20/01/2014 – 2ª. Feira II semana comum - 1 Samuel 15, 16-23 – “a obediência vale mais do que o sacrifício” Grande lição para nós! Às vezes pensamos que estamos agradando a Deus e nos esforçamos para “prestar serviço” a Ele, mas nos esquecemos de que o Senhor não precisa do nosso sacrifício, mas espera a nossa submissão às Suas ordens. Nesta leitura nós constatamos isso quando encontramos o mesmo Saul que havia sido escolhido e ungido por Deus para ser o 1º rei de Israel ser destituído por causa da sua desobediência às ordens do Senhor. Saul havia sido enviado em expedição para combater e vencer os amalecitas, no entanto, extrapolou e se apoderou dos despojos daquele povo, os quais não lhe pertenciam. Por esta razão ele se excedeu na sua liberdade e foi mais além do que lhe competia, por isso, o Senhor retirou dele o governo do povo de Israel. Ele infringiu as instruções do Senhor apoderando-se dos despojos dos povos vencidos. Assim como Deus o escolhera dentre muitos, para ser consagrado rei do Seu povo combatendo para defendê-lo dos inimigos, também, agora, o rejeitava por ter infringido às Suas ordens. Nós também, muitas vezes com a desculpa de que temos autoridade porque estamos à frente de algum trabalho, cometemos injustiças e nos “apoderamos” do que não devíamos. Vamos além do que nos foi proposto por Deus. Em Nome de Deus fazemos coisas que não condizem com os Seus ensinamentos e assim, também “desobedecemos” às Suas ordens. Enfraquecemos o nosso ministério e o Senhor nos tira a unção para entregar a outro. Por mais fracos que nos reconheçamos todos nós devemos ter como meta principal a obediência ao que a Palavra de Deus nos orienta. A Palavra de Deus deve ser o farol que ilumina os nossos passos e as nossas ações. “A obediência vale mais que o sacrifício”, diz a Palavra... “A rebelião é um verdadeiro pecado de magia, um crime de idolatria, uma obstinação”. Assim sendo a Palavra de hoje também nos adverte para que não sejamos rebeldes, mas dóceis às sugestões do Espírito Santo. Quando nos revoltamos e nos insubordinamos nós estamos nos nivelando com aqueles que são adúlteros e traem a confiança de Deus. – Como você tem agido em relação à missão que o Senhor lhe entregou? – Será que você também tem extrapolado e abusado da sua autoridade? – Qual a lição que você tira desta leitura para a sua vida em família e na comunidade? Salmo 49 – “A todo homem que procede retamente eu mostrarei a salvação que vem de Deus!” O que agrada a Deus é que tenhamos um coração dócil e submisso a toda obra boa que Ele deseja realizar em nós. Muitas vezes queremos fazer sacrifícios para martirizar a nossa carne, no entanto, o Senhor se agrada do nosso louvor, do nosso espírito rendido a Ele e da nossa adesão ao Seu projeto de Amor. A confiança que tenhamos nos planos de Deus para nós é a prova de que estamos procedendo retamente e de que a Sua justiça que é a nossa salvação se concretiza na nossa vida. Evangelho – Marcos 2, 18-22 – “ coração novo e não remendado” O reino de Deus que Jesus Cristo veio instaurar na terra é completamente diferente do reino dos homens. Por isso, o homem de mentalidade mundana, não entende as coisas do espírito. Neste Evangelho, diante da observação dos fariseus em relação ao jejum Jesus nos ensina a entender as coisas do alto com um espírito renovado e despojado e um coração novo, não apenas remendado. O reino dos céus tem o amor como primeira regra e tudo que foge a esta verdade destoa do que é proposto por Jesus Cristo. Para assumir com dignidade o nosso lugar no reino dos céus nós precisamos de renovação, isto é, de nascer de novo e ter uma nova visão sobre a realidade da vida. Desta forma Jesus quis dar um novo sentido ao jejum que os fariseus praticavam, apenas para cumprir a lei. O jejum só tem sentido se for praticado movido por uma razão que tenha como fundamento o amor, a alegria, a satisfação. Assim sendo, Jesus justifica o fato dos Seus discípulos não jejuarem alegando que não havia motivação, para que eles assim o fizessem, pois sentiam a alegria da Sua presença. Por isso, Jesus comparou isto a uma festa de casamento, onde todos se regalam por causa do noivo. Jejuar por obrigação, só para dar satisfação às regras impostas pelos homens se torna uma ação inócua - como que um vinho novo colocado em odres velhos - e talvez até seja rejeitada por Deus. O Jejum de coração, oferecido a Deus em vista de um bem maior é o vinho novo colocado em odre também novo. Tudo o que fizermos forçados ou por obrigação não terá sentido, por isso também não ajuda no nosso crescimento. O remendo novo em pano velho rasga-o; o vinho novo em odre velho rompe-o. Portanto, precisamos de nova mentalidade, necessitamos de abertura interior e um coração renovado para que aconteça em nós a purificação necessária e nos tornemos novos, para acolher o novo. - As coisas que você tem feito para o reino de Deus, você o tem feito por amor ou por obrigação? – Você tem cumprido com a sua missão de coração? – Você tem feito algo forçado com má vontade? – Como você encara as propostas de Jesus para a sua vida? - Qual o sentido que você dá ao jejum? Para que finalidade você jejua? Como você se sente? Helena Serpa, Fundadora da Comunidade Missionária Um Novo Caminho
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
REFLEXÕES SOBRE AS LEITURAS DE HOJE
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