domingo, 15 de fevereiro de 2026

ABERTO NO GINÁSIO PAULO SARASATE O 40º RENASCER

 


Tendo como tema “ A nossa alegria é eterna” foi aberto, na manhã de hoje, no Ginásio Paulo Sarasate, o Renascer, na sua edição de número 40, promovida pela Comunidade Católica Shalom.

O retiro de Carnaval foi aberto na parte da manhã  com muito louvor e Adoração ao Santíssimo Sacramento, com um intervalo por volta das 10 horas, prosseguindo com uma palestra do padre Vitor, mais conhecido por padre Vitinho.




Antes da formação do padre Vitinho, apresentado ´por Moysés Azevedo, fundador da Comunidade Shalom, jovens fizeram uma dramatização sobre a Jornada à Vida Eterna,  com a parábola  do “Jovem Rico”, que queria ganhar o Céu, mas sem se desfazer de sua riqueza.




   Esses jovens foram saindo do meio dos participantes do evento, desenvolvendo o tema da parábola,  desenvolvido também pelo padre Vitinho, que começou falando que com muita facilidade esquecemos da nossa salvação. E que essa vida eterna não virá só depois da morte, mas já agora,  e deseja atingir a todos nós. ”  A santidade tem tudo  haver com felicidade: Santidade é o gosto da alegria de ser de Deus. A felicidade está na santidade.





E aproveitou a ocasião para relatar a história  de jovem do Paraná acometida de uma câncer aos 14 anos que escolhera uma  foto sua para quando fosse canonizada e escrevera: minha foto de santa, que passou no telão.

No período da tarde, teria o Seminário de Vida no Espírito Santo para aqueles que ainda não o fizeram e  vários cursos para  quem  já havia feito o Seminário, com mais uma formação e o encerramento com a Santa Missa, celebrada pelo padre Antônio Furtdo.





EVANGELHO DO DIA

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo

Mateus 5,17-37

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 17 "Não penseis que vim abolir

a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno

cumprimento. 18 Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem

de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo se

cumpra. 19 Portanto, quem desobedecer a um só destes mandamentos, por

menor que seja,

e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino

dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no

Reino dos Céus. 20Porque Eu vos digo: Se a vossa justiça não for maior que a

justiça dos mestres da Lei e dos fariseus, vós não entrareis no Reino dos Céus.

21Vós ouvistes o que foi dito aos antigos: 'Não matarás!' Quem matar será

condenado pelo tribunal. 22aEu, porém, vos digo: todo aquele que se

encoleriza com seu irmão será réu em juízo. 27Ouvistes o que foi dito: 'Não

cometerás adultério'. 28Eu, porém, vos digo: Todo aquele que olhar para uma

mulher, com o desejo de possuí-la,

já cometeu adultério com ela no seu coração. 33Vós ouvistes também o que

foi dito aos antigos: 'Não jurarás falso', mas 'cumprirás os teus juramentos

feitos ao Senhor'. 34aEu, porém, vos digo: Não jureis de modo algum. 37Seja o

vosso 'sim': 'Sim', e o vosso 'não': 'Não'. Tudo o que for além disso vem do

Maligno. Palavra da Salvação.


REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DEHOJE

 15 DE FEVEREIRO DE 2026

VI DOMINGO DO TEMPO

COMUM


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Cor Verde


1ª Leitura - Eclo 15,16-21 (Gr.15-20)

Leitura do Livro do Eclesiástico 15,16-21 (Gr.15-20)

16Se quiseres observar os mandamentos, eles te guardarão;

se confias em Deus, tu também viverás. 17Diante de ti, Ele colocou o fogo e a

água; para o que quiseres, tu podes estender a mão. 18Diante do homem

estão a vida e a morte, o bem e o mal;

ele receberá aquilo que preferir. 19A sabedoria do Senhor é imensa, ele é

forte e poderoso e tudo vê continuamente. 20Os olhos do Senhor estão

voltados para os que o temem. Ele conhece todas as obras do homem. 21Não

mandou a ninguém agir como ímpio e a ninguém deu licença de pecar.

Palavra do Senhor.

Reflexão – “Se quiseres”!

Esta leitura nos dá a oportunidade para nos situar e examinar até que ponto

as nossas escolhas estão influenciando a nossa vida pessoal e comunitária.

Nela o autor põe a observância dos mandamentos de Deus, como referencial

para que tenhamos uma feliz existência, apesar de sermos homens e mulheres

livres para vivenciá-los ou recusá-los. Entretanto, ele coloca no condicional a

consequência feliz ou não do nosso livre arbítrio. “Se quiseres”! A Palavra de

Deus nos dá o Norte e nos revela o que é o bem e o que é o mal mostrando-

nos o caminho certo e nos dando oportunidade para escolhermos, a vida ou a

morte. Ela esclarece ainda, como que abrindo a nossa mente, que “os olhos

do Senhor estão voltados para os que O temem”. Temer a Deus é respeitá-Lo

e ter horror ao pecado com o intuito de não desagradar Àquele que nos deu a

vida e nos ensina a ser feliz. Todos nós receberemos aquilo que preferirmos,

diz a leitura, porque Deus não deu a ninguém licença para pecar. Somos

pecadores, mas cometer o pecado é, também, uma opção nossa. Resta-nos,

portanto, fazer a opção e assumir o ônus que incide sobre as nossas

preferências. Muitas vezes nós caímos nas artimanhas do inimigo ou na nossa

própria vontade decaída pelo pecado e quando as coisas dão erradas

procuramos um bode expiatório para acusar. Nós precisamos, então, nos

conscientizar de que as nossas ações passam pelo nosso crivo e nós temos que

admitir as suas consequências sem querer colocar a culpa em Deus ou dizer

que somos desgraçados. Apesar da nossa tendência pecaminosa, todos nós

podemos viver aqui na terra como os que vivem no céu, seguindo fielmente a

Palavra que nos é revelada para a nossa felicidade. O Espírito Santo é quem

nos auxilia! – O que você tem preferido seguir: a Palavra de Deus ou a sua

própria vontade? – Você é temente a Deus? – Você assume as

consequências dos seus erros? – A quem você acusa quando algo fracassa? –

Você acredita em sorte ou azar?

Salmo - Sl 118,1-2.4-5.17-18.33-34 (R.1)

R. Feliz o homem sem pecado em seu caminho,

que na lei do Senhor Deus vai progredindo!

1Feliz o homem sem pecado em seu caminho,*


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que na lei do Senhor Deus vai progredindo!

2Feliz o homem que observa seus preceitos,*

e de todo o coração procura a Deus!R.

4Os vossos mandamentos vós nos destes,*

para serem fielmente observados.

5Oxalá seja bem firme a minha vida*

em cumprir vossa vontade e vossa lei!R.

17Sede bom com vosso servo, e viverei,*

e guardarei vossa palavra, ó Senhor.

18Abri meus olhos, e então contemplarei*

as maravilhas que encerra a vossa lei!R.

33Ensinai-me a viver vossos preceitos;*

quero guardá-los fielmente até o fim!

34Dai-me o saber, e cumprirei a vossa lei,*

e de todo o coração a guardarei. R.

Reflexão - O pecado nos afasta de Deus e nos isola da comunhão com os filhos

de Deus. Por isso, o pecado é cacimbão de infelicidade e, quanto mais

pecamos, mais mergulhamos no atoleiro que nos absorve. Como o salmista

canta o homem que progride na lei do Senhor e observa seus preceitos,

procura a Deus de todo o coração, por isso, é feliz. A Lei do Senhor foi escrita

no nosso coração e só teremos paz se colocarmos em prática o desejo de

santidade que foi inoculado em nós. Nunca deixaremos de ser pecadores, mas

a Palavra de Deus nos afasta da atuação de um ser pecador.

2ª Leitura - 1Cor 2, 6-10

Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios 2, 6-10

Irmãos: 6Entre os perfeitos nós falamos de sabedoria, não da sabedoria deste

mundo nem da sabedoria dos poderosos deste mundo, que, afinal, estão

votados à destruição. 7Falamos, sim, da misteriosa sabedoria de Deus,

sabedoria escondida, que, desde a eternidade, Deus destinou para nossa

glória. 8Nenhum dos poderosos deste mundo conheceu essa sabedoria. Pois,

se a tivessem conhecido, não teriam crucificado o Senhor da glória.

9Mas, como está escrito, 'o que Deus preparou para os que o amam

é algo que os olhos jamais viram nem os ouvidos ouviram

nem coração algum jamais pressentiu'. 10A nós Deus revelou esse mistério

através do Espírito. Pois o Espírito esquadrinha tudo,

mesmo as profundezas de Deus. Palavra do Senhor.

Reflexão - O Espírito Santo pode nos fazer vivenciar já aqui na terra as

primícias do céu.

Para o mundo a sabedoria de Deus é um mistério, pois a sua mentalidade

traduz sabedoria, como astúcia, esperteza. Entre nós, aqueles que fomos

batizados em Jesus Cristo e marcados com o sinal da fé, há a convicção de

que o Espírito Santo é o Amor entre o Pai e o Filho, e, somente Ele pode nos

revelar a misteriosa sabedoria que Deus, desde a eternidade destinou para


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nossa glória. Portanto, a verdadeira sabedoria é o Amor de Deus agindo em

nós por meio do Espírito Santo. Por isso, é que São Paulo repete para nós as

palavras que estão escritas no Livro da Vida: “o que Deus preparou para os

que o amam é algo que os olhos jamais viram nem os ouvidos ouviram, nem

coração algum jamais pressentiu.” Às vezes nós podemos pensar que esta

promessa será cumprida somente depois da nossa morte, no céu, todavia, o

próprio São Paulo nos explica que esse mistério nos é revelado pelo Espírito

Santo, pois Ele esquadrinha tudo, mesmo as profundezas de Deus. O Espírito

Santo tem o poder de nos fazer vivenciar já aqui na terra as primícias do que

viveremos no céu, pela manifestação do Amor em nós e através de nós. O

Amor de Deus é a sabedoria do homem. Tudo o quanto fizermos com Amor

será realizado em consonância com a vontade do Pai que está no céu. Quando

saímos de nós mesmos e ajudamos alguém de coração, sem interesse próprio,

fazendo por amor, despojados de toda e qualquer consideração pessoal,

experimentamos a presença de Deus e a alegria do céu vive dentro de nós por

algum tempo. Nós nunca conseguiremos esquecer esses momentos. Não

precisamos esperar a hora da nossa morte, vivamos o tempo presente com

sabedoria, saboreando o amor, partilhando o amor, guiados pelo Espírito de

Deus que sonda o nosso coração e nos leva a viver em harmonia com o

pensamento do Senhor. – Você já experimentou este estado de espírito? –

Você conhece muitos sábios neste mundo? – E a sabedoria de Deus, você

conhece? – Você já experimentou sair de si mesmo e fazer algo por

alguém? – Como você se sentiu? – Você está esperando para viver esta

sabedoria só depois de morrer?

Evangelho - Mt 5,17-37

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo

Mateus 5,17-37

Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: 17 "Não penseis que vim abolir

a Lei e os Profetas. Não vim para abolir, mas para dar-lhes pleno

cumprimento. 18 Em verdade, eu vos digo: antes que o céu e a terra deixem

de existir, nem uma só letra ou vírgula serão tiradas da Lei, sem que tudo se

cumpra. 19 Portanto, quem desobedecer a um só destes mandamentos, por

menor que seja,

e ensinar os outros a fazerem o mesmo, será considerado o menor no Reino

dos Céus. Porém, quem os praticar e ensinar será considerado grande no

Reino dos Céus. 20Porque Eu vos digo: Se a vossa justiça não for maior que a

justiça dos mestres da Lei e dos fariseus, vós não entrareis no Reino dos Céus.

21Vós ouvistes o que foi dito aos antigos: 'Não matarás!' Quem matar será

condenado pelo tribunal. 22aEu, porém, vos digo: todo aquele que se

encoleriza com seu irmão será réu em juízo. 27Ouvistes o que foi dito: 'Não

cometerás adultério'. 28Eu, porém, vos digo: Todo aquele que olhar para uma

mulher, com o desejo de possuí-la,

já cometeu adultério com ela no seu coração. 33Vós ouvistes também o que

foi dito aos antigos: 'Não jurarás falso', mas 'cumprirás os teus juramentos

feitos ao Senhor'. 34aEu, porém, vos digo: Não jureis de modo algum. 37Seja o

vosso 'sim': 'Sim', e o vosso 'não': 'Não'. Tudo o que for além disso vem do

Maligno. Palavra da Salvação.


Reflexão – O amor é a segurança para nossa felicidade.

Com autoridade Jesus dá consciência de que tudo quanto está escrito na lei

de Deus e que os profetas deixaram para nós como ensinamento, continua

vigorando. Ele mesmo nos esclarece que veio até a terra para dar sentido à

prática da lei e nos conceder a capacidade para cumpri-la plenamente. Os

mandamentos da Lei de Deus não mudaram, eles continuam como guia para a

nossa caminhada. O que muda, muitas vezes, é o nosso entendimento.

Porém, a essência da lei e do direcionamento de Deus tem sempre o mesmo

objetivo: a vivência do amor que dá ao homem, feito à Sua imagem e

semelhança, a felicidade e plenitude de vida. Por isso é importante também

pararmos para refletir como estamos vivendo os nossos relacionamentos em

qualquer campo da nossa trajetória no dia a dia. Às vezes nós costumamos

pensar que algumas coisas do Evangelho hoje, podem ser consideradas

distantes do sentido que tinham antes, porém, Jesus esclarece alguns pontos

que podem passar imperceptíveis por nós quando nos avaliamos como homens

e mulheres justos. Todos nós podemos argumentar e contar vantagens a nosso

favor assegurando que não cometemos certos delitos, por isso, estamos

vivenciando a justiça. Afinal, nós não matamos, não roubamos, não traímos,

não levantamos falso testemunho, não escandalizamos o próximo, vivemos

com honestidade, portanto, vivemos a justiça na acepção da palavra.

Todavia, na maioria das vezes, nós nos esquecemos de que a Palavra nos

ensina que encolerizar-se é o mesmo que matar; pensar é o mesmo que

realizar; omitir é o mesmo que mentir. Não matamos literalmente, mas

cultivamos rancor e cólera no nosso coração contra alguém que nos

contrariou, por isso, cortamos relações e o damos como “morto”. Não

queremos nem conversa com tal pessoa. Dizemos que não traímos, mas

ruminamos maus pensamentos, desejos proibidos, adulterando a pureza do

nosso coração. Somos capazes de nos omitir na hora de dar testemunho de

alguma coisa que presenciamos, para não nos comprometer. Facilmente

caímos nas malhas do maligno e não somos transparentes e sinceros. Se não

agimos, porém, pensamos, é lógico que não estamos em harmonia com Deus e

ficaremos de fora do Seu reinado. Vigiemos, pois, os nossos pensamentos e

sentimentos para que não sejamos pegos de surpresa na hora do julgamento

final. Por isso, Jesus nos adverte: “Eu vos digo: Se a vossa justiça não for

maior que a justiça dos mestres da Lei e dos fariseus, vós não entrareis no

Reino dos Céus.” Os fariseus anotavam tudo que os outros faziam contra os

seus preceitos, e tiravam o ânimo do povo que buscava a Deus.


 - O que você

descobriu refletindo sobre este Evangelho? – A quem você tem matado pelo

pensamento? – Você tem se encolerizado? – Você costuma fugir para não se

comprometer? – Como está a sua justiça?


Helena Serpa,

Fundadora da cmunidade Missionária UmNovo Caminho

SANTO DO DIA - SÃO CLÁUDIO LA COLOMBIERE

 

Origem

Nascido no sul da França, São Cláudio fez parte de uma família de posses. Teve seis irmãos, dentre eles três também foram sacerdotes ou religiosos. Em sua juventude, frequentou uma escola da Companhia de Jesus e ingressou na ordem aos 17 anos.

Sinceridade
Como noviço, Cláudio admitiu ter uma “terrível aversão” ao rigoroso tratamento requerido pela ordem, mas, durante o noviciado, conseguiu incrementar o seu talento natural, isso o levaria, em seguida, a fazer um voto privado de obedecer às regras o mais perfeitamente possível.

Valor à amizade
Escreve o santo: “Meu Jesus, tenho certeza de ser amado. Por mais miserável que eu seja, não me tirará vossa amizade nenhum indivíduo mais nobre que eu, nem mais culto ou mais santo”.

Após 16 anos de vida religiosa, São Cláudio escreve: “Senti-me inclinado a imitar a simplicidade de Deus nos seus afetos, amando só a Deus, mas meus amigos tem-me a amizade, e eu tenho a amizade deles. Hoje, o sacrifício de deixar meus amigos custa-me mais do que o primeiro que fiz deixando pai e mãe”.

São Cláudio La Colombiere: confessor de uma religiosa desprezada

Confessor
Padre Cláudio, como confessor do mosteiro da Visitação, conhece uma irmã, com 28 anos de idade e que estava presa ao leito, devido às fortes dores reumáticas. A doente era a Irmã Margarida Maria Alacoque, que, quando rezava diante do Santíssimo Sacramento, em 1675, ouve de Jesus um pedido: a difusão da devoção ao Sagrado Coração, bem como a instituição de sua festa e da consagração reparadora. Entretanto, dentro do convento, essa notícia foi recebida com desprezo.

“Eis o Coração que tanto amou os homens.”
Ouvindo o testemunho sobre as revelações de Jesus ao irmão, Santa Maria Margarida Alacoque chegou à conclusão de que as tinha recebido de maneira extraordinária. Os escritos de Cláudio la Colombiere e seu testemunho da realidade das experiências da santa ajudaram a estabelecer o Sagrado Coração como um dos pilares da devoção católica.

Assim, a Santa transcreveu as célebres palavras proferidas por Jesus, enquanto lhe mostrava o seu Divino Coração: “Eis o Coração que tanto amou os homens, que não poupou nada até esgotar-Se e consumir-Se, para manifestar-lhes seu amor. E como reconhecimento, não recebo da maior parte deles senão ingratidões, desprezos, irreverências, sacrilégios, friezas que têm para comigo neste Sacramento de amor. E é ainda mais repugnante, porque são corações a Mim consagrados”.

