A exumação do corpo foi feita no domingo, 22, em cerimônia fechada, administrada pelo bispo diocesano, dom Francisco de Assis Dantas de Lucena, ao lado do postulador Paolo Vilotta e do padre Paollo Lombardo.
A exumação é uma das etapas da beatificação. “Está dentro do processo. Consta a exumação dos restos mortais do corpo e a colocação dele no lugar propriamente eclesiástico, sob os cuidados da Igreja. Estamos cumprindo todas as etapas”, explicou o bispo dom Francisco de Assis Dantas de Lucena.
Os integrantes da Congregação estão recolhendo mais informações para serem enviadas ao Vaticano, com a finalidade de dar andamento à beatificação do sacerdote e, por isso, passarão os próximos 10 dias no território diocesano realizando o que chamam de suplemento processual.
A verificação dos restos mortais do padre foi feita por aproximadamente oito pessoas, entre elas os técnicos de Roma, padre Paolo Lombardo e Paolo Vilotta. Ambos participaram de outros processos no Brasil, como os de Inhá Chica, irmã Dulce, irmã Benigma e irmão Victor.
A retirada dos restos mortais emocionou quem acompanhou o processo. “Foi de fato muito marcante, dentro de um rito litúrgico. Quando se quebrou a pedra e abrimos a urna onde estavam os restos mortais do Servo de Deus, fizemos orações e louvamos a Deus”, comentou o bispo dom Lucena.
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