segunda-feira, 8 de junho de 2026

EVANGELHO DO DIA

 + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 5,1-12a

Naquele tempo: 1Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os

discípulos aproximaram-se, 2e Jesus começou a ensiná-los: 3'Bem-aventurados

os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus. 4Bem-aventurados os

aflitos, porque serão consolados. 5Bem-aventurados os mansos, porque

possuirão a terra. 6Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça,

porque serão saciados. 7Bem-aventurados os misericordiosos,

porque alcançarão misericórdia. 8Bem-aventurados os puros de coração,

porque verão a Deus. 9Bem-aventurados os que promovem a paz, porque

serão chamados filhos de Deus.

10Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça,

porque deles é o Reino dos Céus. 11Bem-aventurados sois vós, quando vos

injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós,

por causa de mim. 12aAlegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa

recompensa nos céus.

Palavra da Salvação.


REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOFE

 8 DE JUNHO DE 2026

2ª. FEIRA DA X SEMANA DO

TEMPO COMUM


Cor verde


1ª. Leitura – I Rs 17,1-6

Leitura do Primeiro Livro dos Reis 17,1-6

Naqueles dias: 1O profeta Elias, tesbita de Tesbi de Galaad,

disse a Acab: 'Pela vida do Senhor, o Deus de Israel, a quem sirvo,

não haverá nestes anos nem orvalho nem chuva, senão quando eu disser!' 2E a

palavra do Senhor foi dirigida a Elias nestes termos:

3'Parte daqui e toma a direção do oriente. Vai esconder-te junto à torrente de

Carit, que está defronte ao Jordão. 4Lá beberás da torrente.  E eu ordenei aos

corvos que te deem alimento'. 5Elias partiu e fez como o Senhor lhe tinha

ordenado, e foi morar junto à torrente de Carit, que está defronte ao Jordão.

6Os corvos traziam-lhe pão e carne, tanto de manhã como de tarde, e ele

bebia da torrente. Palavra do Senhor.

Reflexão – A torrente é o Amor de Deus que nos sustenta.

Avisado e orientado pelo Senhor de que naquele ano não haveria chuva, Elias

partiu em direção ao oriente para junto da torrente de Carit, e lá encontrou a

água para matar a sua sede e os corvos que lhe serviram de alimento e

saciaram a sua fome. Também na nossa vida, mesmo que ao redor de nós não

encontremos o que comer nem beber, mesmo que as perspectivas sejam as

mais negras, podemos confiar que indo para o oriente estaremos salvos, pois

assim o Senhor nos garante. Assim, quando não cai a chuva nem mesmo o

orvalho e por isso nos sentimos fracos e sem esperança, o Senhor nos manda

seguir Suas orientações a fim de encontrar a torrente que é o Seu amor que

nos sustenta e é derramando sobre nós pelo Espírito Santo. Com certeza,

assim como fez com Elias, Ele também nos chama a aproximarmo-nos dele

para tomar a direção do oriente, isto é, uma nova rota, um novo modo de

ação, uma nova vida. Perto da torrente nós encontraremos comida e bebida

para matar a nossa fome e sede espiritual. Precisamos apenas obedecer às

ordens de Deus confiando na Sua misericórdia, no Seu chamado, na Sua ação

poderosa. A ação do Senhor na nossa vida, porém, poderá mudar a nossa sorte

e os nossos planos e isto, nem sempre queremos aceitar. Deus é o Senhor do

céu e da terra, portanto, se confiarmos n’Ele não precisaremos ficar

preocupados porque “comeremos pão e carne trazidos pelos corvos e

beberemos da torrente”. A graça que nos sustenta vem do Espírito de Deus. –

A quem você apela quando lhe falta o essencial? – Você aceita a ajuda de

Deus mesmo sabendo que muita coisa mudará na sua vida? – Você ainda

tem água e alimento suficientes para a sua caminhada espiritual? – Onde

você está buscando o alimento para esta caminhada? - Como você tem se

alimentado?

Salmo - Sl 120,1-2. 3-4. 5-6. 7-8 (R. Cf. 2)

R. Do Senhor vem meu socorro, que fez o céu e fez a terra.


22

1Eu levanto os meus olhos para os montes:*

de onde pode vir o meu socorro?

2'Do Senhor é que me vem o meu socorro,*

do Senhor que fez o céu e fez a terra!'R.

3Ele não deixa tropeçarem os meus pés,*

e não dorme quem te guarda e te vigia.

4Oh! não! ele não dorme nem cochila,*

aquele que é o guarda de Israel!R.

5O Senhor é o teu guarda, o teu vigia,*

é uma sombra protetora à tua direita.

6Não vai ferir-te o sol durante o dia,*

nem a lua através de toda a noite.R.

7O Senhor te guardará de todo o mal,*

ele mesmo vai cuidar da tua vida!

8Deus te guarda na partida e na chegada.*

Ele te guarda desde agora e para sempre!R.

Reflexão - Levantar os olhos para os montes é colocar a nossa atenção e a

nossa esperança voltada para dentro do nosso coração e, então, encontrar

Aquele que nos vigia, que nos guarda e protege. O salmista é quem afirma

com convicção que o Senhor nos guarda na partida e na chegada. É Ele quem

cuida da nossa vida e só a Ele devemos pedir socorro. Temos, então, tomar

consciência desta realidade: não estamos sós, o Senhor vigia os nossos passos

e atende ao nosso pedido de socorro bastando somente que levantemos os

olhos para Ele. O Senhor fez o céu e a terra!

Evangelho - Mt 5,1-12a

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 5,1-12a

Naquele tempo: 1Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os

discípulos aproximaram-se, 2e Jesus começou a ensiná-los: 3'Bem-aventurados

os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus. 4Bem-aventurados os

aflitos, porque serão consolados. 5Bem-aventurados os mansos, porque

possuirão a terra. 6Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça,

porque serão saciados. 7Bem-aventurados os misericordiosos,

porque alcançarão misericórdia. 8Bem-aventurados os puros de coração,

porque verão a Deus. 9Bem-aventurados os que promovem a paz, porque

serão chamados filhos de Deus.

10Bem-aventurados os que são perseguidos por causa da justiça,

porque deles é o Reino dos Céus. 11Bem-aventurados sois vós, quando vos

injuriarem e perseguirem, e mentindo, disserem todo tipo de mal contra vós,

por causa de mim. 12aAlegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa

recompensa nos céus.

Palavra da Salvação.

23

exão - A nossa felicidade aqui na terra está condicionada à nossa

experiência pessoal com o Amor de Deus.

Jesus nos dá consciência do Seu plano de felicidade suprema constante do Seu

Projeto para nossa vida! Baseados nos ensinamentos de Jesus nós podemos

avaliar se estamos ou não experimentando a sua manifestação em nós. Na

medida em que vivemos as bem-aventuranças podemos examinar a obra que

Deus está fazendo no nosso coração e, consequentemente, nas nossas ações e

no nosso viver como um todo. O conceito de felicidade que o mundo prega é

completamente diferente da felicidade que Deus planejou para a nossa vida.

Ser pobre, aflito, manso, faminto, misericordioso, puro de coração, promotor

da paz, perseguido, insultado, na concepção humana, na realidade, é uma

infelicidade. Porém, se penetrarmos na sabedoria de Deus, o Espírito nos

convencerá de que tudo isso é inerente à nossa condição humana. Quando nós

nos reconhecemos completamente dependentes da misericórdia do nosso Pai,

então, todas essas dificuldades transformam-se em ocasiões para que

experimentemos o Seu Amor infinito, e aí então, seremos realmente felizes. A

nossa felicidade aqui na terra está condicionada à nossa experiência pessoal

com o Amor de Deus. Por essa razão, as ocasiões em que somos mais

provados, são justamente, os momentos em que mais comprovamos a ação de

Deus na nossa vida. Somos bem-aventurados? Para avaliar se somos tudo isto a

que se refere o Evangelho, precisamos verificar se sentimos o reino dos céus,

se nos sentimos consolados, se temos bons relacionamentos, se buscamos a

santidade, se estamos provando da misericórdia, se temos comunhão com

Deus, se consideramo-nos filhos de Deus, se estamos sendo perseguidos, se

vivemos alegres apesar das humilhações e dificuldades do reino.


 - Você se

considera bem-aventurado? – O que falta para você viver as bem-

aventuranças? – Você confia em que Deus o alimentará e sempre matará a

sua sede de justiça? Você sabia que quem persegue a justiça tem sede de

fazer o bem, deseja que o outro melhore também? Que justo é que todos

sejam bons? - Como tem sido o seu relacionamento com as pessoas. Você é

capaz de conquistá-las com mansidão?


Helena Serpa.

Fundadora da Comunidade Miissionária Um Novo Caminho

domingo, 7 de junho de 2026

EVANGELHO DO DIA

 roclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 9,9-13

Naquele tempo: 9 Partindo dali, Jesus viu um homem chamado Mateus,

sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: "Segue-me!"

Ele se levantou e seguiu a Jesus. 10 Enquanto Jesus estava à mesa, em casa

de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se

à mesa com Jesus e seus discípulos. 11

Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: "Por que vosso mestre

come com os cobradores de impostos e pecadores?"

12 Jesus ouviu a pergunta e respondeu: "Aqueles que têm saúde não precisam

de médico, mas sim os doentes. 13 Aprendei, pois, o que significa: 'Quero

misericórdia e não sacrifício'. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas

os pecadores".

Palavra da Salvação

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

 17


e dos melhores lugares nos banquetes. 40Eles devoram as casas das viúvas, fingindo

fazer longas orações. Por isso eles receberão a pior condenação'. 41Jesus estava

sentado no Templo, diante do cofre das esmolas, e observava como a multidão

depositava

suas moedas no cofre. Muitos ricos depositavam grandes quantias.

42Então chegou uma pobre viúva que deu duas pequenas moedas,

que não valiam quase nada. 43Jesus chamou os discípulos e disse:

'Em verdade vos digo, esta pobre viúva deu mais do que todos os outros que

ofereceram esmolas. 44Todos deram do que tinham de sobra, enquanto ela, na sua

pobreza, ofereceu tudo aquilo que possuía para viver'. Palavra da Salvação.

Reflexão – A oferta da viúva!

Muitas vezes tentamos aparentar uma falsa humildade, no entanto, Deus

conhece o nosso coração e percebe quais os sentimentos que se escondem

debaixo das nossas ações. Neste Evangelho nós vimos Jesus abrir os olhos dos

Seus discípulos para que se prevenissem contra “os doutores da lei” por causa

da sua soberba e pretensão, assim como também da sua falsidade e hipocrisia

no trato das coisas de Deus. Assim, Ele dizia: “Tomai cuidado” “eles

receberão a pior condenação”, e os instruía a que, também não os imitassem

e não seguissem a mesma cartilha por onde eles se guiavam. Infelizmente, ao

longo de todos os anos essa cartilha permanece servindo de lição para muitos

doutores da lei dos tempos modernos, que usam das mesmas práticas a fim de

chamar atenção para sua espiritualidade e devoção, de fachada. Ao mesmo

tempo Jesus também fazia alusão àqueles que depositavam grandes quantias

no cofre das esmolas e à viúva que “na sua pobreza, ofereceu tudo aquilo que

possuía para viver”. São duas situações claras nas quais percebemos que as

nossas atitudes exteriores muitas vezes não revelam o que acontece no nosso

interior. Jesus pôde avaliá-los, pois observava tudo com os olhos do Espírito e

podia sondar os seus corações. A observação de Jesus não nos dá o direito de

fazer julgamentos precipitados sobre as ações das pessoas, mas nos serve de

lição para que mergulhemos dentro de nós mesmos e avaliemos as nossas reais

intenções quando agimos, sabedores de que estamos em evidência e que

outras pessoas nos veem no trabalho do reino e nas ofertas que fazemos. Nas

nossas ofertas, o muito ou pouco que colocamos aos pés do altar do Senhor

precisa ecoar de dentro do nosso coração com sinceridade. Não conseguimos

enganar a Deus, por isso, poderíamos, então, confessar a nossa covardia,

dizendo: “Senhor, eu sei que poderia dar mais, no entanto, sou apegado,

tenho medo de que me faça falta, finalmente, Senhor, eu não estou

confiando em Ti, perdoa-me”! Se agíssemos assim, com sinceridade, talvez

um dia pudéssemos deixar de dar desculpas esfarrapadas e, como a viúva,

oferecer a Deus tudo o que possuíssemos, fosse, muito ou pouco. Não importa

a quantia que depositamos, mas a generosidade com que fazemos as nossas

ofertas. Jesus não delimita as nossas esmolas, apenas nos propõe a

experiência de sermos livres dos nossos apegos para que não recebamos a pior

condenação! – Com que intuito você faz as suas orações na assembleia

diante de todos? – Você gosta dos primeiros lugares? – O que você pode

dizer a Jesus, agora, em relação às suas esmolas ao tesouro do templo? –

Qual é o entendimento que você tem sobre generosidade? – Como você

pode dar tudo o que possui: você entende isto?


18


7 DE JUNHO DE 2026

DOMINGO DA X SEMANA DO

TEMPO COMUM


Cor Verde


1ª. Leitura – Os 6, 3-6

Leitura da Profecia de Oséias 6,3-6

3É preciso saber segui-lo para reconhecer o Senhor. Certa como a aurora é a

sua vinda, ele virá até nós como as primeiras chuvas,

como as chuvas tardias que regam o solo. 4 Como vou tratar-te, Efraim? Como

vou tratar-te, Judá? O vosso amor é como nuvem pela manhã, como orvalho

que cedo se desfaz. 5 Eu os desbastei por meio dos profetas, arrasei-os com as

palavras de minha boca,

como luz, expandem-se meus juízos; 6 quero amor, e não sacrifícios,

conhecimento de Deus, mais do que holocaustos".

Palavra do Senhor.

Reflexão – Confundimos a vivência do amor com sacrifícios e regras e

algumas devoções.

O profeta Oséias, preanuncia a vinda de Jesus e se dirige a todos nós, hoje,

que desejamos encontrá-Lo e reconhecê-Lo como Senhor da nossa vida. A

primeira instrução que o profeta nos dá é a de saber seguir Jesus tomando

consciência se, de fato estamos vivendo o Seu Evangelho, como estamos

agindo e vivenciando o Seu amor nos nossos relacionamentos. Efraim e Judá é

cada um de nós que temos uma história de buscas, de sonhos, de projetos e

até tentamos, mas não conseguimos viver o amor que nos é proposto por Jesus

no Evangelho. O nosso amor é como uma nuvem e como o orvalho que logo se

desfazem. Confundimos a vivência do amor com sacrifícios e regras e algumas

devoções. A palavra de Deus por meio dos profetas põe abaixo o nosso amor

superficial e nos conclama a ter conhecimento profundo do Amor divino, que

é eterno. Somente vivendo este Amor é que a luz do Senhor nos ilumina e

podemos enxergar nossa real situação. O julgamento do Senhor nos ajuda no

nosso crescimento em busca da santidade! – Você também busca encontrar

Jesus? – Como você tem tentado segui-Lo? – Como você tem vivenciado o

Amor de Deus na rotina da sua vida? – Você ama com o Amor eterno? –

Você tem notado progresso na busca da santidade? – Você vivencia o

Evangelho de Jesus?

Sl 49(50),1.8.12-13.14-15 (R. 23b)

R. A todo homem que procede retamente,

    eu mostrarei a salvação que vem de Deus.


19

1 Falou o Senhor Deus, chamou a terra, *

do sol nascente ao sol poente a convocou.

8 Eu não venho censurar teus sacrifícios, *

pois sempre estão perante mim teus holocaustos. R.

12 Não te diria, se com fome eu estivesse, *

porque é meu o universo e todo ser.

13 Porventura comerei carne de touros? *

Beberei, acaso, o sangue de carneiros? R.

14Imola a Deus um sacrifício de louvor *

e cumpre os votos que fizeste ao Altíssimo.

15 Invoca-me no dia da angústia, *

e então te livrarei e hás de louvar-me". R.

Reflexão – o salmista nos motiva a louvar o Senhor com a nossa vida, na rotina

do nosso dia a dia, procurando proceder conforme os Seus ensinamentos. Que

não nos detenhamos a prestar holocaustos e sacrifício para prestar contas com

Deus, pois, Ele não está interessado nisso. Ele deseja de nós um sacrifício de

louvor e de reconhecimento da Sua misericórdia e do Seu grande amor por

nós!

2ª. Leitura – Rm 4, 18-25

Leitura da Carta de São Paulo aos Romanos 4,18-25

Irmãos:18 Abraão, contra toda a humana esperança, firmou-se na esperança e

na fé. Assim, tornou-se pai de muitos povos,

conforme lhe fora dito: "Assim será a tua posteridade".

19 Não fraquejou na fé, à vista de seu físico desvigorado pela idade - cerca de

cem anos - ou considerando o útero de Sara já incapaz de conceber. 20 Diante

da promessa divina, não duvidou por falta de fé, mas revigorou-se na fé e deu

glória a Deus,

21 convencido de que Deus tem poder para cumprir o que prometeu. 22 Esta

sua atitude de fé lhe foi creditada como justiça. 23 Afirmando que a fé lhe foi

creditada como justiça,

a Escritura visa não só à pessoa de Abraão, 24 mas também a nós, pois a fé

será creditada também para nós que cremos naquele que ressuscitou dos

mortos Jesus, nosso Senhor. 25 Ele, Jesus, foi entregue por causa de nossos

pecados e foi ressuscitado para nossa justificação. Palavra do Senhor.

Reflexão - Tudo na nossa vida está sujeito à vontade de Deus!

Esperar contra toda humana esperança é a maior prova de fé que podemos

dar a Deus! Assim aconteceu com Abraão que, no final da vida, não tinha

evidência humana para poder confiar na promessa de Deus e continuou firme

apesar das circunstâncias, nós também precisamos nos revigorar na fé e dar

glorias a Deus na certeza de que Ele é o nosso provedor, por isso, tudo na

nossa vida está sujeito à Sua vontade! Que a nossa fé seja tal qual a de

Abraão e poderemos também ser considerados homens justos. A nossa fé está

consolidada em Jesus que venceu a morte e ressuscitou para a nossa salvação!

– A sua fé depende do que você acha possível acontecer ou você tem fé

mesmo diante das impossibilidades? – O Senhor tem lhe feito alguma


20


promessa? – Você espera com confiança? – Você seria capaz de esperar

muito tempo pelo cumprimento das promessas de Deus? – Você já desistiu

de algum projeto que o Senhor prometeu realizar?

Evangelho - Mt 9,9-13

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 9,9-13

Naquele tempo: 9 Partindo dali, Jesus viu um homem chamado Mateus,

sentado na coletoria de impostos, e disse-lhe: "Segue-me!"

Ele se levantou e seguiu a Jesus. 10 Enquanto Jesus estava à mesa, em casa

de Mateus, vieram muitos cobradores de impostos e pecadores e sentaram-se

à mesa com Jesus e seus discípulos. 11

Alguns fariseus viram isso e perguntaram aos discípulos: "Por que vosso mestre

come com os cobradores de impostos e pecadores?"

12 Jesus ouviu a pergunta e respondeu: "Aqueles que têm saúde não precisam

de médico, mas sim os doentes. 13 Aprendei, pois, o que significa: 'Quero

misericórdia e não sacrifício'. De fato, eu não vim para chamar os justos, mas

os pecadores".

Palavra da Salvação.

Reflexão – Como seria o nosso encontro com Jesus?

Somos chamados, hoje, a nos colocar no lugar de Mateus, como protagonistas

desta história e refletir como seria o nosso encontro com Aquele do qual tanto

ouvimos falar. Como Levi, nós também estamos no posto do nosso trabalho,

na nossa vida familiar e social e só ouvimos falar de Jesus, mas não tivemos

ainda um encontro verdadeiro com a Sua pessoa. Não somos pessoas perfeitas,

longe disso, temos muitas fraquezas, defeitos e dentro de nós há

ressentimento, soberba, orgulho, inveja, egoísmo, julgamentos, afinal tudo

que nós sabemos que possuímos. Não somos pessoas dignas de confiança e os

que convivem conosco até comentam isso, embora não conheçam o nosso

interior. Nós também não conhecemos as verdadeiras razões pelas quais

agimos assim. Mas Jesus nos vê, vem ao nosso encontro e simplesmente Ele

diz: “Segue-me”! Dentro do nosso coração há muita desordem de

sentimentos: dúvidas, apreensão, medo, incertezas, no entanto, como

Mateus, nós também nos levantamos e seguimos Jesus! Afinal, o que nos

motivou à ação de segui-Lo? Será porque Ele olhou para nós e fomos

privilegiados? Será que Ele se encantou por nós e prometeu recompensa? Não

foi por isso! Concluímos, então, que a Palavra de Jesus foi o que nos levou a

dar um passo concreto e nos convenceu de assumir toda a verdade da nossa

vida. Nós esperávamos por essa hora, nós precisávamos mudar de vida e Ele

conhecia tudo o que se passava dentro de nós! Não podemos mais viver longe

da Palavra de Jesus, não podemos caminhar sozinhos por nossa conta e não

podemos nos apropriar da pessoa de Jesus. Precisamos levar Jesus para nossa

casa, convidar os nossos amigos, aqueles que também estão em busca de

felicidade, em busca da verdade e estão sentados na coletoria da mesmice!

Eles também não são tão dignos de confiança, mas necessitam de Salvação!

Graças a Deus Jesus veio para os que estão doentes, necessitados e nós nos

reconhecemos assim


. – Faça hoje uma reflexão imaginando o seu encontro

com Jesus e anote os detalhes desse momento especial.


Helena Serrpa,  

Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

SANTO DO DIA

Origem religiosa

Beato Estêvão Sandór, filho de Estêvão, ferroviário, e de Maria Fekete, dona de casa, nasceu em Szolnok, Hungria, no dia 26 de novembro de 1914, foi o primeiro de três irmãos. Desde pequeno, recebeu uma religiosidade profunda de seus pais, cujos ensinamentos fez com que ele fosse um auxílio e um exemplo de estudos e orações para os seus irmãos; e era considerado pelos amigos como um menino bom, cortês e alegre.

Carisma Salesiano

Como São João Bosco entre os jovens, o beato Estêvão também era uma referência para os seus amigos. E, ao ler um Boletim Salesiano, conheceu Dom Bosco e teve em si o profundo desejo de ser parte da congregação. Falou com seu diretor espiritual e com os seus pais, que, depois de muita insistência do filho, aceitaram o seu ingresso.

A gráfica e as armas

Em 1936, entrou na casa salesiana de Budapeste e ali fez os primeiros dois anos de aspirantado, frequentando o curso de técnico-impressor na Escola de Artes Gráficas de Dom Bosco, até ser convocado para as forças armadas por causa da guerra.

Primeira profissão

Em 1939, foi oficialmente liberado das funções militares e, após um ano de noviciado, realizou, como leigo irmão, os seus primeiros votos. Isso se deu no dia 08 de setembro de 1940.

A exemplo de Dom Bosco

Com uma comovente alegria, o beato passou a ensinar nos cursos profissionais, a ajudar nos oratórios e a cuidar e promover a Juventude Operária Católica. Foi considerado um exemplo de educador, como seu pai na fé São João Bosco.

Fim da Segunda Guerra Mundial

Em 1942, o salesiano recebeu uma Medalha de Prata de valor militar pelo que fizera das trincheiras: um oratório festivo em meio aos desalentos da guerra.

Ao fim, ajudou a erguer e a reconstruir a sociedade material e moralmente, além disso, dedicou-se, em especial, aos jovens mais pobres e necessitados.

Profissão Perpétua

Em 1946, professou os seus votos perpétuos como Salesiano Irmão e continuou a ensinar Artes Gráficas até o início da perseguição cristã em 1949.

Sándor precisou deixar a sua tipografia, porém, continuou o seu apostolado com a juventude de forma clandestina.

Martírio

Em julho de 1952, foi preso e nunca mais foi visto. Um documento oficial certifica o processo e a condenação à morte, tendo sido executado por enforcamento no dia 8 de junho de 1953. A beatificação aconteceu em 19 de outubro de 2013.

Família Salesiana

A Comunidade Canção Nova, como parte da Família Salesiana, tendo como patronos São João Bosco e Nossa Senhora Auxiliadora, celebra com louvores a Deus todos os santos e beatos salesianos, que, inspirados na alegria do fundador, se entregaram à evangelização e à salvação das almas.

A minha oração

“Meu amado Jesus, diante do testemunho do Beato Estêvão, eu quero pedir-Te a graça de dedicar-me inteira e alegremente ao Teu serviço, exercendo as funções necessárias sempre com o Teu nome nos lábios e o Teu amor nos atos. Não me deixes afastar do apostolado que o Senhor mesmo me confiou, que ele me seja instrumento de santificação e canal de salvação para os meus irmãos. Amém!”

Beato Estêvão Sandór

Beato istvan sandor sdb martir 1

Origem religiosa

Beato Estêvão Sandór, filho de Estêvão, ferroviário, e de Maria Fekete, dona de casa, nasceu em Szolnok, Hungria, no dia 26 de novembro de 1914, foi o primeiro de três irmãos. Desde pequeno, recebeu uma religiosidade profunda de seus pais, cujos ensinamentos fez com que ele fosse um auxílio e um exemplo de estudos e orações para os seus irmãos; e era considerado pelos amigos como um menino bom, cortês e alegre.

Carisma Salesiano

Como São João Bosco entre os jovens, o beato Estêvão também era uma referência para os seus amigos. E, ao ler um Boletim Salesiano, conheceu Dom Bosco e teve em si o profundo desejo de ser parte da congregação. Falou com seu diretor espiritual e com os seus pais, que, depois de muita insistência do filho, aceitaram o seu ingresso.

A gráfica e as armas

Em 1936, entrou na casa salesiana de Budapeste e ali fez os primeiros dois anos de aspirantado, frequentando o curso de técnico-impressor na Escola de Artes Gráficas de Dom Bosco, até ser convocado para as forças armadas por causa da guerra.

Primeira profissão

Em 1939, foi oficialmente liberado das funções militares e, após um ano de noviciado, realizou, como leigo irmão, os seus primeiros votos. Isso se deu no dia 08 de setembro de 1940.

A exemplo de Dom Bosco

Com uma comovente alegria, o beato passou a ensinar nos cursos profissionais, a ajudar nos oratórios e a cuidar e promover a Juventude Operária Católica. Foi considerado um exemplo de educador, como seu pai na fé São João Bosco.

Fim da Segunda Guerra Mundial

Em 1942, o salesiano recebeu uma Medalha de Prata de valor militar pelo que fizera das trincheiras: um oratório festivo em meio aos desalentos da guerra.

Ao fim, ajudou a erguer e a reconstruir a sociedade material e moralmente, além disso, dedicou-se, em especial, aos jovens mais pobres e necessitados.

Profissão Perpétua

Em 1946, professou os seus votos perpétuos como Salesiano Irmão e continuou a ensinar Artes Gráficas até o início da perseguição cristã em 1949.

Sándor precisou deixar a sua tipografia, porém, continuou o seu apostolado com a juventude de forma clandestina.

Martírio

Em julho de 1952, foi preso e nunca mais foi visto. Um documento oficial certifica o processo e a condenação à morte, tendo sido executado por enforcamento no dia 8 de junho de 1953. A beatificação aconteceu em 19 de outubro de 2013.

Família Salesiana

A Comunidade Canção Nova, como parte da Família Salesiana, tendo como patronos São João Bosco e Nossa Senhora Auxiliadora, celebra com louvores a Deus todos os santos e beatos salesianos, que, inspirados na alegria do fundador, se entregaram à evangelização e à salvação das almas.

