sexta-feira, 26 de junho de 2026

EVANGELHO DO DIA

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8,1-4

1Tendo Jesus descido do monte, numerosas multidões o seguiam. 

2Eis que um leproso se aproximou e se ajoelhou diante dele, dizendo: 'Senhor,

se queres, tu tens o poder de me purificar.' 

3Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: 'Eu quero, fica limpo.' 

No mesmo instante, o homem ficou curado da lepra. 4Então Jesus lhe

disse: 'Olha, não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote, e

faze a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho para

eles.' Palavra da Salvaç

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

 26 DE JUNHO DE 2026

6ª. FEIRA DA XII SEMANA DO

TEMPO COMUM


Cor: Verde


1ª Leitura - 2Rs 25,1-12

Leitura do Segundo Livro dos Reis 25,1-12

1No nono ano do reinado de Sedecias, no dia dez do décimo mês, 

Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio atacar Jerusalém com todo o seu

exército. Pus eram-lhe um cerco e construíram torres de assalto ao seu

redor. 2A cidade ficou sitiada e rodeada de valas 

até ao décimo primeiro ano do reinado de Sedecias. 3No dia nove do quarto

mês, quando a fome se agravava na cidade e a população não tinha mais o

que comer, 4abriram uma brecha na muralha da cidade. Então o rei fugiu de

noite, com todos os guerreiros, pela porta entre os dois muros, perto do

jardim real, 

se bem que os caldeus cercavam a cidade, e seguiram pela estrada que

conduz à Araba. 5Mas o exército dos caldeus perseguiu o rei 

e alcançou-o na planície de Jericó, enquanto todo o seu exército se dispersou

e o abandonou. 6Os caldeus prenderam o rei e levaram-no a Rebla, à presença

do rei da Babilônia, que pronunciou sentença contra ele. 7Matou os filhos de

Sedecias, na sua presença, vasou-lhe os olhos e, preso com uma corrente de

bronze, levou-o para a Babilônia. 8No dia sete do quinto mês, 

data que corresponde ao ano dezenove do reinado de Nabucodonosor, rei da

Babilônia, Nabuzardã, comandante da guarda e oficial do rei da Babilônia, fez

a sua entrada em Jerusalém. 9Ele incendiou o templo do Senhor e o palácio

do rei 

e entregou às chamas todas as casas e os edifícios de Jerusalém. 

10Todo o exército dos caldeus, que acompanhava o comandante da

guarda, destruiu as muralhas que rodeavam Jerusalém. 

11Nabuzardã, comandante da guarda, exilou o resto da população 

que tinha ficado na cidade, os desertores que se tinham passado ao rei da

Babilônia e o resto do povo. 12E, dos pobres do país, 


74


o comandante da guarda deixou uma parte, como vinhateiros e

agricultores. Palavra do Senhor. 

Reflexão – Ir para o exílio é também contrariar a nossa vontade.

Esse foi um tempo marcante para o povo de Israel e, por mais que eles

tentassem fugir do cerco de Nabucodonosor, mais aumentava o seu poderio.

Jerusalém chega ao extremo da perseguição! O povo já não tinha forças para

lutar e Nabucodonosor completava a sua ação levando ao cativeiro quase todo

o resto da povoação, deixando apenas os vinhateiros e os agricultores. Até o

templo de Jerusalém foi incendiado e o palácio do rei foi entregue às chamas

e, praticamente, eles perderam tudo. Hoje, para acolher a mensagem desta

palavra nós podemos nos colocar no lugar de Jerusalém e refletir sobre os

momentos da nossa vida em que somos de alguma forma, acossados,

perseguidos pelas coisas, pessoas e acontecimentos, que aparentemente,

exercem influência sobre a nossa sorte. Perdemos o que de mais caro

possuíamos e ficamos praticamente no nosso corpo. Muitas vezes, no entanto,

o exílio será também contrariar a nossa vontade acostumada com as benesses.

No entanto, mesmo no exílio nós poderemos nos apossar do que temos de bom

dentro de nós, os nossos dons, os nossos talentos, a capacidade que está

inserida na nossa alma e que ninguém pode usurpar. Dentro de nós temos as

armas para vencermos os desafios: fé, esperança e o amor que é o Espírito

Santo! Hoje nós sabemos que o tempo do cativeiro foi um tempo rico para o

povo de Israel. Por isso, estamos seguros de que crescemos no tempo do exílio

quando pomos em prática e testamos a nossa fé e a nossa confiança no Senhor

que pode derrotar o Nabucodonosor da nossa vida, isto é a nossa própria

vontade decaída. - Você também já perdeu algo que não valorizou e que

hoje lembra com saudade? – Como você reage quanto a isto diante do

Senhor: com humildade ou com revolta? – Mesmo assim você tem

exercitado os dons que possui? – Você tem aprendido com os momentos de

exílio?

