quinta-feira, 16 de agosto de 2018

EVANGELHO DO DIA


Mateus 18,15-20

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus. Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 15“Se teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, à sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. 16Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. 17Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como se fosse um pagão ou um pecador público.18Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. 19De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isto vos será concedido por meu Pai que está nos céus. 20Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome eu estou ali, no meio deles”.— Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE



16 DE AGOSTO DE 2018
QUINTA-FEIRA DA DÉCIMA NONA SEMANA
DO TEMPO COMUM
Cor Verde

1ª. Leitura – Ez 12, 1-12
Leitura da Profecia de Ezequiel 12,1-12

1A palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: 2'Filho do homem, estás morando no meio de um povo rebelde. Eles têm olhos para ver e não veem, ouvidos para ouvir e não ouvem, pois são um povo rebelde. 3Quanto a ti, Filho do homem, prepara para ti uma bagagem de exilado, em pleno dia, à vista deles. Emigrarás do lugar onde estás, à vista deles, para outro lugar. Talvez percebam que são um povo rebelde. 4Deverás tirar a bagagem em pleno dia, à vista deles, como se fosse a bagagem de um exilado. Mas deverás sair à tarde, à vista deles, como quem vai para o exílio. 5É vista deles deverás cavar para ti um buraco no muro, pelo qual sairás; 6deverás carregar a bagagem nas costas e retirá-la no escuro. Deverás cobrir a face para não ver o país, pois eu fiz de ti um sinal para a casa de Israel'. 7Eu fiz assim como me foi ordenado. Tirei a bagagem durante o dia, como se fosse a bagagem de exilado; à tarde, abri com a mão um buraco no muro. Saí ao escuro, carregando a bagagem às costas, diante deles. 8De manhã, a palavra do Senhor foi-me dirigida nestes termos: 9'Filho do homem, não te perguntaram os da casa de Israel, essa gente rebelde, o que estavas fazendo? 10Dize-lhes: Assim fala o Senhor Deus: Este oráculo refere-se ao príncipe de Jerusalém e a toda a casa de Israel que está na cidade. 11Dize: Eu sou um sinal para vós. Assim como eu fiz, assim será feito com eles: irão cativos para o exílio. 12O príncipe que está no meio deles levará a bagagem às costas e sairá ao escuro. Farão no muro um buraco para sair por ele. O príncipe cobrirá o rosto para não ver com seus olhos o país. Palavra do Senhor.

Reflexão – “o bem vence o mal”

O profeta Ezequiel foi convocado por Deus para ser um sinal diante do povo de Israel, predizendo o exílio a que iria submetê-los, porque, “tendo olhos não viam e tendo ouvidos não ouviam”. Da mesma forma o Senhor nos convoca a sermos luzeiros, isto é, sinais luminosos, que chamam a atenção dos indiferentes, para que percebam até aonde poderá ir a sua obstinação e a sua relutância em escutar a voz de Deus. Mais do que falar deveremos agir, de tal modo, que o nosso exemplo possa arrastar multidões. A rebeldia do homem é uma decorrência do seu descaso aos conselhos de Deus. Quando, vivenciamos a Sua Palavra e seguimos os Seus mandamentos, dando testemunho de que o bem vence o mal e a nossa felicidade está assegurada nas mãos do Senhor, nos tornamos sinais que Deus coloca a serviço dos nossos irmãos. Assim, também, como o profeta, nós podemos prognosticar, na nossa família, no trabalho e por onde formos, as consequências que advirão para a vida de quem não escuta as palavras que Deus fala por nosso intermédio. Fazer tudo conforme a vontade de Deus, obedecer aos Seus mandamentos e cumprir com as Suas ordens são, para nós, práticas que nos asseguram a Sua assistência e a Sua proteção aqui na terra.
– Você tem sido a voz de Deus para as pessoas com quem convive?
 – As suas ações manifestam ao mundo o que Deus tem lhe falado aos ouvidos?
 – Você vê o irmão, a irmã como um sinal de Deus para si?

Salmo 77,56-57. 58-59. 61-62 (R. Cf.7c)

R. Das obras do Senhor não se esqueçam.

56Mesmo assim, eles tentaram o Altíssimo, * recusando-se a guardar os seus preceitos. 57Como seus pais, se transviaram, e o traíram * como um arco enganador que volta atrás;R.
58irritaram-no com seus lugares altos, * provocaram-lhe o ciúme com seus ídolos. 59Deus ouviu e enfureceu-se contra eles, * e repeliu com violência a Israel.R.
61Entregou a sua arca ao cativeiro, * e às mãos do inimigo a sua glória; 62fez perecer seu povo eleito pela espada, * e contra a sua herança enfureceu-se.R.

Reflexão - O salmo nos fala da teimosia do homem que se recusa a guardar os preceitos do Senhor e qual a implicação das suas más inclinações. O homem com a sua obstinação e rebeldia provoca a ira de Deus que tudo faz para salva-lo, por isso o castiga quando é preciso para corrigi-lo e restaurá-lo.

