Dioceses de todo o Brasil prestam solidariedade às vítimas das enchentes de Santa Catarina, que acontecem desde o penúltimo fim de semana, deixando até agora, de acordo com a Defesa Civil de Santa Catarina, oito cidades isoladas, 114 mortos, 78 mil desabrigados e desalojados.
A arquidiocese do Rio de Janeiro, por meio da Cáritas Arquidiocesana recebe doações em dinheiro que serão enviadas às dioceses catarinenses afetadas pelas chuvas. Da mesma forma agem a arquidiocese de São Paulo e a diocese de Santo André (SP), que abriram campanha até o próximo dia 31 de dezembro. Toda a arrecadação será destinada à Mitra Diocesana de Florianópolis.
A Rede Cáritas Brasileira, também reforça o apelo de solidariedade às vítimas das enchentes daquele Estado. As entidades-membro da entidade, localizadas nas áreas mais atingidas pelas chuvas, abriram três contas bancárias para receber doações em dinheiro. A Cáritas diocesana de Colatina (ES), em parceria com a Cáritas Brasileira, também está na mobilização para ajudar os catarinenses. Ainda no Espírito Santo, o bispo de Cachoeiro do Itapemirim (ES), dom Célio de Oliveira Goulart, por meio da Cáritas diocesana, da Defesa Civil e outros grupos da cidade, também deu início, neste fim de semana, a uma campanha para arrecadação de alimentos não perecíveis, roupas e calçados que serão doados aos flagelados das enchentes.
No município catarinense de Itajaí, onde 90% das casas foram atingidas pelas enchentes, as seis paróquias e os colégios católicos da cidade tornaram-se abrigos para acolher os desabrigados e desalojados. São mais de 2 mil famílias acolhidas pela Igreja de Itajaí e que permanecerão nos colégios e paróquias por um bom tempo. Um caminhão está coletando roupas, água e alimentos nas paróquias e uma conta foi aberta para receber as doações em dinheiro. “A flagelação sensibiliza, mas a solidariedade também comove"
A Cúria diocesana de Curitiba (PR) montou um esquema para receber donativos às vítimas. Segundo o arcebispo, dom Moacyr José Vitti, “a flagelação sensibiliza, mas a solidariedade também comove”. O arcebispo alertou que é preciso rapidez e organização para atender a população desabrigada. E completou: “O coração aberto dos paranaenses e brasileiros vai amenizar os prejuízos e tornar o Natal um pouco mais feliz para centenas de milhares de pessoas atingidas”.
Na arquidiocese de Campinas (SP) as paróquias e comunidades intensificaram as iniciativas de ajuda ao povo de Santa Catarina. O arcebispo, dom Bruno Gamberini, divulgou nota ás paróquias para que não se omitam neste momento de dor: “Não podemos, neste momento, nos omitir frente ao sofrimento de tantos irmãos e irmãs”, diz o texto.Contas Bancárias divulgadas pela Cáritas BrasileiraFlorianópolisBanco do Brasil, agência 3174-7, conta 17611-7.Em nome de Ação Social Arquidiocesana/Flagelados SC 2008.
Informações pelo telefone (48) 3224.8776 ou pelo e-mail asa@arquifln.org.br.
JoinvilleBanco BESC, agência 014, c/c 130.786-2.A campanha é promovida pela Associação Diocesana de Promoção Social.Informações pelo telefone (47) 3451.3715 ou pelo e-mail adipros@diocesejlle.com.br.
BlumenauBanco Itaú, agência 6407, c/c 07004-1.Campanha “Diocese de Blumenau - Emergência”.Informações pelos telefones (47) 3323.6952 ou 3322.4435 (cúria) ou pelo e-mail dioceseblumenau@terra.com.br.
