sábado, 31 de dezembro de 2022

PROGRAMÇÃO DAS MISSAS DE HOJE (31) E AMANHÃ (1º)NA PARÓQUIA SÃO JOÃO EUDES

 


A BIOGRAFIA DE BENTO XVI

 



Jospeh Ratzinger recebeu a Ordenação Sacerdotal em 29 de junho de 1951. Em 25 de março de 1977, o Papa Paulo VI nomeou-o arcebispo de München e Freising. Em 28 de maio seguinte, recebeu a sagração episcopal. Paulo VI criou-o cardeal no Consistório de 27 de junho desse mesmo ano.

Vatican News

O cardeal Joseph Ratzinger, Papa Bento XVI, nasceu em Marktl am Inn, Diocese de Passau (Alemanha), no dia 16 de abril de 1927 (Sábado Santo), e foi batizado no mesmo dia. O seu pai, comissário da polícia, provinha duma antiga família de agricultores da Baixa Baviera, de modestas condições econômicas. A sua mãe era filha de artesãos de Rimsting, no lago de Chiem, e antes de casar trabalhara como cozinheira em vários hotéis.

Passou a sua infância e adolescência em Traunstein, uma pequena localidade perto da fronteira com a Áustria, a trinta quilômetros de Salisburgo. Foi neste ambiente, por ele próprio definido “mozarteano”, que recebeu a sua formação cristã, humana e cultural.

O período da sua juventude não foi fácil. A fé e a educação da sua família prepararam-no para enfrentar a dura experiência daqueles tempos, em que o regime nazista mantinha um clima de grande hostilidade contra a Igreja Católica. O jovem Joseph viu os nazistas açoitarem o pároco antes da celebração da Santa Missa.

Precisamente nesta complexa situação, descobriu a beleza e a verdade da fé em Cristo; fundamental para ele foi a conduta da sua família, que sempre deu um claro testemunho de bondade e esperança, radicada numa conscienciosa pertença à Igreja.

Até o mês de setembro de 1944 esteve alistado nos serviços auxiliares anti-aéreos.

Recebeu a Ordenação Sacerdotal em 29 de junho de 1951.

Um ano depois, começou a sua atividade de professor na Escola Superior de Freising.

No ano de 1953, doutorou-se em teologia com a tese “Povo e Casa de Deus na doutrina da Igreja de Santo Agostinho”. Passados quatro anos, sob a direcção do conhecido professor de teologia fundamental Gottlieb Söhngen, conseguiu a habilitação para a docência com uma dissertação sobre “A teologia da história em São Boaventura”.

Depois de desempenhar o cargo de professor de teologia dogmática e fundamental na Escola Superior de Filosofia e Teologia de Freising, continuou a docência em Bonn, de 1959 a 1963; em Münster, de 1963 a 1966; e em Tubinga, de 1966 a 1969. A partir deste ano de 1969, passou a ser catedrático de dogmática e história do dogma na Universidade de Regensburg, onde ocupou também o cargo de Vice-Reitor da Universidade.

De 1962 a 1965, prestou um notável contributo ao Concílio Vaticano II como “perito”; viera como consultor teológico do Cardeal Joseph Frings, Arcebispo de Colônia.

A sua intensa atividade científica levou-o a desempenhar importantes cargos ao serviço da Conferência Episcopal Alemã e na Comissão Teológica Internacional.

Em 25 de março de 1977, o Papa Paulo VI nomeou-o Arcebispo de München e Freising. A 28 de maio seguinte, recebeu a sagração episcopal. Foi o primeiro sacerdote diocesano, depois de oitenta anos, que assumiu o governo pastoral da grande arquidiocese bávara. Escolheu como lema episcopal: “Colaborador da verdade”; assim o explicou ele mesmo: “Parecia-me, por um lado, encontrar nele a ligação entre a tarefa anterior de professor e a minha nova missão; o que estava em jogo, e continua a estar – embora com modalidades diferentes –, é seguir a verdade, estar ao seu serviço. E, por outro, escolhi este lema porque, no mundo atual, omite-se quase totalmente o tema da verdade, parecendo algo demasiado grande para o homem; e, todavia, tudo se desmorona se falta a verdade”.

Paulo VI criou-o cardeal, do título presbiteral de “Santa Maria da Consolação no Tiburtino”, no Consistório de 27 de junho desse mesmo ano.

Em 1978, participou no Conclave, celebrado de 25 a 26 de agosto, que elegeu João Paulo I; este nomeou-o seu Enviado especial ao III Congresso Mariológico Internacional que teve lugar em Guayaquil (Equador) de 16 a 24 de setembro. No mês de outubro desse mesmo ano, participou também no Conclave que elegeu João Paulo II.

Foi Relator na V Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos realizada em 1980, que tinha como tema “Missão da família cristã no mundo contemporâneo”, e Presidente Delegado da VI Assembleia Geral Ordinária, celebrada em 1983, sobre “A reconciliação e a penitência na missão da Igreja”.

João Paulo II nomeou-o Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé e Presidente da Pontifícia Comissão Bíblica e da Comissão Teológica Internacional, em 25 de novembro de 1981. No dia 15 de fevereiro de 1982, renunciou ao governo pastoral da arquidiocese de München e Freising. O Papa elevou-o à Ordem dos Bispos, atribuindo-lhe a sede suburbicária de Velletri-Segni, em 5 de abril de 1993.

Foi Presidente da Comissão encarregada da preparação do Catecismo da Igreja Católica, a qual, após seis anos de trabalho (1986-1992), apresentou ao Santo Padre o novo Catecismo.

A 6 de novembro de 1998, o Santo Padre aprovou a eleição do Cardeal Ratzinger para Vice-Decano do Colégio Cardinalício, realizada pelos Cardeais da Ordem dos Bispos. E, no dia 30 de novembro de 2002, aprovou a sua eleição para Decano; com este cargo, foi-lhe atribuída também a sede suburbicária de Óstia.

Em 1999, foi como Enviado especial do Papa às celebrações pelo XII centenário da criação da diocese de Paderborn, Alemanha, que tiveram lugar a 3 de janeiro.

Desde 13 de novembro de 2000, era Membro honorário da Academia Pontifícia das Ciências.

No dia 6 de fevereiro de 2013, durante o Consistório Ordinário Público para a canonização de alguns Santos, anunciou a decisão de renunciar ao ministério petrino com estas palavras: “Depois de ter examinado repetidamente a minha consciência diante de Deus, cheguei à certeza de que as minhas forças, devido à idade avançada, já não são idóneas para exercer adequadamente o ministério petrino. Estou bem consciente de que este ministério, pela sua essência espiritual, deve ser cumprido não só com as obras e com as palavras, mas também e igualmente sofrendo e rezando. Todavia, no mundo de hoje, sujeito a rápidas mudanças e agitado por questões de grande relevância para a vida da fé, para governar a barca de São Pedro e anunciar o Evangelho, é necessário também o vigor quer do corpo quer do espírito; vigor este, que, nos últimos meses, foi diminuindo de tal modo em mim que tenho de reconhecer a minha incapacidade para administrar bem o ministério que me foi confiado. Por isso, bem consciente da gravidade deste ato, com plena liberdade, declaro que renuncio ao ministério de Bispo de Roma, Sucessor de São Pedro”.

O seu pontificado se concluiu em 28 de fevereiro de 2013.

Em seguida, Bento XVI foi morar na Cidade do Vaticano, junto ao Mosteiro “Mater Ecclesiae”, como Papa Emérito.

Na Cúria Romana, foi Membro do Conselho da Secretaria de Estado para as Relações com os Estados; das Congregações para as Igrejas Orientais, para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, para os Bispos, para a Evangelização dos Povos, para a Educação Católica, para o Clero, e para as Causas dos Santos; dos Conselhos Pontifícios para a Promoção da Unidade dos Cristãos, e para a Cultura; do Tribunal Supremo da Signatura Apostólica; e das Comissões Pontifícias para a América Latina, “Ecclesia Dei”, para a Interpretação Autêntica do Código de Direito Canónico, e para a revisão do Código de Direito Canónico Oriental.

Entre as suas numerosas publicações, ocupam lugar de destaque o livro “Introdução ao Cristianismo”, uma compilação de lições universitárias publicadas em 1968 sobre a profissão de fé apostólica, e o livro “Dogma e Revelação” (1973), uma antologia de ensaios, homilias e meditações, dedicadas à pastoral.

Grande ressonância teve a conferência que pronunciou perante a Academia Católica Bávara sobre o tema “Por que continuo ainda na Igreja?”; com a sua habitual clareza, afirmou então: “Só na Igreja é possível ser cristão, não ao lado da Igreja”.

No decurso dos anos, continuou abundante a série das suas publicações, constituindo um ponto de referência para muitas pessoas, especialmente para os que queriam entrar em profundidade no estudo da teologia. Em 1985 publicou o livro-entrevista “Informe sobre a Fé” e, em 1996, “O sal da terra”. E, por ocasião do seu septuagésimo aniversário, publicou o livro “Na escola da verdade”, onde aparecem ilustrados vários aspectos da sua personalidade e da sua obra por diversos autores.

Recebeu numerosos doutoramentos “honoris causa”: pelo College of St. Thomas em St. Paul (Minnesota, Estados Unidos), em 1984; pela Universidade Católica de Eichstätt, em 1987; pela Universidade Católica de Lima, em 1986; pela Universidade Católica de Lublin, em 1988; pela Universidade de Navarra (Pamplona, Espanha), em 1998; pela Livre Universidade Maria Santíssima Assunta (LUMSA, Roma), em 1999; pela Faculdade de Teologia da Universidade de Wroclaw (Polônia) no ano 2000.


Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2022-12/bento-xvi-biografia.html

MORRE BENTO XVI, "HUMILDE TRABALHADOR NA VINHA DO SENHOR"

 


Papa morreu às 9h34 deste sábado, 31 de dezembro

Vatican News

Comunicado do diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Mateo Bruni:

“Com pesar informo que o Papa Emérito Bento XVI faleceu hoje às 9,34, no Mosteiro Mater Ecclesiae, no Vaticano. Assim que possível, serão enviadas novas informações”

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/vaticano/news/2022-12/morre-bento-xvi.html


PAPA CELEBRA VÉSPERAS E TE DEUM EM AÇÃO DE GRAÇAS POR 2022

 

A Rádio Vaticano/Vatican News transmite a cerimônia ao vivo, com comentários em português, a partir das 17h locais (13h no horário de Brasília).

Vatican News

Neste último dia de 2022, o Papa Francisco celebra na Basílica de São Pedro as Primeiras Vésperas e o Te Deum em agradecimento pelo ano que passou.

A Rádio Vaticano/Vatican News transmite a cerimônia ao vivo, com comentários em português, a partir das 17h locais (13h no horário de Brasília).

É possível acompanhar a transmissão através do nosso site e dos nossos canais no Youtube e no Facebook.

Já no primeiro dia de 2023, sempre na Basílica vaticana, o Pontífice celebra a Missa na Solenidade de Maria Santíssima Mãe de Deus e Dia Mundial da Paz.

A cerimônia terá início às 10h locais (06h no horário de Brasília) e também terá transmissão ao vivo, com comentários em português. Às 12h, o Papa rezará o Angelus com os fiéis reunidos na Praça São Pedro.

Fonte: https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2022-12/papa-francisco-vesperas-te-deum-2022.html


O TEMPO DE DEUS

 

Pe. Johnja López Pedrozo

EVANGELHO DO DIA

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 1,1-18


1No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus;
e a Palavra era Deus. 2No princípio estava ela com Deus.
3Tudo foi feito por ela e sem ela nada se fez de tudo que foi feito.
4Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. 5E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la. 6Surgiu um homem enviado por Deus; Seu nome era João. 7Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. 8Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: 9daquele que era a luz de verdade,
que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano. 10A Palavra estava no mundo - e o mundo foi feito por meio dela - mas o mundo não quis conhecê-la. 11Veio para o que era seu,
e os seus não a acolheram. 12Mas, a todos que a receberam,
deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus isto é, aos que acreditam em seu nome, 13pois estes não nasceram do sangue
nem da vontade da carne nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo. 14E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como filho unigênito, cheio de graça e de verdade. 15Dele, João dá testemunho, clamando: 'Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim'. 16De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça. 17Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça

e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo. 18A Deus, ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer. Palavra da Salvação. 

RFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

 

31 DE DEZEMBRO DE 2022

 

SÁBADO – 7º DIA NA OITAVA

 

DO NATAL

 

Cor Branco

1ª. Leitura -

 

Leitura da Primeira Carta de São João 2,18-21

18Filhinhos, esta é a última hora. Ouvistes dizer que o Anticristo virá. Com efeito, muitos anticristos já apareceram. Por isso, sabemos que chegou a última hora. 19Eles saíram do nosso meio,
mas não eram dos nossos, pois se fossem realmente dos nossos,
teriam permanecido conosco. Mas era necessário ficar claro
que nem todos são dos nossos. 20Vós já recebestes a unção do Santo, e todos tendes conhecimento. 21Se eu vos escrevi,
não é porque ignorais a verdade, mas porque a conheceis,
e porque nenhuma mentira provém da verdade.
Palavra do Senhor.

 

Reflexão - A última hora é o dia de hoje!

Nesta leitura São João nos exorta a viver cada momento da nossa vida como se fosse a última hora, isto é, o instante final da nossa existência. A última hora é o dia de hoje, o agora da nossa vida, o tempo em que estamos vivendo e no qual podemos tomar decisões, voltar atrás nas nossas más inclinações e tentar caminhar conforme o desígnio que o Senhor nos reserva. Estamos sempre vivendo esta última hora! Precisamos também ter consciência de que muitas pessoas que hoje recebem conosco a mesma mensagem do Evangelho, não alcançaram ainda o entendimento e, amanhã, podem se afastar tornando-se, talvez, até um contratestemunho para o reino de Deus. Por isso, São João nos adverte sobre o anticristo e nos dá o entendimento de que todos os que fazem oposição ao projeto de amor de Deus são também considerados anticristos. Fazemos oposição ao projeto de amor de Deus quando vivemos desassociados (as) da Sua Palavra e seguimos as sugestões do nosso próprio querer. Temos o nosso Deus particular e, com as nossas ações, nos tornamos alguém completamente fora dos padrões de Jesus Cristo.  Nem todos são dos nossos”, diz São João.  Uns ficam, outros se afastam, mas os que permanecem recebem a unção de Deus e conhecem a Sua verdade. É fato que nós nos entristecemos com isto, mas a palavra é clara quando nos afirma que se fossem realmente dos nossos teriam permanecido conosco. Quando temos o entendimento da verdade, quando realmente experimentamos a unção do Santo, nós permanecemos firmes e nada nos afastará do nosso posto de espera. Portanto, aproveitemos o momento do agora para nos fortalecer na Palavra de Deus que nos garante a felicidade do céu, hoje. Esta é a última hora. Vivemos da esperança, o Senhor virá e não tardará!  - Você tem refletido sobre o seu momento presente? – Você pretende ficar firme no posto em que está hoje? – O que você espera do amanhã? – Você é a favor do projeto de amor de Deus ou às vezes lhe faz oposição?

 

Salmo  95 (96), 1-2. 11-12. 13 (R. 11a)

 

R. O céu se rejubile e exulte a terra!

1Cantai ao Senhor Deus um canto novo,*
cantai ao Senhor Deus, ó terra inteira!
2Cantai e bendizei seu santo nome!*
Dia após dia anunciai sua salvação.R.

11O céu se rejubile e exulte a terra, *
aplauda o mar com o que vive em suas águas;
12os campos com seus frutos rejubilem *
e exultem as florestas e as matasR.

13na presença do Senhor, pois ele vem, *
porque vem para julgar a terra inteira.
Governará o mundo todo com justiça, *
e os povos julgará com lealdade.R.

 

Reflexão - Somos filhos de Deus e herdeiros do céu, portanto, temos em nós a semente da eternidade. Deus nos criou para que sejamos habitantes do céu e, desde já, Ele nos prepara para que possamos nos aclimatar na nossa futura morada. Cantamos o canto novo do amor que deixa o nosso coração expectante com a chegada do Senhor que vem. Ele sempre está vindo embora que às vezes não O reconheçamos. Mesmo assim, pela Fé, nós podemos anunciar já a salvação que Ele nos trouxe e cantar hinos de louvor.

 

Evangelho – Jo 1, 1-18

 

+ Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo João 1,1-18


1No princípio era a Palavra, e a Palavra estava com Deus;
e a Palavra era Deus. 2No princípio estava ela com Deus.
3Tudo foi feito por ela e sem ela nada se fez de tudo que foi feito.
4Nela estava a vida, e a vida era a luz dos homens. 5E a luz brilha nas trevas, e as trevas não conseguiram dominá-la. 6Surgiu um homem enviado por Deus; Seu nome era João. 7Ele veio como testemunha, para dar testemunho da luz, para que todos chegassem à fé por meio dele. 8Ele não era a luz, mas veio para dar testemunho da luz: 9daquele que era a luz de verdade,
que, vindo ao mundo, ilumina todo ser humano. 10A Palavra estava no mundo - e o mundo foi feito por meio dela - mas o mundo não quis conhecê-la. 11Veio para o que era seu,
e os seus não a acolheram. 12Mas, a todos que a receberam,
deu-lhes capacidade de se tornarem filhos de Deus isto é, aos que acreditam em seu nome, 13pois estes não nasceram do sangue
nem da vontade da carne nem da vontade do varão, mas de Deus mesmo. 14E a Palavra se fez carne e habitou entre nós. E nós contemplamos a sua glória, glória que recebe do Pai como filho unigênito, cheio de graça e de verdade. 15Dele, João dá testemunho, clamando: 'Este é aquele de quem eu disse: O que vem depois de mim passou à minha frente, porque ele existia antes de mim'. 16De sua plenitude todos nós recebemos graça por graça. 17Pois por meio de Moisés foi dada a Lei, mas a graça
e a verdade nos chegaram através de Jesus Cristo. 18A Deus, ninguém jamais viu. Mas o Unigênito de Deus, que está na intimidade do Pai, ele no-lo deu a conhecer. 
Palavra da Salvação.

 

Reflexão –   A Palavra que hoje ouvimos, acolhemos e vivemos é a Luz do próprio Deus orientando na nossa vida!

No princípio a Palavra se manifestou e todas as coisas, inclusive o homem e a mulher foram criados. O poder da Palavra de Deus fez prodígios e deu vida aos animais, aos vegetais e tudo que no mundo existe. A Palavra era Deus, o Pai, o Filho e o Espírito Santo que de maneira extraordinária fez surgir um mundo maravilhoso para que fosse usufruído pelos homens.  Depois, Deus falou pelos profetas até João Batista o qual veio dar testemunho da Luz e abrir o caminho para a Palavra de Deus se fazer carne e habitar no meio dos homens. O Plano maravilhoso de Deus foi confirmado pela Encarnação de Jesus Cristo, o Verbo Divino que ilumina todo ser humano. Portanto, a Palavra que hoje ouvimos, acolhemos e vivemos é a Luz do próprio Deus orientando na nossa vida.  Hoje, no último dia do Ano, nós podemos comprovar a eficácia da Palavra de Deus que nos sustenta, nos forma e orienta para que atravessemos os momentos difíceis que nos atemorizam. Quem se apoia nos ensinamentos de Jesus, mesmo que passe pelas sombras da morte, tem o coração consolado e cultiva a esperança de dias melhores. Que possamos fazer um propósito firme de também no Ano que se aproxima, ter a Palavra de Deus gravada na nossa mente no nosso coração e nas nossas mãos, levando ao mundo a Luz que tira a escuridão da nossa existência. 

– Como foi a sua intimidade com a Palavra de Deus no ano que se finda?

 – Você notou a sua manifestação na sua vida? 

– Relembre os momentos vividos neste ano e perceba em que a Palavra de Deus o ajudou. Faça um propósito firme de continuar saboreando o amor de Deus meditando a Sua Palavra todos os dias.


Helena Serpa,

Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho