No ano seguinte soube que seu pai morreu vítima de uma enfermidade que o havia perturbado durante três anos. A saúde de Teresa foi precária. Esta enfermidade a impediu de oferecer-se como voluntária da fundação das carmelitas em Hanói (Vietnã) em 1897. Três meses na enfermaria do convento terminaram sua vida. A pequena Teresa teria passado despercebida se não tivesse escrito uma autobiografia espiritual: História de uma alma. Escreveu-a entre 1895-1897 por ordem de sua superiora Irmã Inês de Jesus. A popularidade dessa obra, traduzida em muitas línguas europeias, assim como os milagres e favores atribuídos à jovem carmelita suscitaram um seguimento sensacional de sua pessoa e espiritualidade em todo o mundo.
O segredo de Teresa deve ser buscado no próprio evangelho. Sua doutrina da “infância espiritual”, que faz da vocação um chamado ao amor –“Minha vocação é o amor” leva-nos ao coração do próprio evangelho. “A maior santa dos tempos modernos transmite a mensagem perene e atual de viver o evangelho no coração e na vida diária” disse Pio Xl.
Teresa foi beatificada em 1923. Canonizada em 1925. Declarada padroeira universal das missões 1927. No dia 19 de outubro de 1997, ocorre a sua solene proclamação como Doutora da Igreja pelo papa São João Paulo ll. Celebramos sua festa cada ano no dia 1º. de outubro.
Pe. Brendan Coleman Mc Donald – Redentorista
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