Salmo - Sl 136,1-2. 3. 4-5. 6 (R. 6a)

R. Que se prenda a minha língua ao céu da boca,

se de ti Jerusalém, eu me esquecer!

1Junto aos rios da Babilônia 

nos sentávamos chorando,* 

com saudades de Sião. 

2Nos salgueiros por ali* 

penduramos nossas harpas.R.

3Pois foi lá que os opressores* 

nos pediram nossos cânticos; 

nossos guardas exigiam* 

alegria na tristeza: 

'Cantai hoje para nós* 

algum canto de Sião!'R.

4Como havemos de cantar 

os cantares do Senhor* 


75


numa terra estrangeira? 

5Se de ti, Jerusalém, 

algum dia eu me esquecer,* 

que resseque a minha mão!R.

Reflexão - O salmo retrata a lamentação do povo de Israel que sentia na

carne o tempo que perdera e, agora, voltava o seu coração para o Senhor e

para a terra que lhe havia sido tirada. Assim, em terra estrangeira o povo

lamentava: “junto aos rios da Babilônia nos sentávamos chorando com

saudades de Sião.” Será que isto também acontece conosco? Quantas vezes

temos tudo nas mãos, e não damos o devido valor ao que possuímos. Só

quando perdemos é que temos a consciência de que tudo que antes nós não

valorizávamos é o que hoje tem realmente valor para nós. Todavia todas as

coisas que nos acontecem, têm um sentido diante do plano do Senhor. Deus

espera pela nossa oração, pelo nosso pedido. Ele sabe que precisamos de

humildade para caminhar e ser como Ele, perfeitos e santos

Evangelho - Mt 8,1-4

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8,1-4

1Tendo Jesus descido do monte, numerosas multidões o seguiam. 

2Eis que um leproso se aproximou e se ajoelhou diante dele, dizendo: 'Senhor,

se queres, tu tens o poder de me purificar.' 

3Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: 'Eu quero, fica limpo.' 

No mesmo instante, o homem ficou curado da lepra. 4Então Jesus lhe

disse: 'Olha, não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote, e

faze a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho para

eles.' Palavra da Salvação. 

Reflexão – Na medida em que nos humilhamos Deus perdoa os nossos

pecados.

Jesus hoje continua estendendo a mão para nos tocar e curar as nossas

impurezas purificando a nossa alma dos males que nos afetam e como

aconteceu com aquele leproso, nós podemos também nos dirigir a ele e pedir

que cure a nossa lepra “Senhor, se queres, tu tens poder de me purificar”. A

lepra representa o pecado que nos desarmoniza com Deus, conosco mesmos e

com o nosso próximo. Jesus veio ao mundo, justamente para nos livrar do

pecado, por isso está sempre atento às nossas necessidades e, com certeza,

conhece todas as nossas carências. Ele tem um plano para realizar na nossa

vida e, na hora devida, atenderá às nossas reivindicações, dependendo, no

entanto, da nossa aquiescência. A vontade de Deus para nós é sempre o bem e

a felicidade e, o pecado nos afasta dos Seus planos e da Sua vontade. Deus

nos perdoa de acordo com o nosso coração, mas é preciso darmos o

testemunho do Seu perdão, indo cumprir com o que Jesus mandou: “mas vai

mostrar-te ao sacerdote...” Em primeiro lugar o Senhor nos deseja purificar e

extirpar de nós a raiz do nosso pecado. Na medida em que nos humilhamos e

pedimos confiantes a cura do nosso coração Deus também vai realizando em

nós uma obra de purificação. O ir ao sacerdote é uma forma de expressar

humildade e obediência à palavra do Senhor confessando as nossas faltas e

reconhecendo o nosso estado de pecador.

 

O que você entende por: vai

76

mostrar-te ao sacerdote? – Para você o que significa a confissão dos

pecados? Você acha que precisa humilhar-se diante de Deus e dos homens

para conseguir alguma coisa?


