Uma peregrinação mundial, que passará nos próximos seis anos pelos cinco continentes, chegou ontem, 30, a Porto Alegre. A urna com parte dos restos mortais de Dom Bosco, padre italiano fundador da congregação salesiana, foi acolhida por centenas de fiéis, que realizaram um cortejo entre a ponte do Guaíba até a Paróquia São Manoel, no bairro Mont’Serrat. Vinda de Rio Grande, a romaria ainda passará por Bagé, Santa Rosa e Viamão, onde os salesianos mantêm estruturas no estado.
Iniciada em agosto passado em Turim, na Itália, onde Dom Bosco começou suas obras e está sepultado, a peregrinação passará por 133 países onde os salesianos estão presentes. A viagem durará até 2015 quando se comemora os 200 anos de nascimento do padre, que há 150 anos fundou a congregação, voltada a juventude e a educação. No Brasil, a urna já passou pelo Paraná e por Santa Catarina.
Réplica da máscara mortuária que se encontra na Igreja de Nossa Senhora Auxiliadora, em Turim, a urna contém uma mão e um braço de Dom Bosco, que, após a abertura do caixão, se encontravam conservados. Ela é acompanhada por um grupo de padres italianos e ficará no Brasil até 28 de fevereiro de 2010.
CNBB
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
MENSAGEM PARA O DIA MUNDIAL DO MIGRANTE E REFUGIADO
O papa Bento XVI divulgou na última semana a Mensagem para o 96º Dia Mundial do Migrante e Refugiado. No texto, ele lembra as paróquias e associações católicas que se esforçam para ajudar os refugiados espalhados por todo o mundo. O pontífice também cita, no texto, a Encíclica Caritas in Veritate, na qual ele escreve sobre o número de pessoas refugiadas “envolvidas, pelas problemáticas sociais, econômicas, políticas e culturais e religiosas”.
MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA O 96º DIA MUNDIAL DO MIGRANTE
E DO REFUGIADO (2010)
"Os migrantes e os refugiados menores de idade"
Queridos irmãos e irmãs,
A celebração do Dia Mundial do Migrante e do Refugiado oferece-me novamente a ocasião de manifestar a solicitude constante que a Igreja alimenta por aqueles que vivem, de vários modos, a experiência da emigração. Trata-se de um fenômeno que, como escrevi na Encíclica Caritas in veritate, impressiona pelo número de pessoas envolvidas, pelas problemáticas sociais, econômicas, políticas, culturais e religiosas que levanta, pelos desafios dramáticos que apresenta às comunidades nacionais e internacional. O migrante é uma pessoa humana com direitos fundamentais inalienáveis que devem ser respeitados sempre e por todos (cf. n. 62). O tema deste ano, «Os migrantes e os refugiados menores de idade», refere-se a um aspecto que os cristãos avaliam com grande atenção, recordando-se da admoestação de Cristo, que no juízo final considerará referido a Ele mesmo tudo o que é feito ou negado «a um só destes pequeninos» (cf. Mt 25, 40.45). E como não considerar entre os «pequeninos» também os migrantes e refugiados menores de idade? O próprio Jesus, quando era criança, viveu a experiência do migrante porque, como narra o Evangelho, para fugir às ameaças de Herodes, teve que se refugiar no Egito juntamente com José e Maria (cf. Mt 2, 14).
