Edith nasceu em Breslávia, na Baixa
Silésia, Polônia, em 1891; ela era a 11ª filha de um casal muito fervoroso de
judeus. O pai morreu quando ela ainda não tinha completado dois anos. A mãe
educou as crianças dentro da religião judaica.
Durante a adolescência, Edith teve
uma crise e afastou-se de Deus. Mais tarde, dedicou-se a uma vida de
estudos na Universidade de Breslau, tendo como meta a Filosofia.
Fé e
ciência
A sua conversão aconteceu, em 1921,
quando ela leu a autobiografia de Santa Teresa d’Ávila durante uma
noite. “Quando fechei o livro, disse para mim mesma: é esta a verdade”,
declarou ela mais tarde. Recebeu o Batismo e a Crisma, em 1922, contra a
vontade dos pais, mas nunca renegou suas raízes judaicas.
Usou seus dons acadêmicos para servir
a Deus. Tornou-se professora e Irmã carmelita em Colônia, em 1934, com o nome
de Teresa Benedita da Cruz.
Perseguição
A perseguição nazista aos judeus
alemães intensificou-se, e por isso Edith foi transferida para o Carmelo de
Echt, na Holanda, juntamente com sua irmã Rosa, que também foi batizada na
Igreja Católica e prestava serviço no convento.
Os bispos católicos dos Países Baixos
fizeram um comunicado contra as deportações dos judeus. Em forma de
represália, Hitler mandou invadir o convento na Holanda e prender Edith e
sua irmã. Elas e mais 244 judeus católicos foram levados para o campo
de concentração Auschwitz. Ali, cuidou das crianças encarceradas e ensinou
o Evangelho aos presos.
Páscoa
Edith Stein morreu, em agosto de
1942, juntamente com a sua irmã Rosa nas câmaras de gás de Auschwitz; depois,
seu corpo foi queimado. Foi canonizada em Roma, em 1998, pelo então Papa
João Paulo II.
Minha
oração
“Ó Santa Teresa Benedita da Cruz,
ajuda-me a ter um encontro verdadeiro com Jesus, a fim de morrer para as coisas
deste mundo e viver apenas para Ele. Santa Edith Stein, interceda por mim
a Deus Pai, para que logo estejamos todos juntos no paraíso. Amém.”
Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith
Stein), rogai por nós!
O Santuário Mãe da Divina Providência, no bairro Cajazeiras, recebeu, na manhã, de hoje (08),
1.489 Minisros Extraordinários da Sagrada Comunhão (Mesc), que participaram da II
Reciclagem , que teve como tema: “Adoração”, ministrada pela Irmã Juliana, da
Comunidade Nova Jerusalém.
O Encontro
pela Região Episcopal Nossa Senhora da Conceição, foi iniciado e concluído nos
horários previstos pelos organizadores doEvento, o que agradou os participantes, que que também elogiaram a
programação, de maneira especial a palestra da Irmã Juliana.
FORMAÇÃO
A Irma
Juliana iníciou a formação pedindo aos Ministros que abrissem sua Bíblia no
texto João Capítulo 4, que narra o Encontro de Jesus com a Samaritana, no poço
de Jacó.
Antes de dar
continuidade ao estudo do texto, a Irmã Juliana aconselhou ministros a terem
intimidade com a Bíblia, lendo, estudando, orando e revelou que os seus estudos
eram feitos pela Lecio Divina. Esse método tem ´porfinalidade levar a pessoa a amadurecer para uma
leitura da Palavra, usando seus 4 passos: leitura do texto, meditação, oração e
contemplação. Aliás, o carisma de sua Comunidade é o estudo das Sagradas Escrituras, herança do padre Caetano Tillesse.
ADORAÇÃO
Depois da formação
da Irmã Juliana, o padre Francisco, Reitor do Santuário, passou com o Senhor no meio dos Ministros, levando-O, em seguida
para o altar para Adoração e depois ele deu a benção com o Santíssimo.
São Domingos nasceu em Caleruega, na
Castela Velha, em 1170, Espanha. Pertencia a uma família nobre, católica e
rica: seus pais eram Félix de Gusmão e Joana d’Aza e seus irmãos, Antonio e
Manes. Na sua família, havia um tio sacerdote. Assim, a vontade de evangelizar
já estava presente desde a infância.
O
chamado
Domingos dedicou-se aos estudos,
tornando-se uma pessoa muito culta. Mas, aos 24 anos, o chamado ao sacerdócio
foi maior e Domingos começou a fazer parte dos Canônicos da Catedral de
Osma, a pedido do Bispo Diego. Logo, foi convidado para auxiliar o rei
Afonso VII nos trabalhos diplomáticos do seu governo e também para representar
a Santa Sé.
Luta
contra a heresia
Durante a Idade Média, havia a
heresia dos albigenses, ou cátaros, no sul da França. O Papa Inocêncio III
enviou Domingos e Dom Diego para enfrentar os Albigenses e propagar o
Evangelho. Porém, com a morte repentina de Diego, Domingos de Gusmão permaneceu
sozinho na missão.