CNBB
segunda-feira, 1 de dezembro de 2008
ARQUI(DIOCESES) REALIZAM ATIVIDADES NO DIA MUNDIAL DE LUTA CONTRA A AIDS
O dia 1º de dezembro é dedicado à luta contra a Aids no mundo. De acordo com dados publicados no site da Pastoral DST/Ais, no mundo, 33 milhões de pessoas vivem com HIV; 25 milhões já morreram; e há 12 mil novas infecções por dia. No Brasil, diariamente há 68 novos casos registrados, 340 novas infecções, 107 internações e 30 mortes.
Diversas arquidioceses e dioceses promovem hoje, 1º, atividades na Luta contra a Aids. Em Curitiba (PR), às 18h, haverá uma missa presidida pelo bispo auxiliar, dom João Carlos Seneme, na Catedral Basílica Nossa Senhora da Luz dos Pinhais. Além disso, integrantes da Pastoral da Aids participam de uma mobilização realizada pela Secretaria Municipal de Saúde.
Na diocese de São José dos Campos (SP), a Associação Nossa Casa de Acolhida, que resgata a dignidade de pessoas portadoras do HIV, preparou um vídeo institucional de 30 segundos e que está sendo transmitido pelas TVs Vanguarda e Ban Vale. Uma missa também marca a data.
Em Fortaleza (CE), a Pastoral da Aids fez um trabalho de prevenção em uma escola da cidade. Em Belo Horizonte (MG), haverá missas dedicadas a este dia nas 260 paróquias da arquidiocese. Ainda na capital mineira, está prevista para o próximo dia 5 a inauguração da Casa de Apoio Nossa Senhora da Conceição, para pessoas que vivem com HIV/Aids.
CNBB
Diversas arquidioceses e dioceses promovem hoje, 1º, atividades na Luta contra a Aids. Em Curitiba (PR), às 18h, haverá uma missa presidida pelo bispo auxiliar, dom João Carlos Seneme, na Catedral Basílica Nossa Senhora da Luz dos Pinhais. Além disso, integrantes da Pastoral da Aids participam de uma mobilização realizada pela Secretaria Municipal de Saúde.
Na diocese de São José dos Campos (SP), a Associação Nossa Casa de Acolhida, que resgata a dignidade de pessoas portadoras do HIV, preparou um vídeo institucional de 30 segundos e que está sendo transmitido pelas TVs Vanguarda e Ban Vale. Uma missa também marca a data.
Em Fortaleza (CE), a Pastoral da Aids fez um trabalho de prevenção em uma escola da cidade. Em Belo Horizonte (MG), haverá missas dedicadas a este dia nas 260 paróquias da arquidiocese. Ainda na capital mineira, está prevista para o próximo dia 5 a inauguração da Casa de Apoio Nossa Senhora da Conceição, para pessoas que vivem com HIV/Aids.
CNBB
EVANGELHO DO DIA
O Senhor esteja convosco.— Ele está no meio de nós.— Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo; segundo Mateus.— Glória a vós, Senhor.Naquele tempo, 5quando Jesus entrou em Carfanaum, um oficial romano aproximou-se dele, suplicando: 6“Senhor, o meu empregado está de cama, lá em casa, sofrendo terrivelmente com uma paralisia”. 7Jesus respondeu: “Vou curá-lo”. 8O oficial disse: “Senhor, eu não sou digno de que entres em minha casa. Dize uma só palavra e o meu empregado ficará curado. 9Pois eu também sou subordinado e tenho soldados sob minhas ordens. E digo a um: ‘Vai!, e ele vai; e a outro: ‘Vem!, e ele vem; e digo a meu escravo: ‘Faze isto!, e ele o faz”. 10Quando ouviu isso, Jesus ficou admirado e disse aos que o seguiam: “Em verdade, vos digo: nunca encontrei em Israel alguém que tivesse tanta fé. 11Eu vos digo: muitos virão do Oriente e do Ocidente, e se sentarão à mesa no Reino dos Céus, junto com Abraão, Isaac e Jacó”. - Palavra da Salvação. - Glória a vós, Senhor.
"DEUS, AJUDA-NOS A VENCER AS VIOLÊNCIAS DESTES DIAS, REZA BENTO XVI
Neste I Domingo do Advento, o Papa Bento XVI efetuou uma visita pastoral à paroquia de São Lourenço fora de muros, que se encontra ao lado do cemitério Verano, um lugar ligado a duas grandes personalidades do século passado, o Papa Pio XII e Alcides De Gasperi, que tiveram entre si relações nada fáceis depois daquele primeiro Ministro italiano, considerado um dos pais fundadores da União Européia, ter reivindicado a autonomia dos leigos católicos em política. Para se deslocar à Basílica de São Lourenço, Bento XVI percorreu de automóvel o mesmo percurso seguido a 19 de Julho de 1943 por Pio XII que saiu do Vaticano para manifestar a sua solidariedade às vitimas do primeiro bombardeio das forças aliadas sobre Roma. Naquele dia a batina branca de Pio XII ficou manchada do sangue de alguns dos feridos que ele confortara para fazer sentir a sua presença de pai e de pastor, levando também ajudas materiais. Uma fotografia memorável mostra-o rodeado de uma multidão de rostos atemorizados no momento em que alarga os braços no gesto característico de abençoar. Antes de deixar a Basílica de São Lourenço, Bento XVI prestou hoje homenagem ao monumento que recorda a visita de Pio XII àquele bairro popular romano que então foi quase inteiramente arrasado. Em pouco mais de duas horas os aviões das forças aliadas tinham largado sobre a cidade 1.060 toneladas de explosivo. Foi a maior invasão efetuada até aquele momento sobre a Itália, a mais trágica como número de vítimas: 3.000 mortos e 6.000 feridos."Jamais poderá ser apagado da memória da história", disse o Papa na sua homilia referindo-se à visita de Pio XII ao bairro de São Lourenço, "o gesto generoso efetuado naquela ocasião pelo meu venerável predecessor, que correu imediatamente a socorrer e consolar a população duramente atingida, entre os escombros ainda fumegantes. Não esqueço ainda, que esta Basílica de São Lourenço acolhe os restos mortais de outras duas grandes personalidade: no apogeu de fato estão colocados à veneração dos fiéis os restos mortais do beato Pio IX, enquanto que no átrio, está colocado o túmulo de Alcides De Gasperi, guia sapiente e equilibrado para a Itália nos anos difíceis da reconstrução pós–belica, e ao mesmo tempo, estadista insígne capaz de olhar para a Europa com uma ampla visão cristã".Papa reza pela Paz"Deus, ajuda-nos a vencer as violências destas semanas", foi assim que o Papa implorou durante a Missa desta manhã, referindo-se implicitamente ao ataque terrorista de Mumbai e aos reencontros inter-étnicos da Nigéria.Trata-se de palavras improvisadas durante a sua homilia. "Vem hoje Senhor, ajuda-nos, ilumina-nos, dá-nos a paz, ajuda-nos a vencer a violência, vem Senhor, rezamos precisamente nestas semanas, Senhor, faz resplandecer o teu rosto e seremos salvos".Mais adiante o Papa acrescentou: "mostra-nos Senhor, hoje no nosso tempo, em todas as partes do mundo a tua misericórdia, deixa-nos sentir a tua presença e dá-nos a tua salvação".
Canção Nova Notícias, com Rádio Vaticano
Canção Nova Notícias, com Rádio Vaticano
"DEUS TEM SEMPRE TEMPO PARA NÓS", AFIRMA BENTO XVI
Deus tem sempre tempo para nós, salientou o Papa antes do Angelus deste I Domingo de Advento. Bento XVI manifestou o seu horror pela violência em Mumbai, na India e em Jos na Nigéria. Saudação e bons votos aos fiéis do Patriarcado Ecuménico de Constantinopla por ocasião da festa de Santo André
"Nós temos sempre pouco tempo, especialmente para o Senhor, não sabemos ou, às vezes, não queremos encontrá-lo. Ora bem, Deus tem sempre tempo para nós", afirmou Bento XVI falando da janela dos seus aposentos antes do Ângelus deste domingo."Todos dizemos que nos falta o tempo, porque o ritmo da vida cotidiana se tornou para todos frenético. Também a esse respeito a Igreja tem uma boa noticia para dar: Deus dá-nos o seu tempo".Segundo Bento XVI esta é a primeira coisa que o início de um novo ano litúrgico nos faz redescobrir com maravilha sempre nova. "Sim: Deus dá-nos o seu tempo, porque entrou na história com a sua Palavra e as suas obras de salvação, para a abrir ao eterno, para a tornar história de aliança". Nesta perspectiva, explicou aos cerca de 20 mil fiéis reunidos na Praça de São Pedro, o tempo já é, em si mesmo, um sinal fundamental do amor de Deus: um dom que o homem, como qualquer outra coisa é capaz de valorizar ou, pelo contrário, de estragar; de colher no seu significado, ou desleixar com superficialidade obtusa.Violência na Índia e NigériaDepois da recitação da oração mariana do Ângelus, Bento XVI voltou a manifestar o seu horror pela cruel e insensata violência que atingiu, por motivos e circunstâncias diferentes, Mumbai na India e a Nigéria. "Peçamos ao Senhor que toque o coração daqueles que se iludem que este é o caminho para resolver os problemas locais ou internacionais e sintamo-nos todos impelidos a dar o exemplo de mansidão e de amor para construir uma sociedade digna de Deus e do homem".Também depois da recitação do Ângelus, o Papa dirigiu a sua saudação e os bons votos a Bartolomeu I e aos fiéis do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, invocando sobre todos a abundância das bênçãos celestes."A 30 de Novembro, recordou aos fiéis, ocorre a festa de Santo André, irmãos de Simão Pedro. Ambos foram, primeiros seguidores de João Batista e, depois do Batismo de Jesus no rio Jordão, tornaram-se seus discípulos, reconhecendo n'Ele o Messias. Santo André é o patrono do Patriarcado de Constantinopla, e é assim que a Igreja de Roma se sente ligada àquela Igreja por um laço de especial fraternidade. Portanto nesta feliz circunstância, concluiu o Papa, segundo a tradição, uma delegação da Santa Sé, chefiada pelo Cardeal Walter Kasper, Presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos deslocou-se em visita ao Patriarca Ecumênico Bartolomeu I".
Canção Nova Noticias, com Rádio Vaticano
"Nós temos sempre pouco tempo, especialmente para o Senhor, não sabemos ou, às vezes, não queremos encontrá-lo. Ora bem, Deus tem sempre tempo para nós", afirmou Bento XVI falando da janela dos seus aposentos antes do Ângelus deste domingo."Todos dizemos que nos falta o tempo, porque o ritmo da vida cotidiana se tornou para todos frenético. Também a esse respeito a Igreja tem uma boa noticia para dar: Deus dá-nos o seu tempo".Segundo Bento XVI esta é a primeira coisa que o início de um novo ano litúrgico nos faz redescobrir com maravilha sempre nova. "Sim: Deus dá-nos o seu tempo, porque entrou na história com a sua Palavra e as suas obras de salvação, para a abrir ao eterno, para a tornar história de aliança". Nesta perspectiva, explicou aos cerca de 20 mil fiéis reunidos na Praça de São Pedro, o tempo já é, em si mesmo, um sinal fundamental do amor de Deus: um dom que o homem, como qualquer outra coisa é capaz de valorizar ou, pelo contrário, de estragar; de colher no seu significado, ou desleixar com superficialidade obtusa.Violência na Índia e NigériaDepois da recitação da oração mariana do Ângelus, Bento XVI voltou a manifestar o seu horror pela