Evangelho – Mat 18, 21-19,1

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 18,21-19,1
Naquele tempo: 21Pedro aproximou-se de Jesus e perguntou: 'Senhor, quantas vezes devo perdoar, se meu irmão pecar contra mim? Até sete vezes?' 22Jesus respondeu: 'Não te digo até sete vezes, mas até setenta vezes sete. 23Porque o Reino dos Céus é como um rei que resolveu acertar as contas com seus empregados. 24Quando começou o acerto, trouxeram-lhe um que lhe devia uma enorme fortuna. 25Como o empregado não tivesse com que pagar, o patrão mandou que fosse vendido como escravo, junto com a mulher e os filhos e tudo o que possuía, para que pagasse a dívida. 26O empregado, porém, caiu aos pés do patrão, e, prostrado, suplicava: 'Dá-me um prazo! e eu te pagarei tudo'. 27Diante disso, o patrão teve compaixão, soltou o empregado e perdoou-lhe a dívida. 28Ao sair dali, aquele empregado encontrou um dos seus companheiros que lhe devia apenas cem moedas. Ele o agarrou e começou a sufocá-lo, dizendo: 'Paga o que me deves'. 29O companheiro, caindo aos seus pés, suplicava: 'Dá-me um prazo! e eu te pagarei'. 30Mas o empregado não quis saber disso. Saiu e mandou jogá-lo na prisão, até que pagasse o que devia. 31Vendo o que havia acontecido, os outros empregados ficaram muito tristes, procuraram o patrão e lhe contaram tudo. 32Então o patrão mandou chamá-lo e lhe disse: 'Empregado perverso, eu te perdoei toda a tua dívida, porque tu me suplicaste. 33Não devias tu também, ter compaixão do teu companheiro, como eu tive compaixão de ti?' 34O patrão indignou-se e mandou entregar aquele empregado aos torturadores, até que pagasse toda a sua dívida. 35É assim que o meu Pai que está nos céus fará convosco, se cada um não perdoar de coração ao seu irmão.' 19,1Ao terminar estes discursos, Jesus deixou a Galiléia e veio para o território da Judéia além do Jordão. Palavra da Salvação.
Reflexão – “quantas vezes perdoar?”
Neste Evangelho Jesus conta a parábola do servo cruel e abre os nossos olhos para agir aqui na terra da mesma forma que o Pai do céu faz conosco. Partindo da indagação de Pedro, Jesus nos instrui a fazer justiça com aquelas pessoas que pecam contra nós, conforme a maneira de pensar de Deus. Assim sendo, Ele nos explica que o perdão existe para ser dado infinitamente e não Depende do tamanho da falta de quem a cometeu. Na mesma medida em que Deus perdoa as nossas dívidas, que são muito maiores do que somas de dinheiro, também precisamos oferecer o perdão pelas pequenas ou grandes faltas que os nossos irmãos cometerem contra nós. Portanto, não podemos nos limitar a perdoar dívidas contraídas materialmente, mas, apagar o que ficou marcado por causa dessas dívidas, ou seja, os ressentimentos, as mágoas, etc. O ato de perdoar não demonstra dizer que estamos apoiando o erro do nosso irmão, mas que podemos compreender as suas razões e dispensar o desgosto que poderia ficar registrado no nosso coração. Dessa forma, não se trata de quantas vezes tenhamos que perdoar, porque a medida do perdão é infinita, não tem limite. Tantos quantos são os dias da nossa vida e, enquanto caminharmos aqui, nós necessitaremos do perdão de Deus para as nossas inúmeras culpas. Entretanto, só nos sentiremos inteiramente perdoados, se, na mesma medida, aplicarmos essa regra para com aqueles (as) que nos têm ofendido. Jesus não nos deixa dúvidas quanto ao perdão que temos de dar ao irmão: DE CORAÇÃO! Quem perdoar, naturalmente será também perdoado. A compaixão é um atributo de Deus e nós, como fomos criados à Sua imagem e semelhança, temos também em nós o dom de perdoar.

 – Você tem exercitado o dom de perdoar?
– Você pelo menos deseja perdoar?
 – A quem você está precisando perdoar?
 – Você se sente perdoado por Deus na mesma medida com que tem perdoado os seus irmãos?

