terça-feira, 24 de março de 2026

QUINTA-FEIRA, POSSE CANÔNICA DO NOVO PAROCO DE SÃO JOÃO EUDES

 


O TEMPO DE DEUS

 

Pe. Johnja López Pedrozo

SANTO DO DIA - SANTA CATARINA DA SUÉCIA


Origens
A abadessa Santa Catarina nasceu em 1331, na Suécia, em uma família católica. Foi educada segundo os preceitos da Igreja e instruída ao amor cristão pelo próximo. 

Filha de santa
Sua vida foi muito influenciada por sua mãe, Santa Brígida, a mística padroeira da Suécia. Viveu a castidade e é considerada a Santa padroeira das virgens. Sua imagem é representada com um cervo ao seu lado, a qual, segundo a tradição, vinham ajudá-la quando jovens sem castidade tentavam importuná-la.

De família
Em torno dos seus 7 anos de idade, sua mãe foi convocada pela Corte sueca como governanta de Bianca de Namur, jovem noiva do rei Magnus Eriksson. Ela e sua irmã foram então confiadas ao mosteiro cisterciense de Riseberg, onde continuou recebendo a educação católica. Assim, cresceu nela o desejo de consagração total da sua vida a Deus. Seu pai, porém, desejava que ela se casasse, e decidiu casá-la com um nobre de descendência Alemã, Edgar von Kürnen. 

Santa Catarina da Suécia: Casou-se por obediência

Matrimônio
Mesmo sendo contrária ao matrimônio, obedeceu seu pai e se casou, mas fez voto de castidade de comum acordo com seu marido. Levou uma vida de muita oração, jejum e penitência. Foi uma mulher simples, que dedicou muitas horas à meditação da paixão e morte de Cristo, à oração dos salmos penitenciais e ao Ofício da Virgem Maria.

Após a morte do pai
Em 1349, seu pai faleceu. Ela chegou a um acordo com seu marido e partiu junto a Santa Brígida (sua mãe) em uma peregrinação para venerar as tumbas de São Pedro e São Paulo em Roma. Ela tinha sua mãe como modelo, amava-a e admirava profundamente. Permaneceu com ela em Roma no ano santo e, durante esse período, tornou-se viúva, o que a permitiu ficar ainda mais tempo com sua mãe na Itália. Nesse período, sua mãe fundou um mosteiro na cidade de Vadstena, no qual Catarina se dedicou intensamente.

Reta intenção
Permaneceu na Itália a convite da sua mãe, porém sentia falta da Suécia. Sofria de solidão, pois Brígida a proibiu de sair de casa sozinha, porque a Urbe não era segura para uma jovem bela sueca, que atraía olhares de muitos vilões. Catarina recusou diversas propostas de casamento e escapou de muitos pretendentes. O cervo, que sempre é representado ao seu lado, a teria salvo, ao distrair um pretendente, que havia sido rejeitado, que queria raptá-la. Para manter distância dos homens, Catarina começou até a usar roupas simples ou gastas. Ficou atormentada pela inquietação de não saber qual estilo de vida deveria adotar. Para entender qual era a vontade de Deus, dirigiu-se à Virgem, que, em sonhos, a convidou a obedecer a sua mãe. Então, ela a seguiu em todas as suas iniciativas, dedicando-se total e amorosamente às suas causas.

Canonização da mãe – Santa Brígida

Vida pobre
Morou com sua mãe em uma casa, perto do Campo de Fiori, por cerca de vinte anos, vivendo em extrema pobreza. Dedicou-se à catequese entre as nobres famílias romanas e às obras de caridade, com uma vida composta de atividades pastorais. Em 23 de julho de 1373, Brígida faleceu, e seu desejo era que seus restos mortais fossem sepultados no mosteiro de Vadstena.

O Pedido
Ao ser eleita abadessa, regressou a Roma para pedir a canonização da sua mãe. E buscava obter a aprovação da regra da Ordem, que havia fundado. Nos cinco anos seguintes, Catarina coletou depoimentos sobre a vida da sua mãe e os apresentou primeiro a Gregório XI e depois a Urbano VI. Este último aprovou a regra da Ordem Brigidina, com uma Bula datada de 3 de dezembro de 1378, mas omitiu a Causa de Canonização de Brígida.

