sexta-feira, 6 de março de 2026

EVANGELHO DO DIA

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 21,33-43.45-46

Naquele tempo, dirigindo-se Jesus aos chefes dos sacerdotes

e aos anciãos do povo, disse-lhes: 33Escutai esta outra parábola:

Certo proprietário plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta,

fez nela um lagar para esmagar as uvas e construiu uma torre de guarda. Depois

arrendou-a a vinhateiros, e viajou para o estrangeiro. 34Quando chegou o tempo da

colheita,

o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros

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para receber seus frutos.35Os vinhateiros, porém, agarraram os empregados,

espancaram a um, mataram a outro, e ao terceiro apedrejaram. 36O proprietário

mandou de novo outros empregados, em maior número do que os primeiros. Mas eles

os trataram da mesma forma. 37Finalmente, o proprietário, enviou-lhes o seu filho,

pensando: 'Ao meu filho eles vão respeitar'.

38Os vinhateiros, porém, ao verem o filho, disseram entre si:

'Este é o herdeiro. Vinde, vamos matá-lo e tomar posse da sua herança!' 39Então

agarraram o filho, jogaram-no para fora da vinha e o mataram. 40Pois bem, quando

o dono da vinha voltar,

o que fará com esses vinhateiros?' 41Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo

responderam: 'Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos e

arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entregarão os frutos no tempo certo.'

42Então Jesus lhes disse: 'Vós nunca lestes nas Escrituras:

'a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular;

isto foi feito pelo Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos'?

43Por isso eu vos digo: o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo

que produzirá frutos. 45Os sumos sacerdotes e fariseus ouviram as parábolas de

Jesus, e compreenderam que estava falando deles. 46Procuraram prendê-lo, mas

ficaram com medo das multidões, pois elas consideravam Jesus um profeta.

Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

 6 DE MARÇO DE 2026

6ª. FEIRA DA II SEMANA

DA QUARESMA


Cor Roxo


1ª Leitura – Gn 37, 3-4.12-13ª.17b-28

Leitura do Livro do Gênesis 37, 3-4.12-13a.17b-28


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3Israel amava mais a José do que a todos os outros filhos, porque lhe tinha nascido

na velhice. E por isso mandou fazer para ele uma túnica de mangas longas. 4Vendo os

irmãos que o pai o amava mais do que a todos eles, odiavam-no e já não lhe podiam

falar pacificamente. 12Ora, como os irmãos de José tinham ido apascentar o rebanho

do pai em Siquém, 13adisse Israel a José: 'Teus irmãos devem estar com os rebanhos

em Siquém. Vem, vou enviar-te a eles'. 17bPartiu, pois, José atrás de seus irmãos e

encontrou-os em Dotaim. 18Eles, porém, tendo-o visto ao longe,

antes que se aproximasse, tramaram a sua morte. 19Disseram entre si: 'Aí vem o

sonhador! 20Vamos matá-lo e lança-lo numa cisterna, depois diremos que um animal

feroz o devorou. Assim veremos de que lhe servem os sonhos'. 21Rúben, porém,

ouvindo isto, disse-lhes: 22'Não lhe tiremos a vida'! E acrescentou:

'Não derrameis sangue, mas lançai-o naquela cisterna do deserto,

e não o toqueis com as vossas mãos'. Dizia isto, porque queria livrá-lo das mãos deles

e devolvê-lo ao pai. 23Assim que José chegou perto dos irmãos, estes despojaram-no

da túnica de mangas longas, pegaram nele 24e lançaram-no numa cisterna que não

tinha água. 25Depois, sentaram-se para comer. Levantando os olhos, avistaram uma

caravana de ismaelitas, que se aproximava, proveniente de Galaad. Os camelos iam

carregados de especiarias, bálsamo e resina, que transportavam para o Egito. 26E

Judá disse aos irmãos: 'Que proveito teríamos em matar nosso irmão e ocultar o seu

sangue? 27É melhor vendê-lo a esses ismaelitas e não manchar nossas mãos, pois ele

é nosso irmão e nossa carne'.

Concordaram os irmãos com o que dizia. 28Ao passarem os comerciantes madianitas,

tiraram José da cisterna,

e por vinte moedas de prata o venderam aos ismaelitas:

e estes o levaram para o Egito. Palavra do Senhor.

Reflexão – Somos únicos diante do Pai

A história de José do Egito começa com a implicação do fato de ser ele o filho

mais amado pelo seu pai, Israel (Jacó). O amor de Israel por José sobressaia

por causa do zelo que o pai tinha para com ele, o filho mais novo e que lhe

tinha nascido na velhice. Os seus irmãos odiavam-no e o invejavam, por isso,

tramavam contra o irmão menor procurando encontrar uma maneira de se ver

livres dele. Quando apareceu a oportunidade José foi vendido como uma

mercadoria qualquer que completava o estoque daqueles camelôs que iam

para o Egito, em busca de riqueza. A história dos homens e das mulheres da

Bíblia nos revela nitidamente a nossa identidade com o povo de Deus.

Identificamos aqueles que são mais ou menos invejosos, vingativos, os que

têm mais prudência, assim também, os que amam e os que odeiam. Em todos

os fatos nós concluímos que o amor ou o desamor, assim como o dinheiro, são

a tônica e o motivo para que até os irmãos disputem ou se traiam. O amor,

então, por incrível que pareça, ainda hoje é o maior motivo, somente se

comparando ao dinheiro. Muitas vezes, não nos sentimos amados por Deus

porque não estamos entendendo o Seu modo de zelar por nós. Queríamos

usufruir mais dos benefícios que Ele tem poder para nos conceder e achamos

que os outros são mais privilegiados do que nós. Esquecemos de que Ele ama

a cada um de nós de uma maneira pessoal, individual e que somos como um

filho único diante do Pai. Ao contrário, estamos mais voltados para o mundo

e para as pessoas invejando a sua vida ou esperando delas o amor que elas

não têm para nos abastecer. Outras vezes, nos detemos a cobiçar as pessoas

que aos nossos olhos foram mais abençoadas por Deus. Por não entendermos,

que talvez elas estejam mais abertas para tudo o que Deus lhes concede e,

por isso, acolhem melhor as Suas graças, queremos tirá-las a todo custo do


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nosso caminho e a nossa vingança também é a de mandá-las para o Egito. O

Egito é um lugar de escravidão, de humilhação, de cadeias, e assim, lançamos

a sorte delas como foi lançada a sorte de José pelos seus próprios irmãos.

Podemos hoje ser José, Judá ou Rubem, quando somos também perseguidos

pela inveja dos nossos irmãos e irmãs, ou então somos nós mesmos que

invejamos e tramamos contra eles. Ninguém está fora disso! Algumas vezes

também, nós conspiramos contra alguém a quem consideramos mais

privilegiado do que nós e a inveja e o despeito tomam conta do nosso

coração. Precisamos firmemente nos apossar da certeza de que somos filhos e

filhas amados do Pai e que o Seu Amor Misericordioso abraça a cada um de

Seus filhos. – – Você sente o Amor de Deus? – Você tem inveja de alguém

que aparentemente é mais feliz? – Você demonstra o amor de Deus para as

outras pessoas? - Você acha que há diferença entre matar e fazer

desaparecer da vista? – Será que você age como os irmãos de José? – Existe

alguém de quem você deseja se ver livre?

Salmo 104, 16-17.18-19.20-21 (R. 5a)

R. Lembrai sempre as maravilhas do Senhor!

16Mandou vir, então, a fome sobre a terra *

e os privou de todo pão que os sustentava;

17um homem enviara à sua frente, *

José que foi vendido como escravo.R.

18Apertaram os seus pés entre grilhões *

e amarraram seu pescoço com correntes,

19até que se cumprisse o que previra, *

e a palavra do Senhor lhe deu razão.R.

20Ordenou, então, o rei que o libertassem, *

o soberano das nações mandou soltá-lo;

21fez dele o senhor de sua casa, *

e de todos os seus bens o despenseiro.R.

Reflexão - Este salmo antecipa as maravilhas que o Senhor fez na vida de José

que abriu passagem para o povo de Deus para o Egito. Assim como ele, nós

também, mesmo tendo sido levado à força para situações de penúria,

recebemos de Deus a graça de dar testemunho da Sua proteção e do Seu

auxílio.

Evangelho – Mt 21, 33-43.45-46

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 21,33-43.45-46

Naquele tempo, dirigindo-se Jesus aos chefes dos sacerdotes

e aos anciãos do povo, disse-lhes: 33Escutai esta outra parábola:

Certo proprietário plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta,

fez nela um lagar para esmagar as uvas e construiu uma torre de guarda. Depois

arrendou-a a vinhateiros, e viajou para o estrangeiro. 34Quando chegou o tempo da

colheita,

o proprietário mandou seus empregados aos vinhateiros


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para receber seus frutos.35Os vinhateiros, porém, agarraram os empregados,

espancaram a um, mataram a outro, e ao terceiro apedrejaram. 36O proprietário

mandou de novo outros empregados, em maior número do que os primeiros. Mas eles

os trataram da mesma forma. 37Finalmente, o proprietário, enviou-lhes o seu filho,

pensando: 'Ao meu filho eles vão respeitar'.

38Os vinhateiros, porém, ao verem o filho, disseram entre si:

'Este é o herdeiro. Vinde, vamos matá-lo e tomar posse da sua herança!' 39Então

agarraram o filho, jogaram-no para fora da vinha e o mataram. 40Pois bem, quando

o dono da vinha voltar,

o que fará com esses vinhateiros?' 41Os sumos sacerdotes e os anciãos do povo

responderam: 'Com certeza mandará matar de modo violento esses perversos e

arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entregarão os frutos no tempo certo.'

42Então Jesus lhes disse: 'Vós nunca lestes nas Escrituras:

'a pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular;

isto foi feito pelo Senhor e é maravilhoso aos nossos olhos'?

43Por isso eu vos digo: o Reino de Deus vos será tirado e será entregue a um povo

que produzirá frutos. 45Os sumos sacerdotes e fariseus ouviram as parábolas de

Jesus, e compreenderam que estava falando deles. 46Procuraram prendê-lo, mas

ficaram com medo das multidões, pois elas consideravam Jesus um profeta.

Palavra da Salvação.

Reflexão - Desde que o homem pecou o Senhor não o abandonou.

Jesus Cristo veio ao mundo para ensinar ao povo de Israel o jeito certo de

bem administrar o reino dos céus aqui na terra e salvá-lo do pecado e da

morte. Desde que o homem pecou o Senhor não o abandonou e fez uma

promessa de restauração da aliança violada: A vitória do Salvador sobre o

Tentador e o Pecado, conforme, Gn 3,15. A maior obra do Pai tem sido a de

nos atrair novamente com o intuito de que gozemos novamente da Sua

presença e do Seu grande amor. Primeiramente veio para o povo judeu, mas

os judeus não O aceitaram como Salvador, desse modo, por misericórdia de

Deus, Ele voltou-se para os pagãos e se entregou por toda a humanidade.

Portanto, nós cristãos que cremos em Jesus como Senhor e Salvador somos

hoje os vinhateiros a quem o Senhor entregou a Sua vinha, isto é, o Seu reino,

para que seja edificado e cultivado por nós. Somos, hoje os lavradores da

vinha, somos nós aqueles a quem o proprietário entregou a sua propriedade,

porém, Ele quer receber de nós, a colheita. Por isso, para que possamos nos

apropriar deste legítimo direito precisamos crer e reconhecer Jesus como o

herdeiro do Pai que veio trazer para nós a herança da vida eterna. O reino foi

tirado do povo de Israel e entregue a nós, a fim de que possamos dar bons

frutos, muitas vezes, no entanto, nós preferimos construir o reino dos céus ao

nosso modo e nos esquecemos de edificar aqui na terra segundo o projeto do

coração do Pai. Jesus é a pedra que os construtores rejeitaram, mas tornou-se

a pedra angular, isto é, a pedra central da nossa fé. Somos os responsáveis

por entregar a colheita do nosso trabalho, na hora precisa, em que os

mensageiros do Senhor, os anjos, se apresentarem, porém, se não levarmos

em consideração os ensinamentos de Jesus para cuidarmos bem do Seu reino,

também seremos dispensados e substituídos por outros mais fiéis ao

compromisso assumido. Jesus hoje vem nos lembrar de que os frutos que Ele

quer receber das nossas mãos é a vivência do amor que nos faz ser

testemunhas de que o Pai preparou o mundo para todos nós

. – Você crê que

Jesus é o Senhor e Salvador da sua vida? – Você tem vivido conforme a Sua

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Palavra? - Você é vinhateiro ou fruto da vinha? – Você tem trabalhado para

colher frutos na vinha do Senhor? – Quais os frutos que você apresentará a

ele? – O que você teria para entregar ao proprietário?


Helena Serpa,

Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho



SANTO DO DIA - SANTA ROSA DE VITERBO

Origens da Santa

Rosa de Viterbo foi uma menina de família pobre da cidade de Viterbo (Itália). Foi educada na fé católica e defendia o catolicismo a todo custo.

Perseguida desde cedo
Mostrou-se defensora da Igreja na disputa entre o Papa Inocêncio IV e o imperador Germanico Frederico II.  Foi perseguida pelo imperador Frederico II, mas não abriu mão de sua fé em Cristo. Demonstrava uma fé madura e penitente, a ponto de se impor severas penitências.

Milagre aos 4 anos
A pequena Rosa foi ao velório de sua tia. Achegando-se ao lado do caixão, a menina de 4 anos, envolvida por uma força sobrenatural, chamou pelo nome de sua tia, que ressuscitou em meio a todos que estavam no funeral. Entende-se que essa ressurreição foi uma forma de ressuscitar também a fé do povo de Viterbo, que tiveram suas esperanças também ressuscitadas e passaram a lutar novamente pela Santa Sé, que era ameaçada pelo imperador.

Santa Rosa de Viterbo e o desejo de oração

Espiritualidade
Desde pequena, ela se sentia atraída pela espiritualidade franciscana; e, à medida que crescia, aumentava-se seu desejo de oração, de contemplação, de estar em lugares silenciosos para rezar. 

Saúde fragilizada
Acometida de uma forte febre, a Virgem Maria lhe aparece. A febre some e Nossa Senhora lhe confia uma missão e orienta a pedir sua admissão na Ordem Franciscana. 

Ousadia na pregação
Ainda na cidade de Viterbo, ela teve uma visão do crucificado, quando seu coração ardeu em chamas. Foi impulsionada a sair pelas ruas pregando com um crucifixo nas mão. Ao anunciar Jesus, a multidão que ela atraía era tão grande que, por vezes, não se podia vê-la pregando. Numa ocasião, Rosa começou a levitar-se até poder ser vista por todos. A levitação de Rosa foi atestada por milhares de testemunhas e a notícia percorreu a Itália. A pregação de Rosa transformou Viterbo. Pecadores empedernidos se converteram. Hereges voltavam ao seio da igreja e, principalmente, os partidários italianos do Imperador revoltado reconciliaram-se com seu soberano – o Sumo Pontífice. Muitas vezes, a multidão comovida interrompia a jovem missionária exclamando: “Viva a Igreja! Viva o Papa! Viva o Nosso Senhor Jesus Cristo!”. 

Denunciada ao Imperador

Deportação
Tempos depois, Frederico II voltou a dominar a Itália e, consequentemente, Viterbo. Rosa foi denunciada ao Imperador e levada à sua presença, sendo proibida pelo ditador de continuar suas pregações. E Rosa respondeu à Frederico: “Quem me manda pregar é muito mais poderoso e, assim, prefiro morrer a desobedecê-lo”. Frederico prendeu Rosa e temendo que houvesse revolta em Viterbo, caso conservasse Rosa na prisão, o Imperador mandou deportar a jovem missionária e seus idosos pais. Depois de muitas privações em meio à neve, Rosa e seus pais chegaram à Soriano, onde uma multidão correu para ouvi-la. Ela permaneceu pregando a submissão à Igreja.

Rejeitada e aceita
Rosa decidiu consagrar-se à Deus no Convento de Santa Maria das Rosas. As freiras recusaram a presença de Rosa. E Rosa lhes disse: “A donzela que repelis hoje há de ser por vós aceita um dia, com alegria, e guardareis preciosamente”. Rosa, então, transformou seu quarto em uma cela de religiosa e, assim, passou seus últimos sete anos de vida. Aos 18 anos, entregou sua alma a Deus. Seu corpo foi sepultado na Paróquia Santa Maria Del Poggio. Por três vezes o Papa Alexandre IV sonhou com Rosa, que lhe pedia por parte de Deus, que ele mesmo, o Papa, transladasse seus restos para o Convento Santa Maria das Rosas. Alexandre IV deslocou-se para Viterbo. As religiosas daquele convento receberam seus restos mortais como um verdadeiro tesouro. 

Curiosidades
– Oficialmente, existem duas festas de Santa Rosa de Viterbo: 6 de março, sendo o dia de sua morte; e 4 de setembro, dia da trasladação do seu corpo para o Convento Santa Maria das Rosas.
– Os Papas Eugênio IV e Calisto III continuaram o seu processo de canonização que ficou pronto em 1457, mas, com a morte do Papa Calisto III, o decreto não foi promulgado, assim a canonização de Santa Rosa não chegou aos termos dentro dos trâmites exigidos. Mesmo assim, foi integrada ao Martirológio Romano e confirmada por documentos e pontífices. 

Devoção a Santa Rosa de Viterbo

Repercussão mundial
Há Santuários de Santa Rosa de Viterbo nos EUA, França e México. Além da sacralidade, a vida da jovem Rosa de Viterbo foi excepcional, a ponto de repercutir, para que cidades recebessem o seu nome no Brasil, Colômbia, EUA e Espanha. 

Devoção no Brasil
Por influência da santa, no interior do Estado de São Paulo, existe o município de Santa Rosa de Viterbo. Nesta cidade, a devoção a Santa é cultivada e é difundida; pois é a história de uma jovem que amou a Igreja até o fim.

Padroeira
Reconhecida como intercessora da Juventude Franciscana e da Juventude Feminina da Ação Católica. Também é invocada como padroeira dos exilados.

Súbito: oração pelos ucraniamos
“Senhor Jesus, como tantos ucranianos que vivem hoje no exílio e saem em busca de refúgio, são tantos outros filhos teus espalhados pelo mundo que assim também sofrem. Tende misericórdia do teu povo Jesus. Amém.”

Minha oração
“Senhor Jesus, a pequena Rosa, desde criança recebeu do Senhor graças sobrenaturais. Pedimos-Te, humildemente, cuide, guarde e proteja nossas crianças, para que, sob a Tua graça, vivam e anunciem a Tua Palavra. Assim pedimos porque cremos em teu amor e zelo pelos pequenos e inocentes. Amém!”

Santa Rosa de Viterbo, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova  Notícias

 

quinta-feira, 5 de março de 2026

EVANGELHO DO DIA

 + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 16,19-31

Naquele tempo, Jesus disse aos fariseus: 19'Havia um homem rico,

que se vestia com roupas finas e elegantes e fazia festas esplêndidas todos os dias.

20Um pobre, chamado Lázaro, cheio de feridas, estava no chão à porta do rico.

21Ele queria matar a fome

com as sobras que caíam da mesa do rico. E, além disso, vinham os cachorros lamber

suas feridas. 22Quando o pobre morreu, os anjos levaram-no para junto de Abraão.

