quinta-feira, 18 de julho de 2019

PARÓQUIA SÃO BENEDITO PROMOVE MUTIRÃO DE ACONSELHAMENTO NO CENTRO DE FORTALEZA




A Equipe de aconselhamento da Paróquia-Santuário São Benedito, no Centro de Fortaleza, realiza, sexta-feira, dia19, das 8 às 11 horas, um Mutirão de Aconselhamento, na área externa da Estação do Metrô, ao lado do Santuário. O objetivo é orientar os fieis a luz da palavra de Deus, dando uma palavra de ânimo e consolo. Informações: (85) 3231-6264.
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COM 11º MUTICOM, GOIÂNIA SE TORNA "CIDADE COMUNHÃO", DE 18 A 21 DE JULHO



Com 11º Muticom, Goiânia se torna “Cidade da Comunhão”, de 18 a 21 de julho
De 18 a 21 de julho, Goiânia se tornará a Cidade da Comunhão com a realização do 11º Mutirão Brasileiro de Comunicação (Muticom), evento promovido pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e realizado pela Arquidiocese de Goiânia.
“Comunicação, Democracia e Responsabilidade Social”, é o tema central em torno do qual será organizada uma “cidade”, no Centro Pastoral Dom Fernando, em Goiânia, com trilhas do conhecimento, baseadas nos três eixos temáticos, com palestras simultâneas, grandes conferências centrais, como nomes como dos jornalistas João Paulo Charleaux, repórter especial do Nexo Jornal, e Nilson Klava, da Globo News.
Realizado desde 1998, o Muticom reúne comunicadores, profissionais, pesquisadores, agentes de pastoral e autoridades da Igreja e civil para refletirem, conjuntamente, sobre a democratização e as políticas de comunicação, as perspectivas das relações entre a Igreja Católica, a sociedade brasileira e a cultura contemporânea no campo da Comunicação Social. A edição 2019 também recebe o 1º Encontro de Comunicadores da Signis Brasil Jovem.
Para dom Levi Bonatto, bispo auxiliar de Goiânia e presidente da comissão organizadora do 11º Muticom, é uma alegria e um desafio para a Arquidiocese de Goiânia sediar o Mutirão Brasileiro de Comunicação. “As reflexões em torno da Comunicação, Democracia e Responsabilidade Social são de extrema importância para a sociedade; esse ambiente de diálogo entre Igreja, comunicadores e acadêmicos enriquece a experiência e possibilita crescimento e aprendizado para todos. De acordo com indicação do Papa Francisco, é essencial que criemos pontes entre as pessoas nas diversas realidades”, afirmou dom Levi.
A decisão de acolher o evento foi do arcebispo metropolitano, dom Washington Cruz, e a missão foi assumida publicamente no encerramento do 10º Muticom, em Joinville (SC), em 2017, quando dom Levi Bonatto, bispo auxiliar, recebeu, em nome da Arquidiocese de Goiânia, o símbolo do Muticom.
A mobilização em torno do Muticom começou desde o mês de abril deste ano, quando teve início um passeio com o símbolo do evento pelas dioceses do regional Centro-Oeste. Aproveitando a articulação dos agentes da Pastoral da Comunicação, estão sendo realizados ao longo de 2018 e primeiro semestre deste ano os chamados “Mutirões Diocesanos”.
O jornalista do Jornal Nexo, João Paulo Charleaux será um dos conferencistas no 11º Mutirão Brasileiro de Comunicação. Segundo ele, em 2019, é preciso falar especificamente sobre jornalismo. “Precisamos dar respostas àqueles que ainda não entendem a importância da imprensa para a democracia. Em toda democracia liberal, os jornalistas cumprem o papel fundamental de acompanhar, fiscalizar e questionar o poder público de maneira crítica. Repórteres fazem isso na defesa do interesse de toda a sociedade”, disse.
A conferência de abertura será proferida pelo pesquisador e doutor Moisés Sbardelotto e trará a reflexão Midiatização e responsabilidades na Igreja e no Mundo. Sbardelotto é bastante conhecido por suas pesquisas publicações na área de religião e mídia, além da participação nos eventos promovidos pela Igreja Católica. É autor de “E o Verbo se fez rede: religiosidades em reconstrução no ambiente digital” (Paulinas, 2017) e de “E o Verbo se fez bit: A comunicação e a experiência religiosas na internet” (Santuário, 2012), além de mais de uma centena de artigos para diversas publicações. Foi membro da Comissão Especial para o “Diretório de Comunicação para a Igreja no Brasil”, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
As demais conferências serão proferidas pelo professor doutor Ciro Marcondes Filho, professor da ECA-USP e criador da Nova Teoria da Comunicação; pelo professor Wolmir Amado, reitor da PUC Goiás; pelo professor Fernando Morgado, consultor, escritor e palestrante na área de comunicação.
Para o fim da tarde de 19 e 20 de julho, estão previstos workshops com experiências de comunicação que terão a participação do Tenente Pedro Aihara, do Corpo de Bombeiros de Minas Gerais, e do jornalista político Nilson Klava.
Trilhas temáticasAlém das conferências principais, o Muticom oferecerá trilhas temáticas a partir do tema central do evento. Os participantes poderão experimentar reflexões teóricas-práticas de Comunicação, Democracia e Responsabilidade Social. A escolha das trilhas será liberada em breve no site do evento e os participantes inscritos serão notificados pelo e-mail utilizado no ato da inscrição.
As inscrições podem ser feitas aqui.
Fonte: CNBB


