05/08/11 - 6ª. Feira
– Deuteronômio 4, 32-40 – “conselhos para ser feliz”
Moisés exorta o povo de Israel para que tenha consciência de todas as maravilhas que o Senhor realizou com ele, desde o Egito até a sua travessia no deserto. De como Deus se manifestou com mão forte e braço estendido a fim de tirá-lo da escravidão. Mesmo sabendo que não entraria na terra prometida, na sua humildade ele dá a eles as prescrições do Senhor para que sejam felizes e vivam longos dias sobre a terra. Essa reflexão nós também devemos fazer a cada dia quando relembramos os momentos difíceis em que nós fomos sustentados (as) pela força do Amor de Deus. As barreiras e os obstáculos que precisamos enfrentar na caminhada do deserto da nossa vida são oportunidades que o Senhor nos dá para que reconheçamos o Seu poder Salvador e nos conscientizemos de que sem Ele nada podemos fazer. Assim como fez com o povo no deserto o Senhor também nos dá, por meio da Sua Palavra, ensinamentos, que, se forem seguidos serão como um guia para alcançarmos a felicidade aqui na terra. O Senhor também nos fala do céu, lá do mais profundo do nosso coração e nos revela os Seus mistérios de amor que já estão gravados em nós desde sempre e são como o mapa que norteia a nossa vida. Se estivéssemos atentos (as) às Suas recomendações, talvez muitos de nós nem precisássemos de psicólogos, psiquiatras e outros orientadores espirituais. Todavia, por causa da nossa humanidade fragilizada nós também procuramos ajuda junto às pessoas que são instrumentos de Deus e por meio delas o Senhor também se revela fazendo com que o que existe dentro de nós venha à tona e nos ajude a redefinir a nossa vida,. Todavia, nunca podemos esquecer de que a Lei e o Amor do Senhor já estão gravados dentro de nós e, para sermos felizes basta segui-los. – Você reconhece o poder de Deus na sua vida? – Como você expressa a sua gratidão por isso? – Você tem a Palavra de Deus como bússola para a sua caminhada aqui na terra? – Você é feliz? – Você reconhece que as pessoas que o (a) ajudam são instrumentos de Deus?
Salmo 76 – “Penso em vossas maravilhas, ó senhor!”
Nas mais diversas situações da nossa vida nós temos a oportunidade de provar da intervenção de Deus e da Sua assistência e do Seu amparo. Por isso, nós também, como o salmista recordamos os grandes feitos do Senhor e meditamos sobre as obras grandiosas que Ele tem realizado em nosso favor. Quem espera em Deus e anda em Seus caminhos experimenta o Seu poder e pode dar testemunho ao mundo que há Alguém que olha por nós e que não desiste de nós apesar da nossa fraqueza.
Evangelho – Mateus 16, 24-28 – “para abraçar a Cruz”
Neste Evangelho Jesus nos convida a morrer para nós mesmos (as) e deixar qualquer traço de autoindulgência, medo, vaidade, orgulho, soberba, enfim, tudo o que nos torna cativos. Essa morte para nós mesmos (as) é muito positiva e construtiva para que possamos dizer sim ao chamado de Deus. Jesus nos propõe a abraçar a nossa Cruz e deixar que o Seu Espírito Santo seja o nosso instrutor nessa travessia. A renúncia de nós mesmos (as) se constitui na abdicação da nossa vontade própria, da nossa maneira de pensar e julgar, assim como também na nossa disposição em assumir a vontade de Deus confiando Nele para enfrentar os desafios da nossa vida. Estas são as condições que Jesus nos apresenta para que nós possamos segui-Lo. Quando morremos para nós mesmo e seguimos Jesus em humildade e confiança no amor do Pai, nós nos tornamos coparticipantes da paixão de Cristo. Somente a nossa adesão ao projeto do Pai por meio da fé em Jesus Cristo nos dará a salvação. Por isso mesmo, Jesus é muito claro no Seu anúncio: não adianta nenhum de nós tentarmos “salvar” a nossa vida, pois todo o nosso esforço será inútil! Jesus é a Salvação e, se quisermos segui-Lo teremos que assumir a nossa parte nos encargos, nas responsabilidades, nas dificuldades. Isto é abraçar a cruz. Às vezes queremos “escapar” das dificuldades e procuramos o caminho mais fácil, que não exija de nós muito esforço, mas mesmo assim queremos receber recompensas e ter privilégios. Quando queremos ganhar o mundo inteiro nós terminamos por entrar pela porta larga da perdição e da ruína da alma. A nossa vida é um dom precioso de Deus e não há riqueza nem glória mundana que possam comprá-la. Precisamos ter consciência de que o tempo em que nós passamos aqui na terra é breve e a oportunidade da vida é uma só. Se começamos a querer cortar pedacinhos da nossa cruz, talvez quando tivermos que atravessar o vale da sombra da morte, nos falte a ponte que nos levará para a felicidade! Pense nisto! – Será que você tem tentado salvar a sua vida, deixando por menos algum encargo ou atribuição que só compete a você? - Você tem consciência de que está vivendo a sua vida de acordo com aquilo que Deus espera de você? - Você acredita que Deus pode realizar o que para você tem sido impossível?
Helena Serpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho
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