Helena Serpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

SANTO DO DIA - SANTO ESTEVÃO DA HUNGRIA


A grande alegria de Deus é ver os Seus projetos realizados na vida de Seus filhos, sendo assim os santos não foram aqueles que não tinham defeitos, mas pessoas pecadoras que se abriram e cooperaram com a obra do Espírito Santo em suas vidas. O santo de hoje, nascido no ano de 979, foi filho do primeiro duque húngaro convertido ao Cristianismo através da pregação de Santo Adalberto, Bispo de Praga.
Voik era o seu nome, até ser batizado na adolescência, recebendo o nome de Estevão, o primeiro mártir cristão, tendo sempre como guia e mestre o Bispo de Praga. Santo Estevão casou-se com a piedosa e inteligente Gisela, a qual muito lhe ajudou no governo do povo húngaro, já que precisou unificar muitas tribos dispersas e até mesmo bem usar a ação militar para conter oposições internas e externas.
Ele, até entrar no Céu em 1038, não precisou preocupar-se com a evangelização inicial do povo, mas ocupou-se do aprofundamento do seu povo na graça chamada Cristianismo. De todo o coração, alma e espírito, estreitou cada vez mais a comunhão com o Papa e a Igreja de Roma, isto sem esquecer de ajudar na formação de uma hierarquia eclesiástica húngara, assim como na construção de igrejas, mosteiros e na propagação da Sã Doutrina Católica e devoção a Nossa Senhora.
Santo Estevão, por ser “o primeiro Rei que consagrou a sua nação a Nossa Senhora”, tem uma estátua na Basílica de Nossa Senhora de Fátima e um vitral na capela do Calvário húngaro.
Santo Estevão da Hungria, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO ARRASTA MULTIDÃO NA LESTE OESTE




Um jovem com um cartaz “Não sou órfão, tenho mãe”. Ele se referia a Nossa Senhora, cuja imagem vinha logo em seguida, sendo acompanhada por devotos, que procediam da Barra do Ceará e seguia para a Catedral, onde foi coroada diante de uma multidão incalculável de fiéis católicos, que participaram da Caminhada com Maria.

Fazendo parte da 16ª Caminhada com Maria pessoas de todas as idades. Eram idosos, que não se sentiam cansados; jovens, crianças, sendo carregadas em carrinhos, nos ombros dos seus pais. Grupos paroquiais. Grupos de oração, que fazem parte da Renovação Carismática. Movimentos, como o do Terços Homens, de inúmeras paróquias.

Os políticos também se fizeram presentes, como os deputados estaduais Carlos Matos, que faz parte da  Comunidade Católica Shalom, que distribuía um folheto, de como se rezar o Terço da Misericórdia, e Walter Cavalcante. Além deles, o governador Camilo Santana, que foi chamado para tirar fotos com os que estavam acompanhando a procissão. Ele estava da primeira dama e de assessores, entre eles o secretário Nelson Martins.

A Caminhada com Maria contou com os agentes de trânsito da AMC,  orientando o trânsito, em boa parte do percurso, especialmente, nas proximidades da  Escola de Aprendizes Marinheiros, veículos e policiais da Polícia Militar; ambulâncias e soldados do Corpo de Bombeiros.

A imagem de Nossa Senhora da Assunção passou pela Marinha muito mais cedo do que no ano passado,  antes das 18 horas, sem correria e dentro do horário previsto pela coordenação do evento, que calculou em cerca de 2 milhões de fiéis fazendo parte da procissão. 

A Caminhada contou ainda com a presença do coral dos Arautos do Evangelho

PAPA NA FESTA DA ASSUNÇÃO: O ALEGRE SERVIÇO A DEUS SE EXPRESSA TAMBÉM NUM GENEROSO SERVIÇO AOS IRMÃOS




O Papa Francisco rezou o Angelus esta quarta-feira com os milhares de fiéis reunidos na Praça São Pedro na Solenidade da Assunção, celebrada neste dia 15 na Itália e em vários países.
Raimundo Lima - Cidade do Vaticano
“A assunção de Maria, criatura humana, nos confirma nosso destino glorioso.” Foi o que disse o Papa Francisco no Angelus ao meio dia desta quarta-feira, 15 de agosto, solenidade da Assunção de Nossa Senhora.
Na alocução que precedeu a oração rezada com milhares de fiéis e peregrinos presentes na Praça São Pedro, o Santo Padre explicou o sentido e o significado desta festa mariana, e seu alcance também para nós.
Francisco ressaltou que nesta solenidade o santo povo fiel de Deus expressa com alegria a sua veneração à Virgem Mãe, e o faz na liturgia comum e também com diferentes formas de piedade, realizando a profecia de Maria mesma: “Todas as gerações me chamarão bem-aventurada” (Lc 1,48). “Porque o Senhor elevou sua humilde serva”, recordou.
Em seguida, o Pontífice evidenciou que a assunção ao céu, em corpo e alma, “é um privilégio divino concedido à Santa Mãe de Deus por sua união particular com Jesus”.
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“Trata-se de uma união corporal e espiritual, iniciada com a Anunciação e amadurecida durante toda a vida de Maria mediante sua participação singular no mistério do Filho”, acrescentou.
“Aparentemente, a existência de Nossa Senhora se deu como de uma mulher comum de seu tempo: rezava, se ocupava da família e da casa, ia à sinagoga... Mas toda ação cotidiana que fazia se dava em união total com Jesus. E no Calvário esta união alcançou o ápice, no amor, na compaixão e no sofrimento do coração. Por isso Deus lhe concedeu uma participação plena também na ressurreição de Jesus.”
“O corpo da Mãe – prosseguiu – foi preservado da corrupção, como o corpo do Filho. É o que proclama o Prefácio da Missa de hoje; “Vós não quisésseis que aquela que gerou o Senhor da vida conhecesse a corrupção do sepulcro”.
“A Igreja hoje nos convida a contemplar este mistério: ele mostra que Deus quer salvar o homem inteiro, alma e corpo. Jesus ressuscitou com o corpo que assumiu de Maria; e subiu ao Pai com a sua humanidade transfigurada. A assunção de Maria, criatura humana, nos dá a confirmação do nosso glorioso destino.”
Francisco lembrou que os filósofo gregos tinham entendido que a alma do homem é destinada à felicidade após a morte. Todavia, observou, “eles desprezavam o corpo – considerado prisão da alma – e não concebiam que Deus tivesse disposto que também o corpo do homem fosse unido à alma na beatitude celeste”. “A ressurreição da carne – prosseguiu – é um elemento próprio da revelação cristã, eixo da nossa fé.”
“A realidade maravilhosa da Assunção de Maria manifesta e confirma a unidade da pessoa humana e nos recorda que somos chamados a servir e glorificar Deus com todo o nosso ser, alma e corpo.”
Se tivermos vivido assim, no alegre serviço a Deus, que se expressa também num generoso serviço aos irmãos, nosso destino, no dia da ressurreição, será igual ao de nossa Mãe celeste.
Após a oração mariana, na saudação aos vários grupos de fiéis e peregrinos presentes, o Papa confiou a Nossa Senhora Consoladora dos aflitos “as angústia e os tormentos daqueles que, em muitas partes do mundo, sofrem no corpo e no espírito”.
Em seguida, dirigiu um pensamento particular a todos os atingidos pela tragédia ocorrida esta terça-feira em Gênova, noroeste da Itália, que provocou vítimas e desconsolo na população.
“Ao tempo em que confio as pessoas que perderam a vida à misericórdia de Deus, expresso minha proximidade espiritual a seus familiares, aos feridos, aos deslocados e a todos aqueles que sofrem por causa deste dramático evento. Convido-os se unirem a mim na oração, pelas vítimas e por seus entes queridos.”

