Os bispos falaram sobre as inúmeras atividades que estão ocorrendo nas dioceses brasileiras, à luz dos textos conciliares, como encontros de formação para presbíteros e de agentes de pastoral, semanas teológicas e simpósios, além das muitas publicações. “É uma grande contribuição”, disse dom Gil, que destacou a tradução dos documentos conciliares pelas Edições CNBB, coordenada pela Comissão Episcopal Pastoral para a Doutrina da Fé.
O cardeal Odilo Pedro Scherer lembrou que a temática da Campanha da Fraternidade 2015, “Fraternidade, Igreja e Sociedade”, é inspirada nas reflexões do Concílio. Falou sobre o Congresso Teológico, previsto para acontecer no próximo ano e que será organizado pelo GT e pela Comissão para a Doutrina da Fé. “Trata-se de um momento de reflexão sobre o Concílio e também sobre o pós-Concílio, assim como sobre as perspectivas de como colocar em prática as inspirações conciliares”, disse dom Odilo.
Em nome da Comissão, dom Angélico sugeriu aos bispos para que, em suas dioceses, todas as grandes comemorações como romarias, novenas, entre outras, sejam abertas “ao que o espírito diz hoje à Igreja por meio das luzes do Concílio Vaticano II”.
Na oportunidade, o arcebispo de Aparecida (SP) e presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis, chamou a atenção para a presença do arcebispo emérito da Paraíba, dom José Maria Pires, único padre conciliar presente na Assembleia.
Fonte: CNBB
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