terça-feira, 27 de junho de 2017

"DEUS NOS SURPREENDE SEMPRE E O PAPA FRANCISCO TAMBÉM", DISSE O PRESIDENTE DA CNBB REFERINDO-SE À BRINCADEIRA DO PAPA




“Deus nos surpreende sempre e o Papa Francisco também”, disse presidente da CNBB referindo-se à brincadeira do papa
O papa Francisco presidiu hoje, 27 de junho, na capela Paulina, no Vaticano, missa em ação de graças pelos seus 25 anos de ordenação episcopal. Entre os concelebrantes estava o arcebispo de Brasília (DF) e presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), cardeal Sergio da Rocha.
Durante a homilia, o pontífice refletiu sobre três imperativos inseridos no diálogo entre Deus e Abraão: levantar-se, olhar e esperar. Expressões que marcam não só o caminho que Abraão deve percorrer, mas também a sua atitude interior.
O Papa acrescentou ainda que o Senhor pede aos avôs da Igreja que tenham a vitalidade para dar aos jovens, sem se fechar, para oferecer à juventude o melhor, para levar avante a profecia e o trabalho. “Peço ao Senhor que dê a todos nós esta graça, também para quem ainda não é avô, como o presidente do Brasil (referindo-se ao presidente da CNBB, cardeal Sergio da Rocha), que é um jovenzinho, mas você chegará lá. A graça de ser avô, a graça de sonhar e dar esse sonho aos nossos jovens, eles precisam disso”, disse.
O presidente da CNBB, cardeal dom Sergio Rocha, se disse surpreso com a referência do pontífice. “Deus nos surpreende sempre e o Papa Francisco também”, afirmou. Após a celebração, o cardeal dom Sergio, disse que, além de agradecer a ele e transmitir as orações e o abraço carinhoso dos brasileiros, falou ao santo padre que um cardeal considerado mais jovem tem muito mais a aprender com os que são avós. “Espero poder continuar a aprender com o Papa Francisco”, ressaltou.
Segundo o cardeal, os 25 anos de episcopado do papa são motivo de esperança e louvor a Deus. “O Papa Francisco tem nos ensinado muito através de suas palavras e, de modo especial, por gestos concretos de simplicidade e misericórdia, dentre tantos outros”, disse.
O presidente da CNBB está em Roma para participar do Consistório para a criação de novos cardeais, na tarde do dia 28 e também para a missa da entrega do pálio aos arcebispos nomeados no último ano, que será na manhã do dia 29, celebração de São Pedro e São Paulo.“Como presidente da CNBB, vim também para uma breve visita ao Pontificio Colégio Pio Brasileiro. Apesar das muitas atividades, é uma visita breve. Estar em Roma nos faz sentir ainda mais unidos ao Papa Francisco e a Igreja no mundo inteiro”, disse.
O papa chamou a atenção para como são tratados os idosos na Igreja. “Quem não nos quer bem, diz: ‘somos a gerontocracia da Igreja’. É uma zombaria, não sabe o que diz. Não somos gerontes, somos avôs. E se não sentimos isso, devemos pedir a graça de senti-lo. Avôs para quais os netos olham e esperam de nós a experiência sobre o sentido da vida. Avôs não fechados. Somos avôs chamados a sonhar e dar o nosso sonho à juventude de hoje, que necessita disso, porque tirarão dos nossos sonhos a força para profetizar e levar avante a sua missão”, disse.

À DELEGAÇÃO DO PATRIARCADO ECUMÊNICO POR OCASIÃO DA FESTA DOS SANTOS PEDRO E PAULO -A PROFECIA DA ÚNICA COMUNHÃO


Por ocasião da solenidade dos santos apóstolos Pedro e Paulo, o Papa Francisco recebeu em audiência na manhã de terça-feira, 27 de junho, uma delegação do Patriarcado ecuménico de Constantinopla. Enviada a Roma segundo a tradição por Bartolomeu, a delegação foi guiada pelo arcebispo Job de Telmessos, co-presidente da Comissão mista internacional para o diálogo teológico entre a Igreja católica e a Igreja ortodoxa, acompanhado pelos reverendos Ambrosios Chorozidis e Agathanghelos Siskos, respetivamente grão-sincelo e bibliotecário do Patriarcado ecuménico.
Sucessivamente o Pontífice convidou a delegação para o almoço.
L’accoglienza del patriarca Atenagora a Paolo vi all’aeroporto di Istanbul (25 luglio 1967)
«A vossa presença – disse o Pontífice – oferece-me a agradável oportunidade de recordar que este ano se comemora o cinquentenário da visita do Beato Paulo VI ao Fanar em julho de 1967, e da visita do Patriarca Atenágoras, de venerada memória, a Roma em outubro do mesmo ano. O exemplo destes Pastores corajosos e clarividentes, movidos unicamente pelo amor a Cristo e à sua Igreja, encoraja-nos a prosseguir no nosso caminho rumo à plena unidade. Há cinquenta anos as duas visitas foram eventos que suscitaram imensa alegria e entusiasmo nos fiéis das Igrejas de Roma e de Constantinopla e contribuíram para amadurecer a decisão de enviar delegações para as respetivas festas patronais, o que continuamos a fazer até hoje». O Papa recordou também que no próximo mês de setembro em Leros, na Grécia, se reunirá o Comité de coordenação da Comissão mista internacional para o diálogo teológico entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa. «Desejo – disse – que esta reunião, num clima espiritual de escuta da vontade do Senhor e na viva consciência do caminho que muitos fiéis católicos e ortodoxos em várias partes do mundo já percorrem juntos, seja rica de bons resultados para o futuro do diálogo teológico».