cruel e insensata violência que atingiu, por motivos e circunstâncias diferentes, Mumbai na India e a Nigéria. "Peçamos ao Senhor que toque o coração daqueles que se iludem que este é o caminho para resolver os problemas locais ou internacionais e sintamo-nos todos impelidos a dar o exemplo de mansidão e de amor para construir uma sociedade digna de Deus e do homem".Também depois da recitação do Ângelus, o Papa dirigiu a sua saudação e os bons votos a Bartolomeu I e aos fiéis do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, invocando sobre todos a abundância das bênçãos celestes."A 30 de Novembro, recordou aos fiéis, ocorre a festa de Santo André, irmãos de Simão Pedro. Ambos foram, primeiros seguidores de João Batista e, depois do Batismo de Jesus no rio Jordão, tornaram-se seus discípulos, reconhecendo n'Ele o Messias. Santo André é o patrono do Patriarcado de Constantinopla, e é assim que a Igreja de Roma se sente ligada àquela Igreja por um laço de especial fraternidade. Portanto nesta feliz circunstância, concluiu o Papa, segundo a tradição, uma delegação da Santa Sé, chefiada pelo Cardeal Walter Kasper, Presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos deslocou-se em visita ao Patriarca Ecumênico Bartolomeu I".
Canção Nova Noticias, com Rádio Vaticano
"DEUS TEM SEMPRE TEMPO PARA NÓS", AFIRMA BENTO XVI
Deus tem sempre tempo para nós, salientou o Papa antes do Angelus deste I Domingo de Advento. Bento XVI manifestou o seu horror pela violência em Mumbai, na India e em Jos na Nigéria. Saudação e bons votos aos fiéis do Patriarcado Ecuménico de Constantinopla por ocasião da festa de Santo André
"Nós temos sempre pouco tempo, especialmente para o Senhor, não sabemos ou, às vezes, não queremos encontrá-lo. Ora bem, Deus tem sempre tempo para nós", afirmou Bento XVI falando da janela dos seus aposentos antes do Ângelus deste domingo."Todos dizemos que nos falta o tempo, porque o ritmo da vida cotidiana se tornou para todos frenético. Também a esse respeito a Igreja tem uma boa noticia para dar: Deus dá-nos o seu tempo".Segundo Bento XVI esta é a primeira coisa que o início de um novo ano litúrgico nos faz redescobrir com maravilha sempre nova. "Sim: Deus dá-nos o seu tempo, porque entrou na história com a sua Palavra e as suas obras de salvação, para a abrir ao eterno, para a tornar história de aliança". Nesta perspectiva, explicou aos cerca de 20 mil fiéis reunidos na Praça de São Pedro, o tempo já é, em si mesmo, um sinal fundamental do amor de Deus: um dom que o homem, como qualquer outra coisa é capaz de valorizar ou, pelo contrário, de estragar; de colher no seu significado, ou desleixar com superficialidade obtusa.Violência na Índia e NigériaDepois da recitação da oração mariana do Ângelus, Bento XVI voltou a manifestar o seu horror pela cruel e insensata violência que atingiu, por motivos e circunstâncias diferentes, Mumbai na India e a Nigéria. "Peçamos ao Senhor que toque o coração daqueles que se iludem que este é o caminho para resolver os problemas locais ou internacionais e sintamo-nos todos impelidos a dar o exemplo de mansidão e de amor para construir uma sociedade digna de Deus e do homem".Também depois da recitação do Ângelus, o Papa dirigiu a sua saudação e os bons votos a Bartolomeu I e aos fiéis do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, invocando sobre todos a abundância das bênçãos celestes."A 30 de Novembro, recordou aos fiéis, ocorre a festa de Santo André, irmãos de Simão Pedro. Ambos foram, primeiros seguidores de João Batista e, depois do Batismo de Jesus no rio Jordão, tornaram-se seus discípulos, reconhecendo n'Ele o Messias. Santo André é o patrono do Patriarcado de Constantinopla, e é assim que a Igreja de Roma se sente ligada àquela Igreja por um laço de especial fraternidade. Portanto nesta feliz circunstância, concluiu o Papa, segundo a tradição, uma delegação da Santa Sé, chefiada pelo Cardeal Walter Kasper, Presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos deslocou-se em visita ao Patriarca Ecumênico Bartolomeu I".
Canção Nova Noticias, com Rádio Vaticano
"Nós temos sempre pouco tempo, especialmente para o Senhor, não sabemos ou, às vezes, não queremos encontrá-lo. Ora bem, Deus tem sempre tempo para nós", afirmou Bento XVI falando da janela dos seus aposentos antes do Ângelus deste domingo."Todos dizemos que nos falta o tempo, porque o ritmo da vida cotidiana se tornou para todos frenético. Também a esse respeito a Igreja tem uma boa noticia para dar: Deus dá-nos o seu tempo".Segundo Bento XVI esta é a primeira coisa que o início de um novo ano litúrgico nos faz redescobrir com maravilha sempre nova. "Sim: Deus dá-nos o seu tempo, porque entrou na história com a sua Palavra e as suas obras de salvação, para a abrir ao eterno, para a tornar história de aliança". Nesta perspectiva, explicou aos cerca de 20 mil fiéis reunidos na Praça de São Pedro, o tempo já é, em si mesmo, um sinal fundamental do amor de Deus: um dom que o homem, como qualquer outra coisa é capaz de valorizar ou, pelo contrário, de estragar; de colher no seu significado, ou desleixar com superficialidade obtusa.Violência na Índia e NigériaDepois da recitação da oração mariana do Ângelus, Bento XVI voltou a manifestar o seu horror pela cruel e insensata violência que atingiu, por motivos e circunstâncias diferentes, Mumbai na India e a Nigéria. "Peçamos ao Senhor que toque o coração daqueles que se iludem que este é o caminho para resolver os problemas locais ou internacionais e sintamo-nos todos impelidos a dar o exemplo de mansidão e de amor para construir uma sociedade digna de Deus e do homem".Também depois da recitação do Ângelus, o Papa dirigiu a sua saudação e os bons votos a Bartolomeu I e aos fiéis do Patriarcado Ecumênico de Constantinopla, invocando sobre todos a abundância das bênçãos celestes."A 30 de Novembro, recordou aos fiéis, ocorre a festa de Santo André, irmãos de Simão Pedro. Ambos foram, primeiros seguidores de João Batista e, depois do Batismo de Jesus no rio Jordão, tornaram-se seus discípulos, reconhecendo n'Ele o Messias. Santo André é o patrono do Patriarcado de Constantinopla, e é assim que a Igreja de Roma se sente ligada àquela Igreja por um laço de especial fraternidade. Portanto nesta feliz circunstância, concluiu o Papa, segundo a tradição, uma delegação da Santa Sé, chefiada pelo Cardeal Walter Kasper, Presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos deslocou-se em visita ao Patriarca Ecumênico Bartolomeu I".
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SANTO DO DIA - SANTO ELÍGIO
Santo Elígio nasceu em Chaptelat no Limosine em 588, de nobre família galo-romana, exerceu várias profissões e chegou a bispo.Elígio, que em Lião tinha trabalhado como aprendiz junto com o superintendente de confecções de moedas reais, empenhou-se tanto e com tamanha honestidade que com o precioso metal que lhe foi fornecido para fazer um trono, ele fez dois, isso valeu-lhe a promoção de diretor da casa da moeda.Em 639, morto o rei, demitiu-se de todos os cargos, para entrar na vida eclesiástica, e dois anos após ser consagrado bispo, teve o governo da diocese de Noyon-Tournai.Dedicou-se a muitas atividades apostólicas, fundações de mosteiros e viagens missionárias. Faleceu a primeiro de dezembro de 660. Santo Elígio...rogai por nós!
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