São Cláudio La Colombiere e a Festa do Sagrado Coração de Jesus

Celebrante da primeira Festa do Sagrado Coração de Jesus
Em obediência a Deus, o Senhor pediu a Santa Maria Margarida Alacoque que a primeira sexta-feira, após a Oitava de Corpus Christi, fosse consagrada como festa especial para honrar seu Coração. A religiosa, sentindo-se indigna e incapaz, recebe de Jesus esta resposta: “Dirige-te a meu servo Cláudio e dize-lhe, de minha parte, que faça todo o possível para estabelecer essa devoção e dar esse gosto a meu Divino Coração. Que não desanime diante das dificuldades que encontrará, pois essas não faltarão, mas ele deve saber que é poderoso quem desconfia de si mesmo para confiar unicamente em Mim”.
Assim, na sexta-feira seguinte, São Cláudio, Santa Margarida e a comunidade da Visitação celebraram, pela primeira vez, a Festa do Sagrado Coração de Jesus, consagrando-se inteiramente a Ele.

Perseguição na Inglaterra
Padre Cláudio também foi enviado à Inglaterra durante tensão religiosa que o país sofria. Uma perseguição aos cristãos levou à execução 35 inocentes, entre eles, oito jesuítas. Padre Cláudio não foi assassinado, mas foi acusado, detido e preso em um calabouço durante várias semanas.

Chamado à vida eterna
Já retornado à França, quando tinha 41 anos, o sacerdote morreu de uma hemorragia interna. Seu falecimento ocorreu no primeiro domingo da Quaresma, no dia 15 de fevereiro.

“Os planos de Deus nunca se realizam senão à custa de grandes sacrifícios.”  (São Cláudio La Colombiere)

Canonização / Esquecimento de si
Quando a Igreja canoniza São Cláudio, em 1992, o Papa São João Paulo II o apresenta como modelo de jesuíta, recordando como “se entregou por completo ao Sagrado Coração, ‘sempre abrasado de amor’. Inclusive, praticou o esquecimento de si mesmo, a fim de alcançar a pureza do amor e de elevar o mundo a Deus”.

Oração
Ó Deus, nosso Pai, que falou no fundo do coração ao vosso fiel servo São Cláudio para testemunhar o Vosso imenso amor, ilumina e conforta a Igreja com os dons de sua graça. Por Cristo, nosso Senhor.

Minha oração
“Senhor Jesus, como São Cláudio viveu enquanto jovem, nem sempre me atrai as Suas regras, Sua Vontade e o caminho de pureza que o Senhor tem para mim. Diante de minha verdade, eu te peço: converta-me, Senhor! Amém”.

São Cláudio La Colombiere, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias


 

sábado, 14 de fevereiro de 2026

CNBB LANÇA CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2026, EM BRASÍLIA (DF) E EM APARECIDA (SP), COM FOCO NO DIREITO À MORADIA DIGNA



A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) realiza, no próximo 18 de fevereiro, Quarta-feira de Cinzas, em sua sede, em Brasília (DF), às 10h, a cerimônia oficial de abertura da Campanha da Fraternidade 2026, que neste ano propõe à Igreja e à sociedade a reflexão sobre a moradia como condição essencial para a dignidade humana. 

Com o tema “Fraternidade e Moradia” e o lema “Ele veio morar entre nós” (Jo 1,14), a Campanha quer iluminar, à luz do Evangelho, a realidade de milhões de brasileiros que ainda não têm acesso a uma casa adequada. A escolha do tema acolhe sugestão da Pastoral da Moradia e Favelas e reforça o compromisso histórico da Igreja com a defesa dos direitos sociais e da justiça. 

Abertura oficial em Brasília 

A abertura nacional será realizada na sede da CNBB, no Auditório Dom Helder Câmara, reunindo representantes de pastorais sociais, movimentos populares, organismos e parceiros da Igreja. O momento marca o início das mobilizações da Campanha em todo o país e apresenta oficialmente os objetivos, subsídios e propostas pastorais da edição de 2026. 

A cerimônia contará com a participação do secretário-geral da CNBB, dom Ricardo Hoerpers, e do secretário-executivo de Campanhas da CNBB, padre Jean Poul Hansen, e contará com apresentação do tema e do lema, além do convite à participação das comunidades durante o tempo da Quaresma e divulgação de vídeos. 

A experiência da comunidade católica de Trindade em Salvador (BA) de conquista da moradia digna para pessoas em situação de rua será apresentada durante a cerimônia. O trabalho é desenvolvido pelo irmão Henrique Peregrino e demonstra a ação da Igreja na promoção do acesso à moradia digna. 

A CF 2026 chama atenção para dados alarmantes da realidade habitacional brasileira: 6,2 milhões de famílias não têm moradia adequada e cerca de 328 mil pessoas vivem em situação de rua. Para a Campanha, a casa é a porta de entrada para todos os demais direitos. Sem moradia, faltam segurança, saúde, educação e dignidade. Inspirada na Encarnação de Cristo – “Ele veio morar entre nós” -, a proposta convida à conversão pessoal e social. 

Lançamento celebrativo em Aparecida 

Como continuidade do lançamento nacional, a programação segue no Santuário Nacional de Aparecida (SP), fortalecendo o caráter espiritual e celebrativo da Campanha. 

