quarta-feira, 15 de julho de 2026

SANTO DO DIA -- SÃO BOAVENTURA

Curado por Francisco

Natural de Bagnoregio, “cidade onde também morreu”, nas proximidades de Viterbo, João Fidanza era filho de um médico. Percebeu logo que não queria seguir a profissão do pai. Segundo uma lenda, que também explicaria a adoção do seu nome religioso, o encontro com São Francisco de Assis teria sido decisivo em sua vida. De fato, quando era criança, o Santo o curou de uma doença grave, e fazendo o sinal da cruz em sua testa, exclamou: “Oh! boa ventura!”. 

Um Franciscano professor

Aos 18 anos, foi estudar em Paris, onde entrou para a Ordem dos Frades Menores. Ao concluir seus estudos, em 1253, tornou-se magister (Professor) e por essa via santificou-se ao explicar os mistérios divinos. Assim, conseguiu a licença para ensinar teologia. Adotando a vida franciscana, tornou-se fiel a ele até o fim.

Perseguição Ordens mendicantes 

Na época, explodiu uma luta interna terrível entre os professores seculares e os pertencentes às Ordens mendicantes, que, por certo tempo, não eram reconhecidas pelas universidades. A rivalidade surgiu no início da Idade Média, quando, no século XII, a Igreja havia condenado os movimentos religiosos do pauperismo como hereges, até que o Papa Inocêncio III os incluiu no corpo eclesial sob a dependência direta do Papado. Porém, em 1254, a tensão voltou à gala, com a publicação de uma obra, que profetizava o advento de uma nova Igreja, fundada única e exclusivamente na pobreza, que deveria se concretizar em 1260.

Cardeal Franciscano 

No entanto, em 1257, Frei Boaventura tornou-se Ministro Geral dos Frades Menores, cargo que o obrigou a deixar o ensino e fazer viagens por toda a Europa. Em 1260, escreveu uma nova biografia de São Francisco, intitulada a Legenda Maior, que substituía todas as biografias existentes e tinha como objetivo fortalecer a unidade da Ordem, – que já contava 30 mil frades, – ameaçada tanto pela corrente espiritual quanto pelas tendências mundanas. Giotto inspirou-se nesta obra para pintar a série de Histórias de São Francisco. 

Conselheiro

Em 1271, ao voltar para Viterbo, ofereceu sua contribuição para a resolução do famoso Conclave, o mais longo da história, que elegeu seu amigo Gregório X. Este Papa, dois anos depois, o consagrou Bispo de Albano e Cardeal, confiando-lhe a tarefa de organizar, em Lyon, um Concílio para a unidade entre a Igreja latina e a grega. Precisamente durante este Concílio, após fazer duas intervenções, Boaventura faleceu em 1274.

A Filosofia a serviço da Teologia 

Em 1588, o Papa Sisto V o incluiu entre os Doutores da Igreja – que, na época, eram seis – junto com São Tomás de Aquino: Boaventura com o título de Doutor seráfico e Tomás com o de Doutor angélico. Sua contribuição para a doutrina teológica foi muito importante: partindo, antes de tudo, do pensamento de Santo Agostinho, expressou a necessidade de submeter a filosofia à teologia, uma vez que o objetivo desta última é Deus. Assim, a filosofia poderia apenas ajudar na busca humana de Deus, levando o homem de volta à sua dimensão interior – a alma – para reconduzir a Deus.

São Boaventura afirmava ainda que Cristo é o caminho de todas as ciências, e que somente a Verdade revelada podia potenciá-las e uni-las em vista da meta perfeita e única, que é sempre o conhecimento de Deus. Por isso, o Santo, que defendia a tradição patrística e combatia o aristotelismo, chegou à conclusão de que o único conhecimento possível só era possível através da contemplação.

A expressão da SS. Trindade no mundo 

Ainda de origem agostiniana, também a elaboração da teologia trinitária de São Boaventura foi muito importante. Na prática, ele afirmava que o mundo era uma espécie de livro, no qual emerge a Trindade, da qual fora criado. Logo, Deus, Uno e Trino, está presente como “vestígio” ou marca em todos os seres animados e inanimados: como “imagem”, nas criaturas dotadas de inteligência, como o homem; como “semelhança”, nas criaturas justas e santas, tocadas pela Graça e animadas pelas virtudes da fé, esperança e caridade, que as tornam filhas de Deus.