Morreu também o rico e foi enterrado. 23Na região dos mortos, no meio dos

tormentos,

o rico levantou os olhos e viu de longe a Abraão, com Lázaro ao seu lado. 24Então

gritou: 'Pai Abraão, tem piedade de mim!

Manda Lázaro molhar a ponta do dedo para me refrescar a língua,

porque sofro muito nestas chamas'. 25Mas Abraão respondeu: 'Filho, lembra-te que tu

recebeste teus bens durante a vida

e Lázaro, por sua vez, os males. Agora, porém, ele encontra aqui consolo e tu és

atormentado. 6E, além disso, há um grande abismo entre nós: por mais que alguém

desejasse, não poderia passar daqui para junto de vós, e nem os daí poderiam

atravessar até nós'. 27O rico insistiu: 'Pai, eu te suplico, manda Lázaro à casa do meu

pai, 28porque eu tenho cinco irmãos. Manda preveni-los, para que não venham

também eles para este lugar de tormento'.

29Mas Abraão respondeu: 'Eles têm Moisés e os Profetas, que os escutem!' 30O rico

insistiu: 'Não, Pai Abraão, mas se um dos mortos for até eles, certamente vão se

converter'. 31Mas Abraão lhe disse: `Se não escutam a Moisés, nem aos Profetas, eles

não acreditarão, mesmo que alguém ressuscite dos mortos'.'


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Palavra da Salvação.


REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

 5 DE MARÇO DE 2026

5ª. FEIRA DA II SEMANA

DA QUARESMA


Cor Roxo


1ª. Leitura – Jr 17, 5-10

Leitura do Livro do Profeta Jeremias 17,5-10

5Isto diz o Senhor: 'Maldito o homem que confia no homem e faz consistir sua força

na carne humana, enquanto o seu coração se afasta do Senhor; 6como os cardos no


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deserto, ele não vê chegar a floração, prefere vegetar na secura do ermo, em região

salobra e desabitada. 7Bendito o homem que confia no Senhor, cuja esperança é o

Senhor; 8é como a árvore plantada junto às águas,

que estende as raízes em busca de umidade, por isso não teme a chegada do calor:

sua folhagem mantém-se verde, não sofre míngua em tempo de seca e nunca deixa

de dar frutos. 9Em tudo é enganador o coração, e isto é incurável; quem poderá

conhecê-lo?

10Eu sou o Senhor, que perscruto o coração e provo os sentimentos, que dou a cada

qual conforme o seu proceder

e conforme o fruto de suas obras. Palavra do Senhor.

Reflexão - Uma árvore plantada junto às águas!

O profeta Jeremias faz um paralelo entre uma árvore que é plantada junto às

águas, cujas folhas mantêm-se sempre verdes e os cardos do deserto, que não

veem chegar a floração, com o homem que confia em Deus e a Ele entrega a

sua vida e aquele que se afasta do Senhor e põe a sua confiança em outro ser

humano. Colocando essa comparação na nossa vida constatamos que é isso

mesmo o que acontece quando estamos perto do Senhor e quando Dele nos

afastamos. Quando deixamos de confiar em Deus para confiar nos homens,

sobretudo, em nós mesmos, somos malditos, isto é, condenados a viver o mal,

o pecado, experimentamos o fracasso e entramos nas trevas. Do contrário,

quando nós nos voltamos para Deus e confiamos no Seu poder vitorioso, somos

então, benditos, isto é, motivados a viver o bem, a vida plena, a vitória e

caminhar sob a luz. Bendito, então é aquele que confia em Deus e não

depende da força dos homens! Cada um de nós pode fazer uma avaliação

para observar em quem estamos pondo a nossa confiança para chegarmos a

uma conclusão se somos benditos ou malditos. As consequências dessas duas

condições manifestam-se dentro de nós, no interior do nosso coração: se

temos paz, esperança e fé, mesmo passando por dificuldades, somos como

uma árvore plantada junto às águas que se conserva verde até no tempo da

seca e nunca deixa de dar frutos. Com certeza, estamos depositando a nossa

confiança e esperança no Senhor e aguardando Dele a orientação para as

nossas ações, produzindo frutos conforme a Sua vontade. Por outro lado, a

revolta, o desassossego, a ira, o ressentimento e a murmuração são sinais

sensíveis da nossa alma quando colocamos a nossa confiança nos homens, nos

negócios, nas facilidades da vida e nos esquecemos de olhar para Deus.

Quando estamos agindo assim, somos tentados, nunca achamos saída para

nossas mazelas e ao mesmo tempo, também nunca estamos satisfeitos com o

que possuímos, queremos sempre mais, e por isso, a nossa vida se torna

amarga. Assim sendo, tenhamos cuidado para não colocarmos a confiança nas

criaturas que passam, mas tenhamos sempre em mente que o Senhor conhece

as nossas necessidades e somente Ele poderá nos ajudar. – Em quem você

coloca a sua confiança? – Você é muito autossuficiente? – Você espera

muito dos homens ou seu coração está voltado para Deus? Você é como

cardo no deserto ou como árvore plantada junto às águas? - Nos seus

empreendimentos e problemas em quem você confia mesmo?

