Blog da Sagrada Família
Por uma família de amor e paz
domingo, 27 de setembro de 2026
LEÃO XIV AOS PEREGRINOS EM LOURDES: SEDE MISSIONÁRIOS DA ESPERANÇA
Raimundo de Lima – Vatican News
No segundo compromisso de seu penúltimo dia na França, o Santo Padre presidiu este domingo, 27 de setembro, à Santa Missa no Santuário de Nossa Senhora de Lourdes, cujo centro mariano recebe todos os anos milhões visitantes provenientes de mais de 140 países do mundo inteiro partilhando histórias e esperanças. Dos mais de sete mil dossiês de curas depositados, após as Aparições de Nossa Senhora a Santa Bernadette Soubirous em 1858, a Igreja reconhece 72 casos como milagres ocorridos neste lugar.
“Apoiados pela oração dos doentes e pelo amor da nossa Mãe, caminhai com confiança rumo ao futuro. Não temais as tempestades do mundo: a Santa Mãe de Deus vigia sobre o vosso caminho, envolve a Igreja no seu manto de ternura e, como Estrela radiosa da manhã, guia os vossos passos para vos gerar, com alegria, na própria vida do seu Filho Jesus” disse o Papa na homilia da celebração dirigindo-se aos peregrinos.
Irmãos e irmãs, peregrinos vindos da França e de todo o mundo, ao olhar para vós esta manhã, reunidos na casa da nossa Mãe, vejo o rosto universal da Igreja. Alguns de vós atravessastes continentes, superastes fadigas, trouxestes as vossas alegrias e os vossos fardos até esta Gruta sagrada. Que felicidade estarmos juntos, um só coração, uma única família!
O convite à conversão
O Pontífice ressaltou que os textos propostos pela Liturgia dominical abordam um aspecto central da mensagem que a Virgem Maria veio confiar a Santa Bernadette e sobre o qual Leão XIV desenvolveu boa parte de sua reflexão, ou seja, o convite à conversão, ao mesmo tempo terno e urgente.
É hoje – não amanhã – que é preciso converter-se; é hoje o momento favorável, o dia da salvação. Sim, observou, “Deus deseja que o homem viva, que abra os olhos e volte para Ele”. Converter-se é abandonar os caminhos do erro para seguir o Caminho da Vida, abrindo assim o nosso coração à única Alegria que não passa, acrescentou.
O próprio Jesus não mede palavras quando exorta à penitência, como nos relata, por exemplo, São Lucas: «se não vos converterdes, perecereis todos» (Lc 13, 5). Mas Ele alarga o horizonte da vida terrena ao da vida eterna. “Enquanto a felicidade aqui na terra é uma realidade efémera, relativa e, por vezes, infelizmente inacessível para alguns, a verdadeira felicidade é prometida a todos, na esperança, e deve ser o principal objeto da nossa busca, dos nossos esforços e das nossas escolhas”, destacou.
A Igreja é chamada a viver a conversão em primeiro lugar
O Santo Padre afirmou que neste momento da história, no seio de uma sociedade em busca de progresso e bem-estar material, mas por vezes tentada a esquecer o horizonte da eternidade, “Maria vem lembrar-nos a grandeza e a amplitude da nossa vocação para a vida, para a vida eterna”.
“Perante as correntes atuais que procuram redefinir o valor da vida humana face à doença, ao sofrimento ou à velhice, a Gruta de Massabielle ergue-se como um santuário da esperança cristã. Aqui, nenhuma fragilidade é rejeitada. As vossas muletas, as vossas cadeiras de rodas, as vossas lágrimas escondidas não são obstáculos: são o lugar por excelência onde sois plenamente respeitados, acolhidos e transcendidos pelo amor infinito de Deus.”
Leão XVI lembrou que encontramos o apelo insistente à conversão nas palavras que Maria proferiu ali mesmo: “Penitência! Penitência! Penitência!” Ressaltou, em seguida, que esta exigência de conversão envolve a própria Igreja na sua peregrinação terrena. “Ela deve ter a coragem de viver essa conversão em primeiro lugar. Para curar as feridas profundas, as infidelidades e os dolorosos desvios cometidos no seu seio, devemos submeter-nos humildemente ao olhar purificador do Senhor”.
Caminhai com confiança rumo ao futuro
O apelo da nossa Mãe ao nosso dever de oração e conversão enche-nos de grande esperança, pois ela indica-nos o meio de mudar o curso das coisas, meio esse que não é outro senão o de nos associarmos à paixão de Cristo, prosseguiu o Pontífice.
“Peregrinos, irmãos e irmãs, não partireis de Lourdes como chegastes: partireis como missionários da esperança”, foi a exortação do Santo Padre antes de concluir sua reflexão, com olhar voltado para a Virgem Maria, nossa Mãe Santíssima.
Eis o milagre deste lugar: suscitar a alegria da esperança mesmo no meio das provações e da dor. A Virgem Maria cura os nossos olhares e transfigura os nossos corações, dando-lhes a paz. Sede testemunhas ativas desta força e desta ternura divinas, que nos permitem continuar o caminho e alcançar a meta, nos vossos países, dioceses e famílias. Apoiados pela oração dos doentes e pelo amor da nossa Mãe, caminhai com confiança rumo ao futuro. Não temais as tempestades do mundo: a Santa Mãe de Deus vigia sobre o vosso caminho, envolve a Igreja no seu manto de ternura e, como Estrela radiosa da manhã, guia os vossos passos para vos gerar, com alegria, na própria vida do seu Filho Jesus.
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PARÓQUIAS DA REGIÃO SÃO JOSÉ CELEBRAM SÃO FRANCISCO DE ASSIS COM DEVOÇAO E FÉ
As comunidades da Região Episcopal São José, da Arquidiocese de Fortaleza, celebram São Francisco de Assis com uma programação especial. Os festejos acontecem nos bairros Jacarecanga, Centro e Serviluz, reunindo fiéis em momentos de oração e fraternidade.
Paróquia São Francisco de Assis – Jacarecanga
Com o tema “São Francisco: 800 anos semeando a paz e a esperança”, a festa acontece de 24 de setembro a 4 de outubro.
Programação diária: 18h – Terço, novena e Santa Missa.
Santuário Sagrado Coração de Jesus – Centro
Com o tema “Vida e morte de São Francisco, semente do Evangelho que gera vida eterna”, a programação ocorre de 24 de setembro a 3 de outubro.
Durante o novenário: missas às 7h, 16h e 18h; Ofício de São Francisco às 17h e novena às 17h30.
Dia da festa: missas às 7h, 9h (solene, com bênção dos animais) e 16h, seguida de procissão de encerramento.
Capela São Francisco de Assis – Serviluz
Com o tema “São Francisco, um caminho que nos leva à santidade”, a comunidade realiza a festa de 24 de setembro a 4 de outubro.
Programação: dia 24, procissão às 18h20 e missa às 19h. De 25 de setembro a 3 de outubro, novena às 18h30 e missa às 19h. No encerramento, procissão às 18h20 e missa solene às 19h.
Fonte: Site da Arquidiocese de Fortaleza
SANTO DO DIA - SÃO VICENTE DE PAULO
Origens
São
Vicente de Paulo nasceu em 1581, em cidade da Gasconha, região da França, no
seio de uma família de camponeses. Embora tenha passado a sua adolescência no
campo, a sua perspicácia foi percebida por um benfeitor, que lhe ofereceu a
oportunidade de estudar.
Vida
Sacerdotal
Em
1600, com apenas 19 anos, foi ordenado sacerdote, mas obteve o diploma em
teologia somente em 1604. Abriu uma escola particular, mas teve muitos gastos.
Além disso, durante uma viagem marítima de Marselha a Narbonne, seu navio foi atacado
por piratas: Vicente foi preso e vendido como escravo em Túnis. Ao receber sua
alforria, dois anos depois, voltou para França, graças ao seu terceiro patrão,
que, no entanto, se converteu ao cristianismo.
