05/04/2014 - Sábado – IV semana da quaresma
- Jeremias
11, 18-20 – “o servo de Deus é amparado”
Apesar de todas as perseguições da vida
aquele que confia no Senhor não será confundido. Deus julga com justiça e
perscruta os afetos do coração, conhece tudo e antes que aconteçam as
perseguições Ele dá sabedoria e força àqueles que nele confiam. A figura do
servo sofredor e confiante nos leva a refletir sobre nós mesmos (as) que somos
aqui na terra como “mansos cordeiros
levados ao sacrifício” quando nos entregamos à vontade de Deus. Jesus,
o justo cordeiro, o inocente é o nosso referencial. Muitas vezes também não sabemos quem trama
contra nós e quer nos derrubar, mas no nosso coração encontramos força para
continuar porque sabemos em que confiamos a nossa causa. Estamos convencidos (as) de que só a Jesus, o
Servo perfeito, nós poderemos confiar o nosso pleito. Sutilmente o Espírito
Santo, que julga com justiça e perscruta os afetos do coração pode nos conduzir e nos livrar dos males e enfermidades
que nos fazem padecer. O mal que nos
persegue é o pecado, mas o Senhor já nos libertou dele e nos chama à
conversão. - Em algum momento você
também se sentiu perseguido (a), injustiçado (a)? - Mesmo na hora da aflição você tem
experimentado a força que vem de Deus ou você se sente só, abandonado (a),
desesperado (a)? A quem você entrega o
seu destino?
Salmo 7 – “Senhor
meu Deus, em vós procuro o meu refúgio.”
Às vezes nos
enganamos e não entendemos que o Senhor vem salvar não aqueles que julgam a si
mesmo e que vivem a vida fazendo as coisas dentro da lei, mas quer salvar
principalmente aos que O procuram e O invocam como refúgio e salvação. “Julgai-me, Senhor Deus como eu mereço”,
esta deve ser a nossa prece. Diante de Deus nós merecemos apenas a Sua misericórdia,
porque Ele é Bom e a Sua justiça para nós é o Seu Amor.
Evangelho –
João 7, 40-53 – “Os
sábios e o povo”
Os fariseus e os mestres da Lei entravam em
litígio com os judeus, porque alguns reconheciam Jesus como Messias e outros O
ignoravam pelo simples fato dele ser um nazareno. Até os guardas que eram
encarregados de prender Jesus se recusavam a fazê-lo, pois O reconheciam pelas obras
que realizava e pela Palavra que Ele dirigia às multidões. Dessa forma,
alegavam: “Ninguém jamais falou como este
homem!” Eram eles, justamente, gente do povo, considerados malditos, pois
não tinham acesso à Lei. Porém, o simples fato de terem tido uma experiência
com Jesus abriu-lhes os olhos para acolherem-no como o Enviado de Deus. “Os sábios”, doutores da Lei, que se diziam
conhecedores das escrituras não O aceitavam alegando que da Galiléia não viria
o Messias. No entanto, eles não tinham conhecimento de que Jesus nascera em
Belém. Conheciam as escrituras, mas não
aceitavam a Jesus que viera ao mundo tornar a lei uma regra de vida para a
nossa felicidade interior homem. Nós também, às vezes estudamos as leis, somos
conhecedores da história, contudo, se não tivermos uma experiência pessoal com
Jesus e um encontro com a Sua Palavra, nunca iremos aceitá-Lo como nosso Caminho,
Verdade e Vida. Como os sacerdotes e os fariseus, nós também vemos apenas as
aparências e julgamos segundo o que o nosso raciocínio lógico nos conduz. Por
amor a Deus, muitas vezes ferimos os nossos irmãos e irmãs negando o mandamento
maior que é o amor ao próximo. Muitas vezes nos dividimos por causa de Jesus e
nos apegamos às coisas que não têm importância e por isso, nos atrapalhamos e
prejudicamos a vivência da regra de
vida que é o amor a Deus e ao próximo como a nós mesmos. Somos inflexíveis nos
nossos julgamentos e não deixamos que as outras pessoas se defendam e
justifiquem as suas ações. – Você conhece a Lei de Deus? – Em que
consiste a Lei e os mandamentos do Senhor? - O que você sabe sobre Jesus
Cristo? Como Ele tem acontecido na sua vida? - Você já teve um encontro pessoal
com Ele?
Helena serpa,
Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho
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