terça-feira, 19 de setembro de 2017

EVANGELHO DOO DIA

Lucas 7,11-17

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.— Glória a vós, Senhor.Naquele tempo, 11Jesus dirigiu-se a uma cidade chamada Naim. Com ele iam seus discípulos e uma grande multidão. 12Quando chegou à porta da cidade, eis que levavam um defunto, filho único; e sua mãe era viúva. Grande multidão da cidade a acompanhava. 13Ao vê-la, o Senhor sentiu compaixão para com ela e lhe disse: “Não chores!”14Aproximou-se, tocou o caixão, e os que o carregavam pararam. Então, Jesus disse: “Jovem, eu te ordeno, levanta-te!” 15O que estava morto sentou-se e começou a falar. E Jesus o entregou à sua mãe. 16Todos ficaram com muito medo e glorificavam a Deus, dizendo: “Um grande profeta apareceu entre nós e Deus veio visitar o seu povo”. 17E a notícia do fato espalhou-se pela Judeia inteira e por toda a redondeza.  Palavra da Salvação.

SANTO DO DIA - SÃO JANUÁRIO

A história do santo deste dia se entrelaça com a cidade italiana de Nápoles, onde o corpo e sangue de Januário estão guardados. Este santo viveu no fim do século III e se tornara Bispo de Benevento, cidade próxima a Nápoles.
Como cristão estava constantemente se preparando para testemunhar (se preciso com o derramamento do próprio sangue) seu amor ao Senhor, já que naqueles tempos em que a Igreja estava sendo perseguida, não era difícil ser preso, condenado e martirizado pelos inimigos da Verdade.
Na função de Bispo foi zeloso, bondoso e sábio, até ser juntamente com seus diáconos, preso e condenado a virar comida dos leões no anfiteatro da cidade de Pozzuoli (a primeira terra italiana que pisou o apóstolo Paulo a caminho de Roma). Igual ao profeta Daniel e muitos outros, as feras lamberam, mas não avançaram nestes homens protegidos por Jesus. Nesse caso, sob a ordem do terrível imperador Diocleciano (último grande perseguidor), a única solução era a espada manejada pela irracional maldade humana. Foram decapitados. Isto ocorreu no ano 305.
Alguns cristãos, piedosamente, recolheram numa ampola o sangue do Bispo Januário para conservá-lo como preciosa relíquia e seu corpo acabou na Catedral de Nápoles. A partir disso, os napolitanos começaram a venerar o santo como protetor da peste e das erupções do vulcão Vesúvio.
Dentre tantos milagres alcançados pela sua intercessão, talvez o maior se deve ao seu sangue,“aquele guardado na ampola”. Acontece que o sangue é exposto na Catedral, no dia da festa de São Januário e o extraordinário é que há séculos, o sangue, durante uma cerimônia, do estado sólido passa para o estado líquido, mudando de cor, de volume e até seu peso duplica. A multidão edificada se manifesta com gritos, enquanto a ciência, que já provou ser sangue humano, silencia quanto a uma explicação para este fato, esclarecido somente pela fé.

São Januário, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

PAPA FRANCISCO: REZEM PELOS GOVERNANTES NÃO OBSTANTE SEUS ERROS

 

Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco celebrou a missa na Capela da Casa Santa Marta, nesta segunda-feira (18/09), e em sua homilia pediu aos cristãos para rezarem pelos seus governantes, não obstante as coisas más que fazem.


O Pontífice pediu também aos goverPEnantes para rezar, caso contrário, correm o risco de fecharem-se no próprio grupo. O governante que tem a consciência de ser subalterno ao povo e a Deus, reza.
A reflexão de Francisco parte da Primeira Leitura de hoje e do Evangelho. Na primeira leitura, São Paulo aconselha a Timóteo a rezar pelos governantes. No Evangelho, há um governante que reza: é o oficial romano que tinha um empregado que estava doente. Amava o povo, não obstante fosse estrangeiro, e amava o empregado, pois, de fato, se preocupava.
“Este homem sentiu a necessidade de rezar”, disse o Papa. Não somente porque amava, mas também porque “tinha a consciência de não ser o patrão de tudo, de não ser a última instância”. Sabia que acima dele, há outro que comanda. Havia subalternos, soldados, mas ele também estava na condição de subordinado. E isso o levou a rezar.
“O governante que tem essa consciência, reza. Se não reza, fecha-se na própria “autorreferencialidade” ou na de seu partido, naquele círculo do qual não se sai. É um homem fechado em si mesmo. Porém, quando vê os problemas verdadeiros, tem a consciência de ser subalterno, que existe outro que tem mais poder que ele. Quem tem mais poder do que o governante? O povo, que lhe deu o poder, e Deus, do qual vem o poder através do povo. Quando um governante tem a consciência de ser subordinado, reza.”
O Papa Francisco ressaltou a importância da oração do governante, “porque é a oração para o bem comum do povo que lhe foi confiado”.
Recordou, a esse propósito, a conversa com um governante que todos os dias passava duas horas em silêncio diante de Deus, não obstante tivesse muitos afazeres. É preciso pedir a Deus a graça de governar bem como Salomão que não pediu a Deus ouro ou riquezas, mas sabedoria para governar.
Os governantes, diz Francisco, devem pedir ao Senhor essa sabedoria. “É tão importante que os governantes rezem” - reitera - pedindo ao Senhor que não cancele a “consciência de ser subalterno” a Deus e do povo: “que a minha força esteja ali e não no pequeno grupo ou em mim”.
E a quem poderia se opor dizendo ser agnóstico ou ateu, o Papa diz: “Se você não pode rezar, confronte-se”, “com a sua consciência”, com “os sábios do seu povo”, mas “não fique sozinho com o pequeno grupo do seu partido”, ressalta. “Isto - reitera - é ser auto-referencial”.
Na primeira leitura, Paulo convida a rezar pelos reis, “para que - afirma - possamos levar uma vida calma, pacífica, digna e dedicada a Deus”. Francisco observa que, no entanto, quando um governante faz algo que não gostamos, ele é criticado ou, de outra forma, louvado. É deixado sozinho com o seu partido, com o Parlamento”:
“’Não, eu o votei – eu o votei' - 'Eu não o votei, problema seu’. Não, não podemos deixar os governantes sozinhos: devemos acompanhá-los com a oração. Os cristãos devem rezar pelos governantes. “Mas, Padre, como vou rezar por ele que faz tantas coisas ruins?”. Ele precisa mais do que nunca da oração. Reze, faça penitência pelo governante. A oração de intercessão – isso é tão bonito que Paulo diz - é para todos os reis, para todos aqueles que estão no poder. Por quê? “Porque podemos levar uma vida calma e tranquila”. Quando o governante é livre e pode governar em paz, todo o povo irá se beneficiar disso”.
E o Papa conclui pedindo que se faça um exame de consciência sobre a oração pelos governantes:
“Peço-lhes um favor: cada um de vocês pegue hoje cinco minutos, não mais. Se você é um governante, se pergunte: “Eu rezo por aquele que me deu o poder através do povo?” Se não é um governante, “rezo pelos governantes? Sim, por esse e por aquele sim, porque gosto deles; por aqueles outros, não”. Esses têm mais necessidade do que os outros! “Rezo por todos os governantes?” E se você perceber, quando faz exame de consciência para se confessar, que não reza pelos governantes, leve isso à confissão. Porque não rezar pelos governantes é um pecado”. (MJ-SP)(from Vatican Radio)  

Fonte: Rádio Vaticano

PARÓQUIA NOSSA SENHORA DAS DORES REALIZA EXPOSIÇÃO SOBRE BIOMAS


 A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vem a cada ano nos convidando a refletir um pouco sobre determinada situação vivenciada no País e que possa estar representando uma ameaça à CRIAÇÃO DE DEUS.

Para este ano nos propôs o seguinte tema: FRATERNIDADE: BIOMAS BRASILEIROS E DEFESA DA VIDA e o lema: “CULTIVAR E GUARDAR A CRIAÇÃO” (Gn 2,15)
Uma equipe na Paróquia Nossa Senhora das Dores, Otávio Bonfim, vem possibilitando ao longo do ano, espaços para reflexão e busca de ações junto à Sociedade, sobre a temática.

Dentro da programação está prevista uma Exposição sobre os BIOMAS de 23 a 25 de setembro de 2017, no Salão Paroquial Santo Antonio, ao lado da Igreja.

PROGRAMAÇÃO:

Dia 23 de setembro - sábado
10h - Abertura seguida de visitas de Crianças (Catequese), Jovens (Crisma) e demais grupos da Igreja.

Dia 24 de setembro - domingo
8 horas - Visitas do povo em geral.

Dia 25 de setembro - segunda-feira
A partir das 8 horas.

Visitas dos Alunos, Professores e Diretores das escolas do bairro Local: Salão Paroquial Santo Antonio ao lado da Igreja.

Informações pelo telefone (85) 3243 6280 na Secretaria Paroquial.

FESTEJOS EM HONRA A SÃO FRANCISCO EM CANINDÉ TÊM INICIO NO DIA 24 DE SETEMBRO


 A Festa e Novena de São Francisco das Chagas, em Canindé acontecerá de 24 de setembro a 4 de outubro tendo como tema geral “Francisco, restaura a minha Igreja!”. Este ano são 200 anos da Paróquia São Francisco das Chagas de Canindé-CE.

Abertura será dia 24 de setembro, às 4 horas da manhã, com hasteamento da bandeira e Celebração Eucarística em frente à Basílica.

Telefones do Complexo e Setores da Basílica:
Secretaria da Paróquia-Santuário – Fone: (85) 3343.0017.
Sede da Campanha dos Benfeitores – Fone: (85) 3343.9950.
Livraria São Francisco (na Casa dos Milagres) – Fone: (85) 3343.0576.

EVANGELHO DO DIA


Lucas 7,1-10)
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas.Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 1quando acabou de falar ao povo que o escutava, Jesus entrou em Cafarnaum. 2Havia lá um oficial romano que tinha um empregado a quem estimava muito, e que estava doente, à beira da morte. 3O oficial ouviu falar de Jesus e enviou alguns anciãos dos judeus, para pedirem que Jesus viesse salvar seu empregado. 4Chegando onde Jesus estava, pediram-lhe com insistência: “O oficial merece que lhe faças este favor, 5porque ele estima o nosso povo. Ele até nos construiu uma sinagoga”.6Então Jesus pôs-se a caminho com eles. Porém, quando já estava perto da casa, o oficial mandou alguns amigos dizerem a Jesus: “Senhor, não te incomodes, pois não sou digno de que entres em minha casa. 7Nem mesmo me achei digno de ir pessoalmente a teu encontro. Mas ordena com a tua palavra, e o meu empregado ficará curado. 8Eu também estou debaixo de autoridade, mas tenho soldados que obedecem às minhas ordens. Se ordeno a um: ‘Vai!’, ele vai; e a outro: ‘Vem!’, ele vem; e ao meu empregado ‘Faze isto!’, e ele o faz’”.9Ouvindo isso, Jesus ficou admirado. Virou-se para a multidão que o seguia, e disse: “Eu vos declaro que nem mesmo em Israel encontrei tamanha fé”. 10Os mensageiros voltaram para a casa do oficial e encontraram o empregado em perfeita saúde.— Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE


18/09/2017 - 2ª. Feira XXIV semana comum 

– I Timóteo 2,1-8 – “ rezar pelos que governam” Nesta carta São Paulo recomenda a Timóteo “

Que se façam preces e orações, súplicas e ações de graças por todos os homens; pelos que governam e por todos os que ocupam altos cargos!” E acrescenta: “Isto é bom e agradável a Deus, nosso salvador”. Esta mesma recomendação serve para nós, hoje, no momento atual e tem como objetivo, “para que possamos levar uma vida tranquila e serena, com piedade e dignidade.” Deus quer todos os homens sejam salvos e cheguem ao conhecimento da verdade, por isso, é muito importante que todos nós oremos pelas pessoas que têm em suas mãos a oportunidade de construir um mundo mais ajustado ao plano do Seu Criador. Quase nunca nós nos lembramos das “autoridades e dos políticos” nas nossas orações, como motivo para as nossas súplicas a Deus Pai. Oramos por alguém doente, por alguém a quem conhecemos e passa por dificuldades, porém, podemos afirmar, com certeza, que os que governam não constam na relação das pessoas por quem intercedemos no nosso dia a dia. Toda autoridade da terra é referendada por Deus, por mais que não queiramos reconhecê-la. Deus nos deu livre arbítrio para que façamos as nossas escolhas, e as nossas opções nos trazem consequências. Nesse ponto, Deus assina embaixo para afiançar o nosso voto, porém, nos cabe a parte de ajudar com as nossas “preces e orações, súplicas e ações de graças”. Não existe ninguém que seja merecedor, isto é, que tenha méritos por si só. Todos os governantes precisam das graças de Deus para bem conduzir as nações. Se, nós, não oramos nem intercedemos por eles, consequentemente eles não estarão recebendo a graça de conduzir-nos no caminho certo. Já imaginou se hoje todos nós seguíssemos as recomendações de São Paulo, muitas coisas que nos causam revolta poderiam não estar acontecendo! Finalmente, que possamos tirar como modelo de piedade a última frase dessa carta: “Quero, portanto, que em todo o lugar os homens façam a oração, erguendo mãos santas, sem ira e sem discussões!”- Você ora pelos governantes e pelos políticos a quem deu um voto de confiança?- Você acha que Deus aprovou o seu voto? - Você acha que, mesmo não o tendo aprovado, Ele quer ajudar e espera pela sua oração? - Você acredita que se nós todos rezássemos pelas autoridades constituídas, o mundo seria diferente? - Faça, então, a sua parte. Deus está esperando a sua manifestação.

Salmo 27 – “Bendito seja o Senhor, porque ouviu o clamor da minha súplica!”

O Senhor é a fortaleza do seu povo, diz o salmista, portanto é Dele que vem a força de que precisamos para caminhar. Todos nós que aqui estamos temos responsabilidade por alguém e pelo mundo criado por Deus, portanto, necessitamos das graças do céu para bem desempenhar a parte que nos cabe. Somos ungidos por Deus, quando também somos escolhidos aqui na terra para alguma missão, seja em qualquer vocação. Assim sendo, que a oração nos eleve a alma até a Deus, a fim de que ele escute o clamor da nossa súplica em favor de todas as criaturas.

Evangelho – Lucas 7, 1-10 – “ a humildade e a fé do oficial romano”

Costumamos imaginar que as pessoas, porque estão fora do nosso círculo da Igreja, talvez nem possam ser curadas, pois estão afastadas, não vão à missa, não comungam, não fazem sua oração pessoal e tantas outras coisas que fazemos. Neste Evangelho Jesus vem nos esclarecer que a nossa humildade é o parâmetro
para ajuizar a nossa fé e a nossa confiança nas promessas de Deus. O oficial romano reconheceu o poder de Jesus e se achou indigno diante da Sua Majestade, mas teve fé e confiança em que o seu servo seria curado, mesmo que Jesus não fosse à sua casa. E foi justamente isto o que mais chamou a atenção de Jesus: a humildade do oficial romano que, mesmo sendo alguém de renome, reconheceu-se indigno de receber a visita de Deus. Quando reconhecemos a nossa limitação e a nossa dependência de Deus, nós também dispensamos os privilégios e as regalias. Quando confiamos absolutamente nas promessas do Senhor, e reconhecemos que só Ele é tudo, nós também nos achamos indignos, e mesmo assim, ousamos pedir e suplicar a sua misericórdia. Quando ainda não nos reconhecemos indignos, e, pelo contrário, ainda nos consideramos pessoas importantes, desejamos ter Jesus só para nós. Necessitamos mostrar a todos que somos “seus conhecidos” e por isso, queremos os primeiros lugares, as orações especiais, os privilégios, etc. .etc. Se não tivermos evidências e confirmações parece que a nossa fé não funciona. A Palavra de Deus nos promete vida e santidade, portanto Ela já é o bastante para nos tranquilizar de que seremos atendidos (as) nas nossas reivindicações, na medida da nossa fé. Que nós, de hoje em diante, tenhamos uma fé madura que creia, confie e dependa, simplesmente, da Palavra do Senhor. – Se estivesse no lugar do oficial romano você teria querido que Jesus fosse até a sua casa? – O que você achou da atitude dele? – Qual é a opinião que você tem de si próprio (a)? – Quando você comunga você tem noção de que Jesus está visitando a sua casa? – Você tem ideia da sua indignidade. diante Dele? – Você crê na Palavra de Deus?

