Pe. Johnja López Pedrozo
Blog da Sagrada Família
Por uma família de amor e paz
segunda-feira, 2 de março de 2026
EVANGELHO DO DIA
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 6,36-38
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 36Sede misericordiosos, como
também o vosso Pai é misericordioso. 37Não julgueis e não sereis julgados; não
condeneis e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. 38Dai e vos será
dado.
Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante será colocada no vosso colo;
porque com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis
medidos.' Palavra da Salvação.
REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE
2 DE MARÇO DE 2026
2ª. FEIRA DA II SEMANA
DA QUARESMA
Cor Roxo
1ª. Leitura – Dn 9, 4b-10
Leitura da Profecia de Daniel 9, 4b-10
4b'Eu te suplico, Senhor, Deus grande e terrível, que preservas a aliança e a
benevolência aos que te amam e cumprem teus mandamentos; 5temos pecado,
temos praticado a injustiça e a impiedade, temos sido rebeldes, afastando-nos de
teus mandamentos e de tua lei; 6não temos prestado ouvidos a teus servos, os
profetas, que, em teu nome, falaram a nossos reis e príncipes, a nossos antepassados
e a todo o povo do país.
7A ti, Senhor, convém a justiça; e a nós, hoje, resta-nos ter vergonha no rosto: seja
ao homem de Judá, aos habitantes de Jerusalém e a todo Israel, seja aos que moram
perto e aos que moram longe, de todos os países, para onde os escorraçaste
por causa das infidelidades cometidas contra ti. 8A nós, Senhor, resta-nos ter
vergonha no rosto: a nossos reis e príncipes, e a nossos antepassados, pois que
pecamos contra ti; 9mas a ti, Senhor, nosso Deus, cabe misericórdia e perdão, pois
nos temos rebelado contra ti, 10e não ouvimos a voz do Senhor, nosso Deus,
indicando-nos o caminho de sua lei, que nos propôs mediante seus servos, os
profetas. Palavra do Senhor.
Reflexão - Deus atende às nossas súplicas de perdão quando temos um coração
contrito.
O coração contrito de Daniel é um exemplo a ser seguido por todos nós. Precisamos
parar e pensar que nós também, só teremos paz quando reconhecermos os nos nossos
desatinos, a nossa falta de vergonha, a nossa pretensão, rebeldia, soberba e,
principalmente, o nosso desamor. Entretanto, também considerar que Deus atende às
nossas súplicas de perdão quando temos um coração contrito. Neste tempo de
quaresma somos chamados à reconciliação, e arrependimento, mas também, à
esperança de uma vida nova. É tempo de refletir, é tempo de suplicar a misericórdia
e o perdão de Deus a fim de nos tornarmos novamente, filhos e filhas amadas do Pai.
Na oração de Daniel nós constatamos que o nosso pecado e a misericórdia de Deus
andam de mãos dadas. Quando reconhecemos o nosso ser pecador e temos
consciência da misericórdia de Deus nós provamos da Sua justiça que é sempre a
nossa salvação. Deus é grande pela Sua justiça, mas também pela Sua misericórdia.
Ele sempre perdoa a quem se reconhece pecador. Por isso, nós também podemos
dizer: “Ao Senhor, convém a justiça; e a nós, hoje, resta-nos ter vergonha no rosto”.
Quando ainda não entendemos isto, é porque ainda não escutamos e não
apreendemos a Palavra de Deus e nos perdemos nas nossas más ações nos afastando
da fonte de misericórdia. O homem é rebelde, pecador, injusto e impiedoso. Deus é
terrível, grande e justo, mas preserva a aliança com os que cumprem os Seus
mandamentos. – Você reconhece a sua culpa e a misericórdia de Deus? - Você já
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parou para pensar que o arrependimento irá prepará-lo para a Páscoa que é
passagem para uma nova vida? – Você tem confessado o seu pecado?
Salmo 78, 8. 9. 11. 13 (R. 102,10a)
R. O Senhor não nos trata como exigem nossas faltas
Não lembreis as nossas culpas do passado,
mas venha logo sobre nós vossa bondade, *
pois estamos humilhados em extremo.R.
9Ajudai-nos, nosso Deus e Salvador!
Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos! *
Por vosso nome, perdoai nossos pecados!R.
11Até vós chegue o gemido dos cativos:
libertai com vosso braço poderoso *
os que foram condenados a morrer!R.
13Quanto a nós, vosso rebanho e vosso povo,
celebraremos vosso nome para sempre, *
de geração em geração vos louvaremos.R.
Reflexão - A humilhação diante de Deus é o reconhecimento do nosso ser
pecador e quanto mais nos reconhecemos assim, maior será o sentimento de
alegria pelo perdão recebido. O propósito de Deus é sempre nos libertar do
pecado e da morte eterna. Por isso, façamos a oração desse salmo mais de
uma vez e nos coloquemos em sintonia com o sentimento do salmista.
Evangelho – Lc 6, 36-38
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Lucas 6,36-38
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 36Sede misericordiosos, como
também o vosso Pai é misericordioso. 37Não julgueis e não sereis julgados; não
condeneis e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados. 38Dai e vos será
dado.
Uma boa medida, calcada, sacudida, transbordante será colocada no vosso colo;
porque com a mesma medida com que medirdes os outros, vós também sereis
medidos.' Palavra da Salvação.
Reflexão – Misericordiosos como o Pai!
Todos nós temos a missão de refletir como um espelho as características do
nosso Criador, pois fomos criados à Sua imagem e semelhança. O Pai é
misericordioso e a misericórdia de Deus é um trunfo que trazemos para
também, como Ele, sermos misericordiosos. A bondade e a compaixão de Deus
por aqueles que estão em miséria, oferecendo perdão, amor e ajuda através
da Expiação de Jesus Cristo, é também um chamado para nós!
Segundo o Evangelho, para que sejamos misericordiosos como o Pai, nós
precisamos não julgar, não condenar, perdoar e dar. Para nós Jesus é o
modelo do PAI e veio ao mundo para nos ensinar a sermos parecidos com Ele.
Por conseguinte, podemos nos basear que ser misericordioso como o Pai é não
julgar os nossos irmãos conforme o conceito que temos de nós mesmos. É
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também não condenar o nosso próximo na medida da nossa percepção e da
nossa vontade de vingança. Entretanto, é também, o saber perdoar a quem
nos ofende na mesma medida que precisamos receber perdão. É saber dar e
ofertar ao nosso próximo tudo aquilo que lhe seja adequado, como se fosse a
nós mesmos. Por isso, no final Jesus complementa a lição com uma apreciação
que resume tudo o que Ele deseja que apreendamos: “porque com a mesma
medida com que medirdes os outros vós também sereis medidos!” Isto é, a
mesma medida que usamos com os nossos irmãos será a que o Pai usará
conosco. À toda ação corresponde uma reação, portanto, se não julgarmos,
não seremos julgados, se não condenarmos, não seremos condenados, se
perdoarmos, seremos perdoados e se dermos, também receberemos. A mesma
medida de misericórdia que usarmos nos nossos relacionamentos nós a
receberemos “calcada, sacudida, transbordante”, ou seja, plena, cheia. Se
usarmos a nossa medida com a misericórdia, receberemos misericórdia, se
usarmos a nossa medida com ódio, intolerância, incompreensão, também
assim a receberemos de volta em porção dobrada. É uma lei natural, que
vale tanto para o bem como para o mal
. – Qual é a medida que você tem
usado com as pessoas com quem convive? – Você tem exigido delas o que
não consegue cumprir? – Você é uma pessoa compreensiva com os erros
dos outros? – Você tem o hábito de julgar e condenar as pessoas? – O que
precisa mudar em si para que seja misericordioso?
Helena Serpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho
SANTO DO DIA- - SANTA ÂNGELA DA CRUZ
Oririgens
Santa Ângela da Cruz é espanhola e de família
com condição social modesta, mas repleta de virtudes cristãs. Ela cresceu
em um ambiente muito religioso, ajudando os seus pais nos trabalhos manuais,
principalmente na costura.
Modo
de viver
De caráter dócil e discreta, suscitava admiração em todos que a conheciam.
Embora tivesse que trabalhar, dava atenção para dedicar-se à oração e à
mortificação.
Experiência
com a Cruz
Certo dia, em uma longa prática de oração, Ângela fez uma experiência forte com
a cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo. Isso lhe inspirou a imolar-se em união com
Jesus para a salvação das almas.
“Quem quiser conservar a graça, não deve afastar os
olhos da alma da Cruz, tanto na alegria como na tristeza.” (Santa Ângela da
Cruz)
Sua
vocação: sofrimento
Decidiu consagrar-se a Deus na vida religiosa. Por falta de saúde, não foi
admitida no Carmelo, mas, em 1868, ingressou nas Filhas da Caridade. Dois anos
depois, teve de deixar a Instituição. Viveu como “monja sem convento”,
voltando ao seu trabalho e aceitando a orientação do seu diretor espiritual.
Escreveu os seus pensamentos e desejos da alma, até descobrir a sua vocação
permanente: a fundação de um Instituto inspirada em “fazer-se pobre com
os pobres”. Instalou-se com outras três mulheres
num quarto alugado, onde tinham em destaque o Crucifixo e um quadro da Virgem
das Dores. Nasciam as Irmãs da Cruz.
Apostolado
Acolhiam meninas órfãs. Pediam esmola com uma das mãos e distribuíam-na com a
outra. Em 1879, foram aprovadas pelo Bispo diocesano. Depressa, estenderam-se
por toda a Espanha, chegaram à Itália e à América. A Irmã Ângela da Cruz foi
nomeada Superiora-Geral, reeleita por quatro vezes, destacando-se pelas suas
virtudes de naturalidade e simplicidade.
Cruz
e citação bíblica
Sobre a mística da cruz ela deixa seu legado baseado nas sagradas escrituras:
“Quanto a mim, que Deus me livre de me gloriar a não ser na Cruz de Nosso
Senhor Jesus Cristo” baseando-se em Gálatas 6,14.
Do grande legado, a morte e
canonização
No dia 7 de maio de 2003 , o corpo incorrupto da Santa foi
transferido da Casa Mãe para a Catedral de Sevilha, onde presidiu os atos em
sua homenagem, para a Canonização. Uma grande multidão se reuniu ao longo
de seu caminho, decorando os templos e ruas ao longo do percurso para a
ocasião.
Por ocasião da canonização de Irmã Ángela de la Cruz, o Arcebispo de
Sevilha, Dom Carlos Amigo, numa carta pastoral aos seus diocesanos afirmou,
entre outras coisas: “Ángela de la Cruz está entre as figuras mais
resplandecentes da história da nossa diocese. Ela brilha pela sua constante
fidelidade à vontade de Deus; pela humildade que enche de grandeza o seu amor
incondicional pelo seu Senhor; pela sua alegria na pobreza, que glorifica
novamente a bondade do Criador; pela sua caridade sem medida em que Cristo
honrou os mais pobres e desamparados”
Ao ser canonizada por João Paulo II, Santa Ângela da Cruz é proposta a
toda a Igreja como a intercessora mais original do caminho real da santa cruz
do nosso tempo.
Frase
da Santa Ângela da Cruz
“O amor verdadeiro e puro que vem de Deus está na alma e faz com que ela
reconheça os próprios defeitos e a bondade divina. Tal amor leva a alma a
Cristo, e ela compreende com segurança que não se pode verificar nem haver
qualquer engano. A tal amor não se pode misturar algo deste mundo.”
Páscoa
Sofreu com trombose cerebral, o que a levou à morte depois de nove meses.
Apesar de paralisada, mais procurava agradar do que incomodar. Faleceu em 2 de
março de 1932, e Sevilha passou três dias diante do seu cadáver. O
Santo Padre Papa João Paulo II a beatificou no dia 5 de novembro de 1982.
Minha
oração
“Senhor
Nosso Deus, Santa Ângela da Cruz viveu a humilhação do desprezo por ter sua
saúde fragilizada. Ela ressignificou a sua decisão por seguir a Cristo e
avançou. Dai-nos essa graça diante do que vivemos hoje. Assim cremos. Amém.”
Santa Ângela da Cruz, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias
domingo, 1 de março de 2026
OBRA LUMEN ENCAMINHA 45 PESSOAS EM SITUçÃO DE RUA PARA ACOHIMENTO EM UM ÚNICO DIA
No último sábado, 28 de fevereiro, o Projeto Perfeita Alegria realizou mais uma ação no Santuário de Adoração, Paróquia São Benedito, no Centro de Fortaleza. A iniciativa, em parceria com a Obra Lumen, resultou no acolhimento de mais de 80 pessoas em situação de rua.
Foto: divulgação.
De acordo com a organização, 60 participantes
apresentavam perfil de acolhimento e manifestaram o desejo de iniciar uma nova
etapa de vida. Após um momento de formação e espiritualidade, os atendidos
passaram por avaliação de uma equipe multidisciplinar.
Ao final do processo, 45 irmãos foram encaminhados
para casas de acolhimento e outros 15 para comunidades irmãs, onde iniciarão um
acompanhamento mais próximo e estruturado.
SANTO DO DIA - SANTA INÊS CAO KUIVING
Origem
Santa
Inês Cao Kuiying nasceu numa aldeia chinesa. Ainda bem novinha, foi para um
orfanato depois da morte de seus pais, que eram católicos.
Fraternidade católica
Quando
jovem, mudou-se para Xingyi (China) em busca de trabalho. Lá, conheceu uma
mulher, também católica, que a acolheu em sua casa. Foi nesse tempo que a jovem
Inês se encontrou, pela primeira vez, com o Bispo Bai, que estava de passagem
por aquela cidade.
Intervenção da Providência
Assim que o Bispo descobriu que aquela jovem não tinha família, quis ajudá-la
inserindo-a na paróquia local. Ele a levou para participar de um aprofundamento
de fé que acontecia na paróquia da cidade, e logo se impressionou com os
rápidos progressos que Inês fazia.
Santa Inês Cao Kuiying e o difícil casamento
Matrimônio e provações
Ao
completar dezoito anos, ela se casou com um homem daquela região que trabalhava
numa fazenda. Após o casamento, ela o descobriu muito violento. A partir daí, a
jovem Inês enfrentou novas dificuldades. Seu cunhado e sua cunhada também
passaram a tratá-la com desprezo por ser cristã. Este tratamento foi piorando
cada vez mais, a ponto de Inês passar fome dentro da própria casa.
Viuvez
Infelizmente,
a situação ficou bem pior depois do falecimento de seu marido: foi expulsa de
casa. Para não passar fome, Inês fez trabalhos temporários em casas de família.
Por causa desses trabalhos, conheceu uma piedosa viúva católica que a convidou
para morar com ela. Em pouco tempo, era nítido o progresso espiritual que Inês
vivia, ajudada por aquela mulher que a acolheu em casa.
Sacramentos
Por
graça de Deus, a patroa de Inês Cao Kuiying sempre recebia em sua casa a visita
de um sacerdote que ministrava para ela o Sacramento da Reconciliação
(confissão) e a Eucaristia (celebrava a Santa Missa). Com isso, Inês cultivou
com grande esmero a sua própria espiritualidade.
Atitude
missionária e vida ativa
Ensinava o catecismo
Certa vez, Inês Cao Kuiying conheceu um missionário que, encantado com o
conhecimento que ela possuía sobre a fé católica, a convenceu sair em missão
para ensinar a Palavra de Deus. Ela então mudou-se para Baijiazhai, em 1852,
onde passou a ensinar o catecismo. De um lado para o outro, Inês pregava a
Palavra de Deus e transmitia a fé católica. Em seus tempos livres, ela
cozinhava, cuidava de uma casa de família e ainda fazia trabalhos de babá.
Perseguição cristã
O
governo local adotou posturas cada vez mais intransigentes com os cristãos.
Inês e muitos outros católicos foram levados sob custódia. Embora muitos
daqueles cristãos presos tivessem sido libertados pouco tempo depois, Inês e
mais um sacerdote, foram mantidos no cárcere.
Engaiolada,
manteve-se firme na fé
O julgamento
O
Juiz daquela forania ainda tentou persuadir Inês a negar sua fé. Porém, ela
manteve-se firme. Ele fez ameaças ainda mais duras ao dizer que ela seria
torturada se não negasse sua fé. Mais uma vez, a jovem não demonstrou medo. Por
fim, o magistrado a trancou em uma gaiola tão pequena, de modo que ela não
conseguia se mexer. Do seu interior brotou a seguinte oração: “Deus, tenha
misericórdia de mim; Jesus me salve!”.
Páscoa
Em 1º de março de 1856, ela gritou forte: “Meu Deus, me ajude!” e expirou aos
35 anos. O Papa Leão XIII a proclamou bem-aventurada em 27 de maio de
1900, e no dia 1º de outubro de 2000, o Papa João Paulo II a canonizou com mais
120 mártires da China.
Minha oração
“Senhor,
as situações que vivemos tentam nos engaiolar e, cada vez mais, o cerco se
fecha para os cristãos. Dai-nos a coragem necessária para, diante das
perseguições do tempo presente, não negarmos a Cristo. Assim seja.”
Santa Inês Cao Kuiying, rogai por
nós!
EVANGELHO DO DIA
+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 17,1
-9Naquele tempo: 1Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, seu irmão, e os levou a um
lugar à parte, sobre uma alta montanha. 2E foi transfigurado diante deles; o
seu rosto brilhou como o sol e as suas roupas ficaram brancas como a luz.
3Nisto apareceram-lhes Moisés e Elias, conversando com Jesus.
4Então Pedro tomou a palavra e disse: 'Senhor, é bom ficarmos aqui. Se
queres, vou fazer aqui três tendas: uma para ti, outra para Moisés, e outra
para Elias.' 5Pedro ainda estava falando,
quando uma nuvem luminosa os cobriu com sua sombra. E da nuvem uma voz
dizia: 'Este é o meu Filho amado, no qual eu pus todo meu agrado. Escutai-o!'
6Quando ouviram isto, os discípulos ficaram muito assustados e caíram com o
rosto em terra. 7Jesus se aproximou, tocou neles e disse: 'Levantai-vos, e não
tenhais medo.' 8Os discípulos ergueram os olhos e não viram mais
ninguém, a não ser somente Jesus. 9Quando desciam da montanha, Jesus
ordenou-lhes: 'Não conteis a ninguém esta visão até que o Filho do Homem
tenha ressuscitado dos mortos.'
Palavra da Salvação
O TEMPO DE DEUS
Pe. Johnja López Pedrozo
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➡️ PARÓQUIA DO CRISTO REI - Rua Nogueira Acioli 805. Aldeota. De segunda à domingo a partir das 16h ➡️ SHALOM DA PAZ - Rua Maria Tomásia, 7...
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