Foi aberta esta tarde, no Centro de Pastoral da Arquidiocese de Fortaleza, a Campanha da Fraternidade 2010, que tem como lema “Vocês podem servir a Deus e ao dinheiro” e como tema “Economia e vida”, com a mesa dos trabalhos sendo presidida por dom José Antonio A. Tosi Marques, arcebispo de Fortaleza, e que contou com a presença também dos padres Luiz Sartorel, da Faculdade Católica de Fortaleza e do Centro de Estudos Bíblicos e Francisco Ivan de Souza, coordenador de Pastoral da Arquidiocese; professor Eduardo Girão, economista e professor da Universidade Federal do Ceará; Antonio Mendonça da Silva Júnior, coordenador do movimento Focolares Masculino e Ana Maria de Freitas, coordenadora da Cáritas Arquidiocesana de Fortaleza.
Depois do lançamento dom José Antonio, em entrevista coletiva explicou, porque a Campanha da Fraternidade deste ano é ecumênica, “porque a Igreja percebeu ser necessário ampliar a própria Campanha, numa coisa que é necessária na sua própria essência: buscar a comunhão de todos. Os discípulos de Jesus não podem estar divididos. Então buscar a fraternidade significa que os cristãos devem procurar se unir na sua própria fé comum”. Este ano, pela terceira vez, a Campanha da Fraternidade é ecumênica.
SISTEMA ECONÔMICO ATUAL
Indagado como analisava o sistema econômico atual, porque parece que ele está colocando o lucro acima da vida e da dignidade da pessoa humana, dom José Antonio, disse que na verdade tudo o que é obra humana carrega a ambigüidade que está dentro da pessoa humana. Isso em tudo na história. Não é só a economia. Na Educação é assim. A política é assim. Todos os ramos da vida humana carregam ambigüidade humana. Quando nós cristãos, percebemos que Jesus vem nos chamar à uma conversão, uma renovação da vida humana, com a força e a graça de Deus, nós somos chamados a renovar todas as coisas. Então renovar todas as realidades humanas vem sendo ambigüidade, que nasce, já no fundo do coração humano, que está misturado de egoísmo. Então faz as suas estruturas com marcas de egoísmo também. Nós vivemos uma época em que a economia expressa esse egoísmo com a forma que ela tem. Ela expressa o egoísmo, quando se busca usando os bens da natureza. Não para a vida humana. Não para a dignidade. O crescimento de todas as pessoas, mas para o acumulo do lucro, para ter mais, ter mais e consumir sempre mais, quando outros são excluídos do necessário da mesa do dia a dia. É muito importante quando proclamamos a oração que Jesus nos ensinou, que é o Pai Nosso. Ele nos ensina a louvar a Deus e conhecer que a fonte está toda em Deus e depois quando começa os pedidos, na segunda parte, reza como? O pão nosso de cada dia nos daí hoje. Existe uma frase do livro dos Provérbios do Antigo Testamento, que diz assim “Eu não peço ao Senhor nem o luxo nem excesso, nem a miséria, que o Senhor me dê a graça de viver o pão de cada dia. Porque quando eu tenho demais, eu posso desprezar o Senhor e quando eu não tenho o necessário, posso amaldiçoá-lo, mas que eu tenha o necessário de cada dia para que eu possa reconhecer o valor do Senhor. Portanto, a humanidade pode viver muito bem com o pão de cada, sem o acumulo exagerado do que é supérfluo, ou então a falta do necessário de quem vive na miséria. É isto, no fundo, no fundo, o que a Campanha da Fraternidade quer ajudar a humanidade a pensar. Nós podemos viver só com aquilo que é necessário para nós e assim todos terão o necessário para si. Nós devemos buscar o equilíbrio e a solidariedade.
Depois do lançamento dom José Antonio, em entrevista coletiva explicou, porque a Campanha da Fraternidade deste ano é ecumênica, “porque a Igreja percebeu ser necessário ampliar a própria Campanha, numa coisa que é necessária na sua própria essência: buscar a comunhão de todos. Os discípulos de Jesus não podem estar divididos. Então buscar a fraternidade significa que os cristãos devem procurar se unir na sua própria fé comum”. Este ano, pela terceira vez, a Campanha da Fraternidade é ecumênica.
SISTEMA ECONÔMICO ATUAL
Indagado como analisava o sistema econômico atual, porque parece que ele está colocando o lucro acima da vida e da dignidade da pessoa humana, dom José Antonio, disse que na verdade tudo o que é obra humana carrega a ambigüidade que está dentro da pessoa humana. Isso em tudo na história. Não é só a economia. Na Educação é assim. A política é assim. Todos os ramos da vida humana carregam ambigüidade humana. Quando nós cristãos, percebemos que Jesus vem nos chamar à uma conversão, uma renovação da vida humana, com a força e a graça de Deus, nós somos chamados a renovar todas as coisas. Então renovar todas as realidades humanas vem sendo ambigüidade, que nasce, já no fundo do coração humano, que está misturado de egoísmo. Então faz as suas estruturas com marcas de egoísmo também. Nós vivemos uma época em que a economia expressa esse egoísmo com a forma que ela tem. Ela expressa o egoísmo, quando se busca usando os bens da natureza. Não para a vida humana. Não para a dignidade. O crescimento de todas as pessoas, mas para o acumulo do lucro, para ter mais, ter mais e consumir sempre mais, quando outros são excluídos do necessário da mesa do dia a dia. É muito importante quando proclamamos a oração que Jesus nos ensinou, que é o Pai Nosso. Ele nos ensina a louvar a Deus e conhecer que a fonte está toda em Deus e depois quando começa os pedidos, na segunda parte, reza como? O pão nosso de cada dia nos daí hoje. Existe uma frase do livro dos Provérbios do Antigo Testamento, que diz assim “Eu não peço ao Senhor nem o luxo nem excesso, nem a miséria, que o Senhor me dê a graça de viver o pão de cada dia. Porque quando eu tenho demais, eu posso desprezar o Senhor e quando eu não tenho o necessário, posso amaldiçoá-lo, mas que eu tenha o necessário de cada dia para que eu possa reconhecer o valor do Senhor. Portanto, a humanidade pode viver muito bem com o pão de cada, sem o acumulo exagerado do que é supérfluo, ou então a falta do necessário de quem vive na miséria. É isto, no fundo, no fundo, o que a Campanha da Fraternidade quer ajudar a humanidade a pensar. Nós podemos viver só com aquilo que é necessário para nós e assim todos terão o necessário para si. Nós devemos buscar o equilíbrio e a solidariedade.
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