O TEMPO DE DEUS

Pe. Johnja Lopez

SALA DE IMPRENSA DA SANTA SÉ TEM NOVO DIRETOR



A partir do dia 22 de julho, Matteo Bruni assume o cargo que estava ocupado de maneira interina por Alessandro Gisotti.
Cidade do Vaticano
O Papa Francisco nomeou o italiano Matteo Bruni como novo diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé. A partir do dia 22 de julho, ele assume o cargo que era ocupado interinamente por Alessandro Gisotti.
“Estou certo de que Matteo Bruni saberá guiar a Sala de Imprensa com competência, sabedoria, visão e espírito de equipe, contribuindo para sua configuração definitiva, com o objetivo de fornecer o melhor serviço possível a uma correta informação”, disse o prefeito do Dicastério para a Comunicação, Paolo Ruffini, observando que a nova direção da Sala de Imprensa ficará completa com a nomeação de um vice-diretor, ainda não definido.
Ruffini recorda que o novo diretor da Sala de Imprensa já fazia parte dos quadros do Dicastério, portanto, “conhece perfeitamente a máquina”, além de ter reconhecidas suas “capacidades humanas e profissionais.” 
Vice-diretores para a Direção Editorial

O Papa Francisco fez também nomeações para o Dicastério para a Comunicação, nomeando dois vice-diretores para a Direção Editorial: Sergio Centofanti e Alessandro Gisotti.
Em relação aos dois vice-diretores, o prefeito do dicastério destaca “o grande profissionalismo, sensibilidade e competência”, que sob a guia de Andrea Tornielli, contribuirão “para melhorar sempre mais a oferta integrada por nossas mídias, onde ambos cresceram.”
Alessandro Gisotti cobriu interinamente, por seis meses, o cargo de diretor da Sala de Imprensa. Ao ser nomeado, já havia oferecido a sua disponibilidade, mas apenas por um limitado período de tempo. Seu trabalho à frente da Sala de Imprensa foi reconhecido por colegas jornalistas de diversos países, que levam informações do Papa e do Vaticano a todo o mundo.
Em um comunicado, Alessandro Gisotti agradeceu aos colegas jornalistas e ao prefeito Ruffini pelo total apoio recebido.  Em especial ao Santo Padre, agradeceu “pelo privilégio que me deu de poder ser seu porta-voz em um período assim tão intenso do Pontificado e de oferecer-me agora a oportunidade de continuar a servi-lo como vice-diretor editorial das mídias vaticanas. Sou agradecido a ele por me ter apoiado como um pai.”
E ao novo diretor da Sala de Imprensa, fez os “melhores votos de sucesso”, oferecendo também sua disponibilidade em colaborar. “Estou certo de que Matteo Bruni saberá coordenar da melhor forma a extraordinária equipe da Sala de Imprensa
Biografia de Matteo Bruni

Matteo Bruni nasceu em 23 de novembro de 1976 em Winchester (Grã-Bretanha). É formado em Letras e Literatura estrangeira moderna e contemporânea na Universidade La Sapienza de Roma. Trabalha na Sala de Imprensa desde julho de 2009, na seção de credenciamento dos jornalistas.
Em dezembro de 2013 assumiu a responsabilidade da organização e do acompanhamento da imprensa no voo papal, por ocasião das viagens do Santo Padre fora da Itália. Há tempos, em âmbito eclesial, está engajado em projetos de cooperação humanitária e em programas de apoio a idosos. É casado e tem uma filha. Além do italiano, fala inglês, espanhol e francês.

