sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

CÁRITAS INTERNACIONAL IRÁ REALIZAR DURANTE TODO O ANO DE 2016 UMA CAMPANHA MUNDIAL PELA PAZ NA SÍRIA


 Da Redação da Canção Nova Notícias, com Rádio Vaticano

No início de 2016, a Cáritas Internacional lançará uma campanha global, a ser realizada durante todo o ano, pela paz na Síria.
A finalidade da campanha é mobilizar milhões de pessoas em todo o mundo para pressionar pelo fim da guerra que começou há cinco anos e destruiu o país, desestabilizou a região e causou uma das maiores crises de refugiados da era moderna.
A Cáritas tem sido testemunha de anos de destruição na Síria, que o Papa Francisco assim expressava já em 1º de setembro de 2013: “Quanto sofrimento, quanta destruição, quanta dor causou e está causando o uso das armas naquele país atormentado, especialmente entre a população civil e indefesa!”.

Paz, não só pão

Em sua mensagem de Ano Novo, o Presidente da Cáritas Síria e Bispo de Aleppo, Dom Antoine Audo, exorta: “Não queremos pão, queremos paz! Sim, a paz como condição para a vida”.
Quanto à situação no país, o Bispo de Aleppo afirma: “Os líderes mundiais devem reconhecer que não pode haver uma solução militar para a Síria, mas que esta solução tem de vir do âmbito político. A comunidade internacional deve cessar de fornecer armamento aos grupos armados no país, com o pretexto de dotar a oposição moderada”.
“Seja a guerra, seja a paz na Síria se encontram sem dúvida nas mãos das grandes potências. Em cinco anos, a Síria passou de um belo e autossuficiente país, rico de recursos humanos, a ser um local em que a população se tornou escrava das potências mundiais. A Síria foi destruída, manchada e despojada de sçãua beleza. Agora somos un país pobre”, denuncia.

Campanha global

Em sua campanha global, a Cáritas Internacional defende que a comunidade respalde as negociações que envolvam todas as partes da região, sem estabelecer condições prévias, e com um cessar-fogo imediato.
“A paz deve surgir da própria região e não ser imposta de fora”, assim pede a entidade, que em comunicado acrescenta: “Enquanto recebemos os refugiados com o respeito e a dignidade que merecem, devemos trabalhar por um país ao qual esses mesmos refugiados possam regressar um dia.”

Fonte: Site da Canção Nova com Rádio Vaticano

SOLENIDADE MÃE DE DEUS: A PLENITUDE DO TEMPO SE CUMPRE COM O SIM DE MARIA

 


Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco presidiu, na manhã desta sexta-feira (01/01), na Basílica Vaticana, à celebração Eucarística pela Solenidade de Maria Santíssima, Mãe de Deus.
Em sua homilia, o Santo Padre partiu das palavras do apóstolo São Paulo: “Quando chegou a plenitude do tempo, Deus enviou o seu Filho, nascido de uma mulher” e explicou o seu significado histórico:
Se o nosso olhar se fixar no momento histórico, poderíamos ficar decepcionados. Sobre grande parte do mundo daquela época,  Roma dominava com suas forças militares. O imperador Augusto havia chegado ao poder depois de cinco guerras civis. Também Israel fora conquistado pelo Império Romano e o povo eleito estava privado da liberdade.
Logo, disse o Papa, aquele não era certamente o tempo melhor para os contemporâneos de Jesus. Neste sentido, foi necessário interpretar a “plenitude do tempo”, a partir de Deus, que estabeleceu o momento de cumprir a promessa à humanidade.
Por isso, continuou o Pontífice, não foi a história que decidiu a hora do nascimento de Cristo. Pelo contrário, a sua vinda ao mundo permitiu à história chegar à sua plenitude. É por este motivo que o cálculo de uma nova era começou com o nascimento do Filho de Deus ou o cumprimento da antiga promessa:
“Logo, a plenitude do tempo é a presença de Deus em pessoa na nossa história. Agora, podemos ver a sua glória, que refulge na pobreza de uma estrebaria, e ser encorajados e sustentados pelo seu Verbo, que se fez ‘pequeno’ em uma criança. Graças a Ele, o nosso tempo encontra a sua plenitude”.
Porém, - frisou o Santo Padre - este mistério sempre contrasta com a dramática experiência histórica. Gostaríamos de ser sempre sustentados pelos sinais da presença de Deus. No entanto, a “plenitude do tempo” parece desmoronar perante as inúmeras formas de injustiça e violência, que ferem diariamente a humanidade. E o Papa se perguntou:
“Como é possível que perdure a prepotência do homem sobre o homem? Que a arrogância do mais forte continue a humilhar o mais fraco, relegando-o às margens mais esquálidas do nosso mundo? Até quando a maldade humana semeará violência e ódio na terra, causando vítimas inocentes? Como pode ser ‘tempo da plenitude’ quando, diante dos nossos olhos, multidões de homens, mulheres e crianças fogem da guerra, da fome, da perseguição, dispostos a arriscar a vida para que sejam respeitados os seus direitos fundamentais?”
Contudo, – disse Francisco - nada disso pode contra o oceano da misericórdia divina que inunda o nosso mundo. Todos nós somos chamados a mergulhar neste oceano, a deixar-nos regenerar, para vencer a indiferença que impede a solidariedade. A graça de Cristo, que realiza a expectativa da salvação, nos impele a sermos seus cooperadores na construção de um mundo mais justo e fraterno, onde as pessoas e as criaturas possam viver em paz, na harmonia da criação primordial de Deus. E o Papa ponderou:
“No início de um novo ano, a Igreja faz-nos contemplar, como ícone de paz, a maternidade divina de Maria. A antiga promessa realiza-se na sua pessoa, que acreditou nas palavras do Anjo; ela concebeu o Filho e tornou-se Mãe do Senhor. Através do ‘sim’ de Maria chegou a ‘plenitude do tempo’.”
Hoje, - concluiu o Pontífice, a ‘plenitude do tempo’ nos leva a individuar o sentido dos acontecimentos, que tocam a nós, às nossas famílias, os nossos países e o mundo inteiro. Aonde não pode chegar a razão dos filósofos, - frisou - nem as negociações políticas conseguem fazer o que a força da fé e da graça do Evangelho de Cristo faz, abrindo sempre novos caminhos à razão e às negociações. (MT)(from Vatican Radio)

Fonte: Rádio Vaticano

NO ÚLTIMO DIA DO ANO, PAPA FRANCISCO VISITOU PRESÉPIO DA PRAÇA SÃO PEDRO

 

Cidade do Vaticano (RV) – Ao final da celebração do Te Deum, no último dia do ano, o Papa Francisco visitou o Presépio da Praça São Pedro.
Após deter-se em oração silenciosa por alguns minutos diante do Presépio, Francisco subiu os degraus para rezar diante do Menino Jesus  na manjedoura disposta na estrebaria . A seguir, acompanhado pelo Regente da Casa Pontifícia, Padre Leonardo Sapienza, o Santo Padre aproximou-se do personagem Bom Samaritano, colocado à esquerda do Presépio, por ocasião do Ano Santo da Misericórdia.
Por fim, o Papa saudou os presentes e dirigiu-se à pé até a Casa Santa Marta, onde reside.
A árvore de Natal da Praça São Pedro e o Presépio foram acesos no final da tarde de sexta-feira, dia 18 de dezembro. O pinheiro veio da Baviera e o Presépio foi construído pela Associação ‘Amigos do Presépio de Tesero’.(from Vatican Radio)

Fonte: Rádio Vaticano

PAPA FRANCISCO ABRIRÁ PORTA SANTA DA BASÍLICA SANTA MARIA MAIOR

 


Cidade do Vaticano (RV) – Às 17 horas deste primeiro dia do ano, Solenidade da Mãe de Deus, o Papa Francisco abrirá a Porta Santa da Basílica Santa Maria Maior. A cerimônia será transmitida pela Rádio Vaticano, com comentários em português, a partir das 13h50, horário de Brasília.
Esta será a quinta Porta Santa a ser aberta pelo Pontífice. A primeira foi na Catedral de Bangui, República Centro Africana, em 29 de novembro, seguida pela da Basílica de São Pedro, no dia 8 de dezembro, com a abertura oficial do Ano Santo da Misericórdia. Já no dia 13, Francisco abriu a Porta Santa da Basílica São João de Latrão, a Catedral do Bispo de Roma, deixando para o Arcipreste James Harvey abrir, no mesmo dia, a Porta Santa da Basílica São Paulo fora-dos-muros. No dia 18, por sua vez, Francisco abriu a Porta Santa da Caridade no albergue da Caritas, no coração de Roma.
O Papa Francisco nutre um especial afeto pela Basílica Santa Maria Maior, pouco distante da Estação Termini, no centro de Roma. Nesta basílica, onde o fundador dos jesuítas Santo Inácio de Loyola celebrou a primeira missa, Jorge Mario Bergoglio foi rezar aos pés da Nossa Senhora Salus Populi Romani na manhã seguinte após a sua eleição à Cátedra de Pedro, e onde sempre se dirige antes e depois de cada viagem internacional.
Neste primeiro de dezembro a Igreja também celebra o Dia Mundial da Paz. A mensagem do Papa Francisco para a ocasião foi divulgada no dia 15 de dezembro com o título “Vence a diferença e conquista a paz”. O Papa conclui o texto fazendo um apelo aos responsáveis mundiais para que adotem com urgência “medidas concretas para melhorar as condições de vida nos cárceres”, além de abolir a pena de morte, “repensar as legislações sobre migrações”.
O Papa também pede a adoção de medidas concretas para ajudar os desempregados, os sem-teto e os sem-terra e que sejam combatidas as discriminações no campo do trabalho às quais ainda são submetidas as mulheres e a falta de acesso às medicações indispensáveis para a vida. Francisco pede ainda o cancelamento da dívida dos países mais pobres e que sejam adotadas políticas  de cooperação respeitosas. (JE)(from Vatican Radioo)

Fonte: Rádio Vaticano

EVANGELHO DO DIA

Lucas 2,16-21

 Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo + segundo Lucas. Glória a vós, Senhor.  Naquele tempo, 16os pastores foram às pressas a Belém e encontraram Maria e José, e o recém-nascido deitado na manjedoura. 17Tendo-o visto, contaram o que lhes fora dito sobre o menino. 18E todos os que ouviram os pastores ficaram maravilhados com aquilo que contavam. 19Quanto a Maria, guardava todos esses fatos e meditava sobre eles em seu coração. 20Os pastores voltaram, glorificando e louvando a Deus por tudo que tinham visto e ouvido, conforme lhes tinha sido dito. 21Quando se completaram os oito dias para a circuncisão do menino, deram-lhe o nome de Jesus, como fora chamado pelo anjo antes de ser concebido. Palavra da Salvação.

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

01/01/2016 – 6ª. feira SANTA MARIA MÃE DE DEUS -

 1ª. Leitura -Números 6, 22-27 – “A paz de Deus esteja conosco”

No primeiro dia do ano, peçamos ao Senhor que nos abençoe e derrame sobre nós e nossas famílias a Sua graça e a Sua paz. Neste dia, que é dedicado à Mãe de Deus a liturgia nos convoca a assumirmos também a condição de filhos e filhas e a nos apossarmos da bênção do Pai do Céu, cujo conteúdo o próprio Deus nos ensinou por meio de Moisés. “O Senhor te abençoe e te guarde!” “O Senhor te mostre a sua face e conceda-te sua graça!” “O Senhor volva o seu rosto para ti e te dê a paz”! As promessas de Deus se cumprem na medida da nossa Fé e confiança, deste modo, não podemos perder tempo, hoje é o dia em que o Senhor Deus derrama sobre a humanidade paz e amor em abundância. Deus já destinou para nós e a nossa família muitas bênçãos e graças. A benção de Deus, portanto, é o princípio para todas as nossas realizações do Ano. Esta poderosa bênção deve também ser ministrada por pais e mães aos seus filhos (as), assim como também uns aos outros. Esta prece contém a vontade de Deus a nosso respeito e satisfaz ao que o nosso coração também aspira: contemplar a face de Deus, ter sobre nós a Sua atenção, Sua misericórdia e Sua paz! A paz de Deus excede a qualquer estado de espírito que podemos experimentar. Ela provém do Amor atencioso e zeloso que Ele dispensa aos Seus filhos e filhas. E finalmente, o Senhor nos promete: “E assim invocarão o meu nome sobre os filhos de Israel e eu os abençoarei". – Experimente hoje fazer esta invocação conforme mostra a Leitura e a ministre às pessoas da sua casa, com muita fé e respeito. Assim você estará obedecendo a Palavra de Deus.


Salmo 66 - “Que Deus nos dê a sua graça e sua bênção”.


O salmo também é um apelo para o que o Senhor nos dê graça e bênção e, ao mesmo tempo, um chamado para que toda a terra reconheça a Sua grandeza, justiça e santidade. Todo aquele (a) que recebe a bênção de Deus é alguém convidado a glorificar o Senhor e apregoar até os confins do universo a salvação que dele vem! No começo de mais um ano é nosso dever e faz bem à nossa alma oferecer o nosso coração e a nossa vida como dom precioso para que Deus a abençoe nos perdoe e nos motive a viver com alegria. A luz do Senhor então, nos cobrirá e nos dirigirá com segurança pelos caminhos que nós ainda não atravessamos. Assim, nós não teremos
medo de enfrentar o desconhecido nem tampouco de desbravar as barreiras que, com certeza, nós precisaremos enfrentar. A bênção do Senhor fará com que a nossa terra dê frutos bons que nos alimentarão durante todo este ano.

2ª. Leitura Gálatas 4, 4-7 – “na “plenitude dos tempos ”

O projeto de Salvação do homem prognosticado por Deus desde toda a eternidade foi concretizado em Maria, no tempo previsto. Houve um tempo de maturação e somente na “plenitude dos tempos”, isto é, na hora marcada pelo Pai Jesus nasceu para nos dar uma nova vida. Assim também Deus deixa amadurecer em nós os Seus projetos que, por outro lado, necessitam da nossa adesão. Os projetos de Deus são sempre de resgate e de restauração das nossas vidas. O tempo previsto está sempre se completando para todos aqueles (as) que ainda não se conformaram ao Projeto do Pai. Precisamos ter consciência, de que a plenitude dos tempos já chegou e Jesus já veio e o momento é propício para que aceitemos a salvação que Ele veio nos trazer. Quando dizemos sim a Jesus, nós nos tornamos filhos e filhas do Pai e nos apossamos do Seu amor que foi derramado nos nossos corações pelo Espírito Santo. O Espírito Santo é o Dom de Deus para todos os que foram adotados (as) por Jesus Cristo e é Ele quem nos convence de que já não somos mais escravos, porém filhos, herdeiros da graça do Amor de Deus Pai. O mesmo amor que foi gerado em Maria é também gerado em nós e assim nós nos tornamos missionários (as) da graça de Deus no mundo. – Você tem consciência de que é filho (a) e herdeiro (a) de todas as dádivas de Deus? – Você tem usufruído desta riqueza ou vive mendigando a felicidade que o mundo oferece? – Você já está na plenitude dos tempos? – Como você tem vivido o tempo presente?


Evangelho- Lucas 2, 16-21 – “precisamos mergulhar nos acontecimentos da nossa vida ”

Belém foi a cidade escolhida para abrigar a Família de Nazaré e ser cenário do nascimento do Filho de Deus. Assim, os pastores que às pressas se dirigiram para lá encontraram Maria, José e o Menino Jesus deitado em uma manjedoura. Todos os que estavam presentes ficaram maravilhados com o que eles lhes contaram sobre as palavras do anjo. Maria, no entanto, “guardava todos esses fatos e meditava sobre eles em seu coração”, porque, cheia do Espírito Santo, alcançava os mistérios de Deus e sondava qual seria a vontade do Pai para o Filho que nela fora gerado e, agora, colocado no mundo. Qualquer outra mãe que não tivesse a sua sabedoria tornar-se-ia cheia de orgulho e admiração pela sua própria conquista, pelo privilégio, pela fama e ficaria apenas no superficial. Maria, entretanto, nos dá exemplo de sobriedade, de discrição, de simplicidade e submissão à vontade e aos desígnios de Deus. Do mesmo modo, nós também, a exemplo de Maria, precisamos mergulhar nos acontecimentos da nossa vida, a fim de que percebamos nas nossas “aparentes” conquistas, o que é essencial para Deus e não para nós mesmos. É este também o nosso papel diante das coisas extraordinárias que nos são anunciadas: guardar com carinho no nosso coração e perceber os sinais de Deus através do desenrolar da nossa vida, confirmando-os na Palavra e nos ensinamentos evangélicos. Belém, hoje, é a nossa casa que recebe também a visita da Sagrada Família de Nazaré e onde o anjo se apresenta para, mais uma vez nos anunciar tudo o que lhe diz respeito. Abramos a porta da nossa casa para que a Sagrada Família nos ensine a fazer a vontade do Pai e, então, todos os nossos planos serão bem sucedidos. – Você tem a Sagrada Família como modelo? – Qual é a influência que ela tem nas suas ações em família? – Como você encara a atitude de Maria?
– Qual teria sido a sua atitude? – A sua casa é um lugar onde habita a paz?

Helena Serpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho


SANTO DO DIA - SANTA MARIA MÃE DE DEUS

Oitavas de Natal de Nosso Senhor Jesus Cristo. Que graça para nós começarmos o primeiro dia do ano contemplando este mistério da encarnação que fez da Virgem Maria a Mãe de Deus!
Este título traz em si um dogma que dependeu de dois Concílios, em 325 o Concílio de Nicéia, e em 381 o de Constantinopla. Estes dois concílios trataram de responder a respeito desse mistério da consubstancialidade de Deus uno e trino, Jesus Cristo verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
No mesmo século, século IV, já ensinava o bispo Santo Atanásio: “A natureza que Jesus Cristo recebeu de Maria era uma natureza humana. Segundo a divina escritura, o corpo do Senhor era um corpo verdadeiro, porque era um corpo idêntico ao nosso”. Maria é, portanto, nossa irmã, pois todos somos descendentes de Adão. Fazendo a relação deste mistério da encarnação, no qual o Verbo assumiu a condição da nossa humanidade com a realidade de que nada mudou na Trindade Santa, mesmo tendo o Verbo tomado um corpo no seio de Maria, a Trindade continua sendo a mesma; sem aumento, sem diminuição; é sempre perfeita. Nela, reconhecemos uma só divindade. Assim, a Igreja proclama um único Deus no Pai e no Verbo, por isso, a Santíssima Virgem é a Mãe de Deus.
No terceiro Concílio Ecumênico em 431, foi declarado Santa Maria a Mãe de Deus. Muitos não compreendiam, até pessoas de igreja como Nestório, patriarca de Constantinopla, ensinava de maneira errada que no mistério de Cristo existiam duas pessoas: uma divina e uma humana; mas não é isso que testemunha a Sagrada Escritura. porque Jesus Cristo é verdadeiro Deus em duas naturezas e não duas pessoas, uma natureza humana e outra divina; e a Santíssima Virgem é Mãe de Deus.
 
Santa Maria Mãe de Deus, rogai por nós!
Fonte: Canção Nova Notícias