No dia 21 de fevereiro, às 19h30, será realizada a bênção de instalação do monumento “Cristo Sem Teto”, obra do artista canadense Timothy Schmalz, no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.  A escultura, que retrata Jesus identificado com as pessoas em situação de rua, simboliza o apelo da Campanha à solidariedade e ao compromisso concreto com os mais vulneráveis. A celebração será conduzida pelo presidente da CNBB, cardeal Jaime Spengler; pelo arcebispo de Aparecida, dom Orlando Brandes, pelo padre Jean Poul, secretário-executivo de Campanhas da CNBB e pelo padre Leandro Megeto, subsecretário-geral da CNBB.  

Já no dia 22 de fevereiro, às 8h, o cardeal Jaime Spengler, arcebispo de Porto Alegre e presidente da CNBB, presidirá a missa de abertura da CF 2026, reunindo romeiros, agentes pastorais e fiéis de diversas regiões do país. As celebrações em Aparecida serão transmitidas pela TV Aparecida com exibição em outras emissoras católicas, ampliando o alcance da mobilização. 

Serviço 

 

  • 18/02 – Brasília (DF) 

Cerimônia de abertura | 10h às 11h 

Auditório Dom Helder Câmara – sede da CNBB, em Brasília 

Participação: Dom Ricardo Hoerpers, secretário-geral da CNBB, e padre Jean Poul Hansen, secretário-executivo de Campanhas da CNBB 

Transmissão: TV Rede Vida e redes sociais da CNBB – @cnbbnacional 

Atendimento à Imprensa: será feito pela jornalista da Assessoria de Comunicação da CNBB, Larissa Carvalho – 61- 2103-8230.  

  • 21/02 – Aparecida (SP) 

Bênção do monumento “Cristo Sem Teto” | 19h30 Participação: Cardeal Jaime Spengler; presidente da CNBB; dom Orlando Brandes, arcebispo de Aparecida, padre Jean Poul, secretário-executivo de Campanhas da CNBB e padre Leandro Megeto, subsecretário-geral da CNBB. 

Transmissão: TV Aparecida e redes sociais da CNBB – @cnbbnacional 

  • 22/02 – Aparecida (SP) 

Missa de abertura da CF 2026 | 8h  

Presidência: Cardeal Jaime Spengler, presidente da CNBB 

Transmissão: TV Aparecida e redes sociais da CNBB – @cnbbnacional 

Atendimento à Imprensa: será feito pelo assessor de Comunicação da CNBB, padre Arnaldo Rodrigues – 21 – 99902-8682.  

Fonte: https://www.cnbb.org.br/cnbb-lanca-campanha-da-fraternidade-2026-em-brasilia-e-em-aparecida-sp-com-foco-no-direito-a-moradia-digna/



EVANGELHO DO DIA

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 8,1-10

1Naqueles dias, havia de novo uma grande multidão e não tinha o que comer. Jesus

chamou os discípulos e disse: 2'Tenho compaixão dessa multidão, porque já faz três

dias que está comigo e não têm nada para comer. 3Se eu os mandar para casa sem

comer, vão desmaiar pelo caminho, porque muitos deles vieram de longe.' 

4Os discípulos disseram: 'Como poderia alguém saciá-los de pão aqui no

deserto?' 5Jesus perguntou-lhes: 'Quantos pães tendes?' Eles responderam:

'Sete.' 6Jesus mandou que a multidão se sentasse no chão. Depois, pegou os sete

pães, e deu graças, partiu-os e ia dando aos seus discípulos, para que os

distribuíssem. E eles os distribuíam ao povo. 7Tinham também alguns peixinhos.

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Depois de pronunciar a bênção sobre eles, mandou que os distribuíssem também. 

8Comeram e ficaram satisfeitos, e recolheram sete cestos com os pedaços que

sobraram.  9Eram quatro mil, mais ou menos. E Jesus os despediu. 10Subindo logo na

barca com seus discípulos, Jesus foi para a região de Dalmanuta. Palavra da

Salvação

REFEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

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14 DE FEVEREIRO DE 2026

SÁBADO - V SEMANA DO TEMPO


COMUM


Cor Verde


1ª. Leitura I Reis 12, 26-32;13,33-34

Leitura do Primeiro Livro dos Reis 12,26-32;13,33-34

Naqueles dias:  6Jeroboão refletiu consigo mesmo: 'Como estão as coisas, o reino vai

voltar à casa de Davi.  27Se este povo continuar a subir ao templo do Senhor em

Jerusalém, para oferecer sacrifícios, seu coração se voltará para o seu soberano

Roboão, rei de Judá; eles me matarão e se voltarão para Roboão, rei de Judá'. 