Catequista
Em
1612, tornou-se pároco de uma igreja em Clichy, na periferia de Paris. No
entanto, conheceu o Cardeal Pierre de Bérulle, que foi seu diretor espiritual,
por muito tempo. Desta forma, começou suas atividades como catequista.
A
Desigualdade
Em
1613, foi encarregado da formação dos filhos dos Marqueses de Gondi, onde
permaneceu quatro anos. Ali, percebeu o enorme abismo entre ricos e pobres, não
só do ponto de vista material e social, mas também cultural e moral.
Sua
preocupação com a pobreza foi compartilhada pela Marquesa Gondi, que colocou
uma grande quantidade de dinheiro à sua disposição, para que fosse instituída
uma obra de pregação quinquenal entre os camponeses das suas terras. São
Vicente de Paulo deixou temporariamente o castelo para ir trabalhar em uma
pequena paróquia na periferia de Châtillon-le-Dombez.
Primeira
Célula da Caridade Vicentina
A
primeira coisa que Vicente fez como pároco foi cuidar de uma família doente,
que não tinha o que comer, porém, percebeu que, quando o dinheiro acabasse, a
família voltaria à sua indigência de antes. Buscou outro meio, mais eficiente e
em longo prazo, para ajudar. Em 20 de agosto de 1617, nasceu a primeira célula
da Caridade Vicentina, que foi confiada, segundo os ditames da sociedade, às
mulheres, que foram chamadas “Servas dos Pobres”. A instituição cresceu de modo
extraordinário, obtendo, em tempo recorde, a aprovação do Bispo de Lyon.
Filhas
da Caridade
São
Vicente de Paulo voltou ao castelo de Gondi, mas para tratar da promoção humana
e material dos camponeses. Depois, transferiu-se para Paris, porque é nas
grandes metrópoles que as diferenças sociais, entre quem tem tudo e quem não
tem nada, são maiores: sentiu que era ali que devia intervir.
Na
capital, muitas senhoras nobres, ansiosas de fazer beneficência, quiseram
contribuir financeiramente para as obras de “Monsieur Vincent”: assim, em 1617,
nasceram as Damas da Caridade.
A
obra mais importante que realizaram foi a abertura de um hospital municipal.
Porém, as senhoras não conseguiam atender às necessidades mais humildes.
Por isso,
em 1633, Vicente fundou uma Congregação feminina, inovadora para a época: as
Filhas da Caridade, que não seriam “monjas”, distantes do mundo e dedicadas à
contemplação, mas “freiras”, irmãs dos últimos, que vivem ao lado deles no
mundo e deles cuidam diariamente. Ainda hoje, as Filhas da Caridade são a maior
família religiosa feminina da Igreja.
Congregação
da Missão
A
obra incessante de São Vicente de Paulo não se limitou apenas à comunidade das
Irmãs. Começou a pregar a Palavra de Deus nas aldeias, onde muitos sacerdotes
se uniram a ele. Assim, nasceu uma nova comunidade, que contava com a ajuda
financeira da família Gondi: a Congregação da Missão, mais tarde conhecida como
Lazaristas, cuja sede foi o convento de São Lázaro.
Páscoa
São
Vicente de Paulo faleceu em Paris, em 27 de setembro de 1660, com a idade de 79
anos. Não deixou nenhuma obra escrita, a sua única obra ou a sua obra-prima foi
a Caridade. Morreu como exemplo de caridade, do verdadeiro amor, que não fazia
distinção entre o de Deus e o ao próximo.
Legado
A
espiritualidade vicentina foi fundada na dupla descoberta de Cristo e dos
pobres. Acreditam na igualdade entre a oração e ação, no compromisso com o
mundo e para o mundo. Concretiza-se com a evangelização e a promoção humana.
Seus filhos religiosos se inspiram apenas nas “Regulae”,
que encarnam as características do espírito vicentino: simplicidade, humildade,
mansidão, mortificação e zelo pela salvação das almas.
Via
de Santificação
A
beatificação de São Vicente de Paulo ocorreu no dia 21 de agosto de 1729 pelo
Papa Bento XIII. A celebração de canonização foi realizada em 16 de junho de
1737, pelo Papa Clemente XII, na Basílica do Vaticano. Em 1885, o Papa Leão
XIII o proclamou padroeiro de todas as Associações católicas de caridade.
Minha
oração
“Vós,
que fostes admiravelmente dedicado aos pobres, ensinai-nos a sermos atentos
para com essas realidades. Os nossos irmãos mais fragilizados, dê a eles a
graça da salvação e do encontro com Cristo. Dai força aos grupos vicentinos que
dão continuidade a vossa obra. Amém!”
São Vicente de Paulo, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notíicias
sábado, 26 de setembro de 2026
COMUNIDADE VOCAÇÃO DE JESUS PROMOVE ENCONTRÃO PARA CASAIS EM FORTALEZA
A Comunidade Católica Vocação de Jesus realiza, amanhã, dia 27 de setembro, o Encontrão para Casais 2026, no Colégio Santo Inácio, no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza. Com início às 8h, o encontro é aberto ao público, especialmente aos casais, e terá como tema “Espiritualidade Conjugal: viver guardados dentro dos corações de Jesus e Maria”.
A programação contará com momentos de louvor, oração, formação e adoração, além de atividades voltadas à partilha entre os cônjuges. Entre os convidados estão Dom Antônio Carlos, bispo auxiliar da Arquidiocese de Fortaleza, Padre Marcílio Gomes, Padre João Chagas e a Dra. Clara Maria, especialista em fertilidade e NaProTecnologia.
Realizado anualmente, o encontro tem como objetivo promover a evangelização das famílias e fortalecer a vivência do matrimônio à luz da fé. A programação será encerrada com a celebração da Santa Missa, às 17h.

PAPA LEÃO XIV NOMEIA DOM GIOVANNI CRIPPA COMO BISPO DE PALMEIRA DOS INDIOS, EM ALAGOAS
O Papa Leão XIV nomeou, nesta sexta-feira, 25 de setembro, dom Giovanni Crippa, como bispo da diocese de Palmeira dos Índios, no Estado de Alagoas, transferindo-o da sede episcopal de Ilhéus, na Bahia. O bispo integrou a Comissão Episcopal para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial da CNBB durante os quadriênios de 2015–2019 e 2019–2021. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou saudação.
Saudação a Dom Giovanni Crippa,
Estimado irmão no episcopado, dom Giovanni,
Recebemos com alegria a notícia de sua nomeação como bispo da diocese de Palmeira dos Índios, em Alagoas. Agradecemos por sua doação neste tempo que esteve à frente da diocese de Ilhéus, na Bahia, e elevamos a Deus nossa ação de graças por sua vida e generosa dedicação à nossa Comissão Episcopal para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial e à missão da Igreja.
Ao saudá-lo fraternalmente, manifestamos nossa comunhão e confiança no seu ministério episcopal, agora confiado a este querido povo de Deus de Alagoas. Sua trajetória pastoral, marcada pelo zelo missionário, certamente será sinal de esperança e continuidade no caminho já trilhado por esta Igreja particular.
Que Nossa Senhora do Amparo, padroeira da diocese de Palmeira dos Índios, sustente e ilumine seus passos, para que o senhor possa exercer seu pastoreio com sabedoria, proximidade e ardor missionário, anunciando o Evangelho e promovendo a vida plena para todos.
Conte com nossas orações, nosso apoio e nossa fraternidade.
Em Cristo,
Cardeal Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre – RS
Presidente da CNBB
Dom João Justino de Medeiros
Arcebispo de Goiânia – GO
1º vice-presidente da CNBB
Dom Paulo Jackson
Arcebispo de Olinda e Recife – PE
2ª vice-presidente da CNBB
Dom Ricardo Hoepers
Bispo auxiliar de Brasília – DF
Secretário-geral da CNBB
Estimado irmão no episcopado, dom Giovanni,
Recebemos com alegria a notícia de sua nomeação como bispo da diocese de Palmeira dos Índios, em Alagoas. Agradecemos por sua doação neste tempo que esteve à frente da diocese de Ilhéus, na Bahia, e elevamos a Deus nossa ação de graças por sua vida e generosa dedicação à nossa Comissão Episcopal para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial e à missão da Igreja.
Ao saudá-lo fraternalmente, manifestamos nossa comunhão e confiança no seu ministério episcopal, agora confiado a este querido povo de Deus de Alagoas. Sua trajetória pastoral, marcada pelo zelo missionário, certamente será sinal de esperança e continuidade no caminho já trilhado por esta Igreja particular.
Que Nossa Senhora do Amparo, padroeira da diocese de Palmeira dos Índios, sustente e ilumine seus passos, para que o senhor possa exercer seu pastoreio com sabedoria, proximidade e ardor missionário, anunciando o Evangelho e promovendo a vida plena para todos.
Conte com nossas orações, nosso apoio e nossa fraternidade.
Em Cristo,
Cardeal Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre – RS
Presidente da CNBB
Dom João Justino de Medeiros
Arcebispo de Goiânia – GO
1º vice-presidente da CNBB
Dom Paulo Jackson
Arcebispo de Olinda e Recife – PE
2ª vice-presidente da CNBB
Dom Ricardo Hoepers
Bispo auxiliar de Brasília – DF
Secretário-geral da CNBB
Currículo e trajetória eclesial
Dom Giovanni nasceu em Milão, Lombardia, Itália. Em 13 de setembro de 1981, professou os votos perpétuos no Instituto da Consolata Foi ordenado presbítero no dia 14 de setembro de 1985. Doutorou-se em História da Igreja pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em 1996.
Viveu seus primeiros anos de sacerdócio na Itália, onde foi Animador Missionário e Vocacional, professor na Faculdade de Missiologia da Pontifícia Universidade Urbaniana e membro da Equipe de Coordenação do Departamento Histórico do Instituto da Consolata.
Em 2001, veio para o Brasil e se estabeleceu em Feira de Santana, no Estado da Bahia, onde se tornou vigário da paróquia Santíssima Trindade. Em 2004, tornou-se pároco da mesma. Ainda como padre, foi professor da Faculdade Católica, diretor espiritual do Seminário Santana Mestra, membro do Conselho Presbiteral, Conselheiro Provincial do Instituto da Consolata e Conselheiro Espiritual das Equipes de Nossa Senhora e do Encontro de Casais com Cristo.
Em 21 de março de 2012, o Papa Bento XVI o nomeou bispo-auxiliar da arquidiocese de São Salvador e titular de Accia. Sua sagração episcopal ocorreu em 13 de maio seguinte, na Igreja de Santo Antônio, em Feira de Santana, presidida pelo arcebispo dom Frei Itamar Navildo Vian, sendo c0-sagrantes o arcebispo-primaz dom Murilo Krieger e dom Walmir Alberto Valle, bispo emérito de Joaçaba, que também é missionário da Consolata.
Em 25 de setembro de 2013, foi designado pelo Papa Francisco para ser administrador apostólico da diocese de Estância. Em 9 de julho de 2014, dom Giovanni foi efetivamente nomeado bispo daquela diocese e sua posse ocorreu em 24 de agosto seguinte.
Dom Giovanni Crippa integrou a Comissão Episcopal para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial da CNBB durante os quadriênios de 2015–2019 e 2019–2021.
Em agosto de 2021, foi nomeado, pelo Papa Francisco, como bispo de Ilhéus, na Bahia, após acohida do pedido de renúncia apresentado por dom Mauro Montagnoli.
Fonte: O Papa Leão XIV nomeou, nesta sexta-feira, 25 de setembro, dom Giovanni Crippa, como bispo da diocese de Palmeira dos Índios, no Estado de Alagoas, transferindo-o da sede episcopal de Ilhéus, na Bahia. O bispo integrou a Comissão Episcopal para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial da CNBB durante os quadriênios de 2015–2019 e 2019–2021. A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) enviou saudação.
Saudação a Dom Giovanni Crippa,
Estimado irmão no episcopado, dom Giovanni,
Recebemos com alegria a notícia de sua nomeação como bispo da diocese de Palmeira dos Índios, em Alagoas. Agradecemos por sua doação neste tempo que esteve à frente da diocese de Ilhéus, na Bahia, e elevamos a Deus nossa ação de graças por sua vida e generosa dedicação à nossa Comissão Episcopal para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial e à missão da Igreja.
Ao saudá-lo fraternalmente, manifestamos nossa comunhão e confiança no seu ministério episcopal, agora confiado a este querido povo de Deus de Alagoas. Sua trajetória pastoral, marcada pelo zelo missionário, certamente será sinal de esperança e continuidade no caminho já trilhado por esta Igreja particular.
Que Nossa Senhora do Amparo, padroeira da diocese de Palmeira dos Índios, sustente e ilumine seus passos, para que o senhor possa exercer seu pastoreio com sabedoria, proximidade e ardor missionário, anunciando o Evangelho e promovendo a vida plena para todos.
Conte com nossas orações, nosso apoio e nossa fraternidade.
Em Cristo,
Cardeal Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre – RS
Presidente da CNBB
Dom João Justino de Medeiros
Arcebispo de Goiânia – GO
1º vice-presidente da CNBB
Dom Paulo Jackson
Arcebispo de Olinda e Recife – PE
2ª vice-presidente da CNBB
Dom Ricardo Hoepers
Bispo auxiliar de Brasília – DF
Secretário-geral da CNBB
Estimado irmão no episcopado, dom Giovanni,
Recebemos com alegria a notícia de sua nomeação como bispo da diocese de Palmeira dos Índios, em Alagoas. Agradecemos por sua doação neste tempo que esteve à frente da diocese de Ilhéus, na Bahia, e elevamos a Deus nossa ação de graças por sua vida e generosa dedicação à nossa Comissão Episcopal para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial e à missão da Igreja.
Ao saudá-lo fraternalmente, manifestamos nossa comunhão e confiança no seu ministério episcopal, agora confiado a este querido povo de Deus de Alagoas. Sua trajetória pastoral, marcada pelo zelo missionário, certamente será sinal de esperança e continuidade no caminho já trilhado por esta Igreja particular.
Que Nossa Senhora do Amparo, padroeira da diocese de Palmeira dos Índios, sustente e ilumine seus passos, para que o senhor possa exercer seu pastoreio com sabedoria, proximidade e ardor missionário, anunciando o Evangelho e promovendo a vida plena para todos.
Conte com nossas orações, nosso apoio e nossa fraternidade.
Em Cristo,
Cardeal Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre – RS
Presidente da CNBB
Dom João Justino de Medeiros
Arcebispo de Goiânia – GO
1º vice-presidente da CNBB
Dom Paulo Jackson
Arcebispo de Olinda e Recife – PE
2ª vice-presidente da CNBB
Dom Ricardo Hoepers
Bispo auxiliar de Brasília – DF
Secretário-geral da CNBB
Currículo e trajetória eclesial
Dom Giovanni nasceu em Milão, Lombardia, Itália. Em 13 de setembro de 1981, professou os votos perpétuos no Instituto da Consolata Foi ordenado presbítero no dia 14 de setembro de 1985. Doutorou-se em História da Igreja pela Pontifícia Universidade Gregoriana, em 1996.
Viveu seus primeiros anos de sacerdócio na Itália, onde foi Animador Missionário e Vocacional, professor na Faculdade de Missiologia da Pontifícia Universidade Urbaniana e membro da Equipe de Coordenação do Departamento Histórico do Instituto da Consolata.
Em 2001, veio para o Brasil e se estabeleceu em Feira de Santana, no Estado da Bahia, onde se tornou vigário da paróquia Santíssima Trindade. Em 2004, tornou-se pároco da mesma. Ainda como padre, foi professor da Faculdade Católica, diretor espiritual do Seminário Santana Mestra, membro do Conselho Presbiteral, Conselheiro Provincial do Instituto da Consolata e Conselheiro Espiritual das Equipes de Nossa Senhora e do Encontro de Casais com Cristo.
Em 21 de março de 2012, o Papa Bento XVI o nomeou bispo-auxiliar da arquidiocese de São Salvador e titular de Accia. Sua sagração episcopal ocorreu em 13 de maio seguinte, na Igreja de Santo Antônio, em Feira de Santana, presidida pelo arcebispo dom Frei Itamar Navildo Vian, sendo c0-sagrantes o arcebispo-primaz dom Murilo Krieger e dom Walmir Alberto Valle, bispo emérito de Joaçaba, que também é missionário da Consolata.
Em 25 de setembro de 2013, foi designado pelo Papa Francisco para ser administrador apostólico da diocese de Estância. Em 9 de julho de 2014, dom Giovanni foi efetivamente nomeado bispo daquela diocese e sua posse ocorreu em 24 de agosto seguinte.
Dom Giovanni Crippa integrou a Comissão Episcopal para a Ação Missionária e a Cooperação Intereclesial da CNBB durante os quadriênios de 2015–2019 e 2019–2021.
Em agosto de 2021, foi nomeado, pelo Papa Francisco, como bispo de Ilhéus, na Bahia, após acohida do pedido de renúncia apresentado por dom Mauro Montagnoli.
Fonte https://www.cnbb.org.br/novo-bispo-para-palmeira-dos-indios/
SANTO DO DIA - SÃO COSME E SÃO DAMIÃO
Origens
São
Cosme e São Damião, nascidos na Arábia, se dedicaram ao cuidado dos enfermos, o
que foi a alavanca principal da vida dos dois irmãos, que viveram no século
III, no tempo da perseguição contra os cristãos. Eles cuidavam dos doentes, sem
aceitar remuneração. Por isso, receberam o apelido de “anárgiros”, palavra
grega que significa “sem prata”. A sua fama de homens corajosos e distintos
benfeitores espalhou-se, rapidamente, por toda a região.
Cuidadores
de Almas
A
atividade desses santos gêmeos não se limitou apenas aos cuidados do corpo
enfermo. Na sua prática profissional, visavam também o bem das almas, com o
exemplo e a palavra. De fato, converteram muitos pagãos ao cristianismo.
É
famoso o episódio da cura de uma mulher hemorroíssa, chamada Paládia, que, por
gratidão, deu três ovos aos dois irmãos. Porém, por não aceitarem, ela implorou
a Damião que os aceitasse, em nome de Cristo, aquela pequena oferta. Para não
ofender a mulher, Damião aceitou os ovos. Este seu gesto provocou a reação de
Cosme, que pediu, publicamente, após a sua morte, para não ser enterrado com
seu irmão.
Isso
despertou a ira do imperador Diocleciano, implacável perseguidor do povo
cristão. Na Ásia Menor, o governador deu ordens imediatas para que os dois
médicos cristãos fossem presos, acusados de feitiçaria e de usarem meios
diabólicos em suas curas.
Páscoa
O
suplício dos dois irmãos é narrado pela Lenda Áurea, segundo a qual foram
primeiro jogados no fogo, de onde saíram ilesos. Depois, foram condenados à
lapidação, mas as pedras voltavam contra os atiradores. E, ainda, as flechas
lançadas pelos arqueiros feriram seus algozes. Por fim, foram decapitados. O
ano não pode ser confirmado, mas com certeza foi no século IV.
Igreja
Quando
o imperador Justiniano, por volta do ano 530, ficou gravemente enfermo, deu
ordens para que se construísse, em Constantinopla, uma grandiosa igreja em
honra dos seus protetores, São Cosme e São Damião. Mas a fama dos dois correu
rápida no Ocidente também, a partir de Roma, com a basílica dedicada a eles,
construída, a pedido do Papa Félix IV, entre 526 e 530. Tal solenidade ocorreu
no dia 26 de setembro; assim, passaram a ser festejados nesta data.
Protetores
e Padroeiros
São
Cosme e São Damião são padroeiros dos médicos, dos cirurgiões, farmacêuticos, parteiras
e das faculdades de medicina.
Minha
oração
“Reconhecidos
como grandes médicos, curai as doenças da nossa alma, assim como as mazelas do
nosso corpo. Pedimos aos irmãos a graça da fraternidade familiar, da paz e
amizade entre os irmãos. Amém!”
São Cosme e São Damião, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias


