quarta-feira, 1 de abril de 2026

PAPA NOMEIA TRÊS LATINO-AMERICANOS PARA O DICASTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL

           


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Trata-se do pesquisador brasileiro do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, Carlos A. Nobre, do arcebispo de Monterrey, no México, dom Rogelio Cabrera López, e do bispo auxiliar de Cuzco, no Peru, dom Lizardo Estrada Herrera, secretário-geral do CELAM.

Vatican News

O Papa Leão XIV nomeou membros do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, na segunda-feira, 30 de março, três latino-americanos.

São eles: o brasileiro Carlos A. Nobre, pesquisador do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, o arcebispo de Monterrey, no México, dom Rogelio Cabrera López, e o bispo auxiliar de Cuzco, no Peru, dom Lizardo Estrada Herrera, secretário-geral do Conselho Episcopal Latino-americano e Caribenho (CELAM).


Secretário-geral do CELAM

A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou saudações aos três nomeados. Destaca que o ministério de dom Lizardo, marcado pela proximidade pastoral, serviço generoso e compromisso com a Igreja no Peru, é um testemunho significativo de sua dedicação ao Evangelho e às necessidades do nosso tempo.

“Esta nomeação é um reconhecimento de sua dedicação e de sua capacidade de contribuir para os grandes desafios relacionados ao desenvolvimento humano integral. Estamos confiantes de que sua participação neste importante órgão da Santa Sé contribuirá com valiosas ideias e ações em apoio à dignidade humana, à justiça social e ao cuidado com a criação”, reforça a presidência da CNBB.

Arcebispo de Monterrey

Na saudação a dom Rogelio, a presidência da CNBB reforçou que o magistério do pastor, marcado pelo compromisso pastoral, pela promoção da dignidade humana e pela busca constante do bem comum, é amplamente reconhecido na Igreja e na sociedade.

“Esta nova nomeação é um sinal da confiança da Santa Sé em sua liderança e em sua capacidade de contribuir para os desafios globais de nosso tempo. Com estima fraterna, estamos convencidos de que sua experiência e sensibilidade pastoral enriquecerão profundamente o trabalho deste Dicastério, especialmente em questões relacionadas à justiça social, à solidariedade e ao cuidado com os mais vulneráveis”, ressalta a CNBB.

Orgulho para o Brasil

Na saudação ao brasileiro Carlos A. Nobre, pesquisador do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, a CNBB destaca a sua trajetória como referência mundial no estudo das mudanças climáticas, especialmente no que se refere à Amazônia.

“É motivo de profundo orgulho para o Brasil e para toda a comunidade científica internacional. Sua dedicação em promover o cuidado com a Casa Comum, em sintonia com o magistério da Igreja, representa um testemunho eloquente de compromisso com a vida, a justiça e a dignidade humana”, destaca a CNBB num trecho da saudação.

A CNBB também recorda a participação do pesquisador no Sínodo da Amazônia, em 2019, ocasião em que contribuiu significativamente para o fortalecimento do diálogo entre ciência e fé, ajudando a colocar a questão ambiental no centro das reflexões da Igreja.

Com informações da CNBB.

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AGENDA OFICIAL DE DOM GREGÓRIO: ABRILDE 2026



 1° de abril – quarta-feira

9h, 10h, 11h, 15h e 16h – Audiências
19h – Missa na Matriz da Paróquia Jesus, Maria e José, Vila União, Fortaleza

2 de abril – quinta-feira
8h – Missa dos Santos Óleos – Catedral Metropolitana
15h – Audiência
19h – Missa da Ceia do Senhor – Catedral Metropolitana

3 de abril – sexta-feira
9h – Laudes na Catedral Metropolitana de Fortaleza
15h – Celebração da Paixão e Morte do Senhor – Catedral Metropolitana

4 de abril – sábado
9h – Laudes na Catedral Metropolitana
19h – Vigília Pascal – Catedral Metropolitana

5 de abril – domingo
9h e 10h – Audiências
19h – Missa de Páscoa – Catedral Metropolitana

6 de abril – segunda-feira
9h, 10h, 11h, 15h e 16h – Audiências
18h – Missa na Capela São José

7 de abril – terça-feira
9h – Missa pelos 75 anos da Livraria Paulinas
12h – Encontro com Seminaristas do 4º Ano de Teologia – Residência Arquiepiscopal
15h e 16h – Audiências
18h – Missa

