domingo, 1 de maio de 2011

JOÃO PAULO II É PROCLAMADO BEATO POR BENTO XVI EM ROMA

Às 10h38 da manhã (5h38 de Brasília) o papa Bento 16 proclamou seu antecessor, João Paulo 2º (1920-2005), beato em uma cerimônia vista por mais de um milhão de pessoas na praça de São Pedro, em Roma. A beatificação foi celebrada com aplausos dos presentes e seguida de cantos religiosos.
Entenda o processo de beatificaçãoVeja cronologia de João Paulo 2ºLeia o especial sobre a beatificação de João Paulo 2º
A cerimônia teve início às 8h (5h de Brasília) deste domingo, na praça de São Pedro. Uma hora de preparação precedeu a missa de beatificação, durante a qual rezou-se a parte Superior da cabeça da Divina Misericórdia, devoção introduzida pela santa Faustina Kowalska, uma religiosa da qual João Paulo 2º se considerava discípulo e que é conhecida como a santa Teresa de Jesus polonesa.
Giuseppe Cacace/France Presse
Bento 16 abençoa os fiéis na praça de São Pedro ao chegar para a cerimônia de beatificação de João Paulo 2º.

Folha de S. Paulo, com agências internacionais

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COMPOSITOR FALA SOBRE HINO DA CERIMÔNIA DE BEATIFICAÇÃO DE JOÃO PAULO II

Em entrevista exclusiva à Canção Nova, o regente do Coral da Diocese de Roma, monsenhor Marco Frisina, fala sobre o hino que ele compôs para a cerimônia de beatificação de João Paulo II, com o título "Abri as portas a Cristo". Monsenhor Frisina explica que o hino resume um pouco do pontificado de João Paulo II e que nas estrofes exprimem mensagens que estavam no coração do Santo Padre e no refrão o convite que ele nos fez no início de seu pontificado. "Quis que fosse muito popular, porque o hino é assim. Também para que todos possam receber a herança que ele nos deixou, pois o que encontramos nas estrofes são como parte do seu testamento, e assim, quando repetimos, podemos ouvir no coração de suas palavras o seu sorriso e seu otimismo, em relação à fé e abrir o coração a Cristo", destacou monsenhor Frisina . Leia mais...





Canção Nova Notícias, em Roma

REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE

01/05/2011 – DOMINGO DA MISERICÓRDIA

- 1ª. Leitura – Atos 2, 42-47 – “exemplo de solidariedade”


Quando temos uma experiência com o Cristo ressuscitado e abraçamos a Fé, a unidade e a partilha são sinais de que vivemos realmente os Seus ensinamentos. Os primeiros cristãos nos dão exemplo de como devemos viver essa unidade não somente na oração e no louvor, mas na convivência do dia a dia, na fraternidade e justiça. “Todos os que abraçavam a fé vivam unidos e colocavam tudo em comum”. A Fé em Jesus Cristo é o que nos faz confiar na providência de Deus Pai e ter consciência de que nada no mundo pertence somente a nós. Tudo que possuímos é dádiva do céu, por isso, a partilha e a solidariedade devem se manifestar nas nossas ações do dia a dia, nos nossos relacionamentos e até nos nossos negócios. Todos nós necessitamos aprender a compartilhar com os que carecem, mas também, saber receber de bom grado quando precisamos. A união traz a alegria e torna a nossa vida mais simples, mais fraterna e, portanto, mais justa. Nós que frequentamos o templo, precisamos também aprender a partir o pão do acolhimento, da dependência recíproca, da escuta ao irmão, do consolo, da amizade. Assim fazendo o nosso louvor a Deus terá mais sentido e poderemos ser chamados de verdadeiros cristãos. – Você já abraçou a fé? – Qual é o sinal que você dá ao mundo de que Cristo é o seu Senhor? – Você costuma partilhar a sua vida com as outras pessoas? – Você sabe receber ajuda dos outros?

Salmo 117 – “Daí graças ao Senhor, porque ele é bom; eterna é a sua misericórdia!”

O dia que o Senhor fez para nós é o dia de hoje, por isso, estejamos atentos (as) a fim de acolher a Sua misericórdia que se expressa na nossa vida por meio de muitas evidências.
Como o salmista nós devemos também cantar que o Senhor é a nossa força e fazer com que clamores de alegria e de vitória estejam presentes nos nossos lábios. Alegremo-nos portanto, e exultemos no Senhor!

2ª. Leitura – 1 Pedro 1, 3-9 – “nascidos para uma esperança viva”

A ressurreição de Jesus Cristo nos fez nascer de novo para uma esperança viva e receber uma herança que não se corrompe, pois é a vida eterna no Amor de Deus. O nosso coração deve, portanto, permanecer alegre apesar das dificuldades que ainda enfrentamos no nosso caminhar aqui na terra. As nossas tribulações nos servem para provar a qualidade da nossa fé em Jesus Cristo, do mesmo modo que o ouro é provado pelo fogo. No final de tudo sairemos mais valiosos, mais exercitados e, portanto, mais belos para manifestar ao mundo a glória do Senhor. Mesmo ainda na nossa carne, sem contemplar Jesus face a face, nós acreditamos, por isso, o dia da nossa salvação é certo como a aurora que desponta a cada novo dia. – Você tem cultivado a esperança no seu coração? – Em que você tem fundamentado os seus planos? – As dificuldades da sua vida têm feito você crescer? – Você tem medo de sofrer?

Evangelho – João 20, 19-31 – “A paz esteja convosco”

A primeira mensagem que Jesus deu aos Seus discípulos quando lhes apareceu depois de ressuscitado foi de paz. Neste Evangelho, por três vezes Jesus anunciou a paz aos Seus discípulos que, ainda temerosos, se reuniam a portas fechadas. Jesus surgiu no meio deles e lhes desejou a Paz. Em seguida, Jesus também lhes disse: “Recebei o Espírito Santo”. A paz de Jesus nos vem através do Espírito Santo. O sopro do Espírito Santo de Jesus em nós nos traz a paz e nos faz levar a paz ao mundo, assim como também nos motiva a oferecer o perdão e a misericórdia de Deus aos nossos irmãos. A paz da nossa consciência é oriunda da justiça de Deus que para nós é o Seu perdão e a Sua misericórdia. Se, perdoarmos, seremos perdoados e teremos paz. Jesus nos conscientiza de que o perdão deve ser ministrado por nós mesmos. Portanto, se nós não perdoarmos aos nossos irmãos os seus pecados, diante de Deus eles serão retidos pela nossa falta de perdão. Consequentemente, nós também, não teremos o perdão dos nossos pecados por parte dos nossos irmãos diante do Pai. É o Espírito Santo também quem nos leva a crer no Cristo Ressuscitado, mesmo sem precisar colocar o dedo nas marcas dos pregos de Jesus como fez Tomé. Colocar as mãos nas chagas de Jesus para nós, muitas vezes é viver o sofrimento e experimentar a dor. “Felizes os que creram sem terem visto!” Felizes, portanto, são os que sem experimentarem a dor confiam que Jesus está vivo. Não percamos tempo: o Espírito Santo já foi soprado e está dentro de nós. Portanto, proclamemos com convicção: ‘MEU SENHOR E MEU DEUS!” – Você tem consciência firme de que o Espírito Santo mora em você? – O que tem lhe dado paz? – Você já aprendeu a dar e receber perdão das pessoas? – Você encontrou Jesus no amor ou na dor? – Você costuma anunciar ao mundo que Jesus Cristo está vivo na sua vida?

Helena Colares Serpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho

HORÁRIO DE MISSAS

Paróquia São Vicente de Paulo, à Avenida Desembargador Moreira, 2211, no bairro Dionísio Torres, em Fortaleza.

*Diariamente: 6h30 e 17h30
* De 3ª a 6ª: 11h30 e 19 horas
*Sábado: 6h30, 12 horas e 17h30
* Domingo: 6h30, 8h30, 11h30, 17h30 e 19h30

Comunidade Face de Cristo, à Rua Edmilson Barros de Oliveira, 191, no bairro Cocó, em Fortaleza

* De segunda à sexta-feiras: 7 horas.
* Domingo: 18h30

Paróquia Menino Deus, à Rua Jaime Leonel, s/n, no bairro Luciano Cavalcante

* Às 3ªs e 5ªs feiras, às 19 horas
* Domingo: às 7 e 19 horas.

Na Capela Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, à rua Albert Sabin, s/n, no bairro Cocó/Guararapes.

* Às 4ªs e 6ªs feiras, às 19 horas
* Domingo: às 9 e 18h30.

Paróquia Nossa Senhora da Assunção (Santuário), no bairro Barra do Ceará

* De terça-feira a sábado, as 6 e 19horas.
*Domingo : às 7, 9, 17, 18h30 e 20horas.

Paróquia Nossa Senhora Aparecida, à Avenida Gomes de Matos, no bairro Montese.

*De 2ª à sexta-feiras, às 18h30, exceto nas terças-feiras.
*Domingo: às 7, 9,17 e 19 horas;*Nos dias 12, Missa em honra a Nossa Senhora Aparecida; dia 13, Nossa Senhora de Fátima, e dia19, Santo Expedito. E toda 1ª terça-feira do mês, Missa de Cura.

Paróquia do Coração de Jesus, no Centro de Fortaleza, na Praça do Coração de Jesus.

*Diariamente, de segunda-feira a domingo, às 7 horas.
* Domingo: às 7,8,30, 16 e 18 horas.

Paróquia de Cristo Rei, à Rua Nogueira Acioli, 263, na Aldeota.

De segunda-feira à sexta-feira, às 6h30 e às 17 horas
Sábado, às 6h30, 17 e 19 horas.
Domingo, 6h30, 9, 11, 17 e 19 horas
Últimas terças-feiras: “Noite da Misericórdia”. Observação: não há missa das 17 horas.
Dia 13 – Missa Mariana: às 12 horas, na Igreja Matriz e às 18 horas, na Praça Ceart.


Paróquia de Santa Luzia, Rua Tenente Benévolo esquina com Rua Antôno Augusto

Diàriamente, às 17 horas
Sábado, às 17 e 19 horas.
Domingo, às 8, 10 (missa das crianças), 17 e 19 horas (missa dos jovens)
Todo dia 13 de cada mês, missa às 12 horas, em honra a Nossa Senhora de Fátima.
Paróquia de São Gonçalo do Amarante, a 57 quilômetros distante de Fortaleza

De terça-feira à sexta-feira, às 18 horas.
Domingo, às 19 horas

MAIS MISSAS

domingo, 1 de maio
06:30
Matriz da Paróquia Cristo Rei
07:00
Matriz da Paróquia e Santuário de Nossa Senhora de Fátima
08:00
Capela da TV Ceará Canal 5 - Transmissão ao vivo
08:00
Matriz Paróquia Nossa Senhora da Paz
09:00
Matriz da Paróquia Cristo Rei
09:00
Matriz da Paróquia e Santuário de Nossa Senhora de Fátima
10:00
Catedral Metropolitana de Fortaleza
11:00
Matriz Paróquia Cristo Rei

Envie-nos os horários de Missa de sua Paróquia ou Comunidade para que sejam divulgados no Blog.

EVANGELHO DO DIA

João 20,19-31

Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, + segundo João.— Glória a vós, Senhor!19Ao anoitecer daquele dia, o primeiro da semana, estando fechadas, por medo dos judeus, as portas do lugar onde os discípulos se encontravam, Jesus entrou e, pondo-se no meio deles, disse: “A paz esteja convosco”. 20Depois dessas palavras, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos se alegraram por verem o Senhor. 21Novamente, Jesus disse: “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu vos envio”. 22E, depois de ter dito isso, soprou sobre eles e disse: “Recebei o Espírito Santo. 23A quem perdoardes os pecados, eles lhes serão perdoados; a quem os não perdoardes, eles lhes serão retidos”. 24Tomé, chamado Dídimo, que era um dos doze, não estava com eles quando Jesus veio. 25Os outros discípulos contaram-lhe depois: “Vimos o Senhor!” Mas Tomé disse-lhes: “Se eu não vir a marca dos pregos em suas mãos, se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos e não puser a mão no seu lado, não acreditarei”. 26Oito dias depois, encontravam-se os discípulos novamente reunidos em casa, e Tomé estava com eles. Estando fechadas as portas, Jesus entrou, pôs-se no meio deles e disse: “A paz esteja convosco”. 27Depois disse a Tomé: “Põe o teu dedo aqui e olha as minhas mãos. Estende a tua mão e coloca-a no meu lado. E não sejas incrédulo, mas fiel”. 28Tomé respondeu: “Meu Senhor e meu Deus!” 29Jesus lhe disse: “Acreditaste, porque me viste? Bem-aventurados os que creram sem terem visto!”30Jesus realizou muitos outros sinais diante dos discípulos, que não estão escritos neste livro. 31Mas estes foram escritos para que acrediteis que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e, para que, crendo, tenhais a vida em seu nome. - Palavra da Salvação.

REFLETINDO SOBRE O EVANGELHO



João 20,19-31

Segundo Domingo de Páscoa

O núcleo central da mensagem cristã – o querigma – é a ressurreição de Jesus. A ressurreição é um fato histórico, embora com referências para além da História: é um mistério da ação de Deus, que se projeta na eternidade. E o principal argumento de nossa certeza, além da morte de Jesus, de seu sepultamento e do sepulcro encontrado vazio; são as aparições. Sem elas, seria inexplicável a fé inabalável da comunidade cristã. A narração dessas aparições vai enriquecendo as leituras nestes domingos da Páscoa. Jesus mostra-se na identidade conhecida da sua vida pública. Era ele mesmo. Mas, ao mesmo tempo, seu modo de ser era diferente. Não dependia mais do tempo e do espaço. Entrava na sala, sem que precisasse abrir as portas. Apareceu na mesma tarde da ressurreição aos apóstolos reunidos sem a presença de Tomé.
O Evangelho refletido hoje é o de João 20,19-31 – o qual nos narra duas aparições de Jesus aos apóstolos: a 1ª no dia da ressurreição, ao cair de tarde – nesta sobressai a referência ao dom do Espírito para o perdão dos pecados; e a 2ª, no domingo seguinte – o encontro de Jesus com Tomé. Nesta aparição, o Senhor Jesus, sem deixar de ser condescendente com o apóstolo hesitante e tentado pelas dúvidas, exalta claramente a atitude dos que crêem sem ver. Nesta categoria, incluímo-nos todos nós. Neste evangelho, enfatiza-se a criação da comunidade messiânica e o mandato de Jesus ressuscitado; ele dá seqüência ao projeto de Deus. Reflete, por contraste, a atitude de Tomé, o amadurecimento na fé dos que, apesar de não terem visto Jesus, aderiram a Ele plenamente. Tomé ainda não tinha feito a experiência do Cristo vivo, nem tinha recebido o Espírito Santo. Sua fé é fraca; não nasce da experiência do amor da comunidade, mas depende de sinais extraordinários. Mas foi na sua profissão de fé que ele reconheceu em Jesus o servo glorificado, em pé de igualdade com Deus. As palavras de Tomé diante de Jesus foram palavras de adoração: “Meu Senhor e meu Deus”! Sem dúvida, estas palavras eram um prelúdio de toda a adoração que a Igreja iria prestar, ao longo dos séculos, ao Senhor ressuscitado.
Não podemos deixar de sublinhar a palavra de Jesus, tanto na primeira aparição quanto na segunda: “A paz esteja convosco”! Tinha um sentido de promessa de paz para aqueles que acolhessem a verdade da ressurreição. E a promessa de paz completa-se com o grande dom do perdão que, nesse dia, Jesus deixou nas mãos da Igreja, quando disse aos apóstolos: “Recebei o Espírito Santo. Aqueles a quem perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoardos; àqueles a quem os relivesdes, ser-lhes-ão retidos.” ( Jo. 20,22-23 ). Jesus é o Salvador. E, agora que está glorificado, deixa aos ministros da Igreja o poder do perdão que Ele exerceu durante sua vida aqui na terra. Ele quer que brilhe para todos nós a luz da ressurreição e a alegria da paz que nos trouxe. Vivamos intensamente a páscoa de Nosso Senhor Jesus Cristo, vencedor do pecado e da morte, doador da vida nova e plena.

Pe. Raimundo Neto
Pároco de São Vicente de Paulo

SANTO DO DIA - SÃO JOSÉ OPERÁRIO

A Igreja, providencialmente, nesta data civil marcada, muitas vezes, por conflitos e revoltas sociais, cristianizou esta festa, isso na presença de mais de 200 mil pessoas na Praça de São Pedro, as quais gritavam alegremente: "Viva Cristo trabalhador, vivam os trabalhadores, viva o Papa!" O Papa, em 1955, deu aos trabalhadores um protetor e modelo: São José, o operário de Nazaré.O santíssimo São José, protetor da Igreja Universal, assumiu este compromisso de não deixar que nenhum trabalhador de fé – do campo, indústria, autônomo ou não, mulher ou homem – esqueça-se de que ao seu lado estão Jesus e Maria. A Igreja, nesta festa do trabalho, autorizada pelo Papa Pio XII, deu um lindo parecer sobre todo esforço humano que gera, dá a luz e faz crescer obras produzidas pelo homem: "Queremos reafirmar, em forma solene, a dignidade do trabalho a fim de que inspire na vida social as leis da equitativa repartição de direitos e deveres." São José, que na Bíblia é reconhecido como um homem justo, é quem revela com sua vida que o Deus que trabalha sem cessar na santificação de Suas obras, é o mais desejoso de trabalhos santificados: "Seja qual for o vosso trabalho, fazei-o de boa vontade, como para o Senhor, e não para os homens, cientes de que recebereis do Senhor a herança como recompensa... O Senhor é Cristo" (Col 3,23-24).

São José Operário, rogai por nós!