Embora a Convenção sobre os Direitos da Criança afirme com clareza que deve ser sempre salvaguardado o interesse maior da criança (cf. art. 3), à qual se devem reconhecer os direitos fundamentais da pessoa ao mesmo nível do adulto, infelizmente na realidade isto não acontece. Com efeito, enquanto aumenta na opinião pública a consciência da necessidade de uma ação pontual e incisiva em proteção às crianças e adolescentes, de fato muitos são abandonados e, de vários modos, encontram-se em perigo de exploração. Da condição dramática em que eles vivem fez-se intérprete o meu venerado Predecessor, João Paulo II, na mensagem enviada a 22 de Setembro de 1990 ao Secretário-Geral das Nações Unidas, por ocasião da Cúpula Mundial para as Crianças. «Sou testemunha – ele escreveu – da condição lancinante de milhões de crianças de todos os continentes. Elas são mais vulneráveis, porque menos capazes de fazer ouvir a sua voz» (Insegnamenti XIII, 2, 1990, pág. 672). Formulo votos de coração para que se reserve a justa atenção aos migrantes menores de idade, necessitados de um ambiente social que permita e favoreça o seu desenvolvimento físico, cultural, espiritual e moral. Viver num país estrangeiro sem pontos de referência efetivos cria-lhes, especialmente àqueles que estão desprovidos do apoio da família, inúmeros e por vezes graves incômodos e dificuldades.
Um aspecto típico da migração de menores de idade é constituído pela situação dos jovens nascidos nos países receptores, ou então por aquela dos filhos que não vivem com os pais emigrados depois do seu nascimento, mas que se reúnem a eles sucessivamente. Estes adolescentes fazem parte de duas culturas, com as vantagens e as problemáticas ligadas à sua dúplice pertença, condição esta que todavia pode oferecer a oportunidade de experimentar a riqueza do encontro entre diferentes tradições culturais. É importante que lhes seja oferecida a possibilidade da frequência escolar e da sucessiva inserção no mundo do trabalho, e que seja facilitada a integração social graças a oportunas estruturas formativas e sociais. Nunca se esqueça que a adolescência representa uma etapa fundamental para a formação do ser humano.
Uma categoria particular das crianças e adolescentes é a dos refugiados que pedem asilo, fugindo por vários motivos do próprio país, onde não recebem uma proteção adequada. As estatísticas revelam que o seu número está a aumentar. Por conseguinte, trata-se de um fenômeno que deve ser avaliado com atenção e enfrentado com ações coordenadas, com oportunas medidas de prevenção, de salvaguarda e de acolhimento, segundo quanto prevê também a própria Convenção sobre os Direitos da Criança (cf. art. 22).
Dirijo-me agora particularmente às paróquias e às muitas associações católicas que, animadas por um espírito de fé e de caridade, envidam grandes esforços para ir ao encontro das necessidades destes nossos irmãos e irmãs. Enquanto exprimo gratidão por quanto se está realizando com grande generosidade, gostaria de convidar todos os cristãos a tomar consciência do desafio social e pastoral que apresenta a condição das crianças e adolescentes migrantes e refugiados. Ressoam no nosso coração as palavras de Jesus: «Era peregrino e me acolhestes» (Mt 25, 35), assim como o mandamento central que Ele nos deixou: amar a Deus com todo o coração, com toda a alma e com toda a mente, mas unido ao amor ao próximo (cf. Mt 22, 37-39). Isto leva-nos a considerar que cada uma das nossas intervenções concretas deve nutrir-se antes de tudo de fé na ação da graça e da Providência divina. De tal modo, também o acolhimento e a solidariedade para com o estrangeiro, especialmente se se trata de crianças e adolescentes, torna-se anúncio do Evangelho da solidariedade. A Igreja proclama-o, quando abre os seus braços e trabalha para que sejam respeitados os direitos dos migrantes e dos refugiados, estimulando os responsáveis das Nações, dos Organismos e das Instituições internacionais, a fim de que promovam iniciativas oportunas em seu benefício. Vele materna sobre todos a Bem-Aventurada Virgem Maria, e ajude-nos a compreender as dificuldades daqueles que estão distantes da própria pátria. A quantos estão empenhados no vasto mundo dos migrantes e refugiados, asseguro a minha oração e concedo de coração a Bênção Apostólica.