Fonte:  L’Osservatore Romano

PROCISSÃO DE NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO



A comunidade Véu de Maria para Jesus, está convidando a todos os devotos para participarem da procissão em honra a padroeira da Comunidade - Nossa Senhora do Perpétuo do Socorro, saindo às 19 de hoje,
da praça do João XXIII até a Comunidade Véu de Maria para Jesus com os Dez Mandamentos, sediada na RUA LUIZ DE CASTRO nº 390, João XXIII. Será jhoje, dia  27 de junho às 19 horas. A comunidade espera todos. 

NOTA DE FALECIMENTO DO PADRE GERARDO H. VAN ROOYEN



É com pesar que comunicamos o falecimento de PADRE GERARDO HENRIQUE VAN ROOYEN, ocorrido ontem (26), às 23h30, no Hospital da Unimed, Fortaleza onde estava internado já alguns dias. O velório será no Santuário São Geraldo Magela em Beberibe, onde morava atualmente. A missa de corpo presente será às 16h e logo após o sepultamento. O Santuário São Gerado Magela fica na Rua São Gerardo, bairro Planalto Beberibe, em Beberibe.
Padre Gerardo nasceu em 2 de agosto de 1927, em Jutphaas Germennt st. Nieuwegein, Holanda. Filho de Adrianus Joanes Van Rooyen e Cornélia Adriana Van Hazendoni. Ordenou sacerdote em 3 de janeiro de 1962.
Funções ministeriais e outras funções que exerceu:
Foi Vigário de Beberibe (1973 – 1992);
Pároco de Paramoti (1992);
Diretor do Hospital e Maternidade Monsenhor Dourado;
Ecônomo e professor do Seminário Sacramentino em Capuan, Caucaia.
Na Arquidiocese de Fortaleza até então tinha a provisão de Vigário Paroquial da Paróquia de Beberibe e da paróquia de Sucatinga.

ENCERRAM-SE HOJE OS FESTEJOS EM HONRA A NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO



Com uma procissão conduzida pelo Terço dos Homens, que percorrerá algumas ruas nas imediações da Capela, que fica próxima ao Iguatemi,  ficam encerrados hoje, os festejos em honra a Nossa Senhora do  Perpétuo Socorro.

Depois da procissão, que tem seu início programado para às 19horas, será celebrada uma missa presidida pelo  vigário paroquial, padre Juan Carlos, que retornou de sua viagem a Colômbia.

QUADRILHA

Faz parte ainda da programação da festa, uma apresentação da quadrilha do Zé Testinha e mais bingo, rifas, bazar e músicas juninas e barracas com comidas típicas, como bolos, pé de moleque, vatapá, baião de dois.

TRÍDUO


O tríduo em honra a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro ficou encerrado na noite passado, dia 26 de junho, com Adoração ao Santíssimo, terço mariano e uma celebração eucarística, presidida pelo monsenhor Idelfonso.

FRANCISCO: NÃO À GERONTOCRACIA NA IGREJA, SEJAMOS SONHADORES PARA OS JOVENS




O Papa Francisco celebrou os seus 25 anos de ordenação episcopal com uma Missa concelebrada com os Cardeais presentes em Roma na Capela Paulina, do Vaticano. De brasileiros, estavam presentes os Cardeais João Braz de Aviz, Cláudio Hummes, Raymundo Damasceno Assis e Sérgio da Rocha.

Na sua homilia, comentando a primeira leitura, o Pontífice falou de três imperativos inseridos no diálogo entre Deus e Abraão: levantar-se, olhar e esperar. Expressões que marcam não só o caminho que Abraão deve percorrer, mas também a sua atitude interior.