Fonte: Vatican News

5.000 ESCOTEIROS EUROPEUS COM O PAPA FRANCISCO EM AGOSTO




Durante a semana, os jovens terão a possibilidade de descobrir que o verdadeiro patrimônio europeu é a capacidade de viver juntos em paz e fraternidade, em torno de valores compartilhados e a um objetivo comum, que é Cristo.
Cidade do Vaticano
De 27 de julho a 3 de agosto, a Itália e a cidade de Roma serão meta do Euromoot, no âmbito do qual cerca de 5.000 Scolte e Rover da Europa, provenientes de mais de 20 nações, virão ao Vaticano para o encontro com o Papa Francisco.
No escotismo europeu, a palavra Euromoot indica um encontro internacional de Scolte e Rover (respectivamente rapazes e moças com idades entre 16 e 21 anos).  Já no Brasil, por exemplo, rapazes e moças de 15 a 17 anos estão agrupados no Ramo Sênior e de 18 a 21 anos no Ramo Pioneiro.
Este evento permitirá a milhares de jovens provenientes de diferentes países encontrarem-se e fazerem amizade, auxiliados por atividades destinadas a motivar e facilitar o conhecimento recíproco e a redescoberta das comuns raízes culturais e espirituais.
Durante a semana, os jovens terão a possibilidade de descobrir que o verdadeiro patrimônio europeu é a capacidade de viver juntos em paz e fraternidade, em torno de valores compartilhados e a um objetivo comum, que é Cristo.
Três fases marcam as atividades da semana

De 27 de julho a 1° de agosto, o "Campo Mobile", nos dias 1 e 2 de agosto, o encontro em quatro pontos diferentes nos portões da capital italiana e finalmente em 3 de agosto o destino final, Roma e a Basílica de São Pedro.
Quanto à primeira fase, nos últimos meses os jovens tiveram a oportunidade de fazer contatos e formar grupos de parcerias internacionais, reunindo de 30 a 50 jovens de 2 ou 3 nacionalidades diferentes, que caminharão por algumas regiões italianas (Úmbria, Abruzzo, Toscana e Lácio).
Em caminho por itinerários históricos

Estas comunidades em caminho percorrerão itinerários históricos como a Via Francígena, o Caminho de São Bento, o Caminho de São Francisco, nas pegadas de grandes Santos como São Paulo, os Santos Cirilo e Metódio, São Francisco de Assis, São Bento de Núrsia ou Santa Catarina de Siena, Santos que, além de alguns serem patronos da Europa, representam com suas vidas um caminho ideal a ser seguido, para redescobrir a herança cultural cristã.

Escoteiros da Europa
O caminho, no entanto, não será apenas o físico, pelo contrário; além das pernas, se caminhará com o espírito, com a mente e com o coração. As parcerias passarão, de fato,  por pontos pré-estabelecidos, onde terão a oportunidade de falar sobre questões que os levarão a se questionar sobre a própria identidade de cidadãos europeus e cristãos e a redescobrir o valor da Palavra com uma atividade que recorda os antigos exercícios amanuenses dos monges beneditinos: "Il mobile scriptoria"!
Pontos de encontro onde pode viver a dimensão europeia

A segunda fase, na qual milhares de jovens irão convergir em 4 pontos pré-estabelecidos, representará uma ocasião em que as Escoteiras e os Rovers poderão fazer um conhecimento recíproco das tradições e das características de cada nação participante, ouvir conferências de caráter histórico e espiritual e, subdivididos em laboratórios temáticos, dedicar-se ao aprendizado de novas habilidades, do canto ao valor da custódia da terra como um dom de Deus, às técnicas do escotismo de vida ao ar livre. Em suma, pontos de encontro onde será possível experimentar em primeira pessoa a dimensão europeia!
A audiência no Vaticano com o Papa Francisco e a Missa com o cardeal Bagnasco

Finalmente, em 3 de agosto em Roma, todos os participantes, partindo dos 4 pontos nos pórticos da cidade, se encontrarão inicialmente na Sala Paulo VI para a audiência com o Papa Francisco, 25 anos após o encontro com o então Papa São João Paulo II, para depois, em um segundo momento, transferirem-se para a Basílica de São Pedro para participar da Missa de encerramento presidida pelo cardeal Angelo Bagnasco. Graças ao Euromoot, os escoteiros da Europa-FSE dão vida à fraternidade europeia e criam uma rede de amizade e solidariedade em toda a Europa, e para além dela.

France Scout Jamboree Camp

Fonte: Vatican News

EVANGELHO DO DIA

Mateus 11, 28-30

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 11,28-30

Naquele tempo, tomou Jesus a palavra e disse: 28Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. 29Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. 30Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

18 DE JULHO DE 2019
5ª. FEIRA DA DÉCIMA QUINTA SEMANA DO
TEMPO COMUM
Cor Verde

1ª. Leitura – Ex 3, 13-20

 

Leitura do Livro do Êxodo 3,13-20

Naqueles dias, ouvindo a voz do Senhor do meio da sarça, 
13Moisés disse a Deus: 'Sim, eu irei aos filhos de Israel e lhes direi: 'O Deus de vossos pais enviou-me a vós'. Mas, se eles perguntarem: 'Qual é o seu nome?' o que lhes devo responder?'  14Deus disse a Moisés: 'Eu Sou aquele que sou'. E acrescentou: 'Assim responderás aos filhos de Israel: `Eu sou enviou-me a vós' '. 15E Deus disse ainda a Moisés: 'Assim dirás aos filhos de Israel: 'O Senhor, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó, enviou-me a vós'. Este é o meu nome para sempre, e assim serei lembrado de geração em geração. 16Vai, reúne os anciãos de Israel e dize-lhes: 'O Senhor, o Deus de vossos pais, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó, apareceu-me, dizendo: Eu vos visitei e vi tudo o que vos sucede no Egito. 17E decidi tirar-vos da opressão do Egito e conduzir-vos à terra dos cananeus, dos hititas, dos amorreus, dos fereseus, dos heveus e dos jebuseus, a uma terra onde corre leite e mel. 18Eles te escutarão e tu, com os anciãos de Israel, irás ao rei do Egito e lhe direis: 'O Senhor, o Deus dos hebreus, veio ao nosso encontro. E, agora, temos que ir, a três dias de marcha no deserto, para oferecermos sacrifícios ao Senhor nosso Deus'. 19Eu sei, no entanto, que o rei do Egito não vos deixará partir, se não for obrigado por mão forte. 20Por isso, estenderei minha mão e castigarei o Egito com toda a sorte de prodígios que vou realizar no meio deles. Depois disso, o rei do Egito vos deixará partir'. Palavra do Senhor.

Reflexão – “o povo de Deus que precisa de libertação está perto de nós”

A princípio, reticente e sem entender muito o chamado, Moisés finalmente acolheu a voz do Senhor do meio da sarça e lhe respondeu: “sim, eu irei”. O Senhor, então lhe dá todas as instruções, antecipando até o que iria acontecer, preparando-o para enfrentar os desafios, quando chegasse diante do faraó. Nós também podemos imaginar quantas vezes o Senhor se apresenta diante de nós, na nossa oração ou nos momentos em que silenciamos os nossos pensamentos humanos e nos inspira a ir à procura de alguém que necessita de ajuda.  Às vezes, o povo escravo do Egito pode ser alguém a quem conhecemos e vive em circunstância difícil, porque está doente ou em situação financeira precária e na nossa oração nós nos lembramos dele. Outras vezes, são pessoas deprimidas ou que sofrem pela perda de um ente querido e precisam de consolo e uma palavra amiga! São também aqueles que precisam de alguém que os ouça, que lhe deem um conselho ou uma palavra de ânimo. Portanto, precisamos ter consciência de que nós hoje, somos o Moisés, e o povo de Deus está perto de nós, dentro da nossa casa, na nossa família. O Senhor nos chama para libertá-lo e também nos orienta e nos previne de que “o faraó” também irá opor-se ao que pretendemos realizar. O faraó é a oposição a Deus, é o Seu inimigo que deseja a todo custo continuar escravizando os Seus filhos na situação de pecado, de tristeza e desamor.
 - Qual a resposta que você tem dado ao chamado do Senhor? 
- Você tem dado atenção ao que o Senhor lhe fala nos seus momentos de “sarça ardente”?
  - Nos pensamentos que lhe vêm à mente, você distingue a voz do Senhor?
 – Você tem se lembrado de alguém que está em situação difícil?
- Pergunte ao Senhor o que você deve fazer por ele!

