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e dos melhores lugares nos banquetes. 40Eles devoram as casas das viúvas, fingindo
fazer longas orações. Por isso eles receberão a pior condenação'. 41Jesus estava
sentado no Templo, diante do cofre das esmolas, e observava como a multidão
depositava
suas moedas no cofre. Muitos ricos depositavam grandes quantias.
42Então chegou uma pobre viúva que deu duas pequenas moedas,
que não valiam quase nada. 43Jesus chamou os discípulos e disse:
'Em verdade vos digo, esta pobre viúva deu mais do que todos os outros que
ofereceram esmolas. 44Todos deram do que tinham de sobra, enquanto ela, na sua
pobreza, ofereceu tudo aquilo que possuía para viver'. Palavra da Salvação.
Reflexão – A oferta da viúva!
Muitas vezes tentamos aparentar uma falsa humildade, no entanto, Deus
conhece o nosso coração e percebe quais os sentimentos que se escondem
debaixo das nossas ações. Neste Evangelho nós vimos Jesus abrir os olhos dos
Seus discípulos para que se prevenissem contra “os doutores da lei” por causa
da sua soberba e pretensão, assim como também da sua falsidade e hipocrisia
no trato das coisas de Deus. Assim, Ele dizia: “Tomai cuidado” “eles
receberão a pior condenação”, e os instruía a que, também não os imitassem
e não seguissem a mesma cartilha por onde eles se guiavam. Infelizmente, ao
longo de todos os anos essa cartilha permanece servindo de lição para muitos
doutores da lei dos tempos modernos, que usam das mesmas práticas a fim de
chamar atenção para sua espiritualidade e devoção, de fachada. Ao mesmo
tempo Jesus também fazia alusão àqueles que depositavam grandes quantias
no cofre das esmolas e à viúva que “na sua pobreza, ofereceu tudo aquilo que
possuía para viver”. São duas situações claras nas quais percebemos que as
nossas atitudes exteriores muitas vezes não revelam o que acontece no nosso
interior. Jesus pôde avaliá-los, pois observava tudo com os olhos do Espírito e
podia sondar os seus corações. A observação de Jesus não nos dá o direito de
fazer julgamentos precipitados sobre as ações das pessoas, mas nos serve de
lição para que mergulhemos dentro de nós mesmos e avaliemos as nossas reais
intenções quando agimos, sabedores de que estamos em evidência e que
outras pessoas nos veem no trabalho do reino e nas ofertas que fazemos. Nas
nossas ofertas, o muito ou pouco que colocamos aos pés do altar do Senhor
precisa ecoar de dentro do nosso coração com sinceridade. Não conseguimos
enganar a Deus, por isso, poderíamos, então, confessar a nossa covardia,
dizendo: “Senhor, eu sei que poderia dar mais, no entanto, sou apegado,
tenho medo de que me faça falta, finalmente, Senhor, eu não estou
confiando em Ti, perdoa-me”! Se agíssemos assim, com sinceridade, talvez
um dia pudéssemos deixar de dar desculpas esfarrapadas e, como a viúva,
oferecer a Deus tudo o que possuíssemos, fosse, muito ou pouco. Não importa
a quantia que depositamos, mas a generosidade com que fazemos as nossas
ofertas. Jesus não delimita as nossas esmolas, apenas nos propõe a
experiência de sermos livres dos nossos apegos para que não recebamos a pior
condenação! – Com que intuito você faz as suas orações na assembleia
diante de todos? – Você gosta dos primeiros lugares? – O que você pode
dizer a Jesus, agora, em relação às suas esmolas ao tesouro do templo? –
Qual é o entendimento que você tem sobre generosidade? – Como você
pode dar tudo o que possui: você entende isto?
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7 DE JUNHO DE 2026
DOMINGO DA X SEMANA DO
TEMPO COMUM
Cor Verde
1ª. Leitura – Os 6, 3-6
Leitura da Profecia de Oséias 6,3-6
3É preciso saber segui-lo para reconhecer o Senhor. Certa como a aurora é a
sua vinda, ele virá até nós como as primeiras chuvas,
como as chuvas tardias que regam o solo. 4 Como vou tratar-te, Efraim? Como
vou tratar-te, Judá? O vosso amor é como nuvem pela manhã, como orvalho
que cedo se desfaz. 5 Eu os desbastei por meio dos profetas, arrasei-os com as
palavras de minha boca,
como luz, expandem-se meus juízos; 6 quero amor, e não sacrifícios,
conhecimento de Deus, mais do que holocaustos".
Palavra do Senhor.
Reflexão – Confundimos a vivência do amor com sacrifícios e regras e
algumas devoções.
O profeta Oséias, preanuncia a vinda de Jesus e se dirige a todos nós, hoje,
que desejamos encontrá-Lo e reconhecê-Lo como Senhor da nossa vida. A
primeira instrução que o profeta nos dá é a de saber seguir Jesus tomando
consciência se, de fato estamos vivendo o Seu Evangelho, como estamos
agindo e vivenciando o Seu amor nos nossos relacionamentos. Efraim e Judá é
cada um de nós que temos uma história de buscas, de sonhos, de projetos e
até tentamos, mas não conseguimos viver o amor que nos é proposto por Jesus
no Evangelho. O nosso amor é como uma nuvem e como o orvalho que logo se
desfazem. Confundimos a vivência do amor com sacrifícios e regras e algumas
devoções. A palavra de Deus por meio dos profetas põe abaixo o nosso amor
superficial e nos conclama a ter conhecimento profundo do Amor divino, que
é eterno. Somente vivendo este Amor é que a luz do Senhor nos ilumina e
podemos enxergar nossa real situação. O julgamento do Senhor nos ajuda no
nosso crescimento em busca da santidade! – Você também busca encontrar
Jesus? – Como você tem tentado segui-Lo? – Como você tem vivenciado o
Amor de Deus na rotina da sua vida? – Você ama com o Amor eterno? –
Você tem notado progresso na busca da santidade? – Você vivencia o
Evangelho de Jesus?
Sl 49(50),1.8.12-13.14-15 (R. 23b)
R. A todo homem que procede retamente,
eu mostrarei a salvação que vem de Deus.
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1 Falou o Senhor Deus, chamou a terra, *
do sol nascente ao sol poente a convocou.
8 Eu não venho censurar teus sacrifícios, *
pois sempre estão perante mim teus holocaustos. R.
12 Não te diria, se com fome eu estivesse, *
porque é meu o universo e todo ser.
13 Porventura comerei carne de touros? *
Beberei, acaso, o sangue de carneiros? R.
14Imola a Deus um sacrifício de louvor *
e cumpre os votos que fizeste ao Altíssimo.
15 Invoca-me no dia da angústia, *
e então te livrarei e hás de louvar-me". R.
Reflexão – o salmista nos motiva a louvar o Senhor com a nossa vida, na rotina
do nosso dia a dia, procurando proceder conforme os Seus ensinamentos. Que
não nos detenhamos a prestar holocaustos e sacrifício para prestar contas com
Deus, pois, Ele não está interessado nisso. Ele deseja de nós um sacrifício de
louvor e de reconhecimento da Sua misericórdia e do Seu grande amor por
nós!
2ª. Leitura – Rm 4, 18-25
Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos 4,18-25
Irmãos:18 Abraão, contra toda a humana esperança, firmou-se na esperança e
na fé. Assim, tornou-se pai de muitos povos,
conforme lhe fora dito: "Assim será a tua posteridade".
19 Não fraquejou na fé, à vista de seu físico desvigorado pela idade - cerca de
cem anos - ou considerando o útero de Sara já incapaz de conceber. 20 Diante
da promessa divina, não duvidou por falta de fé, mas revigorou-se na fé e deu
glória a Deus,
21 convencido de que Deus tem poder para cumprir o que prometeu. 22 Esta
sua atitude de fé lhe foi creditada como justiça. 23 Afirmando que a fé lhe foi
creditada como justiça,
a Escritura visa não só à pessoa de Abraão, 24 mas também a nós, pois a fé
será creditada também para nós que cremos naquele que ressuscitou dos
mortos Jesus, nosso Senhor. 25 Ele, Jesus, foi entregue por causa de nossos
pecados e foi ressuscitado para nossa justificação. Palavra do Senhor.
Reflexão - Tudo na nossa vida está sujeito à vontade de Deus!
Esperar contra toda humana esperança é a maior prova de fé que podemos
dar a Deus! Assim aconteceu com Abraão que, no final da vida, não tinha
evidência humana para poder confiar na promessa de Deus e continuou firme
apesar das circunstâncias, nós também precisamos nos revigorar na fé e dar
glorias a Deus na certeza de que Ele é o nosso provedor, por isso, tudo na
nossa vida está sujeito à Sua vontade! Que a nossa fé seja tal qual a de
Abraão e poderemos também ser considerados homens justos. A nossa fé está
consolidada em Jesus que venceu a morte e ressuscitou para a nossa salvação!
– A sua fé depende do que você acha possível acontecer ou você tem fé
mesmo diante das impossibilidades? – O Senhor tem lhe feito alguma
20
promessa? – Você espera com confiança? – Você seria capaz de esperar
muito tempo pelo cumprimento das promessas de Deus? – Você já desistiu
de algum projeto que o Senhor prometeu realizar?
Evangelho - Mt 9,9-13
Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 9,9-13
Naquele tempo: 9 Partindo dali, Jesus viu um homem chamado Mateus,
sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: "Segue-me!"
Ele se levantou e seguiu a Jesus. 10 Enquanto Jesus estava à mesa, em casa
de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se
à mesa com Jesus e seus discípulos. 11
Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: "Por que vosso mestre
come com os cobradores de impostos e pecadores?"
12 Jesus ouviu a pergunta e respondeu: "Aqueles que têm saúde não precisam
de médico, mas sim os doentes. 13 Aprendei, pois, o que significa: 'Quero
misericórdia e não sacrifício'. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas
os pecadores".
Palavra da Salvação.
Reflexão – Como seria o nosso encontro com Jesus?
Somos chamados, hoje, a nos colocar no lugar de Mateus, como protagonistas
desta história e refletir como seria o nosso encontro com Aquele do qual tanto
ouvimos falar. Como Levi, nós também estamos no posto do nosso trabalho,
na nossa vida familiar e social e só ouvimos falar de Jesus, mas não tivemos
ainda um encontro verdadeiro com a Sua pessoa. Não somos pessoas perfeitas,
longe disso, temos muitas fraquezas, defeitos e dentro de nós há
ressentimento, soberba, orgulho, inveja, egoísmo, julgamentos, afinal tudo
que nós sabemos que possuímos. Não somos pessoas dignas de confiança e os
que convivem conosco até comentam isso, embora não conheçam o nosso
interior. Nós também não conhecemos as verdadeiras razões pelas quais
agimos assim. Mas Jesus nos vê, vem ao nosso encontro e simplesmente Ele
diz: “Segue-me”! Dentro do nosso coração há muita desordem de
sentimentos: dúvidas, apreensão, medo, incertezas, no entanto, como
Mateus, nós também nos levantamos e seguimos Jesus! Afinal, o que nos
motivou à ação de segui-Lo? Será porque Ele olhou para nós e fomos
privilegiados? Será que Ele se encantou por nós e prometeu recompensa? Não
foi por isso! Concluímos, então, que a Palavra de Jesus foi o que nos levou a
dar um passo concreto e nos convenceu de assumir toda a verdade da nossa
vida. Nós esperávamos por essa hora, nós precisávamos mudar de vida e Ele
conhecia tudo o que se passava dentro de nós! Não podemos mais viver longe
da Palavra de Jesus, não podemos caminhar sozinhos por nossa conta e não
podemos nos apropriar da pessoa de Jesus. Precisamos levar Jesus para nossa
casa, convidar os nossos amigos, aqueles que também estão em busca de
felicidade, em busca da verdade e estão sentados na coletoria da mesmice!
Eles também não são tão dignos de confiança, mas necessitam de Salvação!
Graças a Deus Jesus veio para os que estão doentes, necessitados e nós nos
reconhecemos assim
. – Faça hoje uma reflexão imaginando o seu encontro
com Jesus e anote os detalhes desse momento especial.
Helena Serrpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho
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