Padre Lombardi: continuamos rezando e lutando para que a violência, o ódio e o conflito sejam superados
“Damos graças a nosso Senhor porque esta vicissitude chegou a uma conclusão positiva”, prosseguiu o porta-voz do Vaticano, afirmando ainda que “continuamos rezando e lutando para que toda forma de violência, ódio e conflito nas diversas regiões da África e em outras partes do mundo possa ser superada, e renovamos a lembrança e o compromisso com as muitas outras pessoas inocentes, de diversas condições e idades, que permanecem vítimas de sequestros inaceitáveis em diversos lugares de conflito”.
Durante quase dois meses, o pe. Giampaolo, o pe. Gianantonio e a irmã Gilberte foram mantidos prisioneiros em Camarões. Segundo a agência de notícias France Presse, o retorno dos reféns à liberdade foi possível após uma semana de negociações realizadas na Nigéria. Os religiosos foram levados a Yaoundé, capital de Camarões, em um voo militar.
O bispo emérito da diocese de Maroua-Mokolo, dom Philippe Albert Joseph Stevens, esteve com os reféns libertados durante alguns minutos e relatou à Rádio Vaticano que, “graças a Deus, eles estão com boa saúde, apesar de terem emagrecido bastante, e com bom estado de espírito”.
O bispo fez um apelo aos sequestradores: “Queimem as armas e se abram para o amor de Deus, que pede a conversão dos seus corações, o seu amor e a paz”.
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