Santidade da mãe
No processo de canonização da sua mãe, declarou como testemunha: “Lembro quando minha mãe me levava, junto com as minhas irmãs, para visitar os hospitais, que havia mandado construir; com as suas próprias mãos, enfaixava, sem repugnância, as feridas dos enfermos”. De fato, o desejo de Brígida era que seus filhos aprendessem a servir ao Senhor nos pobres e doentes. Ela cresceu neste clima profundamente evangélico.

O Final da Vida e o Encontro com Santa Catarina de Sena

Páscoa
Voltou para sua terra natal e a Diocese lhe entregou formalmente a direção da nova ordem religiosa. Viveu exemplarmente no convento por esse tempo. Ao longo desse período teve um encontro místico com Santa Catarina de Sena, a santa que viveu o mesmo ideal que ela. Pouco tempo depois, ficou doente e faleceu em 24 de março de 1381. Em 1484, Inocêncio VIII deu permissão para sua veneração como santa. Sua memória é celebrada em 24 de março.

Minha oração
“Dignai-vos meu Deus, permitir que eu tenha em Santa Catarina da Suécia uma poderosa e eficaz advogada, diante de Vosso poder, a fim de que seja afastado de mim o mal que me ameaça. Que ela me conduza, pela sua proteção, sã e salva, através de todos os perigos, a fim de mostrar-me a glória do Vosso nome e para que eu possa Louvar-Vos meu Deus, eternamente. Peço-Vos por nosso Senhor Jesus Cristo.”

Santa Catarina da Suécia, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias

EVANGELHO DO DIA

 + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 8,21-30

Naquele tempo, disse Jesus aos fariseus: 21'Eu parto e vós me procurareis,

mas morrereis no vosso pecado. Para onde eu vou,

vós não podeis ir.' 22Os judeus comentavam: 'Por acaso, vai-se matar? Pois ele

diz: 'Para onde eu vou, vós não podeis ir'?'

23Jesus continuou: 'Vós sois daqui de baixo, eu sou do alto.

Vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo. 24Disse-vos que morrereis nos

vossos pecados, porque, se não acreditais que eu sou, morrereis nos vossos

pecados.' 25Perguntaram-lhe pois:

'Quem és tu, então?' Jesus respondeu: 'O que vos digo, desde o começo.

26Tenho muitas coisas a dizer a vosso respeito, e a julgar também. Mas

aquele que me enviou é fidedigno, e o que ouvi da parte dele é o que falo

para o mundo.' 27Eles não compreenderam que lhes estava falando do Pai.

28Por isso, Jesus continuou:

'Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que eu sou, e que

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nada faço por mim mesmo, mas apenas falo aquilo que o Pai me ensinou.

29Aquele que me enviou está comigo. Ele não me deixou sozinho, porque

sempre faço o que é de seu agrado.'

30Enquanto Jesus assim falava, muitos acreditaram nele.

Palavra da Salvação.


REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

 24 DE MARÇO DE 2026

TERÇA-FEIRA DA V SEMANA

DA QUARESMA


Cor: Roxo


1ª Leitura - Nm 21,4-9


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Leitura do Livro dos Números 21,4-9

Naqueles dias: 4Os filhos de Israel partiram do monte Hor, pelo caminho que

leva ao mar Vermelho, para contornarem o país de Edom. Durante a viagem o

povo começou a impacientar-se,

5e se pôs a falar contra Deus e contra Moisés, dizendo:  'Por que nos fizestes

sair do Egito para morrermos no deserto? Não há pão, falta água, e já estamos

com nojo desse alimento miserável'.

6Então o Senhor mandou contra o povo serpentes venenosas, que os mordiam;

e morreu muita gente em Israel. 7O povo foi ter com Moisés e disse: 'Pecamos,

falando contra o Senhor e contra ti.

Roga ao Senhor que afaste de nós as serpentes'. Moisés intercedeu pelo povo,

8e o Senhor respondeu: 'Faze uma serpente abrasadora

e coloca-a como sinal sobre uma haste; aquele que for mordido e olhar para

ela viverá'. 9Moisés fez, pois, uma serpente de bronze

e colocou-a como sinal sobre uma haste. Quando alguém era mordido por uma

serpente, e olhava para a serpente de bronze,

ficava curado. Palavra do Senhor.

Reflexão – O arrependimento é o primeiro passo para a nossa conversão.

Assim também acontece conosco, quando a impaciência e a murmuração

tomam conta do nosso ser, nos afastamos da graça de Deus e, como os

israelitas, caímos na rede do inimigo. Somos mordidos por serpentes

venenosas que podem nos levar até a morte, na travessia do deserto da nossa

vida aqui na terra. Quando nos impacientamos, murmurando e reclamando,

quando não temos paciência diante das dificuldades e queremos desistir ou

desejamos fazer as coisas segundo a nossa vontade, nós sofremos as

consequências. Como aquele povo, também nos afastamos de Deus e da Sua

graça caindo nas garras da “serpente venenosa”. A serpente é o pecado que

nos fere e deixa em nós o seu veneno devastador. É em virtude dele que

somos, a cada dia, mordidos por serpentes, isto é, caímos na rebeldia da

nossa carne e nos afastamos de Deus. O inconformismo, a obstinação e a

murmuração trazem implicações funestas para nossa vida. Representam a

soberba do homem que não admite passar por provações e dificuldades. Não

percebemos que Deus poderia realizar muito mais na nossa vida, se

resolvêssemos prosseguir sob a Sua guarda. O arrependimento, porém, é o

primeiro passo para a nossa conversão. O povo, arrependido, pediu a

intercessão de Moisés e este, atendeu às ordens do Senhor que lhe mandou

fazer uma serpente abrasadora como um sinal de salvação para quem olhasse

para ela. O nosso arrependimento e o reconhecimento do nosso ser pecador

são os meios que possuímos para também sermos curados quando formos

picados pela “serpente” do pecado. A serpente abrasadora é a prefiguração

de Jesus Cristo que foi elevado na Cruz e se fez pecado para nos salvar.

Quando olhamos para Jesus e nos apossamos do Seu poder salvador, nós

também somos libertados do pecado que nos aprisiona. – Como você tem

atravessado as horas de deserto da sua vida? – Você costuma murmura e se

impacientar? – Qual é a consequência disso? – Você resolve alguma coisa

com a sua murmuração? – As pessoas que convivem consigo notam quando

você está irritado (a)? - O que elas dizem?

Salmo - Sl 101, 2-3. 16-18. 19-21 (R. 2)


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R. Ouvi, Senhor, e escutai minha oração 

e chegue até vós o meu clamor.

2Ouvi, Senhor, e escutai minha oração, *

e chegue até vós o meu clamor!

3De mim não oculteis a vossa face *

no dia em que estou angustiado!

Inclinai o vosso ouvido para mim, *

ao invocar-vos atendei-me sem demora!R. 

16As nações respeitarão o vosso nome, *

e os reis de toda a terra, a vossa glória;

17quando o Senhor reconstruir Jerusalém *

e aparecer com gloriosa majestade, 

18ele ouvirá a oração dos oprimidos *

e não desprezará a sua prece.R. 

19Para as futuras gerações se escreva isto, *

e um povo novo a ser criado louve a Deus.

20Ele inclinou-se de seu templo nas alturas, *

e o Senhor olhou a terra do alto céu,

21para os gemidos dos cativos escutar *

e da morte libertar os condenados.R.

Reflexão - A oração daquele que se arrepende chega até os ouvidos de Deus e

é atendida. O Senhor na sua infinita misericórdia não despreza a oração de

quem está oprimido pelo pecado. Embora seja ele um ser pecador o homem

pode esperar o perdão de Deus quando se arrepende. Por isso, o salmo diz que

o Senhor olha a terra do alto do céu, para escutar os gemidos dos cativos e da

morte libertar os condenados. Não existe mais condenação para quem suplica

a misericórdia de Deus.

Evangelho - Jo 8,21-30

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo São João 8,21-30

Naquele tempo, disse Jesus aos fariseus: 21'Eu parto e vós me procurareis,

mas morrereis no vosso pecado. Para onde eu vou,

vós não podeis ir.' 22Os judeus comentavam: 'Por acaso, vai-se matar? Pois ele

diz: 'Para onde eu vou, vós não podeis ir'?'

23Jesus continuou: 'Vós sois daqui de baixo, eu sou do alto.

Vós sois deste mundo, eu não sou deste mundo. 24Disse-vos que morrereis nos

vossos pecados, porque, se não acreditais que eu sou, morrereis nos vossos

pecados.' 25Perguntaram-lhe pois:

'Quem és tu, então?' Jesus respondeu: 'O que vos digo, desde o começo.

26Tenho muitas coisas a dizer a vosso respeito, e a julgar também. Mas

aquele que me enviou é fidedigno, e o que ouvi da parte dele é o que falo

para o mundo.' 27Eles não compreenderam que lhes estava falando do Pai.

28Por isso, Jesus continuou:

'Quando tiverdes elevado o Filho do Homem, então sabereis que eu sou, e que

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nada faço por mim mesmo, mas apenas falo aquilo que o Pai me ensinou.

29Aquele que me enviou está comigo. Ele não me deixou sozinho, porque

sempre faço o que é de seu agrado.'

30Enquanto Jesus assim falava, muitos acreditaram nele.

Palavra da Salvação.

Reflexão – Morrer no pecado é desconhecer e rejeitar a salvação de Jesus.

Jesus usou palavras duras ao se dirigir aos fariseus que não compreendiam

nem aceitavam a Salvação que Ele viera oferecer. Essas palavras ainda hoje

repercutem na vida de todos aqueles que, assim como os fariseus, não

entendem nada do que Jesus falou, o que Ele proclamou não combina com as

coisas de seu interesse. Morrer no pecado é desconhecer e rejeitar a salvação

de Jesus. O modo de pensar de Jesus era e é muito diferente de tudo o que o

mundo costuma pregar como verdade. Jesus nos ensina a viver no mundo

olhando para o alto e acreditando que Ele é O enviado do Pai, a fim de que

não morramos no pecado. Só quem nos pode tirar da morte do pecado é Jesus

Cristo, Aquele que veio em nome do Pai para revelar ao mundo a Sua

misericórdia. Nós também não somos deste mundo, mas, podemos viver neste

mundo com a mentalidade do alto como Jesus vivia. O primeiro passo é a Fé.

Fé em Jesus Cristo que já foi elevado, que já ressuscitou e já nos deu vida

nova, vida em abundância. Hoje também há muitos que precisam de provas

para manter a fé e perdem tempo na incredulidade esperando que algo mais

aconteça e, por isso, não assumem o senhorio de Jesus, o Verdadeiro Salvador

da humanidade.


 – E você, se considera pertencente ao mundo, ou cidadão

do céu? – Você acredita que Jesus tem poder para conduzi-lo ao céu? –

Você já tem parado para refletir que um dia também terá que enfrentar a

morte? – O que mais você espera acontecer para assumir a mentalidade do

alto?


    Helena Serpa, 

Fundadora da Comunidade Misssionária Um Novo Caminho

segunda-feira, 23 de março de 2026

SANTO DO DIA - SÃO TURÍBIO DE MONGROVEJO

 

Origens

Seu nome completo é Turíbio Alfonso de Mongrovejo. É espanhol e filho de uma família rica da nobreza. Estudou nas cidades de Santiago de Compostela, Valadolid e Salamanca. Formou-se advogado e participou da inquisição. Desde jovem, foi honesto e justo.

Lançado na vida religiosa
A nomeação episcopal, na época, era bem diferente de como é hoje. Sendo assim, o rei Felipe II percebeu as qualidades de Turíbio de Mongrovejo e pediu ao Papa Gregório XIII que o nomeasse arcebispo da América Espanhola, então, o Papa atendeu. Por isso, após um discernimento, Turíbio recebeu todas as ordens sagradas de uma só vez, inclusive a ordenação sacerdotal. Assim, em 1580, ele foi sagrado Arcebispo de Lima, no Peru. Foi dessa maneira, aparentemente improvisada, que nasceu um dos maiores apóstolos da América Latina.

Compaixão
Dom Turíbio chegou à Lima, em 1581, e ficou estarrecido com a miséria material e espiritual em que os índios viviam e isso o fez agir. Começou aprendendo a língua desses índios. Depois, começou a defendê-los das arbitrariedades dos colonizadores, que os tratavam como animais. Por isso, Dom Turíbio passou a ser venerado pelos fiéis; todos o viam como um defensor da justiça e contra os opressores europeus.

São Turíbio de Mongrovejo: teve apoio do povo Indígena

Ardor evangelizador
Com o apoio de todo o povo indígena, Dom Turíbio organizou inúmeras comunidades em sua imensa diocese. Depois disso, realizou assembleias e até mesmo sínodos, isto é, reunião com todos os bispos em atividade na América Espanhola. Assim, todos foram convocados para a evangelização.

Visão e organização
Dom Turíbio realizou e coordenou dez concílios da diocese e também três concílios provinciais. Esses eventos formaram a principal estrutura organizacional da Igreja Católica da América espanhola. Essa organização dura até hoje. Um Sínodo Provincial realizado em Lima ganhou destaque. Foi o de 1582. Historiadores o comparam ao famoso Concílio de Trento, por conta da sua importância. Conta-se que, neste encontro, Dom Turíbio chegou a desafiar os espanhóis resistentes, que se achavam muito inteligentes, a aprenderem a língua dos índios. Todos se calaram.

Apóstolo incansável
No ano de 1594, Dom Turíbio já tinha percorrido quinze mil quilômetros em missão pela América Espanhola. Ensinava, pregava, convertia, devolvia dignidade e administrava os sacramentos aos índios. Até este ano, segundo os livros das paróquias, tinha administrado a crisma a nada menos que sessenta mil fiéis.

São Turíbio de Mongrovejo crismou três santos da América Espanhola

Formando santos
Dom Turíbio teve a graça de formar e crismar três cristãos peruanos que, mais tarde, foram canonizados: Santa Rosa de Lima, São Francisco Solano e São Martinho de Porres. Esses são frutos preciosos de sua grande missão na América Espanhola.

Legado para o futuro
São Turíbio procedeu a fundação do primeiro seminário instituído nas Américas. Ali, vários missionários ardorosos foram formados, o que muito ajudou no processo de evangelização da América Espanhola.

Amor e desapego
Pouco tempo antes de sua morte, São Turíbio doou todas as suas roupas, até mesmo as que cobriam seu próprio corpo. Tudo foi para os pobres e àqueles que trabalhavam a seu serviço. Esse gesto resumiu o comportamento de toda sua vida. São Turíbio morreu no dia 23 de março do ano 1606. Ele estava na pequenina cidade chamada Sanã, no Peru. Sua canonização foi celebrada pelo Papa Bento XIII, em 1726. Na ocasião, o Papa declarou São Turíbio de Mongrovejo como o Apóstolo e Padroeiro do Peru.

Minha oração
“Reta intenção: é isso que lhe pedimos, Senhor Jesus. Se nosso coração alcançar essa graça, prosseguiremos no caminho da santidade. Amém.”

São Turíbio de Mongrovejo, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias     

 

EVANGELHO DO DIA

 + Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 8,1-11

Naquele tempo: 1Jesus foi para o monte das Oliveiras. 2De madrugada, voltou de

novo ao Templo. Todo o povo se reuniu em volta dele. Sentando-se, começou a

ensiná-los. 3Entretanto, os mestres da Lei e os fariseus trouxeram uma mulher

surpreendida em adultério. Colocando-a no meio deles, 4disseram a Jesus: 'Mestre,

esta mulher foi surpreendida em flagrante adultério.

5Moisés na Lei mandou apedrejar tais mulheres. Que dizes tu?'

6Perguntavam isso para experimentar Jesus e para terem motivo de o acusar. Mas

Jesus, inclinando-se, começou a escrever com o dedo no chão. 7Como persistissem

em interrogá-lo, Jesus ergueu-se e disse: 'Quem dentre vós não tiver pecado, seja o

primeiro a atirar-lhe uma pedra.' 8E tornando a inclinar-se, continuou a escrever no

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cão. 9E eles, ouvindo o que Jesus falou, foram saindo um a um, a começar pelos

mais velhos; e Jesus ficou sozinho,

com a mulher que estava lá, no meio do povo. 10Então Jesus se levantou e disse:

'Mulher, onde estão eles? Ninguém te condenou?'

11Ela respondeu: 'Ninguém, Senhor.' Então Jesus lhe disse: 'Eu também não te

condeno. Podes ir, e de agora em diante não peques mais.' Palavra da Salvação.