sábado, 18 de abril de 2026

IGREJA NO BRASIL REZA POR BISPOS JUBILANDOS DURANTE CELEBRAÇÃO EUCARSTICA NO SANTUÁRIO ACIOONAL

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Na manhã deste sábado, 18 de ab


ril, o episcopado brasileiro e fiéis de diversas regiões do país reuniram-se no Santuário Nacional de Aparecida para a celebração da Eucaristia com Laudes, no contexto da 62ª Assembleia Geral da CNBB. A celebração foi presidida pelo arcebispo de São Salvador da Bahia, primaz do Brasil, Cardeal Sergio da Rocha, e marcada pela oração pelos arcebispos e bispos que celebram, em 2026, seus jubileus presbiterais e episcopais.

Concelebraram a Eucaristia dom Pedro Luiz Stringhini, que celebra 25 anos de ordenação episcopal; dom Fernando José Monteiro Guimarães, com 55 anos de ordenação presbiteral; dom Carlos Verzeletti, que completa 50 anos de ministério presbiteral; dom Francisco Agamenilton Damascena, com 25 anos de ordenação presbiteral; e dom Juarez Delorto Secco, também celebrando 25 anos de presbiterado.

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Na homilia, dom Sergio, que completa 25 anos de episcopado, refletiu sobre o Evangelho que narra a travessia dos discípulos em meio à tempestade, destacando as dificuldades enfrentadas na missão e na vida cotidiana.

O cardeal recordou que, assim como os discípulos tiveram medo diante do vento forte e do mar agitado, também hoje a Igreja e os fiéis atravessam situações de sofrimento, crise e provação. “Há momentos em que não conseguimos reconhecer a presença de Jesus”, afirmou, ressaltando, porém, que o Senhor se aproxima e encoraja: “Sou eu, não tenhais medo”.

O arcebispo primaz do Brasil destacou ainda que a confiança em Cristo sustenta a caminhada missionária, especialmente nos momentos mais difíceis. Segundo ele, não se pode desanimar diante das adversidades, mas é preciso renovar a esperança e a fé naquele que permanece com o Seu povo. “Necessitamos sempre de Jesus na barca para, com Ele, chegar à margem”, disse, enfatizando que a presença do Ressuscitado fortalece e impulsiona a missão da Igreja.

Ao concluir, dom Sergio recordou que a Igreja é chamada a ser missionária, misericordiosa e solidária, indo ao encontro dos pobres e sofredores. Inspirado no testemunho dos jubileus celebrados, exortou os pastores e todo o povo de Deus a perseverarem no serviço, confiantes na graça divina. A celebração foi também um momento de ação de graças pela fidelidade vocacional dos bispos jubilandos, confiando à intercessão de Nossa Senhora Aparecida a caminhada da Igreja no Brasil.

Por Sara Gomes - Equipe de Comunicação da 62ª AG CNBB

Fonte:

Igreja no Brasil reza por bispos jubilandos durante Celebração Eucarística no Santuário Nacional

Na manhã deste sábado, 18 de abril, o episcopado brasileiro e fiéis de diversas regiões do país reuniram-se no Santuário Nacional de Aparecida para a celebração da Eucaristia com Laudes, no contexto da 62ª Assembleia Geral da CNBB. A celebração foi presidida pelo arcebispo de São Salvador da Bahia, primaz do Brasil, Cardeal Sergio da Rocha, e marcada pela oração pelos arcebispos e bispos que celebram, em 2026, seus jubileus presbiterais e episcopais.

Concelebraram a Eucaristia dom Pedro Luiz Stringhini, que celebra 25 anos de ordenação episcopal; dom Fernando José Monteiro Guimarães, com 55 anos de ordenação presbiteral; dom Carlos Verzeletti, que completa 50 anos de ministério presbiteral; dom Francisco Agamenilton Damascena, com 25 anos de ordenação presbiteral; e dom Juarez Delorto Secco, também celebrando 25 anos de presbiterado.

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Na homilia, dom Sergio, que completa 25 anos de episcopado, refletiu sobre o Evangelho que narra a travessia dos discípulos em meio à tempestade, destacando as dificuldades enfrentadas na missão e na vida cotidiana.