Helena Serpa,


Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

 26 DE JUNHO DE 2026

6ª. FEIRA DA XII SEMANA DO

TEMPO COMUM


Cor: Verde


1ª Leitura - 2Rs 25,1-12

Leitura do Segundo Livro dos Reis 25,1-12

1No nono ano do reinado de Sedecias, no dia dez do décimo mês, 

Nabucodonosor, rei da Babilônia, veio atacar Jerusalém com todo o seu

exército. Pus eram-lhe um cerco e construíram torres de assalto ao seu

redor. 2A cidade ficou sitiada e rodeada de valas 

até ao décimo primeiro ano do reinado de Sedecias. 3No dia nove do quarto

mês, quando a fome se agravava na cidade e a população não tinha mais o

que comer, 4abriram uma brecha na muralha da cidade. Então o rei fugiu de

noite, com todos os guerreiros, pela porta entre os dois muros, perto do

jardim real, 

se bem que os caldeus cercavam a cidade, e seguiram pela estrada que

conduz à Araba. 5Mas o exército dos caldeus perseguiu o rei 

e alcançou-o na planície de Jericó, enquanto todo o seu exército se dispersou

e o abandonou. 6Os caldeus prenderam o rei e levaram-no a Rebla, à presença

do rei da Babilônia, que pronunciou sentença contra ele. 7Matou os filhos de

Sedecias, na sua presença, vasou-lhe os olhos e, preso com uma corrente de

bronze, levou-o para a Babilônia. 8No dia sete do quinto mês, 

data que corresponde ao ano dezenove do reinado de Nabucodonosor, rei da

Babilônia, Nabuzardã, comandante da guarda e oficial do rei da Babilônia, fez

a sua entrada em Jerusalém. 9Ele incendiou o templo do Senhor e o palácio

do rei 

e entregou às chamas todas as casas e os edifícios de Jerusalém. 

10Todo o exército dos caldeus, que acompanhava o comandante da

guarda, destruiu as muralhas que rodeavam Jerusalém. 

11Nabuzardã, comandante da guarda, exilou o resto da população 

que tinha ficado na cidade, os desertores que se tinham passado ao rei da

Babilônia e o resto do povo. 12E, dos pobres do país, 


74


o comandante da guarda deixou uma parte, como vinhateiros e

agricultores. Palavra do Senhor. 

Reflexão – Ir para o exílio é também contrariar a nossa vontade.

Esse foi um tempo marcante para o povo de Israel e, por mais que eles

tentassem fugir do cerco de Nabucodonosor, mais aumentava o seu poderio.

Jerusalém chega ao extremo da perseguição! O povo já não tinha forças para

lutar e Nabucodonosor completava a sua ação levando ao cativeiro quase todo

o resto da povoação, deixando apenas os vinhateiros e os agricultores. Até o

templo de Jerusalém foi incendiado e o palácio do rei foi entregue às chamas

e, praticamente, eles perderam tudo. Hoje, para acolher a mensagem desta

palavra nós podemos nos colocar no lugar de Jerusalém e refletir sobre os

momentos da nossa vida em que somos de alguma forma, acossados,

perseguidos pelas coisas, pessoas e acontecimentos, que aparentemente,

exercem influência sobre a nossa sorte. Perdemos o que de mais caro

possuíamos e ficamos praticamente no nosso corpo. Muitas vezes, no entanto,

o exílio será também contrariar a nossa vontade acostumada com as benesses.

No entanto, mesmo no exílio nós poderemos nos apossar do que temos de bom

dentro de nós, os nossos dons, os nossos talentos, a capacidade que está

inserida na nossa alma e que ninguém pode usurpar. Dentro de nós temos as

armas para vencermos os desafios: fé, esperança e o amor que é o Espírito

Santo! Hoje nós sabemos que o tempo do cativeiro foi um tempo rico para o

povo de Israel. Por isso, estamos seguros de que crescemos no tempo do exílio

quando pomos em prática e testamos a nossa fé e a nossa confiança no Senhor

que pode derrotar o Nabucodonosor da nossa vida, isto é a nossa própria

vontade decaída. - Você também já perdeu algo que não valorizou e que

hoje lembra com saudade? – Como você reage quanto a isto diante do

Senhor: com humildade ou com revolta? – Mesmo assim você tem

exercitado os dons que possui? – Você tem aprendido com os momentos de

exílio?

Salmo - Sl 136,1-2. 3. 4-5. 6 (R. 6a)

R. Que se prenda a minha língua ao céu da boca,

se de ti Jerusalém, eu me esquecer!

1Junto aos rios da Babilônia 

nos sentávamos chorando,* 

com saudades de Sião. 

2Nos salgueiros por ali* 

penduramos nossas harpas.R.

3Pois foi lá que os opressores* 

nos pediram nossos cânticos; 

nossos guardas exigiam* 

alegria na tristeza: 

'Cantai hoje para nós* 

algum canto de Sião!'R.

4Como havemos de cantar 

os cantares do Senhor* 


75


numa terra estrangeira? 

5Se de ti, Jerusalém, 

algum dia eu me esquecer,* 

que resseque a minha mão!R.

Reflexão - O salmo retrata a lamentação do povo de Israel que sentia na

carne o tempo que perdera e, agora, voltava o seu coração para o Senhor e

para a terra que lhe havia sido tirada. Assim, em terra estrangeira o povo

lamentava: “junto aos rios da Babilônia nos sentávamos chorando com

saudades de Sião.” Será que isto também acontece conosco? Quantas vezes

temos tudo nas mãos, e não damos o devido valor ao que possuímos. Só

quando perdemos é que temos a consciência de que tudo que antes nós não

valorizávamos é o que hoje tem realmente valor para nós. Todavia todas as

coisas que nos acontecem, têm um sentido diante do plano do Senhor. Deus

espera pela nossa oração, pelo nosso pedido. Ele sabe que precisamos de

humildade para caminhar e ser como Ele, perfeitos e santos

Evangelho - Mt 8,1-4

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8,1-4

1Tendo Jesus descido do monte, numerosas multidões o seguiam. 

2Eis que um leproso se aproximou e se ajoelhou diante dele, dizendo: 'Senhor,

se queres, tu tens o poder de me purificar.' 

3Jesus estendeu a mão, tocou nele e disse: 'Eu quero, fica limpo.' 

No mesmo instante, o homem ficou curado da lepra. 4Então Jesus lhe

disse: 'Olha, não digas nada a ninguém, mas vai mostrar-te ao sacerdote, e

faze a oferta que Moisés ordenou, para servir de testemunho para

eles.' Palavra da Salvação

Reflexão – Na medida em que nos humilhamos Deus perdoa os nossos

pecados.

Jesus hoje continua estendendo a mão para nos tocar e curar as nossas

impurezas purificando a nossa alma dos males que nos afetam e como

aconteceu com aquele leproso, nós podemos também nos dirigir a ele e pedir

que cure a nossa lepra “Senhor, se queres, tu tens poder de me purificar”. A

lepra representa o pecado que nos desarmoniza com Deus, conosco mesmos e

com o nosso próximo. Jesus veio ao mundo, justamente para nos livrar do

pecado, por isso está sempre atento às nossas necessidades e, com certeza,

conhece todas as nossas carências. Ele tem um plano para realizar na nossa

vida e, na hora devida, atenderá às nossas reivindicações, dependendo, no

entanto, da nossa aquiescência. A vontade de Deus para nós é sempre o bem e

a felicidade e, o pecado nos afasta dos Seus planos e da Sua vontade. Deus

nos perdoa de acordo com o nosso coração, mas é preciso darmos o

testemunho do Seu perdão, indo cumprir com o que Jesus mandou: “mas vai

mostrar-te ao sacerdote...” Em primeiro lugar o Senhor nos deseja purificar e

extirpar de nós a raiz do nosso pecado. Na medida em que nos humilhamos e

pedimos confiantes a cura do nosso coração Deus também vai realizando em

nós uma obra de purificação. O ir ao sacerdote é uma forma de expressar

humildade e obediência à palavra do Senhor confessando as nossas faltas e

reconhecendo o nosso estado de pecador.


 – O que você entende por: vai

76

mostrar-te ao sacerdote? – Para você o que significa a confissão dos

pecados? Você acha que precisa humilhar-se diante de Deus e dos homens

para conseguir alguma coisa?


Helena Serpa,

Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

SANTO DO DIA - SÃO JOSEMARIA ESSCRIVÁ DE BALAGUER


 

Infância

Josemaría Escrivá de Balaguer nasceu em Barbastro (Espanha), em 9 de janeiro de 1902, o segundo dos seis filhos de José Escrivá e María Dolores Albás. Seus pais, católicos fervorosos, levaram-no ao batismo quatro dias depois, em 13 de janeiro, e depois lhe ensinaram, antes de tudo com sua vida exemplar, os fundamentos da fé e a prática das virtudes cristãs. Tinha grande afeição por sua mãe e grande confiança e amizade por seu pai, que o convidava a recorrer a ele livremente para lhe contar suas preocupações, sempre pronto a lhe dar conselhos afetuosos e prudentes.

Visitado pela morte

Logo, o Senhor começa a temperar sua alma na forja da dor: entre 1910 e 1913, as três irmãs mais novas morrem, e, em 1914, a família sofre um colapso econômico. Em 1915, os Escrivás mudaram-se para Logroño para viver modestamente. Em 27 de novembro de 1924, faleceu José Escrivá, atingido por uma súbita síncope, pouco antes de sua ordenação. Em meio às dores, ele sempre foi sustento de sua família. Em 1941, enquanto pregava um retiro a um grupo de sacerdotes de Lérida, faleceu a sua mãe, que tanto tinha ajudado nos apostolados do Opus Dei. O Senhor também permite que amargos mal-entendidos sejam desencadeados contra ele.

A neve e o sacerdócio

No inverno de 1917-18, durante as férias de Natal, um dia ele observa as pegadas congeladas deixadas na neve por dois pés descalços; são as pegadas de um religioso carmelita que andava descalço. Então, pergunta-se: “Se outros fazem tantos sacrifícios por Deus e pelo próximo, não poderei oferecer-lhe nada?”. Assim nasceu uma “inquietude divina” em sua alma: “Comecei a antever o Amor, a perceber que meu coração me pedia algo grande e que era amor”. Decide tornar-se sacerdote. Logo, iniciou os estudos eclesiásticos no seminário de Logroño, e, em 1920, mudou-se para o de Saragoça, em cuja Pontifícia Universidade completou a formação que antecedeu o sacerdócio.

Exemplo de estudante

Na capital aragonesa, completou também os estudos de direito. O empenho de Josemaría, numa vida de piedade, disciplina e estudo, é um exemplo para todos os seminaristas; em 1922, com apenas 20 anos, o arcebispo de Saragoça nomeou-o inspetor do seminário.

Uma vida de oração

Naqueles anos, ele passa muitas horas em oração diante do Santíssimo Sacramento, lançando as bases de uma profunda vida eucarística, e vai, todos os dias, à Basílica do Pilar para pedir a Nossa Senhora que lhe mostre o que quer dele. Em 2 de outubro de 1968, ele disse: “Fiquei repetindo: ‘Senhor, deixe-me ver! Senhor, assim seja!’ E também repeti, […] cheio de confiança na minha Mãe Celeste: ‘Senhora, que assim seja! Senhora, que eu veja!’ A Santíssima Virgem sempre me ajudou a descobrir os desejos de seu Filho”.

Sacerdote do Altíssimo

Em 28 de março de 1925, José Maria foi ordenado sacerdote por Mons. Miguel de los Santos Díaz Gómara, na igreja do Seminário de San Carlo em Saragoça, e dois dias depois celebrou a sua primeira Missa solene na Santa Capela da Basílica do Pilar. Depois foi para Madrid, lá ele trabalha incansavelmente com as crianças, os doentes e os pobres nos subúrbios.

O Opus Dei

Nasceu em 2 de outubro de 1928 . Josemaria participava de um retiro espiritual e, enquanto meditava, de repente, “vê” a missão que o Senhor lhe quer confiar: iniciar um novo caminho vocacional na Igreja, promover a busca da santidade e o apostolado através da santificação do trabalho ordinário no meio do mundo, sem mudar de status. Poucos meses depois, o Senhor o fez compreender que deveria incluir também as mulheres. O objetivo do Opus Dei é elevar a Deus toda realidade criada, com a ajuda da graça, para que Cristo reine em todos e em tudo; conhecer Jesus Cristo, torná-lo conhecido, levá-lo a todos os lugares. Em 24 de fevereiro de 1947, Pio XII concedeu o decretum laudis e, em 16 de junho de 1950, a aprovação definitiva.

A Universidade

Em 1933, abre uma academia universitária, porque percebe que o mundo da ciência e da cultura é um ponto focal para a evangelização de toda a sociedade. Em 1934, publicou, sob o título de Consideraciones espirituales, a primeira edição de Caminho, um livro de espiritualidade do qual já foram publicados mais de quatro milhões e meio de exemplares, com 372 edições em 44 idiomas.

Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz

Em 1943, por uma nova graça fundacional que recebeu durante a celebração da Missa, nasceu, no Opus Dei, a Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz, na qual podiam ser incardinados sacerdotes das fileiras dos fiéis leigos do Opus Dei. Os sacerdotes diocesanos também podem fazer parte da Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz, sem alterar sua filiação no clero de suas respectivas dioceses.

Unido ao Concílio Vaticano II

Nas sessões conciliares, o solene Magistério confirmará alguns aspectos fundamentais do espírito do Opus Dei: a vocação universal à santidade, o trabalho profissional como meio de santidade e apostolado, o valor e os limites legítimos da liberdade do cristão em matéria temporal, a Santa Missa como centro e raiz da vida interior etc. O Beato Josemaria encontra numerosos Padres e Peritos conciliares, que o consideram um autêntico precursor de muitas das principais linhas do Vaticano II.

Primado da vida interior

A pregação do Beato Josemaría sublinha constantemente o primado da vida interior sobre as atividades organizativas. Quando assim vivemos, tudo é oração, tudo pode e deve conduzir-nos a Deus, alimentando uma relação contínua com Ele, da manhã à noite. Qualquer trabalho honesto pode ser oração; e toda obra que é oração é um apostolado. A raiz da prodigiosa fecundidade do seu ministério encontra-se precisamente na ardente vida interior que faz do Beato Josemaria um contemplativo no meio do mundo.

Sua Passagem

A 26 de junho de 1975, o Beato Josemaria morre ao meio-dia na sua sala de trabalho, na sequência de uma paragem cardíaca, ao pé de um quadro de Nossa Senhora para o qual dirige o seu último olhar. Naquela época, o Opus Dei está presente nos cinco continentes com mais de 60.000 membros de 80 nacionalidades. Em 17 de maio de 1992, em Roma, Sua Santidade João Paulo II eleva Josemaria Escrivá às honras dos altares. Em 6 de outubro de 2002, o mesmo Papa o canoniza.

A minha oração

“Querido Escrivá, amante da oração e do estudo, dai-nos a graça de crescer em santidade no ordinário da nossa vida, no nosso trabalho, na família e em tudo o que fizermos. Que Deus seja o centro da nossa história! Amém!”

São José Maria Escrivá , rogai por nós!