Levantar-se significa não ficar parado, realizar a missão em caminho e o símbolo é a tenda. Olhar é fixar o horizonte, cuja mística consiste em estar cada vez mais distante enquanto se avança. Esperar é a força de ir avante, com o ânimo de um “escoteiro”. “A esperança não tem muros”, disse o Papa.

“O Senhor hoje nos diz o mesmo: levante-se, olhe e espere. Essa palavra de Deus vale também para nós, que temos quase a mesma a idade de Abraão”, brincou Francisco, que pediu aos Cardeais não fechem a sua vida e a sua história:

“Quem não nos quer bem, diz: ‘somos a gerontocracia da Igreja’. É uma zombaria, não sabe o que diz. Não somos gerontes, somos avós. E se não sentimos isso, devemos pedir a graça de senti-lo. Avôs para quais os netos olham e esperam de nós a experiência sobre o sentido da vida. Avôs não fechados. Para nós, ‘levante-se, olhe e espere’ se chama sonhar. Somos avôs chamados a sonhar e dar o nosso sonho à juventude de hoje, que necessita disso, porque tirarão dos nossos sonhos a força para profetizar e levar avante a sua missão.”

O Senhor, acrescentou o Papa, pede aos avôs da Igreja que tenham a vitalidade para dar aos jovens, sem se fechar, para oferecer à juventude o melhor, para levar avante a profecia e o trabalho.

“Peço ao Senhor que dê a todos nós esta graça, também para quem ainda não é avô, como o presidente do Brasil (referindo-se ao presidente da CNBB, Dom Sérgio da Rocha), que é um jovenzinho, mas você chegará lá. A graça de ser avós, a graça de sonhar e dar esse sonho aos nossos jovens, eles precisam disso.”

Antes da bênção final, o Papa Francisco agradeceu aos Cardeais “por esta oração comum neste aniversário”, pedindo o perdão pelos seus pecados e a perseverança na fé, na esperança e na caridade.

Ordenação em Buenos Aires

O Padre Jorge Mario Bergoglio soube que seria Bispo Auxiliar de Buenos Aires no 13 de maio de 1992, notícia que foi aprovada oficialmente por João Paulo II uma semana depois, no dia 20.

No dia 27 de junho daquele mesmo ano, 1992, recebeu a ordenação episcopal na Catedral de Buenos Aires das mãos do Cardeal Antonio Quarracino, então Arcebispo da capital argentina. (BS/SJ)(from Vatican Radio)

Fonte: Rádio Vaticano

PAPA AOS ORTODOXOS: PROFUNDA CONSONÂNCIA DE VISÃO SOBRE OS DESAFIOS




Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco recebeu em audiência na manhã desta terça-feira a delegação do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, presente em Roma por ocasião da Festa dos Santos Pedro e Paulo. O Papa agradeceu Sua Santidade o Patriarca Bartolomeu e o Santo Sínodo, por terem “enviado” os “queridos irmãos” como seus representantes para compartilhar “a nossa alegria desta festa”.


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Pedro e Paulo, disse o Papa, discípulos e apóstolos de Jesus serviram o Senhor com estilos diferentes e de modos diferentes. Todavia, mesmo na diversidade, ambos testemunharam o amor misericordioso de Deus Pai, do qual, ao seu modo, cada um fez uma profunda experiência, chegando a oferecer em sacrifício a própria vida.

Francisco recordou em seguida que por isso, desde os tempos antigos, a Igreja no Oriente e no Ocidente reúne em uma só celebração a memória do martírio de Pedro e de Paulo. Em seguida falando da presença da delegação de Constantinopla em Roma o Papa acrescentou:

“O intercâmbio de delegações entre a Igreja de Roma e a Igreja de Constantinopla, por ocasião das respectivas festividades patronais, aumenta em nós o desejo de restabelecer a plena comunhão entre católicos e ortodoxos, que já antecipam no encontro fraterno, na oração partilhada e no comum serviço ao Evangelho”.

A experiência do primeiro milênio, - continuou o Papa - em que os cristãos do Oriente e do Ocidente participavam da mesma mesa eucarística, de um lado preservando juntos as mesmas verdades de fé, e do outro, cultivando várias tradições teológicas, espirituais e canônicas compatíveis com o ensinamento dos Apóstolos e dos Concílios ecumênicos, é ponto de referência necessário e fonte de inspiração para a busca do restabelecimento da plena comunhão nas atuais condições, comunhão que não seja uniformidade homologada.

O Santo Padre disse ainda que a presença da Delegação de Constantinopla oferece a oportunidade para recordar que este ano se celebram os 50 anos da visita do Beato Paulo VI ao Fanar, em julho de 1967, e da visita do Patriarca Athenágoras a Roma, em outubro daquele mesmo ano.

“O exemplo desses corajosos pastores, movidos unicamente pelo amor a Cristo e sua Igreja, nos encoraja a prosseguir no nosso caminho em direção à plena unidade”.

Francisco recordou ainda o recente encontro no Cairo com o Patriarca Bartolomeu, onde – disse -, “pude constatar mais uma vez a profunda consonância de visão sobre alguns desafios que tocam a vida da Igreja e do mundo contemporâneo”.

No próximo mês de setembro em Leros, na Grécia, irá se reunir o Comitê de Coordenação da Comissão mista internacional para o diálogo teológico entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa. “Faço votos que esta reunião, disse Francisco, em um clima espiritual de escuta da vontade do Senhor e na viva consciência do caminho que muitos fiéis católicos e ortodoxos em várias partes do mundo já realizam juntos, seja rica de bons resultados para o futuro do diálogo teológico".

O Papa concluiu pedindo que se rezem uns pelos outros para que o Senhor “nos conceda de sermos instrumentos de comunhão e de paz, confiando na intercessão dos Santos Pedro e Paulo e de Santo André”. Pediu ainda que continuem a rezar por ele.

A delegação presente no Vagticano nestes dias é guiada pelo Arcebispo de Telmessos, metropolita Job, nomeado ano passado copresidente da Comissão mista internacional para o diálogo entre as Igrejas ortodoxas e a Igreja católica. (SP)(from Vatican Radio)

Fonte: Rádio Vaticano

PAPA FRANCISCO : CÂNCER, FAMÍLIAS PRECISAM SER ACOMPANHADAS NO CAMINHO DE PREVENÇÃO




Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco recebeu em audiência, nesta segunda-feira (26/06), na Sala Clementina, no Vaticano, cerca de 150 membros da Liga Italiana Contra o Câncer.


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Segundo Francisco, essa instituição é uma riqueza para a sociedade italiana, pois com a variedade de seus serviços, “forma nas pessoas e nas famílias um estilo de prevenção, favorecendo a mentalidade de que a prevenção oncológica é primeiramente um estilo de vida”. Depois, junto com várias realidades na Itália, esse organismo “alimenta o voluntariado, expressão emblemática da gratuidade que deve incidir cada vez mais na vida cotidiana”.

Cultura da vida

“É necessário difundir uma cultura da vida, formada de atitudes, comportamentos. Uma verdadeira cultura popular, séria, acessível a todos, não baseada em interesses comerciais. As famílias precisam ser acompanhadas no caminho de prevenção. Um caminho que envolve as várias gerações num pacto solidário. Um caminho que valoriza a experiência de quem viveu, com os próprios familiares, o percurso cansativo da patologia oncológica.”

O Papa definiu como preciosa a colaboração de voluntariado da Liga Italiana Contra o Câncer com as estruturas de saúde, públicas e privadas, e também a ajuda oferecida às famílias na vida cotidiana muitas vezes marcada pelo estresse e assistência contínua aos doentes.

Periferia

Segundo Francisco, esse último aspecto é um testemunho em sintonia com a comunidade eclesial “chamada por vocação e missão ao serviço a quem sofre e a vivê-lo segundo o binômio tipicamente cristão da humildade e do silêncio. O bem que se cumpre é eficaz sobretudo quando é feito sem procurar recompensa e sem aparecer nas situações concretas da vida cotidiana”.

Nesse serviço, se exerce também um deslocamento rumo às periferias.

“A periferia, de fato, é cada homem e mulher que vive numa condição de marginalização. A periferia é toda pessoa obrigada a viver às margens da sociedade e das relações, sobretudo quando a doença quebra os ritmos habituais, como no caso das patologias oncológicas. A periferia chama em causa a responsabilidade de cada um de nós, porque todo cristão, como toda pessoa animada pelo desejo da verdade e do bem, é um instrumento consciente da graça.”

Riqueza

Segundo o Papa, o cuidar de um doente “é uma riqueza inestimável para a sociedade: recorda a toda comunidade civil e eclesial de não ter medo da proximidade, não ter medo da ternura, não ter medo de gastar tempo com laços que ofereçam e recebam apoio e conforto recíproco, espaços de solidariedade autênticos e não formais”.

O Papa ressaltou que a saúde é um bem primário e fundamental de cada pessoa, e desejou que a prevenção do câncer possa ser estendida a todos, através da colaboração entre os serviços públicos e privados, e iniciativas da sociedade civil e caritativas.(MJ)(from Vatican Radio)

Fonte: Rádio Vaticano

EVANGELHO DO DIA


Mateus 7,6.12-14

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.Glória a vós, Senhor.Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 6“Não deis aos cães as coisas santas, nem atireis vossas pérolas aos porcos; para que eles não as pisem com o pés e, voltando-se contra vós, vos despedacem.12Tudo quanto quereis que os outros vos façam, fazei também a eles. Nisto consiste a Lei e os Profetas. 13Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso é o caminho que leva à perdição, e muitos são os que entram por ele! 14Como é estreita a porta e apertado o caminho que leva à vida! E são poucos os que o encontram”!— Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE


27/06/2017 - 3ª feira da 12ª Semana Tempo Comum

Gênesis 13, 2.5-18 - "Não deve haver discórdia entre nós "

 Nesta leitura Abrão nos ensina a superar as diferenças existentes entre nós e as pessoas da nossa convivência e nos dá o exemplo de como podemos evitar discórdias. Com ele nós aprendemos que é melhor ceder para alguém uma parte do que nos foi dado, do que, apossados de tudo, viver em desarmonia e litígio com as pessoas a quem mais amamos. Assim, pois, ele não se importou em colocar disposição do seu sobrinho Lot, a terra que o Senhor lhe concedera. A cada um de nós está reservado um “espaço” para que possamos realizar a nossa missão dentro do plano de Deus. Recebemos de Deus, os dons, os bens e os talentos, armas necessárias para que ponhamos em prática o grande desafio da nossa vida que é o bom relacionamento entre nós e os nossos irmãos e irmãs. Cada um de nós tem em si as riquezas pertinentes ao seu modo de ser e, por isso, devemos respeitar o pensamento e as opiniões uns dos outros. Às vezes nós insistimos em querer mudar as pessoas que convivem conosco e tentamos com que elas tenham o mesmo pensamento que nós e lutamos para que permaneçamos juntos no mesmo ideal, tendo os mesmos objetivos. Por isso, surgem os conflitos de opiniões, as divergências que terminam em litígio, em separação dolorosa. Além do mais dentro do plano de Deus cada um tem o seu lugar, a sua terra e o seu próprio quinhão. Viver em harmonia e em paz dentro da nossa realidade é o que deseja para nós, o Senhor. Assim também, nós devemos fazer, pois como diz a palavra: "Não deve haver discórdia entre nós e entre os nossos pastores, pois somos irmãos!" - Como é a sua relação com as pessoas que convivem com você? - Você insiste em querer mudá-las para que se adaptem ao seu modo de pensar e continuem convivendo? - Você é uma pessoa possessiva, ciumenta? - Você sabe dar o "seu ao seu dono"?

Salmo 14 - "Senhor, quem morará em vosso monte santo?"

O salmista descreve as características dos que habitam na casa do Senhor: “quem em nada prejudica o seu irmão; quem não empresta o seu dinheiro com usura, mas honra os que respeitam o Senhor e não se deixa subornar contra o inocente." O desejo da nossa alma é morar no monte santo do Senhor, por isso nós buscamos a santidade e a justiça de Deus. Porém, é nos nossos relacionamentos que nós demonstramos se estamos à procura do monte santo de Deus. Se, assim estivermos vivendo jamais vacilaremos, estamos no caminho certo.

Evangelho - Mateus 7, 6.12-14 - " A porta estreita é a vivência do amor,"

Jesus nos motiva a ter coerência nas nossas atitudes para não desperdiçar o bem precioso que temos nas mãos. Somos cristãos, carregamos em nós a riqueza do Espírito Santo o qual nos dá dons preciosos para que possamos caminhar firmes na no seguimento de Jesus e, por isso, não devemos nos expor às investidas da mentalidade mundana sem estar preparados. Muitas vezes banalizamos as coisas de Deus e perdemos o nosso precioso tempo discutindo e medindo forças com pessoas que não têm conhecimento de Deus e querem nos influenciar e destruir a nossa fé e a nossa esperança nas promessas divinas. Assim fazendo nós estamos dando aos porcos as nossas pérolas. Precisamos, portanto, aproveitar bem o que o Senhor colocou à nossa disposição. A Palavra de Deus é um tesouro e ao mesmo tempo uma arma que Deus coloca a nosso favor, por isso, precisamos sempre estar fundamentados nos Seus ensinamentos para viver em harmonia com Deus e os nossos irmãos. Algumas pessoas confundem os ensinamentos do Evangelho e vulgarizam a Palavra de Deus de acordo com as suas conveniências. Quando preservamos os ensinamentos do Evangelho nós aprendemos a desejar para o outro aquilo que desejaríamos também para nós. As nossas atitudes com os nossos irmãos, as nossas ações diante dos apelos do mundo que nos acena com as coisas fáceis e ilusórias nos mostram se estamos realmente fazendo o itinerário do caminho que nos leva à vida. A porta estreita é a porta dos ensinamentos evangélicos, difíceis de vivenciar, mas que nos levam à vida eterna. O homem que tem uma vida “fácil” perde-se também com facilidade, porque coloca a sua alma naquilo que só dá prazer. Muitas vezes queremos seguir o caminho mais fácil, que nos custa menos, no entanto, é a estrada que nos leva a perdição. A porta estreita é a vivência do amor, é o amor vivido em atos concretos. A porta larga é o egoísmo, o querer só para si esquecendo que a Lei e os Profetas consistem em amar a Deus e ao próximo como a si mesmo. - Você costuma banalizar a Palavra de Deus dizendo que as coisas mudaram? - Você brinca com as coisas santas? - Você conta anedotas que vulgarizam as coisas santas - O que você faz quando as pessoas o (a) desestimulam, e questionam a ação de Deus na sua vida? – Você confia no Senhor mesmo quando todos à sua volta dizem o contrário? – Você costuma discutir as coisas de Deus com pessoas alheias ao assunto, querendo convencê-las?