Fundador
da Ordem dos Frades Predicadores
Em 1215, Domingos fundou uma
Ordem que oferecia uma nova proposta de evangelização cristã e vida apostólica.
Em 22 de dezembro de 1217, Papa Honório III emitiu a aprovação definitiva,
dando-lhe o nome de “Ordem dos Frades Pregadores”. Eles foram conhecidos como
homens sábios, pobres e austeros.
Páscoa
São Domingos de Gusmão morreu em 6 de
agosto de 1221, com 51 anos, no Convento de Bolonha.
Foi canonizado pelo Papa Gregório IX,
que o havia conhecido pessoalmente após 13 anos da sua morte.
Minha
oração
“São Domingos de Gusmão, santo mestre,
ajuda-me a sempre a espalhar a verdade de Cristo e lutar contra todo tipo de
blasfemia e descrença. Amém.”
Igreja Matriz da Área Pastoral São João Batista, Amanari – Foto: Pascom Amanari
Nova Área Pastoral atenderá 22 comunidades e uma população estimada em mais de 10 mil habitantes, ampliando a presença da Igreja no distrito de Amanari
Por meio do Decreto nº 004/2026, datado de 25 de julho de 2026, memória de São Tiago, apóstolo, o arcebispo metropolitano de Fortaleza, Dom Gregório Paixão, OSB, instituiu a Área Pastoral São João Batista, no distrito de Amanari, município de Maranguape. No mesmo decreto, Dom Gregório nomeou como Vigário Paroquial Administrador da nova Área Pastoral o Padre Raimundo Nonato da Silva, que ficará responsável por conduzir a organização pastoral e fortalecer a ação evangelizadora junto às comunidades da região.
Pe. Raimundo Nonato da Silva – Vigário Paroquial Administrador
A criação da nova circunscrição eclesial, acolhendo o pedido do administrador paroquial da Paróquia São Miguel Arcanjo, em Itapebuçu, Padre Edergilson Farias Silva, manifesta a solicitude pastoral da Igreja diante das necessidades do Povo de Deus.
A nova Área Pastoral nasce como resposta ao crescimento da região e à necessidade de um acompanhamento mais próximo das comunidades. Com significativa extensão territorial, população em expansão e características que integram áreas rurais e periurbanas, Amanari apresenta desafios pastorais que exigem uma atuação mais permanente e organizada da Igreja.
Segundo o decreto de criação, a constituição da Área Pastoral permitirá intensificar a ação missionária, favorecer a formação cristã e fortalecer a organização das comunidades, tornando mais efetiva a presença da Igreja na vida do povo.
“A criação de uma Área Pastoral é expressão da missão da Igreja de estar próxima das pessoas, levando a Palavra de Deus, celebrando os sacramentos e promovendo a comunhão entre as comunidades. Trata-se de uma resposta concreta às necessidades pastorais do território e de um novo impulso para a evangelização”, destaca o documento.
Igreja mais próxima das comunidades
Com a criação da Área Pastoral São João Batista, a Arquidiocese busca proporcionar uma presença pastoral mais constante, favorecendo a celebração da fé e o acompanhamento das famílias.
Entre os principais objetivos da nova organização pastoral estão:
ampliar a frequência das celebrações da Palavra e da Eucaristia;
fortalecer o acompanhamento espiritual das famílias, dos jovens e das lideranças;
incentivar a formação de novos agentes de pastoral e lideranças leigas;
ampliar as ações missionárias e sociais da Igreja;
favorecer a organização e a integração das pastorais, movimentos e serviços eclesiais.
A nova configuração também permitirá uma atuação mais próxima da realidade de cada comunidade, respeitando suas características e fortalecendo a vivência da comunhão e da corresponsabilidade na missão evangelizadora.
Uma realidade marcada pela diversidade
Inserida no município de Maranguape, a Área Pastoral São João Batista abrange uma região com forte identidade comunitária e significativa diversidade territorial. A convivência entre comunidades rurais e áreas em processo de expansão urbana exige uma ação pastoral dinâmica e permanente.
A população é composta majoritariamente por famílias, com expressiva presença de crianças, adolescentes, jovens e adultos, realidade que reforça a necessidade de investimentos na evangelização, na formação cristã e no fortalecimento das comunidades.
22 comunidades e mais de 10 mil habitantes
A Área Pastoral São João Batista reúne 22 comunidades ativas, distribuídas por todo o território de Amanari, totalizando uma população estimada em 10.027 habitantes.
As comunidades que passam a integrar a nova Área Pastoral são:
Altos da Vassoura – 466 habitantes;
Altos dos Pereira – 230 habitantes;
Amanari – 2.290 habitantes;
Assentamento – 35 habitantes;
Cajueiro – 850 habitantes;
Forquilha – 194 habitantes;
Guaí – 45 habitantes;
Massapê – 606 habitantes;
Melão – 296 habitantes;
Olho D’Água dos Cavalcante – 230 habitantes;
Olho D’Água dos Pontes – 35 habitantes;
Pedra D’Água – 459 habitantes;
Rato de Cima – 680 habitantes;
Recanto de Baixo – 140 habitantes;
Recanto de Cima – 155 habitantes;
Residencial – 359 habitantes;
Retiro – 153 habitantes;
Santos Reis – 483 habitantes;
São João do Amanari – 1.877 habitantes;
São Luís Gonzaga – 35 habitantes;
Serrote dos Marinheiros – 88 habitantes;
Vassouras – 321 habitantes.
A diversidade populacional entre as comunidades evidencia a necessidade de uma organização pastoral descentralizada, capaz de responder às diferentes realidades presentes no território.
Com a implantação da Área Pastoral, a Arquidiocese espera ampliar a participação dos fiéis na vida eclesial, fortalecer a formação cristã e consolidar um caminho de evangelização que responda aos desafios e às necessidades das comunidades de Amanari, contribuindo para que a Igreja continue sendo presença viva e missionária no território.
Os anos que se seguiram de 250 até
260 foram uns dos mais terríveis e, ao mesmo tempo, gloriosos do Cristianismo:
terríveis, devido à fúria dos imperadores Décio e Valeriano; e gloriosos, por
conta da têmpera dos inúmeros mártires que foram os que mais glorificaram a
Deus.
Papado
O Santo Papa Sisto II, a quem
celebramos neste dia, foi um desses homens que soube transformar o terrível em
glória, a partir do seu testemunho de fé, amor e esperança em Cristo Jesus.
Pertence à lista de cinco consecutivos Papas mártires, São Sisto II governou a
Igreja durante um ano (257 – 258) e, nesse tempo, semeou a paz e a unidade no
seio da Igreja de Cristo.
Mártires
Foi decapitado pela polícia durante
uma cerimônia clandestina que ele celebrava num cemitério da via Ápia. Foram,
ao mesmo tempo, executados seis dos sete diáconos que o rodeavam. Só pouparam
algum tempo o diácono Lourenço, seu tesoureiro, a quem deixaram quatro dias
para entregar os bens da Igreja. Assim se procedia desde que o imperador
Valeriano (+260) estabelecera a pena de morte “sem julgamento, só com
verificação de identidade”, contra os Bispos, padres e diáconos da religião
cristã.
Testemunho
Dessa forma, São Sisto II e seus
companheiros mártires entregaram a vida deles em sinal de fidelidade a Cristo e
foram recompensados com o tesouro da eternidade no Céu. O martírio torna-se um
grande testemunho para a comunidade cristã, além de fomentar a fé na vida
eterna e na verdade do Evangelho. A comunidade a qual esses homens participavam
foi enriquecida e amadurecida pela dor da tragédia transformada em alegria e
admiração popular.
A
minha oração
“Aos mártires pedimos a fortaleza da fé
contra as tentações que vivemos constantemente, além da sabedoria para superar
as provações, perseguições e ocasiões de luta. São Sisto, nosso exemplo de
pastor, rogamos a intercessão e bênçãos. Amém!”
Com uma Missa celebrada por Dom Antônio Carlos, Bispo Auxliar de Fortaleza, na Igreja do Carmo, na avenida Duque de Caxias, no Centro da Cidade, amanhã, dia 7 de agosto, às 16 horas, será realizada a Caminhada Solidária,
Abrindo o evento, às 15 horas, haverá a recitação do Terço, às 16 hs, a Celebração Eucarística, e, em seguida, show com Morelzinho. Está programada também a instalação de um posto do Hemoce para coleta de sangue e arrecadação de alimentos. Esta é a dimensão solidária da Caminhada com Maria
CAMINHADA MUSICAL
Dentro da progranação consta ainda a Caminhada Musical, que acontecerá no sábado, dia 8 de agosto, a partir das 17 horas, no Santuário de Nossa da Senhora da Assunção, no bairro Vila Velha, com uma Celebração Eucarística, presidida por Dom Gregório Paixão, OSB, e às 18 horas, shows com Suely Façanha, Babi Maria e Laura Salvador.
A Coletiva de Imprensa será dia 11 de agosto, terça-feira, às 09 horas, na Faculdade Católica de Fortaleza, Rua Tenente Benévolo, 201, Centro. Maiores informações no site oficial: caminhadacommaria. org.br.
A Coletiva de Imprensa da Caminhada com Maria será realizada no dia 11 de agosto (terça-feira), às 9h, no Auditório da Faculdade Católica de Fortaleza (Rua Tenente Benévolo, 201 – Centro, Fortaleza).
O encontro contará com a presença do arcebispo metropolitano de Fortaleza, Dom Gregório Paixão, OSB, além de representantes dos órgãos responsáveis pela organização, segurança, mobilidade e saúde, que apresentarão informações sobre a realização da Caminhada com Maria 2026.
Fonte: Serviço de Informação da Arquidiocese de Fortaleza