28Depois de ter refletido bem, o rei fez dois bezerros de ouro e disse ao povo: 'Não

subais mais a Jerusalém! Eis aqui, Israel, os deuses que te tiraram da terra do Egito'. 

29Colocou um bezerro em Betel e outro em Dó. 30Isto foi ocasião de pecado, pois o

povo ia em procissão até Dó para adorar um dos bezerros. 31Jeroboão construiu

também templos sobre lugares altos, e designou como sacerdotes homens tirados do

povo, que não eram filhos de Levi. 

32E instituiu uma festa no dia quinze do oitavo mês, à semelhança da que era

celebrada em Judá. E subiu ao altar. Fez a mesma coisa em Betel, para sacrificar aos

bezerros que havia feito. E estabeleceu em Betel sacerdotes nos santuários que tinha

construído nos lugares altos. 13,33Depois disso, Jeroboão não abandonou o seu mau

caminho, mas continuou a tomar homens do meio do povo e a constituí-los

sacerdotes dos santuários dos lugares altos. Todo aquele que queria era consagrado e

se tornava sacerdote dos lugares altos.  34Esse modo de proceder fez cair em pecado

a casa de Jeroboão e provocou a sua ruína e o seu extermínio da face da terra.

Palavra do Senhor.

Reflexão - A eterna infidelidade do homem diante de Deus.

Após a divisão do Reino de Israel em novos dois reinos (Judá e Israel),

Jeroboão foi o primeiro rei de Israel. Pertencia à Tribo de Efraim, e ainda

jovem, serviu ao rei Salomão como chefe dos trabalhadores em algumas

obras. (I Reis 11:26). Querendo suplantar Roboão, Rei de Judá e filho de

Salomão, Jeroboão também foi infiel a Deus e aos Seus ensinamentos e, com

medo de perder popularidade, fez ídolos de ouro para que o povo os

adorassem. É a eterna infidelidade do homem diante de Deus. O homem é por

natureza levado à infidelidade, e não mede as consequências dos seus atos.

Jeroboão mudou as regras estabelecidas pelo próprio Deus, provocando a sua

ruína e a do povo de sua casa. Nós também, como dirigentes, governantes e

coordenadores a serviço do povo de Deus, muitas vezes somos infiéis porque

olhamos mais para nós mesmos e para nossos interesses e deixamos de lado

até os ensinamentos de Deus. O nosso serviço se torna um palanque para os

nossos próprios negócios, por isso, queremos tornar simplório até o próprio

Deus manipulando-O à nossa maneira e desvirtuando a Sua Palavra de acordo

com as nossas aspirações. Esquecemo-nos de que Ele é o único Senhor que

pode alimentar a fome do povo pelo qual temos responsabilidade. Um pastor

pode levar o rebanho ao precipício, por causa das suas decisões precipitadas


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quando age movido pelo ciúme, inveja, despeito e por querer sobressair e

aparecer. Com efeito, o nosso pecado leva também o povo a pecar.  Qualquer

um de nós está sujeito a cair nas mesmas faltas de Jeroboão! O nosso coração

precisa estar vigilante e os olhos do nosso espírito bem abertos, deixando que

a Palavra do Senhor nos oriente e mostre até aonde podemos ir. – A quem

você teme mais: Deus ou os homens? – Você gosta de agradar as pessoas

para ficar bem no filme? - O que você é capaz de fazer para conservar as

amizades das pessoas? – Você tem trabalhado no reino de Deus para fazer

com que Jesus apareça?    

Salmo 105, 6-7a. 19-20. 21-22 (R. 4a)

R. Lembrai-vos, ó Senhor, de mim lembrai-vos, segundo o amor que demonstrais

ao vosso povo.

6Pecamos como outrora nossos pais, *

praticamos a maldade e fomos ímpios;

7ano Egito nossos pais nóo se importaram *

com os vossos admiráveis grandes feitos.R.

19Construíram um bezerro no Horeb *

e adoraram uma estátua de metal;

20eles trocaram o seu Deus, que é sua glória, *

pela imagem de um boi que come feno.R.

21Esqueceram-se do Deus que os salvara, *

que fizera maravilhas no Egito;

22no país de Cam fez tantas obras admiráveis, *

no Mar Vermelho, tantas coisas assombrosas.R.

Reflexão - De geração a geração é este o nosso brado: “pecamos como

outrora nossos pais, praticamos a maldade e fomos ímpios”. Tem sido assim

desde Adão e Eva! Nós também construímos ídolos de barro e trocamos as

sugestões de Deus pelas nossas próprias ideias. Esquecemos as maravilhas que

o Amor de Deus realiza na nossa vida, por isso, precisamos retornar à casa do

Pai e acolher a Sua misericórdia. “Lembrai-vos, ó Senhor, de mim!” A Casa do

Pai é a vivência dos Seus mandamentos e dos Seus preceitos, os quais

encontramos na Sua Palavra! A Casa do Pai é também o Sacramento da

Confissão, onde Deus está pronto para nos perdoar e nos acolher.