Helena Serpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

SANTO DO DIA - NOSSA SENHORA DO PERPÉTUO SOCORRO


A devoção à Nossa Senhora do Perpétuo Socorro começou a ser propagada a partir de 1870 e espalhou-se por todo o mundo. Trata-se de uma pintura do século XIII, de estilo bizantino. Segundo a tradição, foi trazida de Creta, Grécia, por um negociante. E, desde 1499, foi honrada na Igreja de São Mateus in Merulana.
Em 1812, o velho Santuário foi demolido. O quadro foi colocado, então, num oratório dos padres agostinianos. Em 1866, os redentoristas obtiveram de Pio IX o quadro da imagem milagrosa. Nossa Senhora do Perpétuo Socorro foi colocada na Igreja de Santo Afonso, em Roma. De semblante grave e melancólico, Nossa Senhora traz no braço esquerdo o Menino Jesus, ao qual o Arcanjo Gabriel apresenta quatro cravos e uma cruz. Ela é a senhora da morte e a rainha da vida, c, o socorro seguro e certo dos que a invocam com amor filial.
Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias

segunda-feira, 26 de junho de 2017

DEVOÇÃO MUNDIAL TEM GRANDE ADESÃO DE BRASILEIROS EM TODOS OS ESTADOS E NO DF



Festa litúrgica desta terça-feria, 27 de junho, traz ícone bizantino da Virgem da Paixão, conhecida no mundo inteiro como Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, é venerado no Brasil de norte a sul. Considerando apenas algumas paróquias a dedicadas a esse título de Maria nas arquidioceses das capitais dos 26 estados e do Distrito Federal, encontram-se os seguintes registros: Em Manaus (AM), é paróquia do Pe. José Amarildo Luciano da Silva e fica no bairro Educandos; em Brasília (DF), se localiza no Lago Sul, sob o cuidado dos missionários redentoristas, na Ceilândia sob os cuidados dos Frades Capuchinos e um grande Santuário em Taguatinga, cuidado pelos Claretinos; Em Belém (PA) está no bairro dos Telégrafos; em Macapá, Pe. José Cláudio Gomes Barros é pároco de uma paroquia dedicada a esse título desde 1964; em Porto Velho (RO), é a única igreja que olha para o rio; na diocese de Rio Branco (AC), se localiza na estada do Mutum, no bairro do Alto Alegre.
Em Boa Vista (RR) não tem paróquia a ela dedicada, mas se faz a novena à Nossa Senhora do Perpetuo Socorro na paróquia Igreja de São Francisco; um outro bloco, desta vez de dez capitais, com suas paróquias dedicadas à Mãe do Perpétuo Socorro: São Luís (MA): na Cohab; Fortaleza (CE): várias comunidades e paróquia no bairro de Mondubim; Natal (RN): no bairro de Quintas; Teresina (PI); localiza-se no bairro de Mafrense; Recife (PE): está no bairro da Madalena; João Pessoa (PB): está localizada no bairro Altiplano Cabo Branco; Maceió (AL): há mais de uma paróquia com essa dedicação, mas uma delas fica no bairro de Socorro; Aracajú (SE): está no bairro de São Conrado e em Salvador (BA), fica na Mata Escura.
As últimas onze capitais: Belho Horizonte (MG): há várias, uma delas no bairro de Boa vista; Rio de Janeiro (RJ): está localizada no bairro do Grajaú; Curitiba (PR): o santuário se localiza no Alto da Glória; Florianópolis (SC): no centro da cidade de Guabiruba; Porto alegre (RS): paróquia dirigida por Pe. Carlos Gustavo Haas; São Paulo (SP): várias, mas uma delas se encontra no Jardim Paulistano, aos cuidados dos Redentoristas; Campo Grande (MS): ao lado da Cúria Arquidiocesana, encontra-se o santuário dedicado à Nossa Senhora do Perpétuo Socorro; Cuiabá (MT): encontra-se no Jardim santa Amália; Goiânia (GO): uma paróquia e um Santuário que reúne quase 20 mil pessoas todas as terças-feiras, para as novenas em louvor à Nossa Senhora; Palmas (TO): a paróquia está situada no Jardim Aureny IV.
O que o Ícone representa?
A resposta é dos responsáveis do Santuário Nossa Senhora do Perpétuo Socorro de Curitibaq: “Ícone é o nome dado a uma pintura que, não sendo apenas um quadro ou uma obra de arte, é carregada de significados sagrados e leva seu observador à oração. O Ícone de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro é formado por quatro figuras: Nossa Senhora, o Menino Jesus e dois arcanjos. A aparição dos arcanjos com uma lança e a cruz mostram ao Menino Jesus os instrumentos de sua Paixão. Assustado corre aos braços da Mãe. Por causa do movimento brusco desamarra a sandália. Maria o acolhe com ternura e lhe transmite segurança. O olhar de Nossa Senhora não se dirige ao Menino, mas a nós. Porém, sua mão direita nos aponta Jesus, o Perpétuo Socorro. As mãos de Jesus estão nas mãos de Maria. Gesto de confiança do Filho que se apóia na Mãe. Na riqueza de seus símbolos, o ícone bizantino tem ainda muito a revelar”.

 Fonte: CNBB

A HERANÇA MISSIONÁRIA DE PEDRO




Padre Geovane Saraiva*
O convite de Jesus ao humilde pescador Simão foi maravilhoso e transformador, começando pelo nome, que de Simão passou a ser chamado de Pedro. É o Reino de Deus, anunciado por Jesus de Nazaré com características claras e definidas, que foi assimilado por Pedro no serviço da justiça e da caridade para com os irmãos. Coube a ele compreender a necessidade do testemunho, na fidelidade a Deus, afastando-se da ilusão do poder de um Messias triunfalista, conquistador e guerreiro, que, com certeza, logo restauraria o poder temporal em Israel fora de suas cogitações.
A obra redentora de Deus, em sua indizível bondade, ternura e mistério de amor, fazendo-se homem, quis e quer eternizar a criatura humana, restaurando-a e reconciliando-a consigo. É dentro desse contexto que a Igreja comemora São Pedro, homem simples e humilde, profundamente marcado pela graça de Deus, que, para os seguidores do Filho de Deus, no decorrer dos séculos, foi imprescindível, ao marcar e personificar a Igreja de um modo ininterrupto em toda a sua história. Pedro é a pedra que se traduz pela fé no serviço generoso, custe o que custar, muitas vezes doando a própria vida.
A amorosa exigência de Jesus foi no sentido vê-lo totalmente voltado ao serviço do Reino de Deus, convocando-o a fazer parte do número daqueles que seriam missionários a serviço do Mestre Divino e que perpetuariam Seu ministério, após sua partida para o Pai. Ele nos recorda a Igreja instituição com o poder recebido de Deus, na missão de “ligar e desligar”, de ficar à frente da exigente e fascinante incumbência de continuar, com dignidade e responsabilidade, o trabalho de santificar, ensinar e governar o rebanho do Senhor. Na conjuntura da solenidade de São Pedro, guardemos as palavras de Jesus aos discípulos, de não ter medo, que, segundo o Papa Francisco, “nas dificuldades do testemunho cristão do mundo, nunca somos esquecidos, mas sempre assistidos pela solicitude atenta do Pai”.
Após o chamado do seu Mestre e Senhor, com Ele conviveu, participou do privilégio de sua amizade e integrou como o primeiro no Colégio dos Apóstolos. Testemunhou, com os próprios olhos, a vida, a morte e a ressurreição do Senhor Jesus, confessando com a própria boca: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo!”, recebendo, da parte de Jesus, um grande elogio: “Feliz és tu, Simão, porque não foi a carne nem o sangue que te revelaram isso, mas o meu Pai que está nos céus” (cf. Mt 16, 16-17).  Por fim, o que acontece com Jesus repete-se com Pedro, sendo crucificado, mas de cabeça para baixo, julgando-se indigno de morrer do mesmo modo que seu Mestre e Senhor.


*Pároco de Santo Afonso, Jornalista, Vice-Presidente da Previdência Sacerdotal, integra a  Academia Metropolitana de Letras de Fortaleza – geovanesaraiva@gmail.com

PAPA FRANCISCO: CRISTÃO NÃO PRECISA DE HORÓSCOPO, ABERTO ÀS SURPRESAS DE DEUS





Cidade do Vaticano (RV) - O Papa Francisco celebrou a missa, nesta segunda-feira (26/06), na capela da Casa Santa Marta.

“O cristão verdadeiro não é aquele que se instala e fica parado, mas aquele que confia em Deus e se deixa guiar num caminho aberto às surpresas do Senhor”, frisou o Pontífice em sua homilia.


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Citando a Primeira Leitura, extraída do Livro do Gêneses, Francisco refletiu sobre Abraão, pois nele “há o estilo da vida cristã, o estilo nosso como povo”, baseado em três dimensões: o despojamento, a promessa e a bênção. “O Senhor exorta Abraão a sair de seu país, de sua pátria, da casa de seu pai”, recordou o Papa:

“O ser cristão tem sempre esta dimensão do despojamento que encontra a sua plenitude no despojamento de Jesus na Cruz. Sempre há um vai, um deixa, para dar o primeiro passo: ‘Sai da tua terra, da tua família e da casa do teu pai’. Se fizermos memória veremos que nos Evangelhos a vocação dos discípulos é um ‘vai’, ‘deixa’ e ‘vem’. Também nos profetas, não é? Pensemos a Eliseu, trabalhando a terra: ‘Deixa e vem’.”

“Os cristãos”, acrescentou o Papa, “devem ter a capacidade de serem despojados, caso contrário não são cristãos autênticos, como não são aqueles que não se deixam despojar e crucificar com Jesus. “Abraão “obedeceu pela fé”, partindo para a terra a ser recebida como herança, mas sem saber o destino preciso:

“O cristão não tem um horóscopo para ver o futuro. Não procura a necromante que tem a bola de cristal, para que leia a sua mão. Não, não. Não sabe aonde vai. Deve ser guiado. Esta é a primeira dimensão de nossa vida cristã: o despojamento. Mas, por que o despojamento? Para uma ascese parada? Não, não! Para ir em direção a uma promessa. Esta é a segunda. Somos homens e mulheres que caminham para uma promessa, para um encontro, para algo, uma terra, diz a Abraão, que devemos receber como herança.”

No entanto, enfatizou Francisco, Abraão não edifica uma casa, mas “levanta uma tenda”, indicando que “está a caminho e confia em Deus”, portanto, constrói um altar “para adorar ao Senhor”. Então, “continuar a caminhar” é estar “sempre em caminho”:

“O caminho começa todos os dias na parte da manhã; o caminho de confiar no Senhor, o caminho aberto às surpresas do Senhor, muitas vezes não boas, muitas vezes feias – pensemos em uma doença, uma morte - mas aberto, pois eu sei que Tu me irás conduzir a um lugar seguro, a um terra que preparaste para mim; isto é, o homem em caminho, o homem que vive em uma tenda, uma tenda espiritual. Nossa alma, quando se ajeita muito, se ajeita demais, perde essa dimensão de ir em direção da promessa e em vez de caminhar em direção da promessa, carrega a promessa e possui a promessa. E não deve ser assim, isso não é realmente cristão”.

“Nesta semente de início da nossa família” cristã, observou o Papa, aparece outra característica, a da bênção: isto é, o cristão é um homem, uma mulher que “abençoa”, que “fala bem de Deus e fala bem dos outros” e que  “é abençoado por Deus e pelos outros” para ir para frente. Este é o esquema da “nossa vida cristã”, porque todo mundo, “também” os leigos, devemos “abençoar os outros, falar bem dos outros e falar bem a Deus dos outros”. Muitas vezes, acrescenta o Pontífice, estamos acostumados “a não falar bem” do próximo, quando - explica – “a língua se move um pouco como quer”, em vez de seguir o mandamento que Deus confia ao nosso pai” Abraão, como “síntese da vida”: de caminhar, deixando-se “despojar” pelo Senhor e confiando em suas promessas, para sermos irrepreensíveis. Enfim, concluiu Francisco, a vida cristã é “tão simples”. (MJ-SP) (from Vatican Radio)

Fonte: Rádio Vaticano

EVANGELHO DO DIA


Mateus 7,1-5
 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.  Glória a vós, Senhor.Naquele tempo disse Jesus aos seus discípulos: 1“Não julgueis e não sereis julgados. 2Pois, vós sereis julgados com o mesmo julgamento com que julgardes; e sereis medidos, com a mesma medida com que medirdes.3Por que observas o cisco no olho do teu irmão, e não prestas atenção à trave que está no teu próprio olho? 4Ou, como podes dizer a teu irmão: ‘Deixa-me tirar o cisco do teu olho’, quando tu mesmo tens uma trave no teu? 5Hipócrita, tira primeiro a trave do teu próprio olho e então enxergarás bem para tirar o cisco do olho do teu irmão”.— Palavra da Salvação.