Fonte: Canção Nova  NotíciA

quinta-feira, 25 de junho de 2026

SANTO DO DIA - SÃO GUILHERME DE VERCELLI

 

Adolescente decidido

Às vezes, 14 anos são suficientes para escolher a vida que se quer viver, renunciando àquela que se tem. Assim foi Guilherme, um adolescente de Vercelli. Com 14 anos, fez uma coisa semelhante àquela que Francesco faria em Assis, mais de cem anos depois. Deixou a vida de opulenta riqueza da sua família, renunciou ao título nobiliário, vestiu uma túnica rude e partiu descalço e sozinho.

Uma experiência de peregrinação

Guilherme tinha os pés torturados de tanto andar. Seu destino era Santiago de Compostela e, depois, um dia, a Terra Santa. Compostela torna-se uma etapa obrigatória de peregrinação para o homem do primeiro milênio. Por volta do ano 1099, Guilherme partiu para o Santuário espanhol: fez cinco anos de caminhada, de pão e água, de cilício, dormindo no chão, de colóquio íntimo com Deus e de ardente anúncio do Evangelho ao longo do caminho. A outra etapa de qualquer peregrinação, na época, era a Terra de Jesus. Então, Guilherme voltou para a Itália com o objetivo de partir para Jerusalém. Porém, o homem que planeja se defronta com as surpresas de Deus. O jovem encaminhou-se para o sul da Itália em busca de um navio. Mas, nas proximidades de Brindes, foi agredido por alguns ladrões. Naquele pobre peregrino nada havia para roubar; decepcionados, a agressão se transformou em violência. Guilherme foi espancado e obrigado a interromper sua viagem. Ao recuperar suas forças, encontrou-se com João de Matera, o futuro santo, que havia conhecido antes, que lhe disse, com decisão, que, por detrás da agressão sofrida, poderia estar oculto um sinal maior: dedicar a sua missão de apóstolo na Itália.

Vida Eremítica

Guilherme refletiu e se convenceu. Em 1118, volta novamente para Irpínia, aos pés do Montevergine, que o escalou até encontrar uma pequena bacia, onde se deteve. Ali, o peregrino se tornou eremita. O eremita pensava ser feito para a solidão, mas a solidão não era feita para ele: sua fama de homem de Deus se espalhou rápido como o vento gelado que penetrava nos bosques do Monte Partênio. Dezenas de pessoas chegavam ao lugar onde se encontrava a cela do monge Guilherme. 

Abade de Montevergine

Assim, o eremita torna-se abade. Foram poucas as regras escritas, ditadas e mostradas com seu exemplo: penitência rigorosa, oração, prática da caridade com os pobres. Este foi o broto da sua congregação dedicada a Maria, oficialmente reconhecida em 1126. No entanto, os pés do eremita queimavam. 

A mística do Peregrino

Certo dia, o Santo peregrino confiou a um discípulo a recém-nascida Abadia de Montevergine e retomou sua estrada, indo de Irpínia a Sânio, da Lucânia à Apúlia e Sicília. Os príncipes normandos e as pessoas paupérrimas que o encontravam permaneciam fascinados. Notou-se aí uma verdadeira espiritualidade peregrina, daquele que se encontrou com Jesus através dessas experiências de viajante, recordando que todos nós somos passageiros neste mundo. 

Padroeiro da Irpínia

A abadia de Montevergine prosperou graças às contínuas doações conspícuas. Entre os amigos reinantes, mas, sobretudo, sinceros de Guilherme, destaca-se Rogério II, um rei normando. Foi ele quem visitou, pela última vez, o peregrino, que se tornou eremita e abade, debilitado e quase sem força. Em 1142, São Guilherme entregou seu espírito em um de seus mosteiros da Irpínia, em Goleto. 800 anos depois da sua morte, em 1942, Pio XII o proclamou Padroeiro principal da Irpínia.

A minha oração

“Vosso anseio de peregrino demonstra que tudo nessa vida é passageiro, por isso, ensina-nos a viver em desapego e disposição para as coisas do alto. Mostra-nos o caminho correto para o céu e guia-nos nessa estrada desafiante da vida. Amém!”

São Guilherme , rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias

EVANGELHO DO DIA

 + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 7,21-29

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 2lNem todo aquele que me

diz: 'Senhor, Senhor', entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a

vontade de meu Pai que está nos céus. 

22Naquele dia, muitos vão me dizer: 'Senhor, Senhor, não foi em teu nome

que profetizamos? Não foi em teu nome que expulsamos demônios? E não foi

em teu nome que fizemos muitos milagres?' 

23Então eu lhes direi publicamente: 'Jamais vos conheci. 

Afastai-vos de mim, vós que praticais o mal. 24Portanto, quem ouve estas

minhas palavras e as põe em prática, é como um homem prudente, que

construiu sua casa sobre a rocha. 25Caiu a chuva, vieram as enchentes, os

ventos deram contra a casa, 

mas a casa não caiu, porque estava construída sobre a rocha. 

26Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática, é

como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. 27Caiu a

chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e a

casa caiu, e sua ruína foi completa!' 28Quando Jesus acabou de dizer estas

palavras, 

as multidões ficaram admiradas com seu ensinamento. 29De fato, ele as

ensinava como quem tem autoridade e não como os mestres da lei. Palavra da

Salvação. 

REFLEXÕES SOBRE ASLEITURAS DE HOJE

 25 DE JUNHO DE 2026

5ª. FEIRA DA XII SEMANA DO

TEMPO COMUM


Cor Verde


1ª Leitura - 2Rs 24,8-17

Leitura do Segundo Livro dos Reis 24,8-17

8Joaquim tinha dezoito anos quando começou a reinar e reinou três meses em

Jerusalém. Sua mãe chamava-se Noesta, filha de Elnatã, de Jerusalém. 9E ele

fez o mal diante do Senhor, segundo tudo o que seu pai tinha feito. 10Naquele

tempo, os oficiais de Nabucodonosor, rei da Babilônia, marcharam contra

Jerusalém 

e a cidade foi sitiada. 11Nabucodonosor, rei da Babilônia, 

veio em pessoa atacar a cidade, enquanto seus soldados a sitiavam. 12Então

Joaquim, rei de Judá, apresentou-se ao rei da Babilônia, com sua mãe, seus

servos, seus príncipes e seus eunucos. E o rei da Babilônia os fez

prisioneiros. Isto aconteceu no oitavo ano do seu reinado. 13Nabucodonosor

levou todos os tesouros do templo do Senhor e do palácio real, e quebrou

todos os objetos de ouro que Salomão, rei de Israel, havia fabricado para o

templo do Senhor, conforme o Senhor havia anunciado. 14Levou para o

cativeiro Jerusalém inteira, todos os príncipes e todos os valentes do

exército, num total de dez mil exilados, e todos os ferreiros e serralheiros; só

deixou a população mais pobre do país. 

15Deportou Joaquim para Babilônia, e do mesmo modo exilou de Jerusalém

para a Babilônia a rainha-mãe, as mulheres do rei, 

seus eunucos e todos os nobres do país. 16Todos os homens fortes, num total

de sete mil, os ferreiros e os serralheiros em número de mil, todos os homens

capazes de empunhar armas, foram conduzidos para o exílio pelo rei da

Babilônia. 17E, em lugar de Joaquim, ele nomeou seu tio paterno, Matanias,

mudando-lhe o nome para Sedecias. Palavra do Senhor. 

Reflexão – Deus também permite para nós um tempo no exílio!


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O povo de Israel, começando pelo seu rei, praticava o mal e não observava os

ensinamentos do Senhor, por isso, foi deportado para o exílio na Babilônia,

longe da sua terra, do seu templo. Ficaram em Jerusalém somente aqueles

mais humildes e que não tinham condições nem forças para se superarem. Foi

um tempo em que aparentemente, o povo de Deus foi abandonado por Ele.

Tempo de penúria e de crescimento. Tempo de descoberta e reconhecimento

da culpa. Os fortes são os escolhidos, os que estão à frente são os mais

tentados, provados e testados. Esta leitura nos leva a refletir quão importante

para nós é pôr em prática a vontade de Deus que se expressa através da Sua

Palavra. Quando não damos ouvidos aos Seus ensinamentos, Deus também

permite um tempo no exílio e nos prepara para enfrentar as situações difíceis

da nossa vida, conscientes de que dependemos completamente do Seu auxílio.

O tempo do exílio é um tempo de lamento e de reconhecimento do nosso ser

pecador. Babilônia significa para nós o inimigo de Deus e somente Ele poderá

nos tirar de lá. Há tempo para tudo, há também, para o exílio, expatriação,

tempo em que nos sentimos separados, longe da graça, sem lar, sem templo,

sem vez nem voz. Mas é tempo também de arrependimento e de expiação.

Deus proverá tudo! Nós não podemos ficar somente na bonança, o Senhor sabe

o tempo em que, para o nosso crescimento, as coisas precisam acontecer. –

Você já se sentiu abandonado por Deus? - O que você entende por estar

no exílio? - Você também já experimentou esse tempo de solidão e

abandono de Deus? – Como você conseguiu superar essa fase da sua vida?

– Você sente o poder do inimigo? – Quem é o seu maior inimigo?

Salmo - Sl 78,1-2. 3-5. 8. 9 (R. 9b)

R. Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos, ó Senhor!

1Invadiram vossa herança os infiéis, + 

profanaram, ó Senhor, o vosso templo, * 

Jerusalém foi reduzida a ruínas! 

2Lançaram aos abutres como pasto * 

os cadáveres dos vossos servidores; 

e às feras da floresta entregaram * 

os corpos dos fiéis, vossos eleitos.R.