Evangelho – Mc 8, 1-10

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 8,1-10

1Naqueles dias, havia de novo uma grande multidão e não tinha o que comer. Jesus

chamou os discípulos e disse: 2'Tenho compaixão dessa multidão, porque já faz três

dias que está comigo e não têm nada para comer. 3Se eu os mandar para casa sem

comer, vão desmaiar pelo caminho, porque muitos deles vieram de longe.' 

4Os discípulos disseram: 'Como poderia alguém saciá-los de pão aqui no

deserto?' 5Jesus perguntou-lhes: 'Quantos pães tendes?' Eles responderam:

'Sete.' 6Jesus mandou que a multidão se sentasse no chão. Depois, pegou os sete

pães, e deu graças, partiu-os e ia dando aos seus discípulos, para que os

distribuíssem. E eles os distribuíam ao povo. 7Tinham também alguns peixinhos.

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Depois de pronunciar a bênção sobre eles, mandou que os distribuíssem também. 

8Comeram e ficaram satisfeitos, e recolheram sete cestos com os pedaços que

sobraram.  9Eram quatro mil, mais ou menos. E Jesus os despediu. 10Subindo logo na

barca com seus discípulos, Jesus foi para a região de Dalmanuta. Palavra da

Salvação.

Reflexão - Jesus quer fazer em nós o milagre do amor!

Quando o que temos para nossa sobrevivência, material, emocional ou

espiritual é muito precário, precisamos colocar nas mãos de Jesus as nossas

carências para que Ele apresente ao Pai e multiplique conforme a nossa

necessidade. Esta é mais uma lição que Jesus nos dá no Evangelho de hoje!

Muitas vezes estamos como aqueles discípulos, desanimados diante das

necessidades, e nos perguntamos o que poderemos fazer para arranjar tanto

alimento a fim de suprir as nossas carências e as do povo por quem somos

responsáveis. Em primeiro lugar, precisamos ter consciência que Jesus

também olha para nós e está atento. Ele também tem compaixão de nós e

deseja sanar a nossa aflição e apreensão. Mas também nos pergunta acerca do

que já possuímos e nos manda fazer um balanço do nosso potencial, da nossa

capacidade a fim de que tenhamos consciência da nossa real condição de

vida. Como fez aos Seus discípulos, Jesus quer que tenhamos conhecimento

dos bens que já possuímos, dos dons que nós já dispomos e das virtudes que

podemos colocar em Suas mãos para que Ele abençoe, multiplique e nos

devolva a fim de que possamos também alimentar a multidão ao nosso redor.

Se olharmos para a nossa vida, para dentro de nós mesmos perceberemos que

também possuímos os “sete pães e alguns peixinhos” de que Jesus precisa

para saciar a fome do mundo. Ele nos conscientiza e nos afirma: “você tem

algo, você não é de todo carente; o que você tem eu abençoo e multiplico

para que distribua àqueles que têm fome, até que sobre”. Os sete pães que

nós temos, poderão ser: tempo, saúde, fé, paz, boa vontade, amor,

inteligência. Os peixinhos que nós possuímos também podem ser o

conhecimento da Palavra, o desejo de servir a Deus, disponibilidade,

instrução, dons artísticos, intuição, facilidade de comunicação. Tudo nos foi

dado por Deus e Ele sabe o que cada um de nós possui. Por nosso intermédio

Ele quer fazer o milagre do amor! Ele é poderoso para transformar o pouco

que temos em alimento de amor para muitos. Ninguém é carente de tudo.

Todos nós somos chamados a nos sentar e a partilhar com o nosso próximo os

nossos “sete pães e alguns peixinhos”. Precisamos apenas nos sentar e parar

para reconhecer a nossa realidade, e depois, confiantes, colocar nas mãos de

Jesus tudo o que temos e tudo o que somos a fim de que Ele apresente ao Pai

a nossa vida. O milagre Ele o fará!


 – Você se angustia e desanima na hora da

necessidade? – Você percebe a penúria da multidão ao seu redor? - Você

costuma partilhar com o próximo os bens que possui? – Você se acha uma

pessoa carente? - Quantos pães você possui? Faça o cálculo e os ofereça a

Jesus. Ele vai multiplicá-los. 


Helena Serpa, 

Fundadora da Comunidade Missionária  UmNovo Caminho

ABERTO NO GINÁSIO PAULO SARASATE O 40º RENASCER

  Tendo como tema “ A nossa alegria é eterna” foi aberto, na manhã de hoje, no Ginásio Paulo Sarasate, o Renascer, na sua edição de número 4...