19/03/2014 - 4ª.feira – Dia de São José - 2 Samuel 7,4-5.12-14.16 - “outros também nos sucederão” Por meio dos profetas e ao longo dos tempos Deus foi se revelando aos reis e à sua descendência firmando com eles pactos eternos a fim de que Seu poder se manifestasse e a Sua obra se perpetuasse. Assim foi que se dirigindo a Davi o Senhor lhe prometeu um descendente a quem confirmaria a sua realeza e Lhe construiria o Templo firmando para sempre o seu trono real. A promessa de Deus a Davi começou com Salomão, confirmou-se por intermédio das gerações e se completou em Jesus, filho de Maria, mas descendente de Davi por parte de José, o Seu pai adotivo. José era descendente de Davi, portanto, a promessa foi para ele e para a sua descendência. A obra do Senhor não para de acontecer, nem na família, na comunidade nem na Igreja. Precisamos ter sempre a consciência de que a nossa trajetória e a nossa missão quando estão designadas por Deus não serão interrompidas quando não mais estivermos aqui. Em todos os tempos Deus escolhe pessoas de fé para que executem os projetos que Ele nos confiou e, com certeza Ele já sabe com quem contará para realizar a Sua obra e levá-la adiante. O trono de Deus está firme para sempre através de nós e dos outros que virão. As Suas promessas também se cumprem em nós, pois a Sua Palavra é eterna. Por isso, o Senhor hoje também promete abençoar a nossa descendência, ser um pai zeloso e firmar para todos nós, um trono real. Não podemos desacreditar disso! – Você considera as promessas de Deus também para você? – Você tem consciência disso? - Acolha para você hoje essa promessa de Deus e peça ao Espírito Santo o entendimento para perceber como isto pode acontecer na sua vida. - Você já recebeu algum encargo de Deus? Assuma-o como um filho! Salmo 88 – “Eis que a sua descendência durará eternamente!” O amor de Deus é garantido para sempre e a sua lealdade é tão firme como os céus. Nisso nós precisamos nos apoiar: Deus fez conosco uma aliança de amor para sempre aqui na terra através de nós e daqueles que nos precederem. A aliança do Senhor conosco é indissolúvel, pois é uma Aliança de Amor! Ele é o nosso Pai, o nosso Deus, o nosso Rochedo e só Nele encontramos a salvação. 2a. Leitura – Romanos 4,13.16-18.22 – “A fé é quem nos justifica” “É em virtude da fé que alguém se torna herdeiro”, nos diz São Paulo, nesta carta. Portanto, a nossa fé é referencial para que também sejamos considerados como descendentes de Abraão, a quem a promessa de Deus foi dirigida. A condição de herdeiro é uma graça, um dom gratuito de Deus e uma virtude da fé. A fé em Jesus é também o documento necessário para que sejamos admitidos como filhos de Deus. Sem a fé em Jesus não há filiação divina, pois a atitude de fé nos é creditada como justiça e justo é aquele que tem fé. Por isso, a promessa de Deus continua valendo para nós até hoje através dos tempos e das gerações. Todos aqueles que acreditam na promessa de Deus para si, tornam-se como Abraão e como José, testemunhas da fé e serão como um pai para aqueles a quem atrairão para o Senhor. Assim também, aqueles se tornarão seus herdeiros e testemunhas da fé. Somos também considerados como pais de muitos povos na medida em que damos testemunho, contra toda a perspectiva humana, da fé que cultivamos nas promessas de Deus. Mesmo contra toda a esperança humana nós precisamos manter na fé n’ Aquele que nos providencia todas as coisas a todo o momento, ainda que tudo nos pareça o contrário. - Você se considera descendente de Abraão? Por quê? - A quem você tem atraído para Deus através da sua fé e do seu testemunho? Você mantém a fé viva mesmo diante do que lhe parece inevitável? Evangelho– Mateus 1,16.18-21.24 - “o sonho de José” A escolha de José para ser o pai adotivo de Jesus está inserida na promessa que Deus fizera a Davi. Tudo isto nós podemos constatar quando em sonho o anjo lhe aparece e a Palavra se confirma, revelando a sua origem: “José filho de David, não tenhas medo de receber Maria como tua esposa!”. Diante disso, José que era um homem ajustado à vontade de Deus não relutou em atender ao anjo que lhe confidenciava a vontade de Deus, ainda que antes tenha decidido abandonar Maria. Assim sendo, José voltou atrás na sua decisão para prontamente atender a convocação do Senhor. Com efeito, podemos perceber também que José era um homem de intimidade com Deus, pois percebia a vontade do seu Senhor conseguindo tomar uma decisão tão grave e radical. Ele é exemplo para os pais, porque cumpriu sua missão como Deus quis, deixando de lado o seu projeto de vida pessoal confiando no plano de Deus para a humanidade. Todos nós também podemos nos considerar homens e mulheres justos quando acolhemos e obedecemos ao chamado de Deus para cooperar com o Seu Plano de salvação para os homens. Embora não sejamos os primeiros, os mais ilustres, nós também podemos participar do sonho de Deus, pois, somos descendentes de Davi e herdeiros das promessas do Senhor a Abraão. - Para você é difícil ajustar-se à mudanças de plano - Você acha que o sacrifício de José valeu a pena? - Tem valido a pena para você abdicar de algum projeto seu em favor de fazer a vontade de Deus? – Você se sente importante na execução dos projetos de Deus aqui na terra? Helena Serpa, Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho
quarta-feira, 19 de março de 2014
REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE
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