sábado, 12 de setembro de 2026

HORARIOS DE MISSAS, AMANHÃ. DIA 13, NA IGREJA DE FÁTIMA

 

HORÁRIOS DE MISSAS, AMANHÃ,  NO SANTUÁRIO DE FÁTIMA, 


A Paróqui13 de Fátima, em Fortaleza, programou para amanhã, domingo ,  13 13 de setembro ,  missas a partir das 5 horas da manhã. Essas celebrções eucarísticas são para lembrar as aparições de Nossa Senhora de Fátima a três crianças em Portugal. 
PROGRAMAÇÃO 

Durante o dia de amanhã, serão celebradas missas a partir das 5 horas, transmitida pela TV Diário, às 7, 9, 10h30min, 12, 14, 15h30min, 17, 18h30 e 20 horas. Nos intervalos de uma celebração para outra reza do Terço Mariano.

FESTA DA COROA DO BOM JESUS DOS AFLITOS DA PARANGABA COMEÇA NESTE DOMINGO


 Fachada da Igreja Bom Jesus dos Aflitos, em Parangaba, Fortaleza. Foto: Arquivo

A tradicional Festa da Coroa do Bom Jesus dos Aflitos do bairro Parangaba, em Fortaleza, iniciará sua programação neste domingo, às 6h30, com a Descida da Coroa, na Paróquia do Bom Jesus dos Aflitos da Parangaba.

O ciclo prosseguirá até o dia 20 de dezembro, com a Procissão da Chegada da Coroa, que partirá da Igreja Matriz de São José, na Vila Peri, em direção à Paróquia do Bom Jesus dos Aflitos, na Parangaba. O encerramento ocorre em 6 de janeiro de 2027 com a tradicional Subida da Coroa.

Patrimônio cultural

Reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial da Capital cearense, a celebração conta, neste ano, com apoio da Prefeitura de Fortaleza, por meio da Secretaria Municipal da Cultura de Fortaleza (Secultfor), no âmbito do I Edital de Fomento à Salvaguarda dos Festejos Registrados.

Ligada à história e à memória do bairro, a Festa da Coroa é marcada pela participação da comunidade e pela devoção ao Bom Jesus dos Aflitos. O festejo reúne práticas religiosas e culturais transmitidas entre gerações e tem a Coroa como elemento central de seus ritos.

O apoio à Festa da Coroa integra as ações municipais voltadas à salvaguarda do patrimônio cultural imaterial. O I Edital de Fomento à Salvaguarda dos Festejos Registrados contempla manifestações já reconhecidas como patrimônio de Fortaleza, contribuindo para sua continuidade e para a valorização das comunidades responsáveis por manter vivas essas tradições.

Por meio da iniciativa, a Secultfor busca fortalecer as condições para a realização dos festejos e contribuir para a preservação e transmissão de práticas, saberes e referências associados a esses bens culturais. Além da Festa da Coroa do Bom Jesus dos Aflitos, o edital contempla a Festa de Iemanjá e a Festa de São Pedro dos Pescadores do Mucuripe.

Programação da festa

Descida da Coroa

Paróquia do Bom Jesus dos Aflitos da Parangaba – Av.enidaCarlos Amora, 100 – Parangaba)

Horário: 6h30

Procissão da Chegada da Coroa

Dia 20/12 (domingo)

Horário: a ser divulgado
Saída da Igreja Matriz de São José – Rua Arruda Câmara, 765 – Vila Peri
Destino – Paróquia do Bom Jesus dos Aflitos da Parangaba – Avenida Carlos Amora, 100 – Parangaba

Subida da Coroa – Encerramento

Data: 6/01/2027 (quarta-feira)

Horário: a ser divulgado

Paróquia do Bom Jesus dos Aflitos da Parangaba – Avenida Carlos Amora, 100 – Parangaba.

Fonte: Blog do Eliomar

SANTO DO DIA - SANTÍSSIMO NOME DE MARIA E SÃO BERNARDO

 

História
O culto ao Santíssimo Nome de Maria recorda o amor da Mãe de Deus pelo seu Filho e por cada um dos filhos que o próprio Jesus lhe confiou antes de morrer: “Mulher, eis aí o teu filho… Eis aí a tua Mãe” ( Jo 19,27). O culto difundiu-se ao longo dos séculos por toda a Igreja, e os Papas enriqueceram esta devoção com as indulgências, que já se faziam presentes no século XII para fortalecer o culto ligado a Mãe de Jesus.

Em 1513, o Papa Júlio II concedeu apenas à diocese de Cuenca, na Espanha, uma festa em homenagem ao nome de Maria realizada no dia 15 de setembro. São Pio V suprimiu-a; o Papa Sisto V restaurou-a trazendo-a para 17 de setembro; e somente com o Papa Clemente X, em 1671, a festa foi estendida a toda a Espanha. Depois da vitória conquistada em nome de Maria contra os turcos por João Sobieski, rei da Polônia, em 1683, o beato Papa Inocêncio XI estendeu esta festa a toda a Igreja, marcando-a para 12 de setembro de 1683.

São Bernardo
“Se surgirem os ventos da tentação,
se você tropeçar nas rochas das tribulações,
olha a estrela, invoca Maria.
Se você é sacudido pelas ondas do orgulho,
de detração, de inveja: olha a estrela, invoca Maria.
Seja raiva, ou avareza, ou a tentação da carne
eles sacodem o barco da alma: olhe para Maria.
Se você, perturbado pela enormidade do pecado,
cheio de confusão pela feiura da consciência,
intimidado pelo teor do julgamento,
você começa a ser engolido pelo abismo da tristeza,
do abismo do desespero: pense em Maria.
Nos perigos, nas angústias, nas incertezas,
pense em Maria, invoque Maria.
Ela nunca deixa seu lábio,
nunca deixa seu coração;
e para que você obtenha a ajuda de sua oração,
nunca se esqueça do exemplo de sua vida.
Se você o seguir, não poderá se desviar;
se você orar a ela, não poderá se desesperar;
se você pensa nela, não pode errar.
Se ela o segura, você não cai;
se ela o protege, você não precisa temer;
se ela o guia, não se canse;
se ela o for propícia, alcançará a meta”

Fonte: Canção Nova Notícias

 

sexta-feira, 11 de setembro de 2026

BISPOS AUXILIARES DE FORTALEZA PARTICIPAM DE FORMAÇÃO EM ROMA E ENCINTRAM PAPA LEÃO XIV

 

Dom Antonio Carlos do Nascimento e Dom Jânison de Sá Santos, bispos auxiliares da Arquidiocese de Fortaleza, participaram, de 2 a 10 de setembro, em Roma, do Curso anual de formação para pastores recentemente nomeados, promovido pela Santa Sé. O encontro reuniu 147 bispos dos cinco continentes, entre eles 14 brasileiroS

A programação foi organizada pelo Dicastério para os Bispos e pelo Dicastério para a Evangelização e abordou temas relacionados ao ministério episcopal, como liturgia, missão, transmissão da fé, formação sacerdotal, sinodalidade, cuidado dos vulneráveis, administração, justiça e transparência, diálogo inter-religioso e os desafios culturais do tempo presente. A iniciativa é realizada anualmente, em Roma, desde 2000, por iniciativa de São João Paulo II, com o objetivo de favorecer o conhecimento mútuo e a formação dos pastores recentemente nomeados, de acordo com informações do portal da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Um dos momentos centrais da programação foi o encontro com o Papa Leão XIV, realizado no dia 10 de setembro, na Sala do Sínodo. Ao dirigir-se aos novos bispos, o Santo Padre destacou a importância da fraternidade episcopal e afirmou: “nenhum Bispo caminha sozinho”. O Papa recordou que, antes de serem bispos, eles são discípulos e, por isso, devem permanecer com Jesus por meio da Eucaristia, da Palavra de Deus e da oração, para então serem enviados ao serviço do povo de Deus.

Leão XIV também convidou os novos bispos a terem o coração de Cristo, Bom Pastor, aprendendo a amar concretamente as pessoas que lhes foram confiadas. “Amai as pessoas que o Senhor vos confiou”, pediu o Pontífice, recomendando que os pastores conheçam suas histórias, escutem suas dores e alegrias e estejam próximos, especialmente dos sacerdotes, das famílias, dos jovens, dos pobres e de todos aqueles que sofrem

Ao concluir sua mensagem, o Papa deixou aos bispos uma palavra de confiança para o retorno às suas Igrejas particulares“O Senhor, que vos chamou, é fiel”. Leão XIV recordou ainda que o Bispo é chamado a caminhar com seu povo, rezando com ele, ouvindo a Palavra, celebrando a Eucaristia e procurando, juntos, a face do Senhor.

Os dois novos auxiliares para a Igreja de Fortaleza

Dom Antonio Carlos do Nascimento e Dom Jânison de Sá Santos foram nomeados pelo Papa Leão XIV em 29 de novembro de 2025, atendendo a uma solicitação de Dom Gregório Paixão, OSB. Dom Antonio Carlos pertence ao clero da Arquidiocese de Fortaleza, enquanto Dom Jânison veio da Diocese de Propriá, em Sergipe.

Dom Antonio Carlos recebeu a ordenação episcopal em 2 de fevereiro de 2026, na Catedral Metropolitana de Fortaleza, em celebração presidida por Dom Gregório Paixão. Dom Jânison foi ordenado bispo quatro dias depois, em 6 de fevereiro, na Catedral Diocesana de Propriá, em Sergipe

Fonte: Site da Arquidiocese de Fortaçeza


 

SANTO DO DIA - SÃO JOÃO PERBOYRE


A-



Sua diocese era Cahors. Seu município era Puech. Sua paróquia era o bairro de Mongesty. Lá, em 6 de janeiro de 1802, Jean-Gabriel Perboyre nasceu como o filho mais velho de Pietro Perboyre e Maria Rigal. Recebeu educação cristã de sua família, nos anos do império de Napoleão, quando muitos conspiravam contra a Igreja. Estudos elementares em seu país, com inteligência e lucro.

Dentro de seu coração, o jovem Jean-Gabriel tem uma grande paixão, um único amor: Jesus, o Salvador Crucificado. A cada dia, cresce no amor a Jesus e sua doação a Deus. Ele é apenas um menino quando ajuda seu pai, que trabalhava no campo, encarregado principalmente de supervisionar os camponeses empregados na fazenda da família em Puech.

Seu irmão Louis entrou no Seminário de Montauban (Tarn-en-Garonne), em 1816, dirigido por seu tio paterno, Monsieur Jacques, dos Padres da Missão (os Lazaristas) de São Vicente de Paulo. Jean-Gabriel, de quinze anos, acompanha o irmão mais novo ao seminário, para lhe fazer companhia durante algum tempo.

Mas, no Seminário, desenvolveu a paixão pela vida religiosa, nas pegadas do grande Santo da caridade. Então, ele decide ficar lá e pede para ser admitido na Congregação da Missão. É acolhido e logo se revela um noviço modelo, exemplar na oração, na obediência e na mortificação: “Jesus merece tudo: por que não lhe dar tudo?”.

Em 28 de dezembro de 1820, ele ofereceu seus santos votos a Deus. Tem 18 anos e começa a estudar teologia na casa mãe da Congregação em Paris. Destaca-se por sua inteligência incomum, por sua doçura, por sua caridade teológica que o torna semelhante a São Vicente, o Pai Fundador. Sem perceber, ele se torna um modelo para seus colegas que, olhando para ele, se sentem convidados a melhorar.

Ele exerce uma forte influência sobre os demais: por isso é enviado para ensinar os meninos no Saint Vincent College de Mont-Didier (Somme), onde revela sua excelente didática e seu zelo pela educação dos mais jovens, “na estatura de Jesus”.

Sacerdote e professor
Em 23 de setembro de 1826, foi ordenado sacerdote na capela da Casa Mãe em Paris. Tem 24 anos: um verdadeiro amante de Jesus. Os superiores, pensando em propô-lo como exemplo aos clérigos da Congregação, o enviam para ensinar teologia dogmática no seminário maior de Saint Flour; depois, foi nomeado reitor da “aposentadoria” eclesiástica inaugurada em 1827, na mesma cidade. No outono de 1832, foi chamado de volta a Paris como vice-mestre dos noviços da casa de San Lazzaro.

Obedece e faz tudo, mas o padre Jean-Gabriel tem outro sonho: as missões na China, e pede repetidamente e com insistência para ser enviado, “para trazer Jesus Cristo, para converter as almas a Ele”. Seu desejo tornou-se ainda mais ardente quando, em 2 de maio de 1831, seu irmão, padre Louis Perboyre, morreu em Batávia, enquanto viajava para chegar à China. Ele vai ter que tomar o seu lugar.

Finalmente concedido, em 21 de março de 1835, ele partiu do porto de Le Havre com destino à China. No dia 29 de agosto seguinte, desembarcou em Macau: ali permaneceu alguns meses para realizar o estudo da língua chinesa, antes de ser enviado para a província centro-sul de Honan. Algum tempo depois, foi nomeado primeiro vigário geral lá. Seguiu-se um ano e meio de emocionante trabalho apostólico na província de 174 mil quilômetros quadrados, em meio a privações e dificuldades de todo tipo, inclusive as primeiras perseguições.

Missionário
Em janeiro de 1838, foi transferido para a província de Hupeh, onde sua atividade missionária se tornou ainda mais intensa. Em seus sermões e conferências espirituais, ele proclama: “Só existe uma realidade necessária: Jesus Cristo. O Senhor Jesus disse: Eu sou o Caminho, a Verdade, a Vida. Nós apenas temos que caminhar por aqui. Para não nos desviarmos desse propósito, precisamos de uma luz que ilumine o caminho. Esta luz só pode ser ele, Jesus, a Verdade em pessoa: ele mesmo disse que quem o segue não anda nas trevas, mas possui a luz da vida”.

A perseguição anticatólica rebenta na China: o padre Jean-Gabriel é forçado a refugiar-se na clandestinidade. Ele tem uma certeza: «Nós também precisamos de força para nos sustentar nesta caminhada e nos fazer perseverar nela. O próprio Jesus, que quis ser o nosso alimento dando-se a nós na Eucaristia, será a nossa força. É por isso que ele disse: “Eu sou a vida”. Encontramos tudo o que podemos desejar no Crucifixo, no Evangelho e na Eucaristia: não há outro caminho, não há outra verdade, não há outra vida. Portanto, somos obrigados a nos apegar somente a Ele, não aprender nada além d’Ele e segui-Lo sem cessar».

Durante a perseguição, o padre é traído por um cristão covarde que, seduzido pela generosidade do missionário, revela seu esconderijo.

O padre foi capturado em Tcha-yuen-keu, a 26 de setembro de 1839, e levado para Kwang-Ytang, onde foi submetido a um primeiro e longo interrogatório, acompanhado de torturas cruéis. Transferido no dia seguinte para Ku-gheng, sofre mais interrogatórios e torturas, depois é encarcerado nas insalubres prisões de Wuchang, onde permanece oito meses entre torturas e sofrimentos atrozes, esperando que sua sentença de morte, pronunciada contra ele pelo tribunal local, fosse ratificada pelo imperador.

Mártir
Naquele triste período, o padre Jean-Gabriel tinha uma certeza: “Não podemos ser salvos senão conformando-nos a Jesus Cristo. Depois da morte, não nos perguntarão se fomos sábios, se ocupamos cargos importantes, se conquistamos a estima dos homens, mas se nos empenhamos em conhecer e imitar Jesus Cristo. Se Deus não encontrar em nós nenhum traço do Modelo divino, certamente seremos rejeitados; mas se nos conformarmos a este Modelo seremos glorificados: os santos no céu não são senão imagens de Cristo glorificado como na terra eram de Cristo sofredor e dedicados às obras da sua missão”.

Ele, o ardente missionário, agora prestes a ser sacrificado, sempre fez isso desde a infância: conformar-se com Jesus.
A ratificação do imperador aconteceu na manhã de 11 de setembro de 1840. Ao meio-dia, padre Jean-Gabriel Perboyre, 38 anos, foi crucificado como Jesus e morto com a espada. Tudo se cumpriu, como ele havia desejado, quando ainda se preparava para o sacerdócio: vida e sangue para Jesus.

Seus restos mortais, depositados na “Montanha Vermelha”, cemitério da cidade onde foi executado, puderam ser transferido para a França, em 1860, e depositado na casa-mãe de sua Congregação. O Papa Gregório XVI iniciou sua causa de beatificação desde 1843. Em 10 de novembro de 1889, Leão XIII o inscreveu entre os bem-aventurados. São João Paulo II o inscreveu entre os santos.

Em uma de suas conferências espirituais, como lemos na Liturgia das Horas no dia de sua festa, 11 de setembro, ele havia dito, completamente cristocêntrico como era: “Tenhamos sempre Jesus Cristo diante de nossos olhos, agarremos seus sentimentos íntimos e apropriemo-nos das suas virtudes, do seu estilo, da sua vida”.

São João Gabriel Perboyre, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias 

"SIGO FIRME" : PE. EDNARDO HONÓRIO AGRADECE ORAÇÕES DURANTE PERÍODO DE ENFERMIDADE

 

Com profunda gratidão a Deus, partilho que sigo me recuperando a cada dia. Foram momentos difíceis, uma grande tempestade, mas também uma oportunidade de experimentar a força da fé, da oração e do amor fraterno.

Agradeço de coração ao nosso Arcebispo, Dom Gregório Paixão, OSB e aos Bispos Auxiliares, Dom Antonio Carlos e Dom Jânison, pelo cuidado, atenção e proximidade. Minha gratidão também a todo o Povo de Deus das diversas paróquias, pastorais, grupos e movimentos pelas incessantes orações.

Agradeço, de modo especial, aos irmãos do Presbitério, que, em tão grande número, me visitaram no hospital, rezaram por mim e motivaram o Povo de Deus a se unir nesse grande clamor.

A medicina foi fundamental, mas tenho a certeza de que a fé e as orações foram uma força imensa para superar essa tempestade. Sigo firme, confiante de que as misericórdias de Deus superam todo entendimento humano.

Pe. Ednardo Honório

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

NOTA DE PESAR : PELO FALECIMENTO DE JOÂO MONTEIRO DE BARROIS FILHO , FUNDADOR DA REDE VIDA DE TELEViISÃO

 


A Arquidiocese de Fortaleza, por meio de seu arcebispo, Dom Gregório Paixão, OSB, manifesta profundo pesar pelo falecimento do senhor João Monteiro de Barros Filho, fundador da Rede Vida de Televisão.

Homem de visão, coragem e espírito empreendedor, João Monteiro de Barros Filho dedicou sua vida à realização de um sonho que se transformou em uma importante missão de comunicação, levando a mensagem cristã a milhões de brasileiros e fazendo da Rede Vida uma presença significativa na vida de inúmeras famílias.

A história da Rede Vida guarda também um vínculo especial com a Igreja no Ceará. Em 24 de agosto de 1997, a Arquidiocese de Fortaleza, então sob o pastoreio de Dom Cláudio Hummes, promoveu um grande abraço simbólico à Catedral Metropolitana de Fortaleza, reunindo cerca de 10 mil pessoas em uma campanha para arrecadar recursos destinados à implantação da torre repetidora do sinal da Rede Vida no Estado.

Aquele gesto tornou-se um marco da presença da emissora no Ceará e expressou uma parceria que, desde então, se fortaleceu e permanece viva. Ao longo dos anos, a Rede Vida e a Arquidiocese de Fortaleza caminharam próximas na missão de comunicar a fé, anunciar o Evangelho e levar aos lares uma mensagem de esperança.

Neste momento de dor, a Arquidiocese de Fortaleza se une à família de João 

Monteiro de Barros Filho, aos amigos, colaboradores e a toda a família Rede Vida, elevando a Deus suas preces pelo eterno descanso daquele que dedicou seus esforços à construção de uma obra que ultrapassou os limites de seu tempo.

Que o Senhor, rico em misericórdia, acolha João Monteiro de Barros Filho em sua morada eterna e conforte seus familiares e todos os que sofrem com sua partida.

fonte Dom Gregório Paixão, OSB
Arcebispo de Fortaleza

Arquidiocese de Fortaleza
Fortaleza, 10 de setembro de 2026

Fonte : Site da Arquidiocese de Fortaleza