Nacional do Laicato quer despertar e motivar toda a atividade cristã responsável na vida mesma da Igreja e na transformação das realidades do mundo na construção do porvir definitivo que já fecunda a vida na terra.
 + José Antonio Aparecido Tosi MarquesArcebispo Metropolitano de Fortaleza

PAPA FRANCISCO: COLONIZAÇÃO CULTURAL OU IDEOLÓGICA NÃO TOLERA DIFERENÇAS


Cidade do Vaticano (RV) - A colonização cultural ou ideológica não tolera as diferenças e torna tudo igual, terminando por perseguir também os cristãos. É o que sublinha o Papa Francisco na homilia da missa matutina na Casa Santa Marta, refletindo sobre o martírio de Eleazar, narrado no livro dos Macabeus e proposto na primeira leitura.
 
O Papa Francisco releva que existem três tipos diferentes de perseguição: uma perseguição apenas religiosa, outra político-religiosa, por exemplo a ‘Guerra dos 30 anos’ ou a ‘noite de São Bartolomeu’ e uma terceira perseguição, puramente “cultural”, quando chega “uma nova cultura que quer fazer tudo novo e fazer uma ‘limpeza’ nas tradições, na história e também na religião de um povo”. Este último tipo de perseguição é aquela em que se encontra Eleazar, condenado a morrer por fidelidade a Deus.
O relato desta perseguição cultural – observa o Papa – começou ontem, quando alguns, ao ver o poder e a beleza magnífica de Antíoco Epífanes, pensaram em fazer uma aliança para ser modernos. Assim, umas pessoas do povo tomaram a iniciativa e foram até o rei, que “lhes deu a possibilidade de introduzir instituições pagãs nas nações”. Não as ideias ou os deuses, mas instituições – frisa Francisco. Portanto, este povo que havia crescido em torno da Lei do Senhor, faz entrar ‘novas instituições’, uma nova cultura que faz uma ‘limpeza’ de tudo: cultura, religião, lei, tudo”.
Trata-se de uma verdadeira colonização ideológica que quer impor ao povo de Israel este ‘hábito único’ que alguns aceitaram porque parecia ser uma coisa boa. O povo então começou a viver de um modo diferente. 
Surgem porém algumas resistências para defender “as boas tradições do povo”, como aquela de Eleazar que era um homem digno, muito respeitado, e o Livro dos Macabeus narra a história destes mártires, destes heróis.
Assim, tem continuidade uma perseguição surgida por uma colonização ideológica que destrói, “faz tudo igual, não é capaz de tolerar as diferenças”.
A palavra-chave que o Papa evidencia é precisamente “raiz perversa”, isto é, Antíoco Epifanes.
Se tira, portanto, a raiz do povo de Israel e se faz entrar esta raiz perversa para fazê-la crescer no povo de Deus, “com o poder”, estes hábitos “novos, pagãos mundanos”:
“E este é o caminho das colonizações culturais que acabam por perseguir também os fiéis. Mas não devemos ir muito longe para ver alguns exemplo: pensemos aos genocidas do século passado, que era uma coisa cultural, nova: “Todos iguais e estes que não têm o sangue puro, fora, e estes..”. Todos iguais, não há lugar para as diferenças, não há lugar para os outros, não há lugar para Deus. É a raiz perversa. Diante destas colonizações culturais que nasces da perversidade de uma raiz ideológica, Eleazar, ele mesmo, se faz raiz”.
E o Papa observa que Eleazar morre pensando nos jovens, para deixar a eles um nobre exemplo. Assim, Eleazar “o mártir, aquele que dá a vida, por amor a Deus e à lei, se faz raiz para o futuro”.
Diante daquela raiz perversa, portanto, “existe esta outra raiz que dá a vida para fazer crescer o futuro”.
O Papa observa que aquilo que veio do reino de Antíoco, era uma novidade e que as novidades não são todas más, basta pensar no Evangelho, em Jesus, que é uma novidade, mas é preciso saber distinguir.
“É preciso discernir as novidades. Esta novidade é do Senhor, vem do Espírito Santo, vem da raiz de Deus ou esta novidade vem de uma raiz perversa? Mas, antes, sim, era pecado, não podia matar as crianças; mas, hoje, pode, não tem tanto problema, é uma novidade perversa. Ontem, as diferenças eram claras, como Deus fez. A criação era respeitada; mas hoje, somos um pouco modernos... você faz, você entende..., as coisas não são tão diferentes e se faz uma mistura de coisas.”
A novidade de Deus, ao invés, “nunca faz uma negociação”, mas faz crescer e olha o futuro:
“As colonizações ideológicas e culturais somente olham o presente, renegam o passado e não olham o futuro. Vivem no momento, não no tempo, e por isso não podem nos prometer nada. Com esse comportamento de fazer todos iguais e cancelar as diferenças, cometem, fazem o pecado feito da blasfêmia contra o Deus criador. Toda vez que chega uma colonização cultural e ideológica se peca contra Deus criador, porque se quer mudar a Criação como Ele a criou. E contra esse fato que ao longo da história aconteceu muitas vezes, existe somente um remédio: o testemunho, ou seja, o martírio”.
Eleazar dá um testemunho da vida pensando na herança que dará com o seu exemplo: “Eu vivo assim. Sim, dialogo com aqueles que pensam diferente, mas o meu testemunho é assim, segundo a lei de Deus”. Eleazar não pensou em deixar dinheiro ou outra coisa, mas pensou no futuro, “na herança do próprio testemunho”, ao testemunho que teria sido “para os jovens uma promessa de fecundidade”. Portanto, se cria raiz para dar vida aos outros. E o Papa concluiu, desejando que o seu exemplo “nos ajude nos momentos talvez de confusão, diante das colonizações culturais e espirituais que nos são propostas”. (CM/JE/MJ)(from Vatican Radio)
Fonte: Rádio Vaticano


PAPA FRANCISCO: "NÃO VEJO A HORA DE ENCONTRAR O POVO DE BANGLADESH"




Cidade do Vaticano (RV) – Foi publicada nesta terça-feira (21/11) a mensagem em vídeo gravada pelo Papa Francisco para o povo de Bangladesh, que aguarda a visita do Pontífice de 30 de novembro a 2 de dezembro próximos.
“Enquanto me preparo para visitar Bangladesh dentro de poucos dias, desejo enviar uma palavra de saudação e amizade a todo o seu povo. Não vejo a hora que chegue o momento de estarmos juntos”, inicia Francisco.
“Venho como ministro do Evangelho de Jesus Cristo para proclamar a sua mensagem de reconciliação, perdão e paz. Minha visita quer confirmar a comunidade católica de Bangladesh em sua fé e testemunho do Evangelho, que ensina a dignidade de todo homem e mulher e nos chama a abrir nossos corações aos outros, especialmente aos mais pobres e necessitados”.
“Ao mesmo tempo, desejo encontrar o povo inteiro, de modo especial as lideranças religiosas em Ramna. Vivemos em uma época em que os cristãos e os homens de boa vontade são chamados, em todos os lugares, a promover a recíproca compreensão e o respeito, a ampararmo-nos uns aos outros como membros da única família humana”.
“Sei que muitos em Bangladesh estão trabalhando com esforço para preparar minha visita e lhes agradeço. Peço a cada um que reze para que os dias em que estarei com vocês possam ser fontes de esperança e de encorajamento para todos. Sobre vocês e suas famílias, invoco as divinas bênçãos de alegria e de paz! Até logo!”. 
 
(from Vatican Radio)
Fonte: Rádio Vaticano

EVANGELHO DO DIA


Mateus 12,46-50

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 46enquanto Jesus estava falando às multidões, sua mãe e seus irmãos ficaram do lado de fora, procurando falar com ele. 47Alguém disse a Jesus: “Olha! Tua mãe e teus irmãos estão aí fora, e querem falar contigo”. 48Jesus perguntou àquele que tinha falado: “Quem é minha mãe, e quem são meus irmãos?” 49E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: “Eis minha mãe e meus irmãos. 50Pois todo aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe”. Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE


21/11/2017 - 3ª. Feira - Apresentação de Nossa Senhora . Memória

1ª Leitura - Zc 2,14-17 - “Mãe Deus e mãe nossa”


O profeta Zacarias anuncia com alegria a vinda do Senhor que vem habitar no meio de nós. Maria foi a Virgem escolhida por Deus para acolher no seu ventre o Salvador da humanidade. Por isso, ela é comparada a uma cidade em dia de festa, que abriga nos seus muros, um habitante ilustre. “Por isso muitas nações se aproximarão do Senhor; naquele dia, e serão o seu povo”, diz a profecia. Somos também hoje essas nações que atraídos pela beleza de Maria, nos aproximamos de Jesus e nos tornamos povo de Deus. Ela é a Mãe que O acolheu no seu ventre e O entregou para a salvação da humanidade. Jesus, filho de Maria é o nosso Salvador, portanto, por intermédio da Mãe, todos nós chegamos ao Filho. Muitos, porém, aqui nesta terra, ainda não receberam Jesus porque ainda não aceitaram a Sua Mãe. O Senhor vem para tomar posse da terra do nosso coração, vem habitar no meio de nós, vem nos trazer Salvação e tudo isto, nós podemos experimentar pela intercessão de Sua Mãe, que se tornou também mãe nossa. Como Maria, nós também podemos ser hoje, essa cidade que se alegra porque encontrou em Jesus a sua libertação e, abre as portas para que entre o povo que ainda não O conhece e precisa que Lho apresentemos. – Você tem ideia do grande presente que Maria lhe trouxe? – Você tem consciência de que também abriga Jesus no seu coração e que, muitos poderão conhecê-Lo, por meio de si? - Você sente alegria por isso?


Salmo - Lc 1,46-47. 48-49. 50-51. 52-53. 54-55 (R.Cf.54b)
R. O Senhor se lembrou de mostrar sua bondade.


Este foi o canto que Maria elevou quando Isabel a distinguiu com o título de Mãe do Salvador. Apesar da sua humildade ela reconheceu-se privilegiada e escolhida porque assim fora do agrado de Deus. Isso também pode acontecer conosco: a alegria, de sentirmo-nos escolhidos (as), pessoas excepcionais porque assim Deus quer que sejamos. Maria cantou que o Amor de Deus se estende de geração em geração sobre todos os que O respeitam. Portanto, se tememos o Senhor, nós também fazemos parte da geração dos que acolhem o amor do Pai no seu coração, e, por isso, somos bem-aventurados (as).


Evangelho - Mateus 12,46-50 - “ somos da família de Jesus”


O exemplo de Maria foi dado por Jesus às multidões naquele tempo, e hoje é dado para nós, com a finalidade de nos clarear a mente e o coração a fim de que percebamos que todos nós somos chamados (as) a fazer parte da família da Sua família. Podemos dizer que fomos também escolhidos (as) por Jesus Cristo para participar da Sua família, quando nos dispomos a fazer a vontade do Pai que está no céu. Em Jesus nós somos participantes da graça de filhos, de irmãos e irmãs, se, como a Sua Mãe estivermos abertos a fazer tudo conforme Deus nos mandar realizar. Assim como estendeu a mão para os Seus discípulos e os considerou na mesma qualidade de mãe e de irmãos seus, Jesus nos aponta a Sua mão e nos acolhe como membros da sua família, se, estivermos dispostos (as) a fazer a vontade de Deus que é expressada na Sua Palavra. E a vontade do Pai é que todos nós, pela Fé em Jesus Cristo, alcancemos a salvação e a vida eterna sem fim. Não devemos nos admirar da expressão que Jesus usou quando se referiu à Sua Mãe e aos Seus irmãos: “Quem é
minha mãe e quem são meus irmãos? ” Ele aproveitou a oportunidade para também nos enquadrar como pessoas especiais, discípulos e discípulas dignos de ser chamados filhos de Deus Pai, tendo Maria como Mãe, irmãos de Jesus Cristo e motivados pelo poder do Espírito Santo, a fazer a vontade de Deus. - Você também se considera da família de Jesus Cristo? – O que você entende por fazer a vontade de Deus? – Você é discípulo (a) de Jesus? - O que falta para que você faça a vontade do Pai aqui na terra do jeito que ela acontece no céu?

Helena Serpa, 
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

SANTO DO DIA - NOSSA SENHORA DA APRESENTAÇÃO

A memória que a Igreja celebra hoje não encontra fundamentos explícitos nos Evangelhos Canônicos, mas algumas pistas no chamado proto-evangelho de Tiago, livro de Tiago, ou ainda, História do nascimento de Maria. A validade do acontecimento que lembramos possui real alicerce na Tradição que a liga à Dedicação da Igreja de Santa Maria Nova, construída em 543, perto do templo de Jerusalém.
Os manuscritos não canônicos, contam que Joaquim e Ana, por muito tempo não tinham filhos, até que nasceu Maria, cuja infância se dedicou totalmente, e livremente a Deus, impelida pelo Espírito Santo desde sua concepção imaculada. Tanto no Oriente, quanto no Ocidente observamos esta celebração mariana nascendo do meio do povo e com muita sabedoria sendo acolhida pela Liturgia Católica, por isso esta festa aparece no Missal Romano a partir de 1505, onde busca exaltar a Jesus através daquela muito bem soube isto fazer com a vida, como partilha Santo Agostinho, em um dos seus Sermões:
“Acaso não fez a vontade do Pai a Virgem Maria, que creu pela fé, pela fé concebeu, foi escolhida dentre os homens para que dela nos nascesse a salvação; criada por Cristo antes que Cristo nela fosse criado? Fez Maria totalmente a vontade do Pai e por isto mais valeu para ela ser discípula de Cristo do que mãe de Cristo; maior felicidade gozou em ser discípula do que mãe de Cristo. E assim Maria era feliz porque já antes de dar à luz o Mestre, trazia-o na mente”.
A Beata Maria do Divino Coração dedicava devoção especial à festa da Apresentação de Nossa Senhora, de modo que quis que os atos mais importantes da sua vida se realizassem neste dia.
Foi no dia 21 de novembro de 1964 que o Papa Paulo VI, na clausura da 3ª Sessão do Concílio Vaticano II, consagrou o mundo ao Coração de Maria e declarou Nossa Senhora Mãe da Igreja.
Nossa Senhora da Apresentação, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias