O papa Francisco chega ao Rio, no próximo dia 22, para a II Jornada Mundial da Juventude FOTO: REUTERS
Todos temem que o momento possa ser aproveitado por algum grupo para um ato contra o papa. No Rio, os órgãos de inteligência detectaram que grupos radicais e traficantes se infiltrariam entre os manifestantes para criar pânico.
Planejamento
Além da preocupação dos responsáveis em evitar que isso aconteça, o receio ainda maior é que, caso haja algum problema, o papa fique em uma situação de risco. A discussão principal foi se vale a pena manter a agenda diante dos atos ocorridos na Copa das Confederações.
Fonte: Diário do Nordeste
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