domingo, 20 de setembro de 2026

"E A VONTADE DE DEUS QUE SE REALIZA". DOM JOSÉ ANTONIO CELEBRA 35 ANOS DE ORDENAÇÃO EPISCOPAL

 



Foto Secom /Arqfort


Em matéria especial, Dom José revisita os 35 anos de episcopado, recorda momentos marcantes e fala sobre os frutos de sua caminhada pastoral.


Há caminhos que se fazem com os pés. OutDom José Anros são construídos ao longo de uma vida inteira. Neste domingo, 20 de setembro, a Igreja rende graças a Deus pelos 35 anos de ordenação episcopal de Dom José Antônio Aparecido Tosi Marques, Arcebispo Emérito de Fortaleza. Ao recordar a trajetória iniciada em São Carlos, no interior de São Paulo, passando por Salvador e chegando ao Ceará, Dom José fala de uma caminhada conduzida pela vontade de Deus.

“Na vida, nós temos muitas vezes a oportunidade de agradecer a Deus por tudo aquilo que Ele faz por nós. Sem dúvida, essa reportagem quer marcar os meus 35 anos de ordenação, que foi no dia 20 de setembro de 1991, na minha diocese de origem, em São Carlos, São Paulo. Eu estava sendo ordenado bispo para ser auxiliar do Cardeal Primaz do Brasil, Dom Lucas Moreira Neves, em Salvador, na Bahia. Foi logo em seguida que a gente foi para a Bahia e lá exerceu o ministério como auxiliar do Arcebispo Dom Lucas. Passei pela Bahia, em Salvador, oito anos e meio e só depois é que fui nomeado para ser o Arcebispo de Fortaleza.” Relata Dom José.


A ordenação episcopal aconteceu depois de 17 anos de sacerdócio. A experiência pastoral anterior no seminário, como pároco e coordenador de pastoral oferecia uma base para a nova missão, mas o episcopado apresentava desafios que, de certa maneira, eram desconhecidos.


SANTO DO DIA - SANTO ANDRÉ KIM E SEUS COMPANHEIROS




Origens 

A Igreja coreana foi fundada por leigos: eis a peculiaridade que a distingue das demais Igrejas. Segundo o Missal Romano, o Espírito sopra onde quer. Por isso, naquela estreita península, na extremidade oriental do mundo, o mesmo Espírito inspirou o coração de alguns homens, que abriram suas almas à nova fé, transmitida pelas delegações eclesiásticas chinesas, que visitavam a Coreia, anualmente, desde o início do século XVII.

Chegada de Sacerdotes à Coreia 

Com o passar do tempo, os sacerdotes iam à Coreia e levavam consigo escritos religiosos e livros para aprofundar a fé. No entanto, a comunidade nascente, cada vez mais fecunda e prometedora, começou a pedir a Pequim para mandar mais missionários às suas terras e foi atendida. O Padre Chu-mun-mo chegou à Coreia e, assim, tiveram início as celebrações litúrgicas.

A Perseguição 

Entretanto, a prosperidade da fé da nova comunidade não passou despercebida. O governo coreano não via com bons olhos o novo culto, que levou ao país novos ritos, bem diferentes dos tradicionais. Assim, em 1802, foi promulgado um édito estatal, que não proibia apenas a crença cristã, mas também mandava exterminar os cristãos. 

O primeiro a ser assassinado foi o único sacerdote chinês. Contudo, em 1837, chegaram mais dois, acompanhados por um Bispo, pertencentes às Missões Estrangeiras de Paris, embora houvesse ainda perseguições.

André Kim Taegon, primeiro sacerdote da Coreia

André foi um dos primeiros sacerdotes coreanos, nascidos e criados no país. Nasceu em 1821, em uma família convertida e muito fervorosa, tanto que seu pai transformou sua casa em igreja doméstica, onde se reuniam muitos fiéis para ser batizados.

André Kim respirava a fé, desde criança, e conheceu de perto o martírio precoce com a morte do seu pai, assassinado aos 44 anos. Tais episódios, porém, fortaleceram ainda mais a sua fé, a ponto de ir a Macau para receber a ordenação sacerdotal. Ao regressar à Coreia como diácono, em 1844, favoreceu, às ocultas, a entrada no país do Bispo Ferréol. Juntos, trabalharam como missionários, sempre em segredo, apesar do eterno clima de perseguição. 

André, de modo particular, conhecendo os costumes e a mentalidade locais, obteve resultados extraordinários em seu apostolado. Contudo, foi descoberto e preso, por tentar enviar documentações e testemunhos para a Europa. Padre André Kim Taegon foi martirizado em 16 de setembro de 1846.

Companheiros Mártires

Foram dez mil mártires. Desses, a Igreja canonizou muitos que foram agrupados para uma só festa, liderados por André Kim Taegon. Neste dia, veneram-se na mesma celebração todos os cento e três mártires que na Coreia deram testemunho da fé cristã. Todos estes atletas de Cristo – entre os quais três bispos, oito presbíteros e todos os outros leigos: homens e mulheres, casados ou não, anciãos, jovens e crianças – suportando o suplício, consagraram com o seu precioso sangue os primórdios da Igreja na Coreia.

Paulo Chong Hasang, catequista peregrino

A história de Paulo é a de um herói da fé, pois, ainda jovem, presenciou ao martírio de metade da sua família. Paulo Chong, natural de Mahyan, nasceu em 1795; foi preso, com sua mãe e irmã, e privado de todos os seus bens. Ao readquirir a sua liberdade, sua fé ficou mais forte do que nunca; transferiu-se para Seul, onde se uniu à comunidade cristã local, com a qual trabalhou muito, obtendo novas conversões. Sozinho e a pé, apesar das enormes dificuldades, fez pelo menos 15 peregrinações à China, comprometendo-se para levar sacerdotes e missionários às terras coreanas de Pequim. Hospedado na casa do Bispo francês de Imbert, que ajudou a entrar na Coreia, recebeu o convite para ser sacerdote. Porém, Paulo foi preso, durante as perseguições anticristãs, e martirizado em 22 de setembro de 1839.

Via de Santificação

A canonização ocorreu em 06 de maio de 1984, pelo Papa João Paulo II. Determinando o dia 20 de setembro para a celebração litúrgica.

Minha oração

“Pedimos a intercessão dos mártires pelo povo coreano e seus descendentes, pedimos pelo país e seus governantes, para que sejam conforme os valores cristãos e a fé possa florescer nessa região através desse testemunho. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém!”

Santo André Kim e companheiros mártires, rogai por nós!

Fonte: Canção  Nova Notícias 

PAPA: GRAVE CRISE HUMANITARIA NA SOMÁLIA É ´NECESSÁRIA ASSISTÊNCIA INTERNACIONAL


Após o Angelus dominical, Leão XIV faz votos de “um envolvimento generoso da comunidade internacional” para ajudar a população, especialmente mulheres e crianças, que sofre com a seca e episódios de violência no país do Chifre da África. Em memória dos prisioneiros da Segunda Guerra Mundial, ele convida a não esquecer, “mas a aprender com a história para não repetir os erros do passado”

Vatican News

O Papa acompanha “com grande preocupação” a crise humanitária em curso em algumas regiões da Somália e ressaltou isso após a oração do Angelus deste domingo, 20 de setembro, lembrando que, no país do Chifre da África, “episódios de violência e fenômenos climáticos extremos estão agravando as condições de vida já precárias da população, especialmente de mulheres e crianças”.

Faço votos de um envolvimento generoso da comunidade internacional, para que não falte a esses nossos irmãos e irmãs a assistência necessária.


Leão XIV no Angelus: diante de Deus não há lugar para invejas nem divisões

Deus tem caminhos diferentes e pensamentos novos também para aqueles que se consideram os primeiros e acham que conseguiram o que são por si mesmos, que mereceram 

 

Seca e violência na Somália

A Somália está enfrentando mais uma seca prolongada. Uma emergência humanitária que coloca em risco a vida de milhões de pessoas, entre elas quase 2 milhões de crianças, que ficaram sem água nem alimentos suficientes. No total, segundo denúncias de organizações humanitárias internacionais, quase 6 milhões de somalis enfrentam hoje uma fome aguda. Um número que dobrou em relação ao início de 2025. Uma grave seca atinge algumas regiões do norte, à qual se somam conflitos e deslocamentos e, na esteira da guerra no Irã, o aumento dos custos do combustível e dos fertilizantes.

Guerras: aprender com a história para não repetir erros

Ao saudar os muitos fiéis e peregrinos presentes na Praça São Pedro e aqueles conectados através dos meios de comunicação, Leão XIV enviou sua bênção à população de Pescantina, na província de Verona - norte da Itália -, “que neste domingo se reúne em torno do monumento aos ex-internados, para lembrar aqueles que foram deportados e feitos prisioneiros durante a Segunda Guerra Mundial”.

Faço isso para ressaltar que não devemos esquecer, mas aprender com a história para não cairmos novamente nos erros do passado.

Saudações aos poloneses, eslovacos e romanos

Em particular, o Pontífice deu as boas-vindas ao bispo e aos fiéis da Diocese de Toruń, na Polônia, “que visitam na Itália os locais dos milagres eucarísticos”, bem como às famílias provenientes da Diocese de Spiš, na Eslováquia, onde neste domingo se realiza, em Bratislava, a Marcha Nacional pela Vida. Em seguida, saúdou os padres jesuítas que iniciam seu novo percurso de estudos em Roma, o grupo da paróquia romana da Sagrada Família de Nazaré, juntamente com a Polisportiva Centocelle e o oratório “São José Manyanet”.

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Fonte:  https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-09/papa-leao-xiv-pos-angelus-apelo-somalia-crise-violencia.html



 

SANTO DO DIA - SANTO ANDRÉ KIM E SEUS COMPANHEIROS MÁRTIRES

 

 

Origens 

A Igreja coreana foi fundada por leigos: eis a peculiaridade que a distingue das demais Igrejas. Segundo o Missal Romano, o Espírito sopra onde quer. Por isso, naquela estreita península, na extremidade oriental do mundo, o mesmo Espírito inspirou o coração de alguns homens, que abriram suas almas à nova fé, transmitida pelas delegações eclesiásticas chinesas, que visitavam a Coreia, anualmente, desde o início do século XVII.

Chegada de Sacerdotes à Coreia 

Com o passar do tempo, os sacerdotes iam à Coreia e levavam consigo escritos religiosos e livros para aprofundar a fé. No entanto, a comunidade nascente, cada vez mais fecunda e prometedora, começou a pedir a Pequim para mandar mais missionários às suas terras e foi atendida. O Padre Chu-mun-mo chegou à Coreia e, assim, tiveram início as celebrações litúrgicas.

A Perseguição 

Entretanto, a prosperidade da fé da nova comunidade não passou despercebida. O governo coreano não via com bons olhos o novo culto, que levou ao país novos ritos, bem diferentes dos tradicionais. Assim, em 1802, foi promulgado um édito estatal, que não proibia apenas a crença cristã, mas também mandava exterminar os cristãos. 

O primeiro a ser assassinado foi o único sacerdote chinês. Contudo, em 1837, chegaram mais dois, acompanhados por um Bispo, pertencentes às Missões Estrangeiras de Paris, embora houvesse ainda perseguições.

André Kim Taegon, primeiro sacerdote da Coreia

André foi um dos primeiros sacerdotes coreanos, nascidos e criados no país. Nasceu em 1821, em uma família convertida e muito fervorosa, tanto que seu pai transformou sua casa em igreja doméstica, onde se reuniam muitos fiéis para ser batizados.

André Kim respirava a fé, desde criança, e conheceu de perto o martírio precoce com a morte do seu pai, assassinado aos 44 anos. Tais episódios, porém, fortaleceram ainda mais a sua fé, a ponto de ir a Macau para receber a ordenação sacerdotal. Ao regressar à Coreia como diácono, em 1844, favoreceu, às ocultas, a entrada no país do Bispo Ferréol. Juntos, trabalharam como missionários, sempre em segredo, apesar do eterno clima de perseguição. 

André, de modo particular, conhecendo os costumes e a mentalidade locais, obteve resultados extraordinários em seu apostolado. Contudo, foi descoberto e preso, por tentar enviar documentações e testemunhos para a Europa. Padre André Kim Taegon foi martirizado em 16 de setembro de 1846.

Companheiros Mártires

Foram dez mil mártires. Desses, a Igreja canonizou muitos que foram agrupados para uma só festa, liderados por André Kim Taegon. Neste dia, veneram-se na mesma celebração todos os cento e três mártires que na Coreia deram testemunho da fé cristã. Todos estes atletas de Cristo – entre os quais três bispos, oito presbíteros e todos os outros leigos: homens e mulheres, casados ou não, anciãos, jovens e crianças – suportando o suplício, consagraram com o seu precioso sangue os primórdios da Igreja na Coreia.

Paulo Chong Hasang, catequista peregrino

A história de Paulo é a de um herói da fé, pois, ainda jovem, presenciou ao martírio de metade da sua família. Paulo Chong, natural de Mahyan, nasceu em 1795; foi preso, com sua mãe e irmã, e privado de todos os seus bens. Ao readquirir a sua liberdade, sua fé ficou mais forte do que nunca; transferiu-se para Seul, onde se uniu à comunidade cristã local, com a qual trabalhou muito, obtendo novas conversões. Sozinho e a pé, apesar das enormes dificuldades, fez pelo menos 15 peregrinações à China, comprometendo-se para levar sacerdotes e missionários às terras coreanas de Pequim. Hospedado na casa do Bispo francês de Imbert, que ajudou a entrar na Coreia, recebeu o convite para ser sacerdote. Porém, Paulo foi preso, durante as perseguições anticristãs, e martirizado em 22 de setembro de 1839.

Via de Santificação

A canonização ocorreu em 06 de maio de 1984, pelo Papa João Paulo II. Determinando o dia 20 de setembro para a celebração litúrgica.

Minha oração

“Pedimos a intercessão dos mártires pelo povo coreano e seus descendentes, pedimos pelo país e seus governantes, para que sejam conforme os valores cristãos e a fé possa florescer nessa região através desse testemunho. Por Cristo, Nosso Senhor. Amém!”

Santo André Kim e companheiros mártires, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias

 

sábado, 19 de setembro de 2026

SANTO DO DIA - SÃO JANUÁRIO

 

 

Origens 

São Januário nasceu em Nápoles, na segunda metade do século III, e foi eleito bispo de Benevento, onde exerceu seu apostolado, amado pela comunidade cristã e respeitado também pelos pagãos. 

A Visão

O episódio, que levou Januário ao martírio, aconteceu no início do século IV, com a retomada das perseguições contra os cristãos. Há algum tempo, Januário era muito amigo de Sóssio, diácono da cidade de Miseno. Certo dia, enquanto lia o Evangelho na igreja, teve uma visão: apareceu uma chama sobre a sua cabeça. Reconhecendo nela o símbolo do seu futuro martírio, Januário deu graças ao Senhor e pediu para que aquele fosse o seu destino. 

Páscoa 

Reconhecendo o seu destino, o Bispo convidou Sóssio a participar da visita pastoral, que se realizaria em Pozzuoli, para falar sobre a fé. O diácono pôs-se a caminho, mas, durante a viagem, foi preso pelos guardas, enviados por Dragôncio, governador da Campânia. 

Na prisão, recebeu a visita de Januário, acompanhado pelo diácono Festo e o leitor Desidério: os três tentaram interceder, junto a Sóssio, pela sua libertação. Mas, em resposta, todos foram condenados a serem dilacerados publicamente pelos ursos. No entanto, a notícia da sua condenação à morte não foi bem vista pelo povo. Por isso, temendo uma revolta, o governador mudou a sentença para uma decapitação discreta, longe dos olhos do povo. Foram martirizados também Próculo, diácono da igreja de Pozzuoli, e os fiéis Eutíquio e Acúcio, por terem criticado a execução publicamente.

Outra versão do seu martírio

Nem todas as fontes, tão antigas, concordavam com o martírio de São Januário e, por isso, há outra hipótese do que, provavelmente, poderia ter acontecido: enquanto Januário se encaminhava para Nola, o pérfido juiz, Timóteo, o prendeu com a acusação de proselitismo, que violava os decretos imperiais. No entanto, as torturas perpetradas contra o Santo não afetaram seu corpo ou sua fé. 

Por isso, Timóteo o jogou em uma fornalha da qual, mais uma vez, Januário saiu ileso. Enfim, foi condenado à decapitação em um lugar perto da chamada Solfatara. Durante a sua transferência, encontrou um mendigo, que lhe pede um pedaço do seu manto para guardar como relíquia: o Santo respondeu que podia ficar com todo o lenço, que estava amarrado em seu pescoço, antes da execução. Antes de morrer, Januário colocou um dedo na garganta, que também foi decepado pela lâmina, junto com o lenço, depois conservados como relíquia.

O Milagre do Sangue 

Segundo o costume, por ocasião da execução dos mártires, uma mulher, Eusébia, chegou ao lugar da morte de Januário e recolheu, em duas ampolas, o sangue derramado pelo Bispo, já em odor de santidade. Ela as entregou ao Bispo de Nápoles, que mandou construir duas capelas em homenagem ao sagrado traslado: São Januarinho em Vômero e São Januário em Antignano. Seu corpo, ao invés, sepultado na zona rural de Marciano, teve uma primeira translação, no século V, quando o culto ao Santo já era bem difundido. São Januário foi canonizado por Sisto V, em 1586. 

Relíquia

Quanto à relíquia do seu sangue, foi exposta, pela primeira vez, em 1305. Porém, o milagre do seu sangue, que parece quase ferver e voltar ao estado líquido, permanecendo até a oitava seguinte, ocorreu, pela primeira vez, em 17 de agosto de 1389, após uma grande escassez. Hoje, o milagre se repete três vezes ao ano: no primeiro sábado de maio, em memória da primeira translação; em 19 de setembro, memória litúrgica do Santo e data do seu martírio; e em 16 de dezembro, para comemorar a desastrosa erupção do Vesúvio, em 1631, bloqueada por intercessão do Santo. As duas ampolas estão conservadas em uma teca de prata, por desejo de Roberto d’Angiò, na Capela do Tesouro de São Januário, na Catedral de Nápoles.

Via de Santificação 

São Januário é venerado desde o século V, mas sua confirmação canônica veio somente por meio do Papa Sisto V em 1586.

Minha oração

“Querido bispo, levai o teu povo ao mais profundo mistério dos milagres. Curai os doentes e socorrei os necessitados, assim como Cristo deseja realizar em nós. Que através das tuas relíquias aconteçam grandes conversões. Amém!”

São Januário, rogai por nós

Fonte: Canção Nova Notícias

 

sexta-feira, 18 de setembro de 2026

NOTA À IMPRENSA SOBRE INFORTUNIO COM A RETIRADA DA IMAGEM DA SAGRADA FAMILIA NA ES COLA JESUS MARIA JOSÉ


NOTA À IMPRENSA

A Arquidiocese de Fortaleza lamenta o infortúnio ocorrido com a imagem da Sagrada Família durante a operação de retirada da fachada da antiga Escola Jesus, Maria e José, realizada nesta quinta-feira, 17 de setembro. A Arquidiocese já foi informada pela Prefeitura de Fortaleza de que a empresa responsável pelo serviço realizará a restauração da imagem

pós restaurada, a peça será encaminhada à Catedral Metropolitana de Fortaleza, onde ficará sob a guarda da Arquidiocese. A expectativa é que, recuperada, a imagem possa novamente ser contemplada e venerada pelos fiéis. A peça possui grande valor histórico e religioso, por ter sido concebida para ocupar o cimo do prédio construído no início do século XX para acolher crianças órfãs e pobres, como parte de uma obra dedicada à caridade cristã.A

A Arquidiocese segue em diálogo com a Prefeitura de Fortaleza e acompanha os encaminhamentos para a restauração e preservação da imagem.


 


PAPA LEÃO XIV NOMEOU, HOJE, O CEARENSE DE CAMOCIM, DOM ANTÔNIO FONTINELE DE MELO , COMO BISPO DA DIOCESE DE RIO BRANCO, NO ACRE

 

 



O Papa Leão XIV nomeou nesta sexta-feira, 18 de setembro, dom Antônio Fontinele de Melo como bispo da diocese de Rio Branco, no Estado do Acre, transferindo-o da sede episcopal de Humaitá, no Estado do Amazonas.

Após a renúncia de dom Joaquín Pertíñez, dom Antônio assumiu a administração apostólica da diocese de Rio Branco em 12 de julho deste ano. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou saudação a dom Antônio.

Saudação a dom Antônio Fontinele de Melo

 

Estimado irmão no episcopado, dom Antônio Fontinele,

Recebemos com alegria a notícia de sua nomeação pelo Papa Leão XIV como bispo da diocese de Rio Branco, no Acre.  Agradecemos por sua doação nestes seis anos em que esteve à frente da diocese de Humaitá.

Ao saudá-lo fraternalmente, manifestamos nossa comunhão e confiança no seu ministério episcopal, agora confiado a este querido povo de Deus no Acre, ao mesmo tempo que recordamos o que o Santo Padre disse aos bispos de recente nomeação em encontro em Roma: “Nenhum bispo está sozinho”.

Que Nossa Senhora de Nazaré, padroeira da cidade de Rio Branco, sustente e ilumine seus passos, para que o senhor possa exercer seu pastoreio com sabedoria, proximidade e ardor missionário, anunciando o Evangelho e promovendo a vida plena para todos.

Conte com nossas orações, nosso apoio e nossa fraternidade.

Em Cristo,

Cardeal Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre – RS
Presidente da CNBB

Dom João Justino de Medeiros
Arcebispo de Goiânia – GO
1º vice-presidente da CNBB

Dom Paulo Jackson
Arcebispo de Olinda e Recife – PE
2ª vice-presidente da CNBB

Dom Ricardo Hoepers
Bispo auxiliar de Brasília – DF
Secretário-geral da CNBB

Currículo e trajetória eclesial

Antônio Fontinele de Melo, professor, poeta e Bispo da Diocese de Humaitá (AM), nasceu no dia 9 de maio de 1968, em Camocim (CE). Fez a sua formação em Filosofia e Teologia, de 1993 a 1998, no seminário São João XXIII, em Porto Velho (RO). Licenciou-se em Filosofia pela Universidade Católica de Brasília (UCB), em 2001.

Tornou-se bacharel em Teologia pelo Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (MG), em 2003. Dom Fontinele também se especializou em Metodologia do Ensino Superior, na Universidade Federal de Rondônia, em 2003, e em Sagradas Escrituras pelo Centro Universitário Claretiano, em 2015.

Foi ordenado diácono em 21 de novembro de 1998 e presbítero em 18 de setembro de 1999. Como padre, exerceu diversos serviços na arquidiocese de Porto Velho (RO). Foi pároco da Paróquia São Cristóvão (1999 a 2013), reitor da casa vocacional Dom Hélder Câmara (1998 a 2004), coordenador de pastoral (2005 a 2010), foi ainda pároco da Catedral Sagrado Coração de Jesus (2012 a 2020), sendo nomeado pelo Santo Padre Papa Francisco, Bispo da Diocese de Humaitá no ano de 2020.

Também foi professor de Introdução à Sagrada Escritura e de Gestão Eclesial no curso de Teologia do Seminário São João XXII, em Porto Velho, (2016 a 2020). No regional Noroeste da CNBB, que compreende o Acre, o Sul do Amazonas e Rondônia, coordenou a Comissão Regional Noroeste de presbíteros (2002 a 2005) e foi assessor das Comunidades Eclesiais de Base do Regional Noroeste (2009 a 2012).

Fonte:  https://www.cnbb.org.br/papa-leao-xiv-nomeia-dom-antonio-fontinele-como-bispo-da-diocese-de-rio-branco-no-acre/