A minha oração

“Meu amado Jesus, diante do testemunho do Beato Estêvão, eu quero pedir-Te a graça de dedicar-me inteira e alegremente ao Teu serviço, exercendo as funções necessárias sempre com o Teu nome nos lábios e o Teu amor nos atos. Não me deixes afastar do apostolado que o Senhor mesmo me confiou, que ele me seja instrumento de santificação e canal de salvação para os meus irmãos. Amém!”

Beato Estêvão Sandór, rogai por nós!

Fonte:  Canção Nova NOtícias















































f


SANTO DO DIA - SANTO ANTÔNIO MARIA GIANELLI

Nascimento e vocação

Antônio Maria Gianelli nasceu em Cereta, perto de Chiavari, na província de Gênova, em 12 de abril de 1789. Entrou no seminário aos 19 anos e foi ordenado sacerdote quatro anos depois. Professor de letras e retórica, para receber o novo bispo, Lambruschini, organizou, em Gênova, uma peça intitulada “A reforma do seminário”, que teve um eco notável. Religioso, Bispo de Bobbio, fundou a Congregação das Filhas de Maria Santíssima do Horto e brilhou pelo empenho e exemplo brilhante de dedicação às necessidades dos pobres, à salvação das almas e na promoção da santidade do clero.

Fundador

De 1826 a 1838, foi pároco em Chiavari. Este período é marcado por uma série de inovações pastorais e pela criação de várias instituições, como o próprio seminário. Sob o inusitado nome de “Sociedade Econômica”, foi criada uma instituição cultural e assistencial confiada por Dom Gianelli “aos cuidados das Damas da Caridade” para a educação gratuita das meninas pobres: uma caridade que confia às Damas da Caridade. É o primeiro passo para as Filhas de Maria Santíssima do Horto.

Episcopado e dedicação ao clero

Em 1838, foi eleito bispo de Bobbio. Ajudado pelos lígures, ele reconstruiu sua congregação com o nome de Oblatos de Santo Afonso. Morreu em 7 de junho de 1846; dois anos antes, havia criado uma pequena congregação missionária para pregar ao povo e organizar o clero, sendo um grande atuante na formação da Igreja. Foi canonizado por Pio XII.  

Papa João Paulo II, discurso aos Jovens de Gianelli

Homem inteligente e clarividente, culto e sensível às correntes ideológicas da época, sabia muito bem que a meditação pessoal das Verdades reveladas por Jesus pode criar convicções firmes que formam consciências e iluminam as mentes. A meditação, de fato, ajuda a manter vivo o contato com o Senhor, fortalece a vontade, traz à tona os defeitos que devem ser corrigidos, eleva o tom da vida, faz respirar uma atmosfera mais elevada e serena.

A minha oração

Pedimos ao nosso santo que ensine o caminho da meditação e que, através desta, possamos ser usados pelo Senhor no serviço pastoral, no trabalho cotidiano. Que o seu exemplo e virtude sejam sempre caminho de esperança e caridade para nós, por Cristo nosso Senhor. Amém!

Santo Antônio Maria Gianelli, rogai por nós!

 

sábado, 6 de junho de 2026

ASSOCIADOS EUDISTAS VISITAM PADRES DO LAR SACERDOTAL JESUS, MARIA E JOSÉ NO CEU

 


Os Associados Eudistas visitaram nesta manhã, o Lar Sacerdotal Jesus, Maria e José da Arquidiocese de Fortaleza, no Condominio Espiritual Uirapurú(CEU), numa ação missionária participando da celebração eucarística,  depois de  um lanche partilhado com a distribuição de kits de higiene.


O Lar Sacerdotal é uma  casa de acolhimento da Arquidiocese, que tem por missão amparar os sacerdotes sem familiares próximos ou que necessitem de cuidados e de atenção médica permanente.

 

Com informações e fotos de Lúcia de

Fátima da Silva, Associada Eudista                                                                     


EVANGELHO DO DIA

  + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo Mateus 5,1-12a Naquele tempo: 1Vendo Jesus as multidões, subiu ao monte e sentou-se. Os...