CNBB
MENSAGEM DO PAPA BENTO XVI
PARA O 96º DIA MUNDIAL DO MIGRANTE
E DO REFUGIADO (2010)
"Os migrantes e os refugiados menores de idade"
Queridos irmãos e irmãs,
A celebração do Dia Mundial do Migrante e do Refugiado oferece-me novamente a ocasião de manifestar a solicitude constante que a Igreja alimenta por aqueles que vivem, de vários modos, a experiência da emigração. Trata-se de um fenômeno que, como escrevi na Encíclica Caritas in veritate, impressiona pelo número de pessoas envolvidas, pelas problemáticas sociais, econômicas, políticas, culturais e religiosas que levanta, pelos desafios dramáticos que apresenta às comunidades nacionais e internacional. O migrante é uma pessoa humana com direitos fundamentais inalienáveis que devem ser respeitados sempre e por todos (cf. n. 62). O tema deste ano, «Os migrantes e os refugiados menores de idade», refere-se a um aspecto que os cristãos avaliam com grande atenção, recordando-se da admoestação de Cristo, que no juízo final considerará referido a Ele mesmo tudo o que é feito ou negado «a um só destes pequeninos» (cf. Mt 25, 40.45). E como não considerar entre os «pequeninos» também os migrantes e refugiados menores de idade? O próprio Jesus, quando era criança, viveu a experiência do migrante porque, como narra o Evangelho, para fugir às ameaças de Herodes, teve que se refugiar no Egito juntamente com José e Maria (cf. Mt 2, 14).
Embora a Convenção sobre os Direitos da Criança afirme com clareza que deve ser sempre salvaguardado o interesse maior da criança (cf. art. 3), à qual se devem reconhecer os direitos fundamentais da pessoa ao mesmo nível do adulto, infelizmente na realidade isto não acontece. Com efeito, enquanto aumenta na opinião pública a consciência da necessidade de uma ação pontual e incisiva em proteção às crianças e adolescentes, de fato muitos são abandonados e, de vários modos, encontram-se em perigo de exploração. Da condição dramática em que eles vivem fez-se intérprete o meu venerado Predecessor, João Paulo II, na mensagem enviada a 22 de Setembro de 1990 ao Secretário-Geral das Nações Unidas, por ocasião da Cúpula Mundial para as Crianças. «Sou testemunha – ele escreveu – da condição lancinante de milhões de crianças de todos os continentes. Elas são mais vulneráveis, porque menos capazes de fazer ouvir a sua voz» (Insegnamenti XIII, 2, 1990, pág. 672). Formulo votos de coração para que se reserve a justa atenção aos migrantes menores de idade, necessitados de um ambiente social que permita e favoreça o seu desenvolvimento físico, cultural, espiritual e moral. Viver num país estrangeiro sem pontos de referência efetivos cria-lhes, especialmente àqueles que estão desprovidos do apoio da família, inúmeros e por vezes graves incômodos e dificuldades.
Um aspecto típico da migração de menores de idade é constituído pela situação dos jovens nascidos nos países receptores, ou então por aquela dos filhos que não vivem com os pais emigrados depois do seu nascimento, mas que se reúnem a eles sucessivamente. Estes adolescentes fazem parte de duas culturas, com as vantagens e as problemáticas ligadas à sua dúplice pertença, condição esta que todavia pode oferecer a oportunidade de experimentar a riqueza do encontro entre diferentes tradições culturais. É importante que lhes seja oferecida a possibilidade da frequência escolar e da sucessiva inserção no mundo do trabalho, e que seja facilitada a integração social graças a oportunas estruturas formativas e sociais. Nunca se esqueça que a adolescência representa uma etapa fundamental para a formação do ser humano.
Uma categoria particular das crianças e adolescentes é a dos refugiados que pedem asilo, fugindo por vários motivos do próprio país, onde não recebem uma proteção adequada. As estatísticas revelam que o seu número está a aumentar. Por conseguinte, trata-se de um fenômeno que deve ser avaliado com atenção e enfrentado com ações coordenadas, com oportunas medidas de prevenção, de salvaguarda e de acolhimento, segundo quanto prevê também a própria Convenção sobre os Direitos da Criança (cf. art. 22).
Dirijo-me agora particularmente às paróquias e às muitas associações católicas que, animadas por um espírito de fé e de caridade, envidam grandes esforços para ir ao encontro das necessidades destes nossos irmãos e irmãs. Enquanto exprimo gratidão por quanto se está realizando com grande generosidade, gostaria de convidar todos os cristãos a tomar consciência do desafio social e pastoral que apresenta a condição das crianças e adolescentes migrantes e refugiados. Ressoam no nosso coração as palavras de Jesus: «Era peregrino e me acolhestes» (Mt 25, 35), assim como o mandamento central que Ele nos deixou: amar a Deus com todo o coração, com toda a alma e com toda a mente, mas unido ao amor ao próximo (cf. Mt 22, 37-39). Isto leva-nos a considerar que cada uma das nossas intervenções concretas deve nutrir-se antes de tudo de fé na ação da graça e da Providência divina. De tal modo, também o acolhimento e a solidariedade para com o estrangeiro, especialmente se se trata de crianças e adolescentes, torna-se anúncio do Evangelho da solidariedade. A Igreja proclama-o, quando abre os seus braços e trabalha para que sejam respeitados os direitos dos migrantes e dos refugiados, estimulando os responsáveis das Nações, dos Organismos e das Instituições internacionais, a fim de que promovam iniciativas oportunas em seu benefício. Vele materna sobre todos a Bem-Aventurada Virgem Maria, e ajude-nos a compreender as dificuldades daqueles que estão distantes da própria pátria. A quantos estão empenhados no vasto mundo dos migrantes e refugiados, asseguro a minha oração e concedo de coração a Bênção Apostólica.
CNBB
HOJE NA SEDE DA CNBB: "SEMINÁRIO FICHA LIMPA EM QUESTÃO
Hoje, às 14h, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) realiza o seminário “Ficha Limpa em Questão – para discutir é preciso conhecer”. Entre os participantes, estará o diretor da secretaria executiva do MCCE, Carlos Alves Moura; o jurista e ex-presidente do Conselho Federal da OAB, Marcello Lavenère; e o secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa.
Além deles, irá compor a mesa de debates e falará sobre a veiculação e abordagem da Campanha pela mídia, o jornalista Rudolfo Lago, editor executivo do site Congresso em Foco.
O evento é realizado na sede da CNBB, com o objetivo de discutir e esclarecer o conteúdo do Projeto de Lei da Ficha Limpa e seus pontos mais polêmicos. O seminário será destinado aos parlamentares e a jornalistas convidados.
“Queremos esclarecer principalmente os pontos que geram mais polêmica no Projeto. A intenção é que tanto parlamentares quanto jornalistas conheçam e entendam bem o texto da proposta para poderem falar e discutir sobre ela”, diz a secretária executiva do MCCE, Cristiane Vasconcelos.
O projeto com 1,3 milhão de assinaturas da Campanha Ficha Limpa foi entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer no dia 29 de setembro. Participaram da ocasião integrantes do MCCE e parlamentares da Câmara e do Senado Federal.
Para pressionar a votação e aprovação do Projeto no Congresso, o MCCE prepara uma grande mobilização da Câmara dos Deputados, no dia 9 de dezembro. Nesta data se comemora o Dia Mundial de Combate à Corrupção. Na ocasião, serão entregues mais assinaturas do Projeto de Lei de iniciativa popular que ainda chegam diariamente ao escritório do MCCE.
Confirmações de presença no Seminário pelo telefone: (61) 2193-9746 ou pelo e-mail comunicacaomcce@gmail.com
Além deles, irá compor a mesa de debates e falará sobre a veiculação e abordagem da Campanha pela mídia, o jornalista Rudolfo Lago, editor executivo do site Congresso em Foco.
O evento é realizado na sede da CNBB, com o objetivo de discutir e esclarecer o conteúdo do Projeto de Lei da Ficha Limpa e seus pontos mais polêmicos. O seminário será destinado aos parlamentares e a jornalistas convidados.
“Queremos esclarecer principalmente os pontos que geram mais polêmica no Projeto. A intenção é que tanto parlamentares quanto jornalistas conheçam e entendam bem o texto da proposta para poderem falar e discutir sobre ela”, diz a secretária executiva do MCCE, Cristiane Vasconcelos.
O projeto com 1,3 milhão de assinaturas da Campanha Ficha Limpa foi entregue ao presidente da Câmara dos Deputados, Michel Temer no dia 29 de setembro. Participaram da ocasião integrantes do MCCE e parlamentares da Câmara e do Senado Federal.
Para pressionar a votação e aprovação do Projeto no Congresso, o MCCE prepara uma grande mobilização da Câmara dos Deputados, no dia 9 de dezembro. Nesta data se comemora o Dia Mundial de Combate à Corrupção. Na ocasião, serão entregues mais assinaturas do Projeto de Lei de iniciativa popular que ainda chegam diariamente ao escritório do MCCE.
Confirmações de presença no Seminário pelo telefone: (61) 2193-9746 ou pelo e-mail comunicacaomcce@gmail.com
TÍTULOS E PATROCÍNIOS DE 8 DE DEZEMBRO
No dia 8 de dezembro, inúmeras dioceses realizam festas em honra a Nossa Senhora da Conceição. No Ceará, três: Limoeiro do Norte, Crateús e Sobral.
Aracaju: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira arquidiocesana e titular da catedral.
Campinas: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira arquidiocesana e titula da Catedral.
Manaus: Imaculada Conceição, Padroeira municipal.
Abeatetuba: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira diocesana e titula da catedral.
Bacabal: Co-Titular da catedral e Padroeira municipal.
Bragança Paulista: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Brejo: Imaculada Conceição, titular da catedral.
Cachoeira do Sul: Imaculada Conceição, titular da catedral e Padroeira da cidade.
Campina Grande: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Crateús: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana
Diamantino: Imaculada Conceição, titular da catedral.
Divinópolis: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira diocesana.
Dourados: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira da cidade e titular da catedral.
Formosa: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Franca: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Guajará-Mirim: Nossa Senhora do Seringueiro, padroeira municipal.
Guarulhos: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Humaitá: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira diocesana e municipal.
Jacarezinho: Imaculada Conceição, titular da catedral.
Limoeiro do Norte: Imaculada Conceição, titular da catedral.
Marabá: Imaculada Conceição, titular.
Nazaré: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Nova Friburgo: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana.
Palmares: Imaculada Conceição, titular da catedral.
Ponte de Pedras: Imaculada Conceição, titular da catedral.
Ssma. Conceição do Araguaia: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Santa Maria: Imaculada Conceição, titular da catedral.
Santarém: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana, titular da catedral e Padroeira municipal.
Sete Lagoas: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana.
Sobral: Nossa Senhora da Conceição, padroeira diocesana.
Teófilo Otoni: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Vacaria: Nossa Senhora da Oliveira, Padroeira diocesana e municipal.
Viana: Nossa Senhora da Conceição, titular da catedral.
Aracaju: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira arquidiocesana e titular da catedral.
Campinas: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira arquidiocesana e titula da Catedral.
Manaus: Imaculada Conceição, Padroeira municipal.
Abeatetuba: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira diocesana e titula da catedral.
Bacabal: Co-Titular da catedral e Padroeira municipal.
Bragança Paulista: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Brejo: Imaculada Conceição, titular da catedral.
Cachoeira do Sul: Imaculada Conceição, titular da catedral e Padroeira da cidade.
Campina Grande: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Crateús: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana
Diamantino: Imaculada Conceição, titular da catedral.
Divinópolis: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira diocesana.
Dourados: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira da cidade e titular da catedral.
Formosa: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Franca: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Guajará-Mirim: Nossa Senhora do Seringueiro, padroeira municipal.
Guarulhos: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Humaitá: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira diocesana e municipal.
Jacarezinho: Imaculada Conceição, titular da catedral.
Limoeiro do Norte: Imaculada Conceição, titular da catedral.
Marabá: Imaculada Conceição, titular.
Nazaré: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Nova Friburgo: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana.
Palmares: Imaculada Conceição, titular da catedral.
Ponte de Pedras: Imaculada Conceição, titular da catedral.
Ssma. Conceição do Araguaia: Nossa Senhora da Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Santa Maria: Imaculada Conceição, titular da catedral.
Santarém: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana, titular da catedral e Padroeira municipal.
Sete Lagoas: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana.
Sobral: Nossa Senhora da Conceição, padroeira diocesana.
Teófilo Otoni: Imaculada Conceição, Padroeira diocesana e titular da catedral.
Vacaria: Nossa Senhora da Oliveira, Padroeira diocesana e municipal.
Viana: Nossa Senhora da Conceição, titular da catedral.
PRESIDENTE DA OAB E CNBB DISCUTEM CASO DO GOVERNADOR ARRUDA
O presidente da OAB, Cezar Britto, foi recebido pelo secretário geral da CNBB, Dom Dimas Lara Barbosa, na tarde desta segunda-feira, 30, na sede da Conferência dos Bispos em Brasília. Britto discutiu com Dom Dimas o caso que envolve o governador do Distrito Federal, José Arruda, e outros políticos do Distrito Federal em suposto esquema de pagamento de propina, divulgado pela imprensa no fim de semana. A presidente da OAB-DF, Estefânia Viveiros, também participou do encontro.A OAB do Distrito Federal vai discutir o caso na quinta-feira, 3, e decidir se entra com pedido de impeachment do governador. Britto ressaltou que a CNBB sempre foi parceira na luta pela ética na política no país e reafirmou que os fatos revelados pelos vídeos mostrando o esquema da propina são gravíssimos. Ele disse, ainda, que é importante reunir entidades parceiras para discutir o assunto e agir conjuntamente.Para pressionar pela apuração das denúncias de corrupção envolvendo o governo Arruda, bem como por seu afastamento, o presidente nacional da OAB disse que além da CNBB e ABI, é intenção da OAB procurar o apoio das entidades da magistratura e do Ministério Público, além do Movimento Nacional de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE). O secretário da CNBB também ressaltou a gravidade do caso e se disse perplexo com o que viu nos vídeos divulgados pela imprensa. “Estamos perplexos com o que vimos. A gravidade é tal que exige que as investigações sejam ágeis e que a ética seja restabelecida”, disse.À jornalista que perguntou sobre o que achou da oração feita por integrantes do esquema, Dom Dimas disse que lamenta o abuso da fé e da oração e o uso da religião em benefício próprio. "Lamento que a oração esteja tão banalizada. Infelizmente, muitos se servem da religião e da boa fé do povo em benefício próprio".Dom Dimas reafirmou a posição da CNBB sobre a necessidade de se combater a corrupção na política e de não deixar impune os envolvidos. Citou o esforço da CNBB para a aprovação do projeto de Lei de Iniciativa Popular, denominado Ficha Limpa, que está na Câmara para ser votado.Sobre o caso que envolve o governador e outros políticos do Distrito Federal, Dom Dimas disse levará o assunto para ser discutido com a Presidência da CNBB, que se manifestará oportunamente. Leia mais.: Todas as notícias sobre o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral
CNBB
CNBB
PRIMEIRO BLOG CATÓLICO É LANÇADO EM CUBA

O blog foi lançado pelo engenheiro Sergio Lázaro Cobarrouy e pretende atender ao apelo do Papa para que os católicos mergulhem na era digital.
A Igreja Católica de Cuba lançou seu primeiro blog na internet, aventurando-se em um espaço disputado por críticos e partidários do governo comunista da ilha.
Sergio Lázaro Cobarrouy, engenheiro que, como a maioria dos cubanos, não tem internet em casa, publica seu blog "Creer en Cuba" a partir de um computador da sede do Bispado de Pinar del Río, a 150 quilômetros da capital Havana. "Existe uma necessidade de expressão da fé e o blog é um formato muito popular, que permite a troca de ideias", afirmou o engenheiro.