Fonte: Vatican News

ARQUIDIOCESE DE FORTALEZA PROMOVE A 16ª CAMINHADA COM MARIA




     A Caminhada com Maria, na sua 16ª edição, será realizada hoje, a partir das 14 horas, da Barra do Ceará à Catedral, pela Avenida Leste Oeste, celebrando a padroeira de Fortaleza,  Nossa Senhora da Assunção. Todos os anos reúne uma multidão de católicos que saem em procissão do Santuário de Nossa Senhora da Assunção, no bairro Vila Velha, em direção a Catedral Metropolitana de Fortaleza, onde a imagem da padroeira é coroada.
   O tema deste ano: Caminhamos com Maria, Mãe da Igreja, e o lema: "Mulher eis aí o teu Filho. Filho, eis aí a tua Mãe” (cf. Jo 19,27), em sintonia com a instituição da memória de Maria Mãe da Igreja, decretada pelo Papa Francisco, a ser celebrada na segunda-feira após o domingo de pentecostes. O percurso percorrido do Santuário de Nossa Senhora da Assunção à Catedral Metropolitana de Fortaleza, são aproximadamente 12,5 quilômetros. No trajeto podemos ver diversas manifestações de fé, expressas pelos devotos em suas casas ornamentadas, nas vestes e portando múltiplos símbolos religiosos.
    Em outras edições da caminhada também apresentaram temáticas para serem meditadas durante o momento:
·         1ª edição: Caminhamos com Maria, em seu Caminho que é Jesus (2003);
·         2ª edição: Caminhamos com Maria, modelo insuperável da contemplação de Cristo (2004);
·         3ª edição: Com Maria seguimos Jesus Eucaristia (2005);
·         4ª edição: Com Maria somos discípulos e missionários de Jesus Cristo (2006);
·         5ªedição: Com Maria, discípula e missionária de Jesus, a serviço da vida (2007);
·         6ª edição: Caminhamos com Maria, Mãe dos discípulos de Jesus Cristo (2008);
·         7ª edição: Caminhamos com Maria na fidelidade de Cristo (2009);
·         8ª edição: Caminhamos com Maria: Fica conosco, Senhor! (2010);
·         9ª edição: Caminhamos com Maria, acolhendo Jesus a Palavra de Deus (2011);
·         10ª e 11ª edições: Com Maria no Caminho da Fé (2012/2013);
·         12ª edição: Com Maria no caminho da Esperança (2014);
·         13ª edição: Caminhamos com Maria, na caridade de Cristo (2015);
·         14ª edição: Caminhamos com Maria, a Mãe da Misericórdia (2016);
·         15ª edição: Maria caminha conosco no caminho que é Jesus (2017).
·         16ª edição: Caminhamos com Maria, Mãe da Igreja (2018).

      Nesses dezesseis anos de caminhada o estimativo do público é aproximadamente 2 milhões de pessoas realizando o percurso, o intuito da Caminhada com Maria é reunir os filhos de Deus para louvar e agradecer as bênçãos realizadas em suas vidas e homenagear a Mãe de Jesus, padroeira de nossa cidade. Desde o seu primeiro ano é organizada pela Arquidiocese de Fortaleza e foi decretada em 5 de junho de 2015 como patrimônio cultural imaterial do Brasil, sob a Lei Nº 13.330.

