sexta-feira, 8 de maio de 2026

AMANHÃ, SÁBADO, DIA 0, ABERTURA DO jJUBILEU FRANCISCANO, NA IGREJA DO RESSUSCITADO QUE PASSOU PELA CRUZ ,EM AQUIRAZ

Dom GRegório com a Reliquia de Primeirograu de São Francisco

 Neste sábado, dia 9, será aberto o Jubileu Franciscano na Igreja do Ressucitado que passou pela Cruz, em Aquiraz, ao meio dia, com Missa presidida pelo Bispo Auxiliar Dom Antonio Carlos. 

- O jubileu diz respeito às celebrações pelos 800 anos de morte de São Francisco. 

- ⁠O Papa Leão XIV concedeu indulgência aos fiéis em Igrejas que tenham a relíquia de primeiro grau de São Francisco. 

- ⁠A Igreja em questão possui esta relíquia e vai contar com uma programação especial ao longo de todo o ano. 

Reliquia de primeiro grau de São Francisco

- ⁠A programação foi apresentada e aprovada e incentivada por Dom Gregório.

Igreja  Igreja do Ressuscitado que passou pela Cruz

Com informações do padre-jornalista

Vanderlúcio Souza

O PAPA EM POMPEIA: DEUS APLAQUE OS ÓDIOS FRATRICIDAS E ILUMINE OS LÍDERES DAS NAÇÕES

Que o Deus da paz faça brotar uma transbordante efusão de misericórdia, toque os corações, aplaque os rancores e os ódios fratricidas, ilumine aqueles que têm responsabilidades especiais de governo. Nenhuma potência terrena salvará o mundo, mas somente o poder divino do amor, que Jesus, o Senhor, nos revelou e nos deu. Acreditemos nele, esperemos nele, sigamos a ele! Foi a súplica e a exortação de Leão XIV na Missa na Praça do Santuário de Pompeia, onde celebrou o primeiro ano de seu Pontificado

Raimundo de Lima – Vatican News

Uma jornada com muitos encontros e orações para Leão XIV esta sexta-feira na região da Campania, sul da Itália: após o encontro com pessoas em situações de vulnerabilidade no “Templo da Caridade” do Santuário de Nossa Senhora do Santo Rosário de Pompeia e breve visita no âmbito do Santuário aos enfermos e pessoas com deficiências que acompanharam a Missa através dos telões, o Santo Padre presidiu a Eucaristia – centro e ápice da vida cristã – na Praça Bartolo Longo do Santuário mariano, numa visita ao longo deste 8 de maio pela manhã a Pompeia, e na parte da tarde a Nápoles, para celebrar a Súplica a Nossa Senhora de Pompeia e o primeiro ano de seu Pontificado. Na Missa, cerca de 20 bispos, mais de 40 sacerdotes e 20 mil fiéis e peregrinos.

 

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Pontificado de Leão XIV, sob a proteção da Santíssima Virgem

No início de sua homilia, o Santo Padre lembrou a fundação do Santuário, por obra de São Bartolo Longo: há cento e cinquenta anos, ao colocar a pedra fundamental deste Santuário, no local onde a erupção do Vesúvio em 79 d.C. sepultou sob cinzas os vestígios de uma grande civilização, protegendo-os por séculos, São Bartolo Longo lançava os alicerces não apenas de um templo, mas de toda uma cidade mariana.

“Exatamente um ano atrás, quando me foi confiado o ministério de Sucessor de Pedro, era precisamente o dia da Súplica à Virgem do Santo Rosário de Pompeia. Eu devia, portanto, vir aqui, para colocar meu serviço sob a proteção da Santíssima Virgem. Tendo então escolhido o nome Leão, sigo os passos de Leão XIII, que, entre outros méritos, desenvolveu um amplo Magistério sobre o Santo Rosário.”

A tudo isso, se soma a recente canonização de São Bartolo Longo, apóstolo do Rosário. Este contexto nos oferece uma chave para refletir sobre a Palavra de Deus que acabamos de ouvir, acrescentou o Santo Padre, frisando que o  Evangelho da Anunciação nos introduz ao momento em que o Verbo de Deus se faz carne no ventre de Maria. Desse ventre irradia a Luz que dá pleno sentido à história e ao mundo. A saudação que o anjo Gabriel dirige à Virgem é um convite à alegria: "Ave, cheia de graça!". Sim, a Ave Maria é um convite à alegria: diz a Maria, e por meio dela a todos nós, que sobre as ruínas da nossa humanidade, provada pelo pecado e, portanto, sempre inclinada a prevaricações, opressões e guerras, chegou o carinho de Deus, o carinho da misericórdia, que assume em Jesus um rosto humano.



Referindo-se à Ave-Maria, o Pontífice ressaltou que se trata de uma oração que, surgindo e desenvolvendo-se progressivamente no segundo milênio, está enraizada na história da salvação, e o seu prelúdio é precisamente a Saudação do Anjo à Virgem. "Ave Maria!" A repetição desta oração no Rosário é como o eco da saudação de Gabriel, um eco que atravessa os séculos e guia o olhar do fiel para Jesus, visto através dos olhos e do coração da Mãe. Jesus é adorado, contemplado, assimilado em cada um dos seus mistérios.

O Rosário direciona o nosso olhar para as necessidades do mundo, como sublinha a Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae, propondo, em particular, duas intenções que permanecem de premente relevância: a família, que se ressente do enfraquecimento do vínculo matrimonial, e a paz, ameaçada por tensões internacionais e por uma economia que privilegia o comércio de armas em detrimento do respeito pela vida humana.

 

Papa em Pompeia: o amor realiza milagres!

Leão XIV destacou que Maria torna-se, assim, a Mãe da Misericórdia. Discípula da Palavra e instrumento da sua encarnação, revela-se verdadeiramente "cheia de graça". Tudo nela é graça! Oferecendo ao Verbo a própria carne, ela torna-se também "mãe dos membros (de Cristo)... porque cooperou com a caridade ao nascimento dos fiéis da Igreja, que são os membros dessa Cabeça". No "Eis-me aqui" de Maria, não só Jesus nasce, mas também a Igreja, e Maria torna-se simultaneamente Mãe de Deus - Theotokos - e Mãe da Igreja.

Referindo-se à Ave-Maria, o Pontífice ressaltou que se trata de uma oração que, surgindo e desenvolvendo-se progressivamente no segundo milênio, está enraizada na história da salvação, e o seu prelúdio é precisamente a Saudação do Anjo à Virgem. "Ave Maria!" A repetição desta oração no Rosário é como o eco da saudação de Gabriel, um eco que atravessa os séculos e guia o olhar do fiel para Jesus, visto através dos olhos e do coração da Mãe. Jesus é adorado, contemplado, assimilado em cada um dos seus mistérios.

O Rosário direciona o nosso olhar para as necessidades do mundo, como sublinha a Carta Apostólica Rosarium Virginis Mariae, propondo, em particular, duas intenções que permanecem de premente relevância: a família, que se ressente do enfraquecimento do vínculo matrimonial, e a paz, ameaçada por tensões internacionais e por uma economia que privilegia o comércio de armas em detrimento do respeito pela vida humana.


Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-05/papa-leao-xiv-missa-santuario-pompeia-primeiro-ano-pontificado.html

O TEMPO DE DEUS

 

Pe.Johnja López Pedrozo

EVANGELHO DO DIA

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 15,12-17

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 12Este é o meu mandamento: amai-

vos uns aos outros, assim como eu vos amei.

13Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos. 14Vós sois

meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.

15Já não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que faz o seu senhor. Eu chamo-

vos amigos, porque vos dei a conhecer

tudo o que ouvi de meu Pai. 16Não fostes vós que me escolhestes,

mas fui eu que vos escolhi e vos designei para irdes e para que produzais fruto e o

vosso fruto permaneça. O que, então, pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo

concederá. 17Isto é o que vos ordeno: amai-vos uns aos outros. Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

 8 DE MAIO DE 2026

6ª. FEIRA DA V SEMANA DA


PÁSCOA


Cor: Branco


1ª. Leitura – At 15, 22-31

Leitura dos Atos dos Apóstolos 15,22-31

Naqueles dias: 22Pareceu bem aos apóstolos e aos anciãos, de acordo com toda a

comunidade de Jerusalém, escolher alguns da comunidade para mandá-los a

Antioquia, com Paulo e Barnabé. Escolheram Judas, chamado Bársabas, e Silas, que

eram muito respeitados pelos irmãos.  23Através deles enviaram a seguinte carta:

'Nós, os apóstolos e os anciãos, vossos irmãos, saudamos os irmãos vindos do

paganismo e que estão em Antioquia e nas regiões da Síria e da Cilícia. 24Ficamos

sabendo que alguns dos nossos causaram perturbações com palavras que

transtornaram vosso espírito. Eles não foram enviados por nós.  25Então decidimos,


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de comum acordo, escolher alguns representantes e mandá-los até vós, junto com

nossos queridos irmãos Barnabé e Paulo, 26homens que arriscaram suas vidas pelo

nome de nosso Senhor Jesus Cristo. 27Por isso, estamos enviando Judas e Silas, que

pessoalmente vos transmitirão a mesma mensagem. 

28Porque decidimos, o Espírito Santo e nós, não vos impor nenhum fardo, além

destas coisas indispensáveis: 29abster-se de carnes sacrificadas aos ídolos, do

sangue, das carnes de animais sufocados e das uniões ilegítimas. Vós fareis bem se

evitardes essas coisas. Saudações!' 30Depois da despedida, Judas e Silas foram para

Antioquia, reuniram a assembleia e entregaram a carta. 31A sua leitura causou

alegria, por causa do estímulo que trazia. Palavra do Senhor.

Reflexão – Deus não quer dificultar as coisas para nós.

Naquele tempo havia os apóstolos, os discípulos, os recém-convertidos e os

pagãos. Por isso, como é natural, existia também, entre eles, inquietação por

causa das contestações da opinião de alguns que queriam impor aos recém-

convertidos a circuncisão. Não obstante as divergências, os discípulos de

Jesus mantinham a unidade seguindo a orientação do Mestre e a orientação do

Espírito Santo de Deus que os orientava na escolha de novos missionários que,

pessoalmente, saiam pelas diversas regiões transmitindo a mensagem do

Evangelho. Tudo o que eles faziam era em concordância com o Espírito Santo.

Dessa forma, eles afirmavam cheios de convicção: “Porque decidimos, o

Espírito Santo e nós”. Seguindo as instruções do Espírito eles escolheram,

Paulo e Barnabé, dois homens que já haviam arriscado suas vidas pelo nome

de Jesus para que levassem cartas aos que tinham o espírito perturbado a fim

de tranquilizá-los quanto às exigências. A leitura das cartas causou alegria por

causa do estímulo que foi dado aos pagãos. Guiados pelo Espírito Santo eles

conseguiam ser fiéis na missão de anunciar a salvação àqueles que ainda não

conheciam Jesus, por isso, precisavam crescer. Não havia dúvida entre eles,

por isso, acolhiam os irmãos vindos do paganismo, porque tinham confiança na

condução de Jesus. Para que nós também tenhamos segurança nas nossas

decisões e deliberações, precisamos ter a ousadia de decidir junto com o

Espírito Santo, que passos devemos dar na nossa caminhada aqui na terra. Nós

não ficamos órfãos aqui no mundo. Jesus Cristo nos deixou um defensor,

advogado e, também, conselheiro que pode nos instruir passo a passo. O

Espírito Santo também, hoje, nos ajuda a não colocar fardos pesados nem nas

nossas costas e tampouco nos ombros das outras pessoas. A uns o Senhor pede

a vida e o sangue! A outros, apenas o esforço e a vontade de dar-se sempre

mais. Muitas vezes a nossa razão humana cobra de nós um sacrifício muito

maior do que realmente precisamos ofertar e que Deus espera de nós. Deus

não quer dificultar as coisas para nós, Ele quer que sejamos felizes seguindo o

Seu mandamento e conduzidos pelo vento do Seu Espírito. – Você costuma

convocar o Espírito Santo quando vai decidir alguma coisa? –E nas suas

ações, você conta com a ajuda do Espírito Santo? – Você tem conseguido

manter a unidade na sua família mesmo que haja divergências?

Salmo 56, 8-9. 10-12 (R. 10a)

R. Vou louvar-vos, Senhor, entre os povos.

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia

8Meu coração está pronto, meu Deus, *


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está pronto o meu coração!

9Vou cantar e tocar para vós: *

desperta, minh'alma, desperta!

Despertem a harpa e a lira, *

eu irei acordar a aurora!R.

10Vou louvar-vos, Senhor, entre os povos, *

dar-vos graças, por entre as nações!

11Vosso amor é mais alto que os céus, *

mais que as nuvens a vossa verdade!

12Elevai-vos, ó Deus sobre os céus, *

vossa glória refulja na terra!R.

Reflexão - Quando o nosso coração está pronto para louvar o Senhor,

realmente, nós como o salmista, conseguimos “acordar a aurora”, pois nós

começamos desde cedo a entrar em sintonia com o Senhor. O amor de Deus é

mais alto que os céus, no entanto, ele se acomoda dentro do nosso coração.

Por isso, o desejo da nossa alma é cantar e tocar para o Senhor com toda a

alegria que existe dentro de nós, dizendo: “desperta, minha alma, desperta”!

Evangelho – Jo 15, 12-17

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 15,12-17

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 12Este é o meu mandamento: amai-

vos uns aos outros, assim como eu vos amei.

13Ninguém tem amor maior do que aquele que dá sua vida pelos amigos. 14Vós sois

meus amigos, se fizerdes o que eu vos mando.

15Já não vos chamo servos, pois o servo não sabe o que faz o seu senhor. Eu chamo-

vos amigos, porque vos dei a conhecer

tudo o que ouvi de meu Pai. 16Não fostes vós que me escolhestes,

mas fui eu que vos escolhi e vos designei para irdes e para que produzais fruto e o

vosso fruto permaneça. O que, então, pedirdes ao Pai em meu nome, ele vo-lo

concederá. 17Isto é o que vos ordeno: amai-vos uns aos outros. Palavra da Salvação.

Reflexão – O mandamento de Jesus é o Amor!

Jesus nos propõe vivermos conforme Ele próprio viveu e nos dá o maior

mandamento para o nosso caminho de santidade: “amar ao outro assim como

Ele nos ama”. Ele próprio viveu o maior Amor quando deu a vida por nós, e

assim, ele nos instrui a amar, dando a vida uns pelos outros. Jesus no

conscientiza de que não seremos mais Seus servos, mas Seus amigos, quando

aceitarmos viver o que Ele viveu. Ao amigo é adequado se fazer qualquer

confidência e confiar a ele o conhecimento dos nossos segredos. Assim Jesus

deu aos Seus discípulos, conhecimento tudo o quanto ouvira do Pai. Portanto,

o amigo de Jesus dá a vida por seus amigos e tem conhecimento dos mistérios

do Pai. Precisamos, no entanto, perceber que dar a vida é vivenciar o amor

de Deus em todo tempo, em qualquer circunstância, apesar dos pesares, na

saúde, na doença, na alegria, na tristeza. Dar a vida é também, dar atenção,

carinho, consolo, conselho, assistência, proteção ao irmão e não pedir de

volta, não querer troco nem recompensa pelo que fez. O amor de Deus é um

amor eterno e o modelo do amor eterno é Jesus. Seguindo as Suas pegadas

nós precisamos, pelo menos, ter desejo de agir como Ele agia. Para termos

certeza de que somos amigos de Jesus, precisamos nos situar e enxergar se


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realmente se estamos seguindo as Suas ordens. O mandamento de Jesus é o

Amor e, se estivermos vivenciando o amor, também não somos mais servos

nem servas de Jesus, mas amigos e amigas. O amigo de Jesus é aquele que

está muito perto Dele, na oração, na intimidade, mas principalmente, aquele

que age conforme os Seus conselhos e, assim, produz fruto que permaneça.

Façamos um exame de consciência para perceber que tipo de amor estamos

praticando, talvez assim, possamos também descobrir porque não estamos

recebendo o que pedimos ao Pai em Nome de Jesus


. - Você tem intimidade

com Jesus? – Como é o amor que você tem vivido? – Você tem Jesus como

seu amigo ou acha que Ele está distante de si? – Você é servo ou amigo de

Jesus? – Você tem dado a vida pelos irmãos e irmãs?


Helena Serpa,

Fundadora da Comunidade Missionária  Um Novo Caminho


SANTO DO DIA - BEATA ULRICA

 Síntese

Virgem das Irmãs da Caridade da Santa Cruz, que nos mais humildes serviços, sobretudo nas tarefas de ajudante de cozinha, mostrou-se incansável serva do Senhor.

Infância e vocação
Ulrika Nisch nasceu, em 18 de setembro de 1882, na Alemanha, a primeira de onze filhos de uma família extremamente pobre. Depois da escola, ele teve que ajudar a sustentar a família servindo em várias famílias. Em 1903, foi atingida por uma grave forma de erisipela e internada no hospital de Rorschach, onde conheceu as Irmãs da Caridade da Santa Cruz de Ingenbohl, descobrindo assim sua vocação religiosa.

O Trabalho nas Irmãs da Caridade
Acolhida na Casa Provincial de Hegne, perto de Costanza, mudou o nome de Francesca para Ulrica e, em 24 de abril de 1907, fez a profissão religiosa. Ela foi enviada como ajudante de cozinha no hospital Bühl em Mittelbaden, depois como segunda cozinheira na Casa de São Vicente, em Baden-Baden, onde permanecera por quatro anos até agosto de 1912. “Ela podia ser misericordiosa, sem ferir, podia dar sem esperar nada em troca; soube enriquecer, apesar de pobre (cf. Mt 5,7)”.

Doença e santidade
O trabalho pesado e uma vida de renúncia esgotaram as forças da Irmã Ulrica, atingida pela tuberculose em maio de 1912, ela foi internada no hospital de Santa Isabel na Casa de Hegne, onde aos 31 anos morreu em 8 de maio, 1913. Foi beatificada por João Paulo II em 1987.

A pobreza
Podemos beatificar a Irmã Ulrika Nisch, porque, nos trinta e um anos de sua vida terrena, foram cumpridas as condições estabelecidas pelas bem-aventuranças do Evangelho. Quem conhece a sua vida sabe da grande pobreza da sua infância, do seu serviço humilde, das provações do seu corpo doente, do período obscuro passado na oração. Essas duras experiências levaram Irmã Ulrika a uma pureza de coração que nos fez ver a mão benevolente de Deus nas pequenas coisas, que recebeu d’Ele em cada momento de sua vida, em ação de graças filial. Ela era verdadeiramente  pobre diante de Deus  (cf.  Mt  5, 3).

A pureza
O amor de Deus não encontrou obstáculo no seu pensamento, no seu sentimento e na sua vontade: tinha um “coração puro”, ao qual já na vida terrena era permitido “olhar para Deus” em união mística (cf.  Mt 5,8  ). Uma oração contínua acompanhou seu trabalho e sua noite de descanso: “tudo se tornou oração nela”, testemunha um observador cheio de espanto. Toda permeada por Deus, Ulrika Nisch tornou-se cada vez mais receptiva ao seu amor que permeou todas as suas ações externas e tornou preciosos até os serviços mais simples para as pessoas ao seu redor. Em sua presença, as pessoas se sentiam “como no céu”. Ela é verdadeiramente bem-aventurada porque não usou de violência, mas se entregou exclusivamente ao poder de um ” amor sem medida ” (cf. Mt  5,5). Assim a Irmã Ulrika pôde ser misericordiosa, sem ferir, ela pôde dar sem esperar nada em troca; ela foi capaz de enriquecer, mesmo sendo pobre (cf. Mt  5,7).

Testemunho
“Através da Irmã Ulrika, recebi uma nova alma
, afirma uma mulher que teve um destino muito difícil e que, ao lado daquela ordem de freiras, soube abrir-se novamente a Deus e aos homens. Aqueles que encontraram amor verdadeiro e desinteressado em nosso novo amor abençoado foram os primeiros a considerar esta vida aparentemente modesta, preciosa e grande. Eles reconheceram que as condições estabelecidas pelas bem-aventuranças de Jesus foram cumpridas nela. O próprio Senhor carimbou a Irmã Ulrika Nisch com o selo de bem-aventurada.

A minha oração
“À Beata, pedimos uma vida de santidade com uma pobreza sincera de coração unida à pureza. Dessa maneira, ensina-nos a viver e a dar testemunho da misericórdia divina na vida de nossos irmãos e irmãs. Que sejamos filhos da caridade com a dignidade que nos é necessária.”

Beata Ultica, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias


 

AMANHÃ, SÁBADO, DIA 0, ABERTURA DO jJUBILEU FRANCISCANO, NA IGREJA DO RESSUSCITADO QUE PASSOU PELA CRUZ ,EM AQUIRAZ

Dom GRegório com a Reliquia de Primeirograu de São Francisco   Neste sábado, dia 9, será aberto o Jubileu Franciscano na Igreja do Ressucita...