3Derramaram o seu sangue como água + 

em torno das muralhas de Sião, * 

e não houve quem lhes desse sepultura! 

4Nós nos tornamos o opróbrio dos vizinhos, + 

um objeto de desprezo e zombaria * 

para os povos e àqueles que nos cercam. 

5Mas até quando, ó Senhor, veremos isto? + 

Conservareis eternamente a vossa ira? * 

Como fogo arderá a vossa cólera?R.

8Não lembreis as nossas culpas do passado, + 

mas venha logo sobre nós vossa bondade, * 

pois estamos humilhados em extremo.R.


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9Ajudai-nos, nosso Deus e Salvador! + 

Por vosso nome e vossa glória, libertai-nos! * 

Por vosso nome, perdoai nossos pecados!R. 

Reflexão - O homem provado e atribulado possui um coração humilde e

suplicante. Assim como nos fala o Salmo: “não lembreis as nossas culpas do

passado, mas venha logo sobre nós vossa bondade, pois estamos humilhados

ao extremo.” Nós também temos tempos de exílio na nossa vida, onde nos

sentimos sós, abandonados, porém nunca deveremos perder a esperança e a

confiança de que o Senhor conhece toda a nossa história e sabe precisamente

o tempo em que nós precisamos ser exercitados.

Evangelho - Mt 7,21-29

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 7,21-29

Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 2lNem todo aquele que me

diz: 'Senhor, Senhor', entrará no Reino dos Céus, mas o que põe em prática a

vontade de meu Pai que está nos céus. 

22Naquele dia, muitos vão me dizer: 'Senhor, Senhor, não foi em teu nome

que profetizamos? Não foi em teu nome que expulsamos demônios? E não foi

em teu nome que fizemos muitos milagres?' 

23Então eu lhes direi publicamente: 'Jamais vos conheci. 

Afastai-vos de mim, vós que praticais o mal. 24Portanto, quem ouve estas

minhas palavras e as põe em prática, é como um homem prudente, que

construiu sua casa sobre a rocha. 25Caiu a chuva, vieram as enchentes, os

ventos deram contra a casa, 

mas a casa não caiu, porque estava construída sobre a rocha. 

26Por outro lado, quem ouve estas minhas palavras e não as põe em prática, é

como um homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. 27Caiu a

chuva, vieram as enchentes, os ventos sopraram e deram contra a casa, e a

casa caiu, e sua ruína foi completa!' 28Quando Jesus acabou de dizer estas

palavras, 

as multidões ficaram admiradas com seu ensinamento. 29De fato, ele as

ensinava como quem tem autoridade e não como os mestres da lei. Palavra da

Salvação. 

Reflexão – A Palavra de Deus é a Rocha que nos sustenta!

Jesus nos conscientiza de que a nossa entrada no reino dos céus não

acontecerá em vista de palavras pronunciadas, orações recitadas e pregações

bem elaboradas, mas em estarmos firmes no seguimento da vontade de Deus

manifestada na sua Palavra. Por esta razão, não nos adiantará clamar e

chamar Senhor, Senhor, se não pusermos em prática a Sua vontade pelas

nossas ações. Os nossos atos têm mais eficácia do que as nossas palavras,

portanto, se não praticarmos o que dissermos tudo será igual a nada. Praticar

o mal é agir contrário a Palavra de Deus e atuar conforme os nossos próprios

pensamentos humanos, seguindo a nossa vontade. Por isso, Jesus nos mostra

no Evangelho que ouvir a Palavra e praticá-la é como construir a casa na

rocha. A casa construída sobre a rocha é a vida do homem que caminha à luz

da Palavra de Deus seguindo os Seus ensinamentos para enfrentar os desafios

do dia a dia. A Rocha é Deus! A Rocha é o Seu Amor! A Rocha é a vontade de


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Deus! Assim sendo, todos aqueles que se ajustam à Sua vontade, terão uma

vida firme, confiante e as tempestades, os terremotos, os ventos não os

abalarão. As dificuldades da nossa vida são momentos preciosos para

percebermos se estamos ou não firmados sobre a R0CHA. Quando passamos

pelas dificuldades, mas não perdemos o rumo, é sinal de que estamos

fundados e protegidos sob a guarda de Deus


. - Como você está construindo a

casa da sua vida: na rocha ou na areia? – Você já experimentou alguma

tempestade na sua vida? Como ficou a sua casa? - Você sente firmeza nos

seus pés nas horas das dificuldades? - Você acha que a sua vida está

firmada sobre a Rocha ou você é um homem sem juízo? - Em que a Palavra

de Deus o tem instruído.


Helena Serpa,

Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo 

EVANGELHO DO DIA

  + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Mateus 8,1-4 1Tendo Jesus descido do monte, numerosas multidões o seguiam.  2Eis qu...