domingo, 12 de abril de 2026

LEÃO XIV RECEBE PRRESIDENTE DA FRANÇA, EMMANUEL MACRON


 

O Papa recebeu no Vaticano o presidente da França, Emmanuel Macron. Em seguida, foram abordadas as relações entre a Santa Sé e a França e os conflitos no mundo.

Vatican News

Na manhã desta sexta-feira, 10 de abril, Leão XIV recebeu em audiência o presidente da República Francesa, Emmanuel Macron, acompanhado pela primeira-dama, Brigitte Macron.

Posteriormente, o presidente se reuniu com o Secretário de Estado, cardeal Pietro Parolin, acompanhado por Dom Paul Richard Gallagher, secretário para as Relações com os Estados e as Organizações Internacionais.

De acordo com comunicado da Sala de Imprensa da Santa Sé, durante as cordiais conversas na Secretaria de Estado, foi feita referência às boas relações existentes entre a Santa Sé e a França.  Em seguida, detiveram-se sobre questões relevantes de caráter internacional, com uma troca de pontos de vista sobre as situações de conflito no mundo, na esperança de que se possa restabelecer a convivência pacífica por meio do diálogo e da negociação.

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Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2026-04/leao-xiv-recebe-o-presidente-da-franca-emmanuel-macron.html

EVANGELHO DO DIA

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 20,19-31

19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos

judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e pondo-

se no meio deles,

disse: 'A paz esteja convosco'. 20Depois destas palavras,

mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram

por verem o Senhor. 21Novamente, Jesus disse: 'A paz esteja convosco. Como o Pai

me enviou, também eu vos envio'. 22E depois de ter dito isto, soprou sobre eles e

disse: 'Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados eles lhes serão

perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos'.

24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus

veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe depois: 'Vimos o Senhor!'. Mas Tomé disse-

lhes: 'Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas

marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei'.

26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e

Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio

deles e disse: 'A paz esteja convosco'. 27Depois disse a Tomé: 'Põe o teu dedo aqui e

olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas

incrédulo, mas fiel'. 28Tomé respondeu: 'Meu Senhor e meu Deus!' 29Jesus lhe disse:

'Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!'

30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos

neste livro. 31Mas estes foram escritos para que acrediteis que


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Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.

Palavra da Salvação

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

 tempo.

12 DE ABRIL DE 2026


DOMINGO NA OITAVA DA PÁSCOA – DOMINGO DA DIVINA


MISERICÓRDIA


Cor Branco


1ª. Leitura

Leitura dos Atos dos Apóstolos 2,42-47

Os que haviam se convertido 42eram perseverantes em ouvir o ensinamento dos

apóstolos, na comunhão fraterna na fração do pão e nas orações. 43E todos estavam

cheios de temor por causa dos numerosos prodígios e sinais que os apóstolos

realizavam.

44Todos os que abraçavam a fé viviam unidos e colocavam tudo em comum;

45vendiam suas propriedades e seus bens e repartiam o dinheiro entre todos,

conforme a necessidade de cada um.

46Diariamente, todos frequentavam o Templo, partiam o pão pelas casas e, unidos,

tomavam a refeição com alegria e simplicidade de coração. 47Louvavam a Deus e

eram estimados por todo o povo. E, cada dia, o Senhor acrescentava ao seu número

mais pessoas que seriam salvas. Palavra do Senhor.


Reflexão - Tudo o que possuímos é dádiva do céu!

Depois que temos uma experiência com o Cristo ressuscitado e abraçamos a

Fé, a unidade e a partilha são a maior prova de uma conversão verdadeira.