A minha oração

“Santo mestre, ensinai-me a sabedoria e que eu faça dela a minha amiga. Assim como iluminai-me nas minhas escolhas, naquilo que devo fazer, para que vivendo neste mundo eu encontre o Senhor! Amém.”

São Boaventura, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias

 

terça-feira, 14 de julho de 2026

COLETIVA DE IMPRENSA APRESENTA ESTRUTURA E ANUNCIA BOLSÃO DE ESTACIONAMENTO PARA O FESTIVAL HALLELUYA 2026

  Na manhã desta terça-feira, 14 de julho, a Comunidade Católica Shalom realizou a coletiva de imprensa de apresentação do Festival Halleluya 2026, no Auditório Dorotéias, no Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU). Durante o encontro, representantes da Comunidade Shalom e de órgãos públicos parceiros apresentaram o planejamento integrado para o evento e anunciaram uma das principais novidades desta edição: a implantação de um bolsão de estacionamento na Arena Castelão para os participantes do festival e o início da programação às 16h.

Neste ano, não será permitido estacio


nar veículos no Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU). Os participantes que optarem por ir de carro deverão utilizar o bolsão de estacionamento disponibilizado na Arena Castelão, de onde haverá transporte para o local do evento. A medida faz parte do plano de mobilidade elaborado em parceria com os órgãos públicos, com o objetivo de garantir maior organização, segurança e fluidez no acesso ao festival.

A coletiva reuniu representantes das forças de segurança pública, mobilidade urbana, saúde, trânsito, Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e demais instituições parceiras que atuarão durante o Halleluya. Ao longo da apresentação, cada órgão detalhou as ações que serão desenvolvidas para assegurar o bom funcionamento do evento, incluindo reforço na segurança, atendimento em saúde, acessibilidade, transporte, organização do trânsito e demais serviços voltados ao acolhimento do público.

Ao abrir a coletiva, o coordenador do Festival Halleluya, Pe. Vitor Aragão Bonfim, CCSh, saudou as autoridades, os parceiros e os profissionais da imprensa, destacando a comunhão do evento com o Santo Padre, o Papa Leão XIV, e com a Arquidiocese de Fortaleza.

“O Halleluya é um grande momento de solidariedade e de fé”, afirmou o sacerdote, ressaltando que o festival é uma oportunidade de encontro com Jesus Cristo Ressuscitado, reunindo milhares de pessoas em uma experiência de evangelização, convivência fraterna e promoção da cultura da paz. O coordenador também agradeceu o empenho dos órgãos públicos e dos voluntários que tornam possível a realização do evento, fruto da união de esforços em favor da vida, da esperança e da evangelização.

Considerado um dos maiores festivais de arte e cultura católica do país, o Halleluya será realizado de 23 a 27 de julho, reunindo artistas nacionais e internacionais em uma programação que oferece ao público momentos de espiritualidade, música, artes, esportes e entretenimento, favorecendo um encontro com a pessoa de Jesus Cristo Ressuscitado.

Confira a programação do palco principal

23 de julho (quarta-feira)

  • Batista Lima
  • Yuri Costa
  • Gabriela de Sá
  • Guilherme de Sá

24 de julho (quinta-feira)

  • Juninho Cassimiro
  • Adoração & Vida
  • Ir. Kelly Patrícia
  • Rosa de Saron

25 de julho (sexta-feira)

  • Pe. Adriano Zandoná
  • Suely Façanha
  • Adriana Arydes
  • Pe. Fábio de Melo
  • Flávio Vitor

26 de julho (sábado)

  • Morelzinho
  • Frei Gilson
  • Missionário Shalom
  • Sopragod
  • Cosme

27 de julho (domingo)

  • Pe. Marcelo Rossi
  • Davidson Silva
  • Fraternidade São João Paulo II

Festival une evangelização e solidariedade

Além da programação artística e evangelizadora, o Festival Halleluya mantém sua tradição de promover ações solidárias. Há mais de 15 anos, o evento conta com a parceria do Centro de Hematologia e Hemoterapia do Ceará (Hemoce), disponibilizando um espaço para doação de sangue e cadastro de novos doadores de medula óssea.

Os participantes também poderão contribuir com a doação de alimentos não perecíveis, que serão destinados às obras de promoção humana desenvolvidas pela Comunidade Católica Shalom, beneficiando pessoas e famílias em situação de vulnerabilidade social.

Com entrada gratuita, o Festival Halleluya deve reunir milhares de pessoas durante os cinco dias de programação. A estrutura preparada pela Comunidade Católica Shalom, em parceria com os órgãos públicos, busca garantir um ambiente seguro, organizado e acolhedor, proporcionando aos participantes uma experiência marcada pela fé, pela solidariedade e pelo anúncio do Evangelho.




ROMARIA DE FORTALEZA AO CARIRI CEARENSE, NO FIM DE NOVEMBRO

 


SANTO DO DIA -SÃO CAMILO DE LELIS

Patrono

São Camilo de Lelis é patrono dos enfermos e protetor dos hospitais.

Origens

Nascido em 25 de maio de 1550 na vila Bucchianico, em Chieti, ao Sul da Itália.

Filho de uma família nobre e tradicional, Camilo foi gerado quando seus pais já eram idosos. Sua mãe, Camila Compelli, era uma boa cristã e cuidava da casa; e seu pai, João de Lellis, um homem de carreira militar que passava muito tempo fora de casa. Ambos ficaram felizes com a chegada do filho, embora estivessem em idade avançada.

Devido ao fato de sua mãe ter quase 60 anos de idade, Camilo nasceu num parto arriscado, mas uma criança saudável.

Camilo cresceu sendo cuidado pela mãe, uma mulher de fé que o educou com princípios cristãos católicos e com bons costumes. No entanto, quando ele tinha 13 anos, sua mãe faleceu, e Camilo teve que ir morar com o pai, que tinha uma vida instável por conta da carreira militar, e que, apesar de ser um bom cristão, era viciado em jogos, o que não era bom exemplo para o filho.

Cotidiano e entrada na carreira militar

Quando tinha 14 anos de idade, Camilo foi colocado para trabalhar como soldado, uma vez que seu pai percebeu que ele não gostava de estudar e era um pouco rebelde. Ele foi um bom soldado e tinha uma boa estrutura física para os serviços braçais. O jovem Camilo perdeu seu pai com 19 anos, e ficou com uma situação financeira complicada, porque seu velho pai havia deixado como herança apenas suas armas, um punhal e uma espada.

Camilo foi voluntário no exército veneziano, e, nesse serviço, testemunhou como era a vida de enfermos agonizantes que viviam diversas doenças. Ele também passou a conviver com uma úlcera no pé, que o fez passar dificuldades financeiras. Assim como seu pai, Camilo foi se encantando com os prazeres mundanos, levando uma vida profana e viciando-se em jogos.

O encontro com o carisma franciscano

Em 1570, com 20 anos de idade, Camilo teve um encontro que mudaria sua vida. Conheceu um jovem frade franciscano e sentiu-se atraído pelo carisma de São Francisco de Assis. Por isso, logo pediu para ingressar na ordem, mas seu pedido não foi aceito, porque Camilo tinha o grave problema da úlcera no pé.

Diagnosticado com um tumor incurável e sem dinheiro para cuidar-se, Camilo partiu para Roma para pedir socorro no Hospital Santiago. No local, ele se ofereceu para trabalhar como auxiliar de enfermeiro, para assim também cuidar da sua enfermidade. Convivendo com as diversas realidades no hospital, ele foi sentindo que Deus o chamava a uma missão que seria também sua via de santificação: servir aos enfermos como se estivesse cuidando de Cristo.

Camilo viveu uma bela amizade com São Felipe Neri, e sob sua orientação voltou aos estudos aos 32 anos; em 1584, com seus 34 anos, foi ordenado sacerdote.

Com o ardor no coração de continuar a servir os doentes e mais necessitados, Padre Camilo fundou a irmandade dos voluntários dos enfermos para cuidar dos doentes pobres e miseráveis. Muitos homens de bom coração se uniram a ele nessa obra, e assim o grupo foi crescendo, tornando-se uma congregação dos voluntários dos enfermos.

Em 1591, a congregação foi elevada pela Santa Sé Apostólica à categoria Ordem Religiosa, sendo conhecida como Ordem dos Ministros dos Enfermos.

São Camilo foi o superior da Ordem durante 20 anos. Ele ensinou os seus irmãos a cuidarem dos enfermos como eles precisavam ser tratados.

Páscoa

Mesmo com as dores do seu tumor no pé, São Camilo trabalhou duro até suas forças se esgotarem e ele falecer com seus 64 anos de idade no dia 14 de julho de 1614 em Roma.

Beatificação

Em 29 de junho de 1746, dia da Festa de São Pedro e São Paulo, o então Papa Bento XIV declarou como santo o nome de Camilo de Lellis.

Um milagre

A úlcera no pé de São Camilo de Lellis sumiu assim que ele morreu.

Ensinamentos de São Camilo de Lellis

Até os dias atuais, os Camilianos buscam viver os princípios deixados por São Camilo de Lellis: viver um amor fraterno, amar a Ordem, unir-se e dedicar-se ao apostolado dos enfermos, trabalhar com alegria, cooperar na obra de Deus a partir da promoção da saúde e cura dos ferimentos, sempre acreditar que, como filhos amados de Deus, continuamente preservar a dignidade humana dentre outros.

Camilianos no Brasil

Atualmente, no Brasil, a Ordem dos Camilianos está presente em muitos estados, dentre eles em Santa Catarina no Seminário e o Hospital Iomorê; a Igreja e o Seminário de Jaçanã, a casa, o Ambulatório e o Santuário no Rio de Janeiro; parte do Seminário, localizado na Granja Viana, na cidade de Cotia, em São Paulo.

No estado de São Paulo, na cidade de Santo André, está localizada a Paróquia São Camilo de Lellis.

Algumas frases do santo

“Deixe tudo nas mãos de Deus, e recorra a Nossa Senhora.”

“Não faça oração que corta as asas da caridade.”

“Os doentes são a pupila e o rosto de Deus.”

“Todos peçam a Deus que lhes dê um amor de mãe para com o próximo.”

“Os doentes nos revelam o rosto de Deus.”

“Tudo passa, o bem permanece.”

A minha oração

“São Camilo, ensina-me a ser o olhar de misericórdia para com os que sofrem e contemplar nos necessitados sempre um Cristo que espera por ser acolhido, amado e cuidado. Recorda-me sempre que, como filho (a) amado (a) de Deus, também preciso oferecer amor. Ajuda-me a entender os momentos de sofrimentos nessa terra como uma via de santificação para minha alma. Concede àqueles que cuidam de enfermos a graça de serem amorosos e generosos na vivência do serviço.”

São Camilo de Lellis, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias

 

segunda-feira, 13 de julho de 2026

FESTIVAL HALLELUYA REALIZA COLETIVA DE IMPRRNSA PARA ANUNCIAR AMPLIAÇÕES E PLANO OPERACIONAL DA EDIÇÃO 2026

 

 

 


 

Coletiva de imprensa do Halleluya 2024 – HaFoto: Comunidade Católica Shalom

A organização do Festival Halleluya convida os profissionais da imprensa para a coletiva de lançamento da edição 2026 do evento, que acontecerá na próxima terça-feira, 14, às 9 horas, no Auditório Doroteias, no Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU), em Fortaleza.

Durante o encontro, serão apresentadas as principais novidades desta edição, incluindo a ampliação da Cidade da Paz (que passou de 62,1 mil metros quadrados para 90 mil metros quadrados), melhorias na infraestrutura do evento e o planejamento das principais operações que garantirão a realização do Festival.

Representantes da Comunidade Católica Shalom e dos órgãos públicos parceiros detalharão as ações integradas nas áreas de segurança, mobilidade, transporte, saúde, acessibilidade e demais serviços preparados para receber o público durante os cinco dias de programação.

Festival Halleluya

Realizado pela Comunidade Católica Shalom, o Festival Halleluya é reconhecido como um dos maiores festivais católico da América Latina. Com entrada gratuita, o evento reúne milhares de pessoas em uma programação que integra música, cultura, solidariedade, esportes, evangelização e promoção humana, consolidando-se, inclusive, como um dos maiores eventos do calendário cultural e turístico do Ceará.

Na última edição, o Halleluya reuniu mais de 1 milhão de participantes ao longo dos cinco dias de programação, com pico de mais de 300 mil pessoas no sábado. A mobilização solidária resultou na arrecadação de 13.851 quilos de alimentos, destinados às obras sociais da Comunidade Católica Shalom, além da captação de 1.215 doações de sangue, em parceria com o Hemoce.

SERVIÇO

Coletiva de Imprensa – Festival Halleluya 2026
Data: 14 de julho de 2026 (terça-feira)
Horário: 9h
Local: Auditório Dorotéias – Condomínio Espiritual Uirapuru (CEU)

PEREGRINAÇÃO PARA DEDICAÇÃO DA IGREJA DO DIVINO ESPÍRITO SANTO EM MORADA NOVA

 



No dia 1º de agosto, acontecerá, em Morada Nova, a Dedicação da Igreja do Divino Espirito Santo, ocasião em que será entronizada a relíquia de São João Eudes. Será também um momento muito especial para o Pe. Cristiano Henrique de Sousa, grande amante da Congregação de Jesus e Maria, que viverá uma data marcante em seu ministério sacerdotal ao entregar à comunidade a igreja paroquial totalmente reformada.

O padre Marcelo Pereira de Sousa, cjm, organizou um grupo de paroquianos de São João Eudes, que vai prestigiar o evento, sando na tarde daquele dia e voltando de Morada Nova  após a Santa Missa,



Pe. Marcelo Pereira de Souza

SANTO DO DIA - sÃO HENRIQUE II

Origens

Henrique era filho de duque Baviera, e nasceu num castelo na Alemanha em 973. Pertencia a uma família santa, e por isso foi educado pelos cânones de Hildesheim; depois, pelo bispo Saint Wolfgang, em Regensburg.

Seus outros irmãos também tiveram uma vida de santidade. Bruno foi o primeiro a abandonar o conforto da corte para tornar-se padre e, depois, bispo de Augusta. Das irmãs, Brígida fez-se monja, e Gisela foi mulher do rei Estêvão da Hungria, também um santo.

“Entre seis”

Quando jovem, sonhou com o seu falecido diretor espiritual, que teria escrito na parede do quarto do príncipe: “Entre seis”. Ele interpretou primeiramente que teria seis dias antes de morrer, mas, como não aconteceu, preparou-se em vista de seis meses. Porém, seis anos após o sonho, ele assumiu o trono da Alemanha em 1002, quando seu pai morreu.

Dois anos depois, também foi rei da Itália.

Em 1014, o Papa Bento VIII consagrou Henrique imperador do Sacro Império Romano.

Santa Cunegundes 

Casou-se com a filha de um conde, Cunegundes de Luxemburgo, também santa. Junto da esposa, Henrique concedeu a população benefícios sociais e assistenciais.  O casal não conseguiu ter filhos.

Páscoa 

Henrique II morreu em 13 de julho de 1024, e foi sepultado em Bamberg.

Foi canonizado, em 1152, pelo Papa Eugênio III.

Com a morte do marido, Cunegundes foi morar em um mosteiro, abdicando do trono e da fortuna.

Ela morreu em 3 de março de 1039, e foi sepultada ao lado do marido.

Foi canonizada em 1200 pelo Papa Inocêncio III.

Minha oração

“São Henrique, que amou a Deus acima do trono, vos pedimos a fortaleza de seguir uma vida santa, abandonando os caminhos fácies e luxuosos. Amém.”

São Henrique II, imperador Romano, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notíicias

 


SANTO DO DIA -- SÃO BOAVENTURA

Curado por Francisco Natural de Bagnoregio, “cidade onde também morreu”, nas proximidades de Viterbo, João Fidanza era filho de um médico....