Helena Serpa,

Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

SANTO DO DIA - SÃO JOSÉ DE CUPERTINO

O santo de hoje nasceu num estábulo, a exemplo de Jesus, em Cupertino, no reino de Nápoles, a 17 de junho de 1603. Filho de pais pobres, tornou-se um pobre que enriqueceu a Igreja com sua santidade de vida.
José quando menino era a tal ponto limitado na inteligência que pouco aprendia e apresentava dificuldades nos trabalhos manuais, porém, de maneira extraordinária progrediu no campo da oração e da caridade.
São José foi despedido de dois conventos franciscanos por não conseguir corresponder aos ofícios e serviços comuns. Ele, porém, não desistia de recomendar sua causa a Santíssima Virgem, pela qual tinha sido anteriormente curado de uma grave e misteriosa enfermidade.
O poder da oração levou São José de Cupertino para o convento franciscano e ao sacerdócio, precisando para isso que a Graça suprisse as falhas da natureza. Desde então, manifestavam-se nele, fenômenos místicos acompanhados de curas milagrosas, que o tornou conhecido e procurado em toda a região.
Dentre os acontecimentos espirituais o que muito se destacou foi o êxtase, que consiste naquele estado de elevação da alma ao plano sobrenatural, onde a pessoa fica momentaneamente desapegada dos sentidos e entregue totalmente numa contemplação daquilo que é Divino.
São José era tão sensível a esta realidade espiritual, que isto acontecia durante a Santa Missa, quando rezava com os Salmos e em outros momentos escolhidos por Deus; somente num dos conventos onde viveu 17 anos, seus irmãos presenciaram cerca de 70 êxtases do santo. A fama das curas milagrosas se alastrava como uma epidemia, exaltando a imaginação popular, e obrigando o Frei José, a ser transferido de convento para convento. Mas, os fenômenos se repetiam e o povo lhe tirava todo o sossego.
Como na vida da maioria dos santos não faltaram línguas caluniosas que, interpretando mal esta popularidade atribuiu-lhe poderes demoníacos aos seus milagres e êxtases, ao ponto de denunciarem o santo Frei ao Tribunal da Inquisição de Nápoles. O processo terminou reconhecendo a inocência do religioso, impondo-lhe, porém, a reclusão obrigatória e a transferência para conventos afastados.
Depois de sofrer muito e de diversas maneiras, predisse o lugar e o tempo de sua morte, que aconteceu em 18 de setembro de 1663, contando com sessenta anos de humilde testemunho e docilidade aos Carismas do Espírito Santo.
Foi beatificado por Bento XIV em 1753 e canonizado por Clemente XIII em 1767.
São José de Cupertino, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias

domingo, 17 de setembro de 2017

HORÁRIO DE MISSAS


Paróquia São Vicente de Paulo, à Avenida Desembargador Moreira, 2211, no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza.

*Diariamente: 6h30 e 17h30
* De 3ª a 6ª: 11h30 e 19 horas
*Sábado: 6h30, 12 horas e 17h30
* Domingo: 6h30, 8h30, 11h30, 17h30 e 19h30

Comunidade Face de Cristo, à Rua Edmilson Barros de Oliveira, 191, no bairro Cocó, em Fortaleza
* De segunda à quinta-feira, às18 horas
* De segunda à sexta-feira: 7 horas.
* Domingo: às 8 e 18h30

 Paróquia São João Eudes:

Na Igreja  Menino Deus, à Rua Jaime Leonel, s/n, no bairro Luciano Cavalcante

* Às 3ªs e 5ªs feiras, às 19 horas
* Domingo: às 7 e 19 horas.

Na Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, à rua Albert Sabin, s/n, no bairro Cocó/Guararapes.

* Às  4ªs feiras, às 18h30, novena de Nossa Senhor do Perpétuo Socorro, às 19 horas, missa e, às sextas-feiras, às 18h30, Adoração ao Santíssimo Sacramento e, logo em seguida, missa.
* Domingo: às 9, 17 e 19 horas.

Paróquia Nossa Senhora da Assunção (Santuário), no bairro Barra do Ceará

* De terça-feira a sábado, as 6 e 19horas.
*Domingo : às 7, 9, 17, 18h30 e 20horas.

Paróquia Nossa Senhora Aparecida, à Avenida Gomes de Matos, no bairro Montese.

*De 2ª à sexta-feiras, às 18h30, exceto nas terças-feiras.
*Domingo: às 7, 9,17 e 19 horas;*Nos dias 12, Missa em honra a Nossa Senhora Aparecida; dia 13, Nossa Senhora de Fátima, e dia19, Santo Expedito. E toda 1ª terça-feira do mês, Missa de Cura.

Paróquia do Coração de Jesus, no Centro de Fortaleza, na Praça do Coração de Jesus.

*Diariamente, de segunda-feira a domingo, às 7 horas.
* Domingo: às 7,8,30, 16 e 18 horas.

Paróquia de Cristo Rei, à Rua Nogueira Acioli, 263, na Aldeota.

De segunda-feira à sexta-feira, às 6h30 e às 17 horas
Sábado, às 6h30, 17 e 19 horas.
Domingo, 6h30, 9, 11, 17 e 19 horas
Últimas terças-feiras: “Noite da Misericórdia”. Observação: não há missa das 17 horas.
Dia 13 – Missa Mariana: às 12 horas, na Igreja Matriz e às 18 horas, na Praça Ceart.

Paróquia Nossa Senhora do Carmo, na Avenida Duque de Caxias, no Centro de Fortaleza

Domingo, às 8, 10, 17 e 18h30
Sábado, às 7h30, 17h30 e 17h30
De 3ª A 6ª feira, às 7h30 e 17 horas.     

Paróquia de Santa Luzia,  Rua Tenente Benévolo esquina com Rua Antônio Augusto

Diàriamente, às 17 horas
Sábado, às 17 e 19 horas.
Domingo, às 8, 10 (missa das crianças), 17 e 19 horas (missa dos jovens)
Todo dia 13 de cada mês, missa às 12 horas, em honra a Nossa Senhora de Fátima.

Paróquia de São Gonçalo do Amarante, a 57 quilômetros distante de Fortaleza

De terça-feira à sexta-feira, às 18 horas.
Domingo, às 19 horas.

Igreja Matriz de São José - Lagoa Redonda (Avenida Recreio, 1815)
- Sábado, 20 horas
- Domingo, 7 e 17h30

Capela de Santa Edwiges, Conjunto Curió Lagoa Redonda (Rua Isabel Ferreira, 1001)
- Domingo às 9 horas

Igreja dos Remédios – Benfica – na Avenida da Universidade
- Às segundas e quartas-feiras, às 6h30m.
- Às terças, quintas e sextas-feiras, às 17h30min.
- Aos sábados – 15h30min e 17 horas.
- Aos domingos, às 7, 17 e 19 horas.
- Domingos, ás 9horas, Missa com crianças (exceto no 1. domingo de cada mês, dia dos batizados)
- No primeiro sábado, missa pela saúde e todo o dia 13, às 12 horas, celebração em honra a Nossa Senhora. Mais informações pelo telefone (85) 3223.5644.

Envie-nos os horários de Missa de sua Paróquia ou Comunidade para o e-mailvaivém@secrel.com.br

EVANGELHO DO DIA


Mateus 18,21-35

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus. Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 21Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: “Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?”22Jesus respondeu: “Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. 24Quando começou o acerto, levaram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna. 25Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida.26O empregado, porém, caiu aos pés do patrão e, prostrado, suplicava: ‘Dá-me um prazo, e eu te pagarei tudo!’ 27Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida.28Ao sair dali, aquele empregado encontrou um de seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Paga o que me deves’.29O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: ‘Dá-me um prazo, e eu te pagarei!’ 30Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia.31Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo.32Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: ‘Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. 33Não devias tu também ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?’34O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida.35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão”.— Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE


17/09/2017 - XXIV Domingo do tempo comum 

– 1ª. Leitura – Eclesiástico 27,33-28,9 – “sem perdão não pode haver cura”

O autor do Livro do Eclesiástico nos conscientiza a perceber até onde o rancor, a raiva e a falta de perdão têm influência na nossa saúde e bem-estar. De tal modo, com palavras sábias ele nos adverte: “Se alguém guarda raiva contra o outro, como poderá pedir a Deus a cura?” Daí, podemos entender que a falta de perdão e os ressentimentos que cultivamos dentro do nosso coração são a causa das enfermidades e doenças com as quais somos acometidos. Mesmo que nos prostremos diante de Deus e supliquemos pela nossa cura, nunca seremos atendidos nos nossos desejos, se a mágoa, a raiva, a inveja, o rancor e a falta de perdão estiverem presentes no nosso interior. Eles são como uma barreira que nos impede de receber a graça da cura prometida pelo Pai. Com efeito, precisamos estar atentos (as) e vigilantes, pois há uma lei natural de reciprocidade que direciona as nossas ações e até os nossos desejos. Com efeito, a palavra nos diz claramente: “Quem se vingar encontrará a vingança do Senhor, que pedirá severas contas dos seus pecados”. Não obstante, toda exortação é eficaz para o nosso próprio bem, pois Deus é justo e deseja para todos nós somente o que é lícito para a nossa felicidade. OS MANDAMENTOS DA LEI DE DEUS são como luzeiros a nos iluminar e instruir a fim de que tenhamos saúde total, de corpo, de alma e de espírito. Que de hoje em diante ofereçamos a Deus nossa vontade de perdoar a todas as pessoas que nos ofenderam e recebamos Dele a cura das nossas
enfermidades. – Como está o seu coração? – Há nele alguma mágoa ou ressentimento que possam estar bloqueando a graça de Deus para a sua vida? – Você precisa perdoar a alguém? – Você tem pedido a Deus a cura para os seus males? - Converse com Jesus sobre isso, hoje!

Salmo 102 – “O Senhor é bondoso, compassivo e carinhoso”

O salmista exalta a misericórdia de Deus que sempre perdoa a nossa culpa e cura a nossa enfermidade quando de coração seguimos a Sua lei. Ao contrário do que imaginamos o Senhor não leva em conta o nosso pecado quando, arrependidos, nos voltamos para Ele e nem guarda ressentimento contra nós, mesmo quando somos os maiores pecadores. Ele é bondoso, compassivo e carinhoso, pois o Seu Amor é eterno e não tem fim. Por isso, bendizemos ao Senhor de todo o nosso coração!

2ª. Leitura – Romanos 14, 7-9 – “vivos ou mortos pertencemos a Cristo”

São Paulo nos orienta a que sejamos autênticos seguidores de Jesus Cristo, afirmando que a nossa conversão implica em que aos poucos, nos apossemos do ser de Cristo para alcançar a perfeição. Na medida em que caminhamos segundo a Palavra do Senhor, nós também vamos deixando de lado os nossos ideais puramente humanos, a nossa maneira de pensar e de julgar, assim como também, o sentido da nossa existência. Somos de Cristo, a Ele pertencemos, quer morramos quer vivamos é Ele o Senhor da nossa vida. Portanto, não nos importará o morrer ou o viver, pois em todas as circunstâncias sabemos que Cristo estará conosco. São Paulo afirma com muita categoria que “Cristo morreu e ressuscitou exatamente para ser o Senhor dos mortos e dos vivos”. Portanto, procuremos renovar o nosso pensamento e opinião em relação aos mortos, pois Cristo é tudo em todos e a Ele nós pertencemos. Pensando dessa forma e cultivando em nós essa certeza, estaremos vivendo aqui na terra a esperança de uma vida promissora, em Cristo, quer vivamos quer morramos. – Você compreendeu a abrangência do poder de Jesus? – Você ainda vive para si ou já deixa que Cristo seja o Senhor de tudo na sua vida? – O que você acha que irá acontecer quando morrer?

Evangelho – Mateus 18, 21-35 – “perdoar sempre”

Neste Evangelho nós aprendemos com Jesus que, para entrar no reino dos céus, não basta apenas ter boa vontade e boa intenção, mas viver misericórdia do mesmo modo que o Pai. Assim sendo, Ele faz uma analogia entre o perdão que recebemos de Deus e o perdão que negamos aos nossos irmãos. Muitas vezes nos satisfazemos com a nossa oração e devoção, com o nosso serviço “desinteressado”, com a nossa participação na Igreja, na Comunidade, enfim, com a nossa vidinha aparentemente correta. No entanto, nos esquecemos de que, aos olhos de Deus, os nossos relacionamentos deixam muito a desejar. Não sabemos perdoar na mesma medida em que almejamos o perdão, exigimos dos outros, aquilo que nem nós conseguimos fazer e tratamos os nossos semelhantes com frieza, embora supliquemos o afago do Senhor. Jesus não limitou o perdão a algumas sete vezes como propôs Pedro, mas nos mandou perdoar sempre, infinitamente, não importando o tamanho da ofensa. “A nossa oração deve nos levar a compreender as consequências do amor”, se não for assim, nunca conseguiremos perdoar e dispensar as faltas de quem nos ofende. Quando nos propomos a entrar no reino dos céus, precisamos nos vestir com a veste de Jesus que é a mentalidade evangélica e deixar a capa da intolerância e da inclemência. O reino dos céus é um estado de vida em que o Espírito Santo reina em todas as esferas da nossa vida e o perdão é a porta pela qual nós adentramos nele. Perdoar sempre, em todas as circunstâncias e em qualquer situação! É esta a mensagem central do Evangelho de hoje. – Você trata os seus irmãos na mesma medida em que deseja ser tratado? – Você costuma perdoar os seus devedores da mesma forma que
é perdoado por Deus? – Você já conseguiu entrar no reino dos céus? – Você tem perdoado aos seus inimigos?

Helena Serpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

REFLETINDO SOBRE O EVANGELHO



Mateus 18,21-35

VIGÉSIMO QUARTO DOMINGO DO TEMPO COMUM

 

            No evangelho deste domingo (Mateus 18,21-35) encontramo-nos de novo com Pedro. Aliás, ele está muito presente no Evangelho de Mateus. Hoje ele fez uma pergunta sobre o perdão: “Senhor, se meu irmão pecar contra mim, quantas vezes lhe devo perdoar? Até sete vezes” ? É uma pergunta que tem até cabimento. Se vou sempre perdoando, e a pessoa vai sempre pecando de novo, parece que ela não pretende corrigir-se. É uma reincidência teimosa, que acabou prejudicando a própria comunidade. Trata-se de alguém que não leva muito a sério seu próprio pedido de perdão. Porém Jesus não está ponderando essa fraqueza do homem que errou. E, se Pedro, falando em perdoar sete vezes – sete é um número de plenitude – já está achando que está sendo muito generoso, Jesus vai muito além: “Eu não te digo sete vezes, mas setenta vezes sete vezes”. O que quer dizer perdoar sempre. O perdão, o saber-se perdoado, é um grande valor. O perdão faz outro crescer, re-animar. Faz acreditar no amor, dá uma nova chance a quem errou. Saber perdoar faz também crescer aquele que perdoa; não  faz bem a ninguém alimentar dentro de si ódio, vingança,revolta,sentir-se ofendido. Saber perdoar de coração trará paz e serenidade àquele que perdoa.

