Na verdade, suas decisões não deveriam surpreender. Ou ninguém leu o Evangelho?
O homem da memória de ferro. Capaz de recordar que os fundamentos da aventura cristã no mundo nascem nos braços ardentes de um encontro com o Ressuscitado na manhã da primeira Páscoa cristã; sem estes braços, o fogo da graça dá lugar às cinzas da desgraça, talvez fantasiada de Evangelho.
A de Cristo, portanto, é a única amizade que os homens de toda época podem se vangloriar de possuir. Todas as demais são más imitações dessa única amizade reconhecida pelo Evangelho. Uma amizade que traz surpresas, talvez inclusive certa vergonha. A surpresa de algo inesperado, de uma mudança de trajetória, de uma mudança que tenha como objetivo o único fim pelo qual vale a pena mudar: fazer que o passado possa ser contado um dia aos que virão depois de nós.
Fonte: Site da Comunidade Católica Shalom
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