domingo, 19 de abril de 2026

SANTO DO DIA - SÃO LEÃO IX

 

Origem!

São Leão IX, Brunone dos Condes de Egisheim, seu nome de Batismo, nasceu em Eguisheim, região da Alsácia (território francês). Pertencia a uma família de grandes vassalos (classe do período medieval, responsável por servir aos seus senhores feudais).

Vida e início do serviço à Igreja
Foi confiado aos cuidados e educação do Bispo de Toul, que o fez doutorar em direito canônico. Ao completar 18 anos, tornou-se cônego e, aos 22, diácono. Obediente ao Bispo e Rei, no ano de 1025, comandou cavaleiros alemães na batalha, conforme costume da época. Em seguida, em virtude do serviço prestado, recebeu uma sede episcopal e, em 1027, tornou-se Bispo de Toul, função que ocuparia pelos próximos 25 anos. Como Bispo, ficou conhecido por sua defesa valorosa à Igreja. Reformou a vida nos conventos e a forma de evangelização na diocese.

Eleito Papa
Em 1049, aos 47 anos, foi eleito Papa e sucedeu ao curto papado de Dâmaso II. Relutou em aceitar a sua escolha como Pontífice e só aceitou após a aprovação do clero romano e do povo. Como Papa, empenhou-se em reformas na vida do clero e extinguiu a simonia, que é a venda de favores divinos, como, por exemplo, a “venda” de bênçãos. É tido como iniciador da Reforma Gregoriana. Convocou, ao longo de seu papado, vários sínodos.

São Leão IX: defendeu o celibato sacerdotal

Luta contra simonia
Lutou fortemente contra o fim da simonia, defendeu o celibato sacerdotal, foi contra a nomeação de Bispos como príncipes imperiais, buscou restabelecer os valores do cristianismo primitivo. Foi também o primeiro Papa a realizar viagens pela Europa. Selou a paz entre Hungria e Alemanha, evitando uma guerra iminente.

Cisma do Oriente
Foi durante o seu papado que o Patriarca de Constantinopla, Miguel Cerulário, começou a agir de forma contrária e crítica aos ritos comuns à Igreja Latina. O Papa defendeu a tradição latina; e, com a atitude inacessível de Miguel, enviou um representante para negociar com o Patriarca e evitar conflitos maiores, mas, devido às divergências existentes, as tentativas resultaram nas excomunhões mútuas, mesmo após a morte do Papa, que levaram ao Grande Cisma, a separação da Igreja Romana e Ortodoxa.

Perseguição e morte 
Os normandos invadiram a Itália e, em defesa do povo, o Papa e os habitantes pegam em armas, com apoio e reforço do Império. Mas os normandos venceram e, entre junho de 1053 e março de 1054, foi mantido prisioneiro. Ainda que foi tratado com respeito pelos seus adversários, enfraqueceu-se e assim que retornou a Roma, morreu pouco depois, em abril de 1054. Com apenas 5 anos de Pontificado, é tido como como um guia revolucionário da Igreja. No dia de sua morte, é celebrado sua festa. Seu corpo se encontra na Basílica de São Pedro em Roma.

Minha oração
“Que São Leão IX seja este exemplo de defesa e exemplo a favor da Igreja. Que ele possa interceder, principalmente por aqueles que são autoridades eclesiásticas, para que busquem sempre a defesa da Fé e do povo de Deus.”

São Leão IX, rogai por nós!


 

 

EANGELHO DO DIA

 + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 24,13-35

13Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos de Jesus iam para

um povoado, chamado Emaús, distante onze quilômetros de Jerusalém.

14Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido. 15Enquanto

conversavam e discutiam,

o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles.

16Os discípulos, porém, estavam como que cegos, e não o reconheceram. 17Então

Jesus perguntou: 'O que ides conversando pelo caminho?' Eles pararam, com o rosto

triste, 18e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: 'Tu és o único peregrino em

Jerusalém

que não sabe o que lá aconteceu nestes últimos dias?' 19Ele perguntou: 'O que foi?' Os

discípulos responderam:

'O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e

palavras, diante de Deus e diante de todo o povo. 20Nossos sumos sacerdotes e

nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. 21Nós

esperávamos que ele fosse libertar Israel, mas, apesar de tudo isso, já faz três dias

que todas essas coisas aconteceram! 22É verdade que algumas mulheres do nosso

grupo nos deram um susto. Elas foram de madrugada ao túmulo 23e não encontraram

o corpo dele.

Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que Jesus está

vivo. 24Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres

tinham dito.

A ele, porém, ninguém o viu.' 25Então Jesus lhes disse: 'Como sois sem inteligência e

lentos para crer em tudo o que os profetas falaram! 26Será que o Cristo não devia

sofrer tudo isso

para entrar na sua glória?' 27E, começando por Moisés e passando pelos Profetas,

explicava aos discípulos todas as passagens da Escritura que falavam a respeito dele.

28Quando chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez de conta que ia mais

adiante. 29Eles, porém, insistiram com Jesus, dizendo:

'Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!'

Jesus entrou para ficar com eles. 30Quando se sentou à mesa com eles, tomou o pão,

abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía. 31Nisso os olhos dos discípulos se abriram e

eles reconheceram Jesus.

Jesus, porém, desapareceu da frente deles. 32Então um disse ao outro: 'Não estava

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ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho, e nos explicava as

Escrituras?' 33Naquela mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém

onde encontraram os Onze reunidos com os outros. 34E estes confirmaram:

'Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!' 35Então os dois contaram o

que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão.

Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

 19 DE ABRIL DE 2026

TERCEIRO DOMINGO DA PÁSCOA


Cor Branco


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1ª. Leitura – At 2, 14.22-33

Leitura dos Atos dos Apóstolos 2,14.22-33

No dia de Pentecostes, 14Pedro de pé, junto com os onze apóstolos, levantou a voz e

falou à multidão: 22'Homens de Israel, escutai estas palavras: Jesus de Nazaré foi um

homem aprovado por Deus, junto de vós, pelos milagres, prodígios e sinais que Deus

realizou, por meio dele, entre vós. Tudo isto vós bem o sabeis.

23Deus, em seu desígnio e previsão, determinou que Jesus fosse entregue pelas mãos

dos ímpios, e vós o matastes, pregando-o numa cruz. 24Mas Deus ressuscitou a Jesus,

libertando-o das angústias da morte, porque não era possível que ela o dominasse.

25Pois Davi dele diz: Eu via sempre o Senhor diante de mim, pois está à minha

direita para eu não vacilar. 26Alegrou-se por isso meu coração e exultou minha

língua e até minha carne repousará na esperança. 27Porque não deixarás minha alma

na região dos mortos nem permitirás que teu Santo experimente corrupção.

28Deste-me a conhecer os caminhos da vida e a tua presença me encherá de alegria.

29Irmãos, seja-me permitido dizer com franqueza que o patriarca Davi morreu e foi

sepultado e seu

sepulcro está entre nós até hoje. 30Mas, sendo profeta, sabia que Deus lhe jurara

solenemente que um de seus descendentes

ocuparia o trono. 31É, portanto, a ressurreição de Cristo que previu e anunciou com

as palavras: Ele não foi abandonado na região dos mortos e sua carne não conheceu a

corrupção.

32Com efeito, Deus ressuscitou este mesmo Jesus e disto todos nós somos

testemunhas. 33E agora, exaltado pela direita de Deus,

Jesus recebeu o Espírito Santo que fora prometido pelo Pai, e o derramou, como

estais vendo e ouvindo. Palavra do Senhor.

Reflexão – Jesus Cristo é o Senhor da nossa morte e da nossa vida!

Discorrendo sobre o que já prediziam os profetas e os salmos, Pedro tentava

esclarecer os mistérios da redenção mostrando aos judeus a legitimidade da

Palavra que se atualizava em Jesus Cristo. No entanto, apesar de conhecerem

as Escrituras eles não tinham consciência do que poderia significar o que já

estava escrito e não percebiam que a mensagem central da Sagrada Escritura

é, sem dúvida, a Ressurreição de Jesus Cristo. Nela se manifesta o poder que

Deus tem sobre o pecado e a morte. Por isso, os onze apóstolos que tiveram a

experiência com o Cristo ressuscitado dos mortos corajosamente e com

firmeza, puderam falar à multidão dos homens de Israel. O intuito de Pedro,

porém, era de fazê-los reconhecer o seu pecado e então, se converterem.

