A devoção às dores de Maria foi a princípio mais popular do que litúrgica, difundida particularmente pelos Servitas e os Passionistas (cf 17 de fevereiro e 19 de outubro). Foi o papa Pio VII que introduziu na liturgia a celebração das dores de Maria. A participação dolorosa da Mãe do Salvador em sua obra de salvação (Lucas 2,33-35) é atestada na hora da cruz por João, que a recebeu por Mãe (Jo 19,25-27). Atualmente, esta Memória se concentra melhor sobre ela e sobre o sacrifício de Cristo que ela própria oferece com ele ao Pai.
(Do Missal Romano, da Paulus)
sábado, 15 de setembro de 2007
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