Depoimentos emocionantes de familiares, amigos e médicos que defendem a vida. Esta é a tônica do documentário “Flores de Marcela”, do diretor Glauber Filho, que retrata a história de Marcela de Jesus Galante, bebê que nasceu sem parte do córtex cerebral e que permaneceu viva durante 1 ano e 8 meses.Glauber Filho relata que, inicialmente, a produção apresentaria detalhes mais técnicos sobre o caso de Marcela, mas, ao chegar à casa da família e ouvir os depoimentos, o roteiro foi modificado. “Eu identifiquei uma coisa muito importante, que é o amor da família por essa criança. Depois tivemos uma reunião e, obviamente, continuaria com a mesma intenção em defesa da vida, mas seria um documentário sobre a família da Marcela e a Marcela. Então, fizemos a opção de ser um documentário mais próximo ao que a família viveu”, declara.Ele explica que no mesmo DVD foi incluso o filme “Quantos ‘eu te amo’ eu poderia ter escutado em 15 minutos", dirigido por Halder Gomes e que complementa o primeiro. Em 40 minutos, o filme apresenta um tom técnico sobre a questão e aborda o preconceito contra a anencefalia e as consequências do aborto, através da palavra de juristas, médicos e cientistas.Um dos relatos em “Flores de Marcela” é do médico obstetra, José Barcellos. Ele acompanhou a mãe de Marcela, Cacilda Ferreira, desde o início da gravidez e questiona a posição de profissionais que orientam a prática do aborto. “Primeiro, o médico tem que buscar a vida, procurar fazer com que aquela pessoa tenha uma qualidade de vida boa. Então, quando um médico vai contra os princípios da vida já começa a ser uma coisa meio complicada”, afirma.No filme, o telespectador também recebe as “boas vindas” da outra protagonista desta história, a mãe de Marcela: “Se for para me dar força para continuar com minha gravidez, a porta está aberta. Mas se falar para eu tirar e não seguir com a gravidez adiante, pode ir embora”.Glauber Filho destaca ainda que aqueles que tiverem interesse em lutar contra o aborto podem copiar o DVD e distribuí-lo. Segundo ele, “pode copiar, desde que a intenção seja a defesa da vida. É uma pirataria legalizada”.
Médicos e universidade em defesa da vidaO DVD foi lançado na última quinta-feira, 20, na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará (UFC), e de acordo com a professora do Departamento de Morfologia, a médica Eliane Oliveira, o departamento apoia o lançamento da produção porque o país vive um momento jurídico de debate sobre a legalização do aborto. “Há discussões escusas. Há grupos interessados no aborto”, lamenta.Ao afirmar que “a vida é um bem indisponível”, a professora destaca que a vida humana começa na concepção e constata que muitas mulheres que cometeram aborto apresentam sintomas de depressão. Mesmo se um feto apresentar alguma má formação, a médica não orienta a prática do aborto: “A vida é um dom de Deus, um presente que nos foi dado”.Assista.: Reportagem mostra Marcela com 1 ano e 1 mês
Gracielle Reis/ Da Redação da Canção Nova Notícias
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