Todos nós também precisamos refletir e avaliar na nossa responsabilidade

diante dos fatos ocorridos com Jesus Cristo. Foi por nós, que tudo aconteceu!

É importante ainda, percebermos que foi o poder amoroso do Pai quem

ressuscitou Jesus dos mortos e que, por nossa causa Jesus foi ressuscitado.

Portanto, Jesus Cristo é o Senhor da nossa morte e da nossa vida. A morte

para o pecado e a nova vida de conversão. Jesus não foi abandonado na região

dos mortos nem nós tão pouco ficaremos no sepulcro, porque a nossa alma

anseia por estar com o Pai, o Filho e o Espírito Santo, no céu. – Você cultiva a

esperança de uma nova vida aqui mesmo e, depois, no céu? – Você tem

consciência de que crucificou a Jesus Cristo? – O que você acha da

determinação de Pedro em falar para a multidão e da ousadia dos

apóstolos?


62


Salmo 15,1-2a.5.7-8.9-10.11

R. Vós me ensinais vosso caminho para a vida; junto de vós felicidade sem limites!

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia

1Guardai-me, ó Deus, porque em vós me refugio!

2Digo ao Senhor: 'Somente vós sois meu Senhor:*

nenhum bem eu posso achar fora de vós!'

5Ó Senhor, sois minha herança e minha taça,*

meu destino está seguro em vossas mãos!R.

7Eu bendigo o Senhor, que me aconselha,*

e até de noite me adverte o coração.

8Tenho sempre o Senhor ante meus olhos,*

pois se o tenho a meu lado não vacilo.R.

9Eis por que meu coração está em festa,

minha alma rejubila de alegria,*

e até meu corpo no repouso está tranqüilo;

10pois não haveis de me deixar entregue à morte,*

nem vosso amigo conhecer a corrupção. R.

11Vós me ensinais vosso caminho para a vida;

junto a vós, felicidade sem limites,*

delícia eterna e alegria ao vosso lado!R.

Reflexão - O salmo preanuncia a alegria de Jesus ressuscitado que confiou no

poder do Pai. Podemos hoje, nós também, cantar este salmo nos apossando da

alegria de quem tem consciência de que o Pai está perto e que o ampara em

todos os momentos da sua vida. Junto do Senhor está a nossa felicidade e

perto Dele nós vivemos, desde já, as delícias eternas preparadas para quem o

invoca.

2ª. Leitura – I Pd 1, 17-21

Leitura da Primeira Carta de São Pedro 1,17-21

Caríssimos: 17Se invocais como Pai aquele que sem discriminação

julga a cada um de acordo com as suas obras, vivei então respeitando a Deus durante

o tempo de vossa migração neste mundo. 18Sabeis que fostes resgatados da vida fútil

herdada de vossos pais, não por meio de coisas perecíveis, como a prata ou o ouro,

19mas pelo precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro sem mancha nem

defeito. 20Antes da criação do mundo, ele foi destinado para isso, e neste final dos

tempos, ele apareceu,

por amor de vós. 21Por ele é que alcançastes a fé em Deus.

Deus o ressuscitou dos mortos e lhe deu a glória, e assim, a vossa fé e esperança

estão em Deus. Palavra do Senhor.

Reflexão - É pela ressurreição de Jesus que adquirimos a esperança de

uma vida futura promissora.

