segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

DOM JOÃO COSTA SE DESPEDE DA DIOCESE DE IGUATU


Image-0-Artigo-1768931-1
Na sua despedida, dom João disse que buscou ensinar dialogando, nunca se considerou superior e tratou todos os padres com igualdade
FOTO: HONÓRIO BARBOSA
Iguatu A celebração de uma missa em Ação de Graças, na manhã deste domingo, 28, na Catedral de São José, na cidade de Iguatu, na região Centro-Sul do Ceará, assinalou a saída do bispo dom João Costa, da diocese de Iguatu. O evento religioso reuniu 30 padres de diversas paróquias, religiosos e centenas de católicos que lotaram o templo.
Dom João Costa fez a reflexão do evangelho do dia, que fala da Sagrada Família, e disse ter um sentimento de gratidão com os padres, religiosos, leigos e com o povo da diocese de Iguatu. O bispo ficou à frente da diocese por cinco anos e meio. "Busquei seguir o meu lema episcopal: servir por amor", lembrou. "Trabalhar intensamente, acolher o povo com ternura".
O agora administrador diocesano afirmou que seguiu uma postura de igualdade e buscou ensinar dialogando. "Nunca me considerei superior. Tratei todos os padres com igualdade". Fez agradecimentos ao bispo emérito, dom José Mauro Ramalho, pelos conselhos dados e disse também que sempre ouviu o Conselho Presbiteral.
"Nunca transferi nenhum padre a força", frisou. Ampliou as comunidades religiosas e nomeou 11 sacerdotes para a diocese. Ao final da missa, recebeu o título de cidadão quixeloense da Câmara Municipal, além de lembranças ofertadas por representações de padres, movimentos religiosos e pastorais.
O padre Afonso Queiroga, vigário geral da diocese de Iguatu, falou em nome dos padres e lembrou que dom João Costa implantou dinamismo na diocese, com realização de obras físicas, visitas nas paróquias, ampliação dos serviços religiosos e sociais. "Dom João plantou uma semente que gerou bons frutos e com certeza vai continuar por muitos anos". Em nome dos leigos, o professor Ivo Ferreira disse que a Igreja local recebeu com surpresa a notícia da transferência de dom João Costa para a Arquidiocese de Aracaju. "Agora estamos nos despedindo de um grande pastor, que revitalizou a diocese de Iguatu".
O primeiro bispo da diocese de Iguatu, dom José Mauro Ramalho, apresentou um gesto de gratidão a dom João. "Ele derramou o suor de um trabalho intenso em nossa diocese e agora uma multidão o aguarda em Sergipe", frisou. "Que Deus o abençoe, dom João".
Arcebispo
Dom João Costa foi transferido por determinação do Papa Francisco para função de arcebispo coadjutor, com direito a promoção. Ele assume o cargo no próximo dia 4, em solenidade religiosa de posse. No próximo dia 7, o Colégio de Consultores da Diocese vai se reunir para escolher por meio de votação secreta o novo administrador diocesano até que seja nomeado um novo bispo para Iguatu.
Fonte: Diário do Nordeste

EVANGELHO DO DIA

Lucas 2,22-35
 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas. Glória a vós, Senhor.22Quando se completaram os dias para a purificação da mãe e do filho, conforme a Lei de Moisés, Maria e José levaram Jesus a Jerusalém, a fim de apresentá-lo ao Senhor. 23Conforme está escrito na Lei do Senhor: “Todo primogênito do sexo masculino deve ser consagrado ao Senhor”. 24Foram também oferecer o sacrifício – um par de rolas ou dois pombinhos – como está ordenado na Lei do Senhor. 25Em Jerusalém, havia um homem chamado Simeão, o qual era justo e piedoso, 26e esperava a consolação do povo de Israel. O Espírito Santo estava com ele e lhe havia anunciado que não morreria antes de ver o Messias que vem do Senhor.27Movido pelo Espírito, Simeão veio ao Templo. Quando os pais trouxeram o menino Jesus para cumprir o que a Lei ordenava, 28Simeão tomou o menino nos braços e bendisse a Deus: 29“Agora, Senhor, conforme a tua promessa, podes deixar teu servo partir em paz; 30porque meus olhos viram a tua salvação, 31que preparaste diante de todos os povos: 32luz para iluminar as nações e glória do teu povo Israel”.33O pai e a mãe de Jesus estavam admirados com o que diziam a respeito dele. 34Simeão os abençoou e disse a Maria, a mãe de Jesus: “Este menino vai ser causa tanto de queda como de reerguimento para muitos em Israel. Ele será um sinal de contradição. 35Assim serão revelados os pensamentos de muitos corações. Quanto a ti uma espada te traspassará a alma”. Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

29/12/2014 – 2ª.feira OITAVA DO NATAL

– 1 João 2, 3-11 – “quem ama o seu irmão permanece na luz”
A vivência do amor ao próximo é a garantia que temos para que a luz verdadeira brilhe em nós e por nosso intermédio. “Aquele que diz estar na luz, mas odeia o seu irmão, ainda está nas trevas” nos diz São João  nesta carta quando nos revela o critério para discernirmos se estamos com Jesus e se procedemos como ele procedeu. Portanto, precisamos estar atentos (as) às atitudes concretas do nosso dia a dia. Não podemos dizer que somos de Cristo e que vivenciamos os Seus ensinamentos e guardamos a Palavra de Deus, se estamos cultivando e trazendo dentro de nós, ressentimentos, mágoas, más querenças e sentimentos de vingança. Fomentar tudo isto dentro do nosso coração mostra  que estamos vivendo nas trevas e escuridão. Os que são da luz brilham por causa das ações de amor que praticam e são chamados refletores da Luz de Cristo. Quando as nossas ações são de desamor nós estamos agindo contra o mandamento de Deus e, por isso, recebemos a paga pela nossa insensatez.  – As suas ações dão sinal para o mundo de luz ou de trevas? – Você tem se colocado diante da Palavra de Deus para examinar o seu coração? – Você tem guardado mágoas e ressentimentos? – As suas palavras são sinal de Deus para o mundo?


Salmo 95 – “O céu se rejubile e exulte a terra!”

O canto que sai dos nossos lábios é um “canto novo” quando ele brota de um coração renovado. A nossa boca propaga o que há dentro do nosso coração. Portanto, se exercitamos em nós pensamentos alegres e cheios de esperança, com certeza, o nosso cantar será de júbilo. Assim, nós podemos fazer com que a terra exulte de alegria e o céu se rejubile em louvor.

Evangelho – Lucas 2, 22-35 – “uma experiência de salvação”
A narrativa nos fala da purificação de Maria e apresentação de Jesus no templo, conforme a lei de Moisés. Ao levarem Jesus ao templo Maria e José  encontraram Simeão,   homem justo e piedoso, cheio do Espírito Santo que reconheceu o Salvador quando os olhos pousaram em Jesus,  porque o Espírito Santo estava com ele. Assim também acontece com cada um de nós que voltamos o nosso olhar para Jesus e cheios do Espírito Santo esperamos as promessas de Deus. É o Espírito Santo quem nos faz ter uma experiência de salvação com Jesus. Quando isto acontece nada mais será importante na nossa vida, pois o processo de conversão começa a nos modificar. Podem dizer que tiveram um encontro pessoal com Jesus todos aqueles   que sentem a força do alto na hora do desamparo, que experimentam a alegria no momento de tristeza, que mantém acesa a chama da fé nas horas de maior desespero. Simeão, homem velho, já quase no final da vida, poderia estar desiludido e desanimado, no entanto, ele frequentava o templo todos os dias,  porque o Espírito Santo já lhe havia anunciado antes, que ele não morreria sem  ver o Messias. Por isso, ele continuou firme e cheio de esperança. O Espírito Santo também hoje nos assegura que Jesus já veio mais uma vez no Natal e que se mantivermos os nossos olhos voltados para Ele, com certeza,   poderemos ter novamente uma experiência de salvação. Sentir a presença de Jesus dentro do nosso coração é o maior bem e o melhor presente de Natal que podemos receber.     - Você já teve essa experiência com Jesus? Como você tem olhado para Ele?- Você consegue perceber os “pensamentos do seu coração? Procure mergulhar em você mesmo (a) peça ao Espírito  Santo que lhe revele o que o seu coração pensa.


Helena Serpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

SANTO DO DIA - SÃO TOMÁS BECKET

Em 1155, Henrique II, rei da Inglaterra e de parte da França, nomeou seu chanceler Tomás Becket. Oriundo da Normandia, onde nasceu em 1117, e senhor de grande riqueza, era considerado um dos homens de maior capacidade do seu tempo.
Compararam-no a Richelieu, com o qual na realidade se parecia, pelas qualidades de homem de Estado e amor das grandezas. Ficou célebre a visita que fez, em 1158, a Luís VII, rei da França. Quando vagou a Sé de Canterbury, Henrique II nomeou para ela o chanceler. Tomás foi ordenado sacerdote a 1 de junho de 1162 e sagrado Bispo dois dias depois. Desde então, passou a ser a pessoa mais importante a seguir ao rei e mudou inteiramente de vida, convertendo-se num dos prelados mais austeros.
Convencido de que o cargo de primeiro-ministro e o de príncipe da Inglaterra eram incompatíveis, Tomás pediu demissão do cargo de chanceler, o que descontentou muito o rei. Henrique II ficou ainda mais aborrecido quando, em 1164, por ocasião dos “concílios” de Clarendon e Northampton, o Arcebispo tomou o partido do Papa contra ele. Tomás viu-se obrigado a fugir, disfarçado em irmão leigo, e foi procurar asilo em Compiègne, junto de Luís VII. Passou, a seguir, à abadia de Pontigny e depois à de Santa Comba, na região de Sens.
Decorridos quatro anos, a pedido do Papa e do rei da França, Henrique II acabou por consentir em que Tomás regressasse à Inglaterra. Persuadiu-se de que poderia contar, daí em diante, com a submissão cega do Arcebispo, mas em breve reconheceu que muito se tinha enganado, pois este continuava a defender as prerrogativas da Igreja romana contra as pretensões régias.
Desesperado, o rei exclamou um dia: “Malditos sejam os que vivem do meu pão e não me livram deste padre insolente”. Quatro cavaleiros tomaram à letra estas palavras, que não eram sem dúvida mais que uma exclamação de desespero. A 29 de dezembro de 1170, à tarde, vieram encontrar-se com Tomás no seu palácio, exigindo que ele levantasse as censuras que tinha imposto. Recusou-se a isso e foi com eles tranquilamente para uma capela lateral da Sé. “Morro de boa vontade por Jesus e pela santa Igreja”, disse-lhes; e eles abateram-no com as espadas.
São Tomás Becket, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias

domingo, 28 de dezembro de 2014

PAPA FAZ REFLEXÃO SOBRE A FAMÍLIA DE NAZARÉ NO ANGELUS

A Família de Nazaré é realmente santa porque é centralizada em Cristo, afirmou o Papa Francisco na oração do Angelus
Da Canção Nova Notícias, com Rádio Vaticano
O Papa Francisco dedicou a alocução que antecede a oração mariana do Angelus à Sagrada Família de Nazaré, que a liturgia celebra este domingo, 28.
O Evangelho apresenta Nossa Senhora e São José no momento em que vão ao templo de Jerusalém quarenta dias depois do nascimento de Jesus, como estabelece a Lei de Moisés.
Em meio a tanta gente, observou Francisco, esta “pequena família” não passa desapercebida. Dois idosos, Simeão e Ana, reconhecem no Menino Jesus, o Salvador de Israel. “É um momento simples, mas rico de profecia. Um jovem casal e dois idosos que se encontram graças a Jesus. Jesus é Aquele que aproxima as gerações. É a fonte daquele amor que une as famílias e as pessoas, vencendo toda desconfiança, todo isolamento e toda distância”, destacou o Santo Padre.
Para Francisco, esta cena remete aos avós e destaca a sua importância nas famílias e na sociedade. “O bom relacionamento entre os jovens e os idosos é decisivo para o caminho da comunidade civil e eclesial”, afirmou o Papa, pedindo uma salva de palmas à multidão para saudar todos os avós do mundo.
O Papa afirmou que a santidade da Família de Nazaré acontece porque é centralizada em Cristo. “Quando os pais e os filhos respiram juntos este clima de fé, possuem uma energia que lhes permite enfrentar as provas mais difíceis. Por isso, o Menino Jesus, Maria e José são um ícone familiar simples, mas luminoso, que encoraja a oferecer calor humano às situações familiares em que, por vários motivos, faltam paz, harmonia e perdão”.
Neste momento, o Pontífice pediu a todos na Praça que rezassem uma Ave-Maria por todas as famílias em dificuldade devido a doenças, desemprego, discriminação e obrigadas a emigrar ou devido a incompreensões e desunião entre seus membros.
E concluiu: “Confiemos a Maria, Rainha da família, todas as famílias do mundo, para que possam viver na fé, na concórdia e na ajuda recíproca. Invoco sobre elas a materna proteção Daquela que foi mãe e filha do seu Filho”.

ANGELUS: PAPA FRANCISCO PEDE "COERÊNCIA CRISTÃ" E REZA POR TODOS OS DISCRIMINADOS PELO TESTEMUNHO A CRISTO


Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco recordou no Angelus deste 26 de dezembro, dia em que a Igreja festeja o seu primeiro mártir, que "Santo Estêvão nos mostra como viver em plenitude o mistério do Natal". Francisco exortou os fiéis à "coerência cristã" e conclamou para que seja reconhecida e assegurada a liberdade religiosa, “como direito inalienável de cada pessoa humana”. De modo particular, o Santo Padre rezou por todos aqueles "que são discriminados pelo testemunho dado a Cristo”:
“Hoje, irmãos e irmãos, gostaria que rezássemos em modo particular por aqueles que são discriminados, perseguidos e mortos pelo testemunho dado a Cristo. Gostarida de dizer a cada um deles: se vocês carregam esta cruz com amor, vocês entraram no mistério do Natal, vocês estão no coração de Cristo e da Igreja”.
Partindo das palavras de Mateus: “Sereis odiados por todos por causa do meu nome. Mas quem perseverar até o fim será salvo”, o Santo Padre observou que “estas palavras do Senhor não perturbam a celebração de Natal, mas a despojam daquele falso revestimento adocicado que não lhe pertence”:
“Nos fazem compreender que nas provas aceitas por causa da fé, a violência é derrotada pelo amor, a morte pela vida. Para acolher verdadeiramente Jesus na nossa existência e prolongar a alegria da Noite Santa, o caminho é justamente o indicado por este Evangelho, isto é, dar testemunho de Jesus na humildade, no serviço silencioso, sem medo de ir contra-a-corrente e de pagar pessoalmente por isto”.
O Papa observa, que “se nem todos são chamados, como Santo Estêvão, a derramar o próprio sangue”, é pedido a cada cristão “a coerência com a fé que professa, em todas as circunstâncias”:
"É a coerência cristã. É uma graça que devemos pedir ao Senhor. Ser coerentes, viver como cristão e não dizer ser cristão e viver como pagão. A coerência é uma graça para pedir hoje. Seguir o Evangelho, certamente é um caminho exigente, mas belo, belíssimo, e quem o percorre com fidelidade e coragem, recebe o dom prometido pelo Senhor aos homens e às mulheres de boa vontade. Como cantavam os anjos no dia de Natal: Paz! Paz!”.
Esta paz doada por Deus – acrescentou o Santo Padre -  “é capaz de curar as consciências daqueles que, através as provas da vida, sabem acolher as palavras de Deus e se esforçam em observá-la com perseverança até o fim”.
Ao recordar o sacrifício dos mártires de hoje "que são tantos, tantíssimos", Francisco pede "que se reforce em todas as partes do mundo o compromisso para reconhecer e assegurar concretamente a liberdade religiosa, que é um direito inalienável de toda pessoa humana".
“Que Santo Estêvão, diácono e proto-mártir – concluiu o Papa -  nos sustente no caminho cotidiano, que esperamos seja coroado, no final, na festiva assembleia dos santos no Paraíso”.
Após recitar a oração do Angelus, Francisco renovou os votos de paz a todos, agradecendo de maneira especial as felicitações recebidas de todas as partes do mundo:
“Nestas semanas recebi tantas mensagens de felicitações de Roma, da Itália e de todas as partes do mundo. Não sendo possível para mim responder a cada uma, expresso hoje a todos os meus mais sinceros agradecimentos, especialmente pelo dom da oração. Obrigado de coração! O Senhor vos recompense com a sua generosidade. E, não esqueçam: coerência cristã, isto é, pensar, sentir e viver como cristão e não pensar como cristão e viver como pagão. isto não. peçamos hoje a Santo Estêvão a graça da coerência cristã ”. (JE)
Fonte: Rádio Vaticano

PAPA FRANCISCO MANIFESTA SOLIDARIEDADE ÀS FAMÍLIAS VÍTIMAS DA CRISE ECONÔMICA


Cidade do Vaticano (RV) – Na manhã deste domingo (28/12), na Sala Paulo VI, o Papa recebeu os membros da Associação das Famílias Numerosas, reunida em Roma para celebrar seus 10 anos de fundação.
Diante de cerca de sete mil famílias, não só italianas, o Papa recordou que a maternidade e a paternidade são dons de Deus. Todavia, cabe aos pais fazer com que este dom resplandeça na sociedade. “Cada um de seus filhos é uma criatura única, que jamais se repetirá na história da humanidade. Quando se compreende isso, se surpreende com a grandeza do milagre que é um filho! Um filho é um milagre que transforma a vida.”
Milagre da vida
“Vocês são únicos, mas não estão sós”, acrescentou Francisco, afirmando que os filhos de uma família numerosa são mais capazes de comunhão desde a primeira infância. E num mundo marcado pelo egoísmo, a família numerosa é escola de solidariedade e de compartilha.
Avós
O Papa usou a imagem de uma árvore para falar da família. Os filhos são os frutos, os pais são o tronco e os avós, as raízes. “Por isso que a presença dos avós é muito importante: uma presença preciosa seja para a ajuda prática, seja sobretudo para a contribuição educativa.”
Francisco pediu mais empenho por parte das instituições públicas para respeitar os benefícios que a lei estabelece em prol das famílias numerosas. “Toda família é célula da sociedade, mas a família numerosa é uma célula mais rica, mais vital, e o Estado tem todo o interesse em investir nela!”.
Crise econômica
Por fim, o Pontífice garantiu sua oração de maneira especial pelas famílias que sofrem com a crise econômica, “em que o pai ou a mãe perderam o trabalho, em que os jovens não conseguem um emprego; pelas famílias tentadas a se render à solidão e à divisão”.
A Associação das Famílias Numerosas está reunida em Roma (26-28 de dezembro) para celebrar seus 10 anos de fundação. Participam do evento famílias italianas, espanholas, alemãs, húngaras, polonesas, lituanas, portuguesas, entre outras.
No domingo, as famílias receberam a saudação do Presidente da Confederação Europeia de Famílias Numerosas, o húngaro Laszlo Marki, e participaram da concelebração eucarística presidida por Dom Vicenzo Paglia, Presidente do Pontifício Conselho para a Família, antes do encontro com o Papa Francisco.(BF)(from Vatican Radio).
Fonte: Rádio Vaticano