8 de abril – quarta-feira
9h – Conselho de Formadores – Cúria Metropolitana
15h – Audiência
18h – Missa
19h – Plenária do FAMEC – Centro de Pastoral “Maria, Mãe da Igreja”

9 de abril – quinta-feira
9h, 10h, 11h, 15h e 16h – Audiências
19h – Missa pelos 300 anos de Fortaleza, na Catedral Metropolitana

10 de abril – sexta-feira
9h e 10h – Audiências
11h – Missa de Páscoa com os colaboradores da Cúria Metropolitana – Igreja da Prainha
16h – Audiência
18h – Missa no novenário de Santo Expedito, Parque Dois Irmãos, Fortaleza

11 de abril – sábado
9h – Audiência
11h30 – Missa no Encontro Geral da Pascom, Matriz da Paróquia Nossa Senhora da Glória, Cidade dos Funcionários
15h – Concerto na Catedral Metropolitana de Fortaleza
19h – Crisma na Matriz da Paróquia São Raimundo Nonato, Rodolfo Teófilo, Fortaleza

12 de abril – domingo
9h – Missa no Encontro da Pastoral Vocacional Região Nossa Senhora da Conceição – Vila Manoel Sátiro
17h – Missa de encerramento Misericórdia Brasil – Centro de Eventos do Ceará

13 de abril – segunda-feira
9h, 10h e 15h – Audiências
18h – Missa de Crisma no CEU

14 de abril – terça-feira
Viagem a Aparecida

15 a 24 de abril
62ª Assembleia Geral dos Bispos do Brasil – Aparecida (SP)

25 de abril – sábado
8h30 – Missa no encontro dos celibatários da Comunidade Católica Shalom – Igreja do Ressuscitado que passou pela Cruz, Aquiraz
11h – Audiência
17h – Missa no encerramento do Retiro para Mulheres (Comunidade Um Novo Caminho) – Centro de Eventos do Ceará

26 de abril – domingo
8h às 18h – Sempre Encontrando do ECC – Centro de Eventos do Ceará
17h – Missa de encerramento

27 a 30 de abril
Viagem a São Paulo a trabalho


SEMANA SANTA NOS ARAUTOS DO EVANGELHO

 


EVANGELHO DO DIA

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 26,14-25

Naquele tempo: 14Um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi ter

com os sumos sacerdotes 15e disse: 'O que me dareis se vos entregar Jesus?'

3

Combinaram, então, trinta moedas de prata. 16E daí em diante, Judas

procurava uma oportunidade

para entregar Jesus. 17No primeiro dia da festa dos Ázimos,

os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: 'Onde queres que

façamos os preparativos para comer a Páscoa?'

18Jesus respondeu: 'Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: 'O Mestre

manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa,

junto com meus discípulos'.'

19Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a Páscoa. 20Ao cair

da tarde, Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. 21Enquanto comiam,

Jesus disse: 'Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair.' 22Eles ficaram

muito tristes e, um por um, começaram a lhe perguntar: 'Senhor, será que sou

eu?'

23Jesus respondeu: 'Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no

prato. 24O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura a respeito

dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que

nunca tivesse nascido!' 25Então Judas, o traidor, perguntou: 'Mestre, serei eu?'

Jesus lhe respondeu: 'Tu o dizes.' Palavra da Salvaço.ã

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

 1 DE ABRIL DE 2026

4ª. FEIRA DA SEMANA

SANTA


Cor Roxo


1ª Leitura - Is 50,4-9a

Leitura do Livro do Profeta Isaías 50,4-9a

4O Senhor Deus deu-me língua adestrada, para que eu saiba dizer

palavras de conforto à pessoa abatida; ele me desperta cada manhã e me

excita o ouvido, para prestar atenção como um discípulo. 5O Senhor abriu-me

os ouvidos; não lhe resisti nem voltei atrás. 6Ofereci as costas para me

baterem e as faces para me arrancarem a barba: não desviei o rosto de

bofetões e cusparadas. 7Mas o Senhor Deus é meu Auxiliador, por isso não me

deixei abater o ânimo, conservei o rosto impassível como pedra,

porque sei que não sairei humilhado. 8A meu lado está quem me justifica;

alguém me fará objeções? Vejamos. Quem é meu adversário? Aproxime-se.

9aSim, o Senhor Deus é meu Auxiliador;

quem é que me vai condenar? Palavra do Senhor.


Reflexão - Se o Senhor é por nós quem estará contra nós?

O servo fiel é provado na medida em que atende ao chamado do seu Senhor e

se põe à Sua disposição com o fim de exercer a missão que lhe é confiada. A

certeza de que o Senhor Deus é o nosso auxiliador nos momentos em que

formos provados e testados na nossa missão de servos é o que deve estar

sempre gravado dentro do nosso coração! O servo está exposto à humilhação,

dificuldades, tentações, intrigas, no entanto, não se acovarda não se omite

nem recua diante dos desafios, porque tem consciência e confia em que o

Senhor Deus é o seu auxílio e proteção. Esta profecia de Isaías concretizou-se

plenamente em Jesus Cristo o qual cumpriu integramente tudo quanto fora

predito a seu respeito. Jesus tinha plena consciência de que seria provado até

a Morte, mas não se deixou abater o ânimo, pois reconhecia a ação do Pai na

sua vida. Embora tenha chegado ao limite das suas forças Ele sabia que nunca

seria abandonado por Deus. Dessa forma, todos nós que nos colocamos à

disposição de Deus e passamos pelas dificuldades próprias da nossa missão

devemos ter em Jesus o modelo do servo obediente e confiante. A nós

também o Pai dá uma língua capacitada a fim de consolar as pessoas abatidas,

dá-nos ouvidos atentos para prestar atenção e aprender a ter confiança

absoluta nos seus planos e nos dá competência para também sermos fiéis a Ele


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no serviço, na Igreja, na Comunidade, na família e no mundo. Nada

precisamos temer porque o Senhor também é o nosso auxiliador! Se o Senhor

é por nós quem estará contra nós? A vitória do servo fiel é certa e foi

garantida pelo sangue de Jesus. Que sejamos servos fiéis, mesmo diante das

dificuldades, das tentações e provações! - Quem poderá estar contra você? –

A quem você poderá temer? – Qual a dificuldade que você não poderá

superar, se confiar no Senhor? Faça também a sua oração hoje,

oferecendo-se a Deus para que seja realizado em você, como foi em Jesus

a vontade do Pai.

Salmo - Sl 68, 8-10. 21bcd-22. 31. 33-34 (R. 14cb)

R. Respondei-me pelo vosso imenso amor,

neste tempo favorável, Senhor Deus.

8Por vossa causa é que sofri tantos insultos, *

e o meu rosto se cobriu de confusão;

9eu me tornei como um estranho a meus irmãos, *

como estrangeiro para os filhos de minha mãe.

10Pois meu zelo e meu amor por vossa casa *

me devoram como fogo abrasador;

e os insultos de infiéis que vos ultrajam *

recaíram todos eles sobre mim!R. 

21bO insulto me partiu o coração;+

21cEu esperei que alguém de mim tivesse pena;* 

21dprocurei quem me aliviasse e não achei!

22Deram-me fel como se fosse um alimento, *

em minha sede ofereceram-me vinagre!R. 

31Cantando eu louvarei o vosso nome *

e agradecido exultarei de alegria!

33Humildes, vede isto e alegrai-vos: +

o vosso coração reviverá, *

se procurardes o Senhor continuamente!

34Pois nosso Deus atende à prece dos seus pobres, *

e não despreza o clamor de seus cativos.R.

Reflexão - O salmo retrata a situação de Jesus quando da Sua entrega por

amor ao Pai e a humanidade. “Por vossa causa é que sofri tantos insultos e o

meu rosto se cobriu de confusão”, diz o salmista preanunciando ao mundo o

sofrimento de Jesus. Abandonado pelos homens, Seus seguidores, Ele mesmo

assim, louvou o Nome do Pai e exultou de alegria no Espírito. E aconselha aos

humildes: “o vosso coração reviverá se procurardes o Senhor continuamente!”

Evangelho - Mt 26,14-25

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 26,14-25

Naquele tempo: 14Um dos doze discípulos, chamado Judas Iscariotes, foi ter

com os sumos sacerdotes 15e disse: 'O que me dareis se vos entregar Jesus?'

3

Combinaram, então, trinta moedas de prata. 16E daí em diante, Judas

procurava uma oportunidade

para entregar Jesus. 17No primeiro dia da festa dos Ázimos,

os discípulos aproximaram-se de Jesus e perguntaram: 'Onde queres que

façamos os preparativos para comer a Páscoa?'

18Jesus respondeu: 'Ide à cidade, procurai certo homem e dizei-lhe: 'O Mestre

manda dizer: o meu tempo está próximo, vou celebrar a Páscoa em tua casa,

junto com meus discípulos'.'

19Os discípulos fizeram como Jesus mandou e prepararam a Páscoa. 20Ao cair

da tarde, Jesus pôs-se à mesa com os doze discípulos. 21Enquanto comiam,

Jesus disse: 'Em verdade eu vos digo, um de vós vai me trair.' 22Eles ficaram

muito tristes e, um por um, começaram a lhe perguntar: 'Senhor, será que sou

eu?'

23Jesus respondeu: 'Quem vai me trair é aquele que comigo põe a mão no

prato. 24O Filho do Homem vai morrer, conforme diz a Escritura a respeito

dele. Contudo, ai daquele que trair o Filho do Homem! Seria melhor que

nunca tivesse nascido!' 25Então Judas, o traidor, perguntou: 'Mestre, serei eu?'

Jesus lhe respondeu: 'Tu o dizes.' Palavra da Salvaço.ã


Reflexão – Jesus não dispensou a presença de nenhum discípulo!

No começo da narrativa de Mateus nós vemos que enquanto Judas combinava

com os sumos sacerdotes o preço da traição, (30 moedas), os outros discípulos

combinavam com Jesus o lugar onde iriam comer a Páscoa! Cada um com o

seu objetivo e interesse! Jesus, porém, não discriminou ninguém e desejou

comer a ceia com todos. E enquanto comiam, Jesus disse: 'Em verdade eu vos

digo, um de vós vai me trair.' Apesar de conhecer o interior do coração de

Judas e saber dos seus planos, Jesus não negou nem o acusou, quando este

perguntou: “Mestre, serei eu?” “Tu o dizes!”, foi a resposta de Jesus! Isso é

muito significativo para nós! O nosso coração é um livro aberto diante de Deus

e somente Ele conhece profundamente as nossas reais intenções. E, mesmo

que queiramos camuflar a verdade nunca o conseguiremos, porque, Aquele

que tem conhecimento das nossas profundezas nos questiona sobre a verdade

verdadeira que está escondida debaixo da nossa aparência e devolve para nós

a capacidade de mudar de decisão. Não podemos afirmar que Judas seguiu

adiante no Seu plano por ter compreendido na afirmação de Jesus que a ele

caberia o papel de traidor. No entanto, percebemos que a insinuação de Jesus

fez com que Judas entrasse em ação e não voltasse atrás nos seus propósitos.

E a história continuou! Judas seguiu o seu destino obstinadamente e não

recuou nem um milímetro. Se, precisava ter um traidor, ele mesmo se fez

traidor. Por apenas trinta moedas de prata ele traiu Jesus e se tornou

cúmplice dos sumos sacerdotes que, em Nome de Deus, queriam prendê-lo.

Com certeza, não foi somente pelo dinheiro que Judas aceitou entregar Jesus,

mas sim, porque dentro do seu coração o inimigo já havia plantado a semente

da traição e da infidelidade e ele se deixou contaminar, passando do

pensamento à ação. Hoje também a história continua quando, mesmo que a

nossa consciência nos alerte de que estamos sendo coniventes com a

condenação de Jesus, nós, muitas vezes, continuamos passando por cima de

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tudo para que os nossos planos interesseiros se concretizem. Ele não

dispensou a presença de nenhum discípulo e, na última Ceia ofereceu Seu

Corpo e Seu Sangue na presença de todos eles. Hoje, somos nós os discípulos

a quem Jesus oferece um lugar para celebrar com Ele a Páscoa da

Ressurreição e mesmo que conheça as nossas incoerências Jesus também não

nos discrimina e continua nos convocando: “Vou celebrar a Páscoa na tua

casa, junto com meus discípulos”. Resta saber se estamos realmente

querendo que Jesus venha cear conosco ou se temos outros banquetes mais

interessantes para participar. Precisamos repensar as nossas ações e ver como

estamos fazendo diante da proposta de Jesus. Ele quer cear conosco, quer

fazer refeição na nossa casa, no nosso coração e fazer parte da nossa vida.

Mas precisamos ter cuidado, pois temos as nossas preferências, as nossas

escolhas e queremos primeiro que se realizem os nossos projetos materiais,

depois é que pensamos no que é espiritual, com a desculpa de que temos

coisas mais importantes para fazer. Sem perceber nós podemos também

estar agindo como Judas colocando a mão no mesmo prato que Jesus,

convivendo com Ele – apenas de aparência. Jesus quer participar da nossa

vida integralmente, sem meios termos. Sem a nossa entrega também seremos

como Judas: por apenas “trinta moedas” nós O abandonaremos e O

esqueceremos


! – Você já ofereceu a sua casa para que Jesus celebre a

Páscoa com Seus discípulos? Você é capaz de deixar de lado os seus

interesses para cear com Jesus? – Você também se reconhece traidor e de

Jesus? - A quem você poderá estar traindo a confiança? - Procure hoje

descobrir em que você não está sendo fiel a Deus e peça perdão pelas suas

traições.


Helena Serpa, 

Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

SANTO DO DIA - SÃO LUDOVICO PAVONI

 

Origens

Ludovico Pavoni nasceu em Bréscia (Itália), no dia 11 de setembro de 1784. Primeiro de cinco filhos, ele viveu em um tempo de mudanças políticas e sociais: a Revolução Francesa (1789), a Revolução Jacobina (1797), a dominação napoleônica com suas diversas denominações e, enfim, desde 1814, a dominação austríaca.

Política do amor aos jovens pobres
A política de Ludovico Pavoni, ordenado padre em 1807, foi sempre e unicamente a do amor. Renunciando à fáceis perspectivas de carreira eclesiástica, soube doar- se com generosa criatividade a quem tinha mais necessidade: os jovens, e entre esses os mais pobres. Para eles, abriu seu Oratório em 1812. 

Empenho catequético
Dedicava-se, ao mesmo tempo, como notará o bispo, a ajudar os párocos, instruindo, catequizando com homilias, catecismos e com retiros, fazendo grande bem à juventude, especialmente à mais pobre que tem maior necessidade. 

São Ludovico Pavoni e o Instituto de São Barnabé

Encargos e fundação
Aos 34 anos, foi nomeado cônego da Catedral e lhe foi confiada a reitoria da basílica de São Barnabé. Percebendo, no entanto, que muitos oratorianos, sobretudo os pobres, fraquejavam e se desviavam do bom caminho ao se inserirem no mundo do trabalho, que, infelizmente, não garantia um ambiente moral e cristão sadio, Ludovico Pavoni decidiu fundar um Instituto beneficente ou Colégio de Artes onde, pelo menos, os órfãos ou os descuidados pelos próprios pais fossem acolhidos, gratuitamente mantidos e educados de forma cristã. Ludovico sonhava habilitar os jovens para o desempenho de alguma profissão. Com o objetivo de formá-los, ao mesmo tempo, afeiçoados à religião, úteis à sociedade e ao Estado. Nasceu, assim, o Instituto de São Barnabé.

Oficinas de salvação
Entre as artes, a mais importante foi a tipografia, querida por padre Pavoni como “Escola Tipográfica” que pode ser considerada a primeira Escola gráfica da Itália e que logo se torna uma verdadeira Editora. Com o passar dos anos, multiplicaram-se os ofícios ensinados em São Barnabé. Em 1831, padre Pavoni enumera oito oficinas existentes: tipografia e calcografia, encadernação, livraria, ourivesaria, serralheria, carpintaria, tornearia e sapataria.

Seguindo a inspiração
O Instituto de São Barnabé reunia, pela primeira vez, o aspecto educativo, o assistencial e o profissional, mas a marca mais profunda, a ideia característica do novo Instituto era que os meninos pobres, abandonados pelos pais e parentes mais próximos, aí encontrassem tudo o que tinham perdido: não somente um pão, uma roupa e uma educação nas letras e artes, mas o pai e a mãe, a família de que a desventura os privou, e com o pai, a mãe, a família, tudo o que um pobre podia receber e gozar.

Condecorado Cavaleiro da Coroa Férrea

Além do esperado…
Padre Pavoni pensou também nos camponeses e projetou uma Escola Agrícola. Em 1841, acolhe também deficientes auditivos. Em 3 de junho de 1844, foi condecorado pelo imperador com o título de Cavaleiro da Coroa Férrea.