Há pessoas no mundo que não têm experiência com Deus e vivem aqui como

se este fosse o nosso destino. Por isso, é providencial que paremos para

refletir nas palavras de São Pedro. Somos migrantes neste mundo, a nossa


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vida passa como um sopro e nem sempre conseguimos cumprir todas as metas

a que nos propomos para obter sucesso e para ser feliz. Por conseguinte,

precisamos estar bem conscientes de que a nossa felicidade não está posta

nas coisas materiais, como o ouro e a prata, pois estas nos são úteis somente

enquanto por aqui passamos. Nós fomos resgatados pelo sangue precioso de

Cristo por amor, e é pela fé na Sua ressurreição que adquirimos a esperança

de alcançar uma vida futura promissora. Respeitar a Deus significa viver em

conformidade com os Seus ensinamentos e não O desafiar querendo seguir

caminhos diversos do que prega a Sua Palavra. A nossa alma anseia pelos

caminhos do Senhor. Quando nos envolvemos apenas com o mundo material

nós perdemos o nosso referencial de filhos e filhas de Deus e entramos na

frustração, por isso mesmo, tantas pessoas se sentem fracassadas e

desiludidas. – Em que consiste hoje a sua esperança? – Em quem você tem

colocado a sua atenção para receber direcionamentos para a sua vida? –

Você tem vivido como filho e filha de Deus ou apenas como bastardo?

Evangelho – Lc 24, 13-35

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Lucas 24,13-35

13Naquele mesmo dia, o primeiro da semana, dois dos discípulos de Jesus iam para

um povoado, chamado Emaús, distante onze quilômetros de Jerusalém.

14Conversavam sobre todas as coisas que tinham acontecido. 15Enquanto

conversavam e discutiam,

o próprio Jesus se aproximou e começou a caminhar com eles.

16Os discípulos, porém, estavam como que cegos, e não o reconheceram. 17Então

Jesus perguntou: 'O que ides conversando pelo caminho?' Eles pararam, com o rosto

triste, 18e um deles, chamado Cléofas, lhe disse: 'Tu és o único peregrino em

Jerusalém

que não sabe o que lá aconteceu nestes últimos dias?' 19Ele perguntou: 'O que foi?' Os

discípulos responderam:

'O que aconteceu com Jesus, o Nazareno, que foi um profeta poderoso em obras e

palavras, diante de Deus e diante de todo o povo. 20Nossos sumos sacerdotes e

nossos chefes o entregaram para ser condenado à morte e o crucificaram. 21Nós

esperávamos que ele fosse libertar Israel, mas, apesar de tudo isso, já faz três dias

que todas essas coisas aconteceram! 22É verdade que algumas mulheres do nosso

grupo nos deram um susto. Elas foram de madrugada ao túmulo 23e não encontraram

o corpo dele.

Então voltaram, dizendo que tinham visto anjos e que estes afirmaram que Jesus está

vivo. 24Alguns dos nossos foram ao túmulo e encontraram as coisas como as mulheres

tinham dito.

A ele, porém, ninguém o viu.' 25Então Jesus lhes disse: 'Como sois sem inteligência e

lentos para crer em tudo o que os profetas falaram! 26Será que o Cristo não devia

sofrer tudo isso

para entrar na sua glória?' 27E, começando por Moisés e passando pelos Profetas,

explicava aos discípulos todas as passagens da Escritura que falavam a respeito dele.

28Quando chegaram perto do povoado para onde iam, Jesus fez de conta que ia mais

adiante. 29Eles, porém, insistiram com Jesus, dizendo:

'Fica conosco, pois já é tarde e a noite vem chegando!'

Jesus entrou para ficar com eles. 30Quando se sentou à mesa com eles, tomou o pão,

abençoou-o, partiu-o e lhes distribuía. 31Nisso os olhos dos discípulos se abriram e

eles reconheceram Jesus.

Jesus, porém, desapareceu da frente deles. 32Então um disse ao outro: 'Não estava

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ardendo o nosso coração quando ele nos falava pelo caminho, e nos explicava as

Escrituras?' 33Naquela mesma hora, eles se levantaram e voltaram para Jerusalém

onde encontraram os Onze reunidos com os outros. 34E estes confirmaram:

'Realmente, o Senhor ressuscitou e apareceu a Simão!' 35Então os dois contaram o

que tinha acontecido no caminho, e como tinham reconhecido Jesus ao partir o pão.

Palavra da Salvação.

Reflexão – Jesus caminha conosco e nos fala a todo o momento.

