segunda-feira, 21 de setembro de 2026

ARQUIDIOCESE DE FORTALEZA COMUNICA O FALECIMENTO DO Pe,JOSÉ WILLAME SALES PEREIRA

 

Padre José Willame era vigário da Paróquia Nossa Senhora de Fátima, em Fortaleza. Ordenado sacerdote em 21 de dezembro de 1996, dedicou sua vida ao ministério presbiteral e ao serviço do povo de Deus.

Neste momento de dor e esperança na ressurreição, a Arquidiocese de Fortaleza se une aos familiares, amigos, paroquianos e a toda a comunidade eclesial, elevando a Deus suas orações e confiando o Padre José Willame à misericórdia do Pai.

“Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, mesmo que morra, viverá.” (Jo 11,25)

Em breve, serão divulgadas as informações sobre o velório e as celebrações das exéquias.

ARQUIDIOCESE DE FORTALEZA LANÇA SÉRIE SOBRE O LIVRO DE DANIEL NO MÊS DA BÍBLIA

 

A Arquidiocese de Fortaleza, em parceria com o Instituto Religioso Nova Jerusalém, lançou uma nova série de conteúdos para o Mês da Bíblia 2026, dedicado ao estudo do Livro de Daniel, conforme a proposta da Igreja no Brasil. Ao todo, serão quatro episódios, produzidos e gravados pela Arquidiocese, com a participação de membros do Instituto, que tem entre seus principais carismas o estudo e a divulgação das Sagradas Escrituras.

O primeiro episódio foi ao ar nesta sexta-feira, 18 de setembro, no canal da Arquidiocese de Fortaleza no YouTube. A reflexão é conduzida pelo Padre Edmilton e apresenta uma introdução ao Livro de Daniel, destacando elementos de seu contexto, sua linguagem e a mensagem de fidelidade e esperança presente no texto bíblico.

O Instituto Nova Jerusalém mantém uma tradição de dedicação ao estudo e à difusão da Palavra de Deus. Inspirado pelo legado de seu fundador, Padre Caetano Minette de Tillesse, o instituto desenvolve iniciativas para aproximar o povo de Deus das Sagradas Escrituras.

Fonte: Site da Arquidiocese de Fortaleza


 

 



SANTO DO DIA - SÃO MATEUS

 


Origens 

São Mateus era pecador, um cobrador de impostos, deixou tudo e seguiu Jesus, tornando-se um dos Doze Apóstolos. Os evangelistas Lucas e Marcos também o chamam de Levi, o nome dado pelo seus pais – ele mudou o nome como uma forma, típica da época, de indicar a mudança de vida. O nome Mateus, algumas vezes, foi citado nos Atos dos Apóstolos. O anúncio de Cristo foi a sua missão.

Mateus, o cobrador de impostos

São Mateus é identificado com o apelido de “publicano”, termo carregado de consequências negativas e socialmente relevantes. O desprezo pelos cobradores de impostos, no tempo de Jesus, estava muito enraizado: eram cobradores de impostos, e não se odeia alguém só porque trabalha no que hoje chamamos de finanças. Mas os judeus, na época, não pagavam impostos ao seu estado soberano e livre, mas aos ocupantes romanos; na prática, tratava-se de financiar aqueles que os oprimiam. E consideravam o cobrador de impostos um colaborador detestável. São Mateus faz esse trabalho em Cafarnaum da Galileia. Com seu banco ali, ao ar livre. Jesus o vê pouco depois de curar um paralítico. Ele o chama. Matheus se levanta de repente, deixa tudo e segue Jesus. A partir desse momento, os impostos, as finanças, os romanos deixam de existir. Deixa tudo por aquela palavra de Jesus: “Siga-me”.

Autor do Primeiro Evangelho

São Mateus é autor do primeiro Evangelho, escrito não em grego, mas em aramaico. Os destinatários do Evangelho de Mateus são os cristãos de origem judaica: no texto, ele coloca em realce o fato de que Jesus é o Messias, que cumpre as promessas do Antigo Testamento.

Evangelizador no Oriente Médio

Depois da morte e ressurreição de Jesus, os apóstolos espalharam-se pelo mundo; e Mateus foi para a Arábia e Pérsia para evangelizar aqueles povos. Porém, foi vítima de uma grande perseguição por parte dos sacerdotes locais, que mandaram arrancar-lhe os olhos e o encarceraram para, depois, ser sacrificado aos deuses. Mas Deus não o abandonou e mandou um anjo que curou seus olhos e o libertou. Mateus seguiu, então, para a Etiópia, onde, mais uma vez, foi perseguido por feiticeiros que se opunham à evangelização. Porém, o príncipe herdeiro morreu e Mateus foi chamado ao palácio. Por uma graça divina, fez o filho da rainha Candece ressuscitar, causando grande espanto e admiração entre os presentes. Com esse ato, Mateus conseguiu converter grande parte da população. Na época, a Igreja da Etiópia passou a ser uma das mais ativas e florescentes dos tempos apostólicos.

Páscoa

Segundo algumas fontes, Mateus teria morrido por causas naturais; no entanto, segundo algumas tradições, consideradas pouco críveis, a sua existência terminou na Etiópia.

Relíquias 

As suas relíquias encontram-se na cripta da Catedral de Salerno. Ali, o Santo é festejado, em 21 de setembro, com uma solene procissão.

Padroeiro

São Mateus é considerado o santo padroeiro dos banqueiros, bancárias, alfandegários, da Guardia di Finanza (na Itália), cambistas, contadores, consultores tributários, contabilista e cobradores de dívidas. O documento papal, atestando o patrocínio reconhecido, é datado de 10 de abril de 1934 e é assinado pelo Cardeal Eugenio Pacelli, futuro Papa Pio XII. O Papa que acolheu o pedido do Comandante Geral e apoiado pelo Ordinário Militar da época foi Pio XI. O “Pontifício Breve”, ao declarar São Mateus Patrono da Guardia di Finanza, espera que todos os membros do Corpo possam, seguindo o seu exemplo, unir o fiel exercício do dever para com o Estado com o fiel seguimento de Cristo.

Minha oração

“Tu que conhecestes Jesus de modo tão profundo, e a partir disso soube relatar seus mistérios. Que o sentido da nossa vida seja conhecer o Cristo e testemunhá-lo, assim como tu fizeste. Que sejamos fiéis seguidores e adoradores do Senhor. Amém!”

São Mateus, apóstolo e evangelista, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias

 

domingo, 20 de setembro de 2026

"E A VONTADE DE DEUS QUE SE REALIZA". DOM JOSÉ ANTONIO CELEBRA 35 ANOS DE ORDENAÇÃO EPISCOPAL

 



Foto Secom /Arqfort


Em matéria especial, Dom José revisita os 35 anos de episcopado, recorda momentos marcantes e fala sobre os frutos de sua caminhada pastoral.


Há caminhos que se fazem com os pés. OutDom José Anros são construídos ao longo de uma vida inteira. Neste domingo, 20 de setembro, a Igreja rende graças a Deus pelos 35 anos de ordenação episcopal de Dom José Antônio Aparecido Tosi Marques, Arcebispo Emérito de Fortaleza. Ao recordar a trajetória iniciada em São Carlos, no interior de São Paulo, passando por Salvador e chegando ao Ceará, Dom José fala de uma caminhada conduzida pela vontade de Deus.

“Na vida, nós temos muitas vezes a oportunidade de agradecer a Deus por tudo aquilo que Ele faz por nós. Sem dúvida, essa reportagem quer marcar os meus 35 anos de ordenação, que foi no dia 20 de setembro de 1991, na minha diocese de origem, em São Carlos, São Paulo. Eu estava sendo ordenado bispo para ser auxiliar do Cardeal Primaz do Brasil, Dom Lucas Moreira Neves, em Salvador, na Bahia. Foi logo em seguida que a gente foi para a Bahia e lá exerceu o ministério como auxiliar do Arcebispo Dom Lucas. Passei pela Bahia, em Salvador, oito anos e meio e só depois é que fui nomeado para ser o Arcebispo de Fortaleza.” Relata Dom José.


A ordenação episcopal aconteceu depois de 17 anos de sacerdócio. A experiência pastoral anterior no seminário, como pároco e coordenador de pastoral oferecia uma base para a nova missão, mas o episcopado apresentava desafios que, de certa maneira, eram desconhecidos.


SANTO DO DIA - SANTO ANDRÉ KIM E SEUS COMPANHEIROS




Origens 

A Igreja coreana foi fundada por leigos: eis a peculiaridade que a distingue das demais Igrejas. Segundo o Missal Romano, o Espírito sopra onde quer. Por isso, naquela estreita península, na extremidade oriental do mundo, o mesmo Espírito inspirou o coração de alguns homens, que abriram suas almas à nova fé, transmitida pelas delegações eclesiásticas chinesas, que visitavam a Coreia, anualmente, desde o início do século XVII.

Chegada de Sacerdotes à Coreia 

Com o passar do tempo, os sacerdotes iam à Coreia e levavam consigo escritos religiosos e livros para aprofundar a fé. No entanto, a comunidade nascente, cada vez mais fecunda e prometedora, começou a pedir a Pequim para mandar mais missionários às suas terras e foi atendida. O Padre Chu-mun-mo chegou à Coreia e, assim, tiveram início as celebrações litúrgicas.

A Perseguição 

Entretanto, a prosperidade da fé da nova comunidade não passou despercebida. O governo coreano não via com bons olhos o novo culto, que levou ao país novos ritos, bem diferentes dos tradicionais. Assim, em 1802, foi promulgado um édito estatal, que não proibia apenas a crença cristã, mas também mandava exterminar os cristãos. 

O primeiro a ser assassinado foi o único sacerdote chinês. Contudo, em 1837, chegaram mais dois, acompanhados por um Bispo, pertencentes às Missões Estrangeiras de Paris, embora houvesse ainda perseguições.

André Kim Taegon, primeiro sacerdote da Coreia

André foi um dos primeiros sacerdotes coreanos, nascidos e criados no país. Nasceu em 1821, em uma família convertida e muito fervorosa, tanto que seu pai transformou sua casa em igreja doméstica, onde se reuniam muitos fiéis para ser batizados.

André Kim respirava a fé, desde criança, e conheceu de perto o martírio precoce com a morte do seu pai, assassinado aos 44 anos. Tais episódios, porém, fortaleceram ainda mais a sua fé, a ponto de ir a Macau para receber a ordenação sacerdotal. Ao regressar à Coreia como diácono, em 1844, favoreceu, às ocultas, a entrada no país do Bispo Ferréol. Juntos, trabalharam como missionários, sempre em segredo, apesar do eterno clima de perseguição. 

André, de modo particular, conhecendo os costumes e a mentalidade locais, obteve resultados extraordinários em seu apostolado. Contudo, foi descoberto e preso, por tentar enviar documentações e testemunhos para a Europa. Padre André Kim Taegon foi martirizado em 16 de setembro de 1846.

Companheiros Mártires

Foram dez mil mártires. Desses, a Igreja canonizou muitos que foram agrupados para uma só festa, liderados por André Kim Taegon. Neste dia, veneram-se na mesma celebração todos os cento e três mártires que na Coreia deram testemunho da fé cristã. Todos estes atletas de Cristo – entre os quais três bispos, oito presbíteros e todos os outros leigos: homens e mulheres, casados ou não, anciãos, jovens e crianças – suportando o suplício, consagraram com o seu precioso sangue os primórdios da Igreja na Coreia.

Paulo Chong Hasang, catequista peregrino

A história de Paulo é a de um herói da fé, pois, ainda jovem, presenciou ao martírio de metade da sua família. Paulo Chong, natural de Mahyan, nasceu em 1795; foi preso, com sua mãe e irmã, e privado de todos os seus bens. Ao readquirir a sua liberdade, sua fé ficou mais forte do que nunca; transferiu-se para Seul, onde se uniu à comunidade cristã local, com a qual trabalhou muito, obtendo novas conversões. Sozinho e a pé, apesar das enormes dificuldades, fez pelo menos 15 peregrinações à China, comprometendo-se para levar sacerdotes e missionários às terras coreanas de Pequim. Hospedado na casa do Bispo francês de Imbert, que ajudou a entrar na Coreia, recebeu o convite para ser sacerdote. Porém, Paulo foi preso, durante as perseguições anticristãs, e martirizado em 22 de setembro de 1839.

Via de Santificação

A canonização ocorreu em 06 de maio de 1984, pelo Papa João Paulo II. Determinando o dia 20 de setembro para a celebração litúrgica.

Minha oração

“Pedimos a intercessão dos mártires pelo povo coreano e seus descendentes, pedimos pelo país e seus governantes, para que sejam conforme os valores cristãos e a fé possa florescer nessa região através desse testemunho. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém!”

Santo André Kim e companheiros mártires, rogai por nós!

Fonte: Canção  Nova Notícias 

PAPA: GRAVE CRISE HUMANITARIA NA SOMÁLIA É ´NECESSÁRIA ASSISTÊNCIA INTERNACIONAL


Após o Angelus dominical, Leão XIV faz votos de “um envolvimento generoso da comunidade internacional” para ajudar a população, especialmente mulheres e crianças, que sofre com a seca e episódios de violência no país do Chifre da África. Em memória dos prisioneiros da Segunda Guerra Mundial, ele convida a não esquecer, “mas a aprender com a história para não repetir os erros do passado”

Vatican News

O Papa acompanha “com grande preocupação” a crise humanitária em curso em algumas regiões da Somália e ressaltou isso após a oração do Angelus deste domingo, 20 de setembro, lembrando que, no país do Chifre da África, “episódios de violência e fenômenos climáticos extremos estão agravando as condições de vida já precárias da população, especialmente de mulheres e crianças”.

Faço votos de um envolvimento generoso da comunidade internacional, para que não falte a esses nossos irmãos e irmãs a assistência necessária.


Leão XIV no Angelus: diante de Deus não há lugar para invejas nem divisões

Deus tem caminhos diferentes e pensamentos novos também para aqueles que se consideram os primeiros e acham que conseguiram o que são por si mesmos, que mereceram 

 

Seca e violência na Somália

A Somália está enfrentando mais uma seca prolongada. Uma emergência humanitária que coloca em risco a vida de milhões de pessoas, entre elas quase 2 milhões de crianças, que ficaram sem água nem alimentos suficientes. No total, segundo denúncias de organizações humanitárias internacionais, quase 6 milhões de somalis enfrentam hoje uma fome aguda. Um número que dobrou em relação ao início de 2025. Uma grave seca atinge algumas regiões do norte, à qual se somam conflitos e deslocamentos e, na esteira da guerra no Irã, o aumento dos custos do combustível e dos fertilizantes.

Guerras: aprender com a história para não repetir erros

Ao saudar os muitos fiéis e peregrinos presentes na Praça São Pedro e aqueles conectados através dos meios de comunicação, Leão XIV enviou sua bênção à população de Pescantina, na província de Verona - norte da Itália -, “que neste domingo se reúne em torno do monumento aos ex-internados, para lembrar aqueles que foram deportados e feitos prisioneiros durante a Segunda Guerra Mundial”.

Faço isso para ressaltar que não devemos esquecer, mas aprender com a história para não cairmos novamente nos erros do passado.

Saudações aos poloneses, eslovacos e romanos

Em particular, o Pontífice deu as boas-vindas ao bispo e aos fiéis da Diocese de Toruń, na Polônia, “que visitam na Itália os locais dos milagres eucarísticos”, bem como às famílias provenientes da Diocese de Spiš, na Eslováquia, onde neste domingo se realiza, em Bratislava, a Marcha Nacional pela Vida. Em seguida, saúdou os padres jesuítas que iniciam seu novo percurso de estudos em Roma, o grupo da paróquia romana da Sagrada Família de Nazaré, juntamente com a Polisportiva Centocelle e o oratório “São José Manyanet”.

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Fonte:  https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-09/papa-leao-xiv-pos-angelus-apelo-somalia-crise-violencia.html



 

SANTO DO DIA - SANTO ANDRÉ KIM E SEUS COMPANHEIROS MÁRTIRES

 

 

Origens 

A Igreja coreana foi fundada por leigos: eis a peculiaridade que a distingue das demais Igrejas. Segundo o Missal Romano, o Espírito sopra onde quer. Por isso, naquela estreita península, na extremidade oriental do mundo, o mesmo Espírito inspirou o coração de alguns homens, que abriram suas almas à nova fé, transmitida pelas delegações eclesiásticas chinesas, que visitavam a Coreia, anualmente, desde o início do século XVII.

