sábado, 24 de janeiro de 2009

CNBB PRETENDE CRIAR O "BANCO DO POVO"

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) - Regional Nordeste I, pretende criar um “banco do povo”, fundo para as famílias do semi-árido investirem em pequenos projetos. A proposta foi apresentada, ontem, no seminário “Vida Sustentável no Semi-Árido Cearense”, realizado em Fortaleza. O encontro aponta soluções para diminuir o sofrimento nas regiões secas no Estado.
A socióloga Elza Braga acredita que a realidade do semi-árido ainda pode mudar, mesmo com a visível concentração de renda. “A seca é contínua. O importante é aprendermos a conviver com ela”, ressalta.
Segundo o padre da diocese de Fortaleza Manfredo de Oliveira, a Igreja Católica continua o trabalho de conscientização sobre a justiça social. “É visível o interesse do governo em beneficiar os grandes projetos latifundiários e, por isso, a comunidade episcopal precisa apoiar os que precisam”.Dentre as ações pensadas no decorrer de outros seminários, a criação de cisternas para cerca de um milhão de famílias e a implantação da agrofloresta, método de preparo da terra sem queimadas, voltam aos debates este ano. Motivo? “Existem governos que nem sempre nos apoiam. Por isso, tem planos que não andam”, declara o secretário da Comissão Episcopal para o Semi-árido e bispo de Itapipoca, dom Antônio Roberto Cavuto.Segundo ele, o objetivo do seminário é sensibilizar a sociedade diante das condições precárias do Polígono das Secas no Estado. “A população pobre e marginalizada é a nossa maior preocupação. Queremos melhorar a vida das pessoas.

Diário do Nordeste

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