O cardeal recordou que, assim como os discípulos tiveram medo diante do vento forte e do mar agitado, também hoje a Igreja e os fiéis atravessam situações de sofrimento, crise e provação. “Há momentos em que não conseguimos reconhecer a presença de Jesus”, afirmou, ressaltando, porém, que o Senhor se aproxima e encoraja: “Sou eu, não tenhais medo”.

O arcebispo primaz do Brasil destacou ainda que a confiança em Cristo sustenta a caminhada missionária, especialmente nos momentos mais difíceis. Segundo ele, não se pode desanimar diante das adversidades, mas é preciso renovar a esperança e a fé naquele que permanece com o Seu povo. “Necessitamos sempre de Jesus na barca para, com Ele, chegar à margem”, disse, enfatizando que a presença do Ressuscitado fortalece e impulsiona a missão da Igreja.

Ao concluir, dom Sergio recordou que a Igreja é chamada a ser missionária, misericordiosa e solidária, indo ao encontro dos pobres e sofredores. Inspirado no testemunho dos jubileus celebrados, exortou os pastores e todo o povo de Deus a perseverarem no serviço, confiantes na graça divina. A celebração foi também um momento de ação de graças pela fidelidade vocacional dos bispos jubilandos, confiando à intercessão de Nossa Senhora Aparecida a caminhada da Igreja no Brasil.

Por Sara Gomes - Equipe de Comunicação da 62ª AG CNBB

Fonte: https://www.cnbb.org.br/igreja-no-brasil-reza-por-bispos-jubilandos-durante-celebracao-eucaristica-no-santuario-nacional/

FUNDADOR DAS EQUIPES DE NOSSA SENHORA (ENS) SE TORNA VENERÁVEL

  

O Papa Leão XIV autorizou, nesta segunda-feira (23), a promulgação dos decretos do Dicastério para as Causas dos Santos, de seis novos veneráveis. Entre eles está o reconhecimento das virtudes heroicas do fundador do movimento Equipes de Nossa Senhora (ENS), padre Henri Caffarel. Dessa forma, a Igreja reconhece que ele viveu de forma exemplar as virtudes cristãs, confirmando a profundidade espiritual de sua vida e de sua missão.

Biografia

Padre Henri Caffarel nasceu em Lyon em 1903. Ele foi ordenado em Paris, em abril de 1930. Em resposta ao apelo dos casais que querem viver o sacramento do matrimônio, ele começou na paróquia de Santo Agostinho, as equipes de casais, cujo número cresceu rapidamente. Pouco a pouco, Padre Caffarel deu
orientação espiritual a estes casais a fim de aprofundar a própria graça do sacramento do matrimônio.

Para ajudar essas equipes, em 1947, ele escreveu a Carta das Equipes de Nossa Senhora para ajuda-los a viver o Evangelho, especialmente através de pontos concretos de esforço. Além disso, ele incentivou todos os membros das Equipe para seguir seu apostolado em suas Paróquias e dar testemunho no mundo. No mesmo período ele fundou dois outros movimentos: Esperança de Vida, movimento de viúvas, e a Irmandade de Nossa Senhora da Ressurreição, um Instituto de viúvas seculares. Ele morreu em 18 de setembro de 1996.

Próximos Passos na Causa de Canonização

Com o título de Venerável, a fase romana do processo avança para a análise de possíveis milagres.

“Caffarel nos ensinou que a felicidade no casamento não é um acidente, mas um projeto de Deus”, afirmou um dos postuladores da causa.

O Padre Henri Caffarel faleceu em 18 de setembro de 1996, em Troussures, mas sua voz continua ecoando através de milhares de casais que, todas as noites, praticam o “Dever de Sentar-se” e buscam a santidade no cotidiano.

As Equipes de Nossa Senhora (ENS) hoje

O movimento fundado por Caffarel expandiu-se rapidamente pelo mundo e é hoje uma das maiores associações de fiéis da Igreja Católica.

  • Presença Global: O movimento está presente em mais de 90 países, nos cinco continentes.
  • A Estrutura: Grupos de 5 a 7 casais, acompanhados por um conselheiro espiritual (sacerdote), que se reúnem mensalmente para partilhar a vida, orar e estudar.
  • O Legado em números: Estima-se que existam mais de 160 mil membros ativos no mundo, com uma presença fortíssima no Brasil, que é uma das maiores super-regiões do movimento.

Para saber mais sobre a vida e o legado do agora Venerável Padre Henri Caffarel, e descobrir como o carisma das Equipes de Nossa Senhora pode fortalecer a espiritualidade do seu casal, convidamos você a explorar os canais oficiais de comunicação do movimento. Visite o portal das ENS (www.ens.org.br) e acompanhe as redes sociais @ensbrasil para ficar por dentro das atualizações sobre o processo de canonização, além de acessar conteúdos formativos e testemunhos sobre a mística da vida conjugal.

Fonte: Portal Vida e Família

LEÃO XIV EM ANGOLA: VENHO ATÉ VOCÊS COMO UM PEREGRINO A ESTA TERRA QUE DEUS AMA


Leão XIV cumpriu neste sábado, 18 de abril, os primeiros compromissos de sua viagem apostólica em Angola, com a visita de cortesia ao presidente da República e o encontro com as autoridades, a sociedade civil e o corpo diplomático, na ocasião pronunciou seu discurso em língua portuguesa, precedido pela saudação do chefe de Estado angolano.

Thulio Fonseca - Vatican News

Na tarde deste sábado, 18 de abril, teve início a visita de Leão XIV a Angola, terceira etapa de sua viagem ao continente africano que teve início na última segunda-feira (13/04). O primeiro compromisso oficial do Papa foi no Palácio Presidencial para uma visita de cortesia ao presidente da República e, em seguida, encontrou-se com as autoridades, os representantes da sociedade civil e o corpo diplomático, proferindo seu primeiro discurso em português.

Ao iniciar sua intervenção, precedida pela saudação do presidente João Manuel Gonçalves Lourenço, o Papa agradeceu o convite recebido e as palavras de boas-vindas, afirmando ter chegado a Angola como peregrino desejoso de encontrar o povo e reconhecer os sinais da presença de Deus naquela terra. No começo do discurso, Leão XIV manifestou ainda proximidade às vítimas das fortes chuvas e inundações na província de Benguela e às famílias que perderam suas casas.

O tesouro da alegria

Falando em língua portuguesa, idioma oficial do país, o Pontífice destacou que o povo angolano possui tesouros que “não se vendem nem se roubam”, especialmente uma alegria que resiste mesmo em meio às provações, e denunciou as lógicas de exploração que reduzem a realidade e a vida humana a mera mercadoria. O Santo Padre afirmou também que a África representa para o mundo uma reserva de alegria e esperança, sustentada sobretudo pelos jovens e pelos pobres, ainda capazes de sonhar, esperar e assumir responsabilidades.

Leão XIV apresentou Angola como um “mosaico muito colorido” e incentivou os responsáveis pela vida pública a acreditarem na riqueza multiforme do país, sem temer divergências nem sufocar os sonhos dos jovens e a sabedoria dos idosos. Para o Papa, os conflitos devem ser transformados em caminhos de renovação, sempre colocando o bem comum acima dos interesses particulares.

Paz e justiça

No discurso, Leão XIV advertiu para os sofrimentos provocados por interesses prepotentes sobre as riquezas materiais, mencionando mortes, catástrofes sociais e ambientais ligadas a uma lógica extrativista e excludente. Ao mesmo tempo, insistiu que somente no encontro a vida floresce e que o diálogo é o ponto de partida para superar a conflitualidade e a inimizade que dilaceram o tecido social e político.

Em outro trecho, o Papa afirmou que a alegria e a esperança não são apenas sentimentos privados, mas forças capazes de contrariar a resignação e o fechamento, enquanto a tristeza e o desânimo tornam as sociedades mais vulneráveis ao medo, ao fanatismo e à manipulação. Por isso, deixou uma das passagens centrais da sua mensagem: 

“A alegria sabe traçar trajetórias mesmo nas regiões mais sombrias de estagnação e angústia. Caríssimos, examinemos, pois, o nosso coração, porque sem alegria não há renovação; sem interioridade não há libertação; sem encontro não há política; sem o outro não há justiça.”

“Que Deus abençoe Angola!”