Chegada de Sacerdotes à Coreia 

Com o passar do tempo, os sacerdotes iam à Coreia e levavam consigo escritos religiosos e livros para aprofundar a fé. No entanto, a comunidade nascente, cada vez mais fecunda e prometedora, começou a pedir a Pequim para mandar mais missionários às suas terras e foi atendida. O Padre Chu-mun-mo chegou à Coreia e, assim, tiveram início as celebrações litúrgicas.

A Perseguição 

Entretanto, a prosperidade da fé da nova comunidade não passou despercebida. O governo coreano não via com bons olhos o novo culto, que levou ao país novos ritos, bem diferentes dos tradicionais. Assim, em 1802, foi promulgado um édito estatal, que não proibia apenas a crença cristã, mas também mandava exterminar os cristãos. 

O primeiro a ser assassinado foi o único sacerdote chinês. Contudo, em 1837, chegaram mais dois, acompanhados por um Bispo, pertencentes às Missões Estrangeiras de Paris, embora houvesse ainda perseguições.

André Kim Taegon, primeiro sacerdote da Coreia

André foi um dos primeiros sacerdotes coreanos, nascidos e criados no país. Nasceu em 1821, em uma família convertida e muito fervorosa, tanto que seu pai transformou sua casa em igreja doméstica, onde se reuniam muitos fiéis para ser batizados.

André Kim respirava a fé, desde criança, e conheceu de perto o martírio precoce com a morte do seu pai, assassinado aos 44 anos. Tais episódios, porém, fortaleceram ainda mais a sua fé, a ponto de ir a Macau para receber a ordenação sacerdotal. Ao regressar à Coreia como diácono, em 1844, favoreceu, às ocultas, a entrada no país do Bispo Ferréol. Juntos, trabalharam como missionários, sempre em segredo, apesar do eterno clima de perseguição. 

André, de modo particular, conhecendo os costumes e a mentalidade locais, obteve resultados extraordinários em seu apostolado. Contudo, foi descoberto e preso, por tentar enviar documentações e testemunhos para a Europa. Padre André Kim Taegon foi martirizado em 16 de setembro de 1846.

Companheiros Mártires

Foram dez mil mártires. Desses, a Igreja canonizou muitos que foram agrupados para uma só festa, liderados por André Kim Taegon. Neste dia, veneram-se na mesma celebração todos os cento e três mártires que na Coreia deram testemunho da fé cristã. Todos estes atletas de Cristo – entre os quais três bispos, oito presbíteros e todos os outros leigos: homens e mulheres, casados ou não, anciãos, jovens e crianças – suportando o suplício, consagraram com o seu precioso sangue os primórdios da Igreja na Coreia.

Paulo Chong Hasang, catequista peregrino

A história de Paulo é a de um herói da fé, pois, ainda jovem, presenciou ao martírio de metade da sua família. Paulo Chong, natural de Mahyan, nasceu em 1795; foi preso, com sua mãe e irmã, e privado de todos os seus bens. Ao readquirir a sua liberdade, sua fé ficou mais forte do que nunca; transferiu-se para Seul, onde se uniu à comunidade cristã local, com a qual trabalhou muito, obtendo novas conversões. Sozinho e a pé, apesar das enormes dificuldades, fez pelo menos 15 peregrinações à China, comprometendo-se para levar sacerdotes e missionários às terras coreanas de Pequim. Hospedado na casa do Bispo francês de Imbert, que ajudou a entrar na Coreia, recebeu o convite para ser sacerdote. Porém, Paulo foi preso, durante as perseguições anticristãs, e martirizado em 22 de setembro de 1839.

Via de Santificação

A canonização ocorreu em 06 de maio de 1984, pelo Papa João Paulo II. Determinando o dia 20 de setembro para a celebração litúrgica.

Minha oração

“Pedimos a intercessão dos mártires pelo povo coreano e seus descendentes, pedimos pelo país e seus governantes, para que sejam conforme os valores cristãos e a fé possa florescer nessa região através desse testemunho. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém!”

Santo André Kim e companheiros mártires, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias