quarta-feira, 3 de junho de 2026

EVANGELHO DO DIA

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 12,18-27

Naquele tempo: 18Vieram ter com Jesus alguns saduceus, os quais afirmam que não

existe ressurreição e lhe propuseram este caso:

19'Mestre, Moisés deu-nos esta prescrição: 'Se morrer o irmão de alguém, e deixar a

esposa sem filhos, o irmão desse homem deve casar-se com a viúva, a fim de garantir

a descendência de seu irmão.' 20Ora, havia sete irmãos: o mais velho casou-se, e

morreu sem deixar descendência. 21O segundo casou-se com a viúva,

e morreu sem deixar descendência. E a mesma coisa aconteceu com o terceiro. 22E

nenhum dos sete deixou descendência.

Por último, morreu também a mulher. 23Na ressurreição, quando eles ressuscitarem,

de quem será ela mulher? Por que os sete se casaram com ela!' 24Jesus respondeu:

'Acaso, vós não estais enganados, por não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de

Deus? 25Com efeito, quando os mortos ressuscitarem, os homens e as mulheres não

se casarão, pois serão como os anjos do céu. 26Quanto ao fato da ressurreição dos

mortos, não lestes, no livro de Moisés, na passagem da sarça ardente, como Deus lhe

falou:

'Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó'? 27Ora, ele não é Deus

de mortos, mas de vivos! Vós estais muito enganados.' Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

 3 DE JUNHO DE 2026

4ª. FEIRA DA IX SEMANA DO

TEMPO COMUM


Cor verde


1ª. Leitura – II Tim 1, 1-3.6-12

Início da Segunda Carta de São Paulo a Timóteo 1,1-3.6-12

1Paulo, Apóstolo de Jesus Cristo pelo desígnio de Deus referente à promessa de vida

que temos em Cristo Jesus, 2a Timóteo, meu querido filho: Graça, misericórdia e paz

da parte de Deus Pai e de Cristo Jesus, nosso Senhor!  3Dou graças a Deus, - a quem

sirvo com a consciência pura, como aprendi dos meus antepassados -, quando me

lembro de ti, dia e noite, nas minhas orações.  6Por este motivo, exorto-te a reavivar


7


a chama do dom de Deus que recebeste pela imposição das minhas mãos. 7Pois Deus

não nos deu um espírito de timidez, mas de fortaleza, de amor e sobriedade. 8Não te

envergonhes do testemunho de Nosso Senhor nem de mim, seu prisioneiro, mas sofre

comigo pelo Evangelho, fortificado pelo poder de Deus.  9Deus nos salvou e nos

chamou com uma vocação santa, não devido às nossas obras, mas em virtude do seu

desígnio e da sua graça, que nos foi dada em Cristo Jesus desde toda a

eternidade. 10Esta graça foi revelada agora, pela manifestação de nosso Salvador,

Jesus Cristo. Ele não só destruiu a morte, como também fez brilhar a vida e a

imortalidade por meio do Evangelho,11do qual fui constituído anunciador, apóstolo e

mestre.  12Esta é a causa pela qual estou sofrendo, mas não me envergonho, porque

sei em quem coloquei a minha fé. E tenho a certeza de que ele é capaz de guardar

aquilo que me foi confiado até ao grande dia. Palavra do Senhor.

Reflexão - Vencendo o desânimo, com a fortaleza, o amor e a sobriedade!

Somente quando já vivemos uma vida de esperança em Deus, é que podemos

compreender e absorver as palavras de São Paulo a Timóteo. Esta mensagem

hoje se destina a alguém que já conhece a força de Deus, no entanto,

encontra-se desanimado, por causa das dificuldades do ser cristão. Apesar de

termos consciência do poder de Deus, às vezes encontramo-nos fracos e

impotentes, sujeitos à ação do nosso maior inimigo; o desânimo. Por isso, São

Paulo nos exorta a reavivar a chama do dom de Deus (o dom de Deus é o

Espírito Santo), para que tenhamos um espírito de fortaleza, de amor e de

sobriedade. O Espírito Santo é quem nos renova e dá a motivação para que

ponhamos em prática o projeto de Deus durante o tempo em que passamos

nesta terra. Para que possamos enfrentar as artimanhas da nossa vida, e dar

testemunho ao mundo, sem constrangimento e de coração firme, nós

precisamos destas três virtudes fundamentais. A fortaleza que revela ao

mundo a nossa fé e confiança nos planos de Deus, o amor que dá sentido às

nossas ações e a sobriedade para que possamos manifestar serenidade

levando ao mundo a paz tão necessária. Não recebemos a graça de Deus em

vão! O Espírito Santo é quem nos exercita para que possamos dar depoimento,

de que todos nós esperamos e necessitamos, de coragem, de solidariedade e

de equilíbrio. Precisamos estar conscientes de que a razão da nossa fé é

Jesus, que nos chamou para uma vocação santa. Nós somos salvos e chamados

para uma vocação santa, porque é este o desígnio do Pai, e da Sua graça em

Jesus Cristo, desde sempre. A vocação santa não nos exime de vivenciar as

dificuldades, pelo contrário, poderá ser passagem por um caminho áspero,

mas na certeza de que o Senhor é capaz de guardar aquilo que nos foi

confiado até o grande dia, isto é, o dia da nossa redenção. Isto não depende

das nossas obras, mas da nossa adesão ao projeto salvador que o Pai tem para

nós através da entrega de Jesus. Sabemos em quem colocamos a nossa fé, por

isso, somos mais que vencedores do mundo e arautos do Evangelho. – Como

você tem estado ultimamente, animado ou sem esperança? - Você acredita

que um dia ressuscitará e viverá no céu com os anjos e os santos? – Você

tem consciência de que foi chamado para ser santo? – O que você acha que

precisa fazer para ser santo?


Salmo 122,1-2a. 2bcd (R. 1a)


8

R. Ó Senhor, para vós eu levanto meus olhos.

1Eu levanto os meus olhos para vós,*

que habitais nos altos céus.

2aComo os olhos dos escravos estão fitos*

nas mãos do seu senhor.R.

2bComo os olhos das escravas estão fitos*

nas mãos de sua senhora,

2cassim os nossos olhos, no Senhor,*

2daté de nós ter piedade.R.

Reflexão - Precisamos ter os nossos olhos sempre voltados para o Senhor já

antevendo o céu que nos aguarda e sentindo no coração as primícias de uma

vida perto do nosso Deus. Por isso, podemos rezar este salmo levantando os

olhos para o céu, onde está Jesus e para onde um dia seguiremos. Mesmo que

o mundo tente nos distrair nós podemos sempre recomeçar com a confiança

de que o Senhor acolhe com misericórdia o nosso pedido de perdão. È do céu

que virá o nosso socorro!

Evangelho – Mc 12, 18-27

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 12,18-27

Naquele tempo: 18Vieram ter com Jesus alguns saduceus, os quais afirmam que não

existe ressurreição e lhe propuseram este caso:

19'Mestre, Moisés deu-nos esta prescrição: 'Se morrer o irmão de alguém, e deixar a

esposa sem filhos, o irmão desse homem deve casar-se com a viúva, a fim de garantir

a descendência de seu irmão.' 20Ora, havia sete irmãos: o mais velho casou-se, e

morreu sem deixar descendência. 21O segundo casou-se com a viúva,

e morreu sem deixar descendência. E a mesma coisa aconteceu com o terceiro. 22E

nenhum dos sete deixou descendência.

Por último, morreu também a mulher. 23Na ressurreição, quando eles ressuscitarem,

de quem será ela mulher? Por que os sete se casaram com ela!' 24Jesus respondeu:

'Acaso, vós não estais enganados, por não conhecerdes as Escrituras, nem o poder de

Deus? 25Com efeito, quando os mortos ressuscitarem, os homens e as mulheres não

se casarão, pois serão como os anjos do céu. 26Quanto ao fato da ressurreição dos

mortos, não lestes, no livro de Moisés, na passagem da sarça ardente, como Deus lhe

falou:

'Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó'? 27Ora, ele não é Deus

de mortos, mas de vivos! Vós estais muito enganados.' Palavra da Salvação.

Reflexão – Temos tendência a materializar o que é espiritual. Como não

acreditassem na ressurreição dos mortos, os saduceus, prevalecendo-se dos

preceitos que Moisés havia deixado e esperando que Jesus hesitasse na

resposta, uniram-se para pregarem-no uma peça e O confundir. Jesus, porém,

facilmente esclareceu o caso se reportando às Escrituras e interpretando para

eles os mistérios do Pai, levando-os a enxergarem como estavam enganados!

Assim também acontece com cada um de nós quando tiramos conclusões

precipitadas sobre os mistérios da vida em virtude da nossa tendência a

materializar o que é espiritual. Todos nós somos mais ligados à nossa

dimensão material do que à nossa realidade espiritual. Por esse motivo não

conseguimos interpretar os ensinamentos do Senhor por meio da Sua Palavra e

9

confundimos os projetos de eternidade que Deus nos reserva deixando de

enxergar as coisas espirituais. Consequentemente nivelamos a nossa vida

depois da morte com a que nós experimentamos na terra. Jesus esclareceu-

nos esse mistério quando nos mostrou que “quando os mortos ressuscitarem,

os homens e as mulheres não se casarão, pois serão como os anjos do céu.”

Precisamos então, desde já, tentar nos libertar do apego demasiado às

pessoas, pois sabemos que todos nós somos propriedade de Deus Pai e é Ele

quem nos reserva o lugar no qual habitaremos eternamente, segundo a Sua

misericórdia. Todo o fundamento do cristão está na Ressurreição de Jesus e

Nele esperamos também ressuscitar. Sabemos que Jesus está vivo e que é o

Senhor dos vivos, não dos mortos, portanto, nós também continuaremos vivos

mesmo depois da nossa morte. Hoje, somos matéria e espírito, um dia

seremos como os anjos do céu, não teremos mais apego a ninguém, seremos

somente de Cristo e viveremos em perfeita harmonia com o Pai e com todos

os nossos queridos


. – O que as palavras de Jesus causam em você:

preocupação ou esperança? – Você é uma pessoa muito dependente das

pessoas que o cercam? - Você acredita que um dia ressuscitará e viverá no

céu com os anjos e os santos?


Helena Serpa,

Fundadora da Comunidde Missionária Um Novo Caminho


SANTO DO DIA - SÃO CARLOS LWANGA

Padroeiro da Juventude Africana

Atraído pelos Missionários da África, chamados de “Padres brancos”, fundados pelo Cardeal Lavigerie, São Carlos Lwanga, que pertencia ao clã Ngabi, foi alcançado pela força do Evangelho em 1885. Ele se tornou o chefe dos jovens pajens que serviam a corte do rei Mwanga em Uganda, na África, que há pouco haviam se convertido, sendo ele um exemplo e um incentivador desses fiéis seguidores da fé católica, recebendo, em 1934, pelo Papa Pio IX, o título de Padroeiro da Juventude Africana.

Evangelização na África

Devido às diferenças culturais e aos sofrimentos decorrentes da colonização, a evangelização na África foi um processo doloroso. Os missionários tinham que ser homens verdadeiramente de Deus, de caridade, para que não fossem confundidos com os colonizadores. Pouco tempo depois da entrada dos padres que foram causa da conversão de Carlos e seus companheiros, o rei se revoltou e decretou pena de morte para os que rezassem.

“Exemplo de morte”

Um pajem de dezessete anos, chamado Dionísio, foi visto ensinando religião. Assim, de próprio punho, o rei atravessou seu peito com uma lança, deixou-o agonizando por toda a noite, e só permitiu sua decapitação na manhã seguinte.

Usou este exemplo para avisar que mandaria matar todos os que rezavam.

São Carlos Lwanga e companheiros mártires

Diante de toda essa situação, Carlos, depois de muito se preparar junto com seus companheiros, batizando os que ainda não haviam sido batizados, apresentou-se diante do rei com o firme propósito de não negar a fé, seguido de outros quinze, quando, em sua corte, o rei separou os pajens entre os que rezavam e os que não rezavam:

“Todos aqueles entre vocês que não têm intenção de rezar podem ficar aqui ao lado do trono; aqueles, porém, que querem rezar reúnam-se contra aquele muro”.

“Mas vocês rezam de verdade?”, perguntou o rei.

“Sim, meu senhor, nós rezamos realmente”, respondeu em nome de todos, Carlos.

“E querem continuar rezando?”  

“Sim, meu senhor, até a morte”.

Então, matem-nos”, decidiu bruscamente o rei, dirigindo-se aos algozes.

Pureza 

Além do ódio à religião, acredita-se que o rei também estava movido pelo ódio a Santa Pureza, já que essa formação de pajens, muitas vezes, eram obrigados a satisfazer os desejos impuros do rei.

Prisão e Martírio

Para aumentar o sofrimento dos condenados, foram transferidos para uma prisão em Namugongo, sofrendo ultrajes e violência durante todo o caminho pelos soldados do rei.

Em 3 de junho de 1886, na expectativa de evitar mais conversões, o rei decretou a mortes de Carlos, que foi queimado vivo diante de todos. Dirigindo suas últimas palavras a um dos jovens que viriam a morrer com ele: “Pegarei na tua mão. Se tivermos que morrer por Jesus, morreremos juntos, de mãos dadas”.

Fé fecunda

A tentativa foi frustrada: seguindo o irmão na fé, nenhum deles – jovens de até vinte anos – renegou, até que, em 1887, o último deles morreu afogado, como parte dos corajosos mártires de Uganda, na África.

Todos rezaram até o fim. E um deles dizia ao morrer: “Uma fonte, que tem muitas fontes, jamais secará. Quando nós não existirmos mais, outros virão depois de nós”.

Beatificação e Canonização

São Carlos Lwanga e os 22 mártires de Uganda foram beatificados, em 1920, por Bento XV. E, 30 anos depois de declarado Padroeiro da Juventude Africana, o Papa Paulo VI, em 1964, canonizou esse grupo de mártires.

A minha oração

Meu Jesus, ensina-me a testemunhar a fé como o fizeram estes servos fiéis Teus. Que, enquanto eu viver, o Senhor me conceda a graça da oração constante, da perseverança nos Teus ensinamentos e do amor à Tua Santa Pureza. Que eu possa ser parte dessa fonte que nunca deixa de jorrar a Tua água que é fonte de libertação e salvação. Conceda-me, Jesus, pela intercessão de São Carlos e de todos os seus jovens companheiros, uma fé muito além do meu entendimento e um coração abandonado à Tua vontade. Assim seja!

São Carlos Lwanga e companheiros, rogai por nós!

Fonte  Canção Nova Notícias

terça-feira, 2 de junho de 2026

SANTO DO DIA -SÃO MARCELINO E SÃO PEDRO

Contexto

A vida e o martírio dos santos de hoje ocorreu no contexto da grande perseguição contra a Igreja de Cristo, no século IV, por parte do Imperador Diocleciano. Foram mártires por causa do amor a Jesus.

Sacerdotes

São Marcelino era um padre muito estimado pelo clero de Roma, e São Pedro era um padre exorcista. Conhecidos pela comunidade, rapidamente foram denunciados por serem cristãos e estarem atuando para a conversão de muitos.

Prisão

Foram presos, e, na cadeia, souberam que o responsável daquela prisão — Artêmio — estava deprimido, e quiseram saber o porquê. A filha dele estava sendo oprimida pelo maligno. Eles, então, anunciaram Jesus àquele pai, e disseram do poder do Senhor para libertá-la. Conseguiram liberação, foram até a casa desta família, anunciaram Jesus e oraram pela libertação daquela criança, explicando que a cura viria pela conversão sincera da família.

Por graça, toda a família se converteu, aceitando o santo batismo. Este pai de família, juntamente com a esposa e filha, após evangelizarem publicamente, também foram martirizados.

Julgamento e martírio silencioso

Diante das tantas obras realizadas, e após conseguirem a conversão do próprio carcereiro e de sua família, as autoridades não mais esperaram e os condenaram à decapitação.

No entanto, para evitar qualquer movimentação da população, tudo foi feito de forma isolada. Não queriam que soubessem onde os seus corpos seriam deixados.

Quando tudo isso aconteceu, o futuro Papa Dâmaso I era um adolescente e testemunhou esses fatos, os quais ele narra um tempo depois: “Marcelo e Pedro foram torturados, levados para um bosque, conhecido como Selva Negra, onde foram obrigados a uma última e cruel humilhação — escavar suas próprias covas — e, por fim, decapitados”.

Os santos foram decapitados no ano de 304.

Lucila e a devoção na Igreja

Depois de muito tempo que seus corpos ficaram escondidos, uma mulher chamada Lucila os encontrou e, no desejo de dar-lhes uma digna sepultura, transladou os seus restos mortais.

A devoção a esses santos se espalhou por toda a Igreja Católica até os dias hoje. Inclusive, Constantino edificou uma igreja naquele lugar para homenageá-los, e o Papa Virgílio também introduziu os nomes dos santos Marcelino e Pedro no próprio cânon da Missa.

A minha oração

“Senhor Deus, peço a Ti que nos conceda uma evangelização centrada no amor de Deus, de tal forma que muitas famílias se convertam e se tornem sinais visíveis deste amor que santifica e salva. Peço-Te a sensibilidade de perceber as necessidades daqueles que o Senhor colocar ao meu redor e a força para não ter medo das exigências de ser um discípulo Teu. Amém!”

São Marcelino e São Pedro, rogai por nós!

Fonte: Canção ova Notícias

 

EVANGELHO DO DIA

 + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 12,13-17

Naquele tempo: 13As autoridades mandaram alguns fariseus

e alguns partidários de Herodes, para apanharem Jesus em alguma palavra.

14Quando chegaram, disseram a Jesus: 'Mestre, sabemos que tu és verdadeiro, e não

dás preferência a ninguém. Com efeito, tu não olhas para as aparências do homem,

mas ensinas, com verdade, o caminho de Deus. Dize-nos: É lícito ou não pagar o

imposto a César? Devemos pagar ou não?' 15Jesus percebeu a hipocrisia deles, e

respondeu: 'Por que me tentais? Trazei-me uma moeda para que eu a veja.' 16Eles

levaram a moeda, e Jesus perguntou: 'De quem é a figura e a inscrição que está nessa

moeda?' Eles responderam: 'É de César.' 17Então Jesus disse:

'Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.'

E eles ficaram admirados com Jesus. Palavra da Salvação.


REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

 2 DE JUNHO DE 2026

3ª. FEIRA DA IX SEMANA DO

TEMPO COMUM


Cor verde


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1ª. Leitura – II Pd 3, 12-15ª.17-18

Leitura da Segunda Carta de São Pedro 3,12-15a.17-18

Caríssimos: 12Esperais com anseio a vinda do Dia de Deus,

quando os céus em chama se vão derreter, e os elementos, consumidos pelo fogo, se

fundirão? 13O que nós esperamos, de acordo com a sua promessa, são novos céus e

uma nova terra,

onde habitará a justiça. 14Caríssimos, vivendo nesta esperança,

esforçai-vos para que ele vos encontre numa vida pura e sem mancha e em paz.

15aConsiderai também como salvação a longanimidade de nosso Senhor. 17Vós,

portanto, bem-amados,

sabendo disto com antecedência, precavei-vos, para não suceder que, levados pelo

engano destes ímpios, percais a própria firmeza.

18Antes procurai crescer na graça e no conhecimento de nosso Senhor e salvador

Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, desde agora, até ao dia da eternidade. Amém.

Palavra do Senhor.

Reflexão - O cristão autêntico vive de esperança e não se deixa

adormecer pelas coisas do mundo!

A Palavra de Deus nos exorta e chama atenção para as coisas que poderão

acontecer e que já estão acontecendo, hoje, e nos orienta a perseverar firmes

na graça e no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo. Precisamos, desde

já, ter comunhão com Ele levando uma vida pura e sem mancha

experimentando a Sua paz, para que alcancemos a plenitude das promessas

de Deus. Para que isso aconteça, ao invés de ter medo, São Pedro nos exorta

a perseverar na esperança da vinda gloriosa de Jesus e nos alerta para que

não sejamos enganados pelas armadilhas do mundo. Muitas coisas que estão

acontecendo nos dias de hoje, como a miséria, os desacertos, as incoerências,

a violência, corrupção, nos levam a perceber no meio de tudo isso, a

paciência de Deus, sua bondade e generosidade para os que O seguem, mesmo

que passemos por dificuldades. Por meio da Sua Palavra e dos Seus

ensinamentos e promessas nós cultivamos a esperança no que ainda virá. O

momento atual da nossa vida, portanto, é tempo propício para que nos

preparemos a fim de acolher o novo céu e a nova terra prometidos por Jesus.

Não podemos marcar data para o que será no porvir, mas podemos ter

consciência do que está acontecendo hoje e de como estamos escrevendo a

nossa história. Se a estamos escrevendo como um rascunho malfeito ou com

todo o cuidado para que ela se torne uma obra de Fé perfeita aos olhos do

Pai. Às vezes, nós estamos escrevendo a nossa vida com rabiscos e nos

esquecemos de que talvez não tenhamos mais tempo para passá-la a limpo. O

cristão autêntico vive de esperança e não se deixa adormecer pelas coisas do

mundo que passam e se esvaem como fumaça. Quem segue os passos de Jesus

não se atemoriza diante dos acontecimentos, mas enfrenta tudo como um

sinal de Deus na expectativa de uma vida nova. Não podemos nos deixar

enganar nem pelas ilusões que nos anestesiam nem pelos agouros que nos

confundem. Existe uma realidade espiritual na qual nós precisamos crescer

para nos firmar: é a graça e o conhecimento de Deus. Quanto mais nos

aprofundamos nas coisas de Deus mais nós nos sentiremos fortes e conscientes

de que o futuro que nos espera será a glória do céu. - Como você tem


5


esperado a vinda do Senhor: dormindo ou crescendo no conhecimento de

Deus? - Você tem vivido como se a vida nunca fosse passar ou tem

consciência da brevidade da sua vida? – Como você tem escrito a sua

história: como um rascunho ou já para valer?

Salmo 89, 2. 3-4. 10. 14.16 (R. 1)

R. Ó Senhor, vós fostes sempre um refúgio para nós!

2Já bem antes que as montanhas fossem feitas

ou a terra e o mundo se formassem, *

desde sempre e para sempre vós sois Deus.R.

3Vós fazeis voltar ao pó todo mortal, *

quando dizeis: 'Voltai ao pó, filhos de Adão!'

4Pois mil anos para vós são como ontem, *

qual vigília de uma noite que passou.R.

10Pode durar setenta anos nossa vida, *

os mais fortes talvez cheguem a oitenta;

a maior parte é ilusão e sofrimento: *

passam depressa e também nós assim passamos.R.

14Saciai-nos de manhã com vosso amor, *

e exultaremos de alegria todo o dia!

16Manifestai a vossa obra a vossos servos, *

e a seus filhos revelai a vossa glória!R.

Reflexão - O salmista nos ajudar a tomar consciência de que tudo o que

existe, já existiu e sempre existirá. Nós, é que passamos, pois, a nossa vida é

um sopro, mas um tempo propício para que, desde cedo, acolhamos o amor

de Deus que nos preenche de alegria. O tempo é breve: “mil anos são para

vós como ontem, qual vigília de uma noite que passou”. Precisamos estar

atentos! A duração da nossa vida é rápida, porém o amor do Pai subsiste

eternamente e continuará conosco quando partirmos.

Evangelho – Mc 12, 13-17

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 12,13-17

Naquele tempo: 13As autoridades mandaram alguns fariseus

e alguns partidários de Herodes, para apanharem Jesus em alguma palavra.

14Quando chegaram, disseram a Jesus: 'Mestre, sabemos que tu és verdadeiro, e não

dás preferência a ninguém. Com efeito, tu não olhas para as aparências do homem,

mas ensinas, com verdade, o caminho de Deus. Dize-nos: É lícito ou não pagar o

imposto a César? Devemos pagar ou não?' 15Jesus percebeu a hipocrisia deles, e

respondeu: 'Por que me tentais? Trazei-me uma moeda para que eu a veja.' 16Eles

levaram a moeda, e Jesus perguntou: 'De quem é a figura e a inscrição que está nessa

moeda?' Eles responderam: 'É de César.' 17Então Jesus disse:

'Dai, pois, a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.'

E eles ficaram admirados com Jesus. Palavra da Salvação.

Reflexão - Ao mundo, o que é do mundo e a Deus, o que é de Deus!

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As autoridades daquela época, assim como as de hoje, estavam sempre

querendo competir com Deus e não sabiam distinguir entre a fé e a razão,

entre o sagrado e o social. Arguiam Jesus esperando que Ele caísse na

arapuca, no entanto, coerentemente, Jesus os colocava na berlinda fazendo

que percebessem a razão de ser de todas as coisas. Hoje, também, as pessoas

tentam confundir o que é de Deus e o que é do Estado. Precisamos ter

consciência de que, enquanto estamos aqui na terra nós temos que assumir os

compromissos próprios da nossa vida e da nossa natureza humana. As nossas

obrigações com as leis dos homens são encargos os quais precisamos honrar.

  Não podemos fugir das obrigações sociais e dos nossos deveres diante do

mundo. Por isso, Jesus nos ensina: “Dai,  pois a César o que é de César e a

Deus o que é de Deus!”  Às vezes, nós, como os fariseus e as autoridades

daquele tempo, queremos nos isentar dos encargos próprios da vida aqui na

terra, alegando que vivemos para Deus e que por isso, só temos que prestar

contas com Ele. Todavia, o fato de vivermos uma vida voltada para as coisas

do alto não nos dispensa das nossas responsabilidades sociais aqui de baixo. A

coerência das nossas atitudes dentro desta realidade terá influência também

no nosso destino. O Senhor é justo juiz e quer que sejamos homens e

mulheres participativos do Seu projeto de salvação e santidade da

humanidade. No entanto, devemos fazer a distinção: ao mundo, o que é do

mundo e a Deus, o que é de Deus! Não precisamos confundir nem trocar o

lado da moeda. Deus deseja a nossa alma, o nosso fervor, o nosso crescimento

e, o que possuirmos e amealharmos materialmente terá que se tornar um

meio eficaz para que tudo aconteça segundo a Sua vontade e para a

edificação do Seu reino aqui na terra. Ele sabe que temos obrigações e que

as precisamos cumprir, pois, também são importantes no nosso crescimento

espiritual. Quem estiver sonegando imposto pensando que com isso agrada a

Deus está muito enganado e é a própria Palavra de Jesus que mostra isto.  


-Como você tem encarado os encargos sociais que o mundo impõe? – Você é

uma pessoa justa neste aspecto? – Você tem assumido os seus

compromissos diante dos homens? – Você acha que consegue enganar a

Deus quando tenta enganar os homens? – Você se sente responsável diante

das necessidades da humanidade? – O que você tem feito para melhorar a

situação das pessoas?


Helena Serpa,

Fundadora da Comunidade Misssionária Um Novo Caminho

NOMEAÇÕES E PROVISÕES DE JUNHO

                    


1 – Provisão para o Conselho Econômico da Paróquia Imaculado Coração de Maria – Henrique Jorge – Fortaleza – CE 26/5/2026)

2 – Provisão para o Conselho Econômico da Paróquia Nossa Senhora da Penha – Sucatinga – Beberibe – CE (26/05/2026)

3 – Provisão para o Conselho Econômico da Paróquia São Pedro e São Paulo – Jardim Guanabara / Fortaleza – CE (26/05/2026)

4 – Autorização para início de processo de reconhecimento do Estatuto da Comunidade Fanuel Face Adorada – Acaracuzinho – Maracanaú – CE (26/05/2026)

5 – Autorização para início de processo de reconhecimento do Estatuto da Comunidade Raboni de Maria – Parangaba – Fortaleza – CE (26/05/2026)

6 – Autorização para início de processo de reconhecimento do Estatuto da Comunidade Siloé, Mensageiros do amor de Deus – Vicente Pizon – Fortaleza – CE (26/05/2026)

7 – Autorização para início de processo de reconhecimento do Estatuto da Confraria Nossa Senhora do Carmo – Associação São Padre Pio – Conjunto Ceará- Fortaleza – CE (26/05/2026)

Fonte Site da Arquidiocese  de Fortaleza

EVANGELHO DO DIA

  + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 12,18-27 Naquele tempo: 18Vieram ter com Jesus alguns saduceus, os quais afi...