Salmo 104,1.5. 8-9. 24-25. 26-27 (R.8a)

R. O Senhor se lembra sempre da Aliança.

1Dai graças ao Senhor, gritai seu nome, *
anunciai entre as nações seus grandes feitos!
5Lembrai as maravilhas que ele fez, *
seus prodígios e as palavras de seus lábios! R.

8Ele sempre se recorda da Aliança, * promulgada a incontáveis gerações;
9da Aliança que ele fez com Abraão, * e do seu santo juramento a Isaac. R. 

24Deus deu um grande crescimento a seu povo * e o fez mais forte que os próprios opressores. 
25Ele mudou seus corações para odiá-lo, * e trataram com má-fé seus servidores. R. 

26Então mandou Moisés, seu mensageiro, * e igualmente Aarão, seu escolhido;
27por meio deles realizou muitos prodígios * e, na terra do Egito, maravilhas. R.

Reflexão - O Senhor lembra sempre da aliança que fez conosco por meio de Jesus Cristo. Em Jesus Ele mudou o rumo da nossa vida e das gerações que nos precederão, assim como Moisés tirou o povo do Egito e mudou o curso dos acontecimentos da história. O Senhor nunca esquece cada um de nós e nos torna fortes para também enfrentarmos os nossos opressores. Por isso, nós damos graças ao Senhor e gritamos ao mundo os Seus prodígios e as Palavras de Seus lábios. 

Evangelho – Mt 11, 28-30

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 11,28-30

Naquele tempo, tomou Jesus a palavra e disse: 28Vinde a mim todos vós que estais cansados e fatigados sob o peso dos vossos fardos, e eu vos darei descanso. 29Tomai sobre vós o meu jugo e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vós encontrareis descanso. 30Pois o meu jugo é suave e o meu fardo é leve. Palavra da Salvação.

Reflexão - “Jesus pede apenas a nossa adesão à Sua Misericórdia”

 “Vinde a mim”! Este é o chamado que Deus nos faz por meio de Jesus quando estamos cansados (a), fatigados (a) com o peso da vida, das circunstâncias, cansados de nós mesmos (as) dos nossos desenganos e fracassos. Os nossos fardos pesam, mas quando os colocamos sob o domínio de Jesus eles se tornam leves e suaves. Ele quer nos ensinar a viver confiando na Sua proteção para que encontremos descanso para a nossa alma.  O nosso fardo mais pesado é justamente o pecado que nos encurva e tenta nos escravizar. A nossa humanidade decaída é uma carga pesada, e, por mais que nos esforcemos, na maioria das vezes, leva de vencida e nos derruba. É o nosso temperamento, a nossa maneira de ser e de agir, as nossas irreverências, a nossa rebeldia, impaciência, egoísmo e desamor que ocasionam o nosso cansaço. O fardo de Jesus é leve. Ele não exige mais do que podemos oferecer a Ele. Ele pede apenas a nossa adesão à Sua Misericórdia. O jugo é a lei e a Sua lei é a Lei do Amor.  “Aprendei de mim “ disse Ele , “porque sou manso e humilde de coração e vós encontrareis descanso”.  Está bem claro que só teremos descanso quando aprendermos com Jesus a sermos também mansos e humildes de coração.  O coração de Jesus é manso e humilde, por isso Ele é vitorioso. Por isso Ele é poderoso.   

-  O que tem angustiado e feito você infeliz?
– Como está a sua disposição, você sente-se cansado (a)?
 -  Como é o fardo do Senhor para você?
 – Você sente peso quando vive as coisas de Deus? 
–  Deus é pesado para você? 
- Você também, às vezes se cansa de si mesmo (a)?

Helena Serpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho



SANTO DO DIA - SÃO FRANCISCO SOLANO

Nasceu na Espanha no ano de 1549. Sua formação passou pelo colégio jesuíta, ingressando mais tarde na Ordem Franciscana. Prestou ali muitos serviços, mas seu grande desejo era a evangelização para muitos. Foi quando deixou a Europa e foi para a América Latina.
Chegou em Lima (Peru), evangelizando também pela Argentina, Chile, Paraguai, Andes etc. Tudo isso em busca de evangelizar a muitos.
Francisco Solano consumiu-se na evangelização. Por obediência voltou a Lima para ser, dentro da Ordem, um formador de novos evangelizadores.
Solano faleceu com 61 anos pronunciando palavras de louvor ao Senhor: “Deus seja bendito!”
Quem se consome pelas almas, tem a certeza de que Deus foi glorificado.
São Francisco Solano, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias

quarta-feira, 17 de julho de 2019

ARCEBISPO DE FORTALEZA CELEBRA COM A FAMÍLIA EUDISTA




Dom José Antonio Aparecido Tosi Marques, arcebispo de Fortaleza, celebrou, na noite de ontem, dia 16 deste mês, na Capela do Hotel Wirapuru, no Condominio Espiritual (CEU), uma missa, com a família eudista, da qual faz parte o superior geral Jean Michel, que participou da celebração, com outros sacerdotes da Congregação de Jesus e Maria.

Essa celebração, contou ainda com a participação  de Associados e pré-Associados , que se reuniram nesta Capital. Ela se realiza no momento em que fica concluído o Encontro dos Associados e se inicia a reunião do Conselho da Congregação, que terminará neste final de semana e será presidida pelo padre Jean Michel.

Do encontro do Conselho da Congregação tomam parte Guilhermo Acero, vigário geral; David Rodrigues, Hyacinthe Allagebé, Pedro Paulo Munera, Milton Lopez, ecônomo geral; o secretário Gerson Mora, José Mário Bacci, provincial da Colômbia; Olivier Michalet, provincial da França; Camilo Bernal, provincial do Minuto de Deus; Martin Solano, provincial da Venezuela; Ricardo Chinchilla, provincial da América do Norte e Severin Lath, provincial da África.

Com fotos e informações de:

 Ana Maria Pinheiro e Lúcia de Fátima

SANTA SÉ: FAZER MAIS PARA COMBATER A FOME NO MUNDO



Em 2018, mais de 820 milhões de pessoas não tinham comida suficiente. É o que revela o último relatório da ONU sobre o estado da segurança alimentar e nutricional no mundo. Mons. Fernando Chica Arellano, Observador Permanente junto aos organismo das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura, falou ao Vatican News sobre os desafios para combater a fome.
Barbara Castelli - Cidade do Vaticano
"A humanidade não cumpriu suficientemente seu dever pelos irmãos mais pobres". Com estas palavras, Mons. Fernando Chica Arellano, Observador Permanente da Santa Sé junto à Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO), ao Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (FIDA) e ao Programa Mundial de Alimentos (PAM), comenta o relatório de 2019 sobre o estado da segurança alimentar e nutricional no mundo. O documento foi apresentado na terça-feira, 15,  em Nova York, por cinco agências da ONU: FAO, FIDA, UNICEF (Fundo para a Infância), PAM e OMS (Organização Mundial da Saúde). O relatório faz parte do monitoramento dos progressos em direção ao segundo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) - "Fome Zero" - que visa derrotar a fome, promover a segurança alimentar e colocar fim a todas as formas de desnutrição até 2030.

Os números da crueldade da fome

 

Pelo terceiro ano consecutivo, a fome no mundo não dá sinais de declínio: em 2018, cerca de 820 milhões de pessoas não tinham comida suficiente, em comparação aos 811 milhões do ano anterior. As crianças com baixo peso ao nascer são 20,5 milhões (1 em cada 7), as crianças com menos de 5 anos com desnutrição crônica são 148,9 milhões e aquelas que sofrem de desnutrição aguda são 49,5 milhões. A fome está aumentando, de modo particular, em países onde o crescimento econômico está ficando para trás, com baixa renda média e aqueles cuja renda depende do comércio internacional de matérias-primas.
Em contraposição a esta triste realidade, o relatório das Nações Unidas também revela que no mundo está em aumento a obesidade e o número de pessoas com excesso de peso, particularmente entre crianças em idade escolar e adultos; e que as probabilidades de insegurança alimentar são maiores entre mulheres do que entre os homens, em todos os continentes, com a maior diferença na América Latina.
"O relatório - continua Mons. Fernando Chica Arellano na entrevista concedida ao Vatican News - está nos dizendo que as pessoas por trás desses números não têm um presente sereno nem um futuro luminoso". "A comunidade internacional realmente deveria fazer mais - ressalta - falta a vontade, sobretudo em remover as causas devidas ao homem, como os conflitos, a crise econômica e as mudanças climáticas".

O grito de ajuda que vem da Ásia e da África

 

O maior número de pessoas subnutridas (mais de 500 milhões) vive na Ásia, principalmente na parte sul. Também na África, a situação é extremamente alarmante, com as mais altas taxas de fome no mundo, que continuam a aumentar lentamente, mas de forma constante, em quase todas as regiões.
Em particular, na África Oriental, cerca de um terço da população (30,8%) está subnutrida. Além do clima e dos conflitos, o aumento é favorecido pelas crises econômicas. O Observador Permanece junto às organizações e organismos das Nações Unidas para alimentação e a agricultura, enfatiza que "todos podemos fazer algo para combater a fome", antes de tudo não desperdiçando alimentos e não cedendo à indiferença, como os personagens da parábola do "bom samaritano". "A comunidade internacional - acrescenta - deve crescer em solidariedade, porque a solidariedade, o investimento na paz, são uma forma de lutar contra a fome".

Entrevista com Mons. Fernando Chica Arellano

 

R. - Este relatório nos diz que a humanidade não cumpriu suficientemente o seu dever em relação aos nossos irmãos mais pobres. A fome continua a aumentar. Isso evidencia - eu diria - a grandeza do desafio de atingir a meta de desenvolvimento sustentável "Fome zero", até 2030. Portanto, significa que devemos trabalhar mais para melhor cumprir nosso dever como comunidade internacional e, sobretudo como pessoas, também em nível individual. Os números são realmente muito eloquentes. Falemos da Ásia: 513,9 milhões de pessoas famintas. Falemos da África: 256,1 milhões de pessoas. Na América Latina 42,5 milhões. Mas o relatório enfatiza não apenas a crueldade da fome, mas também outro aspecto: a obesidade. Os adultos obesos do mundo são 672 milhões, 13%, ou uma pessoa em cada oito. Portanto, o problema não é somente a desnutrição, mas também a má nutrição. O relatório, na verdade, está nos dizendo que as pessoas  que estão por trás desses números não têm um presente sereno nem um futuro luminoso. A comunidade internacional realmente deveria fazer mais. Falta a vontade, sobretudo na remoção das causas devidas ao homem, como os conflitos, a crise econômica e as mudanças climáticas. Esses três continuam a ser os fatores que produzem esses flagelos.
A atenção aos últimos, a quem sofre, é um tema muito caro ao Papa Francisco. Como é possível promover, também nas pequenas coisas, uma transformação estrutural inclusiva?
R. - Todos podemos fazer algo para lutar contra a fome. Primeiro de tudo, não desperdiçar comida; depois, não passar, como fez o sacerdote ou o levita, diante do pobre fechando os olhos ou não ouvindo o grito dos famintos. Isso a nível pessoal. A nível paroquial e de outras ONGs, tantas coisas belas estão sendo feitas, há bonitas iniciativas. Mas se pode fazer mais. Esse relatório é um impulso para fazer mais. Depois a comunidade internacional deve crescer em solidariedade, porque a solidariedade, o investimento na paz é uma forma de lutar contra a fome. Se nós não derrotarmos a fome, todos os outros objetivos de desenvolvimento sustentável da Agenda 2030, acredito que não poderão ser alcançados. O objetivo número um e o objetivo número dois são fundamentais para alcançar os outros 15 objetivos, que todos juntos sintetizam dizendo que não devemos deixar ninguém para trás. O Papa Francisco, no dia 27 de junho, recebeu a Conferência da FAO dizendo que este é um problema que deve envolver a todos, porque o sofrimento de uma pessoa é o sofrimento de todos. Ele também fez um apelo ao bom uso da água, sobretudo na produção de alimentos e em sua distribuição mais justa, porque enquanto há países onde a comida está avançando, sobretudo na África existem regiões inteiras onde, pelo contrário, ela está faltando. Essa desigualdade é verdadeiramente cruel.

Fonte:  Vatican News