São sinais evidentes de que vivemos realmente os Seus ensinamentos. “Todos

os que abraçavam a fé vivam unidos e colocavam tudo em comum”. Os

primeiros cristãos nos deram exemplo claro de como devemos viver essa

unidade não somente na oração e no louvor, mas na convivência do dia a dia,

na fraternidade e justiça. A Fé em Jesus Cristo é o que nos faz confiar na

providência de Deus Pai e ter consciência de que nada no mundo pertence

somente a nós. Tudo o que possuímos é dádiva do céu, por isso, a partilha e a

solidariedade devem se manifestar nas nossas ações do dia a dia, nos nossos

relacionamentos e até nos nossos negócios. Todos nós necessitamos aprender

a compartilhar com os que carecem, mas também, saber receber de bom

grado, quando necessitamos. A união traz a alegria e torna a nossa vida mais

simples, mais fraterna e, portanto, mais justa. Nós que frequentamos o

templo, precisamos também aprender a partir o pão do acolhimento, da

dependência recíproca, da escuta ao irmão, do consolo, da amizade. Assim

fazendo o nosso louvor a Deus terá mais sentido e poderemos ser chamados


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de verdadeiros cristãos. – Você já abraçou a fé? – Qual é o sinal que você dá

ao mundo de que Cristo é o seu Senhor? – Você costuma partilhar a sua

vida com as outras pessoas? – Você sabe receber ajuda dos outros?

Salmo 117,2-4.13-15.22-24 (R.1)

R. Dai graças ao Senhor, porque Ele é bom;

eterna é a sua misericórdia!

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia

2A casa de Israel agora o diga:*

'Eterna é a sua misericórdia!'

3A casa de Aarão agora o diga:*

'Eterna é a sua misericórdia!'

4Os que temem o Senhor agora o digam:*

'Eterna é a sua misericórdia!'R.

13Empurraram-me, tentando derrubar-me,*

mas veio o Senhor em meu socorro.

14O Senhor é minha força e o meu canto,*

e tornou-se para mim o Salvador.

15'Clamores de alegria e de vitória*

ressoem pelas tendas dos fiéis. R.

22'A pedra que os pedreiros rejeitaram,

tornou-se agora a pedra angular.

23Pelo Senhor é que foi feito tudo isso:

Que maravilhas ele fez a nossos olhos!

24Este é o dia que o Senhor fez para nós,

alegremo-nos e nele exultemos!R.

Reflexão - A misericórdia do Senhor é a graça maior que nós podemos

desfrutar durante a nossa vida. Apesar dos homens O terem rejeitado, Jesus

se entregou por nós e alcançou para nós a justiça de Deus. Jesus é a pedra

que os construtores rejeitaram, mas para os que creem Nele é a pedra central

do edifício do reino de Deus. Todos os dias nós podemos afirmar que “este é o

dia que o Senhor fez para nós” e abraçarmos a prosperidade e a paz que vem

ao nosso coração.

2ª. Leitura – I Pd 1, 3-9

Leitura da Primeira Carta de São Pedro 1,3-9

3Bendito seja Deus, Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Em sua grande misericórdia,

pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, ele nos fez nascer de novo, para

uma esperança viva,

4para uma herança incorruptível, que não se mancha nem murcha,

e que é reservada para vós nos céus. 5Graças à fé, e pelo poder de Deus, vós fostes

guardados para a salvação que deve manifestar-se nos últimos tempos. 6Isto é motivo

de alegria para vós, embora seja necessário que agora fiqueis por algum tempo

aflitos, por causa de várias provações. 7Deste modo, a vossa fé será provada como

sendo verdadeira - mais preciosa que o ouro perecível, que é provado no fogo - e

alcançará louvor, honra e glória no dia da manifestação de Jesus Cristo. 8Sem ter


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visto o Senhor, vós o amais. Sem o ver ainda, nele acreditais. Isso será para vós fonte

de alegria indizível e gloriosa, 9pois obtereis aquilo em que acreditais: a vossa

salvação. Palavra do Senhor.

Reflexão – Apesar das dificuldades, o nosso coração permanece alegre, na

esperança das promessas do Senhor.

