A Fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) apresenta amanhã, 22, em Roma, o Relatório 2008 - Liberdade Religiosa no Mundo. Com mais de 600 páginas e editado em seis línguas (italiano, inglês, alemão, francês, espanhol e português), o lançamento acontece simultaneamente em Berlim, Paris e Madrid.Esta nova edição do "Relatório sobre a Liberdade Religiosa no Mundo" retrata uma situação crítica, a nível mundial, da liberdade de culto. Os conflitos militares, o terrorismo e as ditaduras contribuíram para as situações mais alarmantes que se verificam em alguns países como o Iraque, a China, Cuba ou a Nigéria.O relatório analisa a situação da liberdade religiosa em cada país, com base nos testemunhos de representantes da Igreja local, documentos oficiais, artigos de agências de notícias e outras mídias especializadas em assuntos religiosos, bem como nas informações fornecidas por organizações de direitos humanos.Com este documento, a AIS pretende apresentar um "compêndio do grau de liberdade religiosa existente em cada um dos países do mundo, além das formas e motivos da repressão que padecem os diferentes grupos religiosos".A intenção deste relatório é a esperança de gerar nos países onde não está garantida a liberdade religiosa, um processo de tomada de consciência entre governantes e dirigentes religiosos, que contribua "para melhorar as condições de vida de milhões de seres humanos que vêem esmagado o seu direito mais íntimo e profundo", como refere o presidente da AIS, Padre Joaquín Alliende, no prólogo da obra.A Fundação pretende publicar um relatório sobre a liberdade religiosa no mundo de 2 em 2 anos.Fundação Ajuda à Igreja que SofreFundada em 1947 pelo Padre Werenfried Van Straaten, inspirado na mensagem de Fátima, a Fundação Ajuda à Igreja que Sofre é uma organização dependente da Santa Sé, tendo por objectivo apoiar projectos de cunho pastoral em países onde a Igreja Católica está em dificuldades.No início, o trabalho da Ajuda à Igreja que Sofre consistia apenas em auxiliar os refugiados da Alemanha de Leste que fugiam da ocupação comunista, mas rapidamente se espalhou pelos campos de refugiados da Europa e da Ásia, pelas Repúblicas Populares comunistas, pela América Latina e pela África.Hoje, os desafios são múltiplos: totalitarismo de esquerda ou de direita, fanatismo religioso, multiplicação de seitas, materialismo, falta de sacerdotes, etc.A Fundação esforça-se por responder aos apelos numerosos e urgentes que lhe chegam a todo o momento.Conteúdo acessível também pelo iPhone - iphone.cancaonova.com
Canção Nova Notícias, com a AIS
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