Leão XIV reiterou que, junto com todas as forças vivas do país, Angola pode tornar-se um projeto de esperança, e afirmou que a Igreja Católica deseja ser fermento na massa e promover um modelo justo de convivência, livre de novas escravidões impostas por elites e falsas alegrias. Segundo o Pontífice, é preciso eliminar os obstáculos ao desenvolvimento humano integral, sobretudo nas periferias urbanas e nas regiões rurais mais remotas, onde pulsa a vida do povo e se prepara o futuro da nação.

Ao concluir, confiou o país à bênção de Deus com a invocação final: “Que Deus abençoe Angola!”. Após os compromissos no Palácio Presidencial, a agenda deste sábado prevê a chegada à Nunciatura Apostólica, onde o Papa terá um encontro privado e o jantar com os bispos de Angola.

Agenda de domingo

Para o domingo, 19 de abril, o programa prevê a chegada a Kilamba para a Santa Missa do III Domingo da Páscoa e o Regina Caeli do Santo Padre, com a participação esperada de 200 mil fiéis. À tarde, Leão XIV seguirá para Muxima, ao Santuário de Mama Muxima, onde está programada a oração do Santo Terço.

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Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-04/leao-xiv-venho-a-angola-como-um-peregrino-primeiro-discurso.html

O TMPO DE DEUS

 

Pe. Johnja López Pedrozo

EVANGELHO DO DIA

 

16Ao cair da tarde, os discípulos desceram ao mar. 17Entraram na barca e

foram em direção a Cafarnaum, do outro lado do mar.

Já estava escuro, e Jesus ainda não tinha vindo ao encontro deles.

18Soprava um vento forte e o mar estava agitado. 19Os discípulos tinham

remado mais ou menos cinco quilômetros, quando enxergaram Jesus, andando

sobre as águas e aproximando-se da barca. E ficaram com medo. 20Mas Jesus

disse: 'Sou eu. Não tenhais medo'. 21Quiseram, então, recolher Jesus na

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barca, mas imediatamente a barca chegou à margem para onde estavam indo.

Palavra da Salvação.


REFLEXÕES SOBRE AS LEITURS DE HOJE

 18 DE ABRIL DE 2026

SÁBADO DA 2ª SEMANA

DA PÁSCOA


Cor: Branco


1ª Leitura - At 6,1-7

Leitura dos Atos dos Apóstolos 6,1-7

1Naqueles dias: o número dos discípulos tinha aumentado,

e os fiéis de origem grega começaram a queixar-se dos fiéis de origem

hebraica. Os de origem grega diziam que suas viúvas

eram deixadas de lado no atendimento diário. 2Então os Doze Apóstolos

reuniram a multidão dos discípulos e disseram:

'Não está certo que nós deixemos a pregação da Palavra de Deus para servir às

mesas. 3Irmãos, é melhor que escolhais entre vós

sete homens de boa fama, repletos do Espírito e de sabedoria,

e nós os encarregaremos dessa tarefa. 4Desse modo nós poderemos dedicar-

nos inteiramente à oração e ao serviço da Palavra'. 5A proposta agradou a

toda a multidão. Então escolheram Estêvão, homem cheio de fé e do Espírito

Santo; e também Felipe, Prócoro, Nicanor, Timon, Pármenas e Nicolau de

Antioquia,

um pagão que seguia a religião dos judeus. 6Eles foram apresentados aos

apóstolos, que oraram e impuseram as mãos sobre eles. 7Entretanto, a

Palavra do Senhor se espalhava.

O número dos discípulos crescia muito em Jerusalém, e grande multidão de

sacerdotes judeus aceitava a fé.

Palavra do Senhor.


Reflexão – No reino de Deus, todos nós temos função.

A obra de Deus é sempre motivadora e o Espírito Santo nos inspira de acordo

com as nossas necessidades, seja na família ou na comunidade, no trabalho do

reino, assim como também no trabalho profissional. A cada um de nós Deus

dá, segundo a sua vontade, possibilidades para exercermos a missão que nos

foi destinada. No reino de Deus, assim como na vida familiar e profissional,

todos nós temos função, pois o Senhor se serve de nós de acordo com o plano

que Ele tem para cada um. Mesmo na administração ou nas tarefas comuns

da nossa vida nós também precisamos estar cheios do Espírito de Deus como

eram os sete homens escolhidos pelos apóstolos. A nossa participação na

resolução dos problemas da Comunidade ou da família é também muito

importante para a solução deles. Os acontecimentos inesperados e até as

divergências são sinais para nós de que algo precisa ser modificado. O que é

essencial permanece sempre, não muda e o que importa é que estejamos

atentos às sugestões do Espírito Santo, pois Ele nos mostra o que deve ser

transformado. Hoje, também, devem existir as pessoas que são chamadas a

orar, a pregar a palavra, por isso, precisam estar mais em sintonia com Deus e


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em permanente intimidade com o Seu Espírito. Se fizermos isto, também em

família, colocando todas as decisões sob a assistência do Espírito Santo e

direcionados pela sábia Palavra de Deus, com certeza, teremos mais progresso

nas nossas diligências. – Você costuma pedir o auxílio do Espírito Santo nos

trabalhos que realiza? – Que tal começar a fazer isto de agora em diante na

sua casa ou no seu trabalho? Podemos aprender a impor a mão sobre as

pessoas e pedir ao Espírito que mostre qual a função de cada um!


Salmo - Sl 32, 1-2. 4-5. 18-19 (R.22)

R. Sobre nós venha, Senhor, a vossa graça,

da mesma forma que em vós nós esperamos!

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia

1Ó justos, alegrai-vos no Senhor!*

aos retos fica bem glorificá-lo.

2Dai graças ao Senhor ao som da harpa,*

na lira de dez cordas celebrai-o!R.

4Pois reta é a palavra do Senhor,*

e tudo o que ele faz merece fé.

5Deus ama o direito e a justiça,*

transborda em toda a terra a sua graça.R.

18O Senhor pousa o olhar sobre os que o temem,*

e que confiam esperando em seu amor,

19para da morte libertar as suas vidas*

e alimentá-los quando é tempo de penúria.R.

Reflexão - O Senhor está sempre atento às nossas necessidades e tem o Seu

olhar pousado sobre todos nós que O tememos e nele esperamos. Ele nos

alimenta nos tempos de solidão e penúria e o Seu amor nos fortalece e nos

edifica. Por meio de cada um de nós é que a Sua graça transborda em toda a

terra, pois somos Seus instrumentos e soldados do Seu exército de amor.

Aleluia!

Evangelho - Jo 6,16-21

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 6,16-21

16Ao cair da tarde, os discípulos desceram ao mar. 17Entraram na barca e

foram em direção a Cafarnaum, do outro lado do mar.

Já estava escuro, e Jesus ainda não tinha vindo ao encontro deles.

18Soprava um vento forte e o mar estava agitado. 19Os discípulos tinham

remado mais ou menos cinco quilômetros, quando enxergaram Jesus, andando

sobre as águas e aproximando-se da barca. E ficaram com medo. 20Mas Jesus

disse: 'Sou eu. Não tenhais medo'. 21Quiseram, então, recolher Jesus na

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barca, mas imediatamente a barca chegou à margem para onde estavam indo.

Palavra da Salvação.

Reflexão – A Barca também significa a nossa vida!

“Este Evangelho fala da presença de Jesus na Igreja! O mistério da Igreja – o

mar é o poder do maligno. A Barca é a imagem da Igreja que atravessa o mar

do mundo e os discípulos somos nós”. A Barca também significa a nossa vida!

Por isso, a imagem do vento forte e do mar agitado nos leva a refletir sobre os

momentos na nossa vida em que julgamos sucumbir em vista das tribulações.

Se pararmos para pensar, na maioria das vezes em que isto nos acontece

também estamos indo para o mar, sozinhos, isto é, assumindo compromissos

em hora imprópria, por nossa conta. Muitas vezes nós entramos na barca, e

enfrentamos os trabalhos e tomamos as decisões sem esperar por Jesus. Não

estamos orando, não refletimos a Sua Palavra e queremos resolver tudo

sozinhos! Remamos por conta própria e a tempestade é consequência das

nossas deliberações equivocadas e as coisas não dão certo porque estamos

confiando em nós mesmos. Na maioria das vezes nos antecipamos e traçamos

os nossos planos, os nossos projetos sem esperar pelas sugestões do Espírito

Santo que conhece melhor o caminho pelo qual vamos cruzar. Então, o

inesperado acontece: durante o percurso que escolhemos o mar encontra-se

agitado e a tempestade nos surpreende. O vento nos tira do sério e ficamos

aflitos e angustiados.