"Eu atualizo o blog duas ou três vezes por semana porque não tenho tempo, nem a velocidade da conexão é suficiente", disse Cobarrouy, de 38 anos, que também coordena a Rede Informatizada da Igreja Católica em Cuba.
"Creer em Cuba" traz em seus primeiros posts depoimentos de católicos, reflexões sobre a família e trechos da Bíblia. O blog aceita todos os tipos de opiniões, desde que não sejam políticas.Cobarrouy disse que seu blog atende ao apelo lançado pelo Papa Bento XVI para que os católicos mergulhem na era digital. Ainda assim, a Conferência de Bispos Católicos de Cuba não prevê uma explosão imediata de sites católicos na blogosfera cubana.
O acesso à internet em Cuba é restrito a funcionários e acadêmicos. De acordo com dados oficiais, cerca de 13% da população têm acesso à internet, na maioria dos casos ao correio eletrônico ou a páginas aprovadas.
As autoridades atribuem seus problemas de conexão ao embargo comercial imposto a Cuba pelos Estados Unidos há quase meio século. Os blogs se converteram na frente mais recente de embates entre defensores e críticos do sistema socialista da ilha."Enquanto o acesso à internet continuar tão reduzido, penso que isso não acontecerá em grande escala", disse um porta-voz da Igreja, monsenhor José Félix Pérez.
As autoridades cubanas vêm manifestando irritação crescente com a blogueira Yoani Sánchez, cuja página "Generación Y" é muito acessada fora de Cuba. Yoani chegou a ser elogiada pelo presidente norte-americano, Barack Obama.
O presidente do Conselho do Vaticano para as Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, falou, neste mês, do "impacto" do "Generación Y", durante uma conferência sobre a internet realizada em Havana.
Sergio Lázaro Cobarrouy, engenheiro que, como a maioria dos cubanos, não tem internet em casa, publica seu blog "Creer en Cuba" a partir de um computador da sede do Bispado de Pinar del Río, a 150 quilômetros da capital Havana. "Existe uma necessidade de expressão da fé e o blog é um formato muito popular, que permite a troca de ideias", afirmou o engenheiro.
"Eu atualizo o blog duas ou três vezes por semana porque não tenho tempo, nem a velocidade da conexão é suficiente", disse Cobarrouy, de 38 anos, que também coordena a Rede Informatizada da Igreja Católica em Cuba.
"Creer em Cuba" traz em seus primeiros posts depoimentos de católicos, reflexões sobre a família e trechos da Bíblia. O blog aceita todos os tipos de opiniões, desde que não sejam políticas.Cobarrouy disse que seu blog atende ao apelo lançado pelo Papa Bento XVI para que os católicos mergulhem na era digital. Ainda assim, a Conferência de Bispos Católicos de Cuba não prevê uma explosão imediata de sites católicos na blogosfera cubana.
O acesso à internet em Cuba é restrito a funcionários e acadêmicos. De acordo com dados oficiais, cerca de 13% da população têm acesso à internet, na maioria dos casos ao correio eletrônico ou a páginas aprovadas.
As autoridades atribuem seus problemas de conexão ao embargo comercial imposto a Cuba pelos Estados Unidos há quase meio século. Os blogs se converteram na frente mais recente de embates entre defensores e críticos do sistema socialista da ilha."Enquanto o acesso à internet continuar tão reduzido, penso que isso não acontecerá em grande escala", disse um porta-voz da Igreja, monsenhor José Félix Pérez.
As autoridades cubanas vêm manifestando irritação crescente com a blogueira Yoani Sánchez, cuja página "Generación Y" é muito acessada fora de Cuba. Yoani chegou a ser elogiada pelo presidente norte-americano, Barack Obama.
O presidente do Conselho do Vaticano para as Comunicações Sociais, Dom Claudio Maria Celli, falou, neste mês, do "impacto" do "Generación Y", durante uma conferência sobre a internet realizada em Havana.