São Pedro abre a nossa inteligência e nos dá plena consciência da grande

alegria que nos foi oferecida mediante a ressurreição de Jesus. A ressurreição

de Jesus Cristo nos fez nascer de novo para uma esperança viva e receber

uma herança que não se corrompe, pois é a vida eterna no Amor de Deus. Na

carta ele nos confidencia que fomos guardados para a “salvação que deve

manifestar-se nos últimos tempos”, isto é, depois que tivermos passado pelas

provações naturais da nossa vida. Apesar das dificuldades que ainda

enfrentaremos no nosso caminhar aqui na terra o nosso coração deve

permanecer alegre, na esperança das promessas do Senhor. Do mesmo modo

que o ouro é provado pelo fogo as nossas tribulações também servem para

provar a qualidade da nossa fé em Jesus Cristo. No final de tudo sairemos

mais valiosos, mais exercitados e, portanto, mais belos para manifestar ao

mundo a glória de Deus. Ainda na nossa carne, mesmo sem contemplar Jesus

face a face, nós acreditamos, que a nossa salvação é certa como a aurora que

desponta a cada novo dia. Receberemos a recompensa prometida àqueles que

mantêm viva a Fé em Jesus Cristo! – Você tem cultivado a esperança no seu

coração? – Em que você tem fundamentado os seus planos? – As

dificuldades da sua vida têm feito você crescer? – Você tem medo de

sofrer? – Você tem fé em Nosso Senhor Jesus Cristo? – Você crê que Deus O

ressuscitou dentre os mortos?

Evangelho – Jo 20, 19-31

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 20,19-31

19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos

judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e pondo-

se no meio deles,

disse: 'A paz esteja convosco'. 20Depois destas palavras,

mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram

por verem o Senhor. 21Novamente, Jesus disse: 'A paz esteja convosco. Como o Pai

me enviou, também eu vos envio'. 22E depois de ter dito isto, soprou sobre eles e

disse: 'Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados eles lhes serão

perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos'.

24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus

veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe depois: 'Vimos o Senhor!'. Mas Tomé disse-

lhes: 'Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas

marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei'.

26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e

Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio

deles e disse: 'A paz esteja convosco'. 27Depois disse a Tomé: 'Põe o teu dedo aqui e

olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas

incrédulo, mas fiel'. 28Tomé respondeu: 'Meu Senhor e meu Deus!' 29Jesus lhe disse:

'Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!'

30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos

neste livro. 31Mas estes foram escritos para que acrediteis que


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Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais a vida em seu nome.

Palavra da Salvação.

Reflexão – O nosso perdão libera o perdão de Deus para os nossos irmãos!

A primeira mensagem que Jesus deu aos Seus discípulos quando lhes apareceu

depois de ressuscitado foi: “A paz esteja convosco”! “Recebei o Espírito

Santo”! A paz de Jesus nos vem por meio do Espírito Santo. O sopro do

Espírito Santo de Jesus em nós nos traz a paz e nos faz levar a paz ao mundo,

assim como também nos motiva a oferecer o perdão e a misericórdia de Deus

aos nossos irmãos. O Espírito Santo é o doador da paz! A paz da nossa

consciência é oriunda da justiça de Deus que consiste no Seu perdão e na Sua

misericórdia. Neste Evangelho Jesus deu uma ordem para os Seus Apóstolos,

quando disse: “A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a

quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”. Esta ordem todos nós

também deveremos acolher e praticar aplicando na nossa vida quando

perdoamos e deixamo-nos perdoar a fim de que a nossa ação tenha

repercussão no céu. Se, perdoarmos, seremos perdoados e teremos paz.

Jesus nos conscientiza de que o perdão deve ser ministrado por nós mesmos.

Com efeito, diante de Deus, se não perdoarmos aos nossos irmãos, os seus

pecados serão retidos pela nossa falta de perdão. O nosso perdão libera o

perdão de Deus para os nossos irmãos. Do contrário, nós também, não

teremos o perdão dos nossos pecados por parte dos nossos irmãos diante do

Pai. É o Espírito Santo também quem nos leva a crer no Cristo Ressuscitado,

mesmo sem precisar colocar o dedo nas marcas dos pregos de Jesus como fez

Tomé. Colocar as mãos nas chagas de Jesus para nós, muitas vezes é viver o

sofrimento e experimentar a dor. “Felizes os que creram sem terem visto!”

Felizes, portanto, são os que sem experimentar a dor confiam que Jesus está

vivo. Não percamos tempo: o Espírito Santo já foi soprado e está dentro de

nós. Portanto, proclamemos com convicção: “Meu Senhor e meu Deus!


  -Você tem consciência de que o Espírito Santo habita no seu coração? – O

que tem lhe traz a paz? – Você já aprendeu a dar e receber perdão das

pessoas? – Você encontrou Jesus no amor ou na dor?


Helena Serpa,

Fundadora da Comunidade Missionária Um Npvo Caminho

SANTO DO DIA - SÃO JOSÉ MOSCATI

 

Origens
Entre as estrelas de primeira grandeza do século XX conta-se São José Moscati. Nasceu no dia 25 de julho de 1880 em Benevento, Itália, sétimo de nove filhos do casal Francisco Moscati, presidente do tribunal daquela cidade, Rosaria de Luca, descendente dos marqueses de Roseto. Seus pais eram católicos praticantes. Tanto que José Moscati foi batizado em sua casa no dia da festa de Santo Inácio de Loyola.

Infância e vida eucarística
No ano 1884, a família do pequeno José Moscati mudou-se para a cidade de Nápoles porque seu pai fora promovido. Lá, o menino José, com apenas oito anos, fez a primeira comunhão. Mas não foi só isso. Ele teve um encontro pessoal com Jesus na Eucaristia. Nesse dia, o embrião da vida eucarística de São José Moscati ganhou vida. A Eucaristia foi, ao longo de toda sua vida, alimento espiritual diário, que guiou toda a sua história.

Opção por ser útil
Sendo o pai nomeado Conselheiro do Tribunal de Apelação de Nápoles, é nessa cidade que José Moscati faz os seus estudos. Escolheu a carreira de medicina e não de direito, como era natural, porque lhe pareceu que, como médico, podia ser mais útil ao próximo.

São José Moscati: Intercessor dos médicos patologistas

Dizeres do santo
“Desde criança — escreverá ele mais tarde —, olhava com interesse para o Hospital dos incuráveis, que meu pai me apontava do terraço da casa, inspirando-me sentimentos de piedade pela dor escondidas atrás daqueles muros”.

Generoso
Quem ficou perplexa com a escolha foi a mãe: “José é um rapaz generoso, capaz de qualquer sacrifício. Numa carreira como esta, dará até a última gota de energia para aliviar os sofrimentos alheios”.

Castidade perpétua
Aos dezessete anos, sentiu no coração o desejo de fazer voto de castidade perpétua, porém não se sentia chamado à vida religiosa nem tampouco ao sacerdócio. Isso surgiu claramente por conta da sua devoção à Virgem Maria e à Eucaristia. Ele já intuía que seu caminho seria como leigo ativo na Igreja.

Envolvido nas atividades paroquiais

Espiritualidade encarnada
Como fruto de sua devoção, revelava-se seu amor para com os pobres e necessitados. Sua devoção não era vazia nem alienada. José Moscati, na sua juventude, foi bastante ativo na vida paroquial, de missa e comunhão diária, sentia especial compaixão pelos pobres, doentes e, em especial, os incuráveis. A convivência com esses que eram esquecidos pela sociedade, o ajudou a perceber que, de fato, a vida é passageira, de que só o céu é eterno! 

Caridade com o irmão
Na juventude de São José Moscati, seu irmão Alberto começou a sofrer ataques de epilepsia. A partir de então, José passou a cuidar de seu irmão. Dispensava horas e horas de seu dia aos cuidados de Alberto. Este cuidado despertou ainda mais em José o desejo de estudar medicina. 

Carreira caritativa
José Moscati cursou a universidade de medicina em Nápoles e conseguiu com esforço e vontade de Deus segundo ele o título de doutor em 1903 com apenas 23 anos. Seu ideal era dedicar-se à profissão médica como um campo vastíssimo para praticar a caridade cristã servindo a Cristo na pessoa do doente. Nos casos de calamidades públicas que se abateram sobre Nápoles pela erupção do vulcão vesúvio, em 1906, e pela cólera que grassava naquela cidade em 1911, José Moscati não só não abandonou o posto de serviço, mas estava na dianteira prodigalizando-se com o incansável, com heroica e dedicação na assistência aos feridos e aos atacados pela contagiosa e terrível doença.

O Legado e o Final da Vida

Pai dos pobres
São José Moscati recebeu o título em Nápoles de médico e pai dos pobres. De fato, em sua profissão não visava somente a doença e seu tratamento, mas a dignidade cristã do paciente transformando sua profissão num verdadeiro apostolado. Foi um homem de profunda vida espiritual, viveu sua consagração a Cristo do celibato voluntário para sentir-se mais à vontade no serviço dos doentes.