Tudo se torna escuro à nossa volta e não temos capacidade para distinguir o

que pode estar tão perto de nós. O medo nos arranca toda a capacidade e

bloqueia o que a gente poderia fazer. Quando o medo rege a nossa vida, nós

nos desesperamos. Na escuridão não enxergamos uma saída para os nossos

problemas. Já remamos muito, já tentamos tudo, no entanto, não sentimos

paz e entramos em desespero. Mas, é justamente nesses momentos, que

precisamos parar para perceber os sinais de Deus. Jesus não nos esqueceu! A

solução, já está bem próxima de nós, no entanto, nos angustiamos por causa

do vento. Jesus ressuscitado está presente sobre as águas da vida. A água que

nos afunda está debaixo do pé de Jesus! Não nos apercebemos, porém, que

Jesus está por perto e espera que olhemos para Ele, que confiemos na Sua

autoridade sobre as tempestades da nossa vida. Ele chega à nossa vida

andando sobre as águas, vencendo as nossas dificuldades empunhando na mão

a vitória que conquistou para nós. Mesmo que passemos por borrascas não

precisamos mais nos angustiar, já estamos perto da praia, o pior vai passar e

Jesus já vem ao nosso encontro, recebe a nossa barca e a coloca em lugar

seguro


. – Alguma vez você já viveu essa situação? - Você reconhece a voz

de Jesus no meio do mundo? - Você também tem enfrentado as

dificuldades, sozinho? – Você leva sempre Jesus na sua barca ou algumas

vezes O tem esquecido na praia?

Helena Serpa,

Fundadora da Comunidade Missionária Um Novoo Caminho

SANTO DO DIA - SÃO GALDINÇ

Origens!!

Nascido em Milão (Itália) no ano de 1096, São Galdino foi um religioso com uma rápida ascensão diretamente de auxiliar para bispo de sua cidade. São Galdino ficou conhecido por enfrentar o antipapa Vítor IV, que era apoiado pelo Frederico, o Barbaroxa, que arrasou a cidade de Milão no ano de 1162 por sua oposição.

Missão e caridade
São Galdino não decepcionou o Papa nem sua diocese católica. Praticou amplamente a caridade, inclusive instigando todos a fazê-lo, realizou pregações contra os hereges e converteu multidões. Mas além de todos os seus trabalhos, São Galdino ficou conhecido por seu socorro aos pobres que se encontravam presos por conta de dívidas.

Defendeu a fé
São Galdino defendia seu povo e sua terra com todas as forças, porém, após concluir um sermão contra os inimigos da Igreja e da cidade, com grande emoção, acabou caindo morto de repente em frente a milhares de fiéis.

São Galdino e o serviço aos pobres

Servir aos pobres é servir Jesus
A esses serviu tanto, que suas visitas de apoio recebem até um apelido: “o pão de São Galdino”. Uma espécie de “cesta básica” material e espiritual, pois dava pão para o corpo e orações, que eram o pão para o espírito. Foi uma fonte de força e fé para lutar contra os opressores.

Força no anúncio do Evangelho
Morreu em 18 de abril de 1176, justamente no instante em que fazia, no púlpito, um sermão inflamado contra os pecadores, os hereges, inimigos da Igreja e os políticos, inimigos da cidade. Quando terminou o sermão emocionado, diante de um grande número de fiéis e religiosos, caiu morto de repente.

Minha oração
“Ó Deus, que concedestes inumeráveis graças ao vosso servo São Galdino, fazendo-o firme instrumento de vossa caridade e fidelidade à santa doutrina, permita-me, a mim também, ser mais fiel a vós e à Igreja, enchendo meu coração de amor para com os pobres e necessitados. Por Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.”

São Galdino, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias


 

IGREJA NO BRASIL REZA POR BISPOS JUBILANDOS DURANTE CELEBRAÇÃO EUCARSTICA NO SANTUÁRIO ACIOONAL

I Na manhã deste sábado, 18 de ab ril, o episcopado brasileiro e fiéis de diversas regiões do país reuniram-se no Santuário Nacional de Ap...