Canção Nova Notícias, com Reuters
CÁRITAS BRASILEIRA LEMBRA DOM HELDER CÂMARA EM ASSEMBLEIA EM PERNAMBUCO

Mais de 250 pessoas de todo o país desembarcarão no município de Igarassu, na Região Metropolitana do Recife (PE), no próximo dia 04 de dezembro. Elas participarão da Assembleia Nacional 2009 da Cáritas Brasileira, organismo da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que atua na defesa dos direitos humanos e do desenvolvimento sustentável e solidário. A organização aproveita o ano do centenário do seu fundador, dom Helder Câmara (foto), para refletir o tema “Com dom Helder, profecia e construção do Brasil que queremos”.
Em três dias de atividades, os agentes Cáritas pretendem avaliar os trabalhos desenvolvidos pelas 170 entidades membros da organização espalhadas por todo o país e reafirmar o compromisso de promover o poder popular, a partir dos ensinamentos de dom Helder. Os debates que ocorrerão na Assembleia serão inspirados no carisma do ex-arcebispo de Olinda e Recife, que sempre provocou a sociedade e a própria Igreja a assumir uma postura de combate à fome, às desigualdades e a favor dos direitos humanos e de um Brasil com Justiça e Paz.
O presidente da Cáritas Brasileira, dom Demétrio Valentini, explica que o fato do local escolhido para esse evento ser dentro da arquidiocese de Olinda e Recife não é algo aleatório. Essa escolha sinaliza a intenção da Assembleia que é de abordar a importância da herança de dom Helder, não só para a Igreja, mas para o povo brasileiro, e para a humanidade inteira que sente, cada vez mais, a necessidade de pessoas como ele. “Comprova-se o que sentenciou Paulo VI, quando afirmou que a humanidade hoje tem mais necessidade de testemunhas do que de mestres. Vamos refletir a caminhada da Cáritas à luz do testemunho de dom Helder Câmara”, destaca.
Durante o evento, os regionais da Cáritas farão exposições em tendas, que representarão os biomas brasileiros, de denúncias do modelo de desenvolvimento insustentável proposto pelo neoliberalismo, mas também farão o anúncio de alternativas executadas no país pelos movimentos sociais e pela Igreja, a partir das bases.
No próximo dia 6, haverá uma missa, aberta ao público, na Igreja da Sé, em Olinda, local onde dom Helder está enterrado. A celebração acontecerá às 16h.
CNBB
Em três dias de atividades, os agentes Cáritas pretendem avaliar os trabalhos desenvolvidos pelas 170 entidades membros da organização espalhadas por todo o país e reafirmar o compromisso de promover o poder popular, a partir dos ensinamentos de dom Helder. Os debates que ocorrerão na Assembleia serão inspirados no carisma do ex-arcebispo de Olinda e Recife, que sempre provocou a sociedade e a própria Igreja a assumir uma postura de combate à fome, às desigualdades e a favor dos direitos humanos e de um Brasil com Justiça e Paz.
O presidente da Cáritas Brasileira, dom Demétrio Valentini, explica que o fato do local escolhido para esse evento ser dentro da arquidiocese de Olinda e Recife não é algo aleatório. Essa escolha sinaliza a intenção da Assembleia que é de abordar a importância da herança de dom Helder, não só para a Igreja, mas para o povo brasileiro, e para a humanidade inteira que sente, cada vez mais, a necessidade de pessoas como ele. “Comprova-se o que sentenciou Paulo VI, quando afirmou que a humanidade hoje tem mais necessidade de testemunhas do que de mestres. Vamos refletir a caminhada da Cáritas à luz do testemunho de dom Helder Câmara”, destaca.
Durante o evento, os regionais da Cáritas farão exposições em tendas, que representarão os biomas brasileiros, de denúncias do modelo de desenvolvimento insustentável proposto pelo neoliberalismo, mas também farão o anúncio de alternativas executadas no país pelos movimentos sociais e pela Igreja, a partir das bases.
No próximo dia 6, haverá uma missa, aberta ao público, na Igreja da Sé, em Olinda, local onde dom Helder está enterrado. A celebração acontecerá às 16h.
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