Morte e santidade comprovada
São José Moscati faleceu aos 47 anos. Previu sua morte que se deu no dia 12 de abril de 1927, consumido pela dedicação ao trabalho. Pouco depois da morte, foi iniciado o processo de beatificação. Seu corpo hoje é venerado na Nova Igreja de Jesus em Nápoles onde se verificam numerosas curas milagrosas, continuando no céu sua caridade heroica. 

Ele foi beatificado, em 1975, pelo Papa Paulo VI. E em 25 de outubro de 1987, ele foi canonizado pelo Papa João Paulo II. Um leigo, médico que dedicou sua vida aos doentes incuráveis, aliviando seus sofrimentos e confortando seus corações.

Minha oração
“Ó Deus, que destes a São José Moscati a graça de unir a ciência, a caridade e a fé, dai-nos também o espírito de amor ao próximo, para que nos nossos trabalhos o Vosso Nome seja sempre glorificado, por Nosso Senhor Jesus Cristo, o Vosso Filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.”

São José Moscati, rogai por nós!

Fonte:  Canção Nova Motícias


 

sábado, 11 de abril de 2026

TRÍDUO DA DIVINA MISERICÓRDIA ENCERRA-SE HOJE NA CAPELA DO LUCIANO CAVALCANTE

  



O Tríduo em honra a Divina Misericórdia fica encerrado nesta noite (11),  com oração, Adoração ao Santíssimo e uma Celebração Eucarística,  mas a  festa de encerramento acontecerá amanhã,  à tarde, na Praça Engenheiro José Waldez,  no bairro Luciano Cavalcante.




De acordo com a informação fornecida pelo padre Marcelo de Souza, que presidiu a Missa de abertura do Tríduo, a festa de amanhã começa com uma procissão saindo às 16 horas, da comunidade da Divina Misericórdia, rua Dr. Pontes Neto, 215, para a Praça, localizada na rua Ricardo de Castro Macedo.

O padre Marcelo de Souza, que é  vigário da Paróquia São João Eudes, informou ainda que os (as) devotos da Divina Misericórdia devem levar quadros  benzidos ou não durante a procissão.






Na praça, às 16,30min,  oração, Adoração ao Santíssimo e, às 17 horas,   a celebração da Eucaristia, com a  bênção dos quadros da Divina Misericórdia.




EVANGELHO DO DIA

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 16,9-15

9Depois de ressuscitar, na madrugada do primeiro dia após o sábado, Jesus

apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual havia expulsado sete demônios.

10Ela foi anunciar isso aos seguidores de Jesus, que estavam de luto e

chorando. 11Quando ouviram que ele estava vivo e fora visto por ela, não

quiseram acreditar. 12Em seguida, Jesus apareceu a dois deles, com outra

aparência, enquanto estavam indo para o campo. 13Eles também voltaram e

anunciaram isso aos outros. Também a estes não deram crédito.

14Por fim, Jesus apareceu aos onze discípulos enquanto estavam comendo,

repreendeu-os por causa da falta de fé e pela dureza de coração, porque não

tinham acreditado naqueles que o tinham visto ressuscitado. 15E disse-lhes:

'Ide pelo mundo inteiro

e anunciai o Evangelho a toda criatura! Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

 11 DE ABRIL DE 2026

SÁBADO DA OITAVA DA

PÁSCOA


Cor: Branco


1ª Leitura - At 4,13-21

Leitura dos Atos dos Apóstolos 4,13-21

Naqueles dias: Os chefes dos sacerdotes, os anciãos e os escribas,

13ficaram admirados ao ver a segurança com que Pedro e João falavam, pois

eram pessoas simples e sem instrução. Reconheciam que eles tinham estado

com Jesus. 14No entanto viam, de pé, junto a eles, o homem que tinha sido

curado. E não podiam dizer nada em contrário. 15Mandaram que saíssem para

fora do Sinédrio, e começaram a discutir entre si: 16'O que vamos fazer com

esses homens? Eles realizaram um milagre claríssimo, e o fato tornou-se de tal

modo conhecido por todos os habitantes de Jerusalém, que não podemos

negá-lo. 17Contudo, a fim de que a coisa não se espalhe ainda mais entre o

povo, vamos ameaçá-los, para que não falem mais a ninguém a respeito do

nome de Jesus.'

