Provisão de Administrador Paroquial da Paróquia Divino Espírito Santo – Cidade 2000 – Fortaleza, para o padre Joaquim Fernando Pontes III – 28/9/2026
Blog da Sagrada Família
Por uma família de amor e paz
sexta-feira, 25 de setembro de 2026
LEÃO XIV À IGREJA NA FRANÇA: DAI PRIORIDADE À CONVERSÃO MISSIONÁRIA
Sede
uma Igreja viva, multifacetada e próxima. A escassez de meios não impede a
missão, pois é a graça de Deus que permite a liberdade interior e a sobriedade
de vida, a fim de refletir o estilo evangélico. Em tudo isto, valorizai com
confiança a presença missionária dos fiéis leigos, que são a viva linha de
frente da Igreja nas encruzilhadas do mundo quotidiano: disse o Papa à Igreja
na França, nas Vésperas celebradas esta sexta-feira (25/09) na Catedral de
Notre-Dame, em Paris
Raimundo de Lima – Vatican News
No
terceiro e penúltimo compromisso em seu primeiro dia em terras francesas, Leão
XIV presidiu no final da tarde desta sexta-feira, 25 de setembro, às Vésperas
com os bispos, sacerdotes, diáconos, religiosos, religiosas e seminaristas na
Catedral de Notre-Dame, cujo templo, com sua grandiosidade, constitui uma das
construções góticas mais célebres do mundo e um dos monumentos mais visitados
de Paris.
Conversão missionária
Na homilia da celebração das
Vésperas, o Santo Padre quis ressaltar, já no início de sua reflexão, que já se
passaram sete anos desde quando o mundo inteiro, com a respiração suspensa, viu
a Catedral de Notre-Dame ser consumida por um incêndio terrível, ressaltando
que a participação coletiva na reconstrução e, “hoje, o esplendor do resultado,
revelam que neste lugar bate o coração de um povo, que estamos no centro vital
de uma civilização, que o passado e o futuro se abraçam, que o céu e a terra se
encontram”.
A reconstrução da Catedral foi
ocasião para um encontro que alargou os espaços de acolhimento e participação
para além das fronteiras da pertença eclesial, afirmou o Pontífice, convidando
em seguida a Igreja francesa a dar prioridade à conversão missionária.
Queridos bispos, presbíteros,
diáconos, pessoas consagradas e seminaristas da França: deixai-vos inspirar
pelo que aqui aconteceu! Dai prioridade à Evangelii gaudium, ou seja, àquela
conversão missionária que o Papa Francisco nos testemunhou desde a sua primeira
Exortação Apostólica.
A Igreja é chamada a estar sempre “em saída”
Leão XIV lembrou que a Igreja é chamada a estar sempre “em
saída”. Como discípulos de Cristo, disse, sabeis bem que a comunidade cristã
não é um refúgio onde retirar-nos para nos protegermos do próprio tempo. Pelo
contrário, ela oferece-se, à semelhança das antigas catedrais, como um espaço
de acolhimento, respeito, revelação e sentido para todos. Aqui reside a força
de uma Igreja viva: acolher a periferia, que já se encontra no seu coração; o
distante, que, na realidade, já está próximo; o estrangeiro em quem Cristo já
bate à porta.
Se Notre-Dame é o
símbolo deste encontro no coração de Paris, as outras cidades e regiões da
França, mesmo as mais periféricas e rurais, serão, com maior razão,
transfiguradas por uma presença missionária, simples e benevolente, que
contribua também para a harmonização das diferenças culturais e para a cura das
feridas presentes nas nossas sociedades. Desde a costa do Norte ao
Mediterrâneo, das regiões do interior aos Departamentos Ultramarinos, sede uma
Igreja viva, multifacetada e próxima. A escassez de meios não impede a missão,
pois é a graça de Deus que permite a liberdade interior e a sobriedade de vida,
a fim de refletir o estilo evangélico. Em tudo isto, valorizai com confiança a
presença missionária dos fiéis leigos, que são a viva linha de frente da Igreja
nas encruzilhadas do mundo quotidiano.
Maria seja a estrela que guia a missão da Igreja na França
Antes de concluir, o Papa ressaltou que no coração da cidade, a
Catedral aberta é o sinal de uma comunidade que louva o Senhor e que vive a
hospitalidade não como um gesto ocasional, mas como a própria forma da sua
existência, fazendo com que todos se possam sentir em casa, sem serem mais
oprimidos nem marginalizados num mundo em mudança. Pastores e consagrados da
França, disse, “fostes chamados a ser os primeiros guardiães desta casa aberta,
pedras vivas de uma Igreja que espera e não teme o futuro”.
Esta Catedral renasceu para que possais renascer com ela num
impulso de santidade e de missão quotidiana. No meio do vosso povo, sede a
expressão límpida da maternidade divina da Igreja que, ao testemunhar o amor de
Deus, recompõe e cura a família humana, frisou ainda, exortando por fim, com o
olhar em seguida voltado para a Virgem Maria:
Ergamos o olhar
para a estátua do século XIV da Virgem com o Menino, que o incêndio não
conseguiu danificar e que volta a resplandecer diante de nós. Maria, que
acolheu o Verbo no seu seio, proteja a vossa fidelidade e seja a estrela que
guia a missão da Igreja na França. Santa Maria, Nossa Senhora de Paris e Mãe da
Igreja, rogai pelo povo francês, amparai os seus pastores e caminhai sempre ao
nosso lado.
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SANTO DO DIA - SÃO FIRMINO DE AMIENS
Origens
São
Firmino de Amiens era originário de uma família nobre de Pamplona na Espanha.
Seus pais Fermo e Eugenia eram pagãos, mas, depois, se converteram na época do
episcopado de seu filho. Firmino, que era o filho mais velho, foi confiado aos
cuidados do padre Onesto, que o batizou e o instruiu na fé cristã.
O
primeiro bispo
Mais
tarde, foi ordenado sacerdote pelo bispo de Toulouse Onorato e, depois de
alguns anos, bispo. São Firmino permaneceu em sua cidade natal de Pamplona,
onde uma tradição local o considera o primeiro bispo da cidade. Depois, passou
a evangelizar algumas regiões da França como Aquitânia, Auvergne, Anjou e
outras no nordeste. Apesar da oposição dos sacerdotes pagãos, os resultados de
seu trabalho foram sensacionais.
Desafios
apostólicos
Os
“Atos” dizem que ele também foi preso por ordem do governador romano Valério,
açoitado e, depois, libertado. Em seus itinerários, acabou parando em Amiens (a
antiga Samobriva Ambianorum) onde foi bispo com grande sucesso por muitos anos.
Sabe-se que ele converteu muitos nobres incluindo o senador Faustiniano, de
cujos descendentes o outro bispo confessor São Firmino de Amiens
(celebrado em outra data).
Páscoa
Pelos
diligentes magistrados Longulo e Sebastiano, foi novamente preso no início do
século IV e convidado a abjurar, mas São Firmino de Amiens recusou, mantendo-se
firme em sua fé. Então, os magistrados, para evitar uma reação popular,
mandaram decapitá-lo na prisão em 25 de setembro de um ano não especificado
entre 290 e 303.
Suas
relíquias
No
século VII, não se sabia onde estava o túmulo do santo bispo e mártir, mas, por
uma visão milagrosa, o bispo de Amiens São Salvio o encontrou. Suas relíquias
estão espalhadas em várias igrejas da França, pois o culto a São Firmino de
Amiens teve uma ampla difusão, tanto na França como na Espanha. Em Pamplona, em
particular, é muito solene, documentado pela primeira vez em 1186, quando o
bispo da cidade Pedro II recebeu algumas relíquias de São Firmino Amiens. Em
1217, na catedral havia um altar dedicado a ele e a festa foi celebrada com uma
oitava.
Devoção
atual
Atualmente,
na cidade de origem, existem duas capelas dedicadas a ele, uma na catedral e
outra na igreja de São Lorenzo, construídas segundo a tradição no local da casa
natal de São Firmino de Amiens. A festa em Pamplona ficou muito conhecida no
mundo, pela corrida de touros, o famoso “encierro”, que acontece nas ruas da
cidade por cerca de 850 metros, com touros livres correndo junto com homens
bastante ousados, com a participação de uma grande multidão e numerosos
turistas, e terminando na arena. Em Amiens, na França, o nome de São Firmino
foi incluído nas ladainhas medievais dos santos, e, na antiguidade, havia cinco
celebrações em sua homenagem durante o ano, incluindo 25 de setembro, dia do
martírio e data em que ele é inserido no ‘Martyrologium Romanum’.
Padroeiro
e representações artísticas
Na
Idade Média foi invocado como protetor dos tanoeiros, mercadores de vinho,
padeiros e contra as doenças. Na arte figurativa, as obras confundem-se em
Amiens, precisamente pelos dois bispos homónimos da mesma diocese, mas os de
Firmino bispo e mártir são mais facilmente identificáveis, devido ao seu
martírio, que o tornou mais famoso; de fato, tendo sido decapitado, em algumas
obras ele é retratado com a cabeça na mão ou olhando para a cabeça decepada no
chão. Os ‘Atos’ que falam dele datam do século V ou VI, tendo motivos de
decorações escultóricas na própria catedral de Amiens.
Minha
oração
“Pelo
teu sangue, fizeste frutificar a fé do povo, intercedei por aqueles que lhe
rogam e pelo povo no qual viveu o seu bispado. Que teu exemplo seja fortaleza e
consolo para os europeus, assim como para nós. Amém!”
São Firmino, rogai por nós!
Fonte: Cançao Nova Notícias
quinta-feira, 24 de setembro de 2026
SANTO DO DIA - SÂO GERARDO SAGREDO
Origens
Na
Panônia, no território da atual Hungria, São Gerardo Sagredo, bispo de Csanad e
mártir, foi professor de São Emérico, príncipe adolescente, filho do rei Santo
Estêvão. Morreu apedrejado no Danúbio, na revolta de alguns pagãos locais. O
santo bispo une vários países europeus em sua vida, desde as suas origens até
sua morte. Ele é Patrono da Hungria.
Raízes
Nasceu
em Veneza, em um ano não especificado, por volta de 980, em 23 de abril. Em seu
batismo foi dado o nome de Giorgio. De uma família da Dalmácia, segundo a
tradição do século XVI, descendia da linhagem de Sagredo. Giorgio, aos cinco
anos, foi acometido por uma febre forte e seus pais pediram a intercessão de
São Giorgio. Uma vez curado e atingido uma idade adequada, ele entrou no
mosteiro beneditino de São Giorgio Maior, na Isola Maggiore em Veneza. No
mosteiro, em memória de seu pai recentemente falecido, ele assumiu o nome de
Gerardo.
Peregrino
Depois
de alguns anos, tornou-se prior do mosteiro. Mais tarde, São Gerardo Sagredo
tornou-se abade, mas, depois de um tempo, desistiu de seu cargo porque queria
sair para uma peregrinação a Belém na Palestina. Partindo com um navio, chegou
a Zadar, de onde, em vez de seguir para a Terra Santa, partiu para a Hungria,
onde se estabeleceu.
A
condução de Deus, bispado
Foi-lhe
dado o cargo de “magister” (professor) do príncipe Emeric, filho do rei Estevão
I, primeiro rei da Hungria. Depois, retirou-se para Bakonybél, para viver
como eremita. Um tempo depois, o rei Estêvão I o chamou de volta do eremitério
e lhe confiou o bispado de Csanád. São Gerardo Sagredo participou
ativamente da obra de evangelização do povo húngaro, fortemente desejada pelo
rei Estêvão ‘o santo’, tanto que ganhou o título de apóstolo da Hungria.
Páscoa
Parece
que ele escreveu várias obras com sua própria mão, mas, atualmente, apenas o
“Comentário sobre Daniel” é conhecido. São Gerardo Sagredo morreu em 24 de
setembro de 1046, no portão de Pest, na margem direita do Danúbio, pela mão de
um grupo de pagãos, que o empurrou para baixo do monte Kelen. O monte levou seu
nome, chamando monte Gerardo. Apóstolo da Hungria, a antiga Panônia, o
santo bispo e mártir teve um culto oficial a partir de 1083 com a aprovação do
Papa Gregório VII. Nos séculos seguintes houve uma vasta produção biográfica a
seu respeito.
Minha
oração
“Tu
que se tornaste bispo pela vontade divina, ajudai-nos a reconhecer os caminhos
de Deus em nossa vida e a ter a força de segui-los com toda a dedicação. Que
nos tornemos apóstolos do Evangelho onde estivermos. Por Cristo, Nosso Senhor.
Amém!”
São Gerardo Sagredo, rogai por nós!
Fonte: Canção Nov Notícias
SANTUÁRIO DE CANINDÉ DIVULGA PROGRAMAÇÃO DA FESTA DE SÃO FRANCISCO DAS CHAGAS 2026
PAPA LEÃO XIV RESPONDE CARTAS ENVIADAS POR COROINHAS DO SANTUÁRIO DE FÁTIMA
Os coroinhas do Santuário de Fátima, em Fortaleza, receberam uma resposta especial do Papa Leão XIV às cartas que haviam enviado ao Santo Padre. A correspondência chegou no dia 16 de setembro, emocionando os coordenadores e as crianças que participaram da iniciativa.
A ideia partiu de Juliana, coordenadora dos Coroinhas do Santuário de Fátima, inspirada no livro Cartas para o Papa Francisco. A partir da proposta, os coroinhas foram convidados a escrever cartas ao Papa Leão XIV, compartilhando pensamentos, sentimentos e aquilo que gostariam de dizer ao Santo Padre.
As cartas foram publicadas por Juliana em junho de 2026. Naquele momento, não havia a expectativa de que necessariamente haveria uma resposta. A iniciativa nasceu, sobretudo, do desejo das crianças de estabelecer uma comunicação com o Papa
comunicação com o Papa.


Resposta do Santo Padre
O retorno chegou no dia 16 de setembro, quando os coordenadores receberam a carta enviada pelo Papa Leão XIV.
Na mensagem, o Santo Padre acolheu o gesto dos coroinhas e transmitiu palavras de carinho e proximidade. O Papa também confiou a pastoral à proteção de Nossa Senhora Aparecida e São José, encerrando a carta com a Bênção Apostólica.
A resposta foi recebida com alegria pelos coordenadores e tornou-se um momento significativo para as crianças que participaram da iniciativa.
Para a coordenação dos coroinhas, a experiência reforça a importância de incentivar as crianças a expressarem sua fé e sua relação com a Igreja. O gesto também se tornou uma oportunidade para mostrar que iniciativas simples podem aproximar os fiéis da vida da Igreja e de seus pastores.
A iniciativa foi relatada por Karine Serpa, coordenadora da PASCOM do Santuário de Fátima.