Serviço:
Evento: XVI Caminhada com Maria.
Quando: 15 de agosto de 2018.
Local: Santuário Nossa Senhora da Assunção
Horário: Missa às 12h e saída às 14 horas
Endereço: Av. Dom Aloísio Lorscheider, 960, Conjunto Nova Assunção, Vila Velha,
                   Fortaleza - CE
Concentração: Ponte da Barra do Ceará
Chegada: Catedral Metropolitana de Fortaleza
Contato: Setor de Comunicação da Arquidiocese de Fortaleza
Telefone: (85) 3388 -8703



EVANGELHO DO DIA

Mateus 18,15-20

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus. Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 15“Se teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, à sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. 16Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. 17Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como se fosse um pagão ou um pecador público.18Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. 19De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isto vos será concedido por meu Pai que está nos céus. 20Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome eu estou ali, no meio deles”.— Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE


15 DE AGOSTO DE 2018

QUARTA-FEIRA DA DÉCIMA NONA SEMANA
DO TEMPO COMUM

Cor Verde

1ª. Leitura – Ez 9,1-7;10,18-22

Leitura da Profecia de Ezequiel 9,1-7;10,18-22

1O Senhor gritou a meus ouvidos, com voz forte: 'Aproxima-se o castigo da cidade! Cada um tenha sua arma destruidora na mão!' 2Então, eu vi seis homens vindo da porta superior, voltada para o norte, cada qual empunhando uma arma de destruição. Entre eles havia um homem vestido de linho, que levava um estojo de escriba na cintura. Eles foram colocar-se junto do altar de bronze. 3Então a glória do Deus de Israel elevou-se de cima do querubim sobre o qual estava, em direção à soleira do Templo. E chamou o homem vestido de linho, que levava um estojo de escriba à cintura. 4O Senhor disse-lhe: 'Passa pelo meio da cidade, por Jerusalém, e marca com uma cruz na testa os homens que gemem e suspiram por causa de tantos horrores que nela se praticam'. 5E escutei o que ele dizia aos outros: 'Percorrei a cidade atrás dele e matai sem dó nem piedade. 6Matai velhos, jovens e moças, mulheres e crianças, matai a todos, até ao extermínio. Mas não toqueis em nenhum homem sobre quem estiver a cruz. Começai pelo meu santuário'. E eles começaram pelos anciãos que estavam diante do Templo. 7Ele disse-lhe: 'Profanai o Templo, enchei os átrios de cadáveres. Ide.' E eles saíram para matar na cidade! 10,18Então a glória do Senhor saiu da soleira do Templo e parou sobre os querubins. 19Os querubins levantaram suas asas e elevaram-se da terra à minha vista, partindo juntamente com eles as rodas. Eles pararam à entrada da porta oriental do Templo do Senhor, e a glória do Deus de Israel estava em cima deles. 20Eram estes os seres vivos que eu tinha visto debaixo do Deus de Israel, nas margens do rio Cobar, e compreendi que eram querubins. 21Cada um tinha quatro faces e quatro asas, e debaixo das asas, uma forma de mão humana. 22Suas faces eram semelhantes às faces que eu tinha visto junto ao rio Cobar. Cada um seguia em sua frente. Palavra do Senhor.

Reflexão – “Deus é misericordioso, justo e temível”

A visualização de Ezequiel demonstra para nós que Deus é misericordioso e ao mesmo tempo justo e temível, por isso, não podemos nos acomodar nos nossos erros confiando em que a Sua misericórdia é complacente com os nossos deslizes. Antes, temos que estar vigilantes e, mesmo que passemos por lutas e tribulações, nós devemos permanecer fiéis aos seus mandamentos, para que fique bem nítida, em nós, também, a marca do sinal da Cruz. Nós, que fomos batizados em Jesus Cristo, somos também marcados com o sinal da Cruz, contudo precisamos ter este sinal estampado na nossa fronte para que todos o vejam e comprovem a nossa pertença a Deus e, assim, também sejamos livres das consequências do mal que nos ronda. Uma das missões do profeta é, em nome de Deus, alertar as pessoas para que não caia sobre elas a condenação. Para isso, o Senhor concede a ele o dom de ver e escutar a fim de perceber os Seus segredos. Assim, pois, o Senhor se manifestou a Ezequiel enviando-o a profetizar sobre Jerusalém e até sobre os que O serviam no templo. A justiça de Deus começa pelos que O servem no Seu santuário. Não é porque pregamos em nome de Deus que estamos isentos da responsabilidade que temos em vista das nossas más ações e 
transgressões. Pelo contrário, os que servem ao Senhor são como uma vitrine que expõe a Sua beleza e, se nos esquecermos disso, estaremos dando ao mundo um contratestemunho da ação de Deus na nossa vida.

 – Você tem deixado que todos percebam que é marcado (a) com o sinal da Cruz?
 – Você acha que Deus vai cobrar apenas dos outros e vai deixá-lo (a) de fora?

Salmo 112,1-2. 3-4. 5-6 (R. 4b)

R. A glória do Senhor vai além dos altos céus. Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia

1Louvai, louvai, ó servos do Senhor, * louvai, louvai o nome do Senhor! 2Bendito seja o nome do Senhor, * agora e por toda a eternidade!R.
3Do nascer do sol até o seu ocaso, * louvado seja o nome do Senhor! 4O Senhor está acima das nações, * sua glória vai além dos altos céus.R.
5Quem pode comparar-se ao nosso Deus, ao Senhor, que no alto céu tem o seu trono * 6e se inclina para olhar o céu e a terra?R.

Reflexão - O Senhor está sempre atento e nos olha do alto dos céus. Nenhum fato jamais passará despercebido por Ele. Do nascer ao pôr do sol todos os dias da nossa vida temos oportunidade para manifestar a nossa gratidão a Ele que nos criou nos salva e santifica. Com o nosso louvor e reconhecimento nós nos unimos à Sua glória e, com Ele nos regozijamos, pois, somos servos Seus e a Ele pertencemos

Evangelho – Mat 18, 15-20

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 18,15-20

Naquele tempo, Jesus disse a seus discípulos: 15Se o teu irmão pecar contra ti, vai corrigi-lo, mas em particular, à sós contigo! Se ele te ouvir, tu ganhaste o teu irmão. 16Se ele não te ouvir, toma contigo mais uma ou duas pessoas, para que toda a questão seja decidida sob a palavra de duas ou três testemunhas. 17Se ele não vos der ouvido, dize-o à Igreja. Se nem mesmo à Igreja ele ouvir, seja tratado como se fosse um pagão ou um pecador público. 18Em verdade vos digo, tudo o que ligardes na terra será ligado no céu, e tudo o que desligardes na terra será desligado no céu. 19De novo, eu vos digo: se dois de vós estiverem de acordo na terra sobre qualquer coisa que quiserem pedir, isto vos será concedido por meu Pai que está nos céus. 20Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome eu estou ali, no meio deles.' Palavra da Salvação.

Reflexão - “solidariedade mútua”

Deus nos colocou aqui na terra como colaboradores da sua obra, por isso, temos obrigações com o nosso próximo que é criação de Deus, necessitado de salvação, de misericórdia e de compreensão. Com efeito, neste Evangelho Jesus nos convida a dar testemunho de unidade e coerência a partir da nossa oração em comum e nos convoca a uma solidariedade mútua, tanto na hora de pedir como de admoestar, a fim de que possamos ter relacionamentos saudáveis e benfazejos. Ele apela para que sejamos prudentes nos nossos julgamentos, com a consciência de que o céu é testemunha das nossas ações na terra afirmando que seremos atendidos na nossa oração em comum, quando tivermos unidade uns com os outros nas nossas reivindicações. A Sua primeira exortação é para que não condenemos ninguém somente pelas aparências, sem avaliar os seus motivos e nos ensina os passos para que possamos ajudar ao nosso irmão quando este erra. Ninguém tem direito a se omitir, muito pelo contrário, todos nós somos convidados por Deus a nos manifestar com amor a fim de esclarecer certas situações. Enquanto não tivermos a consciência do que ocorre com os nossos irmãos, não poderemos desistir deles, mesmo que seja preciso pedir o auxílio de pessoas e até mesmo da Igreja. Depois, Jesus nos dá conhecimento de que todas as nossas ações aqui na terra terão ressonância no céu. Por isso, tudo que fizermos aqui na terra terá o efeito no céu, conforme seja a nossa ação. Desse modo, Ele nos abre os olhos para enxergar que não vivemos somente para a terra e, que, aqui nós construimos a nossa morada no céu. A nossa prudência nos julgamentos se alia ao amor, ao zelo e a fraternidade, dessa forma, fazer tudo pelo bem do outro é também uma maneira de cultivar a unidade. Podemos divergir em alguns pontos, mas no que se refere às coisas de Deus devemos acertar o passo uns com os outros e entrar em sintonia com Ele. Assim sendo, Jesus nos motiva a nos reunir em Seu Nome unindo nossas súplicas pelo bem comum, na certeza de que seremos atendidos nos nossos anseios. Unidade na vida e na oração é isso o que o Senhor nos propõe, hoje.

 – Você tem tido paciência com os erros dos seus (as) irmãos (ãs)? 
– Como você acha que está a sua situação no céu em relação ao que tem vivido na terra?
 – Qual é a primeira regra para os nossos relacionamentos?
 - Você costuma se reunir com os seus (as) amigos(as) para pedir a Deus, em Nome de Jesus, alguma coisa em comum? 
– Qual é o resultado dessa experiência?

Helena Serpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

SANTO DO DIA - NOSSA SENHORA DA ASSUNÇÃO

Hoje, solenemente, celebramos o fato ocorrido na vida de Maria de Nazaré, proclamado como dogma de fé, ou seja, uma verdade doutrinal, pois tem tudo a ver com o mistério da nossa salvação. Assim definiu pelo Papa Pio XII em 1950 através da Constituição Apostólica Munificentissimus Deus: “A Imaculada Mãe de Deus, a sempre Virgem Maria, terminado o curso da vida terrestre foi assunta em corpo e alma à glória celestial.”
Antes, esta celebração, tanto para a Igreja do Oriente como para o Ocidente, chamava-se “Dormição”, porque foi sonho de amor. Até que se chegou ao de “Assunção de Nossa Senhora ao Céu”, isto significa que o Senhor reconheceu e recompensou com antecipada glorificação todos os méritos da Mãe, principalmente alcançados em meio às aceitações e oferecimentos das dores.
Maria contava com 50 anos quando Jesus subiu ao Céu. Tinha sofrido muito: as dúvidas do seu esposo, o abandono e pobreza de Belém, o desterro do Egito, a perda prematura do Filho, a separação no princípio do ministério público de Jesus, o ódio e perseguição das autoridades, a Paixão, o Calvário, a morte do Filho e, embora tanto sofrimento, São Bernardo e São Francisco de Sales é quem nos aponta o amor pelo Filho que havia partido como motivo de sua morte.
É probabilíssima, e hoje bastante comum, a crença de a Santíssima Virgem ter morrido antes que se realizasse a dispersão dos Apóstolos e a perseguição de Herodes Agripa, no ano 42 ou 44. Teria então uns 60 anos de idade. A tradição antiga, tanto escrita como arqueológica, localiza a sua morte no Monte Sião, na mesma casa em que seu Filho celebrou os mistérios da Eucaristia e, em seguida, tinha descido o Espírito Santo sobre os Apóstolos.
Não subiu ao Céu, como fez Jesus, com a sua própria virtude e poder, mas foi erguida por graça e privilégio, que Deus lhe concedeu como a Virgem antes do parto, no parto e depois do parto, como a Mãe de Deus.
Nossa Senhora da Assunção, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias

terça-feira, 14 de agosto de 2018

BISPOS DO NORDESTE PUBLICAM DECÁLOGO DE RECOMENDAÇÕES E COMPROMISSOS PASTORAIS QUE ORIENTAM A ATUAÇÃO DA IGREJA NA REGIÃO

Bispos do Nordeste publicam decálogo de recomendações e compromissos pastorais que orientam a atuação da Igreja na região
De 07 a 10 de agosto, cerca de 80 bispos, dos nove estados do Nordeste, se encontraram em Fortaleza (CE) no Encontro dos Bispos da Região Nordeste. Outras 40 pessoas (entre assessores e religiosos) e também a Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), composta pelo cardeal Sergio da Rocha (presidente), dom Murilo Krieger (vice-presidente) e dom Leonardo Steiner (secretário-geral) participaram do significativo evento para a região e para o país.
O arcebispo de Brasília (DF) e presidente da CNBB, cardeal Sergio da Rocha, disse que o encontro era uma necessidade para que os bispos da região se encontrassem. “Desde que eu era bispo de Fortaleza eu tinha o desejo de realizar um encontro como este”, disse o cardeal, que foi bispo auxiliar da capital cearense de 2001 a 2007.
Como fruto do encontro, cujo objetivo foi construir linhas comuns de evangelização para o Nordeste, além de fomentar a comunhão entre a CNBB e as dioceses e arquidioceses da região, os bispos publicaram o “Documento de Fortaleza”, no qual oferecem uma síntese de suas preocupações e propostas sistematizadas no encontro. No documento, encontra-se também um decálogo de recomendações e compromissos pastorais para a Igreja presente no Nordeste.
O documento, entre outros pontos, reforça o compromisso com “uma Igreja despojada e samaritana, sensível às novas faces da pobreza e revigorada em sua atuação sociotransformadora”. Os bispos afirmam que o sistema social no Nordeste ainda mantém sinais da velha cultura escravocrata e desigual. O atual acirramento das polarizações, a falta de memória histórica e a disseminação do ódio e da intolerância são pontos que mereceram a preocupação dos bispos, conforme o documento.
Veja a íntegra acessando aqui: Documento de Fortaleza
 Fonte: CNBB

ENCONTRO DA CNBB DO NORDESTE



Pe. Dr. Brendan Coleman Mc Donald
Houve um Encontro de 82 bispos da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB Nordeste no Hotel Recanto do Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU), no bairro Castelão, do dia 7/8 até o dia 10/8. Além dos bispos estiveram presentes: cinco Secretários Regionais, três assessores, o Ecônomo da CNBB e um representante da ADVENIAT. Dom José Antônio Aparecido Tosi Marques, Arcebispo de Fortaleza, deu as Boas Vindas aos participantes do Encontro. Então Dom Cardeal Sérgio da Rocha, Arcebispo de Brasília e Presidente Nacional da CNBB, que presidiu o Encontro, explicou os motivos do mesmo. “Estamos nesse primeiro momento fazendo uma análise da realidade social do Nordeste. Vamos ter uma caminhada da Igreja na Região pelo ponto de vista histórico”. Após este início, afirmou o Cardeal, a busca será por uma reflexão mais teológica da missão.  Ainda segundo Dom Sérgio “A meta é estudar os critérios ou linhas de orientação sobre a missão da Igreja no Nordeste”.  O Encontro analisou a realidade do Nordeste do ponto de vista social, econômico e cultural.
No final do Encontro o Vice-Presidente da CNBB, Dom Murilo Krieger, Arcebispo de São Salvador da Bahia, apresentou dez compromissos a serem seguidos pelas dioceses do Nordeste. Estes compromissos, segundo Dom Krieger, “são uma atenção maior à realidade das pessoas, dentro de um ensinamento do papa Francisco”. O conjunto dos compromissos talvez possa ser apresentado assim: Os bispos querem a Igreja Católica: a) aberta ao diálogo ecumênico e inter-religioso; b) centrada na pessoa de Jesus; c) missionária; d) sinodal, ou seja, que busca comunhão; e) com honestidade e transparência nas ações; f) atenta aos pobres, consistente em sua identidade; g) construtora de cultura, de paz e de reconciliação; h) profética; e i) sinal do Reino de Deus.
Dom Krieger disse; “Em nenhuma outra parte do Brasil a religiosidade popular é tão importante. Ela é a fé expressa à maneira do povo”. Terminou sua apresentação dos resultados do “Documento de Fortaleza” afirmando: “O documento é basicamente uma resposta à busca por uma igreja missionaria, que aja em defesa dos pobres e das pessoas que sofrem qualquer tipo de opressão, seja política, econômica ou religiosa”. Este pedido foi feito pelo papa Francisco, primeiro em carta divulgada em 2013 e, em seguida, em vários pronunciamentos. O Presidente da CNBB, Dom Sérgio da Rocha, disse que esta experiência no Ceará ajudou a incentivar a realização de outros  encontros regionais. “Se trata de uma unidade pela fé, seguindo as peculiaridades do Nordeste”. Segundo os participantes, o Encontro da CNBB para analisar a presença da Igreja Católica no Nordeste foi excepcionalmente positivo.
Pe. Brendan Coleman Mc Donald, Redentorista e Assessor da CNBB

DESABA PONTE NA CIDADE DE GÊNOVA. A DIOCESE EM ORAÇÃO





De acordo com o balanço provisório divulgado pelo Governo italiano, pelo menos 35 as vítimas, entre elas uma criança.
Cidade do Vaticano
"Estamos rezando para que seja registrado o menor número possível de vítimas, mas será muito difícil, porque é uma área muito habitada": foi o que disse o bispo auxiliar de Gênova, Dom Nicolò Anselmi, entrevistado pela agência Sir. Ele exprime sua preocupação pelo desabamento, no final da manhã desta terça-feira, da ponte Morandi na rodovia A10 em Gênova.
"Não temos outras notícias porque não podemos nos aproximar", disse Dom Anselmi. “Falei com os sacerdotes que moram ali e todos estão preocupados".
De acordo com o balanço provisório divulgado pelo Governo italiano, pelo menos 35 as vítimas, entre elas uma criança. A causar o desabamento pode ter sido um problema estrutural. Enquanto isso, prossegue o trabalho dos socorredores. Na tarde desta terça-feira das 17h30 às 18h30 locais, uma hora de adoração eucarística foi organizada pelas vítimas e suas famílias na paróquia de Santa Zita, em Gênova.
A imprensa italiana que segue ao vivo os trabalhos de socorro informa que pelo menos 20 automóveis, entre carros e caminhões estavam na ponte no momento do desabamento.
O primeiro-ministro italiano, Giuseppe Conte, foi informado do acidente e está acompanhando o caso com seu gabinete. 

Fonte: Vatican News

EVANGELHO DO DIA

Mateus 18,1-5.10.12-14

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Mateus.Glória a vós, Senhor. Naquele tempo, 1os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: “Quem é o maior no Reino dos Céus?” 2Jesus chamou uma criança, colocou-a no meio deles 3e disse: “Em verdade vos digo, se não vos converterdes, e não vos tornardes como crianças, não entrareis no Reino dos Céus. 4Quem se faz pequeno como esta criança, este é o maior no Reino dos Céus. 5E quem recebe em meu nome uma criança como esta é a mim que recebe.10Não desprezeis nenhum desses pequeninos, pois eu vos digo que os seus anjos nos céus veem sem cessar a face do meu Pai que está nos céus. 12Que vos parece? Se um homem tem cem ovelhas, e uma delas se perde, não deixa ele as noventa e nove nas montanhas, para procurar aquela que se perdeu? 13Em verdade vos digo, se ele a encontrar, ficará mais feliz com ela, do que com as noventa e nove que não se perderam. 14Do mesmo modo, o Pai que está nos céus não deseja que se perca nenhum desses pequeninos”.— Palavra da Salvação.