18Chamaram de novo Pedro e João e ordenaram-lhes que, de modo algum,

falassem ou ensinassem em nome de Jesus. 19Pedro e João responderam:

'Julgai vós mesmos, se é justo diante de Deus

que obedeçamos a vós e não a Deus! 20Quanto a nós, não nos podemos calar

sobre o que vimos e ouvimos.' 21Então, insistindo em suas ameaças, deixaram

Pedro e João em liberdade, já que não tinham meio de castigá-los, por causa

do povo. Pois todos glorificavam a Deus pelo que havia acontecido.

Palavra do Senhor.

Reflexão - Ninguém poderá fechar a nossa boca nem que nos ameacem.

Neste episódio Pedro e João deram um verdadeiro testemunho de coerência

que só aqueles que têm uma experiência pessoal com o poder de Deus, podem

dar. Eles testemunharam Jesus diante de uma classe de pessoas que eram os


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chefes, entendidos e cheios de autoridade. Nada disto lhes importava! Mesmo

sendo homens sem instrução e sem posses eles os enfrentavam dizendo:

“Quanto a nós, não nos podemos calar sobre o que vimos e ouvimos”! É

exemplo para nós quando tivermos que enfrentar os entendidos e soberbos: a

experiência real que tenhamos tido com o Cristo vivo na nossa vida, não

poderá ser contestada por ninguém! Eles falavam daquilo que viviam, com

segurança, pois, eram obedientes ao mandado de Jesus: “Ide e evangelizai”

anunciando o Seu Nome e realizando prodígios com o poder do Espírito Santo.

A nossa experiência com Deus é a base para que sejamos ou não firmes no

propósito de fazer com que o reino de Deus seja conhecido. Os momentos de

dificuldades e aflições pelos quais nós atravessamos, a ajuda e o consolo que

recebemos de Deus no nosso coração nas horas de sofrimento, são

sentimentos tão vivos em nós, que ninguém poderá fechar a nossa boca nem

que nos ameacem. As nossas experiências não podem ser contestadas por

ninguém que não tenha passado pela mesma situação. Por isso, Jesus Cristo

nos mandou ir pelo mundo inteiro e falar para toda a criatura das coisas que

vimos e ouvimos. Todos nós, como Pedro e João, precisamos nos manter

firmes diante do mundo quando também formos questionados e afirmar: “é

justo que obedeçamos a Deus e não a vós! ” - Você também teve alguma

experiência da qual não pode deixar de falar? – Faça uma retrospectiva da

sua vida e veja os momentos em que você sentiu a força e o poder do alto!

– Dê testemunho das suas experiências e obedecerá ao mandado de Jesus,

ide e evangelizai!

Salmo - Sl 117, 1.14-15. 16ab.18. 19-21 (R. 21a)

R. Dou-vos graças, ó Senhor, porque me ouvistes.

Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia

1Dai graças ao Senhor, porque ele é bom! *

'Eterna é a sua misericórdia!'

14O Senhor é minha força e o meu canto, *

e tornou-se para mim o Salvador.

15'Clamores de alegria e de vitória *

ressoem pelas tendas dos fiéis.R.

16aA mão direita do Senhor fez maravilhas, +

16ba mão direita do Senhor me levantou, *

a mão direita do Senhor fez maravilhas!'

18O Senhor severamente me provou, *

mas não me abandonou às mãos da morte.R.

19Abri-me vós, abri-me as portas da justiça; *

quero entrar para dar graças ao Senhor!

20'Sim, esta é a porta do Senhor, *

por ela só os justos entrarão!'

21Dou-vos graças, ó Senhor, porque me ouvistes *

e vos tornastes para mim o Salvador!R.


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Reflexão - O Senhor nos prova, mas nunca nos abandona nas mãos da morte.

Toda experiência que tivermos na vida, seja de alegria ou de sofrimento,

podemos ter certeza de que o Senhor está ciente e pronto para nos ouvir. Ele

espera pelo nosso clamor, espera que saiamos da nossa autossuficiência e que

estejamos debaixo da Sua proteção, porque na hora exata Ele ouvirá a nossa

súplica. “O Senhor é minha força e o meu canto”.

Evangelho - Mc 16,9-15

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São Marcos 16,9-15

9Depois de ressuscitar, na madrugada do primeiro dia após o sábado, Jesus

apareceu primeiro a Maria Madalena, da qual havia expulsado sete demônios.

10Ela foi anunciar isso aos seguidores de Jesus, que estavam de luto e

chorando. 11Quando ouviram que ele estava vivo e fora visto por ela, não

quiseram acreditar. 12Em seguida, Jesus apareceu a dois deles, com outra

aparência, enquanto estavam indo para o campo. 13Eles também voltaram e

anunciaram isso aos outros. Também a estes não deram crédito.

14Por fim, Jesus apareceu aos onze discípulos enquanto estavam comendo,

repreendeu-os por causa da falta de fé e pela dureza de coração, porque não

tinham acreditado naqueles que o tinham visto ressuscitado. 15E disse-lhes:

'Ide pelo mundo inteiro

e anunciai o Evangelho a toda criatura! Palavra da Salvação.


Reflexão – A fé abre os nossos olhos e ouvidos para enxergar e escutar a

Jesus!

Percebemos na sequência de fatos que se registraram depois da ressurreição

de Jesus, que somente a experiência pessoal com Ele, vivo e ressuscitado fez

com que os discípulos acreditassem. Primeiramente Jesus apareceu a Maria

Madalena e ela foi anunciar aos discípulos e estes não quiseram acreditar;

depois, Jesus apareceu aos dois discípulos no caminho de Emaús e eles

também foram anunciar, no entanto, a eles também não deram crédito.

Finalmente os apóstolos se renderam depois que Jesus apareceu-lhes

pessoalmente e os repreendeu pela sua falta de fé. Nós também, para que

possamos anunciar Jesus, falar sobre Ele com autenticidade, necessitamos ter

uma experiência concreta com Ele, de uma maneira forte e ativa. A fé em

Jesus Cristo, a certeza de que Ele age e tem influência nas nossas ações, nos

nossos sentimentos e no nosso testemunho de vida será como um estandarte

para que as pessoas a quem encontramos também tenham o desejo de

experimentar a salvação. Não nos é fácil, também, acolher o mandado de

Jesus: “Ide pelo mundo inteiro e anunciai o evangelho a toda a criatura,”

enquanto não tivermos um encontro pessoal, glorioso com a Sua Pessoa. Por

isso, Jesus vem a nós a cada dia e quer deixar-Se encontrar na Eucaristia, na

Palavra, na Oração. Todos nós poderemos ter esta experiência de fé com

Jesus vivo e, assim, crendo, assumir o papel de anunciadores do Evangelho. A

fé abre os nossos olhos e ouvidos para enxergar e escutar a Jesus que está

muito próximo de nós, nos traz a paz e sopra sobre nós o Seu Espírito Santo.

Somente pelo poder do Espírito nós também nos tornamos anunciadores da

Boa Nova de Jesus. Obedecendo a sua ordem nós nos tornamos Seus discípulos

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e seguidores. Peçamos a Jesus ressuscitado que abra os nossos olhos e

ouvidos espirituais a fim de que tenhamos esta experiência forte com Ele.


Precisamos cultivar a certeza de que Ele está vivo, muito perto de nós e,

assim como acontece com outras pessoas nós possamos também “ir pelo

mundo inteiro e anunciar o Evangelho a toda criatura”! - Jesus já se

manifestou vivamente na sua vida? – Você pode afirmar com todas as letras

que JESUS ESTÁ VIVO! Faça isso, não perca tempo.


Helena Serpa, 

Fundadora da Comuniade Missionária Um Novo Caminho

LEÃO XIV RECEBE PRRESIDENTE DA FRANÇA, EMMANUEL MACRON

  O Papa recebeu no Vaticano o presidente da França, Emmanuel Macron. Em seguida, foram abordadas as relações entre a Santa Sé e a França e ...