terça-feira, 16 de junho de 2026

DOM GREGÓRIO PAIXÃO, OSB, PARTICIPA DO CONSELHO PERMANENTE DA CNBB

 



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) deu início, na manhã desta terça-feira, à 119ª reunião do Conselho Permanente, realizada na sede da entidade, em Brasília. O encontro reúne a Presidência da CNBB, os bispos presidentes das Comissões Episcopais e dos Regionais da Conferência, além de representantes de pastorais e organismos da Igreja no Brasil. As atividades seguem até a manhã de quinta-feira, com reflexões e debates sobre temas que impactam a sociedade brasileira e a missão evangelizadora da Igreja.

Entre os participantes está o arcebispo de Fortaleza, Dom Gregório Paixão, OSB, que acompanha as discussões e contribui com os trabalhos desenvolvidos pelo Conselho Permanente. A reunião constitui um importante espaço de discernimento e planejamento pastoral, buscando oferecer respostas aos desafios contemporâneos à luz do Evangelho e da Doutrina Social da Igreja.

Um dos primeiros temas abordados foi a análise de conjuntura social, apresentada por Dom Francisco Lima, bispo de Carolina (MA) e coordenador do Grupo de Análise de Conjuntura Padre Tierry Linardi. O estudo concentrou-se no cenário das eleições de 2026, apresentando aos bispos elementos sobre os contextos nacional, estadual e internacional, além de reflexões sobre os desafios políticos, sociais e econômicos que marcam o momento atual.

 

A análise destacou questões como a polarização política, a crescente desconfiança nas instituições, os impactos das transformações tecnológicas e as dificuldades de diálogo presentes na sociedade. Também foram apresentados dados que apontam as principais preocupações da população brasileira, entre elas a segurança pública, a saúde, a economia e o combate à corrupção.

O cenário internacional também esteve em pauta. Foram abordadas as mudanças na configuração geopolítica mundial, o fortalecimento de novos polos de influência econômica e política, bem como os conflitos que afetam diversas regiões do planeta e que, de forma direta ou indireta, repercutem na realidade brasileira.

Para Dom Gregório Paixão, a participação da Igreja em momentos de reflexão como este é fundamental para compreender os desafios do tempo presente e fortalecer sua missão evangelizadora. “A Igreja acompanha com atenção a realidade social e os acontecimentos que influenciam a vida das pessoas. Nosso compromisso é contribuir para a promoção da cultura do encontro, do diálogo e da paz, sempre iluminados pelos valores do Evangelho e pelo cuidado com a dignidade humana”, destacou o arcebispo.

Ao longo dos próximos dias, os membros do Conselho Permanente continuarão analisando temas relacionados à vida da Igreja e da sociedade, reafirmando o compromisso da CNBB com a evangelização, a promoção da justiça social e a construção do bem comum.




Fonte: Site da Arquidiocese de Fortaleza


MINUTO EUDISTA

 

Pe. Marcelo Souza

EVANGELHO DO DIA

 

Evangelho - Mt 5,43-48

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 5,43-48

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 43Vós ouvistes o que foi dito:

'Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!'

44Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos

perseguem! 45Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus,

porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons,

e faz cair a chuva sobre justos e injustos. 46Porque, se amais somente

aqueles que vos amam, que recompensa tereis?

Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? 47E se saudais somente

os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário?

Os pagãos não fazem a mesma coisa? 48Portanto, sede perfeitos

como o vosso Pai Celeste é perfeito.' Palavra da Salvação.

REFLEXOES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

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16 DE JUNHO DE 2026

3ª. FEIRA DA XI SEMANA DO

TEMPO COMUM


Cor Verde


1ª Leitura - 1Rs 21,17-29

Leitura do Primeiro Livro dos Reis 21,17-29

Após a morte de Nabot, 17a palavra do Senhor foi dirigida a Elias, o

tesbita, nestes termos:  18'Levanta-te e desce ao encontro de Acab, rei de

Israel, que reina em Samaria.  Ele está na vinha de Nabot, aonde desceu para

dela tomar posse.  19Isto lhe dirás: 'Assim fala o Senhor:  Tu mataste e ainda

por cima roubas!  E acrescentarás: 'Assim fala o Senhor:  No mesmo lugar em

que os cães lamberam o sangue de Nabot, lamberão também o teu '. 

20Acab disse a Elias:  'Afinal encontraste-me, ó meu inimigo?' 

Elias respondeu: 'Sim, eu te encontrei.  Porque te vendeste para fazer o que

desagrada ao Senhor,  21farei cair sobre ti a desgraça:  varrerei a tua

descendência,  exterminando todos os homens da casa de Acab,  escravos ou

livres em Israel.  22Farei com a tua família  como fiz com as famílias de

Jeroboão, filho de Nabat, e de Baasa, filho de Aías,  porque provocaste a

minha ira e fizeste Israel pecar.  23Também a respeito de Jezabel  o Senhor

pronunciou uma sentença:  'Os cães devorarão Jezabel no campo de Jezrael. 

24Os da família de Acab que morrerem na cidade, 

serão devorados pelos cães,  e os que morrerem no campo, 

serão comidos pelas aves do céu' '.  25Não houve ninguém que se tenha

vendido como Acab,  para fazer o que desagrada ao Senhor, 

porque a isto o incitava sua mulher Jezabel.  26Portou-se de modo

abominável,  seguindo os ídolos dos amorreus  que o Senhor tinha expulsado

diante dos filhos de Israel.  27Quando Acab ouviu estas palavras, rasgou as

vestes,  pôs um cilício sobre a pele e jejuou. 

Dormia envolto num pano de penitência e andava abatido.  28Então a palavra

do Senhor foi dirigida a Elias, 

o tesbita, nestes termos:  29'Viste como Acab se humilhou diante de mim?  Já

que ele assim procedeu, não o castigarei durante a sua vida,  mas nos dias de

seu filho  enviarei a desgraça sobre a sua família'.  Palavra do Senhor. 

Reflexão – Deus acolhe o nosso arrependimento.


O nosso arrependimento ou a nossa resistência é a medida para que o Senhor nos

perdoe ou nos deixe entregues à nossa sorte e ao nosso querer. Deus nos deu o livre

arbítrio e compete a cada um de nós a escolha do caminho para seguir. A justiça de

Deus se manifesta como consequência das nossas ações, boas ou más. Todas as nossas

ações deixam marcas como que de fumaça no ar e podem atingir os que estão

próximos a nós, e, mesmo aqueles que vêm depois de nós e que nos sucederão nas

gerações futuras, estão suscetíveis às consequências. A não ser que haja um corte,

um chega, uma renovação e resolução de conversão e vivência concreta do bem as

nossas más ações do passado continuarão tendo influência na vida futura dos que nos

sucederão. O reconhecer, o rasgar o coração (assim como Acab rasgou as vestes)

será o passo inicial para que a misericórdia de Deus também se manifeste. Quando


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decidimos mudar de vida precisamos ter firmeza naquilo a que nos propomos, mesmo

que seja difícil e que doa na nossa carne, a fim de que possamos dar bons exemplos e

mudar o rumo da história. Deus não deseja a morte do pecador, mas sim que ele se

converta. Até as nossas ações mais abomináveis estão sob o crivo da misericórdia de

Deus, por isso, nunca poderemos julgar as pessoas pelas suas más ações. - Você

reconhece quando age mal? – Você se arrepende de alguma coisa? – O que você

acha da reação de Acab diante das ameaças do Senhor? – Na sua maneira de ver os

criminosos, ladrões, estupradores, têm direito ao perdão de Deus?

Salmo - Sl 50,3-4. 5-6a. 11.16 (R. C f. 3a)

R. Misericórdia, ó Senhor, porque pecamos!

3Tende piedade, ó meu Deus, misericórdia! * 

Na imensidão de vosso amor, purificai-me! 

4Lavai-me todo inteiro do pecado, * 

e apagai completamente a minha culpa!R. 

5Eu reconheço toda a minha iniqüidade, * 

o meu pecado está sempre à minha frente. 

6aFoi contra vós, só contra vós, que eu pequei, * 

e pratiquei o que é mau aos vossos olhos!R. 

11Desviai o vosso olhar dos meus pecados * 

e apagai todas as minhas transgressões! 

16Da morte como pena, libertai-me, * 

e minha língua exaltará vossa justiça!R. 

Reflexão - O salmo 50 é o salmo do pecador arrependido, que reconhece a

sua culpa e admite que o seu pecado esteja sempre ao seu lado, mas que

confia na misericórdia e no perdão do Deus de amor. Com a imensidão do Seu

AMOR, o Senhor nos purifica lavando os nossos pecados e apagando a nossa

culpa. A justiça de Deus é o Seu amor misericordioso, por isso, precisamos

exaltá-la com a nossa língua. – Reze hoje de coração com o Salmo 50 e

sinta o perdão de Deus

Evangelho - Mt 5,43-48

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 5,43-48

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 43Vós ouvistes o que foi dito:

'Amarás o teu próximo e odiarás o teu inimigo!'

44Eu, porém, vos digo: Amai os vossos inimigos e rezai por aqueles que vos

perseguem! 45Assim, vos tornareis filhos do vosso Pai que está nos céus,

porque ele faz nascer o sol sobre maus e bons,

e faz cair a chuva sobre justos e injustos. 46Porque, se amais somente

aqueles que vos amam, que recompensa tereis?

Os cobradores de impostos não fazem a mesma coisa? 47E se saudais somente

os vossos irmãos, o que fazeis de extraordinário?

Os pagãos não fazem a mesma coisa? 48Portanto, sede perfeitos

como o vosso Pai Celeste é perfeito.' Palavra da Salvação.

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Reflexão - Somos parecidos com o Pai quando vivenciamos o Seu Amor nos

nossos relacionamentos.

Jesus nos sinaliza a imitar o nosso Pai Celeste e Criador da nossa alma e nos

ordena: “Sede perfeitos como o vosso Pai celeste é perfeito”! A perfeição é a

vivência do amor de Deus que está dentro de nós. Às vezes nós nos

confundimos entendendo que ser perfeito é fazer tudo muito certo para não

dar motivo a que outras pessoas nos julguem. Neste Evangelho Jesus vem nos

ensinar que ser perfeito é saber perdoar, amar, acolher, aceitar o erro do

outro, agir com justiça, pondo em prática a Lei de Deus que antes era

deturpada: amar ao próximo como a si mesmo. Somos parecidos com o Pai

quando vivenciamos o Seu Amor nos nossos relacionamentos. Deus ama

incondicionalmente ao maior pecador.  Aos olhos do mundo o que Jesus nos

ensina neste Evangelho é um verdadeiro contrassenso: Na maioria das vezes,

nós damos o primeiro lugar na nossa vida às pessoas de quem mais gostamos;

só lembramos de orar por aquelas pessoas mais queridas; só cumprimentamos

a quem simpatizamos; só ajudamos às pessoas que podem nos recompensar;

gostamos sempre de permanecer nos lugares perto das pessoas com quem

mais nos identificamos e assim por diante! Os que estão fora do nosso convívio

são como ilustres desconhecidos, quase inimigos. Amar e rezar pelos nossos

inimigos e perseguidores é o conselho de Jesus. Não somos obrigados a gostar

ou admirar a todas as pessoas, Jesus nos ordena que amemos e amar é querer

o bem, é ajudar, é reconhecer que todos são objetos do Amor de Deus. O Pai

perfeito do céu nos ama do jeito que somos, não nos cobra e nos perdoa,

mesmo quando somos filhos e filhas ingratos. A perfeição, a grandeza e o

poder do Pai estão no amor e o Seu Amor foi derramado nos nossos corações

pelo Espírito Santo.


 – Você costuma fazer discriminação de pessoas? – Você

cultiva o hábito de formar grupos fechados? – Você deseja o bem e o

sucesso para todos ou somente para alguns? - Você reza pelas pessoas a

quem você não aprecia, ou até pelas pessoas que o perseguem? – Você tem

alguém a quem perdoar? 

Helena Serpa, 

Fundadora da Comunidaade Missionária Um Novo Caminho

SANTO DO DIA -SÃO CIRO E SANTA JULITA

 

Julita vivia na cidade de Icônio, atualmente Turquia. Ela era uma senhora riquíssima, da alta aristocracia e cristã, que se tornara viúva logo após ter dado à luz um menino. Ele foi batizado com o nome de Ciro. Tinha três anos de idade quando o sanguinário imperador Diocleciano começou a perseguir, prender e matar cristãos.

Julita, levando o filhinho Ciro, tentou fugir, mas acabou presa. O governador local, um cruel romano, tirou-lhe o filho dos braços e passou a usá-lo como um elemento a mais à sua tortura. Colocou-o sentado sobre seus joelhos, enquanto submetia Julita ao flagelo na frente do menino, com o intuito de que renegasse a fé em Cristo.

Como ela não obedeceu, os castigos aumentaram. Foi então que o pequenino Ciro saltou dos joelhos do governador, começou a chorar e a gritar junto com a mãe: “Também sou cristão! Também sou cristão!”. Foi tamanha a ira do governador que ele, com um pontapé, empurrou Ciro violentamente fazendo-o rolar pelos degraus do tribunal, esmigalhando o seu crânio.

Conta-se que Julita ficou imóvel, não reclamou, nem chorou, apenas rezou para que pudesse seguir seu pequenino Ciro no martírio e encontrá-lo, o mais rápido possível, ao lado de Deus. E foi o que aconteceu. Julita continuou sendo brutalmente espancada e depois foi decapitada. Era o ano 304.

Ciro tornou-se o mais jovem mártir do cristianismo, precedido apenas dos Santos Mártires Inocentes, exterminados pelo rei Herodes em Belém. É considerado o Santo padroeiro das crianças que sofrem de maus tratos.

Oração

Deus Nosso Pai, destes a Santa Julita e a São Ciro os sofrimentos do martírio. Por sua intercessão, dai-me uma fé verdadeira, forte, perseverante. Suplico-vos o perdão de meus pecados e a graça de Vos amar e bendizer todos os dias de minha vida. Amém!

Reflexão

A memória dos mártires mantém viva a convicção de que vale a pena perder a vida em função do amor a Jesus Cristo. Quando ouvimos relatos de martírio, como o de hoje, sentimos nosso coração gelar de horror. Mas ainda hoje, séculos depois do início da Igreja, muitos cristãos ainda são martirizados de forma brutal e violenta. Ecoa ainda hoje o Evangelho de Jesus: “Se o grão de trigo não morre, ele não nasce para dar frutos em abundância”.

São Ciro e Santa Julita, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias

 

segunda-feira, 15 de junho de 2026

ARQUIDIOCESE ABRE A 41ª SEMANA DO MIGRANTE REFORÇA COMPROMISSO COM ACOLHIDAD E MORADIA

 


Abertura da 41ª Semana do Migrante – Foto: divulgação

Com o tema “Migração e Moradia” e o lema “Não tenho onde morar”, a 41ª Semana do Migrante teve sua abertura celebrada no dia 14 de junho, na Arquidiocese, com missa presidida pelo Bispo Auxiliar e referencial para as Pastorais Sociais, Dom Jânison de Sá Santos.

A celebração foi marcada pela acolhida à nova Pastoral da Moradia e Favela, que surge na Arquidiocese e se somou à Pastoral dos Migrantes em toda a preparação da abertura da Semana do Migrante.

Em sua homilia, Dom Jânison destacou a importância de que todos possam refletir, durante esta semana, sobre o fenômeno migratório, mas também sobre a necessidade de acolher aqueles que chegam às terras cearenses. Segundo o bispo, acolher o migrante é acolher o próprio Cristo.

Dom Jânison ressaltou ainda que o migrante busca respeito, dignidade e acolhida, lembrando que o carisma scalabriniano possui como característica fundamental a atenção e o cuidado com as pessoas em situação de mobilidade humana. Ele também convidou as pastorais sociais e as paróquias presentes a se deixarem tocar pela sensibilidade da acolhida àqueles que chegam, recordando as palavras do Evangelho: “Eu era migrante e me acolheste.”

Durante a celebração, foi destacado que o migrante chega para somar, construir novas relações e buscar melhores condições de vida. Nesse contexto, foi feito um convite à reflexão sobre como acolhemos o diferente em nosso meio e em nossas comunidades.

Como Pastoral dos Migrantes da Arquidiocese, o compromisso com os migrantes continua sendo uma prioridade. Inspirada por São João Batista Scalabrini, patrono dos migrantes, a pastoral recorda suas palavras: “Para o migrante, a pátria é a terra que lhe dá o pão.”

A mensagem da Semana do Migrante também chama atenção para a questão da moradia digna. Deus manifesta seu amor por todos e deseja que ninguém seja privado do necessário para viver com dignidade. No entanto, permanece o desafio de fortalecer a consciência coletiva sobre o cuidado com os irmãos e irmãs que ainda não têm onde morar.

A Pastoral dos Migrantes agradece a presença dos agentes de pastoral, dos migrantes e de todos os participantes que celebraram este momento especial de fé, reflexão e compromisso com a causa migratória.

Fonte: Site da ArquidioceseDE de  Fortaleza

 

PARÓQUIA SÃO JOÃO EUDES REINVESTE MAIS 5 MINISTROS EXTRAORDINÁRIOS DA SAGRADA COMUNHÃO

  


Na Missa de ontem(14), das 19 horas,  na Igreja Matriz Menino Deus, no bairro Luciano Cavalcante, o padre Clériston Mende Ferreira, pároco da Paróquia São João Eudes, reinvestiu cinco(5) Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão , que não puderam participar da solenidade de Corpus Christi.


REINVESTIDOS

Foram reinvestidos os ministros Paulo Cipriano, Maria Dionéia Jucá de Moraes Pinto, o casal  Luís Carlos e Fátima Medeiros e Elaine Ribeiro Goes Santos.






DOM GREGÓRIO PAIXÃO, OSB, PARTICIPA DO CONSELHO PERMANENTE DA CNBB

  A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) deu início, na manhã desta terça-feira, à 119ª reunião do Conselho Permanente, realiz...