Salmo 1,1-2.3.4.6 (R. Sl 39,5a)

R.É feliz quem a Deus se confia!


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1Feliz é todo aquele que não anda*

conforme os conselhos dos perversos;

que não entra no caminho dos malvados,*

nem junto aos zombadores vai sentar-se;

2mas encontra seu prazer na lei de Deus*

e a medita, dia e noite, sem cessar. R.

3Eis que ele é semelhante a uma árvore,*

que à beira da torrente está plantada;

ela sempre dá seus frutos a seu tempo,

e jamais as suas folhas vão murchar.*

Eis que tudo o que ele faz vai prosperar. R.

4Mas bem outra é a sorte dos perversos.

Ao contrário, são iguais à palha seca*

espalhada e dispersada pelo vento.

6Pois Deus vigia o caminho dos eleitos,*

mas a estrada dos malvados leva à morte. R.

Reflexão - O salmo é uma confirmação da profecia de Jeremias. O salmista

faz uma comparação entre as pessoas que andam conforme os conselhos dos

perversos, isto é, dos homens que têm a mentalidade do mundo e as pessoas

que meditam na lei de Deus em todos os momentos da sua vida. Os que

seguem a teoria do mundo são como a palha seca que se espalha e é dispersa

pelo tempo. Porém, os que andam segundo a Lei do Senhor, prosperam e têm

uma vida profícua, portanto, são felizes.

Evangelho – Lc 16, 19-31

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 16,19-31

Naquele tempo, Jesus disse aos fariseus: 19'Havia um homem rico,

que se vestia com roupas finas e elegantes e fazia festas esplêndidas todos os dias.

20Um pobre, chamado Lázaro, cheio de feridas, estava no chão à porta do rico.

21Ele queria matar a fome

com as sobras que caíam da mesa do rico. E, além disso, vinham os cachorros lamber

suas feridas. 22Quando o pobre morreu, os anjos levaram-no para junto de Abraão.

Morreu também o rico e foi enterrado. 23Na região dos mortos, no meio dos

tormentos,

o rico levantou os olhos e viu de longe a Abraão, com Lázaro ao seu lado. 24Então

gritou: 'Pai Abraão, tem piedade de mim!

Manda Lázaro molhar a ponta do dedo para me refrescar a língua,

porque sofro muito nestas chamas'. 25Mas Abraão respondeu: 'Filho, lembra-te que tu

recebeste teus bens durante a vida

e Lázaro, por sua vez, os males. Agora, porém, ele encontra aqui consolo e tu és

atormentado. 6E, além disso, há um grande abismo entre nós: por mais que alguém

desejasse, não poderia passar daqui para junto de vós, e nem os daí poderiam

atravessar até nós'. 27O rico insistiu: 'Pai, eu te suplico, manda Lázaro à casa do meu

pai, 28porque eu tenho cinco irmãos. Manda preveni-los, para que não venham

também eles para este lugar de tormento'.

29Mas Abraão respondeu: 'Eles têm Moisés e os Profetas, que os escutem!' 30O rico

insistiu: 'Não, Pai Abraão, mas se um dos mortos for até eles, certamente vão se

converter'. 31Mas Abraão lhe disse: `Se não escutam a Moisés, nem aos Profetas, eles

não acreditarão, mesmo que alguém ressuscite dos mortos'.'


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Palavra da Salvação.

Reflexão – Iremos viver na companhia dos anjos ou no meio dos

tormentos?

Precisamos refletir no tempo atual da nossa vida quando temos a

oportunidade de pôr em prática todos os ensinamentos de Jesus a fim de não

tenhamos a mesma sorte dos mesquinhos. A nossa vivência aqui na terra já

pode ser um testemunho de que estamos salvos e um dia iremos viver na

companhia dos anjos ou no meio dos tormentos. É também uma oportunidade

preciosa para que possamos nos apropriar dos terrenos do céu. Aquele homem

rico viveu aqui na terra aproveitando-se de tudo o que possuía para recostar-

se, e satisfazer apenas a sua carne, isto é, o seu apetite humano, como se um

dia não tivesse que se apartar do seu penhor. O pobre, por força das

circunstâncias teve uma experiência completamente oposta e provou dos

reveses da vida por conta da sua completa miséria. O rico teve todas as

chances para bem viver com a sua riqueza fazendo dela um trampolim para

alcançar a vida plena depois que partisse para a outra existência.

Infelizmente, muitos ainda não compreenderam isso, por isso, a parábola do

rico e do Lázaro nos mostra uma situação, ainda hoje, persistente dentro da

nossa realidade de vida. A conjuntura do rico e do Lázaro nos dá uma

amostra do julgamento de Deus. Não podemos nos confundir achando que a

riqueza é uma coisa má, no entanto, há uma condição imprescindível para que

ela seja um instrumento para a nossa salvação: a de partilharmos os nossos

bens e nossos “terrenos da terra” com os outros moradores. O mal é quando

queremos ter tudo só para nós e desprezamos àqueles que vivem à nossa

porta implorando por migalhas porque não possuem o suficiente para viverem

com dignidade. Jesus nos fala que o rico recebe os bens durante a vida e o

pobre, os males, mas que na outra vida dar-se-á o contrário. O pobre existe

para dar ao rico uma chance de empregar os seus bens e assim poder obter

ainda muito mais para ajudar a quem precisar. Jesus também nos mostra a

perspectiva da eternidade para o rico avarento e o pobre humilhado: para o

primeiro a região dos mortos que é a ausência de Deus e para o segundo, o

seio de Abraão, isto é, a presença de Deus, na companhia dos anjos e tendo

consolo para as suas dores


.– Como você está usando os bens que tem

recebido aqui na terra? – Você sabia que aqui na terra estamos preparando

o nosso terreno no céu? – Você tem partilhado com alguém de tudo que

possui ou tem dado somente migalhas que sobram da sua mesa? Você tem a

consciência tranquila diante de Deus?


Helena  Serpa,

Fuundadora  da Comunidade Misssionária  Um Novo Caminho

SANTO DO DIA - SAõ JOÃO JOSÉ DA CRUZ

Origens

Carlos Caetano Calosinto é seu nome de batismo. Ele é natural da Ilha de Isca, na Itália. Desde criança, em casa, tinha devoção a Maria. Ao longo da vida, sempre invocava a Nossa Senhora, pedindo conselhos e conforto nas situações mais difíceis. Nasceu em família rica e religiosa. Estudou com os agostinianos, para que sua formação religiosa fosse mais completa. Ali, o pequeno apaixonou-se por Jesus. E ouviu a sua voz de Jesus, que o chamava para dedicar toda a sua vida a Ele.

Vocação ao despojamento
Com apenas 16 anos, o jovem entrou para o convento de Santa Luzia no Monte, em Nápoles, onde mudou seu nome para João José da Cruz, no dia da sua profissão religiosa, aos 17 anos. Viveu entre os Frades Menores Descalços da Reforma de São Pedro de Alcântara, conhecidos como Alcantarinos.

Devoção particular a Nossa Senhora
Maria, como mãe carinhosa e fiel, o cobria de carinho e, às vezes, até lhe permitia fazer prodígios. Como Superior dos Alcantarinos, sempre manteve uma pequena imagem de Maria em sua escrivaninha, a qual contemplava e à qual se dirigia, em oração, antes de qualquer decisão ou pronunciamento. “Ele não sabia viver sem ela”, dizem seus biógrafos e muitos testemunhos dos frades, aos quais recomendava prestar homenagem a Ela, pois d’Ela “receberiam consolação, ajuda e luz para resolver os problemas”. O frade confidenciou suas últimas palavras sobre Maria, no leito de morte – 5 de março de 1734 – ao irmão que o assistia: “Recomendo-lhe Nossa Senhora”: esse pode ser considerado seu testamento espiritual.

“Tudo o que Deus permite, permite para o nosso bem.” (São João José da Cruz)

Amor à pobreza
O frade sabia imitar a Irmã Pobreza com perfeição, ia à busca dos pobres, não apenas nas esquinas das ruas, mas também nas favelas e casebres. Durante toda a sua vida teve apenas um hábito, que, com o tempo, ficou todo remendado. Por isso, recebeu o apelido de “frade dos cem remendos”.

Fiel a São Pedro Alcântara
João José foi escolhido para fundar um novo mosteiro em Piedimonte. Ali, construiu também um pequeno eremitério, que ainda hoje é meta de peregrinações, chamado “A Solidão”. Durante a sua vida, teve de assistir a divisão entre os Alcantarinos da Espanha e os da Itália. Desses últimos, tornou-se Provincial e, como tal, trabalhou por vinte anos até conseguir reunir novamente a família. Foi alvo de tantas críticas injustas e até calúnias, às quais respondeu fazendo o voto de silêncio. Teve, entre outros, o mérito de restaurar a disciplina religiosa em muitos conventos da região napolitana, sempre muito fiel ao seu fundador dentro da família franciscana.

Santificou-se levando outros a santidade
Morreu em 5 de março 1734, portanto, com 80 anos. João José da Cruz foi canonizado por Gregório XVI, em 1839, junto com Francisco de Jerônimo e Afonso Maria de Liguori, que o conheceram durante a sua vida e lhe pediram conselhos.

“Recomendo-lhe Nossa Senhora.” – São João José da Cruz

Vida Extraordinária
Ele foi rodeado de fenômenos místicos que denotam o sopro particular da graça em sua vida: bilocações, profecias, perscrutar corações, levitações, curas milagrosas e até uma ressurreição. Havia nele dons carismáticos incríveis, mas a sua santidade e testemunho de vida no ordinário falavam mais alto que tudo isso.

Oração oficial ao santo
São João José da Cruz obtém-nos a sua alegria e serenidade nas doenças, como também nas provações, embora saibamos que o sofrimento é um grande dom de Deus, que deve ser oferecido com pureza ao Pai, sem ser perturbado pelas nossas reclamações. Seguindo o seu exemplo, queremos suportar tudo com paciência, sem fazer pesar nossas dores sobre os outros. Pedimos ao Senhor a força; e a Ele agradeçamos, não apenas quando nos proporciona alegria, mas também quando nos permite doenças e as diversas provações.

Minha oração
“Oh querido frade, ensinai-nos a viver em santidade e em pobreza de coração. Com a vossa intercessão, envia-nos um espírito de fidelidade e amor a Jesus, para que assim possamos caminhar rumo à santidade de vida. Faz de nós imitadores da Sabedoria e repletos de bons conselhos para os nossos irmãos e irmãs. Amém!”

São João José da Cruz, rogai por nós!

Fonte:  Canção Nova Notícias

 

quarta-feira, 4 de março de 2026

SANTO DO DIA - SÃO JOÃO ANTÔ NIO FARINA

 

Bispo e fundador [1803 – 1888]

Educação de valor
A providência acompanhou João Antônio Farina desde a sua infância, na Itália, para que em tudo pudesse ser bem formado. Recebeu de seu tio paterno, padre Antônio Farina, um grande sacerdote da época, uma sólida formação. Tio esse que João considerava um mestre da espiritualidade. 

Formação sacerdotal
Aos quinze anos já se encaminha para o seminário diocesano de Vicenza (Itália), onde era reconhecido pelos colegas de estudos por sua capacidade intelectual e bondade de coração. Aos 21 anos, ainda como estudante de Teologia, foi designado professor no seminário onde lecionou por 18 anos. Manifestava seu dom para o Ensino. Ordenado em 1827 continua sua trajetória com a educação chegando a assumir a direção da escola pública.

Dom a serviço
Em 1831, como pároco em São Pedro Vicenza, iniciou trabalhos com escola popular de educação moral e cristã para meninas. Logo percebe a necessidade de professoras consagradas ao Senhor e dedicadas inteiramentes a Ele. Então, em 1836, funda a Congregação das Irmãs Mestras de Santa Dorotéia – Filhas dos Sagrados Corações. Essas seriam irmãs que cuidariam da educação por amor a Deus e a educação. O Espírito Santo o impulsiona e ir além e em 1840 começou a educação de meninas surdas e mudas. Em 1849 a de meninas cegas. Também projetou assistência a doentes e idosos, iniciando-a em 1846 em abrigos, hospitais e domicílio.

Confirmar na Verdade
Em 1850, foi nomeado Bispo de Treviso com as palavras: “digno pela razão e pela virtude deste grave ministério”. Com grande impulso de educar e cuidar dos mais pobres, permaneceu trabalhando fortemente pela educação, catequese e o crescimento espiritual do povo de Treviso. Foi conhecido como “bispo dos pobres”.

Espiritualidade e ação
Propagou a devoção aos Sagrados Corações de Jesus e Maria, consagrando suas paróquias à eles. Lutou contra a imprensa irreligiosa e sustentou a propagação da imprensa católica e de valores morais.

União ao Santo Padre
Participou ativamente do Concílio do Vaticano I onde foi aliado no dogma da infalibilidade Papal. Também junto ao Papa Leão XIII, defende a recitação do Santo Rosário e a peregrinação aos locais marianos.

Morte e Santidade
Sua páscoa para a vida eterna foi em 4 de março de 1888, deixando ao cuidado do Sagrado Coração 330 freiras, com 25 aspirantes e 42 noviças. A Congregação jpa estava em 48 cidades.
Foi beatificado em 2001 pelo Papa João Paulo II e proclamado santo pelo Papa Francisco em 2014.

Congregação no Brasil
Hoje as Filhas dos Sagrados Corações estão presentes no Basil em três estados: Maranhão, Pará e Minas Gerais.

Lema de vida: A verdadeira ciência consiste na educação do coração, isto é, no prático temor de Deus.

Oração oficial
Senhor, fizestes da longa vida de São João Antônio Farina a medida de uma caridade universal e o enriquecestes com a arte de doar-se aos pequenos, aos pobres e aos enfermos. Ele respondeu, vivenciando, com humilde coragem o vosso Evangelho, tornando-se, na vossa Igreja, a imagem viva do vosso amor. Concedei-nos, Senhor por intercessão dele, a graça de que necessitamos. Reze três vezes o ‘glória ao Pai’.

A minha oração
“Senhor, mais do que multiplicar palavras, que minhas ações sejam coerentes ao que pulsa nos Sagrados Corações de Jesus e Maria. Amém”.

São João Antônio Farina, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias


 

EVANGELHO DO DIA

  + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 21,33-43.45-46 Naquele tempo, dirigindo-se Jesus aos chefes dos sacerdotes e...