Tal qual os discípulos de Emaús, nós também vivemos hoje como cegos e

surdos às evidências de Cristo ressuscitado. Conversamos sobre as coisas que

ouvimos falar nas Escrituras, apreciamos as Suas mensagens, nos

surpreendemos com os fatos e acontecimento, no entanto, o que lemos e

aprendemos não nos induz a perceber que o próprio Jesus caminha conosco e

nos fala a todo o momento. Partilhamos a Sua Palavra como se ouvíssemos

falar de algo que aconteceu há dois mil anos e como se fôssemos cegos, nós

também não enxergamos Jesus que, pela Sua Palavra se faz presente na nossa

história para mudar o rumo dos seus acontecimentos. Sempre estamos

esperando que as coisas aconteçam em conformidade com o que já

planejamos. Entendemos que não deveria haver choro, nem sofrimento, e que

num passe de mágica as nossas dores deveriam desaparecer. Nunca admitimos

o desencontro, o plano frustrado nem o que aconteceu fora dos nossos

padrões de expectativa. Nós nos escandalizamos porque apesar de ser pessoas

de oração e nos considerar cristãos verdadeiros, ainda não vimos se

cumprirem na nossa vida as promessas que Deus já nos fez. Jesus hoje quer

fazer conosco como fez com os discípulos de Emaús e se apresenta diante de

nós com o poder da Sua ressurreição, e, também nos repreende: “como sois

sem inteligência e lentos para crer em tudo o que os profetas falaram!” Na

realidade, como cristãos, nunca poderemos duvidar da Palavra de Deus, desde

os profetas e até Jesus que veio nos revelar os mistérios do Pai. Nunca

deveremos nos esquecer de que partilhamos Jesus na Eucaristia, e que é Ele

próprio quem parte o Seu Corpo no Pão que sacia a nossa fome e eleva o

Cálice do Seu Sangue que mata a nossa sede. Quando sentimos a presença de

Jesus, da mesma forma como os discípulos de Emaus nós também percebemos

que alguma coisa mudou no interior do nosso coração que arde em zelo

mesmo que nada de extraordinário tenha acontecido. Precisamos ter mais

consciência de que possuímos um verdadeiro manancial de salvação ao nosso

dispor e que se assim quisermos, Jesus nunca irá sair de perto de nós quando

chegar a noite escura da desolação. A certeza de que realmente o Senhor

ressuscitado está muito perto de nós, poderá mudar toda a nossa

compreensão dos fatos e acontecimentos da nossa caminhada aqui na terra.


- O que você tem apreendido com as Escrituras? – Você já percebeu que a

Bíblia é o próprio Jesus nos instruindo a viver feliz? – Você tem consciência

de que Jesus caminha muito perto de nós? – O que você sente quando O

adora na Hóstia Consagrada? – Você se decepciona com os fracassos da sua

vida ou espera a vitória final?


Helena Serpa,

Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

sábado, 18 de abril de 2026

IGREJA NO BRASIL REZA POR BISPOS JUBILANDOS DURANTE CELEBRAÇÃO EUCARSTICA NO SANTUÁRIO ACIOONAL

I

Na manhã deste sábado, 18 de ab


ril, o episcopado brasileiro e fiéis de diversas regiões do país reuniram-se no Santuário Nacional de Aparecida para a celebração da Eucaristia com Laudes, no contexto da 62ª Assembleia Geral da CNBB. A celebração foi presidida pelo arcebispo de São Salvador da Bahia, primaz do Brasil, Cardeal Sergio da Rocha, e marcada pela oração pelos arcebispos e bispos que celebram, em 2026, seus jubileus presbiterais e episcopais.

Concelebraram a Eucaristia dom Pedro Luiz Stringhini, que celebra 25 anos de ordenação episcopal; dom Fernando José Monteiro Guimarães, com 55 anos de ordenação presbiteral; dom Carlos Verzeletti, que completa 50 anos de ministério presbiteral; dom Francisco Agamenilton Damascena, com 25 anos de ordenação presbiteral; e dom Juarez Delorto Secco, também celebrando 25 anos de presbiterado.

.

Na homilia, dom Sergio, que completa 25 anos de episcopado, refletiu sobre o Evangelho que narra a travessia dos discípulos em meio à tempestade, destacando as dificuldades enfrentadas na missão e na vida cotidiana.

O cardeal recordou que, assim como os discípulos tiveram medo diante do vento forte e do mar agitado, também hoje a Igreja e os fiéis atravessam situações de sofrimento, crise e provação. “Há momentos em que não conseguimos reconhecer a presença de Jesus”, afirmou, ressaltando, porém, que o Senhor se aproxima e encoraja: “Sou eu, não tenhais medo”.

O arcebispo primaz do Brasil destacou ainda que a confiança em Cristo sustenta a caminhada missionária, especialmente nos momentos mais difíceis. Segundo ele, não se pode desanimar diante das adversidades, mas é preciso renovar a esperança e a fé naquele que permanece com o Seu povo. “Necessitamos sempre de Jesus na barca para, com Ele, chegar à margem”, disse, enfatizando que a presença do Ressuscitado fortalece e impulsiona a missão da Igreja.

Ao concluir, dom Sergio recordou que a Igreja é chamada a ser missionária, misericordiosa e solidária, indo ao encontro dos pobres e sofredores. Inspirado no testemunho dos jubileus celebrados, exortou os pastores e todo o povo de Deus a perseverarem no serviço, confiantes na graça divina. A celebração foi também um momento de ação de graças pela fidelidade vocacional dos bispos jubilandos, confiando à intercessão de Nossa Senhora Aparecida a caminhada da Igreja no Brasil.

Por Sara Gomes - Equipe de Comunicação da 62ª AG CNBB

Fonte:

Igreja no Brasil reza por bispos jubilandos durante Celebração Eucarística no Santuário Nacional

Na manhã deste sábado, 18 de abril, o episcopado brasileiro e fiéis de diversas regiões do país reuniram-se no Santuário Nacional de Aparecida para a celebração da Eucaristia com Laudes, no contexto da 62ª Assembleia Geral da CNBB. A celebração foi presidida pelo arcebispo de São Salvador da Bahia, primaz do Brasil, Cardeal Sergio da Rocha, e marcada pela oração pelos arcebispos e bispos que celebram, em 2026, seus jubileus presbiterais e episcopais.

Concelebraram a Eucaristia dom Pedro Luiz Stringhini, que celebra 25 anos de ordenação episcopal; dom Fernando José Monteiro Guimarães, com 55 anos de ordenação presbiteral; dom Carlos Verzeletti, que completa 50 anos de ministério presbiteral; dom Francisco Agamenilton Damascena, com 25 anos de ordenação presbiteral; e dom Juarez Delorto Secco, também celebrando 25 anos de presbiterado.

.

Na homilia, dom Sergio, que completa 25 anos de episcopado, refletiu sobre o Evangelho que narra a travessia dos discípulos em meio à tempestade, destacando as dificuldades enfrentadas na missão e na vida cotidiana.

O cardeal recordou que, assim como os discípulos tiveram medo diante do vento forte e do mar agitado, também hoje a Igreja e os fiéis atravessam situações de sofrimento, crise e provação. “Há momentos em que não conseguimos reconhecer a presença de Jesus”, afirmou, ressaltando, porém, que o Senhor se aproxima e encoraja: “Sou eu, não tenhais medo”.

O arcebispo primaz do Brasil destacou ainda que a confiança em Cristo sustenta a caminhada missionária, especialmente nos momentos mais difíceis. Segundo ele, não se pode desanimar diante das adversidades, mas é preciso renovar a esperança e a fé naquele que permanece com o Seu povo. “Necessitamos sempre de Jesus na barca para, com Ele, chegar à margem”, disse, enfatizando que a presença do Ressuscitado fortalece e impulsiona a missão da Igreja.

Ao concluir, dom Sergio recordou que a Igreja é chamada a ser missionária, misericordiosa e solidária, indo ao encontro dos pobres e sofredores. Inspirado no testemunho dos jubileus celebrados, exortou os pastores e todo o povo de Deus a perseverarem no serviço, confiantes na graça divina. A celebração foi também um momento de ação de graças pela fidelidade vocacional dos bispos jubilandos, confiando à intercessão de Nossa Senhora Aparecida a caminhada da Igreja no Brasil.

Por Sara Gomes - Equipe de Comunicação da 62ª AG CNBB

Fonte: https://www.cnbb.org.br/igreja-no-brasil-reza-por-bispos-jubilandos-durante-celebracao-eucaristica-no-santuario-nacional/

FUNDADOR DAS EQUIPES DE NOSSA SENHORA (ENS) SE TORNA VENERÁVEL

  

O Papa Leão XIV autorizou, nesta segunda-feira (23), a promulgação dos decretos do Dicastério para as Causas dos Santos, de seis novos veneráveis. Entre eles está o reconhecimento das virtudes heroicas do fundador do movimento Equipes de Nossa Senhora (ENS), padre Henri Caffarel. Dessa forma, a Igreja reconhece que ele viveu de forma exemplar as virtudes cristãs, confirmando a profundidade espiritual de sua vida e de sua missão.

Biografia

Padre Henri Caffarel nasceu em Lyon em 1903. Ele foi ordenado em Paris, em abril de 1930. Em resposta ao apelo dos casais que querem viver o sacramento do matrimônio, ele começou na paróquia de Santo Agostinho, as equipes de casais, cujo número cresceu rapidamente. Pouco a pouco, Padre Caffarel deu
orientação espiritual a estes casais a fim de aprofundar a própria graça do sacramento do matrimônio.

Para ajudar essas equipes, em 1947, ele escreveu a Carta das Equipes de Nossa Senhora para ajuda-los a viver o Evangelho, especialmente através de pontos concretos de esforço. Além disso, ele incentivou todos os membros das Equipe para seguir seu apostolado em suas Paróquias e dar testemunho no mundo. No mesmo período ele fundou dois outros movimentos: Esperança de Vida, movimento de viúvas, e a Irmandade de Nossa Senhora da Ressurreição, um Instituto de viúvas seculares. Ele morreu em 18 de setembro de 1996.

Próximos Passos na Causa de Canonização

Com o título de Venerável, a fase romana do processo avança para a análise de possíveis milagres.

“Caffarel nos ensinou que a felicidade no casamento não é um acidente, mas um projeto de Deus”, afirmou um dos postuladores da causa.

O Padre Henri Caffarel faleceu em 18 de setembro de 1996, em Troussures, mas sua voz continua ecoando através de milhares de casais que, todas as noites, praticam o “Dever de Sentar-se” e buscam a santidade no cotidiano.

As Equipes de Nossa Senhora (ENS) hoje

O movimento fundado por Caffarel expandiu-se rapidamente pelo mundo e é hoje uma das maiores associações de fiéis da Igreja Católica.

  • Presença Global: O movimento está presente em mais de 90 países, nos cinco continentes.
  • A Estrutura: Grupos de 5 a 7 casais, acompanhados por um conselheiro espiritual (sacerdote), que se reúnem mensalmente para partilhar a vida, orar e estudar.
  • O Legado em números: Estima-se que existam mais de 160 mil membros ativos no mundo, com uma presença fortíssima no Brasil, que é uma das maiores super-regiões do movimento.

Para saber mais sobre a vida e o legado do agora Venerável Padre Henri Caffarel, e descobrir como o carisma das Equipes de Nossa Senhora pode fortalecer a espiritualidade do seu casal, convidamos você a explorar os canais oficiais de comunicação do movimento. Visite o portal das ENS (www.ens.org.br) e acompanhe as redes sociais @ensbrasil para ficar por dentro das atualizações sobre o processo de canonização, além de acessar conteúdos formativos e testemunhos sobre a mística da vida conjugal.

Fonte: Portal Vida e Família

LEÃO XIV EM ANGOLA: VENHO ATÉ VOCÊS COMO UM PEREGRINO A ESTA TERRA QUE DEUS AMA


Leão XIV cumpriu neste sábado, 18 de abril, os primeiros compromissos de sua viagem apostólica em Angola, com a visita de cortesia ao presidente da República e o encontro com as autoridades, a sociedade civil e o corpo diplomático, na ocasião pronunciou seu discurso em língua portuguesa, precedido pela saudação do chefe de Estado angolano.