            O amor, o perdão devem romper aquele círculo de ódio e vingança. O não perdoar envenena as relações entre as pessoas, as famílias, as comunidades e  povos. Perdoar é fazer renascer para uma nova criação de fraternidade, de partilha, de paz. O ser humano de hoje não se julga culpado. Não se sente pecador. Racionaliza tudo o que faz para não reconhecer sua falta diante de Deus. Nossa auto suficiência atrapalha o reconhecimento de que somos seres imperfeitos e que erram. Esse sentimento é vivido também no relacionamento interpessoal. Por esse motivo, não fazemos a experiência profunda de sentir-nos perdoados. Há uma experiência que é recriadora, como evidenciam as curas de Jesus. Ele sempre recuperou psicologicamente a pessoa. Ensina-nos que amar é pedir perdão. E pedir perdão é devolver ao outro a alegria de ser feliz. O filme “Love Story” vulgarizou uma frase equivocada: Amar não é ter que pedir perdão. Exatamente o contrário nos mostra o Evangelho de hoje: Amar é continuar a pedir perdão. Devemos perdoar infinitamente. Quando perdoo, não perco nada, ganho a comunhão com o irmão ea realização de minha semelhança com Deus, que é minha vocação. O importante para Deus é a amizade, a comunhão, a reconciliação, a vivência de fraternidade que buscamos concretizar em nossa vida. Um feliz domingo a todos.

 

 

Pe. Raimundo Neto

Pároco de São Vicente

SANTO DO DIA - SÃO ROBERTO BELARMINO


Celebramos o grande santo jesuíta, Belarmino, que nasceu em Montepulciano, no centro da Itália, em 1542. Querido pelos pais e de muitas qualidades, era irmão de cinco religiosos, dentre os doze, que enriqueciam a família dos dedicados pais.
Quando os padres da Companhia de Jesus abriram um colégio em Montepulciano, Roberto foi um dos primeiros alunos na matrícula e no desempenho. O contato com os padres fez com que o jovem mudasse sua primeira ideia de ser médico, para inclinar-se em favor da vida religiosa jesuíta.
Depois de conseguir a permissão do pai, que ao contrário da mãe, apresentava uma certa resistência frente a opção do amável filho, Belarmino com 18 anos, iniciou e concluiu de maneira brilhante sua formação religiosa e seus estudos de filosofia e teologia, tanto que antes de ser ordenado sacerdote foi enviado como professor e pregador em Lovaina, na Bélgica, onde ficou dez anos.
Teve importante papel na aplicação do Concílio de Trento, já que ajudou na formação apologética dos teólogos e pregadores responsáveis na defesa da fé. Neste sentido Roberto, muito contribuiu ao escrever sua obra de nome “Controvérsia” e o livro chamado “Catecismo”. Em sua obra “Controvérsias”, Belarmino explana os seus três grandes amores. Trata da Palavra de Deus, de Cristo cabeça da Igreja e do Sumo Pontífice.
Era também diretor espiritual do Colégio Romano, tendo sob sua responsabilidade a formação ascética dos alunos que muito o respeitavam e admiravam. O Papa Clemente VIII o elevou a cardeal com esta motivação:
“Nós o escolhemos porque não há na Igreja de Deus outro que possa equiparar-se ele em ciência e sabedoria”.
Quando ficou muito doente em setembro de 1621, os confrades foram testemunhas do último diálogo dele com Deus: “Ó meu Deus, dai à minha alma, asas de pomba, para que possa voar para junto de vós”. Morreu no dia 17 do mesmo mês, e pelos seus escritos recebeu o título de Doutor da Igreja.
São Roberto Belarmino, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias

sábado, 16 de setembro de 2017

PADRE TOM UZHUNNALIL RELATA O SEU SEQUESTRO


ROMA,  (ACI).- Está circulando nas redes sociais um vídeo no qual o Pe. Tom Uzhunnalil publica uma mensagem a todos aqueles que rezaram a Deus pela sua libertação depois do sequestro que sofreu nas mãos do Estado islâmico (ISIS).

No início do vídeo, Pe. Tom afirmou que “Deus é grande, seu amor é eterno. A sua misericórdia é infinita. Tem um propósito para nossas vidas e tudo o que passei, definitivamente tinha um propósito”.
O sacerdote natural da Índia assegurou que recebeu “as orações e o amor de todos vocês em meu nome diante nosso Deus e Ele ultimamente respondeu”.
“Sou livre e estou feliz e grato a Deus por cada um de vocês, pelo seu amor, pela sua preocupação comigo, pelas suas orações. Que Deus abençoe cada um de vocês e abençoe todos aqueles que por Deus fizeram com que este dia fosse possível. Que Deus os abençoe junto com seus entes querido”, expressou.
“Estou feliz, sinto-me forte na minha mente e alma”, acrescentou.
O presbítero salesiano indicou que ainda precisa se recuperar das suas fraquezas físicas e afirmou que não sofre de “nenhuma doença além da diabetes. Fui visitado por médicos que estão me ajudando”.
O sacerdote também tem certeza de que “Deus me trouxe de volta à missão que quer que eu realize até quando Ele quiser”.
Em seguida, manifestou que, “ultimamente, desejo que todos vocês junto comigo louvemos a Deus em seu Reino celeste quando Ele nos chamar. Que Deus abençoe a cada um de nós”.
Pe. Tom concluiu a sua mensagem agradecendo “novamente a todos pelas suas orações, seu amor e sua preocupação”.
Este sacerdote salesiano foi libertado em 12 de setembro depois de permanecer durante 18 meses nas mãos do Estado Islâmico. Foi sequestrado pelos terroristas quando invadiram um asilo de idosos e pessoas com deficiências que era administrado por religiosas das Missionárias da Caridade em Áden, no Iêmen. Durante o ataque assassinaram quatro religiosas e doze idosos.
Em uma carta divulgada pelo Reitor Mor dos salesianos, Pe. Angel Fernández Artime, indicou que a Congregação Salesiana “não pediu o pagamento de nenhum resgate e não sabe se foi realizado nenhum tipo de pagamento”.
Além disso, agradeceu “à Sua Majestade, o Sultão de Omã e às autoridades competentes do Sultanato pelo trabalho humanitário que realizaram”.
A Santa Sé assinalou em um comunicado que o Pe. Tom “ficará hospedado por alguns dias em uma comunidade salesiana em Roma antes de voltar para a Índia”.
Na quarta-feira, 13 de setembro, o sacerdote indiano encontrou com o Papa Francisco no Vaticano. Ambos se abraçaram e o Pontífice disse que continuará rezando por ele, como fez durante o seu cativeiro.
Pe. Tom explicou que sua maior tristeza durante o cativeiro foi não poder celebrar a Eucaristia, “embora todos os dias repetisse dentro de mim, no meu coração, todas as palavras da celebração”.
Também indicou que lembra-se das religiosas e dos idosos que morreram nas mãos dos jihadistas.
Por sua parte, em uma reunião em Roma, Pe. Fernández Artime entregou ao sacerdote a sua própria cruz como “sinal de que todos os salesianos estão contigo agora e para sempre”.
Além disso, disse que a Virgem Maria e São João Bosco “fizeram tudo” para que ele fosse libertado. Quando disse-lhe “não duvido que a Mãe te acompanhou todos os dias”, Pe. Tom disse que sim.
“Meus últimos pensamentos vão para a tua família de sangue porque sofreram tanto, não duvido que viverão momentos bonitos onde estarão muito felizes pela tua presença”, manifestou o Reitor Mor dos Salesianos.

Fonte: ACI Digital

PAPA FRANCISCO AOS MISSIONÁRIOS DO S.C.J: "JAMAIS CEDER AO MAL DO CLERICALISMO"






Cidade do Vaticano (RV) – O Santo Padre recebeu, na manhã deste sábado (16/9), na Sala Clementina, 85 participantes no Capítulo Geral dos Missionários do Sagrado Coração de Jesus.
A Sociedade dos Missionários do Sagrado Coração de Jesus foi fundada em Issoudum, França, em 1854, pelo Padre Júlio Chevalier, no mesmo dia da proclamação do Dogma da Imaculada Conceição de Maria.
Em seu discursos aos Missionários, o Papa recordou o lema do Capítulo: “O Senhor guardou o melhor vinho até agora" (Jo 2,10) e explicou:
“Se, de um lado, vocês estão cientes e agradecidos pelo precioso patrimônio de projetos e obras apostólicas – que o carisma proporcionou neste século e meio de vida do Instituto... – de outro, vocês podem perceber que as suas ricas potencialidades, em benefício da Igreja e do mundo, não se esgotaram”.
Por conseguinte, continuou o Papa, vocês saberão extrair, da fonte genuína e inesgotável do seu carisma, novo impulso, escolhas corajosas, ações criativas da missão que lhes foi confiada. As mudanças atuais e os novos compromissos com a evangelização da Igreja são as condições que requerem tornam possíveis os novos modos de oferecer o “melhor vinho” do Evangelho, que causam alegria e esperança a tantas pessoas. E Francisco acrescentou:
“Se a inspiração original do Fundador era a de difundir a devoção ao Sagrado Coração de Jesus, hoje vocês a compreendem e a atualizam, mediante novas formas de obras e ações, que testemunham o amor misericordioso de Jesus a todos, sobretudo aos mais necessitados do mundo. Porém, para que isso seja possível, vocês devem retornar ao primeiro e único amor: Jesus Cristo”.
Neste sentido, o Santo Padre exortou os membros do Instituto a manter o olhar fixo no Senhor, aprendendo com Ele a amar com o coração humano, a buscar e a cuidar das ovelhas perdidas e feridas, a trabalhar pela justiça e a solidariedade entre os mais fracos e pobres, dando esperança e dignidade aos deserdados. E os exortou:
“Enviando-os como Missionários ao mundo, eis o primeiro Evangelho que a Igreja lhes confia: mostrar, com as suas obras, o amor apaixonado e terno de Deus com os mais pequeninos, os últimos, os indefesos, os descartados da terra”.
Aqui, Francisco falou da falta de vocações, mas também da necessidade de dar uma formação cristã à juventude, ulterior expressão do carisma do Instituto. A emergência educativa é uma das fronteiras da missão evangelizadora da Igreja. O Papa concluiu exortando os membros da Congregação dos Missionários do Sagrado Coração de Jesus, que conta com um grupo consistente de Irmãos:
“Peço-lhes que nunca cedam ao mal do clericalismo, que distancia o povo e, especialmente, os jovens da Igreja... Vivam entre vocês uma verdadeira fraternidade, apesar da diversidade, que valoriza a riqueza de cada um. Não tenham medo de incrementar a comunhão com os leigos e com a família carismática, inclusive as Religiosas do Instituto”.
Por fim, Francisco abençoou a todos em nome do Sagrado Coração de Jesus. (MT)(from Vatican Radio)
Fonte: Rádio Vaticano