Ao receber a notícia da morte do arcebispo de Mosul dos Caldeus (Iraque), Paulos Farj Rahho, o papa Bento XVI manifestou ontem, 14, em telegrama enviado ao cardeal Emmanuel III Delly, patriarca da Babilônia dos Caldeus, sua proximidade a toda a Igreja Caldéia e a toda a comunidade cristã, reafirmando sua “deploração por um gesto de violência desumana que ofende a dignidade do ser humano e prejudica gravemente a causa da convivência fraternal do amado povo iraquiano”. O arcebispo foi seqüestrado no dia 29 de fevereiro ao final da celebração.
“Que este acontecimento trágico sirva para reconstruir na martirizada terra do Iraque um futuro de paz”, invocou o papa.
O diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, pe. Federico Lombardi, lembrou que em diversos momentos foram feitos apelos pela libertação do arcebispo. “A violência mais absurda e injustificada abate-se sobre o povo iraquiano e, em particular, sobre a pequena comunidade cristã, a qual o papa e todos nós nos sentimos especialmente próximos com a oração e a solidariedade neste momento de grande dor”, afirmou Lombardi.
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