Thulio Fonseca - Vatican News

Na tarde deste sábado, 18 de abril, teve início a visita de Leão XIV a Angola, terceira etapa de sua viagem ao continente africano que teve início na última segunda-feira (13/04). O primeiro compromisso oficial do Papa foi no Palácio Presidencial para uma visita de cortesia ao presidente da República e, em seguida, encontrou-se com as autoridades, os representantes da sociedade civil e o corpo diplomático, proferindo seu primeiro discurso em português.

Ao iniciar sua intervenção, precedida pela saudação do presidente João Manuel Gonçalves Lourenço, o Papa agradeceu o convite recebido e as palavras de boas-vindas, afirmando ter chegado a Angola como peregrino desejoso de encontrar o povo e reconhecer os sinais da presença de Deus naquela terra. No começo do discurso, Leão XIV manifestou ainda proximidade às vítimas das fortes chuvas e inundações na província de Benguela e às famílias que perderam suas casas.

O tesouro da alegria

Falando em língua portuguesa, idioma oficial do país, o Pontífice destacou que o povo angolano possui tesouros que “não se vendem nem se roubam”, especialmente uma alegria que resiste mesmo em meio às provações, e denunciou as lógicas de exploração que reduzem a realidade e a vida humana a mera mercadoria. O Santo Padre afirmou também que a África representa para o mundo uma reserva de alegria e esperança, sustentada sobretudo pelos jovens e pelos pobres, ainda capazes de sonhar, esperar e assumir responsabilidades.

Leão XIV apresentou Angola como um “mosaico muito colorido” e incentivou os responsáveis pela vida pública a acreditarem na riqueza multiforme do país, sem temer divergências nem sufocar os sonhos dos jovens e a sabedoria dos idosos. Para o Papa, os conflitos devem ser transformados em caminhos de renovação, sempre colocando o bem comum acima dos interesses particulares.

Paz e justiça

No discurso, Leão XIV advertiu para os sofrimentos provocados por interesses prepotentes sobre as riquezas materiais, mencionando mortes, catástrofes sociais e ambientais ligadas a uma lógica extrativista e excludente. Ao mesmo tempo, insistiu que somente no encontro a vida floresce e que o diálogo é o ponto de partida para superar a conflitualidade e a inimizade que dilaceram o tecido social e político.

Em outro trecho, o Papa afirmou que a alegria e a esperança não são apenas sentimentos privados, mas forças capazes de contrariar a resignação e o fechamento, enquanto a tristeza e o desânimo tornam as sociedades mais vulneráveis ao medo, ao fanatismo e à manipulação. Por isso, deixou uma das passagens centrais da sua mensagem: 

“A alegria sabe traçar trajetórias mesmo nas regiões mais sombrias de estagnação e angústia. Caríssimos, examinemos, pois, o nosso coração, porque sem alegria não há renovação; sem interioridade não há libertação; sem encontro não há política; sem o outro não há justiça.”

“Que Deus abençoe Angola!”

Leão XIV reiterou que, junto com todas as forças vivas do país, Angola pode tornar-se um projeto de esperança, e afirmou que a Igreja Católica deseja ser fermento na massa e promover um modelo justo de convivência, livre de novas escravidões impostas por elites e falsas alegrias. Segundo o Pontífice, é preciso eliminar os obstáculos ao desenvolvimento humano integral, sobretudo nas periferias urbanas e nas regiões rurais mais remotas, onde pulsa a vida do povo e se prepara o futuro da nação.

Ao concluir, confiou o país à bênção de Deus com a invocação final: “Que Deus abençoe Angola!”. Após os compromissos no Palácio Presidencial, a agenda deste sábado prevê a chegada à Nunciatura Apostólica, onde o Papa terá um encontro privado e o jantar com os bispos de Angola.

Agenda de domingo

Para o domingo, 19 de abril, o programa prevê a chegada a Kilamba para a Santa Missa do III Domingo da Páscoa e o Regina Caeli do Santo Padre, com a participação esperada de 200 mil fiéis. À tarde, Leão XIV seguirá para Muxima, ao Santuário de Mama Muxima, onde está programada a oração do Santo Terço.

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Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-04/leao-xiv-venho-a-angola-como-um-peregrino-primeiro-discurso.html

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