quarta-feira, 16 de setembro de 2026

CHANCELARIA ARQUIDIOCESANA (16/09/ :DOM GREGÓRIO PIAIXÃO, OSB, EMITE NOVAS PROVISÕES

 

  1. Uso de Ordem na Arquidiocese de Fortaleza – Pe. Bruno José Rodrigues da Silva – 12/09/2026;
  2. Autorização para o exercício do Ministério da Distribuição da Comunhão Eucarística para as seguintes irmãs da Filhas da Pobreza do Santíssimo Sacramento, presentes nesta cidade e Arquidiocese de Fortaleza no Condomínio Espiritual Uirapuru: Ir. Raquel Maria da Misericórdia, Ir. Ana Maria do Coração Amoroso do Pai, Ir. Betânia Maria da Santíssima Trindade, Ir. Ellen Maria da Fraqueza do Coração de Jesus, Ir. Liliá Maria do Preciosíssimo Sangue, Ir. Táfnis Maria da Santa Pobreza, Ir. Maria Célia da Sagrada Coroa de Jesus e Ir. Viviane Maria do Cristo Pobre Crucificado, – 12/09/2026.
  3. CELEBRET – João Jorge Corrêa Filho – 12/09/2026;
  4. Fonte: Site da Arquidiocese de Fortaleza

SANTO DO DIA - SÃO CORNÉLIO E SÃO CIPRIANO


Origens 

A comemoração destes dois mártires, São Cornélio e São Cipriano, no mesmo dia, é muito antiga. O Martirológio de São Jerônimo já os celebrava juntos. Essa data escolhida indica, em particular, a renúncia ao trono papal do primeiro e a morte do segundo por decapitação. 

Cornélio, o Papa

Em Roma, no ano 251, após alguns anos de cargo vacante, devido à perseguição de Décio, Cornélio foi eleito Papa em 251. Era um romano, talvez, de origem nobre, mas, certamente, reconhecido como homem de fé, justo e amoroso.

Contudo, a sua eleição não foi aceita pelo herege Novaciano, que se fez consagrar antipapa e promoveu um cisma precisamente na Cidade de Roma. 

Cornélio — que apoiava a distância o Bispo Cipriano —, foi acusado de ser muito manso com os “lapsos”: estes eram apóstatas, que retornavam à Igreja, sem as devidas penitências. Estes voltavam às atividades, simplesmente com a apresentação de um certificado de reconciliação, obtido de algum suposto confessor.

Além do mais, uma epidemia abateu-se sobre Roma e, depois, teve início também a perseguição anticristã de Galo. O Papa Cornélio foi exilado e preso em Civitavecchia, onde faleceu em 253, mas foi sepultado nas catacumbas de São Calisto, em Roma.

Cipriano, Bispo

Cipriano nasceu em Cartago, no ano 210, era um hábil retórico, que exercia a profissão de advogado. Certo dia, ao ouvir a palavra de Jesus, converteu-se ao Cristianismo. Transcorria o ano 246.

Graças à sua fama de intelectual, foi imediatamente ordenado sacerdote e consagrado Bispo da sua cidade. Mas, em Cartago, a situação dos cristãos não era fácil: agravaram-se as perseguições de Décio, depois de Galo, Valeriano e Galieno. 

Assim, muitos fiéis, ao invés de morrer, decidiram voltar ao paganismo. Com o tempo, alguns se arrependeram, mas a conduta de acolhida e benevolência do Bispo Cipriano com eles não foi aceita pelos rigoristas. Envolvido na contenda dos “lapsos”, lutou contra o Padre Novato, que apoiava o antipapa Novaciano, e contra o diácono Felicissimo, que havia eleito Fortunato como antibispo. 

Em 252, Cipriano conseguiu convocar um Concílio, em Cartago, para condená-los, enquanto o Papa Cornélio, em Roma, confirmava a excomunhão deles. Durante a perseguição de Valeriano, o clandestino Cipriano retornou a Cartago, para dar testemunho da fé, mas ali foi martirizado.

Amor à verdade

A memória dos santos mártires São Cornélio e São Cipriano, os quais celebramos hoje, o mundo cristão os louva a uma só voz, como testemunhas de amor por aquela verdade que não pode ceder, professada por eles em tempos de perseguição diante da Igreja de Deus e do mundo.

Minha oração

“Os santos mártires doaram sua vida pela fé, e quão lindo testemunho é ver os pastores entregando-se como Jesus. Fazei que nossos líderes tenham a mesma coragem e força para sustentar a fé do povo de Deus, assim como testemunhar com a própria vida. Por Cristo, Senhor nosso. Amém!”

São Cornélio e São Cipriano, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notíticias

  

terça-feira, 15 de setembro de 2026

CARDEAL DOM RAYMUNDO DAMASCENO ASSIS COMPLETA 40 ANOS DE ORDENAÇÃO EPISCOPAL NESTE 15 DE SETEMBROneste 15 de setembro

 


A terça-feira, 15 de setembro de 2026, tem um sentido especial para o cardeal dom Raymundo Damasceno Assis, arcebispo emérito de Aparecida (SP), e para aqueles que acompanham a sua trajetória como pastor da Igreja Católica no Brasil.  A data marca a celebração dos 40 anos de sua  ordenação episcopal.

O aniversário, no entanto, não passou em branco. No dia 5 de agosto, aos pés da mãe Aparecida, o arcebispo celebrou este marco de quatro décadas dedicadas ao episcopado brasileiro e reuniu bispos, sacerdotes e milhares de fiéis em uma Missa de Ação de Graças realizada no Santuário Nacional de Nossa Senhora Aparecida.

Em sua homilia, o cardeal reforçou o lema de que o episcopado “Na alegria do Senhor”, é essencialmente uma missão de serviço e acolhimento aos que sofrem, e não um privilégio. Segundo o cardeal, toda vocação nasce dessa iniciativa divina. “Antes de qualquer resposta nossa está o amor de Deus, antes do ministério está a vocação, antes do ofício está a graça.”

O cardeal reforçou ainda que a missão da Igreja é anunciar que Deus permanece próximo de seu povo e que Nossa Senhora continua caminhando com aqueles que recorrem à sua intercessão.





Celebração em Aparecida (SP), no dia 5 de agosto.

Um chamado à unidade


E


SANTO DO DIA - NOSSA SENHORA DAS DORES

 

Origens 

A devoção à “Mater Dolorosa”, muito difundida, sobretudo nos países do Mediterrâneo, desenvolveu-se a partir do final do século XI. Em 1814, o Papa Pio VII a incluiu no calendário litúrgico romano, fixando-a em 15 de setembro, no dia seguinte à festa da Exaltação da Santa Cruz. 

Esta devoção foi comprovada pelo “Stabat Mater”, atribuído ao Frei Jacopone de Todi (1230-1306), no qual compôs as “Laudes”. No século XV, encontramos as primeiras celebrações litúrgicas sobre Nossa Senhora das Dores, “em pé” junto à Cruz de Jesus. 

Ordem dos Servos de Maria

Recordamos que, em 1233, nasceu a “Ordem dos Servos de Maria”, que muito contribuiu para a difusão do culto a Nossa Senhora das Dores, tanto que, em 1668, seus membros receberam a autorização para celebrar a Missa votiva das Sete Dores de Maria.

A Data

Em 1692, o Papa Inocêncio XII permitiu a sua celebração oficial no terceiro domingo de setembro. Mas foi só por um período, pois, em 18 de agosto de 1714, a celebração foi transferida para a sexta-feira, que precedia o Domingo de Ramos. 

No dia 18 de setembro de 1814, Pio VII estendeu esta festa litúrgica a toda a Igreja, voltando a ser celebrada no terceiro domingo de setembro. 

Pio X (†1914) determinou que a celebração fosse celebrada em 15 de setembro, um dia após a festa da Exaltação da Santa Cruz, mas não com o título de “Sete Dores de Maria”, mas como “Nossa Senhora das Dores”.

Memória 

A memória de Nossa Senhora das Dores chama-nos a reviver o momento decisivo na história da salvação e a venerar a Mãe associada à Paixão do seu filho e, próxima d’Ele, levantada na cruz. A sua maternidade assume dimensões universais no Calvário. 

As sete dores de Nossa Senhora

As dores correspondem ao mesmo número de episódios narrados no Evangelho:

Fonte:  Canção  Nova  Noticias

segunda-feira, 14 de setembro de 2026

REITORIA - SAO JUDAS TADEU

 


São Judas Tadeu – Foto: divulgação

elebração acontece de 18 a 28 de outubro, no bairro São Gerardo, com o tema “São Judas Tadeu, missionário da paz”

A Reitoria São Judas Tadeu, no bairro São Gerardo, em Fortaleza, realiza, de 18 a 28 de outubro, o novenário e a festa em honra ao padroeiro. Neste ano, a festividade tem como tema “São Judas Tadeu, missionário da paz”.

A programação reúne a comunidade em momentos de oração, celebrações eucarísticas e reflexão, convidando os fiéis a fortalecerem a fé e assumirem o compromisso de serem construtores da paz, da unidadreitore e da comunhão



Fonte:  Reitoria São Judas Tadeu


Segundo o administrador da Reitoria, Pe. Josieldo Nascimento, o novenário é uma oportunidade para a comunidade renovar sua missão.

“O novenário de São Judas Tadeu é uma oportunidade para tomarmos consciência que somos missionários da paz, para sermos uma igreja missionária, construtora da paz e guardiã da família, gerando para a sociedade um sinal de esperança.”

O sacerdote também destaca a importância da oração e da participação comunitária durante os festejos. “Que São Judas Tadeu, apóstolo e mártir, um modelo de vida de oração possa ajudar-nos sendo o nosso grande intercessor”, afirma.

Programação

  • 18/10 – Domingo | 19h: Abertura – Dom Jânison de Sá
  • 19/10 – Segunda-feira | 19h: Pe. César
  • 20/10 – Terça-feira | 19h: Pe. Edilson Leite
  • 21/10 – Quarta-feira | 19h: Pe. Bruno Moreira
  • 22/10 – Quinta-feira | 19h: Pe. Thiago Cavalcante
  • 23/10 – Sexta-feira | 19h: Pe. Douglimar Estevam, CCSh
  • 24/10 – Sábado | 19h: Pe. Marcelândio Gomes
  • 25/10 – Domingo | 19h: Dom Gregório Paixão, OSB
  • 26/10 – Segunda-feira | 19h: Frei Ricardo Régis, OFMCap
  • 27/10 – Terça-feira | 19h: Pe. Josileudo Queiroz

28/10 – Quarta-feira | Festa de São Judas Tadeu

  • 8h: Pe. Josieldo Nascimento
  • 12h: Pe. Monsenhor João Jorge Corrêa
  • 19h: Dom Antonio Carlos do Nascimento

A Reitoria São Judas Tadeu convida toda a comunidade, pastorais, grupos, movimentos e famílias a participarem da festa e, juntos, elevarem suas orações pela paz, pela unidade e pela comunhão.

Mais informações: (85) 98764-5258, secretaria.







CNBB MANIFESTA PREOCUPAÇÃO COM OS RECENTES ACONTECIMENTOS NO STF E PEDE APURAÇÃO DOS FATOS

 


A presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nesta quinta-feira, (10/09), a mensagem: “Pela verdade, pela justiça e pela preservação das instituições democráticas”, na qual manifesta preocupação com os recentes acontecimentos envolvendo o Supremo Tribunal Federal (STF).

A mensagem aponta que a gravidade do momento e as legítimas interrogações presentes na sociedade brasileira exigem serenidade, responsabilidade e respostas institucionais claras.

Em um trecho do documento, a CNBB reforça que a Doutrina Social da Igreja recorda que a autoridade encontra sua razão de ser no serviço à pessoa humana e que, no Estado Democrático de Direito, todos estão submetidos à lei. “A independência e o equilíbrio entre os Poderes são condições indispensáveis para a preservação da justiça, da liberdade e da paz social”, diz um trecho do documento.

Defender as instituições democráticas, aponta a mensagem, não significa impedir o esclarecimento de eventuais irregularidades. “Ao contrário, a autoridade das instituições se fortalece quando os fatos são apurados com independência, imparcialidade, transparência e respeito ao devido processo legal. Ninguém pode estar acima da lei, assim como ninguém deve ser previamente condenado sem que lhe sejam assegurados o direito de defesa e as garantias constitucionais”.

Na mensagem, a CNBB reforça a necessidade de examinar os fatos no plenário do STF com transparência e sem permitir que o contexto seja usado para enfraquecer as instituições democráticas e para fins politico-eleitorais. A CNBB aponta que, no esclarecimento dos fatos, seja rejeitado “tanto o silêncio diante de possíveis irregularidades quanto qualquer tentativa de enfraquecer as instituições democráticas”.

Foto de capa: Fábio Rodrigues Pozzebom: Agência Brasil

Fonte: https://www.cnbb.org.br/cnbb-manifesta-preocupacao-com-os-recentes-acontecimentos-no-stf/


SANTO DO DIA - EXALTAÇÃO DA SANTA CRUZ



 

Origens 

Esta festa de Exaltação da Santa Cruz nasceu em Jerusalém, em 13 de setembro de 335, no aniversário da dedicação das duas igrejas construídas por Constantino, uma sobre o Gólgota (ad Martyrium) e a outra perto do Santo Sepulcro (Ressurreição), após a descoberta das relíquias da cruz por Helena, a mãe do imperador. A cruz, instrumento da mais terrível das torturas, em 320, Constantino a proibiu de ser utilizada.

Restituição da Cruz 

Em 614, Cosroes II, rei dos Persas, travou uma guerra contra os Romanos. Depois de derrotar Jerusalém, levou consigo, entre os diversos tesouros, também a Cruz de Jesus. Heráclio, imperador romano de Bizâncio, propôs um pacto de paz com Cosroes, que não aceitou. Diante da sua negação, entrou em guerra com ele e venceu, perto de Nínive, e pediu a restituição da Cruz, que a levou de volta a Jerusalém. Neste dia da Exaltação da Santa Cruz, não se glorifica a crueldade da Cruz, mas o Amor que Deus manifestou aos homens ao aceitar morrer na Cruz.

Cruz: o amor de Deus para conosco

O Evangelho, que a liturgia nos propõe na festa da Exaltação da Santa Cruz, diz que Deus pretende construir uma relação de amor com cada um de nós; Ele se oferece na pessoa do seu Filho Jesus, pregado na Cruz.

O fato de levantarmos o olhar para Deus nos propõe uma verdade importante: somos convidados a voltar a nos relacionarmos de novo com Ele. 

A Misericórdia

O fato de elevar o nosso olhar não nos deve causar medo, mas gratidão, porque tal elevação é a medida do amor com a qual Deus ama os seus filhos no Filho. Com efeito, a misericórdia de Deus ilumina as noites da nossa vida e nos permite continuar o nosso caminho.

Não há espaço para indiferença

Não podemos permanecer indiferentes diante da Cruz de Jesus: nem com Ele nem contra Ele. Trata-se de uma escolha, que deve ser feita antes de qualquer ação. A vida do cristão é o testemunho de quanto “Deus nos amou a ponto de dar seu Filho Jesus”.

Festa

A festa da Exaltação da Santa Cruz, em 14 de setembro, conservou-se nos documentos. Contudo, na litúrgica, andou muito lentamente, sobretudo porque o dia 14 estava já ocupado pelos santos mártires Cipriano e Cornélio. A reforma litúrgica pós-conciliar restabeleceu a importância do dia de hoje, que é festa.

Significado da Cruz 

Para o cristão, a cruz significa a árvore da vida, o trono, o altar da Nova Aliança: de Cristo, o novo Adão adormecido na cruz, brotou o admirável sacramento de toda a Igreja. A cruz é o sinal de Cristo sobre aqueles que no Batismo são configurados a Ele em morte e glória.

Minha oração

“Sabemos que tudo neste mundo é passageiro, mas a tua salvação através da Cruz permanece. Fazei que aprendamos a adorar a Santa Cruz e nela alcancemos força e consolo. Amém!”

Santa Cruz, sede a nossa salvação

Fonte: Canção Nova N