Cuidados Extendidos 
Para sustentar e dar continuidade ao Instituto, Ludovico Pavoni cultivava há muito, a ideia de formar com seus jovens mais fervorosos uma regular Congregação. Consistia na unidade com os vínculos da caridade cristã e fundamentada nas virtudes evangélicas. Além da dedicação inteiramente ao acolhimento e à educação dos filhinhos abandonados e se disponha a estender gratuitamente seus cuidados também em favor da tão recomendada Casa da Indústria, prejudicada com a falta de mestres competentes nas artes.

Aprovação
Obtido o Decreto da finalidade da Congregação, por parte do Papa Gregório XVI, em 1843, alcançou finalmente a aprovação imperial, com a criação da Congregação dos Filhos de Maria Imaculada.

A Congregação dos Filhos de Maria Imaculada

Os Pavonianos
Quanto à marca da nova família religiosa, os contemporâneos reconhecem-lhe a originalidade e a novidade. Devendo a mesma compor-se de religiosos sacerdotes para a direção espiritual, disciplinar e administrativa da obra e de religiosos leigos para a condução das oficinas e a educação dos jovens. Surge assim a nova imagem do religioso trabalhador e educador: o irmão coadjutor pavoniano, inserido diretamente na missão específica da Congregação, com paridade de direitos e de deveres com os sacerdotes.

Morte no Domingo de Ramos
Com a saúde comprometida, Ludovico a teve agravada e, na madrugada de 1º de abril, domingo de Ramos, morreu.

Santidade
Na beatificação de Ludovico Pavoni, sancionada pelo Papa Pio XII, o Pontífice fala sobre a heroicidade das virtudes no qual é chamado de um outro Felipe Neri, precursor de São João Bosco, “rival” perfeito de São José Cottolengo.

Minha oração
“A sede pela salvação das almas habitava o coração de São Ludovico Pavoni. ‘Senhor, que meu coração seja incendiado pelo ardor evangelizador. Dá-me o Teu Espírito Santo com cada um dos seus dons. Amém’.”

São Ludovico Pavoni, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias


terça-feira, 31 de março de 2026

EVANGELHO DO DIA

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 13,21-

33.36-38

Naquele tempo: Estando à mesa com seus discípulos, 21Jesus ficou profundamente

comovido e testemunhou: 'Em verdade, em verdade vos digo, um de vós me

entregará.' 22Desconcertados,

os discípulos olhavam uns para os outros, pois não sabiam de quem Jesus estava

falando. 23Um deles, a quem Jesus amava, estava recostado ao lado de Jesus.

24Simão Pedro fez-lhe um sinal

para que ele procurasse saber de quem Jesus estava falando.

25Então, o discípulo, reclinando-se sobre o peito de Jesus, perguntou-lhe: 'Senhor,

quem é?' 26Jesus respondeu: 'É aquele a quem eu der o pedaço de pão passado no


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molho.' Então Jesus molhou um pedaço de pão e deu-o a Judas, filho de Simão

Iscariotes. 27Depois do pedaço de pão, Satanás entrou em Judas.

Então Jesus lhe disse: 'O que tens a fazer, executa-o depressa.'

2enhum dos presentes compreendeu por que Jesus lhe disse isso. 29Como Judas

guardava a bolsa, alguns pensavam que Jesus lhe queria dizer: 'Compra o que

precisamos para a festa', ou que desse alguma coisa aos pobres. 30Depois de receber

o pedaço de pão, Judas saiu imediatamente. Era noite. 31Depois que Judas saiu,

disse Jesus: 'Agora foi glorificado o Filho do Homem,

e Deus foi glorificado nele. 32Se Deus foi glorificado nele,

também Deus o glorificará em si mesmo, e o glorificará logo.

33Filhinhos, por pouco tempo estou ainda convosco. Vós me procurareis, e agora vos

digo, como eu disse também aos judeus:

'Para onde eu vou, vós não podeis ir'. 36Simão Pedro perguntou:

'Senhor, para onde vais?' Jesus respondeu-lhe: 'Para onde eu vou,

tu não me podes seguir agora, mas me seguirás mais tarde.'

37Pedro disse: 'Senhor, por que não posso seguir-te agora?

Eu darei a minha vida por ti!' 38Respondeu Jesus: 'Darás a tua vida por mim? Em

verdade, em verdade te digo: o galo não cantará antes que me tenhas negado três

vezes.' Palavra da Salvação8N.

PAPA NOMEIA TRÊS LATINO-AMERICANOS PARA O DICASTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO HUMANO INTEGRAL

              ·           Trata-se do pesquisador brasileiro do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo, Carlos A. N...