quinta-feira, 10 de setembro de 2026

NOTA DE PESAR : PELO FALECIMENTO DE JOÂO MONTEIRO DE BARROIS FILHO , FUNDADOR DA REDE VIDA DE TELEViISÃO

 


A Arquidiocese de Fortaleza, por meio de seu arcebispo, Dom Gregório Paixão, OSB, manifesta profundo pesar pelo falecimento do senhor João Monteiro de Barros Filho, fundador da Rede Vida de Televisão.

Homem de visão, coragem e espírito empreendedor, João Monteiro de Barros Filho dedicou sua vida à realização de um sonho que se transformou em uma importante missão de comunicação, levando a mensagem cristã a milhões de brasileiros e fazendo da Rede Vida uma presença significativa na vida de inúmeras famílias.

A história da Rede Vida guarda também um vínculo especial com a Igreja no Ceará. Em 24 de agosto de 1997, a Arquidiocese de Fortaleza, então sob o pastoreio de Dom Cláudio Hummes, promoveu um grande abraço simbólico à Catedral Metropolitana de Fortaleza, reunindo cerca de 10 mil pessoas em uma campanha para arrecadar recursos destinados à implantação da torre repetidora do sinal da Rede Vida no Estado.

Aquele gesto tornou-se um marco da presença da emissora no Ceará e expressou uma parceria que, desde então, se fortaleceu e permanece viva. Ao longo dos anos, a Rede Vida e a Arquidiocese de Fortaleza caminharam próximas na missão de comunicar a fé, anunciar o Evangelho e levar aos lares uma mensagem de esperança.

Neste momento de dor, a Arquidiocese de Fortaleza se une à família de João 

Monteiro de Barros Filho, aos amigos, colaboradores e a toda a família Rede Vida, elevando a Deus suas preces pelo eterno descanso daquele que dedicou seus esforços à construção de uma obra que ultrapassou os limites de seu tempo.

Que o Senhor, rico em misericórdia, acolha João Monteiro de Barros Filho em sua morada eterna e conforte seus familiares e todos os que sofrem com sua partida.

fonte Dom Gregório Paixão, OSB
Arcebispo de Fortaleza

Arquidiocese de Fortaleza
Fortaleza, 10 de setembro de 2026

Fonte : Site da Arquidiocese de Fortaleza

ARQUIDIOCESE DE FORTALEZA REGISTRA QUASE 20 MIL BATIZADOS E MAIS DE 146 AÇÕES DE GARIDADEEM 2025


A Arquidiocese de Fortaleza registrou 19.878 batizados, 12.206 crismas, 14.772 primeiras Eucaristias e 5.217 matrimônios ao longo de 2025. Os dados fazem parte do relatório anual da Igreja particular de Fortaleza, elaborado pela Chancelaria e divulgado nesta quinta-feira, 10 de setembro, pelo chanceler, Padre Valternilo Santiago Ribeiro, para compor o levantamento destinado ao Anuário Pontifício.

Os números de 2025 correspondem à configuração territorial da Arquidiocese naquele ano, formada por 148 paróquias e áreas pastorais e organizada em nove Regiões Episcopais. Portanto, não refletem ainda a nova configuração territorial decorrente da criação da Diocese de Baturité e da reorganização das regiões episcopais. Os dados já considerados segundo a nova configuração serão apresentados no próximo relatório anual  


No conjunto das nove regiões, Nossa Senhora da Conceição apresentou o maior número de batizados, com 3.866 registros, seguida por São José, com 3.147, São Pedro e São Paulo, com 2.267, Nossa Senhora da Assunção, com 2.140, São Francisco das Chagas, com 2.037, Sagrada Família, com 1.861, Bom Jesus dos Aflitos, com 1.737, Nossa Senhora dos Prazeres, com 1.485, e Nossa Senhora da Palma, com 1.338.

Em relação a 2024, quando foram registrados 19.370 batizados, houve aumento de 508 em 2025. O resultado, porém, ainda permanece abaixo do registrado em 2023, quando a Arquidiocese contabilizou 22.735 batismos.

A série histórica dos últimos três anos aponta um movimento particular nos sacramentos da iniciação cristã. Depois do número elevado de batizados registrado em 2023, houve uma queda em 2024 e uma retomada moderada em 2025. O comportamento pode estar relacionado, em parte, à demanda represada durante o período da pandemia de Covid-19, quando celebrações e processos pastorais sofreram interrupções ou limitações. Com a retomada das atividades, 2023 pode ter concentrado parte dessa demanda, enquanto os anos seguintes passaram a apresentar números mais próximos da realidade pastoral ordinária.

 A Crisma apresenta movimento diferente. Foram 12.193 celebrações em 2023, 15.801 em 2024 e 12.206 em 2025. Já as primeiras Eucaristias passaram de 16.163, em 2023, para 17.363, em 2024, e chegaram a 14.772 em 2025. Assim, os dois sacramentos registraram crescimento de 2023 para 2024, seguido de redução em 2025.

O Matrimônio foi o único dos quatro sacramentos apresentados no relatório a registrar crescimento contínuo no período analisado. Foram 4.316 celebrações em 2023, 4.652 em 2024 e 5.217 em 2025. O crescimento acumulado entre 2023 e 2025 foi de aproximadamente 21%.

Para o chanceler,  os números precisam ser compreendidos para além de sua dimensão estatística.

"Esses dados não são somente números para as estatísticas. Eles representam a ação da Igreja Local, desde a sua missão primeira, que é a evangelização e a santificação dos seus membros mediante os sacramentos, passando pela educação até o auxílio necessário a quem mais precisa.”

Além dos sacramentos, o levantamento mostra a dimensão da presença pastoral da Arquidiocese. As 148 paróquias e áreas pastorais reuniam, em 2025, mais de 2.053 comunidades e 7.044 catequistas. O número de catecúmenos, adultos em processo de Iniciação à Vida Cristã, chegou a 1.351.

O relatório também reúne informações sobre a atuação da Igreja nas áreas de educação e assistência. As instituições de ensino católico que encaminharam dados à Chancelaria registraram 4.557 alunos matriculados em 2025, desde a educação infantil até o ensino superior. O próprio relatório ressalva que esse número é parcial, uma vez que nem todas as instituições de ensino católico enviaram suas informações.

Na dimensão caritativa, foram contabilizadas 146.268 ajudas realizadas durante o ano. O levantamento inclui ações de creches, ambulatórios, casas para pessoas idosas, casas de recuperação e iniciativas de assistência imediata, como sopões, distribuição de cestas básicas e outros auxílios.

Para o Padre Valternilo, a leitura desses números permite perceber a amplitude da missão da Igreja em Fortaleza.

“A evangelização, a celebração dos sacramentos, a educação e a caridade fazem parte de uma mesma missão. Quando olhamos para esses dados, enxergamos uma Igreja presente na vida das pessoas, anunciando o Evangelho, formando, celebrando a fé e cuidando de quem mais precisa.”

O levantamento anual é realizado pela Chancelaria da Arquidiocese de Fortaleza para atender, entre outras finalidades, ao envio das informações que integram o Anuário Pontifício. A série histórica também permite à Igreja particular acompanhar tendências pastorais e compreender as mudanças na participação dos fiéis nas diferentes dimensões de sua missão.

Fonte: Site da Arquidiocese de Fortaleza





 

XXIV SEMANA TEOLÓGICA REFLETE SOBRE A VIDA CONSAGRADA À LUZ DO VATICANO

 

Evento reuniu religiosos, religiosas, sacerdotes, seminaristas e leigos para refletir sobre memória, profecia e esperança na missão da Vida Consagrada

A Faculdade Católica de Fortaleza realizou, de 8 a 10 de setembro, a XXIV Semana Teológica, com o tema “A Vida Consagrada à luz do Vaticano II: memória, profecia, esperança”. O encontro integrou as comemorações pelos 70 anos da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) – Regional Ceará e reuniu diferentes segmentos da Igreja para momentos de formação, diálogo e partilha.

Na Arquidiocese de Fortaleza, mais de 800 religiosos e religiosas atuam nas mais diferentes frentes de missão, contribuindo para a evangelização e o serviço às comunidades. Essa presença se concretiza em áreas como educação, saúde, ação social, formação, paróquias, pastorais e acompanhamento das diferentes realidades.

A programação contou com três conferências e um painel, desenvolvendo o tema central a partir de diferentes perspectivas. A primeira conferência, “Memória e Profecia da Vida Consagrada: de antes para depois do Concílio Vaticano II”, foi conduzida por Frei Luiz Carlos Susin, OFMCap (PUC-RS). Em seguida, Ir. Regina da Costa Pedro, PIME (POM), abordou “A Vida Consagrada nas fronteiras: um olhar feminino-missionário”. Os dois participaram, juntamente com Pe. Geraldo Luiz De Mori, SJ (FAJE-MG), do painel “Desafios e perspectivas para a Vida Consagrada”. O encerramento contou com a conferência “Vida Consagrada, há esperança para o teu futuro?”, com Pe. Geraldo De Mori.

Evento reuniu religiosos, religiosas, sacerdotes, seminaristas e leigos para refletir sobre memória, profecia e esperança na missão da Vida Consagrada

A Faculdade Católica de Fortaleza realizou, de 8 a 10 de setembro, a XXIV Semana Teológica, com o tema “A Vida Consagrada à luz do Vaticano II: memória, profecia, esperança”. O encontro integrou as comemorações pelos 70 anos da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) – Regional Ceará e reuniu diferentes segmentos da Igreja para momentos de formação, diálogo e partilha.

Na Arquidiocese de Fortaleza, mais de 800 religiosos e religiosas atuam nas mais diferentes frentes de missão, contribuindo para a evangelização e o serviço às comunidades. Essa presença se concretiza em áreas como educação, saúde, ação social, formação, paróquias, pastorais e acompanhamento das diferentes realidades.

A programação contou com três conferências e um painel, desenvolvendo o tema central a partir de diferentes perspectivas. A primeira conferência, “Memória e Profecia da Vida Consagrada: de antes para depois do Concílio Vaticano II”, foi conduzida por Frei Luiz Carlos Susin, OFMCap (PUC-RS). Em seguida, Ir. Regina da Costa Pedro, PIME (POM), abordou “A Vida Consagrada nas fronteiras: um olhar feminino-missionário”. Os dois participaram, juntamente com Pe. Geraldo Luiz De Mori, SJ (FAJE-MG), do painel “Desafios e perspectivas para a Vida Consagrada”. O encerramento contou com a conferência “Vida Consagrada, há esperança para o teu futuro?”, com Pe. Geraldo De Mori.


A Irmã Maria Bernadete de Paula, do Instituto Josefino, destacou a importância do encontro para a formação e o intercâmbio entre leigos, religiosos, religiosas, padres e seminaristas. Para ela, as reflexões e experiências missionárias apresentadas deram visibilidade à dedicação de homens e mulheres que doam suas vidas ao serviço do Reino de Deus.

A dimensão missionária também foi ressaltada pela Irmã Josineide do Amaral, superiora geral das Irmãs Josefinas. Para ela, as reflexões fortaleceram o compromisso de levar a presença da Igreja às periferias e às diferentes realidades do povo.

Já o seminarista Matheus de Morais avaliou que a Semana Teológica propôs um itinerário marcado por três palavras: memória, profecia e esperança. Segundo ele, o evento ajudou a refletir sobre a história da Vida Consagrada, seu anúncio e as perspectivas para o futuro.

Ao longo dos três dias, a Semana Teológica despertou a importância da Vida Consagrada na missão da Igreja e a necessidade de renovar sua presença diante dos desafios do mundo atual, tendo no Concílio Vaticano II uma referência para compreender sua história, fortalecer sua missão e olhar com esperança para o futuro.

Fonte: Site da Arquidiocese de Fortaleza








SANTO DO DIA - SÃO NICOLAU DE TOLENTINO



 

Origens 

Nicolau nasceu nas Marcas, em 1245, na diocese de Fermo. Ainda adolescente, conheceu os Agostinianos e foi atraído pela vida monacal, à qual se consagrou em Tolentino. Foi um asceta de sorriso amável, de longas orações e jejuns, sempre acompanhados pela simpatia e a caridade.  

Infância e Juventude

Desde os sete anos de idade, suas preocupações eram as orações, o jejum e uma enorme compaixão pelos menos favorecidos. Nisso se resumiu sua vida: penitência, amor e dedicação aos pobres. Virtudes alinhadas a uma fé incondicional em Nosso Senhor e na Virgem Maria. Aos quatorze anos, foi viver na comunidade dos agostinianos de Castelo de Santo Ângelo, como oblato, isto é, sem fazer os votos perpétuos, mas obedecendo às Regras. Mais tarde, ingressou na Ordem e, no ano de 1274, foi ordenado sacerdote.

Semeador da Palavra de Deus

Nicolau possuía carisma e dons especiais. Sua pregação era alegre e consoladora na Providência Divina, o que tornava seus sermões empolgantes. Tinha um grande poder de persuasão, pelo seu modo simples e humilde de viver e praticar a fé, sempre na oração e na penitência, cheio de alegria em Cristo. 

Com seu exemplo, levava os fiéis a praticar a penitência, a visitar os doentes e encarcerados e a dar assistência aos pobres. Essa mobilização de pessoas em torno do ideal de levar consolo e a Palavra de Deus aos necessitados dava-lhe grande satisfação e alegria.

Vida Penitente 

Comia tão pouco, que ficou doente. O seu prior quis dar-lhe um pouco de carne, mas em vão. Chamou-se o prior geral. Nicolau, vencido pela santa obediência que professava, consentiu e engoliu um pedacinho: “Já obedeci, não me aborreçam mais com gulodices”. E Deus curou-o, jejuava a pão e água às segundas, quartas, sextas-feiras e sábados em honra a Maria Santíssima.

Tanta austeridade trouxe-lhe dores articulares do estômago e da cabeça e ainda perturbações na vista. Perguntava a si mesmo se tanto rigor agradava ou não a Deus, mas o Senhor apareceu-lhe em sonho e confortou-o.

Caindo ele de novo doente, curou-se, por indicação de Nossa Senhora, comendo um pedaço de pão molhado em água, depois de fazer o sinal da cruz. Daí veio o costume de benzer pães em honra de São Nicolau, destinados a robustecer os fracos. Nicolau trazia sobre a pele cadeias metálicas, tecidos ásperos e irritantes. Rezava entre as horas canônicas, a que era notavelmente fiel: de completas ao canto do galo, de matinas até a aurora, da Missa (se não tinha confissões) até terça, e de noite até às vésperas (se não tinha obrigações impostas pela obediência). Rezava na Igreja, perto dum altar ou na cela.

Apóstolo do Confessionário

Em 1275, devido à saúde debilitada, foi para o Convento de Tolentino, onde se fixou definitivamente. Lá, veio a tornar-se um dos apóstolos do confessionário mais significativos da Igreja. Passava horas repleto de compaixão para com todas as misérias humanas. A fama de seus conselhos e de sua santidade trazia para a paróquia fiéis de todas as regiões ansiosos pelo seu consolo e absolvição. A incondicional obediência, o desapego aos bens materiais, a humildade e a modéstia foram as constantes de sua vida, sendo amado e respeitado por seus irmãos da Ordem.

Páscoa

No dia 10 de setembro de 1305, ele fez sua última prece e entregou seu espírito nas mãos do Senhor, antes de completar sessenta anos de idade. Foi enterrado na sepultura da capela onde se tornara célebre confessor e celebrava suas missas. O local tornou-se meta de peregrinação, e os milagres atribuídos a ele não cessaram de ocorrer, atingindo os nossos dias.

Via de Santificação

No ano de 1446, São Nicolau de Tolentino foi finalmente canonizado pelo Papa Eugênio IV. A festa dedicada ao santo foi mantida para o dia de sua morte.

Corpo Incorrupto

A prodigiosa notícia que temos de São Nicolau de Tolentino diz que, quarenta anos após sua morte, seu corpo foi encontrado ainda em total estado de conservação. Na ocasião, durante os exames, começou a jorrar sangue dos seus braços, para o espanto de todos. Mesmo depois de muitos anos, os ferimentos sangravam de tempos em tempos. Esse milagre a ele atribuído fez crescer sua fama de santidade por toda a Europa e propagou-se por todo o mundo católico.

Minha oração

“São Nicolau, recorro a ti pelas almas dos meus familiares, aqueles que já faleceram e estão no purgatório esperando a sua purificação. Que alcancemos, pela tua intercessão, a salvação das famílias e dos pecadores. A ti recorremos e pedimos. Amém!”

São Nicolau de Tolentino, rogai por nós!

Fonte: Canção Nova Notícias

 

quarta-feira, 9 de setembro de 2026

SANTO DO DIA -SÃO PEDRO CLAVER


Origens 

São Pedro Claver nasceu em Verdú, na Catalunha, em 25 de junho de 1581, e não pertencia a uma família nobre. Fez o noviciado em Tarragona, os estudos filosóficos em Palma de Maiorca; e iniciou os teológicos em Barcelona. Ele ainda não havia terminado seus estudos quando foi destinado à missão de Nova Granada, como era chamada a atual Colômbia. 

Missão

O jovem desembarcou em Cartagena, em 1610, e foi ordenado sacerdote, em 1616, naquela missão onde, por 44 anos, trabalhou entre os escravos afro-americanos, em um período de forte tráfico.

Servo dos Negros

Educado na escola do missionário Alfonso de Sandoval, Pedro tornou-se servo dos negros para sempre “Aethiopum semper servus”; na época, todos os negros eram chamados etíopes. As costas litorâneas — onde milhares de pessoas eram abandonadas, arrancadas sem nenhum remorso da sua vida familiar e da sua terra —, transformaram-se em campo de apostolado para o jovem Jesuíta.

Cuidado com os  Negros Deportados 

Todas as vezes que Pedro era avisado sobre a chegada de novos escravos apinhados nos navios, entrava no mar, com o seu barco, para encontrá-los e levar-lhes comida, ajuda e conforto. Curava as suas feridas, pedia esmola para comprar-lhes vestidos e matar sua fome.

Lutava ao lado dos Negros 

Despertava em cada um o sentido da própria dignidade humana; levava a fé aos não batizados; encaminhava-os ao conhecimento e à prática das virtudes evangélicas. Para quem vivia com corrente nos pés e sob o açoite dos feitores, a esperança vinha de Nosso Senhor.

Sacramento: batizou 400 mil pessoas

Aprendeu a língua dos angolanos e serviu-se de outros 18 intérpretes para instruir os escravos. Com essa proposta, Pedro de Claver batizou cerca de quatrocentos mil negros durante os quarenta anos de missão apostólica. Foram atribuídos a ele, ainda, muitos milagres de cura.

Pela sua obra incansável, foi acusado de descuidar e profanar os Sacramentos, administrando-os a criaturas que “mal entendiam”.

Páscoa

Em 1650, adoeceu com a peste: sobreviveu, mas pelo resto da vida não pôde mais trabalhar. Nos últimos quatro anos de sua existência terrena passou imobilizado na enfermaria do convento. O homem que fora a alma da cidade, pai dos pobres e consolador de muitas desgraças, foi completamente esquecido por todos, passando o tempo em oração. São Pedro Claver morreu em 8 de setembro de 1654, na Colômbia.

Via de Santificação

Em 16 de julho de 1850, foi beatificado por Pio IX e, em 15 de janeiro de 1888, canonizado por Leão XIII, junto com Alfonso Rodriguez. Em 7 de julho de 1896, foi proclamado Padroeiro de “Todas as Missões Católicas entre os Negros”.

Minha oração

“São Pedro, lhe pedimos que nos ajude a dissipar toda discriminação, toda desigualdade, todo preconceito. Que sejamos portadores da justiça divina e possamos implementar o Reino celeste aqui nessa terra. Por Cristo, Senhor nosso. Amém!”

São Pedro Claver, rogai por nósF

Fonte: Canção Nova Notícias

terça-feira, 8 de setembro de 2026

PAPA LEÃO XIV NOMEIA BISPO PARA A DIOCESE DE RUBIATABA, MAZORLÂNDIA EM GOIÁS

 


 


A Nunciatura Apostólica no Brasil comunicou nesta terça-feira, 8 de setembro, a decisão do Papa Leão XIV em nomear bispo da diocese de Rubiataba-Mozarlândia, no Estado de Goiás, dom Júlio César Gomes Moreira, transferindo-o do ofício de bispo auxiliar na arquidiocese de Belo Horizonte.
 

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) encaminhou mensagem de saudação a dom Júlio César Gomes Moreira. Veja abaixo:
 

Saudação da CNBB a dom Júlio César Gomes Moreira 

 

Estimado dom Júlio César, 

A Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) recebeu com grande alegria a sua nomeação, feita pelo Papa Leão XIV, como bispo da diocese de Rubiataba-Mozarlândia. 

Neste dia em que a Igreja celebra a Natividade da Bem-Aventurada Virgem Maria, desejamos que seu novo ministério episcopal seja acompanhado pela materna intercessão de Nossa Senhora. Que, a exemplo de Maria, sua missão seja marcada pela escuta atenta à vontade de Deus, pela disponibilidade ao serviço e pela proximidade com o povo que lhe é confiado. 

Pedimos ao Senhor que lhe conceda sabedoria, fortaleza e renovado ardor missionário para conduzir a Igreja particular de Rubiataba-Mozarlândia, fortalecendo a comunhão, a esperança e o compromisso com o anúncio do Evangelho. 

Receba a nossa fraterna saudação e nossas orações por esta nova etapa de seu ministério episcopal. 

 

Em Cristo, 

Cardeal Jaime Spengler
Arcebispo de Porto Alegre – RS
Presidente da CNBB 

Dom João Justino de Medeiros
Arcebispo de Goiânia – GO
1º vice-presidente da CNBB 

Dom Paulo Jackson
Arcebispo de Olinda e Recife – PE
2ª vice-presidente da CNBB 

Dom Ricardo Hoepers
Bispo auxiliar de Brasília – DF
Secretário-geral da CNBB 

 

Biografia de dom Júlio 

Dom Júlio nasceu em Fortaleza (CE), em 18 de março de 1972. Formou-se em Psicologia pela Universidade de Brasília, em 1997, e em Filosofia e Teologia no Seminário Maior Arquidiocesano de Brasília Nossa Senhora de Fátima, em 2003. Especializou-se em Análise Existencial e Logoterapia de Viktor Frankl (2011-2012). 

Foi ordenado padre da arquidiocese de Brasília em 6 de dezembro de 2003. Atuou como pároco da Paróquia São José, em Brazlândia (DF) de 2004 a 2005. Também foi formador no Seminário Maior Nossa Senhora de Fátima da Arquidiocese de Brasília de 2006 a 2007 e no Seminário Propedêutico São José, de Brasília, de 2008 a 2010. De 2011 a 2015, foi reitor do Seminário Maior Interdiocesano São João Maria Vianney e do Seminário Propedêutico Santa Cruz, em Goiânia. 

Colaborou no Santuário do Santíssimo Sacramento, em Brasília, em 2016, e foi Vigário Episcopal do Vicariato Centro de Brasília, no mesmo ano. Dom Júlio também foi coordenador da Comissão do Clero de Brasília, de 2019 a 2020; membro do Colégio dos Consultores e Pároco da Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Fátima, Sobradinho (DF), de 2017 a 2020. 

Foi nomeado pelo Papa Francisco, em dezembro de 2020, como bispo auxiliar da arquidiocese de Belo Horizonte (MG).

https:/

 

Fonte: https://www.cnbb.org.br/papa-leao-xiv-nomeia-bispo-para-a-diocese-de-rubiataba-mozarlandia-em-goias/